ASSIGNATURA Annnal.'-...'. 40$000

Texto

(1)

DESORDENS 1ê\límVm\

CAIRO, BC (H.) Nas desordens oceor ridas numa reunião eleitoral no districto de Sinhf uan ? pessoas foram mortas e 23 feridas.

orreio As actividades do Enfermo o sr. Flores da Cunha

RUA LIBERO BADARÓ'. 73

TELEPHONE: 2*2992 Propriedade da Empresa Paulista Jornalística Ltda.

Director:

PEDRO FERRAZ DO ÀMÀRÀL

ANNO: 1V| MQBãlM?? CAIXA POSTAL: 2749 S. Paulo - Quinta-feira, 30 de Abril dc 1936

ASSIGNATURA

Annnal .'-... . .'. 40$000 NUM. 1.189

NÁPOLES, 30 (A. B.) — Com o afundamento da cratera da qual provinham até agora as lavas, a erupção de primavera do Vesu- vlo attingiu o seu ponto culmi- nante. a uns 200 metros do cimo formou-se uma nova bocea do vulcão, da qual sáe uma corrente de lava que attinge o valle do ln- femo, entre o monte Somma e o Vesuvlo. Não existe, por enquanto,

RIO. 30 (A. B.) — Ligeiramente grjppado, o .general Flores .da Cunna está, guardando leito, não tendo non-;

tem dado etn Port0 Alegre, no pali- cio do governo, o sftjj, ,|____|j_____^_|habl--

•fitai

tual.

perigo algum para as povoaçoes vizinhas, o director d0 Observatd- rio installado no Vesuvlo acom,-.

panha o desenvolvimento da eru- pção, para poder prevenir, em tempo, os habitantes das reíeri-

das povoaçoes. ,

Wm WKr^ ^^^B v3m\ "' ^^MtMM^Êm.

itaiianos

na marcha sobre jfBJ m

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WíBà, ^^MM^Ê^Wã^^i&ãMé

1

Uma 3P0D

¦ ^ ^ ^ ^ ¦ renasc imonfn im

São Paulo

PALAVRAS DO SR, CONDE FRANCISCO MATARAZZO

¦ACAMPAMENTO

ITALIANO NA ÁFRICA ORIENTAL

' KOMA, 30 (A. B.) — O commu-

Sicado..ofíiçia" n.o 198.do Minüsté- iio",da Imprensa 6 Propaganda diz p seguinte: _ ': --

"6 marechal Eadoglio telegra- pita:

Às1 nousas coiüninas 'motorlsa-

«lau proseguindo na tua avançada

•áe -Dessie' para, Addis Abeba, oc-

«upara.m. lioritein Maktud. Uma

«ütra columna atrávesaó-U 'o rio Mofer_.-.Sobre toda a frente da So- mialia" continua- intensa -a'.actiVi-'

«lado das patrulhas. Destacamentos lybioj. .bateranr e dlspérs-aram no

¦valle de Belul grupos inimigos ar- emados, Ugas iMohammed Ornar, chefe, dos "malingurs" do Ügaden

? os chefes e notáveis dos "aoma- lis" do Ueiten apresentaram-se as íiossag autoridades .-militares, ia- sendo, acto de submissão e solicl-,

;''tando licença para participaram'

;Com seus guerreiroc . das opera- í&óes ¦: militares com' as tropas ita-

•lianas A:.aviação esteve bastante í

actlva, 'ape-ãàf das condições at- mosfericas desfavoráveis.

PJlliSO O PILOTO OFFICIAL DO . • "NEGUS'*-

KOMA, 30 (A.B.) — Chegou a esta capital o ' aviador francei ürouillet ciue tinha sahido do aô- 1-odromo de Villa Coubley, sem au- loriaação da policia franceza.

Droulllet- foi preso pelas autori- dades italianas • .immediatamente depois da sua' chegada, para ser logo depois posto em liberdade, ó seu avião foi confiscado.

A.', T1UNCEZA BE AL NA ÁFRICA MASSAUA"' 30, (A".' B.) —. O va- por "Cesarea" chegou aqui conda- zkido a bordo a princeza de Pie- monte, Irmã, de Caridade da i Cruz Vermelha,' que procede de Mogadie- cio. A prlinceza Maiia José foi re- cebida polo vice-governador da oo- lonia. e altas autoridades do exer-1 cito 'e

da marinlia. O mesmo vapor | partirá' hoje para * Itália.

OS ITALIANOS DA INGLATERRA DESEJAM COMPKAR DO BRASIL RIO, -30 (A. B.) — O boletim commercial do ministério do I5:-ite- rior. forneceu- á imprensa,• homem, entre outras iníormaç&es do exte- . rior, a seguinte, aob o titulo "lilf- feito da iwlitica saneei on islã"."O consulado do Brasil em Lon- dre3, em officio dirigido a secreta- ria de Estado aocentúa a grande procura,, por parte de íinna-s Lngle-

Amanha, feriado nacio?

i" t •?

nal, dedicado á commemò- ração do Trabalho, nao circulará o "Correio

de S.

Paulo".

E»G

B^ BSmWm\ £Êw*K I immmTw^a\

A COMPANHIA ANTARCTICA PAULISTA, desejando dar possibilidade £_os seus empregados para que festejem o DIA DO TRABALHO, resolveu, como sempre, conservar fechadas, amanhã, todas as suas fabricas e departamentos. No dia 1.° de Maio, na Moóca e nos depósitos ficarão apenas plantões para a enirega de gelo e de mercadorias. Não haverá, entretanto, ama- íúú. entregas a damiciii.> 0 ge..6 dos assignantes e de outros fre- guezis será entregue Loje. Todos os interessados deverão, pois, prevenir*-se telephonando aos números 9-21.21 c 9 - 2 1. 2 2 pu aos differentes depomos, cujos números se encontram na capa Ha lista {fí:plíonícH presentemente cm vi^or.

zas, de informes relativos ã ej:por- tação brasileira de muitos artigos que antes eram adquiridos apenas na Itália. Cita, entre outros produetos, o macarrão, massa de tomate, queiq, farinha, sa.lanie, etc.

O motivo deste interesse está na difflculda-le em que se encontra a colônia italiana da Inglaterra em adquirir taes mercadorias na pro- pria Itália, dada a rigorosa, poltica sanecionistá Ingleza. Ao mesmo tempo, o preço relativamente baixo do nosso dinheiro, lhduz. àò consu- midor Italiano a procurar o seu abastecimento no nosso mercado, o que abre para a nossa | exportação novas a inesperadas ipossibildades .

O sr. conde Francisco Matara.-- zo teín indisctitivel autoridade para se manifestar sobre a situa- çáo. Figura numero tun no mundo de negócios de São Paulo, tem sempre á mão o thermometro com que pode aferir o estado de ani- mo da população, que se reflecte ineluctavelmente na marcha do commercio. Por isso, assumem uma tauxirtancia excepcional as palavras que proferiu relatando aoS membros da pu jante Socieda-

da Anonyma Industrias Reunidas F. Matarazzo, o balanço das ope- rações da empresa durante o an- no de 1935, as quaes trazem a d:.- ta de 27 de marco.

Entre outras palavras, disse o seguinte o illustre industrial;

"Graças á confiança numa si- tuação de tranquillidade dura- doura, que aos poucos se está a- poderando dos espirites, vae sendo possivel ao Estado readquirir o seu rytmo normal de trabalho.

-a^!>'-'-.

,,;¦"**'—"¦¦'"".¦•¦"»¦'.*•

0 CASO 00 "MARANHÃO

Esclarece-se aos poucos a situação, mas ha sem- discordantes

Não ê mesmo temeridade .dizer que a intensificação das aoüvl dades nos múltiplos sectores da preelucção, observada no anno fin?

do, pwece que nfètea-rá,. o to|cJ&

de uma época de renasciinent"ó;:íS>:.

vida econômica de São Paulo.'- ., Os documentos de que ides" to- mar conhecimento, reléctem esse

pre opmioes

RIO, 30 (Bandeirante) -- Acloa-se definida a situação confusa em que se encontrava o caso maranhense, o Supe- rior Tribunal Eleitoral man- dou, como de lei, que o Trl- bunal Regional do Maranlião atteste a legitimidade do mandato dos deputados que requereram a inten'enç-ão" fe-

¦d.6i*3-l

Como é sabido, um dos ai- gnatarios do pedido de inter- venção, o sr. ^es ^ Fonse- ca, se havia arvorado em go- vernador do Estado, quando da votação da Constituição, afastando-se da Assemblèa por mais de 6 mezes, pelo que perdeu o mandato. Ao eme se commenta aqui, o Tribu- nal do Maranhão não poderá abonar a legitimidade do mandato daquelle «dversarlo do sr. Achllles Lisboa.

Ora, conhecida e tradicio- nal como é, entre os legisla- dores brasileiros a repulsa ás intervenções, cujos resultados foram sempre, até hoje, ne-

gativos á, prosperidade e 4 tranquillidade das regiões fe- ridas por essa vidteilcia, diz o "Correio da Noite" que o sr. Achilles Lisboa venceu a partida em que tão encarai- çademente se empenharam os seus próprios aluados da ves- per a.

A propósito, o sr. Lino Ma- chado, em conversa hoje, no Monroe. declarou qne náo pesa mais sobre o Maranhão a ameaça da intervenção íe- deral, porque, quando fòr pe- dida essa ínedida, já $ Cama- ra não attenderá ao pedido.

De seu lado, o senador Cio- dom ir Cardoso nifonnou á, re- portagem que o processo-para a intervenção federal para o Maranhão já está. iniciado. O primeiro passo foi o reque**l- mento â Corte Suprema, .pe- d indo a comprovação dá "íSgfa timidade do mandato de 13 deputados. Isso feito, a maio- ria pedirá o "impeaciiment e, de posse desse documento, requererá a intervenção.

0 ANNIVERSARIO D R0HIT0 I

RECEPÇÃO NA RESIDÊNCIA DO CÔNSUL DO JAPÃO NESTA CAPITAL

•m iiiiiiiii —mn ¦•^¦^¦¦¦i^mi tmmmmm

¦ conde francisco- \ .;¦.•,::..;.¦;;:.. ;biâtâràzzo • ¦•¦

\$£*

panWáihá"' proníissoi*'.,; Vereis,'. por;

elles, que foi. possivel às nossafi- mdtistrias trabalhar ein.pleim.ea-, pacidade, .tendo 03 seus produetc*

merecido a' '

meama preferencia, com que os consmnidores sempi'C' cs disttoguh'am. Tudo faz cror

que esse estado de coisas tende:

par uma consolidação definitiva".;

para uma consolação definitiva,.',,

0 embaixador Muniz^e Aragão falará hoje de

Berlim •

'EIO,

30 (A. B.) — E' cada'-v-ífí-, mais intenso o intercâmbio radjopiio- nico entre o ^Brasil e a Alleman^***' promovido.* respectivamente, pelo-..J-,e°, partamcJnto Nacional de" Propaganda., e ,pelo Ministério da Imprensa' e Wo- paganda do governa allemí».

Hontêtn a'D. J. N*. que ó a e-n**--"

sora • official do Reich, . solicitou ap ¦ Departamento a retransmissâo para °;

Brasil da entrevista radiophonlca qu*

será feita, hoje em Berlim,- -com"..1?-:1 embaixador brasileiro ¦ naquela palí*;.- sr.' Muniz de Aragâo. ....;,,.";.-,...>»•»¦

Attendénido á solicitação, a 'W do Brasil" retransmittirà,' hoje áa.i.lí»'- horas.¦¦¦*, palestra do diplo*nata,c^'#:.- sileiro.,' ¦

'-\ *"••-.',":,; ¦ ¦ ({tiiiio-formado-durante a recepção na residência do sr. cônsul do Japão Constituiu um acontecimento -¦ ue _. rua Piauhy n,° SV-1. affluiu o ciue

nVirc?.,-k- rçlevo tocial a rwepçào Pfü*

moviiia "pelo.ci!".

Kòao IÜgé, cdiisui .èfal do Japão, nês,ta Capital,

de 'nais répres','ütáti-"o possue a nos- sn kociedade e á .da colônia japoneza domiciliada nèSta cidade, represou-*

t;n- • tai-te-i das autoridades sovemamei.

conirneiiioracão do anniversario' de ta*;'s e consulares';'•¦

s. m. .Hlroiin T. A.rió.-i a recepção .aue decorreu em

inicio uni, baile ide gaia que .dqa-tro da.'maior animação prolon.gou-fie atè áà primeiras horas de hoje. .

Em .virtude desfa recessão', deixou o Consulado de prct-aòvei- - 'a

; habitual recepção jof-aitil -ri_u^-:C>rdiij*^iara.«ite

0 processo congressist

"w^Si '" "'' ' "'''

a|' M^^.

terü' sr.- amanha»

RIO, 30*.(Ba*-jdç

Cimha Mello 'apresen-,....

â Secçá opeiri.na»riente do Senado, o ' 'seu

parecer sobre o-ped-4o"'.d*

licença para o •orocesso <í.os ¦§W$

congareesistas detidos. ;Bí3pe pare-

mg -âewô -;eer :¦ íavesrav^eate ¦»'&"

(2)

CORREIO DE S. PAULO •— Quinta-feira, 30 de Abril de 1936

_*_

Idéias ar. » fOfi em

As idéias do. pacificação ou de tréguas, que. sob modalidades dl- versas, vem sendo agitadas no ambiente da polLÍ-th naci-inal, mere- cem, do ponto do vista particular do S. Paulo e com applicação a

¦vida e nroblemas seus. serem exanünadas com especialíssima atten-

<.ao, iwrouanto a sua oceorrencia np scenario do Estado se reveste de pecuíiarld,-ides muitissimo características. A fachada atraz da qual se vüo desenrolando todas as etapas da evolução, mais ou menos subtrahida ás vistas da generalidade do publico é a declaração, a ca- da momento reiterada, de uue as auetoridades constituídas precisam aer prestigiadas por todas as correntes políticas, dos matizes inàis varlegados, para real efficiencia da sua acção na deiesa do regime contra o extremismo, empeiilwdo na subversão delle.

Mas será essa a verdade, ou pelo menos, será toda a verdade?

Deanto _os iactus, <_uc não soifrem contradicção, é licita a duvida, tanto quanto admissível a desconfiança. A campanha de repressão ao comrauidsmo. após os primeiros choques violentos, em quo a or- dem constituída logrou impôr-sc aos seus adversários, vai-s© desen- volvendo dentro de uma normalidade, que não exchie a energia, nem o acatamento ás leis, elementos assecura torios da sua cííiciencia. A i.oUaftoração que lhe queiram dar, pois, as differentes seitas, que se Agitam no ambiente político, caso sincera e leal, independe de re- modelações ou mudanças de directri/,. Sl activa, é secundal-,a, den- tro das suas possibilidades; si passiva, traduzir-se pela abstenção dos methodos d-rotruetivos, que empregavam de preferencia contra o adversário que -is sobrepujara, — instituindo no paiz a verdadeira democracia.

O nosso caso, o de S. Paulo, perfeitamente pôde servir de exem- pio.

E' inconcebível que os exímios technicos o organisadores do boi-

«.hevismo houvessem negligenciado, nos seus planos, justamente a ui-idado preponderante do lirasil. Entretanto, graças á perfeita identificação do governo com o povo paulista e á vigilância hifati- gavel das suus autoridades, a repercussão do movimento n0 nosso meio foi nulla, ou pouco monos. Mesmo as providencias excepcio-

«ac* que eo lhe seguirani ¦*- o estado do sitio, após convertido em catado do guerra — não lograram alterar a normalidade da vida paulistana, cujo rjthjmo proseguiu imperturbável, não deixando transparecer quo os poderes públicos sc achavam empenhados a fun- do na cxtirp_*ção do maior ílagello, que aluda nos ameaçou.

Da corrente opposiciohista dc maior volume, o velho 1*. K. P., a, ala que so conserva em franca actividade i>ar,n a conquista do man- do, ou do uma paroella delle, só orientou ostensivamente <a sua acção no sentido de conseguir compartilhar da collaboração com o governo federal depois que viu desfazerem-se em fumo as suas derradeiras esperanças no pleito municipal, embora não constitua mysterio im- penetnavel que, de longa data, nos bastidores, era desenvolvido in- tenso trabalho com esse escopo. Entretanto, tão imperfeita é a sua integração no novo rumo adoptado, que, a todo o momento, nas suas manifestações jormilisticas, surgem os contrastes mais berrantes, as antithescs de maior ilagraneta.

Nas mesmas columnas de onde, bruscamente, desappareceram os mais ferinos ataques dlrectos ao chefe da Nação e as mais injurio- sas referencias a outros Estados, o longo habito ou o rancor mal so- pitado fazem com que os euphemismos e figuras de rhetorica, de que tanto abusaram, persistam e surjam a cada momento. Outubrismo, usurpadores, arr,astadores de esporas o expressões similares conti- unam a adornar a penna, com quo os seus rabiscadores procuram entreter o bruxoleio da lâmpada expirante, ao mesmo tempo que pro- segue a opposição systematica e demolidora ao governo de S. Paulo, que táo altamente tem sabido cumprir a sua missão.

Ora, taes Índices bem claro evidenciam que semelhante facção è Justamente a que mais carece dc auetoridade pmra representar um aapecto do pensamento paulista em quaesquer accordos de possivel leaUzação. Outros e muitos elementos de maior valor e mais sadios, sobrepondo ás conveniências próprias ou partidárias o interesse ge- ral souberam adoptar attitudes mais consentaneas com a altivez bandeirante e incomparavelmente mais dignas. Collaboração sincera

« franca cem o governo èstadoal, ou uma abstenção louvável de pro- oeseos destructlvos, empregados contra a auetoridade legitima — fo- ram duaa fôrmas, em grau diverso, que encontraram, de servir ate.

Paulo Quem subrepticiamente, navegando na esteira e a sombra da dom, de uma politica que nos é iníensa, procura insumar-se des- perSbldo nas fileiras contrarias, podo pretender o que quizer, menos

«er um coUaborador leal e honesto. .

O communismo, que já tem servido para muita coisa, nao pode

prestar para mais isso. .¦¦;' ¦' ___

Não estamos os brasileircs çom- prehcndendo a -situação gjrlyilé- giacla que gosamos no mundo. E por falta da comprehensão exa- cta das coisas estamos nos pre-ju- clicando reciprocamente em lugar de fazermos a commum felicidade, Não temos como na Europa ns seculares rivalidades naclonnes, nem a insufficiencia de área pa- fa a expansão de uma população excessiva. Não temos questões de raça. nem de religião, nem de os ódios seculares de classes.

Temos no Brasil um ambiente novo em qun os preconceitos do outro lado do Atlântico cessaram.

e impõem-sc uma vida nova a Iniciar pulnando á vibração de altos ideaes mais humanos.

portanto, inauguremos unia no- va vida nacional mais (generosa e nobre comprehensão das col- sas. E é pena que as actuaes op- posições, tanto nos congressos co- nio na imprensa, não o estejam comprehendendo.

Antes de 1930 não havia base para um entendimento mutuo.

toOmmmme-*tCm-PÍG8

Para a Historia...

•" passamos agora a freqüentar

« "escriptorio" que velhos paulis- tas mantém na praça do Patriar- cha sob um dos arbustos que ou- tro velho paulista, aquelle O. F.

ranzinza,, mandou plantar ali. E temos colhido muita novidade.

Para hoje, temos mais uma.

O ássumpto, como é natural, não podia ser outro senão a "pa- eificação" do sr. Flores da Cunha.

Todos davam sua opinião. Todos, menos um, que, esse, apenas con- tou este episódio:

-__- Em 1930, apôs a eleição do Júlio Prestes, o Flores procurou o Washington no Cattete. Elle <¦

seus amigos estariam promptos a prestigiar o Júlio, abandonando o Getulio, desde que o governo lhes garantisse umas tantas compen- sações em materia de jogo. Nego- cio de casinos... O Washington nâo gostou da proposta. "Despls- tou" como hoje se diz. Que fosse falar com o Jullo, que já era mais governo do que elle...

— E d'ahi 7

de certa rua e logo abriu as tor- neiras excretoras da hilis fermen- tada. E' a cidade abandonada, es- buracada, lamacenta, mais feia que qualquer rincão sertanejo, vi vendo no regime do desleixo per manente.

Isso dizem essas agourentas co*

rujas, gloriosamente encaraplta- das no toco apodrecido da olygar- chia. A verdade, constante de fa- ctos e números, é coisa multlssi- mo differente. O recorde de áreas pavimentadas, em S. Paulo, foi batido pelo transado anno de 1935 e tudo corrobora a convicção de que será superado no decurso

«leste. Obras do maior vulto e da mais premente urgência foram atacadas resolutamente e, pela primeira vez, em obediência a um criterio urbanístico esclarecido, que dantes jamais existira. Quem quer que, com os olhos abertos, percorra a cidade, do centro á pe- ripheria, será, por maior dose de má vontade que haja armazenado, compellido a confessar que. por toda a parte, lavra uma verdadel- ra febre de trabalho e muitos pro- blemas importantíssimos, que o

|P. R. P. nem siquer aflorou nos

— O Flores velo a S. Paulo e. Beus quarenta annos de vida foi foi ter com o Jullo, acompanhado i g.ada e miiagr0Sa, foram intrepl- do Leonidas Vieira. O Júlio rece-1 damente encetados e estão a ca- beu-o, mas não quhs saber do ne-1 mlnho <je receher a melhor solu- _-v.(.io. Desinteressou-se... E ° cão.

gocio. Desinteressou

Flores disse ao Leonidas, que se Vingaria. Vocês'estão vendo. Foi por isso que elle adheriu â revo- lução...

A roda so dividiu. Uns opina- vam por que se devia ter feito a transacção, qu0 nos teria livrado da revolução. Outros metteram a ronca no Flores e nos seus com- panheiros. Outros ainda puzeram fctodos na rua da amargura:

Washington, Júlio, Flores, perre- pistas, gaúchos, jogadores.. * Nós ouvimos e... escrevemos isso que abi está e que nos juraram ser a verdade tüs--orlca.

A cidade abandonada.«.

A folha official d0 saudosismo tem coisas que são só delia, ou de

E o.resultado de todo esse es- forço honesto ainda cresce de lm- portancia, quando se reflecte que S. Paulo era um municipio talado pela politica olygarehica que, pa- ra uso proorio, muito bem soube- ra adoptar'uma interessante ver- são do velho brocardo: — 'Primo vivere, deinde philosophase". Pri- meiro, viver á tripa forra; gover- nar, vinha depois.

PELO MUNDO...

A OPPOSIÇÃO INGLEZA BENE- FICIOU OS ITALIANOS Talvez possa ser acoimado de paradoxal o conceito que encima estas linhas. Não obstante. 6 per- feitamente verdadeiro, conforme passaremos a demonstrar.

Primeiramente, cabe notai' o revlgoramento da autarquia ita- liana, sob o effeito das saneções.

Embora eminentemente agrícola, resentia-se ainda a Itália de cer- tas lacunas: insufficiencia de combustíveis, de fibra, de ceUu- lose, de pescado, etc. As saneções tiveram o effeito de desenvolver a0 máximo a exploração de todos Os recursos da península, desen- volvimento esse facilitado gran- demento pelo systema corporati- vo, que permittc um amplo con- tróle e unidade e commando.

Muitas culturas novas foram Ini- ciadas, e varias industrias, como a. do álcool, a da lã artificiai, e outras, foram creadas ou inten- sificadas.

Em segundo lugar, deve-se cons- tatar que o regimen sancclonls- ta, alliado ao estado de gueixa, permittiu là Itália (terminar a organização d0 paiz na base cor- porativa, completando a obra ha muito iniciada, numa athmosphe- ra em que os novos poderes con- feridos ao Estado foram ãdmlt- dos sem attriotos de qualquer espécie e interpretados antes co- mo medidas de emergência, neces- sarias ao bem commum, do que como medidas coercitivas.

Ha, ainda, *outro aspecto não menos interessante: é que, tendo a Itália sido forçada a enviar grandes massas de soldados e de operários para a África (cerca de melo milhão), possibilitou desde logo o conhecimento da nova co- lonia a uma grande quantidade de filhos seus, o que de outro modo seria multo difficil. Realmente, sl a conquista fosse Incruenta, e a- penas por effeito de tratados, uns 50.000 italianos fariam a óccüpa- ção do território e ter-se-ia per- dido esta vantagem de irem co- nhecer a Abyssinia todos esses numerosos expedicionários, muitos dos quaes virão a ser, provável- mente, futuros colonos. Cabe ain- da notar que uma grande rede estadual foi concluída, bem co- mo poços, etc.

Mais Importante é, porém, um outro aspecto do problema, que mui de propósito deixámos para o fim: o da opcupação total da Ethiopia. De facto, os italianos contentavam-se, a principio, ape- nas com uma faixa de terreno que unisse a Somália á Erithréa, -c mais o Tigre, a Dankalia e, talvez, o Ogaden. Não pretendiam a to- talidacle, e, pcissivélmeinte, nem julgavam poder conquistai-a.

Quasi ninguém, aliás, mesmos os mais eotlmlsta-., poderiam sup- üôr que tão grandes resultados pudessem elles conseguir, e 'em tão pouco tempo. Não ha muito fizemos referencias, nesta colum- na, a um artigo do general Duval, do exercito francez,' nesse senti- do, e ainda hontem o comman- dante Sarmento dç Beires íe re- feria, em artigo na Imprensa, ao mesmo fa,eto. Os italianos accei- tavam, pois, qualquer accordo ouè lhes desse parte da Abvssi- nia, como aceitariam, também o plano Laval-Hoare. Abdicariam, rtrovsivelmente, da zona do lago Tana e outras, no intuito de evl- tar complicações maiores com a Liga das Nações ou a Grã Breta- nha. Como esta, porém, se mos

»._*. !,,l»*i,.f.;lfnnl'A _*_. V-Sl-i mi-f/PC!

Porquanto os governos não cOm- préhendiam as oppOslções. Ou an- tes não podia haver opposiçòes.

Cs pleitos níflonaès eram os mais furiambulécc» Tudo era palha- cada c esteilionato.

Actualmente não só as opppsl- ções .iodem existir, como são res- peitadas e têm voz activa, não dependendo dos governos, pois que o Cedigo Eleitoral entregou no Poder Judiciário, tirando-o dos governos, todo o controle das ur- nas.

Antes dc 1930. não só os parti- do.s políticos eram prohibidos de se fazerem representar nas elei- ções, nos parlamentos, nos con- grossos estaduaes, como o sr.

Washington Luis, nesse mesmo anno fatídico dc 1D30. mandou determinou ou deu ordens para ciue a Câmara eliminasse ou cor- tasse os quatro representantes que constituíam toda a bancada parahybana, bem como quatorze representantes da bancada minei- ra.

Eis o que eram os pleitos antes dc 1930.

Conta-se até que, tendo o rc- lator da commissão dc reconheci- mentos da Câmara ousado fazer algumas objecções ao sr. Washtn- gton Luis, a propósito dessa or- dem para serem cortadas quatro representantes da Paraliyba e quatorze de Minas, consta que o então presidente da Republica fi- cOu encolerizado c declarou ao deputado paulista, que desempe- nhava essa funeçãò de relator, que quando esse deputado fosse presidente da Republica que dês- se as ordens oue qulzesse, mas que enquanto elle, sr. Washington, chefe da Nação, era na madeira, e havia dc ser aquillo mesmo que elle tinha ordenado, ao relator da commissão de reconhecimentos, membro de uma Commissão da Câmara, poder soberano e lnde- pendente do presidente da Repu- Wicai

Era assim na famosa Republica de aue os perrepistas têm tantas saudades.

Portanto, desde que. já agora

Agora, a funeçáo d°s partidos de opposição, desde que todos ei- les estão amplamente representa- des no Congresso Federal e esta- duaes. consiste ella ein collaborar com os governos para a solução dc* -problemas naciõnaes.

Trabalhemos todos, pois, para a felicidade collectiva da Nação, om luerar de, na onoosicáo, sim- nlesmente nos limitarmos a des- trair tudo, a achincalhar tudo, a amésdülhhar tudo, com o que destruímos o progresso nacional.

trabalhamos para a ruína colle- ctlva e provocamos a victoria do communismo ou chãos nacional.

As opnosições brasileiras e pau- ltèhòs ainda não ..omprehende- ram o seu dever na nova ordem de coisas instituído depois rte 1930 com n Código Eleitoral vigente.

Como os actuaes onnosicionistna sn tèm manifestado, elles são sim- plésménte inimigos da Pátria, ini- migo.-. das instituições, inimigo*, do nrogresso. nlmigos da prospenda- de. inimigos da ordem, e se fa- zem a vanguarda do commnnls- mo. os factores do chãos, da a nar- chia, do pandemônio, do apocaly- pse.

E' pcclso aue cesse esse calaml- toso opposicionisino e que se ini- ele novo regimen, menos tenebro- so. menos catastrophico, menos n.pr*calvpticO.

Ha erros que são indesculpáveis.

Por exemplo, os perrepistas. é preciso aue se saiba positivamen- te em são Paulo, nas vésperas da explcsão do movimento commu- nista, o.s perrepistas entraram em uma crn.-i.vração nacional que visava derrubar o actual governo

da RenubUca bem como o do Es- tado de São Paulo, e logicamente, si vencessem nessa tentativa sa- tanica e macabra, entregavam o paiz ao saque, á ruina, á maior catastrophe que se poderia imagi- nar. Ora, essa constatação é a mais grave possivel.

Portanto, si em São Paulo exis- te uma consciência nitida de res- ponsabilidade, e si o facto que ex- puzemos é exacto, embora não ti- vessem alcançado o seu tra.gico

-fofer

COM

ELEGÂNCIA

p umo obrigação social . que pode ser cumprido facilment* adquirindo seus ternos, costumes ou capas na FILIAL RENNER. Encon- trará tecidos finos em pa- drões modernos a seu gosto, por preços reduzidos e com facilidade de pagamento.

5ÜENN

RUA SAO BENTO, 7

AV. RANGEL PESTANA, 1563

v&üft

-0ANEE

Soei

os partidos em opposição não sô • Intuito, os perrepistas estariam têm o'direito de existir, como go- ¦-¦-¦•-¦ -¦¦•-- -1" "¦•¦¦- — ¦¦"<•¦¦¦¦

sam da mais ampla representa- cão não cabe mais o antigo sys- tema de opposlcionlsmo systema- tico.

condemnados pela mais compacta unanimidade da população pau- lista.

MARIO PINTO SERVA

Homenagem ao tenente coronel José Silva

Como já tem sido noticiado, reallzar-se-á no próximo mea de maio, o almoço offerecldo pelos amigos e admiradores ao tenento coronel José Silva, ex-chefe i. ,<ja Casa Multar do Governo PáJ»-.BW o actual commandante da Quarua Civil, em reg*osljo pela sua recen- to promoção, por merecimento, ao posto de Tenento coronel da íor- ca Publica.'

Esta homenagem, que nao caracter político, já conta innumeras adhesões, as c_uaes P»"

derão ser apresentadas a Comm s- são promotora, assim consttltuuU.

Deputado Komão Gomes (praça da Sé, 34, phone 2.3235); dr. Ar- mando de Castro, deputado l«.<in- cisco Vieira, dr. Moacyr Noguc 1- ra XÒre*. e dr, João .Manuel Vel- ra d0 Moraes (prédio Mart neill, l» o andar, entrada 1232, salas D,' __. phone 2-204Ü).

terá com

C.

Partido Constitucio- nalista

PIRliCTORIO DISTRICTAL PE TüCimUVV

O directorio DÍstcital do PaI"

tido Constitucionalista de luctiru- vy mudou ..rovisoiiamento eua s6de Para a Avenida Mazzei, onde atteiulerá a todos os «uo -cnh»n' cualquer ássumpto a tratar. >-"*

incressados em _uaiit'ieaç,ao toral ou em trànsforencla trarão pessoa habilitada,

nté ás 22 horas, «

ciei- t-neon-

•diária- aos do- tonados das 8 as Vi ho-

IDid^cto

mente,

ir.ingo.s c

ras. ,

Comniuiiica, também, o

-io iiue. no dia 1 do corrente, fo- ram iniciados os trabalhos para a construcção do cemitério local, o aual deverá estar concluído cm fins de agosto ou.princípios do setembro próximos.

DIU.3CTORIO UO H'IRAI\G.V Ü Directorio Districtal do Ipi- tauiga reune-se hoje as 2\) c 45.*ui- tíútóSj em sua sedo, a rua b"va l.ueno n. 185. Pelo que pede o comparecimento de todü3 os teus membros.

Importante assembléa no Centro do Proíes-

sorado

àealza-se amanha a annunciada assembléa geral do Centro do Pi"1-"

fôssoíàdo Paulista para a solução do importantes problemas de quo dependo a continuidade da exis- touci a a essa sociedade como orgam da classe. Ha poucos dias. tivemos opportunidade de realçar a gra- vidadè da situação social, eis que.

vencido o mandato da directoria em exercício em 25 de janeiro ul- timo, não se realizou em tempo a cevida renovação. Estaria, pois, acephalo, o Centro, se não rema- uescèssem com mandato cllf.o membros do Consulho Dlretcor, ciuo de vinte e uni so compõo. A estes deveria estar confiada a di- lec.ão dos negócios sociaes, sc o antigo presidente r.ão so tivesse pejado de usurpar-lhes os direitos, continuando a exercer a presiden- cia.

Como é natural, 6 grande o in- icresse reinante entr... os professo- res pela realização ua magna aa- sembléa. A numerosa corrente que pleiteia uma situação nova para o Centro, com a escolha do dire- dores que saibam leval-o a molho- rea destinos, encontra dia a dia valiosas àdhésões. De outro lado, os companheiros do supposto pre- sidente se arregimentam também, tudo levando a crer quo a assem- blea será das mais animada-., proco..- sando-so, porem, dentro das nor- mas de urbanidade que são cara- etoristicas da classe .

O inicio dos traba.hos está mar cado para as 20 horas e meia de amanhã, dia 1 de maio, á rua da

Liberdade, 2-l.s, onde ora se en- contra a sedo do Centro do iTofessoardo Paulista.

0 RITHM0 DA CIDADE

Ao influxo mágico do rltlimo novo do "Piccolino", a cidade toda cjm suas ruas e avenidas — sc metamorpheseia numa pauta nu- sical..,

E nessa pauta, toda feita de ar- ranha-ceus kilometricos, os ritli- nos suecedem-se de momento a momento...

E' o rithmo suado, de macacões e aventaes camjauos, marieiuan- do as duras c humidas calçaüdS da madrugada, chamados pelo gri- to ãe triumpho ão apito da usi- na...

E' o rithmo nervoso de milhares de felaxons, de motores e de rodas, empolgando as ruas e encurtando a existência dos pelestres...

£> o rithmo languido c "ben"

de um foz executado pela orches- tra dc Paul Whitman (."Blue Mo- on"? "The morning afler"?...) tremulando na maciez de un

"thea-room" ou da sala dc um ei- nema...

*

A cidade toda se metamorphe- seia ao rithmo novo do ' Piccoli- no"...

ALMIRO ROLMES

0 dia nacional da Allemanha

Educação para a demo- cracia

trasse intransigente e não qulzes- se nenhum accordo, fazendo com que a S. D. N. só fizesse ã Ita- lia propostas ridículas, enquanto aue o sr. Selassió annunciava, em altas vozes, que só trataria com os italianos quando o ultimo sol- dado invasor se houvesse retirado para além das fronteiras, viram- se os peninstüares obrigados a prosseguir a lueta sem quartel, e a emoregar nella todas as suas energias.

O resultado é o que se está vendo: a conemista total do un- perio do Negus.

De tudo isso se pode deduzir,

a São assistir

RIO, 30 A. B.) — Acaba de ap- parecer na. "Collecçáo Alfredo ,.,

Pujoi", da Livraria José Oiyiu- sem nenhum paradoxo, o que aci- pio Editora, o livro "Educação pa- m dissemos: que a opposição a democracia", do sr. Anlsl° britânica só beneficiou, em todos

#-..-, v,*fos terrenos, aos italianos. * ra

\ Teixeira, ex-secretario

Homenagem á viuva Oswaldo Cruz

Os acadêmicos de medicina do Centro Acadêmico "Oswaldo Cruz' prestarão significativa homenagem á sra. Oswaldo Cruz, que deverá chegar amanhã a esta. capital.

A distlncta senhora virá Paulo especialmente para

ao grando bail_ que aquelle Cen tro realizará no próximo sabbado ro Hotel Esplanada, do qual sera madrinha. Alem do comparecerem Incorporados á estação do Norte psra recebel-a, os componentes do Centro Acadêmico "Oswaldo Cruz realizarão a noite, em sua séde social, uma sessão 6-.leh.ne dedica- da á sra. Oswaldo Crus..

Também as senhoras dc nossa sociedade prestarão uma hoàicna- gem aquella dama, ofterecenao*

lho um clul que será realizado pus- siveíhièntõ ua Casa Mappln, em dia o heca a ser op-portunatneiw

A Allemanha .esteja amanhã o seu dia nacional. A. dala, como é natural, c dc Intenso regosijo para o nobre povo, _uo ora vivo uma phn.se de intensa renovaç-ão, em .¦ue, postas do lado possíveis dl- vergcnclas doutrinárias, nao se pode deixar de reconhecer os seus altos objectlvos.

Comrnemocando a ephemerite, a colônia allernã cm S. Paulo rea- lixará grandes festas ,a principal das quaes será no campo do Es- porto Clube Germania, cm Pinhei- ros, ás 14 horas. Pura assisti 1-a, o Cônsul Geral do Allemanha tevo a gentileza dc nos enviar um con- vite, què agradecemos.

ANNIVKRSARIOS Faz-tn annos hoje:

o menino Kolando filho do sr. Ma.

rio L. Pontes;

a senhorlta Luiza, filha do sr.

Carlos Lodi;

a senhorlta Eünlce, filha do ar.

Mario Tavares;

—a senhorlta Maria Luiza, Uiua do sr. Domingos .," -Nascimento;

—, a senhorita > 'onne, filha do sr.

Agostinho c. ,_ rlti

a sra. d. .. .atictsea Bueno ue Sá, esposa d0 sr. KodoValho -Suguei-

ra de Sá; Q„ii_,«

a sra. d. Evangellna ide bailes Cavalneiro, esposa ao dr. lUiíl Var- gas Cavalheiro;

HASCIMKNTO

Acha-se enriquecido o lar do **•»¦

Raul do Valle Snell, funcclonario ua Light and Power, o ide sua senuiora, dona Hohoriha de Freitas «nell, com o nascimento, ha dias, de un «nem- no que na pia oaptlsmal receberá •»

nome do .Raul.

NOIVADOS

Contrataram eaJ-uiienio em Botuca- tu' n d*". Dante Delmanto. depu- taidô á Assembléa Legislativa do üs- tado n a senhorita Cecília Rodrigues Torres filha d0 dr. Mario Rodrigues Torres e de d. Eulaliha de Campos Rodrigues Torres.

São noivos, nesta capital, o dr. Vicente de Paula Mellilo, me- dico, filho d0 dr. Vicente Melülo c de d. Regina Morato Mellilo, e a senhorita Gylda César Lessa, proles- Bora, filha do sr. Eloy Lessa e de d.

Màr|-tta César Lessa.

Tém o seu casamento contratado, nesta capital n Sr. Lauro íontoura da SUva, filho da sr. Tarquinio Fer- reira da Silva e de d. Victailnk Fon- tóufa ida Silva c a senhorita Maria Aatonietta Vieira Nardi, filha do sr.

Antônio de Vasconcèllos Nardi e de d. Carmelina Ferreira Nandl.

NUPOIAS

Realizou-se ante-hontem. uo cario*

rio do Sta. Cecília, o casamento do at.

Paulo Leite Pereira, advogado, filho do sr. João Leite Pereira e de d.

Maria Luzia Reboliças Leite, com a senhorita Alice de Campos Luz, pro- tessòra, filha do gr. Juvenal Teixei- ra da Lu/ fallecido, e de d. Izabel tle Campos Luz. Foram paranymphos.

o sr. Arthur Ferreira da Luz e d.

Delphina d'** arruda Teixeira da Luz, por parte do noivo, e, por parto da r.ol.a, o *_*. Antônio Leite Pereira Sobrinho e d. Maria Cândida R. Ca- mara.

— Realisou-se hontem, ás 17 hs. na Igreja do Convento da Inimaculada Conceição, o casamento do sr. Anto- nio D Ella, chefe de secção da Pre- t"itura Municipal, com a senhorita Maria Maroldo, filha do sr. Sebastião Maroldo, 1á fallecido. c dc d. Lucl- Ua Maroldo

nhorita Laniobrtlnl Andrlnl. Por par- to do noivo no civil, o sr. Artosio Maia e a senhorita Nancy Mala, e aa religioso o sr, Cel Io Franco de Cam- pOp c senhorita Liii Camaciall,

Òs nubentes seguiram «n viagem de nupeias i>ara S. José do Rio par- do.

VIAJANTES

Pelo trem "Cometa", seguiu non- tem para Santos, kíc onde rumara para a Europa a bordo do "Cap Ai- con", o s.r, José Coimbra dos Santos Junior, chefe da firma Coimbra «*

Cia. o presidente da directoria da Aa- sociação Portugueza dc Esportes, que so faz acompanhar do sua família, CENTBO ACADÊMICO "OSWALDO

CRUZ"

Cresce dia a dia o interesso em tor*

no do grande bailo do Gala que o Centro Acadêmico "Oswaldo Cruz', offerecerá á sociedade paulistana, iiüi salões do Esplanada Hotel, cuja rm- da reverterá em beiveficio dos Depar- tanientos ide Assistência Social que o referido Centro mantém lia muitoa anno.íi nesta Capital. Diante dc 'ka0 nobrá finalidades ninguém, certa- mente, deixará de apoiar mais esla iniciativa dos estudantes ide mediei- na, da Universidade de São Paulo.

Virá especialmente d0 Rio de Janei- ro, afim de presidir est0 baile. « cxina. sra. Oswaldo Cruz, viuva do Insigne scl-entista Oswaldo Cruz.

Os ingressos podem ser procurados d.edo já na Associação Paulista H«

Madicina, teleph. 2-3370. na Casa '•»

Franco, no Centro Acadêmico Oswal- do Cruz teleph. 5-2101. c com ¦ commissão de senhorita.'.

NOSSO CLUBE

Afim de commemorar a passagem do 2.o anniversario rie sua fundação, a oceorrer no dia 23 de maio próximo, o Nosso Clube, está organizando um programma dc festas que certamente estão destiuadas a obter pleno exito.

Assim, a t> de maio, a partir das 20 horas, essa entidade oíterecerá a1.^

seus associados e lamilias, um vespe- ral, dansante, n^s saiões do Trianon, ao som de um dos melhores conjuuios musicaes da cidade.

Tara o dia 23. está sendo organiza- do um grande baile de gala, iioú sa- lões do C. A. Paulistano, estando o t) iiiicio das dansas marcado para óã 22 horas. Para esse baile será rigoru- sameiite exigido traje de rigor, tauto para 03 associados como para os cou- vidadu... Pelo carinho © attenção cum quo estão stiiclo preparadas, pode-se prever que essas iesta_j se revestirão de muito brilho.

BAlLi. DO CALLOURO Realisar--se-á sabbado próximo, nüi salões do Trianon, tendo inicio as 2i horas, o tradicional "bailo do calou- ro" que os estudantes da Faculdade de Sciencias Econômicas de S, Paulo otferecem aos novos companheiros u*

estuido o á sociedade páuilisUiaia.

Nessa oceasião será leita cordial r«»*

cepgão aos calouros.

Traje escuro ou rigor,

ESCOLA DK DANSA J_. HEI'NOU*

Realiza-se hoje, das 20 1.J2 hora, %m diante no saião do Clube Portugut*, a avenida São João, 120, a aula d*

dansa, eo_n orçhestra do Curso a' Dansa do Mine, LLouise Reynold.

correspondente a esto mez.

Tocará o jazz dc Otto Wey, Phu- ne; 7-3771.

E. C. SVR.IO

Promettò alcançar exito, o vesperal daiisante quo o E. C. Syrio offcroee- rá, 110 próximo domingo, aos associS".- do3 e suas famílias, pois nota-se no*

meios sociaes do alvi-rtibro grande enUiusiasmo em torno dessa lesta.

Nessa reunião familiar, .aléin UO recibo mensal ou annual que servirão coeno ingresso para os sócios do Sy*

rio, acompanhados por senhoras o &ü' nhoriUis do sua familia, serão vali*

dos os "Ingressos Permanentes", de cor branca do corrente anno, idistri- buidas pela direcção do Clube, á uu' prensa paulistana.

GRÊMIO DOS FÜNCCIONABIO-J I'UBLICOS

O Grêmio dos Funecionarios PutiÚ"

cos, dará no próximo domingo, (Ias *' a 1 hora da madrugada, etn sua séde sociasl um vesperal, abrilhantado CW o jazz Lincoln, dedicado aos so'-*0-

*• suâl. fãmitos exclusivamente.

O ingresso será tuedlantc l)ermA- m.-nte ou recibo de maio, acc.npanlH*;

caderneta social, que será -1'

As vendas em consig- nação

•Jk

O dlreotor geral da Receita com- ir.unica aos srs. exactores que (.

sr. secretario da Fazonda, resol- veu adiar até resolução em con- Dario o inicio da exigência feita pelo artigo 25 do decreto ri. 7579, de 2S dc fevereiro deste anno. con- SIBtante na entrega, pelo exporta- dor, dc "ma via da factura com- mercial ás riepartições anvecada- doras ou empresas de transportes.

quando das vendas ou

Realizou-se hontem o casamento Be-

do sr Bruno Kilner filho da sra. gorosamente exigida. Para isso a *>*

Barbara Ottilia Kilner, com a sen no- do acha-so aberta diariamente uas »¦

rita Ja__yra Lemso Fernandes íl^h»

do sr. Josó Augusto Fernandeg e do sua esposa d. Eliza Lemos Fernan- des.— Realizou-se a 23 do corrente 0 enlace matrimonial ida senhorita Ma- ria Josó Franco de Campos, filha uu advogado dr. Octaviauo Franco an Campos, já faíleeiido e de d. lracc- ma Aareinni Franco de Campos, com o sr Waldernar de Paula, funccio- nario" da Light má Power, filho ao sr, Francisco Machado do Paula e ae d. Isabel Machado de Paula.

Pai-anyrnpharam o acto. por parte da noiva, no civil, osr. Caio Franco d« Cenipos o a senhorita Iracy Fran- consigna- leo de Campos: e no religioso o sr.

-rr-^+o,)/. !(.,. .Paulo de Barros Monteiro e ae-

horas em diante. ..„.,.„

"CLUBE ESPORTIVO **•*<-"»•>¦-{**

O "Clube Esportivo Magdala lar*

reallsar hoje mais uma reunião dar*

sante delicada aos seus sociu.. „ milias o que,

ras, prolongar-se-á até as FESTIVAL ARTÍSTICO A União Beneficente cios Kmpreg£

dos cm Hotéis c Similares dt &JJ fará realisar, no Lasftno

la- tendo inicio as 20 j*^

at_ a*- 22 hors*

Paulo,

taretica, o seu.iest-vai 7"'-;;;;,ajn Mvó' do 5.o anniversario da runiaas-*

"daquellâ

entidade. e.

Do programma, fazem Pf'u * presêntação de unia comedia. avt0 o.

?arie,'ladne«nTbaleao somda^

chestra typica Inatos Copiav

Imagem

Referências

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