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Texto

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JUIZ FOI O

JOGADOR

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MELHOR I DO PALMEIRAS»

olho» fechados , , y* ¦;>•

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K aereseentim; "50.000 pessoas *ir«m doi^ só ele í|?*1ih o«

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r*Ktn-*v 2,

MUNDO ESPORTIVO

T«r«*-íc_r«, 11-12-1951

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ESTRANHO CONTRASTE! ©^í^^ <^_B®LA

Cimc-iO fenômeno sempre tem acontecido quando ... Palmeiras se ilrfionta com a Portuguesa dc Dn portos; esta, invariavelmente, veloz, "tramando de fm meira", fustigando eom intrépida em todos os fogos, cai em franca apatia, desfigura-se, perde toda a flt xibilidade de músculos. Isto já havíamos observado, na

primeiro tui uo, quando, poi sinal, verificou- ..¦ ti mesma contagem, ga aliando o Pttl metros pela vantagem mini um. Naquele.

tiia, se não nos

\allia ti mano- ria, lambem ro mentamos o de-

• alento luso.

Fra estranho — dizíamos — ver o movimento extremamente moroso tto.s jogadores, jogando "r.m câmara lenta" como se cada um carregasse nos pés alguns quilos de chumbo. Aquilo, paia nós, velhos admiradores dn velocidade da Portuguesa, foi uma forte decepção. Tomamos, no entanto, o curioso falo ,umo tendo sido, talvez, uma anormalidade própria do futebol- Quem sabe não seria Jiulo de indispo- lição geral, de" uma tarde menos feliz dos lusos?

'Poda.na,

o quadro ferte, contrastante, ficou sem- pie bailando em nosso espirito como algo que fugiu.

em muilo, da habitual conduta do esquadrão da Por- tuguesa. E quando a semana correu, com tantos prog- nòsticos favoráveis aos vencedores do Corintians, não deixou de aguçar nossa retina a lembrança daquele ktargico prelio. Nem sempre, porem, a historia se repete, e tudo poderia ter sido obra de um mau dia ,1a Portuguesa.

Começou o novo clássico, desta vez bafejado petn concorrência tle um publico vultoso, tomos logo me-

Tv^/T/aT^/

dindo os passos dos companheiros de Ptngu, inclusive deste, tão ágil, nos últimos tempos, lão malicioso r flexível nas descidas violentas. Pois bem, n quadro, a moldura e suas nuances não sofreram nenhuma mu dança. A Portuguesa, do primeiro turno, sem tinir, vem por, Ia estava, fria, apática, confusa, desconexa

diferente!

Todo o tempo de abertura ron eu sem fortes transições, levado por essa atmosfera guinai, de eom- plrta inércia, de terrível submissão, leio o periodo final e a Portuguesa forçou um pouco mais. Nunca, porem, foi o onze rompedor, flutuante, bravo e fulmi- nantf do choque com o Corintians. A pru tis uma opa- gada figura deste, movendo-sc mm lerdcsa. preso ti uma linha tle conduta desconcertanlt .

Que há eom a Portuguesa, quando enfrenta o Palmeiras? A pergunta fica sempre no ar. Perdei è uma contingência do esporte. Poderia, portanto, alé haver sofrido contagem maior. Afinal tle contas., o adversário foi grande, lutou brava e magnificamente.

Mereceu, assim, o sucesso, ratificando, aliás, sua hege- mania eom um final de campeão, aa bombardear por três vezes, perigosamente, a meta tle Muca.

A derrota em si, nesta emergência, não desabona.

não provoca nenhuma estranha cmirtusão. Nem deixa margem a indagações sem resposta. O que reflete des- favoravelmente è a total ausência de espirito tle luta que a Portuguesa revela ao jogai com n Palmeiras.

f.ii se não for isso, pelo menus, não tem explicação qur o quadro saiba correr contra ns outros e tam em apatia justamente nesta hora.

O falo se repeliu por duas vezes e.stt ano. F. não è desconhecido nas temporadas anteriores. Haverá algum complexo crônico, do qual n Portuguesa não consegue libertar-se? Quem sabe t isso.

Conclui-se, no entanto, no arremate dessa digres- são que a Portuguesa esteve irreconhecível. 1'or mo- mentos, ocorreu-nos a idéia de que não era snn equipe que estava jogando. O quadro perdeu o brilho, empa

lidecendo-se, desfigurando se tar o sua falia <''' emo- nio, a incrível lentidão que dele se apossou.

Chxúe. -na. TRAVE wSíh

Oujoar»

Francamente,' pelo modo dc a- luar dc nossos juizes, não sabe- mos mais quando há ou não pe- nalti. As faltas na arca são ela- morosas, mas os árbitros deixam tudo passar em brancas nuvens.

No jogo Palmeiras e Portuguesa tivemos por três vezes a noção nítida do penal. Uma quando Santos interceptou com a mão um avanço dc Liminha e as ou- trás duas contra o clube do Par- que Antártica. No primeiro tom- po. Fábio empurrou com mn soco a Nininho c nada foi assinalado, enquanto na final, numa bola que foi dada a Renato em pro- fundidade, vimos que Juvenal sc- gurava o avante na grande arca.

A tudo o arbitro assistiu impa**:- sivel e quando Simão íoi recla- mar ainda o expulsou do grama-

YTnmnrraTmraw-Tm^

FALAM OS NÚMEROS

ou. Logicamente, náo concorda- mos com essas reclamações to- Ias. mas não se pode negiu- que a.s faltas foram visíveis.

Aliás, já no prelio de sábado entre Corintians e Juventus, o arbitro errou elamorosamonte ao assinalar o quinto tento corin- tiano. Colombo estava impedido quando recebeu a bola, tanto quo o próprio bandeirinha assinalou a infração. O arbitro não viu c deu o gol, num erro flagrante. O resultado foi o que sc viu. Cas- tro acintosamente a segurar a bo- Ia junto ao representante e ape- sar dos constantes apitos não atendeu. Foi expulso com justi- ça, mesmo porque não se pode conceber e aceitar atos como aquele. Ate o representante foi

COLOCAÇÃO POR PONTOS

PERDIDOS 1.0 —- Corin- 1ia.ns, 9; 2.o - Port. Desportos

<• Palmeiras, 9; 3.o — Santos e São Paulo, Kl; 4.o — X^ de No-

\ ombro, '-'•V, ã.o — Port. santis- ta, 2_; G.o Juventus, 25; 7.0 — Guarani e Ponte Preta, 2G; 8.0 Radium, ü7: 9.0 Comercial, Ipiranga e Nacional, 30; 30.o Jabaquara. *'.i>.

PRINCIPAIS ARTILHEIROS

- Carbone (Corintians) 27 gols «*

Pinga «Port Desportos) 21.

ATAQUE MAIS m_.Al-._-A- DOR — Corintians, 84 tentos.

ATAQUE MENOS REALIZA- DOR — Jabaquara, 22 tentos.

DEFESA MENOS VASADA

Palmeiras. 22 tento.*..

ARQUEI HO MENOS VASA-

OO — Fábio, 17 tentos.

CLUBE COM MAIOR SALDO DE TENTOS — Corintians. com 51.

MAJOR CONTAGEM Corin- tians 9 vs. Comercial 2. 3.a ro-

«tada. do turno.

MENOR CONTAGEM Na-

cional O vs. Guarani O e Nacio- na] ü vs. Palmeiras 0.

MAIOR RENDA DO CAM-

PEONATO CrS !..051.255.00 Palmeiras vs. Corintians, na lã.a rodada do turno.

MENOR RENDA - Nacional vs. Port. santista, CrS 1.320.00.

3 a rodada retorno.

RODADA DE MAIOR REN-

DA — 8.a: Cr$ 1.304.912,00.

ARRECADAÇÃO TOTAL

Cr$ 17.064.093.00.

MUNDO ESPORTIVO

Redação e Adm R Felipe dc Oliveira. 36 - 3.0 - lt-. 32 8460 S|

Dir Hesp GERALDO BRETAS £J

Dir. Ger LUIZ VEDROS1

Numero do dia — Capital e Santos Cr$ 1,50 Interior Cr$ 2,00

^jUUljUUJLiLOXUJULiUUUUUU^

desrespeitado, p««is Castro entre- gou-lhe a bola acintosamente. Há necessidade de sc acompanhar mais de perto as jogadas a fim .ie evitar essas falbas. Calcule- se o que aconteceria num final de campeonato, quando estivesse indecisa uma partida!

O quadro da Portuguesa foi tim fracasso, exceção feita á pa- relha de zagueiros. Muca deixou- se vencer mima bola na peque- na arca, quando poderia períei- tamente tê-la disputado com Ri- chard, pois estava bem próximo do avante. Por outro lado, foi traido pelo golpe de vista e inde- cisão na segunda fase, quando por pouco não teve sua meta va- sada novamente, por culpa ex- clusiva, principalmente naquele tiro de Palantc. Fez algumas boas defesas, mas não ioi o mesmo das vezes anteriores. Tambem Re- nalo e Nininbo não se comple- taram. O ultimo foi de uma ne- gatividade á toda prova. Erra- do nos passes, sem noção de in- filtração. teimou sempre em pro- curar o miolo da cancha e qua'1- do este estava desguarnecido e merecia uma bola cobrindo a za- ga para a fuga de Pinga, prefe- ria conduzir a bola pilas late- ruis. Foi o pior elemento do gra- mado.

Ainda relativamente a Portu- guesa, foi flagrante a falha pelo centro da área rio Palmeiras. f-'.s- te fechou-se como num funil e sugava os atacantes, que se diri*

giam justamente para o bloqueio Ao invés de recuarem e fazerem os ponteiros jogar bem abertos, em busca üo contorno pelos fia»

COS. Nada disso foi leito e os re- sultados só poderiam sei os que vieram, com os lusos deixando em branco o marcador O Pai- meiras soube explorai o defeito

«*. mesmo não contando com uma ofensiva eficaz manteve a van tagem conseguida uns dois mi- mitos de iogo Dai por diante .i Portuguesa atacou mais e esteve mais tempo no terreno inimigo, mas sem saber como levar a bo*

Ia às redes. A Portuguesa preci- sava dos contra :>. r.•->;it-s mas foi 0 Palmeiras tinem so serviu deles.

fia tnvadiii nossa recinto dr trabalho, cumprimentou o chefe maurt, vs ru ribas r u taquigrafa, deixando no ar um big sorriso para nin.

Depois, seni tida >iu puliuma de veludo cor dr macaco, riu, pausada- mente, disse:

— "Nau lui meia de bolar ¦"*« gniie tu> horário. Air parece quf.

eles têm alguma coisa de comum eom unia tias nossas ferrovias. ., O jogo deve iviitri,tir <i« /(, e começa ás I6.IO ou até mais tanle. Cay/fcqiiencia;

peno compromissos. Item, mes deixemos de lado a cebola. Você. fui ,.;, o itmo principal? Que abacaxi, velhinho. As duas equipes jogaram pe.drinha. A Portllga, que estará toda cheia de dedos depois duque',,, surra nos mosqueteiros, perdeu o bossa, ficou como noiva esperou tio •>

noivo no aliar. Incrível. Ele, depois daqueles noventa, olhou para rta , tli.sse.. Quem le. viu e quem le vê... sim, nem caberia outra expressão mais deseoncertatite. /•'. por falar em desconcertante, como é arado aquele apitador. Você. reparou? O cura sr faz de tinido, se faz de surdo . _r faz até de cevo... li', se fni dr lutln, mas quando o Simão largou ti verbo extensivo ti pessoas o ele mais ligadas pelos laços sangüíneas, «> cara ouviu bem, entendeu direitinho, viu quem o largou e leve atitude \ij„, Paraíba. Por que níio foi assim antes? Veja, estou enveredando por sem a alheia. Os jogninhos correram Iodos bem, embora estivesse n tempo mn pouco intente. Sábado por exemplo, quando a Portuga chegou u ir, líder por alinins minutos, houve muita coisa pelas bandas do Pacaembu.

Eu su ouviu falar em gaita. Cheguei a pensar que o Papai Noel deslt oim aparecera com t> 'tim cheio de dinheiro . muito antes dn tinta, o que será que está havendo. Creio que é a mesma historia tle Iodos n unos, quando se aproxima o final de nm certame. Você não acha? Ilim

mas é melhoi i_.ío Inlai muito. P.n não tenho nada eom isso r, e possível que alguém diga tjue lui eu quem deixei um monte de notas til.n- ti.

algum gol. . . GOOD II VE"

CORRESPONDÊNCIA}

.

Ao meu amigo Brandão — Depois da grande viloria que você leve contra o Corintians, escrevendo- lhe, tive oportunidade de dizer, se náo me engano, que observa- ra uma grande falha no seu ala- que: faltava-lhe um centroavante. Ou você conseguia recuperar Ni- ninho, que se mostrava sem condições para o posto, ou deveria na posição, incluir outro, qualquer que fosse. Aliás, acredito que .o lembrei mais uma vez um velho problema, sim, porque há muilo insistia na mesma tecla. No entanto, nada foi feito. E, domingo. Ni- ninho repeliu suas atuações anteriores. Foi péssimo. Não quero dizer que não tenha sido esforçado, que não tenha procurado fazer mui to. No entanto, pouco ou nada fez, chegando por Tezes até a alrapa-

lhar. Você. precisa, pois. cuidar desse ponto da equipe, como preci sa, lambem, voltar maior atenção para o sistema defensivo. Parece me que o ilanco esquerdo não está agindo com regularidade. O que faz Ceei de um lado para outro? Por que nâo nâo faz as coberturas com o homem da zaga? Observei-o cuidadosamente e me pareceu fora dc condições fisicas, sim, porque marcou de longe, como quem receia uma corrida, porque com passos lentos procurou cobrir os setores, e isso sem falar na deficiência geral no jogo alto. Alia*-, tambem Brandãozinho está caindo sensivelmente, pois alem de dis- iribuir muito mal, nâo eslá neutralizando. Perdeu em muitos lan ces, quando tudo estava a seu favor, quando as probabilidades dc*

exilo eram enormes Você precisa agir, meu caro Brandão, mesmo porque se é verdade que as possibilidades da conquista do titulo di niinuiram com a derrota contra o Palmeiras, não menos verdade é que a Portuguesa de Desportos ainda está no pareô, dado que o li- der terá ainda obstáculos difíceis e poderá cair. Não deve, pois, ha- ver falta de animo. E' lógico que a tarefa se tornou mais dificil que as probabilidades sáo menos amplas. Mas nem tudo está p.rdi do e se houver entusiasmo, eniào, as coisas poderão vir a ser mais agradáveis. Você não deve esquecer-se que esta è uma das suas grandes oportunidades. Aceite um abraço do amigo MINISTHINHO

Se eu fosse juiz... j

,.m..m.,m--m-

aluno e depois

¦•IU! se eu ji.is.se juiz... luru não "»

¦Juir quem. Comigo não liarei iu /«i- gador qne fizesse o que fizeram com n filho do Kohil. Nilo, comigo une nem pagando muilo, nem tine viesst abaixo o Pacaembu. Os curas enlrti- fitaram a posar pnra os fotógrafos

tis coisas foram piorando. I.u advertiria uma vez e, na seg saria. Náo tinha nutin conversa. No entanto, o filho tio o barco correi, permitindo, ainda, gestos e reclamações. /-.' i7i//i em campo

Não satisfeitos, ilaam entrevistas e alguns até ficaram no bate fiapo nu no liiile-bo/a. Mal começou «_ luta, e vieram alguns ponta-pés. Depois.

nula, explil Kohn deixou então, a, iun lhou-se completamente, a poulo tle chamar nm jogadtn duas, Ires r mu.- uezes, sem que este tomasse conhecimento tias sutis atitudes. /'.. em seguida.

•> jogadoi deu o golpinhn, atirou-se no chão, fazendo-se de contundido Comigo?! I ma ova! F.s.se cara iria para o banho ineontinenle. Nem sequei respiraria mais no tampo. Iquele nutro, que se punha nn lieute tia pelota, todas as rezes que n adversário pretendia cobrai uniu falta que corna alias ,la Ooln quando - mesma stua tia cancha para depois deixá-la ontie n mesma parára, iria parar no vestiário, snn. porque essas palhaçadas padt m ficai muito bem num curo de cavalinhos, num pnim nu uo nuo que ti junta, menos num campo tle futebol, estando eu com "

apito ua boca. I. aqueles penais?! Oh.'... Oh!... Dez oh!, com reticeii cias e. tudo. Dois. dois fienais. legítimos, legilissiiiios, c fie nei ti, liadillhtt.

Ora, isso e ti cumulo tia acumulação acumulada, como diria o meu amigo Isaias, aquele, ijue soltou us molas tia lingua e está tazentlo um carnavu1 ein pleno mes ile dezembro. I.u afiliaria os penais, houvesse o que liou cesse e se algum una ousasse metei ns peitos, eu tario como te: o tur- que esteve em. função ua rua javarí: passaria a mão no pau du bandeira e desceria, violentamente no pescoço tio dito. pnra que tudo mundo lieus.se sabendo tine comigo mio lem conversa... falou e não repeliu..

plliriba, vai lenha. Xta.s, esses nossos sopiadores da latinliii são uns galinha limita lutam deles o que querem e furem deles gato e sapato- /¦.' eles, com unia colmo lipo pasios do filho do Kohn, engolem tini"

tleiigniaticamentr

7.1'.' DO A PI I <-

PONTO C H í C

C ENTRO D 1. REUNIÃO DA ELITE PAULISTANA

LARGO PAISANDÚ. 27 TELEFONE: 3*. 4432

mn

(3)

,.. Jin|iJiinf--1*Fil ¦¦".¦', i1^ "tt—.,« . .w-. .jmm^tnmrm JtrtlT-ít-x...-. 'J.J«Il ...l.l|ã*|--«r-*-ã-ã-l-a«-PUl.i.-JII-T«a-ã-I"_" '«'l. J "a ."•¦ ¦ ¦¦ ' . -.*»»!

Te^ft-feiM, U-12-195r

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MUNDO ESPORTIVO !*«*.«* 3

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Guie-se pela inspiração de Papai Noel

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o seo MELHOR PRESENTE

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Ei ^TSÍTitr^-J w *§* / / /X i Roupas em cambraia:, ir outras cast af

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"fe,. 'Ba tAvelü.sao prôprlai para at chuva* no» . •«¦% 1? *-*% l'^^> -:^J// l^Ki Preç* d-* Fcttat. «,« ^ifk hpj ^^a*w-,v, J?

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CAPACIDADE E FIRMEZA QUAD ORINTIANO

Passou o Corinliuns mais um grande obstáculo. Quando não iosse um adversário locnicamen- Ic igual, exislia o fatalismo, aque- le mesmo lalalismo dos anos an- tcriores, com o Juvenius sempre armando poças ao aluai líder da labela. Este ano, enlrelanto. as coisas mudaram muilo e so já no lurno passara com relaliva como- didade maior so lornou a supre- macia, a largueza da viloria que ficou espelhada nlidamenle no marcados da elapa inicial.

Na verdade, o Coriniians en- lrou na cancha litubeanle, incer- lc e com sua retaguarda demons- lrando inúmeros defeitos. Talvez estivesse pretendendo ausentar alé onde poderin ir o avanço ini- migo e o seu poder do defesa. Fo- ram corca de seis minutos verda- deiramenle inferiores com o onze se aglomerando no terreno cen- Irai da grande área e sem o auxi- lio eficaz dos ligadores do ata- que à defesa. Sofreu um tento lo-

Seis minutos de atabalboamcnte - Depois, o lidei* começou a crescer — Aos tlez já estava vencendo — Firmeza na re- lagiiurda. segurança no ataque — Dois meias na internie- diária inimiga e um só ponta «le lança — Baltazar, o maior do ataque — Murilo, Touguinha e Idario muito bons — Ju- Iião jogou bem. com a vantagem de saber largar a bola

I

go aos 2 minutos, quando as fa- lhas foram gritantes, inclusive a largada de bola de Cabeção. Pou- co a pouco foram adquirindo a serenidade necessária, pouco a pouco foi se movimentando a in- iermediaria e alimentando a o- fensiva e

O CORINTIANS COMEÇOU A A CRESCER

Com essa seqüência natural de onlrosamenlo, o quadro foi ao alaque e nem haviam decorridos 10 minutos já estava na frente

no escore. Daí por diante o Jogo lhe pertenceu total e integral- mente. Tanto no terreno ír.divi- dual, quanto no coletivo. Cremos mesmo que foi uma das melhores exibições dos últimos tempos.

Os ataques juventinos morriam invariavelmente na linha media e quando a bola passava desta enconlrava lá atrás um Murilo soberbo e seguro, um verdadeiro limpador e dono de sua área. Ju- Iião também manobrava com re- gularidade, saindo-se bem nos li-

E M FOCO

E BB

ESTE E' O MAIOR ENTRE OS ESTRANGEIROS — Gunnar Cren c o maior estrangeiro que joga em quadros italianos* Pertencendo ao Miliui, ua posição de meia direita t' mesmo uma das molas mestras do aluai ponteiro do certame italiano.

I-, Imitas são suas virtudes, que já joi cognominado de "professor", desde, os tempos em que jogava na Surtiu, sua pátria.

OUTRO QVE SE VAI - Cam-

¦pana cia integrante do alaque do .Boca Juniors, dc Buenos Aires, teu- do formado durante, muito tempo ala com Jiusico. Agora vem de ser engajado pelo Cerro, de Montevi- déu. Segue o mesmo caminho dc Mendex, embora para clube dife- rente. A posição titular do lloca

¦ficou mesmo em poder de fícnile-, que o Flamengo quis contratar.

VIRA' MESMO O 1 ICh.-CAM- PEÃO ARGENTINO? - Muilo se tem falado dos desejos do S. Paulo em trazer para suas fileiras reno- modos craques argentinos. Entre estes, cita-se o nume de Moreno, aluai meia direita do Banfield, vice- campeão platino. Moreno alcançou grande evidencia no momenio, res- laudo saber como o seu clube enta- rara a transferencia.

E DJ/.EM QUE OS AUSTRÍACOS NÃO MARCAM TENTOS! - Recentemente a seleção da Áustria teve oportunidade de enfrentar a Bélgica, dentro de Bruxelas, num prelio em que ficou sobejamente demons- liado o poderio e supremacia dos vienenses. Nada menos de oito tentos foram assinalados pelo seletio- nado auslriaco, contra apenas um dos adversários. Uma autentica e espetacular goleada, rom baile e tudo, já que os comandados de Ocwirk dominaram amplamente « peleja. A fotografia mostra o onze derrotado, antes do cotejo, quando eram grandes as esperanças de sucesso. Vemos, da esquerda para < direita, de pé; Mat- tliys, Van Kerchoven, Van der Auwera, Bogaerls, Vaillant e Carré; ajoelhados; l.amberechts, Van Steelant, Mermans, Anoul e Moes. Os vienenses venceram e parece, que esgotaram o estoque de gols, já que no ultimo dia 28 de novembro, mesmo dominando territorial e tecnicamente, não marcaram mais de dois ten- los frente aos ingleses, na capital britânica. De qualquer modo, os vienenses deisaram daro que são dos me- ílwies dentro da Eurotia.

quês e com a vantagem de ler tido ampla visão no alimentar as peças de opoio.

Sentindo as melhoras da rela- guarda c u'a marcação segura dos laterais, pôde a vanguarda movimentar-se com magnilica desenvoltura e o crescimento do onze foi simultâneo à visila às redes de Jaime. De nada adianta- vam as-deslocações do adversa- rio, as entradas de Castro pelo centro ou pela esquerda e as in- fillrações de Osvaldinho pela ex- trema. E isto porque o serviço de cobertura era realizado com per- feição, agindo Idario, Touguinha, Lorena e Julião um pouco avan- çados e deixando-se a Murillo a incumbência de despachar o ba- lão quando este se avisinhava da área. Até nisso a talica deu certo, pois o zagueiro central trancava o couro livre e dirigia os passes ora para a intermediária ora pa- ra o ataque, visando as entradas dc Luizinho ou Baltazar.

Era comodamente portanto que jogava o Corintians. A ofensiva jogando lambem a inteiro con- lento, com exploração lúcida do jogo de área entre Cláudio. Lui- zinho o Jackson, não se sabendo muitas vezes qual o ponteiro e qviais os meias. O interessante é que Luizinho e Jackson jogavam na intermediária inimiga e va- liam-se da mobilidade para con- duzir, após fintas secas c para frente, o balão até o reduto pe- rigoso dos contrários. Pratica- mente, existia somente Baltazar coom ponta de lança, mas a aber- lura das brechas era coisa mate- malica. Luizinho entrava com a bola e procurava combinar com Jackson ou Cláudio e tão firmo cr? o trançar dos passes que os tentos foram se acumulando en- quanto Jaime fazia verdadeiros ptodigios no arco para evitar no- vas quedas de sua cidadela.

Aliás, abrindo-se aqui um parcn- lesis, deve o Juventus ao seu go- leiro aqueles cinco a um da pri- meira elapa. pois pelo modo co- mo agiu o Coriniians, buscando a pequena área para os arrema- tes, muilo mais largo deveria ler sido o escire. Jaime só não de- findeu o que era impossível fa- zé-lo.

MAIS CLASSE E MENOS GOL Foi isso o que aconteceu na fase suplementar. Com a vitoria garantida e ainda superior nu- mericamenle na cancha, o qua- dro do Parque São Jorge não bus- cou com maior afan lentos como queria e pedia a sua torcida.

Preferiu poupar-se e demonstrou até certa indiferença pelo desen- rolar do prelio, que caiu em grande monotonia. Se ames ha- via movimentação e beleza, ago- ra o espetáculo era outro, com troca de passes é verdade, mas sem um sentido mais amplo das redes.

Não se notava, a não ser nesso particular, maiores defeitos na equipe do lider da labela. En-

trclanio, pela demasia dos pas- ses e pela apatia que Julião já não estava tão firme, Lorena era falho nos duelos frente a frente.

Largavam bem a bola, procura»

vam mesmo empurrar o alaque, mas persistia como desvantagem maior a comodidade do marcador.

Luizinho lambem decrescia do produção, quase isolando Clau- dio. Somente Baltazar e Colom- bo continuavam com a mesma disposição, aparecendo Murilo, Touguinha e Idario lambem lir-

mes na retaguarda.

Jackson perdia-se na cancha pela lentidão e por não saber aproveitar as bolas quando lho eram entregues no buraco. Os minutos transcorriam, sem gran- des emoções, alé que Baltazar voltou a movimenlar o placar- de, num lento lipicamente seu.

O quadro como que senliu novo animo. Luizinho reapareceu o o onze se movimentou novamenle com segurança. Alcançou um so- noro 7 a 2, quando poderia ter ido mais alem, pois sua superio- ridade era inconteste. Tudo de- pendia de maior sentido oíensi- vo, mas o Corintians preferiu manter o escore e poupar-se, no que, temos que reconhecer, agiu acertadamenie, já ainda lhe res- Iam jogos duríssimos.

VALORES INDIVIDUAIS E JOGO COLETIVO Cabeção não teve grande ira- balho, mas, a nosso ver, falhou nos dois lentos do Juvenius, lar- gando a bola, muito embora te- nha a seu favor no primeiro o fa- to de se encontra com inúmeros jogadores pela frente. Murilo foi soberbo e quase não leve falhas.

Julião muilo bom na etapa ini- ciai e indeciso na complementar.

Idario firme na marcação, com tempo ainda para incursionar, como o fez no segundo tempo.

Também Touguinha realizou boa partida, apoiando com regulari- dade e nunca desguarnecendo seu setor. Lorena, após os pri- meiros dez minutos, melhorou bastante, mas falia-lhe Iraquejo nos duelos e nas entradas pelo cenlro e posterior abertura para os extremas. Cláudio e Luizinho formaram uma ala soberba, em- bora o meia decaisse um pouco durante os quinze minutos ini- ciais da segunda elapa. Baltazar foi o maior atacante, não só por- que marcou cinco lentos, como porque foi o homem ideal para combaier dentro e fora da área.

Jackson com amplo sentido de ligação e com bom arremate. To- davia demonstra lentião o que é prejudiciall para o sistema de jogo veloz da van- guarda. Colombo completou rc- gularmenle a peça e auxilou muito Baltazar no combate no terreno perigoso do inimigo. Co- letivamente, não lemos reslri- ções a fazer, eis que o quadro se movimentou muilo bem, com en- irosamento entre ataque e defe- sa, ludo fazendo crer que a vol- Ia de Roberto proporcionará maior potencial.

Tintas us

quintas-feiras

GLOBO POLICIAL

V tyattde CainçaHia yfôciat

A tradição e as glórias do São Paulo ifto querido, desta campanha Jâ dizem o verdadeiro sentido!

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Pagina 5

LENTA E IRRECONHECÍVEL

A PORTUGUESA DECEPCIONOU

i-Vrdeu-se porque atrapalhou-se e facilitou o serviço cio adversário — Quando leve necessidade de mar- car, não o fez — llepeáirani-se os erros de marcação — Apagada a ligação de Itcnaio — Somente a zaga esteve presente — Nininho, outro ponto nulo — Faltou uni cérebro para comandar — O Palmeiras chamou o.s atacantes para o miolo e estes caíram e facilitaram a tática — Vitima de seus erros e da incompreensão

A Portuguesa perdeu a grande chatice de fi- car bem próxima do líder da tabela, muito embo- ra ainda na viec-liderança. Mas, já agora, divide es- sas honras com o Palmeiras, justamente o seu ven-

•cedor da ultima rodada. Diga-se ainda que, após aqueles dois espetaculares feitos frente ao próprio lider e ao Comercial, aguardava-se que, pelo me- nos, pudesse funcionar bem a ofensiva c marcar os tentos indispensáveis à vitoria.

O que aconteceu, porem, íoi a Portuguesa vol- tando a sua irregularidade antiga, quando se ani- í-antava em certos prelios, para logo depois cair verticalmente, nunca se podendo dizer quando ia jogar bem ou quando seria derrotada. E numa equipe assim a confiança é a primeira a desaparo- cer, pois os fatos demonstram mais que palavras que ainda não existe verdadeiramente uma poiso- nalidade definida, que possa propiciar uma firmeza de exibições que a leve a subir o alcançar o cam-

RKPF.TIKAM-SF OS ERROS DE MARCAÇÃO

Vimos durante os noventa mi- nutos a insistência de se que rei* fazer de Ceei um marcador de extrema ou um homem livre para somente municiar a van- guarda. Com o recuo inteligente de Lima, mais gritantes se tor- naram os defeitos da equipe lu- .sa. ficando a Noronha uma du- pia incumbência, que quase oca- siona sua derrocada, porque o zagueiro não possui velocidade para as disputas em pro fundida- dc. E não tivesse Noronha cias- se e experiência teria se afunda-

peonato. Em absoluto queremos dizer que os lusos não merecem o titulo, mas tendo equipado um es- quadrão de grandes valores — em cada posição um verdadeiro craque — não apanhou ainda o es- sencial para se fazer temer. Repele-se o mesmo dos torneios anteriores, pois quem venceu de sete o Corintians não poderia assim desaparecer tão de pronto ante o Palmeiras. Não discutimos tambem a justiça da vitoria palmeirense, mas tão somente ressaltamos o modo como ela foi conseguida. O.s lusos sem qualquer lucidês, vivendo quase que ex- alusivamente de sua parelha de zagas e com uma vanguarda que antes marcara treze tentos em dois jogos improdutiva para assinalai ao menos um. Foi assim que a Portuguesa perdeu, sempre inferiori- zada. sempre por baixo durante o transcorrer da peleja. E se falhou a intermediária, mais pecou o ataque, perdendo ocasiões preciosas para visitar a.s iodes de Fábio.

Reporiafiem de Solungc Bibas

do em conseqüência dos erros de Ceei. Diga-se tambem que Nena foi uni parachoque e que esteve sem pie presente nas ^ ocasiões mais criticas em sua área, ora rechaçando, ora alimentando com uma clareza' verdadeira- mente notável.

Entretanto, os pontos dc apoio falhavam constantemente.

Renato; a quem cumpria fazer a ligação do ataque o defesa, foi mera figura decorativa, incapaz de vencer Luiz Villa em todos os duelos que travou. A isso acres- cente-se o péssimo desempenho

de Nininho, outro valor nulo dentro da cancha e chegar-se-á fatalmente à conclusão de que a defesa só agüentou as'cargas do Palmeiras graças única e exclu- sivamente à sua zaga. Foi unia tarde negra, cm que somente Ne- na e Noronha se salvaram, pois até Muca falhou em lances des- pretenciosos, sem contudo che- gar a comprometer, pois as bo- las não visitaram sua meta em maior numero de vezes.

A vanguarda incorreu num grande erro, facilitando, aliás, todo o serviço defensivo do ad- versario. Esto defendeu-se mais que avançou, mas até nisso a tática foi acertada. Trouxe pa- ra sua própria defesa os avantes da Portuguesa, tão certos esta- vam os homens da camisa ver- de que ali, naquele terreno res- trito, não poderia haver o jogo de contra ataques e o jogo veloz de Pinga e Julio. E a Portugue- sa, como dissemos, facilitou o serviço. Ao invés de procurai*

abrir o jogo para as extremas, procurando assim contornar o bloqueio, teimou e insistiu pelo miolo, com visível inferioriade*.

QUANDO FALTOU UM COMANDANTE

O Palmeiras fechou a grande área e chamou o ataque luso c este ingenuamente caiu na, ara- puca. Quanto mais se fechava a área, mais a Portuguesa insistia tnripí^nrinnnnnprinr^

TERRENO

PERIG OSO

O nosso futebol descamba pa- ra mu terreno perigoso, justa- mente numa ocasião em que at-

I O l> V S AS

;».AS FEIRAS

GLOBO POLICIAL

li Hl TODAS

\S BANCAS

cançámos, após tantos anos de espera, uma posição técnica des- tacada, graças á renovação me- toclica de nossos valores. Nunca, como agora, sc falou tanto em suborno, c isso é sintomático.

Admite-se o extremo da rivali- dado. no futebol. Aliás, 6 cia ri- validade que ele vive. Nunca, porem, se poderia permitir que do caminho das rixas e das "di- ferenças" puramente esportivas, se passasse para o mau habito cio suborno e do pagamento de pre- mios aos "pequenos"

para que estes sc esforcem contra os "gran- des" concorrentes. Isso ostft se tornado corriqueiro e poderá rc- presentar o principio de um fim que não está assim Ião distante

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RUA DO CARMO. 72 — SAO PAULO

naquele setor, em lances impro- dutivos e que demonstravam.

mais que tudo, que faltava um cérebro para comandar as ações.

Foram inúmeras as vezes em que vimos, num só bloco no ter- reno, todos os integrantes da vanguarda lusa. Julio e Simão constantemente jogavam na pc- quena área e quando a bola cs- pirrava para as laterais ali não tinha ninguém para fazer o ro- torno. Um enibaialhainento to- tal, de conseqüências facilmente previsíveis. Como jogava a Por- tuguesa, dificilmente assinalaria tentos: Quando, em rarissinias ocasiões, o jogo foi veloz pelos ponteiros, os lusos estiveram a

pique de marcar, com Nininho perdendo duas bolas cara a ca- ra com Fábio c* Pinga uma ou- tra em que o gol era certo. Me- diocrcmciíte, a bola íoi chutada fora.

Náo houve um instante siquer de clareia ou de bom futebol, Ceei pecava continuamente e Brandãozinho entrcmèíava sua atuação dc boas e mas jogadas.

mais acentuadas estas ultimas.

Quanto u Santos, se bem mar- cava, atabalhoava-se nos passes e com Renato sem fazer o traba- lho que lhe incumbia, morreram todos os setores. Nininho, repe- timos, era simples figurante e Pinga niarcadissimo nada fez.

[-testaram Simão e .lulio, mas teimando em procurar o miolo do campo, o setor onde residia todo o poderio adversário. N'o fim, começaram as trocas de ultima hora, indo Pinga jogai aberto e deixando-se a Simão a constru- çáo dos lances. Mas Fiume nua- ca deu aso aos integrantes da- quela desconjuntada ala cisquei- da, enquanto Dema policiava de perto o outro goleador que é Ju- lio. Faltou um cérebro e com isto tudo se foi por água aliai- xo, distanciando ainda mais os lusos do atual líder.

DESTA VF.Z, A /ACA SALVOU

A peleja foi totalmente im- produtiva para a Portuguesa e

queremos crer que nem aquela derrota em Santos contra sua homônima santista se apresentou tão catastrófica. Daquela feita, havia o buraco «Manduco, mas a ofensiva procurou manobrar eni busca de tentos e acabou mes- mo assinalando um. Agora, to- davia, a zaga foi a peça firme, a intermediária com alguns lan- ces bons e outros maus, ficando á ofensiva todo o demérito do revés, com a agravante de terem se deixado levar para a própria tática inimiga, nunca antevondo que estavam fazendo o jogo que queria o Palmeiras. Foram paia o terreno central da grande área, para onde jã havia ido o Corintians naquela peleja final do primeiro turno. F como o ataque luso basea-se cm jogo 'le velocidade, estava praticamente morto. O mais certo seria re- cuar e abrir o jogo pelos flan- cos, mas isto não foi feito e lá se foram dois pontos-preciosis- simos, dos quais o quadro esta- va grandemente necessitado.

Houve justiça na derrota, pois se o-Palmeii-as explorou todas as falhas, a Portuguesa foi impo- tente para tentar uma contra tática acertada. Foi vitima de seus próprios erros e de sua in- compreensão.

SELEÇÃO NEGATIVA

MUCA

O goleiro da Portuguesa, para multas realizou boa partida. Entro- tanto, a nosso ver falhou lamentável- mente no tento do Palmeiras c ainda titubeou em lances clespretehciosps, como naquele tiro longo de Palante Não loi e elemento seguro de sem- pre a não reeditou partidas anteriores.

carregou o serviço de Noronha. Por outro lado, erros visíveis no serviço de apoio, insistindo no erro de levantar a bola, quando o jogo luso ê.

maia produtivo de modo rasteiro.

TITE OLEGARIO

— Não gostamos da atuação

do zagueiro de Mococa. In- deciso e marcando mal, foi um valor a pena.-; medíocre, ainda proporcionando aso a Paulo, o homem que lhe incumbiar policiai-, paia empatar a peleja. Voltou à seleção negatt- va com justiça, pois lutou abaixo do normal.

• Deslocado de sua posição de ex- trema esquerda, Tite reapareceu no quadro do Santos jogando mal. Aliás, toda a ofensiva foi improficua e demonstrou in- capacidade. Tite, todavia, foi um dos piores, pois nunca se valeu da velocidade que possui para tentai- a Infiltração.

RENATO MAURO

Quando o "São Paulo -acertou

uma goleada, após tanto tempo de espera, Mauro falhou em muitas jogadas, demonstrando excessiva lentidão e até deixando-se influenciar por um sentido ei- roneo de marcação. O que valeu é que teve Pela frente a pelos lados a firmeza de Pé de Valsa e Turcão.

- - A rigor, Renato toi o ele- mento de mais baixo Índice tec- nico do quadro do vice-lider, principalmente porque a ele incumbia o traba- lho de coordenar a estrutura do onze. Falhou ho- mente, cm todas as vezes c acabou precipitando a dcbucle dos lusos.

NININHO

O magnífico médio-direito do São Paulo parecia, estar entrando nos c.xos, depois daquela boa exi- da penúltima rodada. Esperava-se muito de. Bauer, mas o apoiador sampaulino esteve novamente apático e. desinteressado, retornando ao caminho irregular de antes.

BAUER

bic/u

Foi outra nulida.de da Por- tuguesa. Não teve clareza nas aberturas, não soube fugir à marcação dc Juvenal e ainda por cima perdeu bolas, à boca du meta de Fábio, que poderia ter mudado o resultado da peleja. K tudo sc deu poe falta de maior classe o serenidade.

ODAIR DIAS

l'.ii a guinde brecha dc que se sei-

viu a Portuguesa de Santos para le- var o perigo ao reduto final dn Pon- te. Km nenhum momento encontrou o seu me- Ihor jogo (i, ademais, contundiu-se e passou a jo- gnr ua extrema, ainda mais apagado e sem o vi- gor que lhe é peculiar.

Tem a seu credito lei assinala- do o tento que empatou a partida contra o XV de Novembro. Tam- bem, não passou disso. Enterrou-se juntamente com toda a ofensiva de Vila Belmiro. Odair es- tá caminhando irregularmente neste campeo nato e tem maiores deméritos que boas atuações.

MAURINHO CEEI

O médio esquerdo da Português:)

foi uni dos piores elementos do onze Náo marcou ninguém e assim sobre-

O Jovem extrema do Guará- ni deixou a. torcida boquia- berta mercê de seu péssimo desempenho. E' verdade que marcou uni bonito tento, mas, como Odair. ficou só nisso, etran- do mais do que acertando. Esteve abaixo da critica e não acompanhou o esforço de seus companheiros.

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..Gin Seagers

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Referências

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