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Cromatografia líquida

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Academic year: 2022

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(1)

QFL1201

Química Analítica Instrumental –Diurno 1º Semestre 2019

11 de maio de 2019

Luís Moreira Gonçalves

BSc, MD, PhD

Cromatografia líquida

(2)

Cromatografia líquida

Fase estacionária 

Fase móvel 

sólido líquida

(3)

Mecanismos de separação

físicos

químicos mecânicos

adsorção partição

troca iônica bioafinidade

- exclusão

(4)

Cromatografia líquida em coluna

HPLC

colunas metálicas

alta pressão

bombas de propulsão

colunas de vidro

pressão atmosférica

ação da gravidade

Clássica

(5)

Cromatografia líquida em coluna

(6)

Modalidades de HPLC

 Cromatografia de partição

 Cromatografia de adsorção (cromatografia líquido-sólido)

 Cromatografia de troca iônica

 Cromatografia de exclusão por tamanho

 Cromatografia de bioafinidade

(7)

Cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC)

FASE NORMAL fase estacionária polar fase móvel apolar

FASE REVERSA fase estacionária apolar fase móvel polar

 Cromatografia de partição

 Cromatografia de adsorção

(8)

FE polares - água e trietilenoglicol adsorvidos sobre sílica ou alumina

FM apolares - hexano ou éter isopropílico

componente menos polar elui primeiro

Polaridade do soluto: a > b > c

c b a

tempo

c b a

tempo

Polaridade da fase móvel

Cromatografia de fase normal

(9)

FE apolares – hidrocarbonetos (C8, C18)

FM polares – água, metanol, acetonitrila

componente mais polar elui primeiro

Polaridade do soluto: a > b > c

c a b

tempo

c a b

tempo

Polaridade da fase móvel

Cromatografia de fase reversa

(10)

hidrocarbonetos éteres

ésteres cetonas aldeídos amidas aminas álcoois ácidos

água

Ordem de polaridade

(11)

Instrumentação

(12)

Reservatório da fase móvel

(13)

Sistemas de bombeamento

 pressões de até 6000 psi (600 bars)

 fluxo livre de pulsação - amortecedor de pulsos

 vazões de 0,01 a 10 mL/min

 controle de vazão - reprodutibilidade melhor que 1 %

bombas pneumáticas

bombas mecânicas recíprocas deslocamento (tipo seringa)

(14)

Bombas pneumáticas

Fluxo livre de pulsação

Custo baixo

coluna

Móvelfase (líquido)

gás

Fluxo depende da impedância hidrodinâmica e da viscosidade

Requer troca de solvente

Pressão de saída alta

Não é possível eluição por gradiente

(15)

Bomba recíproca

Fluxo pulsado

Custo mais elevado

Vazão constante

Pressões de saída até 10000 psi

Eluição por gradiente

Volume interno (35 a 400 mL)

Fluxo independe da impedância hidrodinâmica e da viscosidade

85% das bombas utilizadas em CLAE

(16)

Bombas tipo seringa

Fluxo independe da impedância hidrodinâmica e da viscosidade

Fluxo livre de pulsaçãoVolume de solvente ( 250 mL)

Não é possível eluição por gradiente

coluna

motor móvelfase

(17)

Injeção de amostra

 Fator limitante da precisão

 Volumes 0,5-500 L

 Injeção de amostra sem despressurizar o sistema

 Injeção rápida para evitar obstrução do fluxo

 Cuidados para não introduzir bolhas no sistema

 alça de injeção (loop) pressões de até 7000 psi

precisão melhor que 1%

 seringas despressurização

precisão > 2-3%

(18)

Injetores

amostragem injeção

seringa seringa

coluna solvente coluna solvente

alça de amostragem

(19)

Coluna Empacotada

saída coluna

entrada

pré-coluna

discos

porosos disco

poroso L = 5 a 30 cm; d = 1 a 5 mm

d < 1 mm (100 μm) tem dimensões capilares

(20)

Colunas para HPLC

 Cromatografia a gás

Difusão em líquidos é ~ 100 vezes menor que difusão em gases.

 Eficiência  diâmetro da coluna

 Cromatografia a líquido

HPLC é sempre feito em colunas empacotadas.

 Eficiência  diâmetro das partículas

 Eficiência  difusão longitudinal (B/u)

(21)

 Aquecimento (40-50

o

C)

 Viscosidade  pressão  TR

 Resolução

Aumento da velocidade de difusão do soluto – menor C

Colunas para HPLC

(22)

Colunas empacotadas

 HPLC

 Eficiência  tamanho da partícula (1-5 m) Vazão mais uniforme - menor A

Melhor difusão do soluto na fase móvel – menor C

 tamanho da partícula  resistência ao fluxo  pressão

ux  L

r2 dp2 P = 

(23)

H = A + B/u + Cu

Diâmetro de partícula x N

vazão (mL/min)

Altura do prato (mm)

(24)

sílica

dp = 10 m dp = 5 m

(25)

Fases estacionárias

 Sílica microporosa

 Sílica modificada

● quimicamente ligada

 aplicação

● deposição de carbono grafítico

 retenção de compostos apolares

 faixa de pH

 Materiais poliméricos

(26)

Sílica modificada

Grupos C18

(quimicamente ligados)

Grupos C18 – quimicamente ligados com estrutura bidentada (Zorbax Extend-C18®)

A.M. Faria et al., Química Nova, 29 (2006) 300.

(27)

Sílica modificada

Grupos silixanos sofrem hidrólise pH < 2

Grupos isobutil protege a FE contra hidrólise

(28)

fases polares R= (CH2)3NH2 (amino) R= (CH2)3CN (ciano)

R= (CH2)2OCH2CH(OH)CH2OH (diol) fases apolares R= (CH2)17CH3 (octadecil)

R= (CH2)7CH3 (octil) R= (CH2)3C6H5 (fenil) Sílica cromatografia de adsorção

cromatografia de partição líquido-líquido

modificada

Si-OH + Cl-Si-R Si-O-Si-R + HCl CH3

CH3

(29)

Fase móvel

 pureza   custo

 remoção de gases dissolvidos

 não decompor ou dissolver a FE

 ter baixa viscosidade

 compatibilidade com o detector

 polaridade adequada

 aditivos

pré-coluna fase ligada

trietilamina (aminas)

acetato de amônio (ácidos)

(30)

Tipos de Eluição

 Eluição isocrática

É feita com um único solvente ou com uma mistura de solventes de composição constante (água – solvente).

 Eluição com gradiente

É feita com variação contínua na composição do solvente para aumentar a força do eluente.

(31)

fase estacionária: C18 fase móvel:

A – tampão aquoso (pH 3,5) B – acetonitrila

OH OH O

O O

OH O

O O

O O O

1 2 3

4 5

6 7 8

Eluição isocrática

(32)

fase estacionária: C18 fase móvel:

A – tampão aquoso (pH 3,5) B – acetonitrila

OH OH O

O O

OH O

O O

O O O

1 2 3

4 5

6 7 8

Eluição por gradiente

(33)

fase normal

pentano tolueno clorofórmio diclorometano

éter etílico acetato de etila

dioxano acetonitrila

acetona

tetraidrofurano isopropanol

metanol

fase reversa

fase estacionária: sílica fase estacionária: C18

Força do solvente

(34)

Otimização da separação

=0,57

=0,95

=0,65

(35)

C H3

O

OH

C H3

O

O-

C H3

O

OH

C H3

O

O-

+

+

H+

H+

água solvente orgânico

(coeficiente de partição)

Porque usamos uma solução tampão na fase móvel?

(36)

 sensibilidade

 resposta rápida

 faixa de resposta (linear)

 dependência temperatura e vazão

 resposta independente da fase móvel

 alargamento do pico

 não destrutivo

 informações qualitativas sobre os analitos

Detector ideal

(37)

 Ópticos

 (espectro)fotométricos

 índice de refração

 fluorimétricos

 Eletroquímicos

 condutométricos

 amperométricos

 Espectrometria de massas

Detectores

(38)

A t

Detectores espectrofotométricos

0 2 4 6 8 10

A UV (254 nm)

Tempo

UV-vis multicanal (Tempo x λ)

(39)

Detector por arranjo de diodos

Permite detecção para determinação quantitativa

A obtenção do espectro permite identificação

(40)

Detector por arranjo de diodos

(ajuda nas identificações qualitativas)

 Detecção em =250 nm (fixo)  Espectro do antraceno pós coluna

(41)

Celas de medida UV-Vis

entrada saída

fonte de

radiação detector

Mais comum em HPLC

Lâmpadas Hg, D2, W, Xe

Solvente não deve absorver a radiação

Compatíveis com eluição por gradiente

(42)

Escolha de fase móvel x comprimento de onda

λ / nm

200 300 400

pentano (190 nm) tolueno (284 nm) clorofórmio (245 nm) acetonitrila (190 nm) acetona (330 nm) metanol (205 nm)

(43)

Detecção por fluorescência

riboflavina (vitamina B2) amostra: urina

λex= 340 nm λem= 550 nm

(44)

Detector de índice de refração

Não específico e menos sensível (1000 x UV-Vis)

Luz visível colimada é defletida pela presença da amostra

Não são compatíveis com eluição por gradiente

5-10L

Lei de Fresnel

(45)

Detector por espalhamento de luz

Não específico

Analito menos volátil que a fase móvel

Compatível com eluição por gradiente

Não produz curva linear

(46)

Medidor de pressão Bomba

Injetor Fase Móvel

Coluna

LC – ESI – MS – MS

http://qbab.aber.ac.uk/roy/mss/qtof.htm

Detector MS – 2 Cela MS – 1 ESI

de Colisão

Detector de Espectrometria de Massas

(47)

Comparação dos detectores usados em HPLC

E. W. Yeung e R. E. Synovec, Analytical Chemistry, 58 (1986) 1237 A.

Detectores Limites de detecção

aproximados (ng) Possível o uso de gradiente?

Ultravioleta

Índice de refração Espalhamento de luz Eletroquímico

Fluorescência Condutividade

Espectrometria de massas

0,1 – 1

100 – 1000 0,1 – 1

0,01 – 1

0,001 – 0,01 0,5 – 1

0,1 - 1

Sim Não Sim Não Sim Não Sim

(48)

Referências bibliográficas

Referências

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