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Carreira e valorização docente: Expectativas apontadas no plano nacional de educação (2014-2024) / Career and teaching value: Expectations indicated in the national education plan (2014-2024)

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Academic year: 2020

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761

Carreira e valorização docente: Expectativas apontadas no plano nacional de

educação (2014-2024)

Career and teaching value: Expectations indicated in the national education

plan (2014-2024)

DOI:10.34117/bjdv6n8-508

Recebimento dos originais: 24/07/2020 Aceitação para publicação: 24/08/2020

Fernanda Ribeiro Paz

Mestre em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) Programa de Pós-Graduação em Educação PPGED/UESB

Membro do grupo de pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional (LUDIPPE) e Grupo de Pesquisa e Estudos, Infância e Educação Infantil (GPEIEI).

Docente na Escola Ideal em Vitória da Conquista-BA.

Endereço: Rua Paulo Amorim, nº 4, Bairro Candeias, Vitória da Conquista/BA CEP: 45028-766

E-mail: [email protected] Ennia Débora Passos Braga Pires

Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação PPGED da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Líder do Grupo de Pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional (LUDIPPE). Endereço: Praça Primavera nº40, Bairro Primavera, Itapetinga/BA, 45.700-000

E-mail: [email protected] Silvânia Brito Araújo

Mestre em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) Programa de Pós-Graduação em Educação PPGED/UESB

Membro do grupo de pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional - (LUDIPPE) e Grupo de Pesquisa e Estudos, Infância e Educação Infantil - (GPEIEI). Endereço: Rua B casa 07 urbis IV, Bairro Zabelê, Vitória da Conquista/BA CEP: 45077-032

E-mail: [email protected] Rafael Martins Ribeiro

Doutorando no programa de Doutorado em Ciências de Educação pela Universidade Nacional de Rosario (UNR), Argentina.

Especialista em Produção de Mídias para a Educação Online (UFBA) Docente da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

Membro do Grupo de Pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional - (LUDIPPE).

Endereço: Praça Primavera nº40, Bairro Primavera, Itapetinga/BA 45.700-000 E-mail: [email protected]

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761 Geovania Fagundes Ribas

Mestre em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Docente no Instituto Federal de Ciências e Tecnologia da Bahia – IFBA

Membro do Grupo de Pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional - (LUDIPPE).

Endereço: Rua Vicente de Souza Ribas, número 10- A, URBIS CEP. 45700.000, Itapetinga-BA E-mail:[email protected]

Hilheno Oliveira Miranda

Mestrando em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB); Programa de Pós-Graduação em Educação PPGED/UESB

Membro do Grupo de Pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional – (LUDIPPE).

Endereço: Rua Boa Nova, 26, bairro Camacã, Itapetinga/BA CEP 45700-000 E-mail: [email protected]

Tiago Melo de Oliveira

Mestrando em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB); Programa de Pós-Graduação em Educação PPGED/UESB

Membro do Grupo de Pesquisa em Ludicidade, Didática, Política e Práxis Educacional – (LUDIPPE).

Endereço: Rua O, 26. Bairro Quintas do Morumbi. Itapetinga BA. CEP45.700-000 E-mail: [email protected]

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761 RESUMO

Este trabalho tem como escopo analisar as consequências da não efetivação dos planos de carreira na valorização da profissão docente. Através de uma abordagem qualitativa, este estudo bibliográfico e documental, analisa dados dispostos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e documentos legislativos como: Plano Nacional de Educação (2014-2024) e Constituição Federal (CF), sobre a situação dos municípios brasileiros quanto à existência do plano de carreira. O estudo evidencia que apesar da lei que rege o atual PNE, Lei nº 13.005/2014, prever o prazo de dois anos para o cumprimento da meta que assegura a existência do Plano de Carreira e Remuneração (PCR), há ainda um grande percentual de municípios que não possuem ou não o executam. Conclui que a efetivação da carreira propicia o desenvolver da vida funcional do professor, logo a não efetivação da mesma promove e acentua a desvalorização do profissional do magistério.

Palavras-chave: Carreira, Valorização docente, PNE. ABSTRACT

This work aims to analyze the consequences of not implementing career plans in the valuation of the teaching profession. Through a qualitative approach, this bibliographic and documental study analyzes data provided by the National Institute of Educational Studies and Research Anísio Teixeira (INEP) and legislative documents such as the National Education Plan (2014-2024) and the Federal Constitution (CF), on the situation of Brazilian municipalities regarding the existence of the career plan. The study shows that despite the law that governs the current PNE, Law No. 13.005/2014, provide a period of two years to meet the goal that ensures the existence of the Career and Remuneration Plan (PCR), there is still a large percentage of municipalities that do not have or do not execute it. It concludes that the effectiveness of the career provides the development of the functional life of the teacher, therefore the lack of effectiveness promotes and accentuates the devaluation of the teaching professional.

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761 1 INTRODUÇÃO

Este trabalho está pautado em estudo qualitativo e tem como objetivo apresentar uma análise sobre as consequências da não efetivação dos planos de carreira na valorização da profissão docente. Para efeito de caracterização geral foram consultadas diferentes bases de dados como o Observatório do PNE e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e realizada a pesquisa documental para o levantamento de informações sobre a temática em estudo em diversos documentos legais e normativos dentre os quais: o Plano Nacional de Educação (PNE), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, nº 9394/93) e a Constituição Federal de 1988 (CF) buscando tecer um diálogo com a legislação consultada e autores que investigam a questão.

A carreira está contida como princípio constitucional, apontado na Lei 13.005/2014 que estabelece o atual Plano Nacional de Educação (PNE), como um dos elementos que asseguram a valorização do profissional docente, daí reconhecemos a necessidade de discutir a temática nos debruçando sobre o PNE.

Em 2010, o MEC dispôs um novo PNE, que estabelecia vinte metas a serem atingidas nos próximos dez anos (2011-2020). A proposta do segundo PNE passou a tramitar na Câmara dos Deputados como Projeto de Lei nº 8.035/2010. Depois de tramitar por quase quatro anos no Congresso Nacional, em 26 de junho de 2014, a então presidente Dilma Rousseff sancionou o novo Plano Nacional de Educação, Lei nº 13.005/2014, sem vetos.

O plano apresenta desafios relacionados à evolução dos indicadores de alfabetização e inclusão, à expansão do ensino profissionalizante para jovens e adultos, ao financiamento e à valorização dos profissionais do magistério.

2 CARREIRA E VALORIZAÇÃO DOCENTE NO PNE – O LEGAL E REAL

Dentre as metas do PNE (2014) que abordam a questão da valorização docente, 20% abordam questões relativas aos eixos formação, carreira e salário, das quais as metas 15, 16, 17 e 18 têm como alvo a valorização dos professores da educação básica da rede pública de ensino. A meta 18 aponta estratégias voltadas para a carreira docente.

Diante da determinação da elaboração de planos de carreira, evidenciado nos documentos legais como: a Constituição Federal (1988), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) e a Resolução nº 2 do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 28 de maio de 2009, mesmo com todos os documentos legislativos destacados, alguns entes federados não possuem ainda ou não possuem de forma efetiva o seu Plano de Carreira e Remuneração (PCR).

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761

O PNE (2014-2024), além de afirmar a necessidade dos entes possuírem o plano de carreira, estabelece um prazo para que os estados e os municípios assegurem a existência dos PCRs, conforme apontado na meta 18, descrita a seguir:

Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os (as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos (as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal (BRASIL,2014).

A meta estabelece o prazo de dois anos para a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior de todo o sistema de ensino. Para os profissionais da Educação Básica pública, o plano de carreira deve tomar com referência o estabelecido na Lei nº 11.738/2008 que instituiu o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), para os profissionais do magistério público da educação básica.

Para Grochoska (2015) a carreira, que é constitucional, define normas e regras através da forma da lei que propiciam o desenvolver da vida funcional por meio de três elementos: a formação, as condições de trabalho e a remuneração.

A carreira é uma espécie de estímulo ao exercício da função exercida para evitar a estagnação. Na carreira do magistério os elementos referentes são: a titulação, o tempo de serviço e o mérito. O conceito de carreira engloba conhecimentos específicos na área escolhida, especializações, rotinas de trabalho, atividades extracurriculares, promoções recebidas, ou seja, toda experiência praticada ao longo da carreira e suas compensações.

Segundo Oliveira (2004, p. 5), carreira diz respeito à consolidação da realidade evolutiva de cada indivíduo que se dá por meio de um conjunto estruturado e sequencial. Carreira pode ser entendida então, como uma etapa na qual o profissional vai crescendo a partir do seu ingresso até atingir o topo.

Segundo dados apontados pelo Relatório 2º Ciclo de Monitoramento de Metas do PNE, cresceu o número de municípios que alegam atender os indicadores da Meta 18. O Gráfico 1, a seguir, apresenta o percentual de municípios que não/atendem ao que a meta 18 estabelece acerca da criação dos planos de carreira, segundo dados extraídos do relatório supra citado.

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Gráfico 1- Percentual de municípios brasileiros que não/atendem aos indicadores da Meta 18– Brasil (2016-2018)

Fonte: Dired/Inep com base nos dados do Simec/MEC de fevereiro de 2018.

O relatório do 1º Ciclo de Monitoramento de Metas do PNE (2014-2016) apontava que 64% dos municípios, em julho de 2016, não haviam informado o status do seu Plano de Carreira e Remuneração (PCR) para o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (SIMEC); outros 34% haviam informado cumprir o PCR, e outros 14% não o possuíam.

Já o Relatório 2º Ciclo de Monitoramento de Metas do PNE indica que houve redução do número de municípios sem informações (64% para 22%), como mostra o gráfico retirado do relatório do INEP; além disso, o número de municípios que alegam cumprir o PSPN (de 31% para 66%) e o 2/3 (de 26% para 56%) de carga horária em sala de aula (INEP, 2018) cresceu.

As estratégias da meta preveem também que, no mínimo, 90% dos profissionais do magistério e 50% dos demais profissionais da educação sejam ocupantes de cargos efetivos em exercício nas redes escolares, que os planos de carreira dos Estados, Distrito Federal e Munícipios prevejam licenças remuneradas e incentivos para qualificação profissional; nisso, incluem-se mestrado e doutorado (HYPOLITO, 2015).

O PNE de 2014 estabelece que no prazo de dois anos estados e municípios devem garantir a existência do plano de carreira para os profissionais da educação básica e superior. A carreira docente, no entanto, acaba sendo composta por aspectos fragmentados, com interpretações diferentes por parte dos entes federados (ARANDA, 2018) o que, muitas vezes, acaba por dificultar a centralização do plano de carreira. Sobre isso, Viera (2007) aponta que mesmo que não se possa ter uma carreira única, é necessário um padrão nacional, voltado para a qualidade do trabalho.

34% (1873) 31% (1720) 26% (1464) 64% (3.569) 73% (4084) 66% (3687) 56% (3102) 22% (1.253) Possui PCR Cumpre PSPN Cumpre limite de 2/3 Sem informação fevereiro de 2018 junho de 2016

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Nesse sentido, é importante salientar que o plano de carreira, além de ser um instrumento que norteia a profissão, é responsabilidade assegurada e estabelecida com prazo, no Plano Nacional de Educação (2014-2024) pelos entes federados. Os entes federados, com a autonomia administrativa que possuem, apresentam condições diferenciadas para o trabalhador, há planos com as diversas estruturas de execução, diferentes gratificações, variações salariais e regras de promoção, assim, a carreira docente fica composta por fragmentados aspectos precarizando o trabalho do professor (ARANDA, 2018).

Mesmo com o avanço apontado no PNE com o estabelecimento de prazo para a criação dos planos de carreira, destacamos uma contradição inerente à questão: a criação dos planos de carreira dos profissionais da Educação Básica visa a contemplar apenas os profissionais efetivos. As estratégias da meta apontam prever que, no mínimo, 90% dos profissionais do magistério sejam ocupantes de cargos efetivos (BRASIL, 2014). Não obstante, em muitos municípios, o número de contratados equipara-se ao número de efetivos, o que dificulta o cumprimento da meta, uma vez que os docentes contratados, além de não possuírem estabilidade na carreira, não possuem direitos trabalhistas, reflexos das reformas neoliberais.

Ainda que a existência do Plano de Carreira e Remuneração seja um elemento constitucional com prazo estabelecido pela Lei 13.005/2014, a realização do estudo relevou que ainda há muita desigualdade em relação ao cumprimento deste dispositivo legal, dada a existência de municípios com ausência de planos ou planos que foram aprovados, mas, não executados como pode ser visto no gráfico 1.

Apesar do Relatório do 2º Ciclo de Monitoramento de Metas do PNE indicar que houve redução do número de municípios sem informações (64% para 22%), como mostra o gráfico 1, o número de municípios que não informaram o cumprimento do dispositivo ainda é considerável, 3.56 para 1.253 municípios (INEP,2018).

Já que o plano de carreira, em conjunto com a remuneração, expressa o reconhecimento da experiência e da formação acadêmica dos profissionais docentes, contribuindo não só para o crescimento econômico, mas também para o reconhecimento social da profissão, entendemos a necessidade de efetivação dos planos, visto que esta assegura, juntamente à formação, à remuneração e às condições de trabalho, a valorização do professor.

Apesar de o PNE surgir de amplas discussões e debates da sociedade realizados em duas conferências, o Plano “sofreu mutações extraordinárias desde suas primeiras versões e foi sofrendo, no decorrer de sua elaboração final, significativas mudanças que pretendiam adulterar o significado original de muitas proposições” (HYPOLITO, 2015, p. 521).

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761

Para Hypolito (2015), em certo aspecto, o PNE consegue expressar alguns anseios da comunidade educacional, como as políticas de valorização docente expressas no documento e o aumento do financiamento da educação (10% do PIB apontado na Meta 20), embora a sua formulação esteja aquém do que desejam os movimentos sociais.

O Plano é paradoxal e deficiente em muitas temáticas (HYPOLITO, 2015). A precarização da profissão e as condições (negativas) de trabalho nas escolas públicas exigem um investimento direto na educação pública para que se mantenha nas escolas, ao menos, um padrão mínimo de qualidade.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sobre a carreira, descrita na meta 18 do PNE (2014-2024), reconhecemos o avanço da lei no que diz respeito à criação dos planos de carreira. Segundo os dados do Relatório do 2° Ciclo de Monitoramento das Metas de 2018, 73% dos municípios brasileiros possuem plano de carreira; 66% desses municípios alegam cumprir o plano, e 56% dos municípios cumprem os 2/3 limites; isso apresenta um avanço na valorização da carreira docente.

Apesar disso, as desigualdades em relação ao cumprimento dos dispositivos legais é uma realidade na diversidade do contexto do nosso país, por este motivo, há municípios que apresentam condições diferenciadas para os profissionais, com diversas estruturas de planos, diferentes salários e regras de gratificações. Assim, o trabalho docente tem sido precarizado no que concernem as relações de emprego.

Outra forma de precarização do trabalho docente é o aumento dos contratos temporários, em alguns estados o número de contratados corresponde ao número de efetivos, como apontado por Oliveira (2004), isso promove a ausência e instabilidade na carreira.

Apesar da lei que rege o atual PNE, apontar o prazo de dois anos para o cumprimento da meta que assegura a existência do Plano de carreira, vemos que há ainda um grande percentual de municípios que não possuem ou não executam o PCR. A efetivação da carreira propicia o desenvolver da vida funcional do professor, logo a não efetivação da mesma promove a desvalorização do profissional do magistério.

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761 REFERÊNCIAS

ARANDA, Flávia Paula Nogueira. A valorização docente na formulação do Plano Municipal de Educação de Dourados-MS (2015-2025). Mestrado em Educação. Instituição de Ensino: Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS Biblioteca Depositária: Biblioteca Central da UFGD.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988.

BRASIL. Lei nº 9.394/96. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, publicada no Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, de 23.12.1996a.

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Resolução nº 2, de 28 de maio de 2009. Fixa as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magistério da Educação Básica Pública Disponível em: portal.mec.gov.br/dmdocuments/resolucao_cne_ceb002_2009.pdf. Acesso em: 25 de abr.2018. BRASIL. Lei 11.738 de 16 de julho de 2008. Regulamenta a alínea “e” do inciso III do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para instituir o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. DF: Brasília, 2008. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11738.htm. Acesso em: 29 jul. 2019.

BRASIL. Plano Nacional de Educação 2014-2024. Lei no 13.005, de 25 de junho de 2014,que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2014. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 15 de ago. 2018.

BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Relatório do 2.º Ciclo de Monitoramento das Metas do PNE-2018. Brasília, DF : Inep, 2018.

BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Relatório do 1.º Ciclo de Monitoramento das Metas do PNE (Biênio 2014-2016) Governo Federal, 2016

GROCHOSKA, Marcia Andreia. Políticas educacionais e a valorização do professor: carreira e qualidade de vida dos professores de educação básica do município de São José dos Pinhais/PR. 271f. 2015. Tese (Doutorado em Educação) - Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2015. HYPOLITO, Álvaro Luís M. A valorização docente na perspectiva do Plano Nacional de Educação (2014-2024). Cad. Cedes, Campinas, v. 35, n. 97, p. 517-534. Dez. 2015.

OBSERVATÓRIO DO PNE. Metas do PNE. Disponível em:

https://www.observatoriodopne.org.br/. Acesso em: 28 ago. 2018.

OLIVEIRA, Dalila Andrade. A reestruturação do trabalho docente: precarização e flexibilização. Educação e Sociedade, Campinas, v. 25 n.89, p. 127-144, set./dez.2004.

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Braz. J. of Develop.,Curitiba, v. 6, n. 8, p.61151-61160 aug. 2020. ISSN 2525-8761

VIEIRA, Juçara Dutra. Piso salarial nacional dos educadores: dois séculos de atraso. Brasília, CNTE, 2007.

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Gráfico 1- Percentual de municípios brasileiros que não/atendem aos indicadores da Meta 18– Brasil (2016-2018)

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