Estudo da redução do tempo de recuperação nas lesões musculares em atletas de alta performance

Texto

(1)

Alexsander Roberto Evangelista1, Marcio da Cruz Saldanha2

Estudo da redução do tempo de

recuperação nas lesões musculares em

atletas de alta performance

Reduction’s study of the time of recovery time in the

muscular injuries in athlete of high performance.

Artigo original

1. Coordenador de fisioterapia do grupo Rio Sport Center e Fisioterapeuta do C R Vasco da Gama.

2. Fisioterapeuta do C R Vasco da Gama.

Endereço para correspondência: Alexsan-der Roberto Evangelista. Rua Coimbra, 329 Penha Circular Rio de Janeiro – RJ. Tel.: 21 – 7895-6142. E-mail: alexdoqatar@hotmail. com

Recebido para publicação em 02/11/2006 e aceito em 22/12/2006, após revisão.

(2)

Introdução

Um dos padrões atuais está envolvido com a desconfiança de existir risco ao retorno às atividades de campo. O protocolo de recuperação acelerada tem uma relação visceral com a quantidade de vezes por dia que o atleta é submetido ao tratamento e não com a redução do tempo de tratamento. Revisamos biblografias que apresentem características físicas e justifiquem o uso dos equipamentos propostos ao tratamento de recuperação acelerada. Cada vez que ocorre lesão tecidual no orga-nismo, não importando qual o agente causal, a perda é reparada por um conjunto de fenômenos que leva, inva-riavelmente, à tentativa de reparação, que pode ser de 3 formas:

Restauração: é o processo de reparo no qual existe uma completa recuperação do dano,não restando qualquer tipo de sinal residual que denote injúria prévia.

Regeneração: processo que compreende a re-generação completa de uma parte do corpo ,como por exemplo a de um membro amputado.

Cicatrização: é a tentativa de “restauração”,mas permanecem sinais residuais. Éuma forma de restauração incompleta.

Se a ferida constitui a solução de continuidade, a cicatriz corresponde à tentativa biológica a que o or-ganismo recorre para restaurar sua integridade, quer do ponto de vista funcional, quer do estético. A cicatrização é um evento biológico complexo, envolvendo inflamação, quimiotaxia, proliferação celular, diferenciação e remo-delação. Revisão bibliográfica

O objetivo do tratamento visa reduzir o tempo de inatividade do atleta, que quanto maior o tempo de imobilização e inativo o atleta tende a uma perda grande com efeitos negativos no conjunto da equipe e do plane-jamento do treinador.

Constituímos um protocolo dividido em fases, com os seguintes modos terapêuticos:

Microcorrente

Quando falamos em eletroterapia, várias são as possibilidades que nos vem à mente devido à alta gama de estudos desenvolvidos nas diversas categorias utilizadas nesta modalidade terapêutica. Isto é uma vantagem para o paciente e uma ferramenta a mais para o terapeuta. Por ou-tro lado, quando procuramos estudos realizados com o que, nos Estados Unidos, é chamado de “wave of the future”, nos deparamos com uma lacuna muito importante a ser preenchida. A microcorrente é um adjuvante extremamen-te eficaz em diversas patologias, com superior vantagens quando pensamos em terapia minimamente invasiva, pois

ela é sensorialmente menos invasiva que as correntes tera-pêuticas.A microcorrente é uma corrente polarizada que utiliza baixíssima amperagem1

, sendo mesmo sub-senso-rial, que possui diversas respostas fisiológicas que gerarão adaptações benéficas aos tecidos lesados.

Em 1998, Craft já falava sobre a “corrente de lesão” derivada da incapacidade da condução da corrente biológica em tecidos lesados. Esta corrente ocorre em picos (trilhões) e nano (bilhões) da amplitude de amperes. Existe um montante considerável de literatura científica sugerin-do que a cicatrização, crescimento e regeneração em todos os organismos vivos são mediados por um fluxo endógeno de corrente elétrica. Em tecidos lesados, entretanto, uma “interrupção elétrica” toma lugar, ocorrendo um aumento na resistência ao fluxo elétrico (bioimpedância elétrica)3, o que impede a resolução de problemas crônicos e da dor. A terapia com estimulação por microcorrente pode, então, ser vista como uma catalisadora nos processos iniciais e de sustentação em numerosas reações químicas e elétricas que ocorrem no processo cicatricial. A microcorrente ace-lera em até 500% a produção do Trifosfato de adenosina (ATP)4 , sendo essa molécula a grande responsável pela sín- tese protéica e regeneração tecidual devido a sua participa- ção em todos os processos energéticos da célula. Enquan-to o TENS (estimulação elétrica nervosa transcutânea) é usado no controle da dor, a microcorrente, devido a sua proximidade com a corrente biológica, realiza um trabalho a nível celular. Em teoria, o tecido saudável é o resulta-do do fluxo direto de correntes elétricas pelo nosso corpo. O balanço elétrico é alterado quando o corpo é lesado em um determinado local, fazendo com que a corrente elétrica mude seu curso. O uso de Microcorrentes sobre a lesão tem o objetivo de normalizar esse fluxo, objetivando o reparo do tecido. Dados demonstram que o ATP nas células ajuda a promover a síntese protéica e cicatrização. A necessidade de ATP durante o trauma nos tecidos resulta num decrésci-mo da produção de sódio e um aumento no lixo metabólico (H+), que é sentido como dor. O uso de Micro-corrente na área lesada ajuda na normalização da corrente elétrica bio-lógica, aumentando a produção de ATP, resultando numa maior cicatrização e recuperação bem como minimizando a percepção de dor1-3. Corrente Russa Fortalecimento muscular

(3)

e de acionamento (disparo) entre a eletroestimulação e as contrações musculares voluntárias. Em uma contra-ção voluntária, o recrutamento das unidades motoras no músculo esquelético obedece a um determinado padrão quando o influxo do SNC determina o início da contra-ção em um músculo (como citado anteriormente); já no início do processo de reabilitação, o treinamento muscu-lar típico com exercícios, normalmente envolve um peso mais baixo, para evitar o estresse excessivo da articu-lação lesionada. Portanto, as fibras de contração rápida (tipo IIb) seriam recrutadas apenas raramente (pois são recrutadas com esforço suplementar, seguindo o princí-pio do Tamanho de Henneman), assim sendo, receberiam poucos efeitos de treinamento destes tipos de exercício. Realizando-se este trabalho muscular utilizando a eletro-estimulação, os efeitos poderiam ser positivos, visto que a articulação pode ser estabilizada e o trabalho de força pode ser realizado isoladamente, mesmo num período recente de pós-cirurgia e convalescença muscular, pois as fibras musculares fásicas poderiam ter sua contração eliciada eletricamente.

Sobre o assunto, Hooker7 também relatou que

a estimulação elétrica é capaz de reproduzir os eventos físicos e químicos associados à contração muscular vo-luntária normal, ajudando a manter a função muscular normal e conseqüentemente retardando o aparecimento da atrofia. Para Currier e Mann8

a eletroestimulação neu-romuscular também pode prover o mesmo efeito que a contração muscular voluntária no que diz respeito ao au-mento temporário no metabolismo muscular.

Se o indivíduo, por alguma razão, não é capaz de executar uma contração muscular voluntária, isto pode ser realizado com o auxílio de eletroestimulação neuro-muscular6. Nisto se baseiam vários protocolos de

trata-mento visando o fortalecitrata-mento muscular de músculos debilitados.

Sinacore et al.9 mostraram resultados obtidos em

estudo de um único caso onde a excitação elétrica foi ca-paz de ativar seletivamente as fibras do tipo II. Os autores ressaltaram a importância deste achado tendo em vista que em muitas doenças crônicas, as fibras do tipo II são seletivamente e preferencialmente afetadas e que a exci-tação elétrica pode ser uma técnica clinicamente viável para usar nestes tipos de pacientes com acometimento de fibras tipo II.

O retardamento da atrofia, por meio da manu-tenção do tecido muscular, após uma lesão que impede o exercício muscular normal, pode ser realizado através da substituição de uma contração muscular volitiva pela contração eletricamente estimulada (a estimulação elétri-ca reproduz os eventos físicos e químicos associados com a contração muscular voluntária normal, ajudando a man-ter a função muscular normal). Neste caso, a intensidade da corrente deve ser tão alta quanto puder ser tolerada, podendo ser aumentada durante o tratamento, quando

ocorrer alguma forma de acomodação sensorial7 . Segun-do Swearingen10 , a estimulação elétrica é um meio de re-crutar de forma potencialmente preferencial as unidades motoras mais rápidas, mais do que se poderia usualmente ativar por meio de uma contração voluntária. Esta capaci-dade de direcionar a intervenção para o recrutamento de unidades motoras mais rápidas pode ser uma vantagem clínica no tratamento de indivíduos com problemas que afetam preferencialmente as fibras musculares de con-tração rápida, como, por exemplo, em indivíduos mais velhos, naqueles expostos a altas e/ou contínuas terapias com drogas esteroidais ou naqueles com histórias de abu-so de álcool, doenças renais em estágio terminal e artrite reumatóide, dentre outros. Hooker7orientou que deve ser dado ao músculo algum tipo de resistência, como a gravi- dade ou resistência externa, oferecida pela adição de pe-sos ou fixando-se a articulação de forma que a contração se torne isométrica, a fim de que haja o fortalecimento muscular efetivo.

Hoogland11 ressaltou a importância da

estimu-lação elétrica no ganho de força quando definiu alguns benefícios extras:

• consegue-se ativar 30 a 40% a mais das unida-des motoras com a corrente elétrica de média freqüência que nos exercícios comuns e os tratamentos convencio-nais. Pois, com a estimulação elétrica ocorre a modulação do nervo motor alfa e não despolarização do neurônio, como no movimento ativo, tendo assim, características de despolarização artificial tornando possível ativar todas as unidades motoras; • aumento de força em curto prazo; • melhor qualidade da estabilidade articular du-rante a fase de imobilização.

Isto é possível porque a estimulação elétrica pode ativar as unidades motoras necessárias a uma con-tração muscular efetiva11.

Para Hooker7 o fortalecimento muscular, a

in- tensidade da corrente deve ser alta o bastante para per-mitir o músculo desenvolver 60% do torque desenvolvido na Contração Isométrica Voluntária Máxima (CIVM). A

freqüência de estimulação deve estar no limite da tetania (20 a 85 pulsos por segundo). O tempo ON deve estar na faixa de 10 a 15 segundos e o tempo OFF deve estar entre 50 segundos a 2 minutos. A freqüência de sessões de estimulação elétrica deve ser programada pelo menos três vezes por semana. Segundo o autor geralmente, os ganhos de força continuarão durante o curso do tratamen-to, mas pode ser necessário aumentar as intensidades para manter o ritmo com os torques da contração voluntária máxima. De acordo com Swearingen10, a corrente russa é

um exemplo de estimulação efetiva para aumentar a força muscular, mas outras formas de onda com características apropriadas podem ser equivalentes ou mais efetivas.

(4)

ou até maiores, em alguns casos, que aqueles obtidos ape-nas com exercício voluntário, tendo assim, uma média em torno de 20% de ganho de força em aproximadamente um mês14.

Power Plate

Estudando profundamente as leis físicas fun-damentais, peceberemos a influência do tratamento por vibração mecânica. Haja vista os projetos de trabalho muscular para cada tipo de lesão, pensei na aceleração da gravidade ao contrário do que a mecanoterapia preconiza, aumento da massa como resistência (F=M.a). Com a vi- Com a vi-bração mecânica é possível fortalecer, alongar e previnir lesões de membros inferiores, superiores obtendo resul-tados superiores ao treino convencional16-19. Os motores

da vibração mecânica geram 30 a 60 vibrações mecâni-cas por segundo em uma placa onde são feitos todos os exercícios e alongamentos. A cada vibração o músculoA cada vibração o músculo contrai e alonga através do arco reflexo, potencializando seu fortalecimento. Para executar uma atividade volun-Para executar uma atividade volun-tária é preciso fazer uma supercompensação muscular obtendo um maior recrutamento de unidades motoras e fibras musculares, enquanto que com a vibração mecâni-ca é possível acionar unidades motoras isoladamente com o parâmetro frequência16-18.

Ultra som

Tempo de aplicação terapêutica

A duração do tratamento depende do tamanho da área corporal. O tempo máximo de aplicação que deve ser realizado com o ultra som, deve ser de 15 minutos por área de tratamento, e este tempo se refere a uma área tratada de 75 – 100 cm2, que é considerada uma superfície

máxima que se pode tratar razoavelmente, e deve estar relacionada (para efeito de estipulação do tempo de trata-mento) com o tamanho da ERA. Caso uma determinada área tenha seu tempo de aplicação calculado para mais de 15 minutos deve-se dividir esta área em quadrantes e realizar mais de uma aplicação. - Hoogland (1986)20 orienta que na prática clini-ca o tempo de aplicação do ultra som pode ser calculado da seguinte maneira: pega-se a área a ser tratada e divide-se pela ERA do ultra-som. Ex.: Numa região que tenha as medidas de 10 cm de comprimento por 4 cm de largura, e realiza-se uma aplicação com um cabeçote de 5 cm2 de ERA, o tempo de aplicação deverá ser calculado da se-guinte forma: Área / ERA = 40 / 5 = 8 min. de aplicação - As áreas menores que o cabeçote se tratam, em geral, por poucos minutos (3 a 5 min.) usando o método semiestático. Obs.1: No tocante à utilização prática do tempo de aplicação calculado, deve-se levar em conta também algumas peculiaridades relacionadas à patologia como a fase da doença (aguda / crônica), profundidade da lesão, características físicas (mais ou menos efeito tixotropo), etc. Por isso, em alguns casos, podemos adotar um tempo máximo terapêutico em 40% a 60% do tempo calculado inicialmente, ou quem sabe adotarmos em tempo maior que este21.

Crioterapia

Massagem com gelo (criomassagem)

A técnica de massagem com gelo já é bastante conhecida e utilizada terapeuticamente, mas os seus efei-tos fisiológicos ainda não foram totalmente discutidos e interpretados, para que ela possa ser indicada com mais precisão. Poderíamos definir a massagem com gelo, como sendo o uso do gelo sob a forma sólida em movimentos distal para proximal sobre a pele, paralelos às fibras mus-culares. Todo movimento deve aumentar a extensão da área coberta pelo movimento anterior22. Para o desenvolvimento desta técnica crioterápica, o gelo pode ser acondicionado sob diversas formas: cubo, picolé e outras. Esta variedade nas formas do gelo facilita a sua aplicabilidade nas diferentes regiões do corpo.

Materiais e métodos

Durante o tratamento utilizamos o equipamento de vibração mecânica-Power Plate - de fabricação holan-desa. A microcorrente é de fabricação nacional com selo Inmetro fabricada pela Advice e calibrada de 2 em 2 me-ses. A técnica de criomassagem foi realizada com pedras de gelo feitas em copo descartável. O ultra som de fabri-cação nacional e marca Advice, todos os equipamentos foram analisados periodicamente.

O tratamento foi dividido em 4 fases, 3 vezes ao dia:

A fase 1 – primeiro dia, sendo evidenciado o atendimento médico e fisioterapêutico com seus respec- tivos diagnósticos. Durante esta fase buscou-se o atendi-mento imediato com crioterapia e a medicação adequada segundo recomendação médica.

A fase 2 – segundo dia, foi iniciada logo após

os atendimentos de emergência e crioterapia. Nesta fase priorizamos a seguinte sequência de tratamento:

(5)

Criomassagem – 7 minutos de deslizamento profundo no sentido distal para proximal. Foto 1. Microcorrente em posterior de coxa. Fase 3 - quarto dia, foi arescentado o Power Plate com o objetivo de aumentar o aporte sanguíneo no local da le-são, melhorar a flexibilidade e aumento de unidades motoras. A propriocepção é realizada segundo a articulação. Foto 2. Criomassagem. Fase 4 - quinto dia em diante, mantém-se o po- wer plate com as atividades específicas do atleta no cam-po, propriocepção e alongamento. Entrega do atleta ao preparador físico.

Resultados

Foto 3. Atleta executando propriocepção no power plate com eletroesti-mulção e propriocepção sem eletroestimulação respectivamente.

Lesão grau 1 35 atletas 6 dias Lesão grau 1 15 atletas 8 dias Lesão grau 1 5 atletas

Apesar de estarem assintomáticos rela-taram receio de re-torno às atividades. Lesão grau 2 32 atletas 11 dias

Lesão grau 2 4 atletas 13 dias

Lesão grau 3 3 atletas 18 dias, 20 dias e 22 dias

Discussão

Craft afirmou que a terapia por microcorrentes rejuvenesce tecidos sem deixar cicatrizes, e é a forma natural de curar mais rápida do mundo. Bosco relatou que durante o processo cicatricial a vibração mecânica aumenta a flexibilidade sem deixar sequelas da fibrose. Delecluse experimentou a vibração mecânica durante a recuperação de lesões musculares e relatou uma redução significativa no tempo de tratamento. Quanto ao ultra som as vibrações acústicas induzem mudanças celulares, alterando o gradiente de concentração das moléculas e íons (cálcio e potássio ), estimulando a atividade celular, caso esta vibração ocorra nos limites da membrana ce-lular com o líquidocircunjacente21. Esse fenômeno pode

resultar num aumento da síntese protéica, aumento da se- creção de mastócitos, alterações na mobilidade dos fibro-blastos, entre outros21. A crioterapia utilizada na forma

de deslizamento profundo permite a redução de edema e facilita os trabahos com objetivo antiinflamatório23.

(6)

Conclusão

Sou de opinião que o atendimento sendo realiza-do com uma frequência diária de 3 vezes, com todos os possíveis instrumentos terapêuticos devidamente calibra-dos, é possível recuperar o atleta em um tempo reduzido.

Acelerar a recuperação do atleta significa, em-preendimento, aumento do tempo com o atleta durante o dia de tratamento, além de dispôr dos recursos que acele-ram o processo cicatricial. Vale salientar que, mesmo um atleta recuperado clinicamente em tempo acelerado, foi preciso adiar o retorno às atividades de campo para 10% dos atletas, haja vista a falta de confiança de executar os testes confirmatórios da recuperação.

A microcorrente é capaz de acelerar o proces-so de cicatrização pelo aumento na ressíntese de ATP4, o

Power Plate aumenta os níveis de força e flexiblidade18,

o Ultra Som é poderoso anti inflamatório e isto nos per-mite entender que um atleta tratado nas fases propostas por este artigo, potencializa o metabolismo cicatricial e o acelera. Portanto, é necessário mais profundidade em estudos laboratoriais, inclusive para uma conclusão mais conclusiva21.

Referências

1. Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. São Pulo: Manole;São Pulo: Manole; 2001. 2. Craft J. Massage your horse with health, love, and joy. Hawaii: Dr. Joy Craft; 1998. 3. Wing, T. Modern low voltage microcurrent stimulation: a compre-hensive overview. Chiropractic Economics 1989;37:265-71. 4. Cheng N. The effect of electric current on ATP generation, protein synthesis, membrane transport in rat skin. 1982 5. Francescone RP. Endocrinological responses to exercise in stress- ful environments. In: K. B. Pandolf (ed.). Exercise and Sport Sci-ence Reviews. New York: MacMillan; 1988. p. 255-84.

6. Harrelson GL, Weber MD, Leaver-Dunn D. O Uso das modali-. O Uso das modali-dades na reabilitação. In: Andrews R, Harrelson GL, Wilk KE.In: Andrews R, Harrelson GL, Wilk KE. Reabilitação física das lesões desportivas. 2a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000, p.85-6; 92.

7. Hooker DN Correntes elétricas estimulantes. 4a. ed. In: Pretice WE. Modalidades terapêuticas em medicina esportiva. São Paulo: Manole; 2002, p. 88-105

8. Currier DP, Mann R. Muscular strength development by electrical stimulation in healthy individuals. Phys Ther 1983;6(63):915-21. 9. Sinacore DR, et al. Type II fiber activation with electrical stimula- et al. Type II fiber activation with electrical stimula-

Type II fiber activation with electrical stimula-tion: a preliminary report. Phys Ther 1990;7(70):416-22. 10. Swearingen JV. Estimulação elétrica para aprimorar e restabelecer Estimulação elétrica para aprimorar e restabelecer

a performance muscular. In: Nelson RM, Hayes KW, Currier DP.In: Nelson RM, Hayes KW, Currier DP. Eletroterapia clínica. São Paulo: Manole; 2003, p.147-66. 11. Hoogland R. Strengthening and strething of muscles using electri-cal current. Delft, Holanda: Enraf Nonius; 1988. 12. Low J, Reed A. Eletroterapia explicada - Princípios e Prática. 3a. ed. São Paulo: Manole; 2001. p. 69;81-86;132. 13. Hoogland R. Strengthening and strething of muscles using electri-cal current. Delft, Holanda: Enraf Nonius; 1988.

14. Currier DP. Electrical stimulation for improving strength and blood flow. In: Clinical Electrotherapy. USA: Appleton and Lange; 1987.

15. Furini N, Longo G. Corrente russa, fortalecimento e alongamento de músculos utilizando correntes elétricas. In: Cohen M, AbdallaIn: Cohen M, Abdalla RJ. Lesão nos esportes: diagnóstico, prevenção e tratamento. RioLesão nos esportes: diagnóstico, prevenção e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter; 2003. 16. Bosco C, Cardinale M, Colli R, Tihanyi J, Von Duvillard SP, Viru A. The influence of whole body vibration on jumping ability. Biol Sport 1998;15:157-64. 17. Bosco C, Cardinale M, Tsarpela O. The influence of vibration on arm flexors mechanical power and emg activity of biceps brachii. Eur J Appl Physiol 1999;79:306-11.

18. Bosco C, Colli R, Introini E, Cardinale M, Madella A, Tihanyi JBosco C, Colli R, Introini E, Cardinale M, Madella A, Tihanyi J et al. Adaptive responses of human skeletal muscle to vibrationAdaptive responses of human skeletal muscle to vibration exposure. Clin Physiol 1999;19:183-7.

19. Bosco C, Iacovelli M, Tsarpela O, Cardinale M, Bonifazi M, Tihanyi J et al. Hormonal responses to whole body vibrations inHormonal responses to whole body vibrations in man. Eur J Appl Physiol 2000;81:449-54. 20. Hoogland R. Terapia ultrasônica – Enraf nonius – Delft, Holanda. 1986. 21. Haar, G. Therapeutic ultrasound. European Journal of Ultrasound 1999;9(1):3-9. 22. Knight, Kenneth L. Crioterapia: no tratamento das lesões esporti-vas. São Paulo: Manole; 2000.

Imagem

Referências

temas relacionados :