Fenda dupla
Ondas eletromagnéticas…
Não há necessidade de matéria para transferir energia.
São produzidas pela vibração de cargas
elétricas e podem viajar através do espaço transferindo energia da vibração de
campos elétricos e magnéticos.
Como cargas em movimento criam campos magnéticos?
Quaisquer cargas em movimento é cercada de
campo elétrico e magnético
O que acontece quando o campo elétrico e magnético mudam?
Uma mudança no campo magnético cria uma mudança no campo elétrico.
Um exemplo disso é um tranformador que
transfere energia elétrica de um circuito
para um outro circuito.
Fazendo ondas eletromagnéticas
Quando uma carga elétrica vibra, o campo
elétrico em volta da carga muda criando uma
mudança no campo magnético.
Fazendo ondas eletromagnéticas
Os campos magnéticos e elétricos cria um ao
outro e novamente e novamente.
Fazendo ondas eletromagnéticas
Uma onda EM propaga em todas as direções. A
figura mostra somente a propagação em uma
direção.
Fazendo ondas eletromagnéticas
Os campos magnéticos e elétricos vibram em um ângulo reto perpendicular a direção de
propagação da onda, havendo uma onda
transversal.
Qual a velocidade da onda EM?
Todas as ondas EM propaga a 300,000 km/sec no espaço.
(velocidade da luz- limite natural dos objetos!)
Ondas EM em geral, propagam com
velocidade reduzida em sólidos e maiores em gases.
Material Speed
(km/s)
Vacuum 300,000
Air <300,000
Water 226,000
Glass 200,000
Diamond 124,000
O que é o comprimento de onda e a frequência de uma onda EM?
Comprimento de onda= distância entre cristas.
Frequencia= número de comprimentos de onda que passam em um dado ponto em 1s.
Conforma a frequencia aumenta, o
comprimento de onda diminui.
O que Young mostrou?
Condições para observar interferência
Fonte coerente
– Fontes coerentes são aquelas que emitem onda EM de mesmo comprimento de onda e estão sempre em fase com relação a outra ou tem uma diferença de fase constante.
Polarização
– As ondas possuem a mesma polarização.
Amplitudes
– Os dois conjuntos de onda possuem amplitudes iguais.
Diferença de caminho
– A diferença de caminho entre as ondas EM não
deve ser muito grande.
Forma das franjas de interferência vista por Young
Se a fenda fonte é posicionada próxima as duas fendas, a separação das franjas não é afetado mas seu brilho aumenta.
Se a separação das duas fendas diminui, a separação das franjas aumenta.
Se a largura das fendas e alargado, o número de franjas cai.
Se a luz branca é usada, a franja central é branca e as franjas laterais são coloridas.
http://micro.magnet.fsu.edu/primer/java/doubleslit/index.html
Padrão de interferência das
franjas
Experimento de Young
http://www.matter.org.uk/schools/Content/Interference/doubleslits_1.html
Diagrama esquemático do
experimentos de fenda dupla de Young
Single slit Light source
http://www.walter-fendt.de/ph11e/interference.htm
Superposição → interferência
Uma das características de onda é a capacidade de INTERFERENCIA. Há dois tipos.
Chamamos de EM FASE.
Chamamos de FORA DE FASE.
Difração
Quando a luz ou o som é produzido por duas fontes,
um padrão resuta de um padrão de interferência.
Padrão de interferência
Difração é normalmente tomado para referir a vários fenômenos que ocorrem quando uma onda encontra um obstáculo. Ela é descrita cos o aparente desdobramento da ondas em torno de obstáculos pequenos e o espalhamento de onda por pequenas aberturas
Difração – O máximo central
Suponha duas fontescada uma sendo possível emitir uma onda por um pequena abertura ou fenda.
A distância entre as fendas é, d.
A distância das fendas e do anteparo é, L.
Se as duas ondas atravessam as fendas e então seguem em direção reta até o anteparo, ambas percorrem a MESMA DISTÂNCIA e assim irão ter uma interferência construtiva. Suas amplitudas farão e deixarão uma mancha de brilho intenso. Chamamos de MÁXIMO CENTRAL
Difração – O máximo central
Aqui temos os padrões a serem vistos. Notem que na figura 2 há muitas manchas brilhosas e regiões escuras entre as manchas. A mancha no centro é a mais brilhosa. Chamamos essas manchas de FRANJAS.
Notem o brilho das franjas laterais, a intensidade cai conforme afastamos do centro. Denotamos este brilho das franjas laterais de ORDEM. Assim, a franja mais brilhosa além da central é chamada de FRANJA DE
BRIHLO DE PRIMEIRA ORDEM. Na figura 1 temos a intensidade em função da separação das franjas.
Figure 1 Figure 2
Difração – Ordem, m
Seja m, a ordem da franja.
Máximo Central Franja de
Primeira Ordem m = 1
Franja de Primeira Ordem m = 1 Franja de
Segunda Ordem m = 2
Franja de Segunda ordem m = 2
É importante entender que o brilho das franjas é resultado de INTERFERÊNCIAS CONSTRUTIVAS.
Difração – franjas claras
A razão das franjas claras é a interferência construtiva.
Há uma diferença na intensidade como vimos para o máximo
central.
Como vemos na figuras, a onda azul tem um caminho maior que a onda vermelha para alcançar a mesma posição no anteparo.
Para a onda azul e a onda vermelha ter interferência
construtiva, elas devem estar em fase.
Segue uma questão: QUAL A DISTÂNCIA QUE A ONDA AZUL DEVE
CAMINHA MAIS QUE A ONDA VERMELHA PARA QUE ELAS ESTEJAM EM FASE NO ANTEPARO?
Difração – diferença de caminho
Note que essas duas ondas estão em fase. Quando elas atinjem o anteparo, elas tem a mesma posição relativa, no caso a menor amplitude.
Qual a distância que a onda vermelha caminhou?
Exatamente – UM COMPRIMENTO DE ONDA
A distâcia extra é chamamda de diferença de caminho. A diferença de caminho e a ordem da franja ajuda a formar o padrão de interferência.
Difração – diferença de caminho
1 1
2 2
As franjas laterais são
múltiplos do comprimento de onda. Dessa forma,
podemos associar a ordem da franja com o comprimento de onda.
Portanto, a diferença de caminho é igual a ordem da franja vezes o comprimento de onda
P.D. = m
Construtivo)
Experimento de Young
Em 1801, Thomas Young mostrou que a luz produz um padrão de interferência.
Esse experimento prova que a luz tem propriedades de ondas.
Suponha duas fendas separadas por , d e a uma distância L do anteparo. Seja a posição P de uma das franjas.
d
L
P
B.C.
y
Vimos na figura que podemos ter um triângulo reto usando, L, e y, que é a distância da franja e do ponto central. Nesse triângulo forma um ângulo, , do ponto no meio das duas fendas.
Podemos encontrar esse ângulo usando a tangente!
Diferença de caminho- resumo
Para INTERFERÊNCIA CONSTRUTIVA OU MÁXIMOS usamos:
Para INTERFERÊNCIA DESTRUTIVA OU MÍNIMO usamos:
P.D. = m
P.D. = (m+1/2)
onde “m”, é a ordem.
Difração – Outro olhar para a d. c.
d
P
B.C. d
P.D.
P.D.
P.D. = dsin
Notem que a onda azul percorre um caminho maior. A diferença na distância é a diferença de caminho.
Esse triângulo reto é SIMILAR ao formado por y & L.
Triângulos similares conduz a uma diferença de caminho
L
y
d
dsin Esses ângulos
são iguais.
Difração – Tudo junto
A diferença de caminho é igual a:
m
(m+1/2)
dsin
Portanto, podemos dizer que :
Será usado para Encontrar o ângulo!
Examplo
Um anteparo é posicionado a uma distância de 1.2m de duas
fendas. A distância entra as duas fendas é 0.030 mm. A franja de segunda ordem ( m=2) está a 4.5 cm do máximo central.
Determine o comprimento de onda da luz.
2.15 degrees
5.62x10-7 m
Difração por uma fenda simples
Difração refere-se ao espalhamento ou
desdobramento das ondas em torno das bordas.
O padrão de franjas formadas por uma fenda simples Consiste de franjas escuras e claras alternadas e que Diminuem de intensidade saindo do centro.
http://physicsstudio.indstate.edu/java/physlets/java/slitdiffr/index.html