• Nenhum resultado encontrado

Poder Executivo. Procuradoria Geral do Estado. Maceió - segunda-feira 21 de dezembro de Ano Número 1480

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Poder Executivo. Procuradoria Geral do Estado. Maceió - segunda-feira 21 de dezembro de Ano Número 1480"

Copied!
104
0
0

Texto

(1)

Poder Executivo

. .

Procuradoria Geral do Estado

PORTARIA/PGE Nº 511/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE conceder férias de 20 (vinte) dias, referente ao período aquisi-tivo 2019/2020, a servidora FLAVIA AURORA RODRIGUES DE LIMA SILVA, matrícula nº 95, portadora do CPF nº 007.555.214-04, ocupante do cargo de AS-SISTENTE DE PROCURADORIA P/ ASSESS OP, lotada na unidade PROCU-RADORIA DA FAZENDA ESTADUAL, do(a) PROCUPROCU-RADORIA GERAL DO ESTADO, pelo período de 11/01/2021 até 30/01/2021.

Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 15 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

Procurador-Geral do Estado PORTARIA/PGE Nº 516/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE conceder férias de 30 (trinta) dias, referente ao período aquisitivo 2021/1, ao servidor MARCIO JOSE DE SAMPAIO, matrícula nº 29877, portador do CPF nº 408.374.084-15, ocupante do cargo de PROCURADOR DE ESTADO, lotado na unidade PROCURADORIA ADMINISTRATIVA, do(a) PROCURADO-RIA GERAL DO ESTADO, pelo período de 04/01/2021 até 02/02/2021. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 17 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

Procurador-Geral do Estado PORTARIA/PGE Nº 517/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE conceder férias de 30 (trinta) dias, referente ao período aquisiti-vo 2021/1, ao servidor EDUARDO VALENCA RAMALHO, matrícula nº 83501, portador do CPF nº 786.277.104-49, ocupante do cargo de PROCURADOR DE ESTADO, lotado na unidade PROCURADORIA JUDICIAL, do(a) PROCURA-DORIA GERAL DO ESTADO, pelo período de 30/01/2021 até 28/02/2021. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 17 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

Procurador-Geral do Estado PORTARIA/PGE Nº 518/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE conceder férias de 30 (trinta) dias, referente ao período aquisi-tivo 2021/1, ao servidor ALUISIO LUNDGREN CORREA REGIS, matrícula nº 63709, portador do CPF nº 953.806.804-10, ocupante do cargo de PROCURADOR

DE ESTADO, lotado na unidade PROCURADORIA JUDICIAL, do(a) PROCU-RADORIA GERAL DO ESTADO, pelo período de 04/01/2021 até 02/02/2021. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 17 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

Procurador-Geral do Estado PORTARIA/PGE Nº 519/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribui-ções legais, RESOLVE conceder férias de 30 (trinta) dias, referente ao período aquisitivo 2021/1, ao servidor EVANDRO PIRES DE LEMOS JUNIOR, matrí-cula nº 25, portador do CPF nº 976.689.403-59, ocupante do cargo de PROCU-RADOR DE ESTADO, lotado na unidade PROCUPROCU-RADORIA DE LICITACAO CONT E CONV, do(a) PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, pelo período de 03/05/2021 até 01/06/2021.

Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 18 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

PROCURADOR-GERAL DO ESTADO PORTARIA/PGE Nº 520/2020

O PROCURADOR GERAL DO ESTADO, no uso das prerrogativas que lhe são conferidas pelos artigos 4º, inciso XII, e 11, inciso I, ambos da Lei Com-plementar nº 07/91, e nos termos do Processo nº 25529.0000000395/2020, resolve designar o Procurador de Estado ALUISIO LUNDGREN CORREA REGIS, ma-trícula nº 63709, portador do CPF nº 953.806.804-10, para representar o Estado de Alagoas na Assembleia Geral Extraordinária da Gás S.A - ALGÁS, a ser realizada na sede da ALGÁS, no dia 18 de dezembro de 2020, às 9 hs.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 18 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

PROCURADOR-GERAL DO ESTADO PORTARIA/PGE Nº 521/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RE-SOLVE prorrogar por 60 (sessenta) dias, o prazo para a realização e conclusão dos trabalhos da COMISSÃO PARA INSTAURAÇÃO DE PROCESSO ADMINIS-TRATIVO DISCIPLINAR, instaurada por meio da Portaria 136/2020 (doc SEI nº 3074450) , incumbida da apuração das denúncias existentes no âmbito do Processo Administrativo Disciplinar E:01204.0000000572/2020, nos termos do art. 162, caput, da Lei Estadual nº 5.247/1991,conforme requerido.

Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 18 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

PROCURADOR-GERAL DO ESTADO PORTARIA/PGE Nº 522/2020

O PROCURADOR-GERAL DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE conceder férias de 30 (trinta) dias, referente ao período aquisiti-vo 2020/2, ao servidor SERGIO HENRIQUE TENORIO DE SOUSA BOMFIM,

(2)

matrícula nº 83495, portador do CPF nº 024.364.814-66, ocupante do cargo de PROCURADOR DE ESTADO, lotado na unidade PROCURADORIA JUDICIAL, do(a) PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, pelo período de 16/01/2021 até 14/02/2021.

Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 18 de dezembro de 2020. FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JUNIOR

PROCURADOR-GERAL DO ESTADO

O PROCURADOR GERAL DO ESTADO, FRANCISCO MALAQUIAS DE AL-MEIDA JUNIOR, DESPACHOU EM DATA DE 18 DE DEZEMBRO DE 2020, OS SEGUINTES PROCESSOS:

PROCESSO: 03300.00000662/2016 - INTERESSADO: ATP ENGENHARIA LTDA - ASSUNTO: Demanda Externa: Outras Entidades Privadas - DESPACHO PGE/ GAB. N° 4029/2020 - Aprovo o Despacho PGE-PLIC/CD nº 497/2020 (5246540), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, o qual acolheu o DESPACHO PGE/PLIC, presente nos autos (DOC. SEI 5218657), conclusivo pela regularidade dos atos de reajustamento de pre-ços previsto no Edital e no termo de contrato n. 18/2013-CPL/AL, é o decurso de 12 (doze) meses, com as razões e observações nele contidas, desde que atendidas ás condicionantes exaradas nas referenciadas manifestações jurídicas. 2. Reitero ainda, com fulcro no artigo 81, III da Lei Complementar nº 07 de 18.07.1991, a recomendação da atuação da Controladoria Geral do Estado – CGE/AL, para que proceda a análise dos cálculos dos reajustes incidentes sobre o contrato em exame. 3. Destarte, remetam os autos à SEINFRA, para as providências ulteriores. PROCESSO: E:01400.0000001199/2020 - INTERESSADO: Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura - ASSUNTO: Comunicação: Insti-tucional - DESPACHO PGE/ GAB. N° 4058/2020 - Aprovo o Despacho PGE--PLIC/CD Nº 530/2020 (5295258), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, conclusivo pela possibilidade da celebração do Convênio pretendido, desde que cumpridas as condicionantes ali referenciadas (5295258). 2. Alerto que, no caso dos autos, tendo o relator optado pela aprova-ção condicionada, a autoridade consulente responde de forma pessoal e exclusiva pela omissão decorrente de eventual realização de procedimento sem a devida ob-servância das recomendações, cujo cumprimento é requisito do ato de aprovação. 3.Reitere-se a necessidade de se submeter a despesa à aprecição e deliberação do Comitê de Programação Orçamentária e Financeira – CPOF, sem a qual será im-possível a celebração do convênio. 4.Destarte, remetam-se os autos à SERIS para as providências ulteriores.

PROCESSO: E:35032.0000000622/2019 - INTERESSADO: SETRAND - AS-SUNTO: Licitação: Contratação - DESPACHO PGE/GAB. N° 3853/2020 - Apro-vo o Despacho PGE-PLIC-CD Nº 401/2020 (5093454), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, o qual acolheu o PARECER PGE/PLIC Nº: 119/2020 (5027348), com as razões nele contidas, conclusivo pela aprovação da fase externa do presente certame licitatório. 2. Reitero a recomenda-ção de que, tendo a aprovarecomenda-ção ocorrido de forma condicionada, a autoridade con-sulente responde de forma pessoal e exclusiva pela omissão decorrente de eventual realização de procedimento sem a devida observância das recomendações, cujo cumprimento é requisito do ato de aprovação. 3. Destarte, remetam os autos à SE-TRAND para as providências ulteriores.

PROCESSO: E:01204.0000004411/2020 - INTERESSADO: Departamento de Administração e Finanças - ASSUNTO: Finanças: Adiantamento de Despesas - DESPACHO PGE/GAB. N° 4198/2020 - Trata-se os autos de prestação de contas da Adriano Henrique Costa Bandeira, matrícula 80-9, com verba de adiantamento para suprir despesas de pronto atendimento desta PGE. 2. Com efeito, da análise documental acostado nos autos, bem como consideradas regulares e comprovadas pela DAF, aprovo as contas apresentadas, nos termos do art. 26, do Decreto Esta-dual nº 37.119/1997. 3. Destarte, tornem os autos à DAF/PGE, para providências necessárias, consoante disciplina o art. 27 do referenciado Decreto.

PROCESSO: E:01101.0000002344/2020 – INTERESSADO - Assembleia Legis-lativa do Estado de Alagoas - ASSUNTO: Demanda Externa: Legislativo - DES-PACHO PGE/GAB N° 4185/2020 - Aprovo o Parecer PGE/ASS nº 0120/2020 (5426020), oriundo da Assessoria Especial da Procuradoria Geral do Estado, o qual sugeriu o encaminhamento dos autos ao Gabinete Civil, para que se houver ma-nifestação expressa por parte do Chefe do Poder Executivo no sentido de concor-dância com impugnação da norma, que retornem os autos à Procuradoria Geral do Estado para que seja ajuizada a ação cabível, de acordo com Art. 4º, IV e V, da Lei Complementar Estadual nº 7, de 1991. 2. Ao Gabinete Civil; retornando.

PROCESSO: E:13020.0000000664/2020 - INTERESSADO: Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social - ASSUNTO: Licitação: Contratação - DESPACHO PGE/ GAB. N° 4187/2020 - Aprovo o Parecer PGE-PLIC-CD Nº 629/2020 (5430319), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, o qual acolheu o DESPACHO PGE/PLIC Nº5413691, res-pondendo à consulta formulada nos autos por meio do DOC SEI nº 5410504. 2. Reitere-se o entendimento trazidos nos itens 10, 11 e 12 do referido despacho, o qual demonstra que, com o emissão da Portaria 1.127/2019, emitida pelo Minis-tério da Economia - Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, as empresas e empregadores obrigados a transmissão das informações pelo Sistema do eSocial (pertencentes aos Grupos 1, 2 e 3, do cronograma do ESocial), ficaram desobri-gadas de declarar ao CAGED, a partir de janeiro de 2020. 3. Desta feita, com fulcro nos dispositivos da Lei Estadual nº 8.889/2020 c/c o art. 469 da CLT, a fim de comprovação da cota de aprendizagem, devem os licitantes apresentaram: a) Documento contendo informações extraídas do CAGED OU ESocial, nos termos da Portaria 1.127/2019; b) declaração de cumprimento de cota de aprendizagem, emitida pelo próprio licitante; c) documento idôneo que ateste o número de apren-dizes contratados, devidamente atualizados. 3. Destarte, em razão do Despacho AMGESP SULIC 5410504, retornem os autos à AMGESP para ciência da resposta e providências que lhe são afetas.

PROCESSO: E:52530.0000000091/2019 - INTERESSADO: PIMENTEL ENGE-NHARIA - ASSUNTO: Demanda Externa: Orgãos Governamentais Estaduais - DESPACHO PGE/GAB Nº 4119/2020 - Retornam os autos a esse Gabinete por força do Despacho PGE CPRAC 4970161 “a fim de que sejam adotadas as provi-dências cabíveis no sentido de que delimitar adequadamente o objeto de uma futu-ra autocomposição, nos termos das conclusões contidas no Parecer PGE ASSESP 098/2019 (doc. 1447252)”. Com efeito, a despeito do Despacho PGE/GAB Nº 1.263/2020 (SEI 3304670) haver acolhido o Despacho PGE/PAI-CD Nº 628/2020 (Despacho PGE COOPAI 3108938) no sentido de sugerir que “a Companhia pro-cure se compor com a credora, o que poderá ensejar uma redução do valor do cré-dito dessa, o qual deverá ser atualizado até a data da efetiva composição, bem como poderá resultar também em um parcelamento do pagamento sem prejuízo das ati-vidades da CEPAL”, verifica-se que há extrema dificuldade prática de promovê-la – ao menos no âmbito da PGE/CPRAC – pela ausência de parâmetros mínimos de composição, tal como assinalado pelo Parecer PGE/ASS nº 098/2019 (1447252), aprovado pelo Despacho PGE/GAB nº 2560/2019 (1460902). Outra questão digna de nota diz respeito à Ata de Assembleia Geral Ordinária do Conselho de Adminis-tração da CEPAL, acostada aos autos (doc. SEI 4792795), dando conta da ausência de disponibilidade financeira e orçamentária, mas propondo pagamento do importe de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 4 (quatro) parcelas. Semelhante proposta parece atrativa à CEPAL, à vista do valor de crédito inicialmente reclamado pela interessada, mas para que guarde o mínimo de legitimidade precisa estar pautada em balizas primárias, tais como: se o crédito é devido, a que título, se existem ou não causas impeditivas de sua persecução pelo suposto credor e, finalmente, o mon-tante devido. Diante da impossibilidade de identificar todas essas questões, con-clui-se pela impossibilidade de entabular qualquer acordo extrajudicial no âmbito dessa Procuradoria, por meio da PGE/CPRAC, devendo os autos retornar à CEPAL a fim de, mais uma vez, carrear a eles elementos de prova complementares e as consequentes análises técnicas deles decorrentes, sem os quais resta extremamente dificultado o mister da composição.À CEPAL.

PROCESSO: E:01500.0000004265/2019 - INTERESSADO: SEFAZ - ASSUN-TO: Legislação: Normas Internas - DESPACHO PGE/GAB Nº 4118/2020 - Re-tornam os autos a essa PGE/AL por força do Despacho GABCIVIL ASSENPGE 5013518, para análise e manifestação quanto ao Despacho SEFAZ ASSGAB 4227210, da Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ. Com efeito, por ocasião das manifestações anteriores dessa Procuradoria não houve expresso e adequado enfrentamento da questão em relação ao atendimento ou não das prescrições do art. 14 da LC nº 101/2000, mas tão somente o afastamento do permissivo do art. 65, § 1º da mesma lei, introduzido pela LC nº 173/2020, para fins de concluir que, em inexistindo Decreto Legislativo do Congresso Nacional reconhecendo o estado de calamidade pública, são inteiramente aplicáveis ao caso as exigências do art. 14, LRF. Considerando o ateste da SEFAZ (4227210) de que os valores de renúncia indicados no Termo SEFAZ ASSGAB 3711287 estão contemplados no bojo dos montantes de estimativa de renúncia de receitas, indicados na LDO/2019 como “outros” (3710931) e de que não afetarão as metas de resultados fiscais nela previstos, tem-se por atendidas as exigências da LC nº 101/2000 para a concessão da pretendida renúncia fiscal. A despeito de ser ideal, para fins de alcançar maior austeridade na gestão fiscal, o cumprimento dos dois incisos previstos pelo art. 14, LC nº 101/2000, seu próprio caput enuncia que basta o atendimento de um deles, ao empregar a expressão “e a pelo menos uma das seguintes condições”. Confira-se: Art. 14. A concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual decorra renúncia de receita deverá estar acompanhada de estimativa do im-pacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois seguintes, atender ao disposto na lei de diretrizes orçamentárias e a pelo menos uma das seguintes condições: (Vide Medida Provisória nº 2.159, de 2001)

(3)

Estado de Alagoas DIÁRIO OFICIAL

SECRETÁRIO - CHEFE DO GABINETE CIVIL

FÁBIO LUIZ ARAÚJO LOPES DE FARIAS

PROCURADOR - GERAL DO ESTADO

FRANCISCO MALAQUIAS DE ALMEIDA JÚNIOR

CONTROLADORA - GERAL DO ESTADO

MARIA CLARA CAVALCANTE BUGARIM

SECRETÁRIO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUARIA, PESCA E AQUICULTURA

JOÃO EMANUEL BARROS LESSA NETO

SECRETÁRIO DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL

SILVIO ROMERO BULHÕES AZEVEDO

SECRETÁRIA DE ESTADO DA CIÊNCIA, DA TECNOLOGIA E DA INOVAÇÃO

RODRIGO SAMPAIO DE ROSSITER CORRÊA Respondendo interinamente

SECRETÁRIO DE ESTADO DA COMUNICAÇÃO

ÊNIO LINS DE OLIVEIRA

SECRETÁRIA DE ESTADO DA CULTURA

MELLINA TORRES FREITAS

SECRETÁRIO DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA

PAULO DOMINGOS DE ARAÚJO LIMA JUNIOR - Cel. PM

SECRETÁRIO DE ESTADO DA RESSOCIALIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

MARCOS SÉRGIO DE FREITAS SANTOS

SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

FÁBIO GUEDES GOMES

SECRETÁRIA DE ESTADO DO ESPORTE, LAZER E JUVENTUDE

CHARLES HEBERT CAVALCANTE FERREIRA

Respondendo interinamente CLÁUDIA ANICETO CAETANO PETUBA

SECRETÁRIO DE ESTADO DA FAZENDA

GEORGE ANDRÉ PALERMO SANTORO

SECRETÁRIO DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA

MAURÍCIO QUINTELLA MALTA LESSA

SECRETÁRIO DE ESTADO DO TRANSPORTE E DESENVOLVIMENTO URBANO

MOSART DA SILVA AMARAL

SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS HÍDRICOS

JOÃO PAULO TAVARES PACHECO Respondendo interinamente

SECRETÁRIA DE ESTADO DA MULHER E DOS DIREITOS HUMANOS

MARIA JOSÉ DA SILVA

SECRETÁRIO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, GESTÃO E PATRIMÔNIO

FABRÍCIO MARQUES SANTOS

SECRETÁRIA DE ESTADO DE PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA

ESVALDA AMORIM BITTENCOURT DE ARAÚJO

SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE

CLÁUDIO ALEXANDRE AYRES DA COSTA

SECRETÁRIO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO

ARTHUR JESSÉ MENDONÇA DE ALBUQUERQUE

SECRETÁRIO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E TURISMO

RAFAEL DE GÓES BRITO

GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS JOSÉ RENAN VASCONCELOS CALHEIROS FILHO

VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE ALAGOAS

JOSÉ LUCIANO BARBOSA DA SILVA

PODER EXECUTIVO

ÍNDICE

PODER EXECUTIVO

Preço

Pagamento à vista por cm² R$ 6,16

Para faturamento por cm² R$ 7,40

Publicações

Os textos deverão ser digitados em Word (normal), em fonte Times New Roman,

tama-nho 8 e largura de 9,3 cm, sendo encaminhados diretamente ao parque gráfico à Av.

Fernandes Lima, s/n, Km 7, Gruta de Lourdes - Maceió/AL, no horário das 08h às 15h ou

pelo e-mail [email protected].

Reclamações sobre matérias publicadas deverão ser feitas no prazo máximo de 10 dias.

Procuradoria Geral do Estado ... 01

Sec. de Estado da Cultura ... 08

Sec. de Estado da Segurança Pública ...14

Sec. de Estado da Ressocialização e Inclusão Social ...15

Sec. de Estado da Educação ... 15

Sec. de Estado da Fazenda ...24

Sec. de Estado da Infraestrutura ...29

Sec. de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos ... 30

Sec. de Estado de Prevenção à Violêcia ...31

Sec. de Estado da Saúde ...35

Delegacia Geral da Polícia Civil ...37

Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar ...39

ADMINISTRAÇÃO INDIRETA ...40

EVENTOS FUNCIONAIS ...52

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADUAL ...95

PREFEITURAS DO INTERIOR ...100

EDITAIS E AVISOS ...100

Dagoberto Costa Silva de Omena

Diretor-presidente

José Otílio Damas dos Santos

Diretor comercial e Industrial

www.imprensaoficialal.com.br

Av. Fernandes Lima, s/n, Km 7, Gruta de Lourdes - Maceió / AL - CEP: 57080-000

(4)

(Vide Lei nº 10.276, de 2001) (Vide ADI 6357) I - demonstração pelo proponen-te de que a renúncia foi considerada na estimativa de receita da lei orçamentária, na forma do art. 12, e de que não afetará as metas de resultados fiscais previstas no anexo próprio da lei de diretrizes orçamentárias; II - estar acompanhada de medidas de compensação, no período mencionado no caput, por meio do aumento de receita, proveniente da elevação de alíquotas, ampliação da base de cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição. § 1o A renúncia compreende anistia, remissão, subsídio, crédito presumido, concessão de isenção em caráter não geral, alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos ou contribuições, e outros benefícios que correspondam a tratamento diferenciado. § 2o Se o ato de concessão ou ampliação do incentivo ou benefício de que trata o caput deste artigo decorrer da condição contida no inciso II, o benefício só entrará em vigor quando implementadas as medidas referidas no mencionado inciso. § 3o O disposto neste artigo não se aplica: I - às alterações das alíquotas dos impostos previstos nos incisos I, II, IV e V do art. 153 da Constituição, na forma do seu § 1º; - II - ao cancelamento de débito cujo montante seja inferior ao dos respec-tivos custos de cobrança. No caso dos autos, tem-se por cumprido o art. 14, I, LRF, não havendo, assim, empeço ao encaminhamento do anteprojeto de lei em questão, caso o Chefe do Poder Executivo considere oportuna e conveniente a medida. - Ao Gabinete Civil. - PROCESSO: E:02900.0000000479/2020 - INTERESSADO: PREFEITURA MUNICIPAL DE PASSO DE CAMARAGIBE - ASSUNTO: De-manda Externa: Orgãos Governamentais Municipais - DESPACHO PGE/ GAB. N° 4102/2020 - Aprovo o Despacho PGE-PLIC/CD Nº 568/2020 (5339566), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, o qual acolheu o DESPACHO PGE/PLIC nº 5318393, com as razões nele contidas, con-clusivo pela possibilidade legal da celebração do convênio pretendido, desde que atendidas as condicionantes exaradas na referenciada manifestação jurídica, com as observações ali constantes. 2. Reitero a recomendação de que, tendo a aprovação ocorrido de forma condicionada, a autoridade consulente responde de forma pes-soal e exclusiva pela omissão decorrente de eventual realização de procedimento sem a devida observância das recomendações, cujo cumprimento é requisito do ato de aprovação. 3. Destarte, remetam os autos à SEDETU para as providências ulteriores.

PROCESSO: E:01206.0000017765/2020 -INTERESSADO: Rutemberg Almeida e Silva -ASSUNTO: Processos: Gestão Documental - DESPACHO SUB PGE/ GAB Nº 2535/2020 - Trata-se de pedido de reconsideração em face do Despacho SUBPGE/GAB 0301/2019, publicado no DOE de 11/02/2019, no bojo do processo n° 1206-1935/2018 (SEI nº 3931966), em que o interessado solicita a mudança de seu ato de reforma de incapaz definitivamente para todo e qualquer trabalho, para incapaz definitivamente para o serviço da PM/AL. O supracitado despacho do Subprocurador Geral, acolhendo o Parecer PGE/PA-SUBPREV nº 099/2019, opinou pelo indeferimento do pleito. Sustenta seu pedido com base no princípio da razoabilidade, insculpido no art. 2º da Lei Estadual nº 6.161, de 2000, pois entende que “não se mostra razoável o não acatamento da decisão da Junta Superior de Saú-de, ao fundamento da ausência de previsão legal”, ademais afirma que a mudança não acarretará prejuízo ao erário, pois como se infere do art. 55 da mesma lei, há a recomendação de convalidar o ato que não evidencie lesão ao interesse público nem prejuízo a terceiros. Conforme será melhor exposto adiante, as alegações do interessado não se prestam a espancar os argumentos expendidos ao longo do Pa-recer PGE/PA-SUBPREV nº 099/2019 (SEI nº 3932489, fls. 23 a 24) e tampouco à conclusão de que seria possível retificar seu ato de reforma. De acordo com o Parecer PGE/PA-SUBPREV nº 099/2019 – ratificado pelo Despacho SUBPGE/ GAB 0301/2019 – o ato de reforma em discussão caracteriza-se como ato jurídico perfeito, conforme as condições fáticas existentes à época da aposentação e uma vez preenchidos os requisitos para ela necessários, não haveria o que ser modifi-cado; a pretensão do interessado carece de respaldo legal na legislação castrense, estando a Administração Pública submetida à observância da legalidade estrita, devendo os atos estar previamente autorizados em lei. Todos esses argumentos são válidos e procedentes, especialmente se considerarmos o fato de que a própria Constituição Federal de 1988 preserva o ato jurídico perfeito, a coisa julgada e o direito adquirido inclusive das alterações legislativas (art. 5º, XXXVI) e, com mais razão, deve o administrador salvaguardá-los! Não se alegue que a preservação se daria apenas em benefício do administrado e que, no caso corrente, a mudança do ato seria em prol do mesmo e não em seu prejuízo. Ora, a relação estabeleci-da entre Administração e servidor não se apresenta como “via de mão única” em que apenas um dos “sujeitos” teria direitos e interesses a serem preservados. No caso sob comento, a Administração Pública se viu forçada a definitivamente afas-tar o servidor, permanentemente inválido para qualquer atividade, segundo laudo da Junta Médica expedido à época do seu afastamento (ainda no ano de 2012) e, passados mais de cinco anos deste, o interessado pretende refazer o ato tão somente para eximir-se do retorno às atividades junto à PM/AL e poder exercer quaisquer outras atividades laborais supostamente compatíveis com seu estado de saúde e, claro, com manutenção dos proventos de inatividade! Além de não contar tal

sis-temática com permissivo legal na legislação castrense – como, aliás, já vem sendo destacado desde o início – a hipotética revisão seria passível de ser aventada caso suscitada no quinquênio legal mácula por erro/vício, o que não foi, definitivamente, a situação dos autos. Em momento algum o interessado argui – e sequer poderia, dado o excessivo transcurso de lapso temporal – que houve equívoco da Junta Médica ao atestar sua incapacidade absoluta para o exercício de qualquer atividade profissional à época da reforma. Ao contrário, sustenta, o tempo todo, que esse era o quadro fático o qual, entretanto, evoluiu favoravelmente de modo a reduzir sua incapacidade, restando-lhe possível o exercício de atividades laborais distinta das despendidas junto à PM[1]. Bem se vê que não se está diante de ato nulo e menos ainda há que se falar em convalidação, na esteira do disposto pelo art. 55 da Lei nº 6.161/2000, tal como pretende sustentar o interessado. O acolhimento do pleito, ao revés, importaria ato nulo, dada a ausência de esteio legal para sua prática e apenas não traria prejuízo à Administração Pública na hipótese de poder ser suspenso o benefício da aposentadoria, a exemplo do que ocorre aos servidores civis (art. 50, § 3º, Lei nº 7751/2015).

Isto porque, diferentemente dos servidores civis, não existe na legislação castren-se previsão símile. Tal omissão, entretanto, não castren-se confunde com permissivo para retificações de atos de reforma por invalidez que sequer possuem mácula de vício/ nulidade. Repise-se: a Administração Pública encontra-se jungida estritamente ao princípio da legalidade e o princípio da “razoabilidade” não se presta a colmatar supostas lacunas do ordenamento jurídico. Desse modo, as disposições do art. 2º da Lei nº 6161/2000 não se prestam a conferir ao administrado direito que não tenha sido, ainda que tacitamente, assegurado por lei, especialmente diante da com-pletude do ato jurídico perfeito de reforma por invalidez permanente para toda e qualquer atividade, o qual fora consumado segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou (art. 6º, § 1º da LINDB[2]). Conclusivamente, conheço do pedido de reconsideração (SEI nº 3931966) para indeferi-lo, diante da ausência de argu-mentos ou fatos novos capazes de infirmar o entendimento esposado no Despacho SUBPGE/GAB nº 0301/2019 (SEI nº 3932489, fl. 25), que aprovou o Parecer PGE/ PA-SUBPREV nº 099/2019 (SEI nº 3932489, fls. 23 a 24), exarados no âmbito do processo 1206-1935/2018, conclusivo pelo indeferimento do pleito em face do ato jurídico perfeito à data do processo de reforma em 2012, pois preencheu todos os requisitos necessários a aposentação, ademais não há respaldo legal para a mudan-ça do ato na legislação castrense, e como a Administração Púbica está submetida à observância do princípio da legalidade estrita, os atos devem estar previamente autorizados em lei. Sigam os autos à PM/AL para ciência do interessado. PROCESSO: E:02900.0000000139/2020 - INTERESSADO: PREFEITURA MU-NICIPAL DE BARRA DE SANTO ANTONIO - ASSUNTO: Licitação: Aquisição - DESPACHO PGE/ GAB. N° 4027/2020 - Aprovo o Despacho PGE-PLIC-CD nº 452/2020 (5179593), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, com as razões nele contidas, conclusivo pela possibilidade jurídica da celebração do convênio pretendido, desde que atendidas as condicio-nantes exaradas na manifestação jurídica PGE PLIC CD 5179593. 2. Reitero a recomendação de que, tendo a aprovação ocorrido de forma condicionada, a autori-dade consulente responde de forma pessoal e exclusiva pela omissão decorrente de eventual realização de procedimento sem a devida observância das recomendações, cujo cumprimento é requisito do ato de aprovação. 3. Destarte, remetam os autos à SEDETUR, para as providências ulteriores.

PROCESSO: E:02900.0000000138/2020 -INTERESSADO: PREFEITURA DE PORTO DE PEDRAS ALAGOAS - ASSUNTO: Licitação: Contratação - DESPA-CHO PGE/ GAB. N° 4026/2020 - Aprovo o Despacho PGE-PLIC-CD nº 447/2020 (5164420), da lavra da Coordenação da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios, com as razões nele contidas, conclusivo pela possibilidade jurídica da celebração do convênio pretendido, desde que atendidas as condicionantes exara-das na manifestação jurídica PGE PLIC CD 5164420. 2. Reitero a recomendação de que, tendo a aprovação ocorrido de forma condicionada, a autoridade consulente responde de forma pessoal e exclusiva pela omissão decorrente de eventual realiza-ção de procedimento sem a devida observância das recomendações, cujo cumpri-mento é requisito do ato de aprovação. 3. Destarte, remetam os autos à SEDETUR, para as providências ulteriores.

PROCESSO: E:41010.0000017595/2020 - INTERESSADO: Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - ASSUNTO: Pessoas: Concurso Público - DESPACHO PGE/ GAB. N° 4030/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO PGE-PJ-CD nº 5304388, da lavra da Coordenação da Procuradoria Judicial, presente nos autos, com as ra-zões e observações nele contidas, conclusivo pela remessa dos autos ao Magnífico Reitor da UNCISAL, para conhecimento da recomendação e posterior decisão. 2. Destarte, remetam os autos à UNCISAL, para as providências ulteriores. PROCESSO: E:01206.0000017730/2019 - INTERESSADO: Coordenação da Procuradoria Judicial - ASSUNTO: Demanda Externa: Judiciário - DESPACHO PGE/GAB Nº 3296/2020 - Conheço e aprovo o Despacho PGE COOPJ 4647620, emanado da Coordenação da Procuradoria Judicial, o qual acolheu o Despacho

(5)

PMAL NAPGEPMAL nº 4567942, que, prestando informações acerca das medidas processuais adotadas, reiterou a necessidade de que sejam mantidas as recondu-ções dos militares, até o trânsito em julgado, em função dos acórdãos lavrados nos autos. 2. Destarte, evoluam os autos ao Gabinete Civil para providências que lhe são afetas.

PROCESSO: E:01500.0000017045/2020 - INTERESSADO: SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO DE ALAGOAS - ASSUNTO: Legislação: Normas In-ternas - DESPACHO PGE/GAB Nº 4138/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO PFE COOPFE N 5394319, oriundo da Coordenação da Procuradoria da Fazenda Estadual, com os fatos e fundamentos, o qual retifica o Parecer insero aos autos sob doc. SEI nº 5324624 emitido por aquela Coordenação para afastar a condi-cionante anteriormente imposta, cuja ementa abaixo transcevo: MINUTA DE DE-CRETO. DISPÕE SOBRE PRAZO ESPECIAL PARA RECOLHIMENTO DO ICMS DEVIDO PELOS CONTRIBUINTES VINCULADOS À CAMPANHA DE PROMOÇÃO DE VENDAS DENOMINADA “NATAL PREMIADO 2020”, NOS TERMOS DO CONVÊNIO ICMS 74, DE 3 DE AGOSTO DE 2006 (E SUAS ALTERAÇÕES).E DO ICMS ANTECIPADO NAS OPERAÇÕES COM CAL-ÇADOS. CONSONÂNCIA COM O ART. 4º DA LEI 5.900/96 E O CONVÊNIO. PELA CONVERSÃO DA MINUTA EM DECRETO SEM CONDICIONANTE. RETIFICAÇÃO DO DESPACHO ANTERIORMENTE EMITIDO POR ESTA COORDENAÇÃO. 2. Sigam os autos à SEFAZ para providências necessárias. PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 18 de dezembro de 2020.

MAILSON LUIZ PEREIRA DOS SANTOS Responsável pela resenha

O SUBPROCURADOR GERAL DO ESTADO, JOSÉ CLÁUDIO ATAIDE ACIOLI, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES DESPACHOU EM DATA DE 18 DE DEZEMBRO DE 2020, O(S) SEGUINTE(S) PROCESSO(S):

PROCESSO: E:41010.0000007806/2020 - INTERESSADO: Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão e Pesquisa de Alagoas – FEPESA - ASSUNTO: Demanda Externa: Judiciário - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2301/2020 - Retornam os autos a este Gabinete após a juntada de novos elementos aos autos (minuta do acordo de cooperação - 4491410, e plano de trabalho - 4247169), em atenção à di-ligência exarada através do DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 1607/2020 (3989075). Naquele momento, foi fixada a necessidade de esclarecimentos a respeito da natu-reza jurídica do acordo a ser firmado entre a UNCISAL e a FAPESA (Fundação de Apoio ao Ensino Extensão e Pesquisa de Alagoas) e acerca de clausulas do instru-mento mostradas incongruentes. Da análise das informações trazidas, observo que permanecem contradições e informações que não possibilitam a formalização do termo, da forma como pretendido. A nova minuta do Acordo de Cooperação Técni-ca (4491410), permanece informando que a fundamentação legal da avença é o inciso XIII do art. 24 da Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, (que dispen-sa a licitação “na contratação de instituição brasileira incumbida regimental ou es-tatutariamente da pesquisa, do ensino ou do desenvolvimento institucional, ou de instituição dedicada à recuperação social do preso, desde que a contratada detenha inquestionável reputação ético-profissional e não tenha fins lucrativos”), com ob-servância do regime instituído pela Lei Federal nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, além da Portaria Interministerial 424/2016 e suas alterações, que dispõe so-bre normas relativas a transferências de recursos da União mediante convênios, contratos de repasse e termos de cooperação. Já a informação prestada pela Presi-dente da FEPESA no Ofício 079-2020 (4247066) é no sentido de que as partes pretendem firmar efetivamente um Termo de Cooperação, o que já imporia a retira-da retira-da menção ao inciso XIII do art. 24 retira-da Lei Federal nº 8.666, de 1993. Prossegue informando que “se trata de execução futura e a depender da necessidade e interes-se da Universidade”, não havendo “possibilidade de elaboração de Plano de Traba-lho específico. Também não há como prevê a necessidade de transferência de recur-so para custeio de projeto específico a ser acompanhado/executado pela Fundação.” Adiante, informa que “tal previsão (plano de trabalho e transferência de recursos), estabelecida na cláusula sexta, explicita que eventuais transferências de recursos financeiros entre os partícipes, para execução e custeio das atribuições previstas neste instrumento, serão oficializadas por meio de convênios específicos ou outros instrumentos adequados, observada a legislação vigente” Finaliza, a Presidente, argumentando que “a possibilidade de celebração de um Termo de Cooperação possibilitará à Universidade a realização de atividades específicas de forma mais ágil e menos burocrática, uma vez que poderá contar com o apoio de uma fundação, em observância ao que estabelece a LEI No 8.958, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1994”. Reportando à citada Lei Federal nº 8.958, de 1994, verifica-se que ela auto-riza, no seu art. 1º[1], a celebração, dentre outros, de convênios entre as Instituições Científicas e Tecnológicas - ICTs, de que trata a Lei Federal nº 10.973, de 2 de de-zembro de 2004, com fundações instituídas com a finalidade de apoiar projetos de ensino, pesquisa, extensão, desenvolvimento institucional, científico e tecnológico e estímulo à inovação, inclusive na gestão administrativa e financeira necessária à execução desses projetos. A Lei Federal nº 10.973, de 2004, por sua vez, define a

Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) como sendo o “órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta ou pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos legalmente constituída sob as leis brasileiras, com sede e foro no País, que inclua em sua missão institucional ou em seu objetivo social ou estatutário a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico ou o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos” No caso vertente, para se que se possa valer do disposto na Lei Federal nº 8.958, de 1994, seria de se questionar: a UNCISAL e a FAPESA se enquadrariam em quais destes conceitos legais? Seria, a UNCISAL, uma ICT e a FEPESA, uma fundação instituída com a finalidade de apoiar projetos de ensino, pesquisa, extensão, desenvolvimento insti-tucional, científico e tecnológico e estímulo à inovação, inclusive na gestão admi-nistrativa e financeira necessária à execução desses projetos? Se sim, a FAPESA está credenciada junto ao Ministério da Educação e no Ministério da Ciência, Tec-nologia, Inovações e Comunicações, e o seu estatuto traz norma expressa que dis-ponha sobre a observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralida-de, publicidamoralida-de, economicidade e eficiência como exige o art. 2º, caput e inciso III[2], da Lei Federal nº 8.958, de 1994. Registre-se que as fundações de apoio, enquanto colaboradoras do Poder Público, devem se adequar aos princípios que regem a Administração Pública. Sobre o ponto, assinala Rafael Carvalho Olivei-ra[3]: “Assim como ocorre com as demais entidades privadas, que formalizam par-cerias com o Estado, o regime jurídico das fundações de apoio deve sofrer influxos de normas publicísticas, de modo a compatibilizar a natureza privada da entidade com os objetivos públicos que devem ser alcançados por meio, inclusive, de dinhei-ro público, servidores cedidos e utilização do patrimônio público.” Demais disso, a Lei Federal nº 8.958, de 1994, foi regulamentada através do Decreto Federal nº 7.423, de 31 de dezembro de 2010, vedando expressamente a celebração de instru-mentos com objeto genérico, sem a descrição clara do projeto. Veja-se a determina-ção dos seus arts. 8º e 9º: Art. 8o As relações entre a fundadetermina-ção de apoio e a institui-ção apoiada para a realizainstitui-ção dos projetos institucionais de que trata o § 1o do art. 6o devem ser formalizadas por meio de contratos, convênios, acordos ou ajustes individualizados, com objetos específicos e prazo determinado. Parágrafo único. É VEDADO o uso de instrumentos de contratos, convênios, acordos e ajustes ou respectivos aditivos com objeto GENÉRICO. Art. 9o Os instrumentos contratuais ou de colaboração celebrados nos termos do art. 8o devem conter: I - clara descri-ção do projeto de ensino, pesquisa e extensão ou de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico a ser realizado; II - recursos envolvidos e adequada defini-ção quanto à repartidefini-ção de receitas e despesas oriundas dos projetos envolvidos; e III - obrigações e responsabilidades de cada uma das partes. No caso em análise, mesmo com as alterações promovidas, o que se observa é que o instrumento que se pretende firmar (Termo de Cooperação técnica científica, cultural e acadêmica en-tre os partícipes visando o desenvolvimento e execução dos programas projetos de cooperação técnica e o intercâmbio em assuntos educacionais, culturais, científi-cos, tecnológicos e de pesquisa e o estabelecimento de mecanismos para sua reali-zação) não tem por pressuposto a colaboração para projeto específico, mas apenas de aproximação entre a fundação e a instituição de ensino de modo a viabilizar fu-turos acordos para projetos determinados. Tal conclusão é reforçada com a leitura dos seguintes dispositivos do instrumento anexo (4491410): parágrafo único da clausula segunda; clausula terceira, I, e) e II, g); parágrafo único da clausula sexta, entre outros, assim alinhados: Parágrafo Único: O presente Termo deverá ser im-plementado por meio de instrumentos jurídicos específicos, acompanhados dos respectivos Projetos e Planos de Trabalho, elaborados nos termos do parágrafo 1º, do art. 116, da Lei nº 8.666/93, que estabelecerão prazos, condições de execução e responsabilidades de cada uma das partes, inclusive no que diz respeito ao custeio do projeto e disponibilização de recursos humanos, materiais e/ou financeiros. e) Quando houver, e observando o que estabelece a cláusula segunda, repassar os re-cursos, por meio de convênios específicos ou outros instrumentos adequados, ne-cessários ao custeio do projeto específico e acompanhar o gerenciamento a aplica-ção dos recursos financeiros termos do parágrafo 1º, do art. 116, da Lei nº 8.666/93; g) Aplicar os recursos financeiros de custeio dos projetos eventualmente recebidos; Parágrafo Único – Eventuais transferências de recursos financeiros entre os partíci-pes, para execução e custeio das atribuições previstas neste instrumento, serão ofi-cializadas por meio de convênios específicos ou outros instrumentos adequados, observada a legislação vigente. Sendo assim, tal modalidade de acordo não se apro-xima dos instrumentos de convênio admitidos pela Lei Federal nº 8.958, de 1994, e sua regulamentação pelo Decreto Federal nº 7.423, de 31 de dezembro de 2010, posto que tais instrumentos não podem ter objeto genérico (art. 8º, parágrafo úni-co). Havendo interesse em se valer do permissivo da Lei Federal nº 8.958, de 1994, suas determinações deverão ser integralmente atendidas. Por todo o exposto, co-nheço e não aprovo o DESPACHO PGE/PAI/CD nº 975/2020 (3722172), que aco-lheu o DESPACHO PGE-PAI Nº 398/2020 (3698441), opinativo pela aprovação do Despacho COJUR/UNCISAL Nº 276/2020 (3658681), e concluo pela impossibili-dade jurídica da formalização do Acordo de Cooperação Técnica (4491410), da forma como apresentado. À UNCISAL.

PROCESSO: E:02102.0000002334/2020 - INTERESSADO: PERÍCIA OFICIAL DO ESTADO DE ALAGOAS - ASSUNTO: Legislação: Projeto de Lei - DES-PACHO SUB PGE/GAB Nº 2162/2020 - Conheço e aprovo o DESDES-PACHO

(6)

JU-RÍDICO PGE/PA/SUB-CD Nº 2742/2020 (4688168) , da lavra da Coordenação da Procuradoria Administrativa, o qual acolheu o DESPACHO JURÍDICO PGE--PA-00-701/2020 (4681103), entendendo que os autos devem ser remetidos à As-sessoria Especial do Procurador Geral do Estado, por competente, a fim de que dê continuidade na tramitação do presente feito, nos termos do art. 14, do Decreto nº 4.804, de 24 de fevereiro de 2010, inciso V (Regimento Interno da Procuradoria Geral do Estado). 2. Destarte, sigam os autos à Assessoria Especial do Procurador Geral do Estado para distribuição.

PROCESSO: E:41010.0000016095/2020 - INTERESSADO: Supervisão de Lo-gística -ASSUNTO: Licitação: Aquisição - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2590/2020 - Conheço e aprovo, em parte, o Despacho PGE-PAI-CD Nº 2054/2020 (5327445), opinativo pela aprovação do Parecer UNCISAL COJUR Nº 681/2020 (5199286), conclusivo pelo reconhecimento da situação emergencial no âmbi-to hospitalar gerido pela UNCISAL, com as observações seguintes. Quanâmbi-to às questões da apuração da não conclusão, em tempo hábil, dos processos licitató-rios e os fracionamentos na compras de medicamentos sob o cunho da emergên-cia, verifico, no caso presente, o seguinte contexto fático. No pedido de aquisição emergencial iniciado com o Memorando nº E:471/2020 (4651975), a Supervisão de Logística informa, nos itens 5 e 6, que “o item 1 e 2 estão inseridos no li-citatório E:41010.0000002579/2020, que encontra-se em fase externa, ainda sem prazo de conclusão;” e que “o item 3 encontra-se inserido no Processo Licitatório E:41010.0000016026/2020 em fase de conclusão do Estudo Técnico Preliminar, visando o abastecimento para o ano de 2021.” Em consulta ao Processo Adminis-trativo nº E:41010.0000002579/2020, verifica-se que a fase externa foi devidamen-te finalizada, com homologação pelo Exmo. Sr. Governador do Estado (5345922), aguardando-se apenas assinatura da Ata de Registro. Nesse sentido, a UNCISAL deve providenciar a assinatura do instrumento, após o que os itens 1 e 2 deverão ser adquiridos através da regular contratação decorrente da Ata, observando-se o procedimento estabelecido no Decreto Estadual nº 68.120, de 31 de outubro de 2019. Não vislumbro, pois, necessidade da apuração por não conclusão em tem-po hábil desse processo licitatório. Já em relação ao Processo Administrativo nº E:41010.0000016026/2020, que, segundo informado pela Supervisão de Logística, contém o item 3 e, quando da solicitação de aquisição emergencial (04/11/2020), encontrava-se em fase de conclusão do Estudo Técnico Preliminar, observa-se que o mesmo foi gerado no sistema no dia 06 de outubro de 2020 e somente na presente data de 15 de dezembro de 2020 (passados 70 – setenta – dias) teve seu memorando de abertura assinado (4644075), o que, em tese, demonstra um atraso injustificado na condução do processo de licitação para aquisição do medicamento que se pre-tende adquirir emergencialmente nestes autos. No tocante à apuração de fraciona-mento na compra de medicafraciona-mento sob o cunho de emergência, não identifico essa necessidade, tendo em vista que o Termo de Referência informa que o quantitativo solicitado é para abastecimento de até 120 (cento e vinte) dias, sendo que a Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, autoriza a aquisição emergencial que se fizer necessária para suprir até 180 (cento e oitenta) dias (art. 24, IV). Ante o ex-posto, para regularidade jurídica da aquisição, deve ser observado o seguinte: 7.1. Aquisição dos itens 1 e 2 deve ser a realizada através da Ata de Registro de Preços que encontra-se apta para ser formalizada nos autos do Processo Administrativo E:41010.0000002579/2020, admitindo-se a aquisição emergencial somente se res-tar demonstrado nos autos a impossibilidade de aquisição naqueles autos (item 4 acima); 7.2. A aquisição do item 3 está apta a ser realizada nestes autos, devendo ser comunicado o fato à Controladoria Geral do Estado para apurar o atraso injusti-ficado, em tese, do processo licitatório destinado à aquisição do medicamento (item 5 acima); À UNCISAL e à Controladoria Geral do Estado (item 7.2).

PROCESSO: E:41010.0000011103/2020 - INTERESSADO: Cleto Dias Santoss - ASSUNTO: Pessoas: Adicional de Insalubridade - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2.582/2020 - Conheço do Despacho PGE-PAI-CD Nº 1741/2020 (4641481), que acolheu o Parecer COJUR/UNCISAL Nº 518/2020 (4587225), pelo deferi-mento do pedido, para converter o feito em diligência, nos termos abaixo aduzidos. Versam os presentes autos, sobre pedido de adicional de insalubridade, formulado pelo servidor Cleto Dias Santos, ocupante do cargo de Artífice. Após juntada de informações funcionais, fora elaborado pelo SESMT/UNCISAL o documento de nº SEI: 4469063, que veiculou parecer técnico acerca da insalubridade, bem como o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) da Maternidade Escola Santa Mônica. Com efeito, se observa que o PPRA, não serve de base exclusiva para a concessão de adicionais de insalubridade, isto porque seu objeto é amplo, conforme definido na NR09 que dispõe: “O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7. (...) visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.” Sendo assim, mesmo sendo acostado o PPRA do local onde labora o servidor, imprescindível se mostra a elaboração de Laudo Pericial que

analise especificamente a presença de agentes insalubres no local onde o servidor público labora, considerando as funções por ele desenvolvidas e os equipamen-tos de proteção individual que possibilitam a redução dos níveis de exposição aos agentes insalubres. Neste sentido, o Laudo técnico constante na parte inicial do doc. 4469063 se mostra insuficiente para análise do enquadramento especifico do servidor aos agentes insalubres descritos na NR15 – agentes biológicos – aplicá-vel ao Estado de Alagoas por força do art. 1º, parágrafo único, da Lei Estadual nº 7.817, de 19 de setembro de 2016. Necessário, portanto, que seja feita a reanálise pericial e juntada de Laudo Pericial completo que atenda aos requisitos de validade do ato, notadamente os requisitos previstos no art. 2º do Decreto Federal nº 97.458, de 11 de janeiro de 1989[1], aplicável analogamente ao Estado de Alagoas. Ante o exposto, preliminarmente à análise final, retornem os autos à UNCISAL para as providências ora descritas. À UNCISAL.

PROCESSO: E:41010.0000007663/2020 - INTERESSADO: FERNANDO ARAÚJO LIMA BARBOZA - ASSUNTO: Pessoas: Adicional de Insalubridade - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2.581/2020 - Retornam os autos a esta Procurado-ria Geral do Estado, por conduto do Despacho do Reitor da UNCISAL (4458982), para fins de esclarecimento a respeito da data do termo inicial do pagamento do adicional de insalubridade. De plano, constata-se que o Despacho SUB PGE/GAB N° 1594/2020 (4020620) contem erro material no ponto em que transcreve a data do Laudo Pericial, sendo correta, portanto, a data do próprio Laudo Pericial, 9 de julho de 2020. Ante o exposto, esclarecido o ponto apresentado, retornem os autos à UNCISAL.

PROCESSO: E:01203.0000002172/2020 - INTERESSADO: Valdeilson Lei-te da Silva - ASSUNTO: Pessoas: Promoção - DESPACHO SUB PGE/GAB N° 2537/2020 - Trata-se de pedido de reconsideração, formulado pelo Capitão do Cor-po de Bombeiros Vald eilson Leite da Silva, em face do entendimento contido no Parecer PGE/PA nº 382 /2020 (3414428), aprovado pelo Despacho PGE/PA/CD Nº 1159/2020 (3453006) e pelo Despacho SUB PGE/GAB N° 1259/2020 (3478414), todos documentos do processo relacionado E:01203.0000001355/2019.Para além das discussões acerca da legitimidade para elaboração do sobredito pedido de re-consideração – que se encontrariam suplantadas pela ratificação do Comandante do CBMAL (doc. SEI 4165977) – verifica-se a ausência de fatos e/ou argumentos no-vos capazes de infirmar o entendimento anteriormente esposado nas manifestações anteriores dessa PGE/AL, razão pela qual conheço do pedido de reconsideração para indeferi-lo. Ao CMB/AL.

PROCESSO: E:04799.0000000921/2020 - INTERESSADO: ALAGOAS PREVI-DENCIA- ASSUNTO: Ouvidoria: Denúncia - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2610/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO JURÍDICO PGE/PA/SUB-CD Nº 1608/2020 (doc. SEI nº 5373055), da lavra da Coordenação da Procuradoria Admi-nistrativa, com os fatos e fundamentos nele contidos, conclusivo pelo não acolhi-mento da denúncia anônima questionando a regularidade na concessão de pensão por morte à MARIA CÍCERA DE OLIVEIRA SILVA, matrícula nº 34412-5, ha-bilitada na qualidade de companheira do ex-servidor MILTON JORGE SOARES DA SILVA: 2. Destarte, sigam os autos à Alagoas Previdência, para providências necessárias.

PROCESSO: E:01206.0000032019/2020 -INTERESSADO: Everton Oliveira Feitosa - ASSUNTO: Legislação: Normas Internas - DESPACHO SUB PGE/ GAB Nº 2609/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO JURÍDICO PGE/PA/CD Nº 3156/2020 (doc. SEI nº 5397895), da lavra da Coordenação da Procuradoria Administrativa, o qual acolheu o PARECER PGE/PA Nº 780/2020 (doc. SEI nº 5288771), com os fatos e fundamentos nele contidos, opinativo pelo deferimento do pleito. Segue a ementa: EMENTA -ADMINISTRATIVO. POLICIAL MILI-TAR. RETIFICAÇÃO DA DATA DE PROMOÇÃO POR ATO DE BRAVURA. RECONHECIMENTO DO ERRO PELA COMISSÃO DE PROMOÇÕES DA POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS. PRESUNÇÃO DE LEGALIDADE E LEGI-TIMIDADE DOS ATOS DO COLEGIADO. PELO DEFERIMENTO. 2. Destarte, sigam os autos ao Gabinete Civil, para providências necessárias.

PROCESSO: 01800.00004597/2019 - INTERESSADO: Superintendência de Va-lorização de Pessoas - ASSUNTO: Pessoas: Assentamento Funcional do Servidor - DESPACHO SUB PGE/GAB. N° 2604/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO JURÍDICO PGE/PA/CD-3160/2020 (5398069), da Coordenação da Procuradoria Administrativa, o qual acolheu o DESPACHO PGE/PA Nº 757/2020 (5383777), opinativo pelo arquivamento do processo, uma vez que não há justa causa para abertura de PAD. 2. A SEPLAG para providências ulteriores.

PROCESSO: 34000.00001345/2018 - INTERESSADO: JOSÉ RAIMUNDO DOS SANTOS - 347.818.894-68 - ASSUNTO: Pessoas: Progressão - DESPACHO SUB PGE/GAB. N° 2603/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO JURÍDICO PGE/ PA/CD-3163/2020 (5414931), da Coordenação da Procuradoria Administrativa, o qual acolheu o DESPACHO PGE/PA Nº 737/2020 (5216086), com os fatos e fundamentos nele contidos. 2. A SEPLAG para providências ulteriores.

(7)

PROCESSO: E:34000.0000019381/2020 - INTERESSADO: 074.275.374-32 - KLEYTON ANDERSSON BERTOLDO PESSOA DA SILVA - ASSUNTO: Pessoas: Progressão - DESPACHO SUB PGE/GAB. N° 2602/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO JURÍDICO PGE/PA/CD-3162/2020 (5414822), da Coor-denação da Procuradoria Administrativa, o qual acolheu o DESPACHO PGE/PA Nº 726/2020 (5130499), com os fatos e fundamentos nele contidos, opinativo pelo deferimento do pedido de progressão funcional pleiteado. 2. A SEPLAG para pro-vidências ulteriores.

PROCESSO: E:41010.0000007203/2020 - INTERESSADO: Larissa Fernanda De Araujo Vieira - ASSUNTO: Pessoas: Adicional de Insalubridade -DESPA-CHO SUB PGE/GAB Nº 2.583/2020 - Conheço do Despacho PGE-PAI-CD Nº 1740/2020 (4641263), que acolheu o Parecer COJUR/UNCISAL Nº 517/2020 (4586586), pelo deferimento do pedido, para converter o feito em diligência, nos termos abaixo aduzidos. Versam os presentes autos, sobre pedido de adicional de insalubridade, formulado pela servidora Larissa Fernanda De Araujo Vieira, ocu-pante do cargo de Farmacêutico. Após juntada de informações funcionais fora ela-borado pelo SESMT/UNCISAL o documento de nº SEI: 4351056, que veiculou parecer técnico acerca da insalubridade, bem como o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) da Maternidade Escola Santa Mônica. Com efeito, se observa que o PPRA, não serve de base exclusiva para a concessão de adicionais de insalubridade, isto porque seu objeto é amplo, conforme definido na NR09 que dispõe: “O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Pro-grama de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7. (...) visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da ante-cipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.” Sendo assim, mesmo sendo acostado o PPRA do local onde labora o servidor, imprescindível se mostra a elaboração de Laudo Pericial que analise especificamente a presença de agentes insalubres no local onde o servidor público labora, considerando as funções por ele desenvolvidas e os equipamentos de proteção individual que possibilitam a redução dos níveis de exposição aos agentes insalubres. Neste sentido, o Laudo técnico se mostra insuficiente para análise do enquadramento especifico do servi-dor aos agentes insalubres descritos na NR15 – agentes biológicos – aplicável ao Estado de Alagoas por força do art. 1º, parágrafo único, da Lei Estadual nº 7.817, de 19 de setembro de 2016. Necessário, portanto, que seja feita a reanálise pericial com juntada de Laudo Pericial completo que atenda aos requisitos de validade do ato, notadamente os requisitos previstos no art. 2º do Decreto Federal nº 97.458, de 11 de janeiro de 1989[1], aplicável analogamente ao Estado de Alagoas. Saliente-se que a inserção de documentos externos no sistema SEI depende da sua autenticação através de senha pessoal do sistema, bem como da assinatura física ou digital nos documentos originais. Sendo assim, a assinatura constante no doc. 4351056 deve ser digital (seja através do SEI ou de assinatura certificada), não contendo valor jurídico a assinatura física digitalizada e colada em documento nato-digital. Por sua vez, o documento anexo nomeado de Pedido (3889926) é apócrifo e não se encon-tra autenticado. Assim, deve ser desenencon-tranhado dos autos pelo setor que o acostou. Ante o exposto, preliminarmente à análise final, retornem os autos à UNCISAL para as providências ora descritas. À UNCISAL.

PROCESSO: E:04799.0000001317/2020 - INTERESSADO: JOSÉ PETRÚCIO SOARES DA SILVA - 071.593.664-68 - ASSUNTO: Pessoas: Aposentadoria - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2612/2020 - Tomo ciência do despacho exarado pela Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (SEI nº 5278398), que retornou os autos a esta Procuradoria Geral do Estado questionando acerca do cabimento de pagamentos retroativos. Como o ato de aposentação foi devida-mente retificado por meio do Decreto nº 69.816, de 13 de maio de 2020, publicado no DOE/AL do dia seguinte (SEI nº 3387680), devem ser calculados os efeitos financeiros a partir da data de publicação do decreto retificador, observando-se a prescrição qüinqüenal. Uma vez revisado o ato administrativo de concessão do benefício de aposentadoria, há o reconhecimento da Administração Pública do di-reito do Interessado desde o primeiro ato de sua inativação (Cf. TRF-4, Processo APL 5084997-28.2014.404.7100 RS 5084997-28.2014.404.7100, Órgão Julgador QUARTA TURMA, Julgamento 5 de Julho de 2017, Relator Luís Alberto D’aze-vedo Aurvalle). Destaco que a contagem deve ter como marco inicial o Decreto Estadual nº 37.545, de 30 de dezembro de 2014. Desta forma, os valores, com a prescrição qüinqüenal, devem ser pagos a partir de maio/2015, por força da prescri-ção qüinqüenal (Decreto nº 20.910, de 6 de janeiro de 1932). À SEPLAG. PROCESSO: E:41010.0000005704/2020 - INTERESSADO: Júlia Regina Falcão de Lima - ASSUNTO: Pessoas: Adicional de Insalubridade - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2.584/2020 - Preliminarmente à análise do Despacho PGE-PAI-CD Nº 1738/2020 (4639399), que acolhia o Parecer COJUR Nº 510/2020 (4573248), retornem os autos à UNCISAL para esclarecimento acerca do Laudo Pericial (4406060), conforme abaixo aduzido. A conclusão adotada pelo Laudo Pericial

teve por premissa a presença de agentes insalubres descritos na NR15 – anexo 14 – agentes biológicos, que prevê dentre outras hipóteses que caracteriza a insalubri-dade de grau médio o contado permanente do servidor com pacientes em hospitais, laboratórios ou outros estabelecimentos destinados ao cuidado da saúde. O Laudo em sua exposição demonstrou sistematicamente que a servidora tem contato com outros servidores, confira-se: “6) VERIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES DESEN-VOLVIDAS (...)recepcionando diariamente servidores (inclusive que estão linha de frente no combate da COVID-19).”(...) “7) VERIFICAÇÃO E QUANTIFI-CAÇÃO DOS RISCOS ALEGADOS - constatamos que de fato a servidora tem contato direto com servidores que estão na linha de frente de com os profissionais de saúde de maneira habitual e permanente na recepção destes pacientes em estabe-lecimentos destinados aos cuidados da saúde humana, que dentre outros atividades, podem ser enquadrados nas tarefas indicadas pela NR15, anexo 14, ou seja, se en-quadra na previsão legal como Insalubre Grau Médio.” Todavia, na sua conclusão afirmou que a servidora tem contato com pacientes, restando assim contraditório em seus termos. Confira-se:“8) CONCLUSÃO - De acordo com item 7 do pre-sente Parecer Técnico, aSra.JÚLIA REGINA FALCÃO DE LIMA,que de fato a servidora tem contato direto com pacientes durante a recepção destes servidores em estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana, que dentre outras atividades, podem ser enquadrados nas tarefas indicadas pela NR15, anexo 14, ou seja, se enquadra na previsão legal como Insalubre Grau Médio.” Deste modo, deve o servidor responsável pela elaboração do Laudo Pericial, apontar o correto enqua-dramento dos fatos com as hipóteses que caracterizam a insalubridade, apontando inclusive, se for o caso, de que modo a agente pública, ocupante do Cargo de Técni-co em Recursos Humanos, possui Técni-contato permanente Técni-com pacientes do Centro de Patologia e Medicina Laboratorial da UNCISAL. Ante o exposto, preliminarmente à análise final, retornem os autos à UNCISAL para, esclarecimentos e providências necessárias, com a elaboração de novo laudo pericial, se for o caso. À UNCISAL. PROCESSO: E:41010.0000015404/2020 - INTERESSADO: Shirley Christina Melo Araújo - ASSUNTO: Pessoas: Exoneração - DESPACHO SUB PGE/GAB Nº 2589 /2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO PGE/PAI/CD Nº 2087/2020 (doc. SEI nº 5365274), oriundo da Procuradoria de Controle Técnico dos Servi-ços Jurídicos da Administração Indireta, o qual acolheu o DESPACHO JURÍDICO PGE-PAI Nº 878/2020 (doc. SEI nº 5325163), ponderando pela aprovação do Pare-cer COJUR/UNCISAL nº 677/2020 (doc. SEI Nº 5235124), com os fatos e funda-mentos nele contidos, conclusivo pelo deferimento do pedido. 2. Destarte, evoluam os autos à Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas – UNCISAL, para providências ulteriores.

PROCESSO: E:02102.0000002334/2020 - INTERESSADO: PERÍCIA OFICIAL DO ESTADO DE ALAGOAS - ASSUNTO: Legislação: Projeto de Lei - DES-PACHO SUB PGE/GAB Nº 2162/2020 - Conheço e aprovo o DESDES-PACHO JU-RÍDICO PGE/PA/SUB-CD Nº 2742/2020 (4688168) , da lavra da Coordenação da Procuradoria Administrativa, o qual acolheu o DESPACHO JURÍDICO PGE--PA-00-701/2020 (4681103), entendendo que os autos devem ser remetidos à As-sessoria Especial do Procurador Geral do Estado, por competente, a fim de que dê continuidade na tramitação do presente feito, nos termos do art. 14, do Decreto nº 4.804, de 24 de fevereiro de 2010, inciso V (Regimento Interno da Procuradoria Geral do Estado). 2. Destarte, sigam os autos à Assessoria Especial do Procurador Geral do Estado para distribuição.

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO, Maceió/AL, 18 de dezembro de 2020. MAILSON LUIZ PEREIRA DOS SANTOS

Responsável pela resenha

A COORDENADORA DA PROCURADORIA DE LICITAÇÕES, CONTRATOS E CONVÊNIOS, SAMYA SURUAGY DO AMARAL, DESPACHOU EM 17 DE DEZEMBRO DE 2020, OS SEGUINTES PROCESSOS:

PROC Nº: E:02100.0000000912/2020 - INT: Secretaria de Estado da Seguran-ça Pública - ASS: Licitação. Aquisição - DESPACHO PGE-PLIC-CD SEI Nº 5421016 - DESPACHO PGE-PLIC-CD Nº 624/2020 - Conheço e aprovo o DES-PACHO PGE-PLIC Nº 532/2020, presente nos autos, (DOC. SEI 5407179) com as razões nele contidas, conclusivo pela nulidade da fase externa do Pregão Eletrônico SSP nº 1.014/2020. À Secretaria de Estado da Segurança Pública

PROC Nº: E:34000.0000008636/2020 - INT: Chefia de Suprimentos - ASS: Lici-tação: Aquisição - DESPACHO PGE-PLIC-CD SEI Nº 5415839 - DESPACHO PGE-PLIC-CD Nº 621/2020 - Conheço e aprovo o DESPACHO PGE/PLIC Nº 525 (doc. 5395596), presente nos autos, com as razões nele contidas, conclusivo pela regularidade dos atos da fase interna, devendo os autos prosseguir para a fase externa. Alerto que, no caso dos autos, tendo o relator optado pela aprovação

(8)

condi-cionada, a autoridade consulente responde de forma pessoal e exclusiva pela omis-são decorrente de eventual realização de procedimento sem a devida observância das recomendações, cujo cumprimento é requisito do ato de aprovação. À SERIS. PROCURADORIA DE LICITAÇÕES E CONTRATOS E CONVÊNIOS, MA-CEIÓ/AL, 18 DE DEZEMBRO DE 2020.

BRUNO ROGGE DE LIMA SAPUCAIA Responsável pela resenha TERMO DE RATIFICAÇÃO PROCESSO Nº E:01204.0000004076/2020

DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 008/2020

À Vista dos elementos contidos no presente processo, e no uso das atribuições que me foram conferidas, e ainda de acordo com o disposto no artigo 24, II, da Lei Federal 8.666/93, em consonância com o despacho autorizador (SEI) PGE/GAB

. . .

Secretaria de Estado da Cultura - Secult

5394058, declaro que fica RATIFICADA a contratação por dispensa de licitação sob nº 008/2020.

Autorizo em consequência, proceder-se à contratação nos seguintes termos: CONTRATADA: Editora Casa 10 LTDA

OBJETO: Contratação de Assinatura Anual De Acesso à Ferramenta De Pesquisas De Preços Praticados Pela Administração Pública, através de sistema.

VALOR: R$ 1.995,00 (hum novecentos e noventa e cinco reais)

Determino que seja dada a devida publicidade legal, em especial à prevista no artigo 26, caput, da Lei Federal nº 8.666/93, e que, após, seja o presente expediente devidamente autuado e arquivado.

Maceió, 18 de Dezembro de 2020.

Francisco Malaquias de Almeida Junior Procurador-Geral do Estado

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA

Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n – Centro - Maceió - AL – CEP 57020-190 Fone: (82) 3315-6551 - CNPJ.: 08.629.503/0001-32

1

PORTARIA Nº 73/2020 Maceió, 18 de dezembro de 2020

A SECRETÁRIA DE ESTADO DA CULTURA, no uso de suas atribuições e prerrogativas legais e tendo em vista o que estabelece o Decreto nº 64.263 de 25 de fevereiro de 2019, RESOLVE TRONAR PÚBLICOO RESULTADO FINAL Após concluído o prazo de recurso, no período de 14 a 18 de dezembro de 2020, segue a relação final dos premiados no EDITAL Nº 09/2020 PRÊMIO DIVERSIDADES LITERÁRIAS DE ALAGOAS.

PRÊMIO DIVERSIDADES LITERÁRIAS DE ALAGOAS – CLASSIFICADAS PUBLICAÇÕES DE OBRAS INÉDITAS

Proponente PROJETO CNPJ/CPF NOTA

1º Adalberto Raimundo Ferreira de Souza Da amplidão das sombras alheias ou outras histórias de amores suspeitos 759.137.714-00 30

2º Adélia Maria de Amorim

Magalhães Pelas ruas da memoria 140.422.584-68 30 3º Bárbara Cavalcante de

Oliveira

Antologia como

surgem os monstros 103.335.724-32 30 4º Claudia Regina Lopes Lins O Tambor encantado 251.168.27/0001-96 30 5º Igor Machado Barros Pequenos fluxos 042.873.624-62 30 6º Isis Florescer da Rocha Leandro Segunda pele 043.379.844-02 30 7º Jean James de Albuquerque

Gomes

A ressaca do mar

trincou meus ossos 013.548.114-70 30

Júlio Caio Cesar Rodrigues Vasconcelos Sobrinho

História política de Viçosa: entre poder,

crime e progresso. 076.768.774-40 30 9º Lucas Alves Litrento Preto vírgula pt.2 106.695.864-55 30 10º Madson Costa dos Santos Os meninos da parte alta 101.861.134-71 30

PRÊMIO DIVERSIDADES LITERÁRIAS DE

ALAGOAS – CLASSIFICADAS PUBLICAÇÕES DE OBRAS NÃO INÉDITAS

Proponente PROJETO CNPJ/CPF NOTA

1º Alexsandro Alves da Silva Dê(Lírios) Intranquilos 064.746.864-64 30 2º Amanda Priscila Santos Prado A ilha de Laura 065.949.084-64 30 3º Arísia Barros Dos Santos O racismo é um camaleão poliglota 259.126.584-49 30 4º Carlos Roberto Peixoto Lima Manguaba 005.586.484-87 30 5º Claudia Regina Lopes Lins Lendas do velho Chico - histórias encantadas

de Opará 021.645.387-90 30

6º Cosme Rogério Ferreira

"Habitus" , campo e mercado editorial: a construção do prestígio da obra de Graciliano Ramos 045.290.294-09 30

7º Eunides Lins de Oliveira Guia da Gastronomia Popular 456.477.634-72 30 8º Jefferson Ramos Diniz Sete Virtudes - Oprincípio da lenda 013.614.984-71 30 9º Leonardo Pimentel Santana Iroko 815.336.164-34 30 10º Luciano José Barbosa Da Rocha Jacinto Silva: as canções 473.397.054-49 30

PRÊMIO DIVERSIDADES LITERÁRIAS DE ALAGOAS – CLASSIFICADOS CONCURSO LITERÁRIO

Proponente PROJETO CNPJ/CPF NOTA

ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA

Praça Marechal Floriano Peixoto, s/n – Centro - Maceió - AL – CEP 57020-190 Fone: (82) 3315-6551 - CNPJ.: 08.629.503/0001-32

2

POESIA

1º Maria De Jesus Albuquerque de

Almeida A Casa e o Rio 310.120.864-53 30 2º Mariana Muniz dos Santos Francisco 124.845.444-80 28,33 3º Carlos Roberto Silva Cavalcante

Junior Jerusalém 048.190.144-20 28

4º Felipe Benício de Lima Fogueira mínima brasa 084.604.744-61 28 5º Renata Czarny Do meio pra Cima 061.690.714-19 27 6º Sávio dos Santos Lima Na minha vida tem ladeira 121.631.824-79 24 7º Jean James de Albuquerque

Gomes

O silêncio do mar é uma

súplica 38.053.702/0001-06 23 8º José Amauri Clemente Juvenal pó dela 661.966.714-72 21 9º Pedro Henrique de Souza Firmino O fruto 705.212.294-48 21 10º Rosana Silva de Oliveira A vida é uma poesia 093.859.034-03 15

LITERATURA DE CORDEL

1º Jorge Calheiros daSilva Desabafo de um detento 786.489.984-68 30 2º Cícero Manoel deLima Alves A Chegada Do Corona vírus no

inferno 090.374.014-14 27

3º Damião Barros dos Santos O Abc da mamãe 102.412.284-09 24

CRÔNICA

1º Vinícius Rudney Ancelmo da Silva Manguaba e a serpente com asas 121.827.184-19 30 2º Lucas Alves Litrento Vultos 106.695.864-55 29 3º Luciano Luiz Araújo Aos Seus 25 Anos 030.845.324-54 29 4º Guilherme deMiranda Ramos Crônica "o barato sai car ( r ) o " 860.144.714-72 26 5º José Valdemar de Oliveira Decifra-me ou te devoro. 460.589.584-15 15

CONTO

1º Maria das Graças Silva Monteiro Cheiro de tinta 292.850.894-53 30 2º Maria Linete Matias Neguinha d' Água 047.705.834-51 28 3º Mônica Verônica Correia de Souza

Alves O invisível 041.317.814-50 26

4º Pedro Augusto Santos Vasconcelos Foi o diabo 075.583.954-45 25 5º Hellen Christina daSilva Araújo O penteado da mainha 073.035.234-05 24 6º Rochelli Messias

de Assis

Lêlê da menina que aprendeu a gostar de

ler 010.022.334-61 19

7º Amanda Priscila Santos Prado A ata 065.949.084-64 17

NARRATIVA GRÁFICA

1º Maria Raquel Alves Da Silva A imagem 083.995.024-13 26

VIDEO POEMA

1º Luiz Antônio Caldas Filho Ao senhor seu capitão 056.423.694-23 19 2º David Tyrone Santos Coimbra A dama de Cristo 103.211.924-19 18

LITERATURA INFANTO-JUVENIL

1º Luana Teixeira Cadê a manchinha que estava aqui? 606.795.140-15 30 2º Maria Aparecida Silva dos Santos O Leopoldo e o beija-flor 459.910.574-00 17

RESENHA OU CRÍTICA LITERÁRIA/ENSAIO

Maria De Fátima Costa E Silva

Entre narradores e espaços: uma leitura de Diabolô, de Nilton

Resende. 111.967.094-24

Referências

Documentos relacionados