A SUSTENTABILIDADE DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM COMUNIDADES ISOLADAS DA AMAZÔNIA.
Profa Drª Sílvia Maria Stortini González Velázquez1, 2 Prof. Dr. Marcel Mendes1
Maressa Corrêa Geres1
1
Universidade Presbiteriana Mackenzie – Escola de Engenharia 2
Centro Nacional de Referência em Biomassa - CENBIO
Resumo:
Valorizar o homem e o meio ambiente no processo de desenvolvimento é fundamental devido ao modelo predominante hoje, que não concilia desenvolvimento econômico com preservação ambiental, além de explorar desenfreadamente os recursos naturais, degradando o ambiente e concentrando
renda, e ser socialmente excludente.Há a necessidade de criar um modelo que se
desenvolva em harmonia com o meio ambiente, centrando as atenções nos efeitos sociais e ambientais provocados pelas atividades humanas e nas ações que devem ser tomadas visando à sustentabilidade, superação da exclusão social e desenvolvimento humano. Este trabalho apresenta um Estudo de Caso focado na geração de eletricidade em uma comunidade isolada, desenvolvido frente às questões sociais e ambientais. As comunidades isoladas se localizam nas regiões Norte e Nordeste do país, que concentram a maior parte das comunidades brasileiras sem acesso à rede de distribuição de energia elétrica, modelo de fornecimento de eletricidade do Brasil. As regiões de baixa densidade populacional, como a região Amazônica, apresentam baixos índices de eletrificação em razão deste modelo, pois a extensão da rede para atendimento de poucos consumidores é, geralmente, econômica e ambientalmente inviável. A inserção de uma fonte de energia de ocorrência local, os resíduos das atividades florestais, trará benefícios ambientais aliados aos sociais. A geração de energia atrelada a atividades econômicas, além de promover a substituição dos
combustíveis fósseis, diminuindo as emissões de CO2 na atmosfera e o impacto ambiental causado pela disposição inadequada dos resíduos, muitas vezes queimados a céu aberto ou descartados nos rios, gerará emprego e renda.
Abstract:
Valuing men and the environment in the developing process is essential due to the main model nowadays, which does not harmonize economical development and environmental preservation, besides wildly exploring the natural resources, degrading the environment and concentrating income, and being socially excluding. There is the need to create a model developed harmonically with the environment, focusing the attention on the social and environmental effects caused by the human activities and on the actions that must be taken aiming at the sustainability, the overcome of the social exclusion, and human development. This essay presents a Case Study focused on the electricity generation in an isolated community, which was developed due to the social and environmental matters. The isolated communities are located on the Brazilian North and Northeast regions, which concentrate most of the Brazilian communities with no access to the electric energy distribution network, which is the electricity supply model in Brazil. The low population density regions, like the Amazon region, present low indices of electrification because of this model, since the extension of the network for attending few consumers, is usually economically and environmentally impracticable. The insertion of an energy source of local occurrence, in this case, residues from the forestry activities, will bring environmental benefits associated to the social benefits. The energy generation linked to economic activities will generate jobs and income, besides promoting the fossil fuels substitution,
decreasing the CO2 emissions into the atmosphere and the environmental impact
caused by the inadequate disposal of the residues, which are many times, burned in the open skies or disposed on the rivers.
1. INTRODUÇÃO
Conceituar Desenvolvimento Sustentável é uma tarefa ao mesmo tempo complexa e desafiadora. Inicialmente, é a procura por conciliar desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, e só surgiu porque o modelo de crescimento econômico vem gerando desequilíbrios. Entretanto, sabe-se que a humanidade, hoje, tem habilidade suficiente para desenvolver-se de forma sustentável utilizando de tal maneira os recursos naturais que as gerações futuras possam existir e viver bem.
Este tema tem sido muito debatido no meio acadêmico e empresarial transformando-se em referencial de excelência no mundo: conciliar progresso e tecnologia com um ambiente saudável.
É de responsabilidade dos profissionais, agentes sociais no processo de desenvolvimento, a busca por soluções socialmente corretas, ambientalmente sustentáveis e economicamente viáveis além da compreensão da necessidade de promover o desenvolvimento sustentável, ampliando o público com que a empresa deve se preocupar em suas decisões, praticando a inclusão social e o respeito aos direitos humanos (Companhia Paranaense de Energia - COPEL, 2007).
Por sua vez, as empresas, conscientes da sua responsabilidade frente à valorização do homem e do meio ambiente, buscam profissionais comprometidos e capacitados para desenvolver projetos fundamentando suas ações na busca da sustentabilidade, superação da exclusão social, eqüidade e desenvolvimento humano.
Tais profissionais são formados nas Escolas modernas, cuja educação, certamente, deve desenvolver no aluno a co-responsabilidade pela sociedade e pelo meio ambiente, além da consciência de resgatar os princípios éticos e morais no desenvolvimento de suas atividades profissionais. Esse aluno, futuro profissional, deve ser o agente motivador de todos que o cercam a aprofundar seu compromisso social considerando as inúmeras soluções possíveis, de acordo com as características de cada local (YOUNG, 2004b). Enfim, poderá transformar a
realidade social das comunidades localizadas em áreas de sua atuação (YOUNG, 2004c).
Todas estas questões se relacionam com a formação de qualquer profissional, pois, de um modo ou de outro, todos necessariamente têm que lidar com as interfaces sociais e ambientais no seu trabalho (BOA NOVA, 2005), desenvolvendo sua capacidade de aprender, de discernir, além da coragem para buscar seus valores e os da comunidade que o cerca, despertando o respeito à diversidade (YOUNG, 2004a).
O Estudo de Caso apresentado neste trabalho é focado na geração de energia elétrica em comunidades isoladas, a partir de resíduos florestais, para atender à demanda das atividades produtivas e às residências, além de gerar vapor para agregar valor ao produto da comunidade. Nele, pode-se observar o empenho do profissional da área de energia, buscando transformar a realidade social das comunidades das áreas de sua atuação, estimulando a viabilização de investimentos em projetos inovadores para essas comunidades.
Observa-se, também, que para a atividade humana, o aspecto mais interessante da energia é a possibilidade de obter as formas de energia que são necessárias, a partir daquelas que estão disponíveis, priorizando (...) “o atendimento das necessidades humanas, com uma relação equilibrada entre homem e natureza que respeite o direito das gerações futuras viverem e se realizarem” (BÔA NOVA, 1985 p. 42).
A falta de energia impede o desenvolvimento de atividades produtivas, levando à pobreza, à exclusão social e à migração dos jovens em busca de estudo e trabalho. Para atender ao Programa Luz para Todos, do Governo Federal, de levar eletricidade a 11 milhões de brasileiros excluídos desse benefício, deverá haver inserção de fontes não convencionais de ocorrência local, como resíduos florestais de madeira legal, atrelada a atividades produtivas que possibilitem a geração de renda e melhor qualidade de vida para a população.
2. CONDIÇÕES DE ACESSO À ELETRICIDADE NO SISTEMA ISOLADO BRASILEIRO
O modelo de fornecimento de eletricidade no Brasil é representado pela geração de grandes blocos de energia conectados à rede de distribuição do Sistema Interligado Nacional (SIN). Devido à baixa densidade populacional de algumas áreas da região nordeste e da região amazônica (Figura 1), esse modelo de geração se traduz em baixos índices de eletrificação dessas regiões, uma vez que a extensão da rede para atendimento de poucos consumidores é, geralmente, econômica e ambientalmente inviável (CENBIO, 2003a).
Figura 1 – Comunidade isolada - Amazônia Fonte: CENBIO, 2001
As regiões Norte e Nordeste do país concentram a maior parte das comunidades brasileiras sem acesso à rede de distribuição de energia elétrica. Atualmente, aproximadamente 11 milhões de habitantes não têm acesso à energia elétrica, representando, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2,5 milhões de domicílios brasileiros (Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, 2007), localizados em comunidades isoladas em regiões remotas.
O Programa “Luz para Todos”, do Ministério de Minas e Energia prevê levar energia elétrica para essas pessoas excluídas dos benefícios da eletrificação, até
2008 (Ministério de Minas e Energia - MME, 2007), a partir da inserção, na medida do possível, de fontes não convencionais de energia, de preferência de ocorrência local como, por exemplo, os resíduos das atividades florestais, que podem ser utilizados como combustível, no estudo de caso apresentado a seguir.
A dificuldade de acesso à energia elétrica impede que atividades
econômicas organizadas e potencialmente geradoras de emprego e renda sobrevivam no interior da Amazônia, o que reflete diretamente nas condições de vida e no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dessa região (CENBIO, 2004), conforme pode ser observado na Figura 2.
Figura 2 - Relação entre o IDH e o acesso à energia elétrica Fonte: PNUD, 2002
Observando a Figura 2, é nítida a relação entre as regiões amazônicas que
apresentam escassa demanda de energia elétrica e aquelas cujos valores do IDH se mostram menores, uma vez que a falta de acesso à eletricidade dificulta a melhoria das condições básicas de sobrevivência. Ao mesmo tempo, a figura
evidencia a influência positiva do acesso à energia elétrica nas condições de vida da população, uma vez que os maiores índices de desenvolvimento humano estão localizados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste onde o acesso à rede elétrica é mais abundante.
Por essas razões, é premente a busca por soluções alternativas para o
suprimento de energia elétrica das regiões remotas da Amazônia, que é uma das formas de proporcionar melhores condições de vida para a população, além de inserção social por meio de atividades produtivas atreladas à geração de energia (CENBIO, 2001).
É imprescindível a promoção de maior eqüidade de condições e inserção social dessa população por meio da geração de trabalho e renda de forma sustentável, inclusiva e participativa, somando esforços para garantir melhores condições de vida a milhões de brasileiros, pois a miséria e a pobreza são limitadores de oportunidades e, por conseqüência, do desenvolvimento humano (ANANIAS, 2006).
O cenário de dispersão e isolamento das comunidades exige soluções
específicas e individualizadas de geração de energia por meio da valorização dos recursos naturais disponíveis em cada região (COELHO et al., 2004) e o desenvolvimento sustentável implica na melhoria dos processos produtivos, com a redução da geração de resíduos e seu aproveitamento como matéria-prima (Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social - ETHOS, 2007), que pode ser utilizada na geração de energia.
Com base nas premissas acima, foi concebido o projeto apresentado a seguir.
3. ESTUDO DE CASO
3.1 Projeto ENERMAD - “Implementação de uma central termoelétrica de até 200 kW a partir do aproveitamento de resíduos de madeira sustentável, em uma reserva extrativista estadual localizada na região norte do país”.
Este projeto é financiado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pelo Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) e executado pelo Centro Nacional de Referência em Biomassa (CENBIO), do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE), da Universidade de São Paulo (USP). Tem por objetivo a instalação de uma Central Termoelétrica para gerar eletricidade, a partir do aproveitamento de resíduos de madeira, em uma comunidade isolada.
Muitas visitas foram realizadas em busca de uma comunidade na qual o projeto instalado poderia gerar economia suficiente para proporcionar melhoria na infra-estrutura local, permitindo, inclusive, associar a geração de eletricidade à sua atividade produtiva. Uma das grandes dificuldades encontradas foi a falta de biomassa sustentável, que encerrava qualquer possibilidade de geração de energia (CENBIO, 2003b).
Foi selecionada a Vila Porto Alegre do Curumu, localizada na Ilha do Marajó, no município de Breves, Pará (CENBIO, 2005b), às margens do rio Curumu, distante 8 horas da Cidade de Breves, de barco a motor (Figura 3), que possui 80 casas (Figura 4) ocupadas por 400 moradores, aproximadamente.
Figura 3 – Porto do município de Breves
Figura 4 – Casa típica da comunidade Fonte: CENBIO, 2005b
Suas principais atividades econômicas são o desdobro de madeira (Figura 5), a fabricação de cabos e bases de madeira para vassouras (Figura 6) e um comércio varejista de gêneros alimentícios. Tais atividades, somadas às das residências, demandam 200 kW que são supridos por vários grupos geradores a diesel que atendem à madeireira e à fábrica de vassouras e alguns pequenos grupos geradores que atendem às residências à noite.
Figura 5 – Serraria Figura 6 – Fábrica de vassouras Fonte: CENBIO, 2005b Fonte: CENBIO, 2005b
São geradas 2 t/h de resíduos de madeira, entre serragem e aparas (Figura 7), que são desperdiçados a cada dia, e poderiam ser utilizados para gerar energia na própria comunidade.
Figura 7 – Serragem descartada Fonte: CENBIO, 2005b
3.2 A sustentabilidade da geração de eletricidade
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA) foi consultado para que se pudesse conhecer a metodologia de avaliação da documentação relativa à existência de plano de manejo próprio da madeireira, além dos contratos de prestação de serviço e de compra e venda da madeira, pois
era premente verificar a procedência da madeira processada na serraria. O IBAMA orientou, também, quanto à verificação dos planos de manejo das madeiras adquiridas de terceiros ou desdobradas como serviço, além das Autorizações para Transporte de Produtos Florestais (ATPF’s) que acompanham as notas fiscais e o registro do próprio IBAMA para o material em estoque no pátio (Figura 8).
Segundo informações dos moradores e dos administradores da serraria, a empresa já teve projeto de manejo próprio, optando atualmente por comprar e prestar serviço de desdobra e corte de madeira para terceiros que tenham sua situação regulamentada pelo IBAMA.
Figura 8 – Pátio de estoque Fonte: CENBIO, 2005b
No contrato, atualmente vigente, constam duas cláusulas que garantem a procedência da madeira processada e estocada na serraria: a exclusividade de operação e de estoque no pátio. Vale ressaltar que a maior parte da madeira processada pela comunidade é fornecida pela empresa Madeiras Mainardi Ltda, integrante da Associação de Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará (AIMEX) (todos os associados da AIMEX exploram, somente, madeira proveniente de Plano de Manejo aprovado pelo IBAMA).
Como o IBAMA autenticou as informações e não havia registro de qualquer notificação em nome da empresa no escritório regional, o projeto, então, teve continuidade (CENBIO, 2005b), com reunião entre os fornecedores de
equipamentos e serviços, para acertar os preços e assinar os contratos de compra e venda (CENBIO, 2005c).
Ressalta-se, também, uma questão técnica que representou um entrave na definição da tecnologia a ser utilizada no projeto. A empresa contatada inicialmente para realizar a especificação dos equipamentos sugeriu que fosse utilizado um ciclo aberto, alegando ser um “preciosismo” economizar água na Amazônia, devido à sua abundância. Tal proposta foi prontamente rejeitada pelo CENBIO, pois apesar da grande quantidade de água disponível na região Norte do país, a consciência ambiental da equipe jamais permitiria este desperdício.
A tecnologia definida, com condensador de vapor, suprirá a demanda da serraria, da fábrica de vassouras e das residências, além de valorizar a madeira vendida pela comunidade tendo em vista que parte do vapor gerado alimentará uma estufa para secagem da madeira processada, aumentando seu valor agregado.
Atualmente, os equipamentos que compõem o ciclo a vapor estão prontos, no pátio das fábricas (Figuras 9 e 10) aguardando o término das obras civis para serem transportados para a comunidade (CENBIO, 2007).
Figura 9 – Caldeira na SERMATEC Figura 10 – Turbina e gerador na TGM
Após a instalação do ciclo a vapor, os operadores serão treinados para operar e realizar a manutenção no sistema e os resultados permitirão o aperfeiçoamento e adequação da tecnologia, tendo em vista que será uma das primeiras centrais termoelétricas de pequeno porte a ser instalada em uma região isolada. Auxiliará na criação de um modelo a ser replicado em outras regiões do país, desde que haja biomassa sustentável localmente disponível, para atendimento de comunidades isoladas, propiciando o fornecimento de energia descentralizada a partir de fontes renováveis.
A consolidação da tecnologia implicará na geração de emprego e renda, o que diminuirá o fluxo migratório para outras localidades em busca de oportunidade de trabalho e educação, além de aumentar o IDH. A geração de oportunidades de inserção produtiva para as famílias em situação de pobreza e exclusão, por meio da promoção social, que lhes permita acesso ao mercado de trabalho em condições mais dignas, evitará o afastamento do núcleo familiar e reforçará os laços entre as gerações (CENBIO, 2005d).
Finalmente, podem-se incluir os benefícios ambientais, pois além da redução do consumo de combustíveis fósseis, principais responsáveis pelo efeito estufa, o aproveitamento da biomassa como fonte de energia primária apresenta balanço global de carbono nulo. Além disso, atualmente, os resíduos de madeira da serraria são queimados a céu aberto ou indevidamente descartados nas margens dos rios, provocando a emissão de metano, proveniente da decomposição da matéria orgânica, que é vinte vezes mais prejudicial à atmosfera que o gás carbônico (Environmental Protection Agency – EPA, 2007).
4. CONCLUSÕES
A sustentabilidade é um tema recorrente no mundo acadêmico, empresarial e dos negócios. É clara a crescente preocupação das escolas e empresas em compreender seu conceito e dimensões e incorporá-los à realidade. Certamente, o processo de educação é fundamental para que se compreenda o contexto e a necessidade de mudança, que permite a visão do grande desafio que é o reconhecimento, por parte das organizações, dos impactos ambientais, econômicos e sociais provocados por suas atividades e da necessidade de construção de relacionamentos de valor com todos os atores envolvidos.
O Estudo de Caso apresentado neste trabalho é um exemplo de tal visão, pois não se trata de uma ação social de combate à pobreza local, mas sim de levar condições dignas de geração de emprego e renda, para que a própria comunidade possa gerir seus negócios, além de aproveitar o resíduo da madeira que, hoje, é descartado a céu aberto implicando na formação e emissão de gases prejudiciais ao meio ambiente.
A região amazônica possui uma vocação especial para a implantação de projetos de valorização energética de biomassa, proveniente de atividades agroflorestais locais. A utilização de resíduos está vinculada à dificuldade de suprimento de energia elétrica combinado a uma atividade produtiva que estimule o pequeno comércio local gerando renda e fixe os habitantes na comunidade
mediante a melhoria de sua qualidade de vida. Para a sociedade como um
todo, apresenta-se a consolidação de uma nova tecnologia de geração que contribui para a diversificação na Matriz Energética Brasileira, estimulando a formação de um mercado de fornecimento de energia para comunidades sem acesso à rede convencional, a partir de fontes renováveis descentralizadas.
5. REFERÊNCIAS
ANANIAS, Patrus. Depoimento out. 2006. Responsabilidadesocial.com.
Entrevistas. Disponível em <http://www.responsabilidadesocial.com/article/article view.php?id=442>. Acesso em 16 abril 2007.
ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica. Metas de Universalização 2007.
Disponível em: <http://www.aneel.gov.br>. Acesso em 25 de abril 2007.
BÔA NOVA, Antonio Carlos. Energia e Classes Sociais no Brasil. São Paulo: Edições Loyola, 1985.
BÔA NOVA, Antonio Carlos. Responsabilidade Social e o Ensino de Engenharia.
[mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <[email protected]>
em 27 maio 2005.
CENBIO - Centro Nacional de Referência em Biomassa (Brasil). Relatório Projeto
GASEIFAMAZ. São Paulo, 2001.
_____.(2003a). Relatório Projeto GASEIFAMAZ. São Paulo, 2003.
_____.(2003b). Proposta do Projeto ENERMAD apresentada no Edital 03/2003
do Conselho Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. [S.l:s.n], 2003.
_____.(2004). Relatório Projeto PROVEGAM. São Paulo, 2004.
_____.(2005a). 1º Relatório Projeto ENERMAD. São Paulo, 2005.
_____.(2005c). 3º Relatório Projeto ENERMAD. São Paulo, 2005.
_____.(2005d). Relatório Sócio-Econômico do Projeto PROVEGAM
apresentado para a Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP. São Paulo,
2005.
_____.(2006). 5º Relatório Projeto ENERMAD. São Paulo, 2006.
_____.(2007). 7º Relatório Projeto ENERMAD. São Paulo, 2007.
COELHO, Suani Teixeira et al. Implantação e testes de utilização de óleo vegetal como combustível para diesel geradores em comunidades isoladas da Amazônia.
In: ENCONTRO DE ENERGIA NO MEIO RURAL E GERAÇÃO DISTRIBUÍDA,
2004, Campinas. Anais. Campinas, 2004.
COPEL - Companhia Paranaense de Energia. Conceito de Responsabilidade
Social Empresarial. Disponível em:
<http://www.copel.com/pagcopel.nsf/docsap/FA31B96F3563C7AF03256EB70043 1954?OpenDocument&secao=Responsabilidade%20Social%3AO%20que%20%E 9%20Responsabilidade%20Social%20para%20a%20Copel%3F&>. Acesso em 25 de abril 2007.
EPA – Environmental Protection Agency. Methane. Disponível em: <http://www.epa.gov/methane>. Acesso em 5 maio 2007.
ETHOS – Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. A Avaliação
como Instrumento de Gestão em Projetos de Responsabilidade Social
Corporativa. Disponível em:
rumento%20de%20gest%E3o%20em%20projetos%20de%20Responsabilidade%2 0Social%20Corporativa.pdf>. Acesso em 20 abril 2007.
MME – Ministério de Minas e Energia. Programa Luz para Todos. Disponível em: <http://200.198.213.102/luzparatodos/Asp/o_programa1.asp>. Acesso em 25 de abril de 2007.
PNUD – Programa para as Nações Unidas para o Desenvolvimento. Atlas do
Desenvolvimento Humano no Mundo. 2002. Disponível em
<www.pnud.org.br/atlas>. Acesso em 10 abril 2007.
YOUNG, Ricardo. A Nova Educação e o Papel das Empresas. (2004a). UniEthos - Educação para a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento
Sustentável. Disponível em: <http://www.ethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=3887&Alias=uniethos&Lang
=pt-BR>. Acesso em 19 abril 2007.
_____.(2004b). Gestão da Responsabilidade Social e do Desenvolvimento
Sustentável. UniEthos - Educação para a Responsabilidade Social e o
Desenvolvimento Sustentável. Disponível em:
<http://www.ethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=3888&Alias=uniethos&Lang =pt-BR> Acesso em 19 abril 2007.
_____.(2004c). Quem é o Gestor Socialmente Responsável. UniEthos - Educação para a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento Sustentável. Disponível em:
<http://www.ethos.org.br/DesktopDefault.aspx?TabID=3888&Alias=uniethos&Lang =pt-BR> Acesso em 19 abril 2007.