• Nenhum resultado encontrado

Degradação térmica e termo-oxidativa de poli(oxi-2,6-dimetil-p-fenileno) modificado com grupos urazola

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Degradação térmica e termo-oxidativa de poli(oxi-2,6-dimetil-p-fenileno) modificado com grupos urazola"

Copied!
148
0
0

Texto

(1)

)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

ESCOLA DE ENGENHARIA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA METALÚRGICA E DOS MATERIAIS - PPGEMM

DEGRADAÇÃO TÉRMICA E TERMO-OXIDATIVA DE POLI (OXI -2,6-DIMETIL-P-FENILENO) MODIFICADO COM GRUPOS URAZOLA.

Por

EDGARDO AQUILES PRADO PEREZ Engenheiro Químico

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica e dos Materiais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Porto Alegre 1993

(2)

-,

_,

.

' I

DEGRADAÇÃO TÉRMICA E TERMO-OXIDATIVA DE POLI (OXI-2, 6-DIMETIL-P-FENILENO) MODIFICADO COM GRUPOS URAZOLA.

DISSERTAÇÃO

Apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica e dos Materiais - PPGEMM, como parte dos requisitos para a

obtenção do Título de:

Mestre em Engenharia

Área de Concentração: Ciência dos Materiais

por

EDGARDO AQUILES PRADO PEREZ Engenheiro Químico

1993

ESCOLA DE ENGENHARIA

BiBLIOTECA

(3)

\ ~·

Esta DISSERTAÇÃO foi julgada adequada para a obtenção do título de Mestre em Engenharia, Área de Concentração Ciência dos Materiais e aprovada em sua forma final pelo Orientador e pela Banca Examinadora do Curso de Pós-Graduação.

Orientador: Dr. Marco Aurélio de Araújo, PPGEMM-UFRGS

Banca Examinadora:

Ora. Liane Lucy de Lucca Freitas - IQ/UFRGS Dr. Carlos Arthur Ferreira- PPGEMM/UFRGS Dr. Marco Aurélio de Araújo, PPGEMM-UFRGS

Coordenador do PPGEMM Dr Carlos Hoffmann Sampaio

(4)

' ~

'-Dedico Est E trabalho a meus amorEs Gilka, Thays, Lucas e Thayná

(5)

. \

O trabalho descrito na presente entre marÇo de 1989 e abr il de 1993, no Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob Marco Aur61 io de Araujo. inteiramente pelo agradec imentos que apareÇam no texto.

d issertação foi r~a1 izado Inst ituto de Gu1mica da a or ientação do Prof.

Dr

.

autor salvo eventuais

(6)

)

~,

AGRADECIMENTOS

Ao Prof.

Dr

.

Marco Aurélio de Araújo, meus agradecimentos pela otpicntação c pelo apoio à realização deste trabalho.

Aos colegas do Laboratório de Materia is Poliméricos Mult ifás icos pela agradável companhia, pelas valiosas trocas de experiências, pelos ens inament os .

Aos colegas, funcionArias e professores dos Cursos de P6s-GraduaÇ~o em Engenhar ia Metalúrgica e dos Materiais c P6s-Graduaǧo em Gu1mica da UFRGS, o agradec imento pela certeza de que todo tra~alho é fruto da soma de vári os esforÇos.

Aos colegas da FundaÇão Univers idade de Passo Fundo, pelo apoio c inccnt ivo à conclusão deste trabalho.

Aos bols istas de Ini ciaÇão Cicnt1fica envolvidos neste trabalho, Pedro Ricardo Moraes Doval c Mauricio Luis Britto, acadêmicos de Engenharia Gui mica, pela seriedade c espi rito cienti fico co1n que se ded tcaram ao mesmo.

A

minha companhei ra Gilka Ruas, pelo constante apoio F inclusive pela ajuda na revisão dos t extos c digitaÇão.

(7)

-

I

'

, .... ~ A ,..~~:;rM ,;T

CHN

-1 C:l'll Cp DMf., DSC DTA DTGA E<.~ E:GP1 f (OC) F (oc) GC\t1~> GPC

HDPE

HI P ~;; :r:CTA :i:DT

IV

ITG1~ k M flllf? Mn

.

Mn M1.v MD ~HA LISTA DE ABREVIATURAS -· F: <:d: r.w p ,~é_ .. e :·: p o n e n c. i t:\ 1 cl a f:.' q .. d &~ A n·· r H:~ n i u s .... A m <·~· ,. i c. a n ;:; t a I"HJ a,~ ~:; T e~=· 1: i n 9 M e t h o d ~:;

.... Aná 1 i!:><:~ E 'l elf•<·::n t <:\1" cl <7: C ar·· b <:Jn o, H i d ,~ D!.:1ên 1 o e 0;.: i 9êr1 i u Núm<·:~r··n <h~ ond<:t!:. po1·· c:ent:imet~··c· (tiH~'did<:t d<-:-: ft'\·::·qÜêrlc: i;·,,;. - Calor especi fico a pressão constante

.. _ P1 n á 1 i !:. e M <::-c â n i c "' D i n â 111 i c '"'

C a 1 o ,~ i me t: , .. o o 1.1 C a 1 o r·· i m E t r· i c:\ D i f <::-1·· !:: n t. i i:\ 1 d e V a r ,~ t::: d u , .. ''' - AnAlise Térmica Diferencial

- Deriva~a da curva obtida pur TOA <velo~idade) -Energia dF At: ivação

- Aná1 i se de Gases Liberados

- FunÇão da fraÇão convert id~ que determtna ~ velocidade da

- Cromatografia a gás acoplada a Especlroscopia de Massas

_ .. Po'l i~::st i1··eno dE· i:\1t:c; ir,pac:t:o <n•i~:;tu.r"<:i c:o•n po} ii::tiJt<:tdiE·no) .. _ I n t <:" , .. n "' t: i o n a 1 C o n f<:" d <:.' , •. <"' t: i o n f u ,.. T 11 (!; 1'' 111 <:\ 1 (., n "' 1 ~" s i !:.

.. _ lE.'IIIP<:.'I~<:ttu.··a inici<:\1 de d<::ç)r~<:tciaÇão, l•l<7:ciici<:'l po•p TGr; - Espectroscopia no Infravermelho

... AnAl i!;E· Ter"mog,··avilnét, .. ica I!:>CJt.é,~mica

Constante de velocidade

- Unidade monomérica

Unidades de massa por unidade de carga.

Espectroscopia de Massas

.. _ Radical polimé,,· ico com n unidades monon,ér· ica•:,

... M<:\S!:.a lllD1<·2cu1<:\l'' média nl.111i!7:r·;·:\1

- Espcct~osc:opia de Massas

u t i 1 i :·: <.UI i':'t

(8)

-,

-.. ...

''-'

n - O~dem dE ~EaÇão

NATA~:> - North Amcrican Therma1 Analys is Society

NTD ···· 4 ··-DI···· n <:i f t: i "1 -·· .1. 1 :? 1 4 -·· t: r· i <il ~·~o 1 i n ;;·~ ···· ::l , ~:i-d i o na

Pt~ ···· Po"l iam i d<:t!:;

PAN -·· Po1 i(<:\Ct'·ilonitt .. i1;·:~> ···· Po1 i c::t: i 1 eno

pp ···· P o 1 i p 1,. o p i ·.\ c·:·: n o

PPC .... p o 1 i ( o;.: i .... :.:~ r 6 .... d i lll C·~ t i 1 .... j. r 4 .... f c n i 1 c· n o )

PPC X% PU - PPE com radical u~azola 1 igado a X% das unidades monomé~icas

P ~1A P Mt~A p/q PTD PTr:·r:: PVC PS

PU

i~ ~~ RMN

I~MNI·

/

lxTD C' ,:)

:

:;c

T t Te T9 TG~~, lm TMS ui tJ .. \/ 11 X y

z

út ···· P D 1 i ( ;·:~ c ,.. i 1 <:\ t: o cl c~: m e t i 1 <:'1 ) -·· P o 1 i ( r" c·:·: t <:\ c ,,. i 1 <:1 t: o cl €·:· m c t: i 1 <il )

entre as rEaÇÕes de c isão c de rct iculaÇão das cadeias durante a dcg~adaÇão pol imérica

-·· 4 -·· f ~:: n i 1 ···· l , ~.~ r 4 ···· t ~- i <:1 ~·:~ o 1 i n ê\ -·· 3 r ~:i···· cl i o n <:1 ( F e n i 1 T i <:1 z o "1 i n a d i o n ;·,\ ) ···· P o 1 i ( t c:: t ,,. a f 1 IJ o I' e t i I e n o )

·-· P o 1 i ( C 1 c:w e t o d e V i n i 1 <:1 )

···· Po1 i e·!:;t i t,.eno

-Radical 4-fen il urazola - Constante dos 9ascs

- Espectroscopia de Ressonânc ia Magnética Nuclea~

- [spcct~oscopia de Ressonância Magnét: ica Nuclear de Hidrogênio

···· 4 ··-lx ···· j. 1 ;_:~ r 4 ···· t: I' i <:\ ";;.~ Cl 1 i 11 a ···· ::J 1 :';j ··-cl i O n (:\

- Fração solúvel em um po11mcro degradado :3u b !; t i t: u. i ç ã o C 1 c:: t 1'· o f i 1 i c <:t

···· T c·::- rrq:i o

- Temperatura de transiÇão vi trca de po]i meros -Analisador ou Anâl isc Te~mog~avi métrica

- Temperatura de fusão dos c~ i stais pol imé~icos

···· Te t I' <:\r,-, <:-:· t i ·1 ::; i 1 ;·,i n o

-Grau de po1 imerizaÇão numér ico méd io - Radiaçõ~s d~ luz UltraviolEta

···· l~ a ci i c: a 1 q u ;:~ ] q u e 1'· Radical qualquer

(9)

'•

(

...

' a {1 {1 6Fp 6H f .ó.Hp 6:;;p J-1~:.1

.... Po\:;iÇão ,··el<:lt iv<:l dt:·~ '..llll átorno <·::·t•l '.liH<:l c:adE·ia C:<'l''·bón ic<:l

Taxa d~ aquEc i m~nto

p O!:; i Ção I" E' 1;·,\'(: i V(:i cf E' IJill át Oli'IU E·ffl IJ.Ill<:i C: i:\CÍ E· j (~ C: (;\1'' i:'JÓn i C:(':<, -VariaÇão da EnE"rgia Livre dE" Po1 imerizaÇão

- Enta1pia dE" fusão

.. _ t,) <:1 ,.. i ;·,~ ç ri o d f:.' E: n t ''' '.l p i ''' cl ;·,, P o 1 i ,,.,

e,..

i ~-~ ~~ ç ã o

-Var iaÇão de Entropia da Pol imeri2ação

-6

(10)

-.

'

,-. '-'

ixE

::;uMo

D p o 'l i ( o>: i .... ;,;~ , f., .... d i me t i 1 .... p .... f E:' n i 1 e no .... ét: ~~ ,,. ) ( ? P E:: ) é 1.1 m i fi'IPCW""

Devido à alta viscosidade do p CJ 1 i lfiEI'' O

f 1,1 n ci i d O r O q 1,1 E· ci i f i C I.A 1 t (:'1 O ~;, E IJ p I'' O C: E ~;; ~;; (':\ l'rl E n t O r ~;, (·o· U U ~:;. C.• ~;, C cJ ~ P I'' i l'l C i P !'1 111'1 !': J"r ....

te em misturas pol imé ric:as.

A reaÇão de modif icaÇão cum 4-R Triazol inadionas

descobcr-ta por nosso grupo de pesquisa, se processa (;\ <:•.tnb i f::nt c <·2'm

v~rios solventes, pcrmit indo contro1e preciso do grau de modificaÇão.

D

!JI'''JPD Ut''(:\~·:o1a pcndc":ntE·, fcwtct1lEnt:c pol<'ur, é c:<:q:><:\Z clc;: PI''Odl.l~·:il'· llltCI''<;\ÇÕc-:.·~"·

moleculares que podem levar a uma alteraÇão significativa das proprieda-eles elo po]itllCI"O. Isto pode aumentar c:ompat ibil izaÇão com outros

poli meros c até levar à formação de Estruturas i () n Cl mér'· i c ;·:1 ~:; •

per·trritc <:tl'i:<·?t''(':\1" de ,,.,oclo contr·u.laclo o vol1.1111C 1 ivl"t:.' ;·:\~:;~:,oci<·:tdo à c<:•.clt::·i<·:~ clc.o

PPE,

o que representa, ai nda, elo ponto de '1: E· C n C.o '.[Ó9 i C D r

cl !:1 S C: ~:•.I" <i\ C: t: f::· I'' i ~;; t: i C <:'1 !:> d f:-:· P r· O C: E· ~;; !:; (:\ 1'11 f.·:· 1"1 t Cí d O l'r'l (':1. t e I'' i i:\ 1 ..

P ê':t 1" ,.,, •.:J b ~:,e 1'· v<~ r· muda n ç: a'::; r r;·,~ <'·~<:;t !:\b i 'i i dacie

nroclific:ado em relaÇão ao original foi extensivamente estudado seu

compor·-tamento via Aná lise Térmica.

U•:;ol..t·"·!:;e <:'1 Tel''ll'I091''<:'1Vil'll<-:·:·t:r·i,;:\ <TGA), Efll <:<.\:nro~:;-1-'ct''<:'i. df:: N

2 e d~:·:·

a~ , para observar o perfil da perda de massa dos dois tipos de polil~cros,

sua susccpt: ib il idade às condiÇÕes experimentais P calcu1ar p (~I" â ll) C t I'' 0 <:;

cinét ic:os das reaÇÕes de degradaÇ~o envolvendo perda de massa. I) i <:~ DSIC

obteve-se as Tg dos v~r i os poli meros

processo clcgradat ivo.

1,11i'i <:1 cl esc I'' i ção q •..\ a 1 i t ;·:t t i v a d n

à~~ do inic in da pctrdê71 ele::- ma~:;~;a acnmp<:tnhorJ .. -~;c a vc;~locidaciE· de fDI"III<''Ição cie

géi s e a di stribuiÇão dos pesos moleculares da f i" ação ~:;olúvE·l v' i ê':'l

extraÇão por Sohxlet c GPC dos poli mcros degradados.

(11)

Fo i constatado que as

Tg

dos po11meros modificados com

PTD

v;·H-i<:tm com o aumento da 1nodi fic<'~ç:~o, atin9inclo um min imo P<'tl"!:\ Ultl 91"i:i'.l dE·

modificaÇ~o dE 20%. Isto se deve ao aumento do volume 1 i VI'' E p r· OVDC (:icl Cl

pelo grupo pendente, que dificulta o empacotamento das cadeias. O perfil

d a!:; c: '.1 r·· v as c:l e T G (1 mo!:, t t" a c 1 a I" a rn e n t e d uH!'> c-::' t <'I p <:1 !:> p a,,. a a d c-:-~ 9 r" ;·;, d ''' ç: ã o cl o!:,

polimeros modifir~uos sendo a prime ira devido a sai da do grupo pendente.

Observou-se ainda que tratament o mecânico prelim inar influência nas curvas de TGA de poli meros.

pode~ t El''

~ ttieno•é; C7~!:;tâ.vc-:·1 tet''mic::;·,\ment:e que o Dt"i9int:·,I dev ido à per'·cJ;:, cio•:,

9 I" 1..1 p os 1.1 r· <:\ :;.: o 'l <:i ;·;,_ n t c-:-~ !:; d <:i d e 9 r·· <:i d <:1 Ç ã o cl o P P E • E n t f:~ t <:1 n t o r

infer iores, quando a inda não ocorrem processos de perda de massa r nas

qua is o poli mero é usualmente processado. a presenÇa do agente modifican-

-t;;;:· diminui i':\!; r"~:,-;·: .. ç:ões ele-::· qt..tC7~br"<:t de c<:ulc-::·i;:~ c::- dE· n~-t icu1<?1Ção J.e-..:<'Hlclo ;·A utrl efeito termoprotetor. Este efeito é provavelmente devido ao aumento de

afastando as cadeias e

(12)

'-A B ~:; T I~ ,~, C T

P o 1 !:J ( o)·( i -· 2 , é>··· d i me t h y 1 -·· p ··· p h e n ~~ 1 en €· ) w i t. h d i f·' f.,~,

...

e n t: s cl e g r· E~ c s

of moclification and diffet ... ent ~WD'!PS in tiH.: 4-··po!:.it.icm of the •.ll ... i:\:::o1!~~

r··ing Wc1s E>(h<:\t.tst:iv<·:.'l!:J ntoni tOI''f:~cl b~~ TG~, i so êind nnn .... t!:>ol:hE·rnr<:\'1 i:ind D~IC, in

n it:r··oçJI·:.'n <~nd ,,,i, .. at.lrlo•:;r:,her··e!: ... Th!·:~ !:.hap1;:- of th<" TGr:) cur··vl:·:!:. c:lt<:ll'l<.:J<7~ wi t.l·, tli!.:·:

<:I t m Q !:i p h t:.·~ 1'· 1:-~ c: o m p u ~=> i t: i o' 1 <:•. n d p h ~·J s i c i:\ '1 f o , .. 1'11 o f \. h e ~=• i:'o.tH p 'i. E .. T h t·::· T (] ~~ d i:\ t: i:l w i':\ ~• mi:\thE.'I'Il<:\t ÍCi'\119 t.I' !~:<:I'LE·ci to f inei I< in1~·t ic:s Pi:lt''t:lfr'r<:~t<:--:-r ... !:> f trl'

react: ions. The gel format: ion rate anel

wei9ht of the so1ub'le phas1-::- wa!:> hHJnito,··ed •J.sing Guh;.:'.iet E:>:tr·c:,ct ion c:nrcl

GPC, rf~'spec:t: ivfdH, in cwde1r t:o s-.t:uci~.J UH:.' iJE~havio, ... at. 1owt::r CEfltP€~1''êÜ•tl'e~,

t:llan the degraclat ion onset

t ,,.,,.,,..,!:;it:ion t:erttPI·:·:t''(:it •JI''E of thf:·: moc.lifiEcl pol~tmf~'l ... !:i c:h.:,nge ~I Í '1: h the

modific:at ion degree, reach ing a minimum at 20mol% of urazole group. This

i s d u ~-:: t: o t h t·: f,.. t:: e v o l u t'11 f:·:· i n c: r·· e'''!:, I'~ c: ''' u ~:;e d b 9 t: h e p e n d i:\ n t 9 , .. ou p .. T 1·, e •.11 ... a:-: o 1 e ...

,,i

o d i f i e cl p o 1 ~~ I! H,:,... h as 1 CH>J 1;:-,... d ~~ g , ... a ci a t i o n

prist ine polymer, but at temperatures were

occurs, the modified pol~mer has lower extent

onset tc;;·rnper··<.-itl.li'E thatr tlt(;.:

no wf.·:ight 1oss r·t:~<:ic:t icHt

of thc:::- cr~osslinkin9 ê:\lld chain scission r eact ions , configuring a thermoprot:ec:t: ive effect ..

(13)

·

-1 ApresentaÇão do Pol1mcro

1 .. 1 Intr'·ocluÇão

1.2 Propriedades do Monómero

1. ..

::l

Poli mer'· i ~:~;·;,ção

INDICE

1 .. 4 Ligas Pol iméricas a base de PPE

1. .. 4 .. 1 Propriedades Gerais das Li gas de PPE 1 .. ::.:.; t1odific<:\Çé:Jt-:-!:; Quirrric<:l!:; no PPE

1 .. 6 Propriedades do PPE modificado com Grupos Ur·a7ola

1.o.i Importância da Modificação

J , ,.,

.J. ti(:> 11 f.' ••

Mo d i f i c a d o~:,

2 DegradaÇão de Pol1mcros

;? .. 1 H i ";t6r-·

i'

''

~:·: Inrpcwt:ânc. i a

~.~, ~.l. .. 1. Deg ~·· <:tcl .,,ção Tér,. nr i c a 2 .. 2.2 DegradaÇão Dxidat iva 2.2.3 DegradaÇão por Radiação

2.2.4 DegradaÇão Mecânica

ele Po.lirfrEr'·o~:,

::l DE 9 ,,. a cl <:1 Ç ã o d o P o 1 i ( o:·: i ···· :.:.~ , 6 ···· cl i ft1 E t i 1 ···· j. , 4 -·· f f:: n i 1 ~;: n o )

3.1 Rev isão 8ib1 iogrâfica

4 Anal i se Térmica

4. 1. 1. Fundamentos da Termogravimctria

4.1.2 Calori mcro Diferencial ele Varredura

4.2 Problemas Experimentais em TGA

5 Estudos de ReaÇÕes Via Anal i se Térmica

1 1. ..• / ' I l .1. .tD ;:.~4 ' ' ) f ) r. .. ') 3 ~.'j 44

5.1 Fatores que afetam a Velocidade das Reações Qu1micas 44

5.2 O Significado da Energia de Ativação

5 .3 Cinét ica de ReaÇÕes a Temperaturas Progr·amaclas 5.3.1 Aná lise Cinét ica de Dados Não-Isotérmicos

vi

47 47

(14)

5.3.2.2 Métodos Integra is

~'i.::l.:3 Técn i c;·,,~;, elE: Cump;·,lr";·~ção ~11.1lt i<-::·;-:per· iii"IF"nt<"l1

Cinét icos 57

5.::1.5 MudanÇas no Mecanismo de DegradaÇão

5.3.6 Teoria de Charlesby E Pinner 6 MatEriai s E Métodos

6 .. 1

,(

.

.

,

\J u (.' .•

6.2.1 CaractErizaÇão dos Materiais de Partida

6.2.1.1 Espectro IV do PPE

6 " :.:.: " :i. " ;;.! F f:) p (?,· c. t , .. () :i: \,} d D j:l F1 E:: .... p l.J ( 31H () 1 :X. ·::í 11) (J 1 ::·:. ) J.

6.2. 1.3 Espectro RMNH do PPE

i

6 • ;.:.) • t . 4 E s p e c t 1'" o ~~ M N H d <:\

r

1 T D

{:; • ::J .. t ~·lé t o dos T <·:·:·r·· 1\l o 9 ,,. <:1 v i r11é t: ,,. i c: os

6 .. ::1 .. ;.:.~ C ;-:1 l o,,. 1 ,.,, <·'~ t r·· o D i f c,,. <·:·: n c i ;·:1 1 d t::· V <:11·· , •• E d '.li'. ;·,i l r, , .. , \J" ":' •• ,:,, 6 .. 3.4 Técn ica de De9radaÇão Técnica dE DegradaÇão <-:·:·r,,

6.3 .. 6 Espcctroscop ia no Infravermelho

6.3.7 Cromato9rafia de PermeaÇão em Ge1 (GPC>

6.3.8 Ressonância Magnética Nuclear de Hidrogênio

r!od i -í-' Í C:i":lciO~:;

7.2 Aná1 ises Não- Isotér micas

7 .. 3 AnálisEs Isotérm icas

7 .. 4 Dc9radaÇão em Estufa

,~,ná 1 i!:;<·:-:- por·· GP C .., l

I n \J Método de Charlesby e P inner 7.7 Análi se Cinét ic:a

8 .1 Sugestões de futuros trabalhos Referências Bibl io9ráf icas

v' i

' ..

,

\,) I ó9 71 ;:-::l 74 77 t ;:.> ~:~

(15)

)

lll<'t i ::;

I" O P I j C ti ;,,,ti t. '.:· I IH:. C â 11 Í C: i:'•. !::. <':\C i li i<:\ Cll:.· :Í. ~· •;1 C• C (·::· . I 0°(., l·.-. 1 · .. ·1 .. <:'. b a 1 ;.:. o c <~~ .• D .. f

'

l

1) . . . li) P I . r·· i . · d 1 I - - ti \. ·1 ,;· .. > I·) (.) '... I I. { , .f' r:: 1I. ) .<.. ~.-l'l (I é!· r.:·r·) é c: o mo I" e ~=; i n ;:· •. r,; IJDF~ Yl... ( G e n C·; r·· <:\ 1 e PIH::VEX · i 9 ;,\ <=; r:l <:: P ·.1 i r < ';~ i .... ;.~~ , (:' .... cl i m C·. t : .1 ... ~- :· '! .... f c n i '.i. c-; 11 D ) ,. ()IJ ::; i li I p 'l c-;::; l'll c n t: f.·:· p

r

·

[

7 C.: Cl IH f•IJ 1 i (7' :,; 1: i I i~ li I! \ I';:; ) " (l P I ' E <:\ p 1~ e s e n t <:\ ~ .. ! 1-"'' 11 ri r::· i mr • o,~ t â n < · i a t ~~c n D 1 ó 9 i c a p o 1· .. POS"" ':.\ 1. i:<::: t E'lrlP <·.T ::;1 (_ 1\ I" ·1.;:: 7 j1 a i >m c o~~ f i c i r:; n :: r: ciF

t::·ncolhirn'.:.11t:n <:'.r::-6::; rnu.l.o .. i;·\!:J•:·mr ll,~ i;.:;·~ llÍ!;!I'(.):;;r.••!·it~;t:i<:t!lt: !· ~';.;cr,.~'.J.Entt:: r ESistêJICi<:\ <:'". á:,:ll.l<''t,. ác idos E b~sEs

~

.. z] "

t·. 111 \.O } l.!.!"l'l D r

(, ' 1 ' I" 9 .. , f"'

1 ,) 1 ... .1. !.. _, • .: :::. () 1 IJ. ....

1: i 1 i r:l :.\ d <:: E 1'1, h i cl r· o c a, .. l.l o r 1 c 'l: <:.t ::=. a 1 i f á t i c o •:=. , <:'! c: e t o n i':\ " a '1 c: o o i ~:; f·: t: e t: r·· ~ .. ~h i d 1 · '.l f r..: .... I ;·.\I lU r (~!:. 1: E: :• r l .•I.! i_ 1· (I .:; ~:; Cr : 'v' E n '(. t:-; S C i'.'liJ :-i el t)l q 1.!. E' b I' c:'! S E' IH p eÇ C:\ S nl O 1 d <\di'\ 3 q 1.' E·

<.i P I'' E· ~:; E·~ 1'1

t:

(~~ In t. C I 1 ::; ã D i 11 t E·; I I I C:•. "

~::' F' I' [ di ::,•·: r•l V<·:··!::.~:· r·.'m c:'.\ c .. r·· r to d c. mcti1cno, u rn

< • Cl n1 p I P ·:-: Cl i 1 i <;; r:! 1 ú '.' ~:::· 1 r: o m f·: ~; t (:~ !;; o 1 v E'' ·, t e r::~; t ;:·t

1 • t':\ I' <.\ c t t:~ , .. 1 c:=. l.. i ;.> é u ~" <:1 ci ·::;. p <:\r·· ,,, s <-:; p ;:• I" ;· .• 1 u P P F !.! o P ~;

(16)

-

I

,

.

t 1

·· (:\ n ::; i ção ·v· i t 1· <-:;;-,\

t E" IH P C r·· ct t UI . <". cr·istal iP'·\ frn) .já. fo i r t=.' p u r·· t a d <;t (: C)llf( I

, ,,., ... >

,_

v

c ....

..• (.) r·.. .-.• ·.~ I C. UI •1 •.::1·· t ;,, 1 p i<'\ cl P fu. são ( .6.11( ) d f:' [ .. 7,9 _-, c,

\:<:~lileni:e, co•no '1G\'.\ .. c;/ 0 ("' , [". 10 ·.... ·: n f•..! ~,ã o d P.S tE.' po}i f!il·.l"C.J l ... . :U -15 ., ... T c: r·· i s t: <:l. 1 i n i t.l (:\ d c

ri ad ~~: mcn !:;u.r··áv(7: ·: ...

~,,i ~::.cu•:;icl7-l.(.lc c!E· ~:;o"J.uf;:õE-~:. d i".luicl<:i~::. r:o po'li mc-:r··o D'..l por··

::, f.·: I 111 r·: i i Ç ã D r-:·: ti) ~:_r c-:· 1 ( [-) p C ) ..

P..-_,1 i (r~;~i····;?.,ó····diruE-:: i .t····l,4····fE-rri lEnD)

• ·: i nr E' 1 , l o d ''~ '.! 1 u ú n i ,_ n ~:; i 1 , <•. 1 d e T ~J F tlr \: E m p E 1·· <:\ t u 1 <:'1 !': i r r t f·: I' mE· d i á,~ i :::•. s às • l o ~''

~ , .. 16.,

:,DillC•PC<Ii rllici c:r<;:., :.1<-::- 'dC:CWclo f.DlY1 <":\ l..("•'liPU.:.- ÍÇé::lD da •ni ~:>tl.!.l'(:\ .. _ ..

i nj t::·Ção

i 1 1 1. C• i lll n <-t c. :~ f'• ( : : :1: F' ·~; ) ,.. C> I'' 11 !~' '-· ( :· •n p I'' Co c: !·. <. s ··11J i J i .:;1 '" d e t:;:· 1r !-:': !; i !:; !: ê n c i ;~ a n i m f> ~"\ c 1: n ..

Difc:r·!::nt.r-.!'> pr·c;•·lu\:r!~; por:IE·m S(::·lr f!7:ii.n!:; tlll..tdandD a p1··opcwÇão (~lltr-!7: PPE f:: lllF'~) , .. 17 .. ,

,_

....

(17)

!ICJS r~:sc:UI''}~'- () po(•.~·tl•.:i<,,l d12 D)·:id<•Ç:ãu (:G .f·'f::nois é 1''!7:dt.t:.:~ido pol' a 1'1'-' i 1 ....

d !-? ~; \ O C ;I l•l ''-" ll .... c:omt• !5.tlb•:··-I' <:•. t ,, 4 .... I , , .. 11111 n- · ;:~ , f> .... ri i l•l <:: L i 'i. f e n o '.\ ~~ , 6 .... d i mE t: i 1 f E: n !.' 1

t cw 11 ou .... !:=.e

D ~··

::::

p u tl E· s f::,,. u j. ~: i ( ! Q r• (} I'' ;::\c o p 1 (;\IH c n t C) C.• ::-: i d (:\ t i \,' D cl <:-: ;,:) T (., ....

na c 1.;uc1 L I 1~ .. _r., 1

f'·:; .. nl:'o6,,, F'oi obt idu pn1' <:••::o!::ol;·,nr'rF:ntc• o:: if:;:.t: Í'/Cl clr.;õ· 1 .. 20 .. , ; ' , ú .... d i 111 (;:

·

t

i .l f ,.. , .. , '1 l r'"' p , .. <-:·:· \:> (·:·: n ç: <it d !·:·:· ;·,\ .1. H '..lll \:; ;·;~ );J E n t c !:; o>: i d <:1 n 1:. (·"· ~='· ... _; ,

i'ot··m;.;Ção ele p:lli iHC:I'C!" de: F·c~;o rn•.Jlcr:·u . .\;','1.1'' ~:::·nt1··c ~.~ .. ~)~)(? !··· 10 .. 0[,)~) ..

A· .. hl" (•ltln-·

fui catá I i S!~ pn1··

[Z1]

~·.

(18)

-,

<:\dq·•.ÍI'' ÍII, Ín1POI'' tâllC:Í<:i C01l1\?.'I''C: Í<:i1 df.'•v•ir.JO (:' <=;f;~l.\ i::\11:0 CI..IStD f:: <:i cJjfiCI.!.l cl<:t(J(7; (-?:111

no r :111lPU d<:i•:; I!Jistul-i!\~:; •necânic<:\!:; de po}il,lC:I~os PC:tl'·a, l 966r 1 a n ç i)., •. no

Q 'J ;· •. n d o !::· <;-: t r· <:<. t ;:·\ d e P P E m n d i f i c a d o ,. ~,;r: m cl ú v i cl a <'I!.:; p I" o P 1 · i F: ....

do termoplás~ i co

i n ·f·' I ué n c: i <:\ <.1 o H I P f; <·:: d <·• ~,; F' o '.l i ;··1 •n i d ;·,, <:> ( P (1 ) n ''' •::. p ,.. •J p r· i e d ;·,, d C·: !:; d o P P E ,

<:\tl···:é~::. d'J J.nl ic!::t i1··c:no d~:: <:\1t<.• irnp::v:to <.\fcd:;·:~ !:;c::ns ive'.lmE·nte ;·,l. t:c-:·Jnpf:l''<.it:'.l""

, .. a r!c r:li;.;t;,,, ção (·éi r•Jic:<:, E " ' , .. ,::·:",istência c\D imP<:u:to <h:\ mi!stul''<:'l poJ. imé,··ic<'' I'' t;;<:;t,t1 t: i:\lll' ;;.; ..

Cl'· i :.l í''\ i•·r•, rro:11C ;o •. ,, Pc". ,. é I"E'~~t:ilJI'lSávcl Pf·'1u

p C! I' C) I,\ t_ J•' (,) 1 i:l (,i I > •:: !:i : .. !:\ a p r· E· sE· n t ,.,, !::.•J F' r::· r· i n ,.. !i! I''<:\ u d <~: c I'' i !; t a 1 i n i cl a d 2 p .•• T C!.ll'lS<·:: ....

1

.

4.1. PROPRI

ED

AOES GERAIS DAS LIG

AS

DE PrE

Oe uma forma g2raJ., ~ res ina

PPE

I

PS

caracteriza-s~ por

·-· llH~ 11 o 1 ;·~ b . n · •;::

a

r;.. d E: á~] u "' e n t , .. E" t o d o ,,; n s p 1 á s t i c o s d <~ e n !H~' n h a 1,. i a

res istêncin a hiclr6I ise

,,,lt<'l l"pc:;i stênci~"' té1··mic<-:~

C >: C: {;: ·.: !' n I f·' t H I'' <:~C t (;:I' 1 5 t i C <:'1 cl E i !; D 1 c\ Ç ã O ~;: 1 é t I~ i C (':\

.... r:.::'l<~:\J;,,i·, l"r<;; i st:ênc:i;:~ à fl:Jênc:ia a fl" io ~:~ob c;·:\l''flc\

- baixo p~so ~specific:o

f<;\ c: i 1 i ti "' d f:: d f:·: p I" Ct c: <::c:; ~:;'''·r!', f·: n t CJ <:·: IH e q u i p ''' IH E· n t o ~; c: o n v !·:: n c: i o n '''· i !:; .... "·: ;.: c <·:·: 1 r'· n t: c c !:; t ''' b i 1 i d <:\ c:l e d i m t: n ·::; i o n <:'1 1

.... b ,.,, i :-: ;·,, c: o n t I' a 9 ã o n o 1n o 1 ci e

(19)

~,

O PPE

I

PA

apres~nta basicamente as mesmas propriedades do

PPE / PH,. !lifCI'"CIIC:i<:,nclo····~:;c. POI'" ~=·•.;;·,

::

··- luÇ\i ot- n;.·sis.tência ~"11.11mica

- maior absurÇão dE umidade

P I~ O P 1\ I C l.) t''ll) C ~:; r·iÊTCJDD

r..sn-1

D~:·~n ~-' i d<:~d!: C:.-t o 3 ;.~~ ~]

c

(9/cm ) 1)····~7CJ;.~

Ab

"

orÇão dl':' ttH••<·t. ~)i) (, D-~:i/0 o ;,~ ~3

c

( /.) T <'-"lllP et" <71 :.ut•· '" cJ E~ ri I ~:; t: cwç:ão D .. ·ó4H t:ét''li'l i c:··~ 1\ c: ~:; i ... hêll(" i (':l 'i·\ O i mp;·:H: l.D [) .... ;_:,~~:.;é t-~ócll.! .. , u 1,: r.:·: f·' 1 ( ·:.,ãn [i .. ··7'iü I~~~~~::. i (. t.êo,r· i (:\ C\ t• .ç:ãu [}· \:) _,r, .:_, r-. -::::) Conl• dç:ãc, no 1110 I dt. .. ;·:.) 0-1.~?.99 PFE ' .1. ,. (~6 ç,,ü::l j ,., '\ . (\\:t 6 ~~~; ~~6ft)(? t ) 0\ \-,){? •?J 7 {i

PPE: I p ~:; PPE/HIP!:;

'Í. r (')6 j, r ,~6 0,07 0r 07 .l. ::~;r j_ ~i7 ;:,>7~) ~::j

::l

~;) ;;,>~:;~>0 ;:,~40(~ ,',6 76 t() , . .:;, 0.r6

l

_

zz_

l

·r· ;.,

,, I·) ,, ~~-•• , - l ·1 ;: , .. , , OI •·1 • " 1:! ,,. r•• } · 1=> '" J ,· <" " 1·1 , ('\ , ... • ,.1 ~~·· ••• ••· "' 1·1 • (;\ •• . .,. '" 1 ' 1. .':J (;\ .,) ( ' • . , , . 1·1 • <·"' •• P P 1::· ••• - -PPE/PA 1 r 10 0,40 J.B(1 ;;,~ ~.',; ~) :?ü0~; ~50 .l. ,. 4

r.

,

t a I ' C·~ l ;·,, ~. .. ? d á u 111 '" i d é i ,.,, d ,.,, I'' !·:·~ ~:; i ~:; t: ê n c: i "' q u 1 m i c: ,.,, d E d i f e I'' r:· n t c::· ~:; 5

(20)

RESISr

ENCIA QU

1

MICA DE

LIGAS DE PPE

P P E/F' !3 PPE/Pri

Ac i ''o:,.

'"i

nev·<:•. i •::. (ti i ".lt .. t i do~:;:·

R

p R

1·1B

p p

1·1 i tlt· 1..1 r... <·\ I · I! D 11 E· i:: C• ~:; ;·,\I" D IH á t: i C () ! ; H i dI 1:! c i.\ I'

:I

u ll E· 'o.: o E (:\ 1 i f á t i c () •;;

G<:\ :;o!. i 1, '-' p

llFl .... llll..t i f: C) 1)0<1 P ···· pob:··~-:: B ···· bom

O PPE PD<:i<:~, illCJ.u",; i··.>E-, !517:1'' t:CJrn<:\dD i!:Jni fugor <:ttl··avés da

lrtod if ic:<·,,ç:ãu r:tt..ti lttic:<·,\ do PPE:: C)IJ d;·,, tni!::.tiJI''(:\ CCJni

P::;

11<:\'.\0!;Jf::nado [ 2

] ..

,,;_pl ic::;·,,çõc!:: do PP[ .. DE·vido ;;\ el<:if:> cJ PPE tcwnou.····!:>C·: um impcwt:;ud:e cutriPC!liCrt"·

(21)

de computadores, ;·."!'.lém

<!PI ic.;·:tÇÕt;~··· 0:m i:.tlll•:,(.;·-uÇ~n, F::n~,Ji":11i1a1·· i<:i q1.1i mic<1 e e1étt~ ic:a,

I. 2 .. ,

1•1ed i c in;·:~ .... .r ..

c m 1·:·:~;, t: ud o ..

á C i d D d 1·:: 1... E,' l•.l i <;:. ,.

':\Ir orná:: i ca ..

r1 lilDd ific:ê,\Çãu de pD1imct"D~.; é IJ.!n campCJ da ciêtJC i<,i qu!:': 1~st.á

( n ''' l: '.li" n i b ou . . , .. Z3

"I

.. ,. , .. , , .. _ .. -. t. (.. (. o)l I :;;;. -C I (,\I l <:\ t L .,., .. .. r i n r:: n I'' p o <·l ç ã r:) d ~:: ~:J I" u p os ;·,, m i d ;·,, n 'i:i 1..1. n i d i':\ ti <-:·:

+

@

;

-

CH

CJ

~

n + iHl::::C>:D ' f'l .. l ( L :l.) ... 3 i n f ,,. <'1 v <;~I'' m t·:: 1 h D , p ~:·: ·.\ ;;-~, p t" c ~:; r:: n ç ;·:1 d <·:·: b <:i n d <·i ~:; d c c !:; t i 1,. ;·:t m <·:~ 1 1 t o cl t;: 1 i ~J a ç õ <·': !:; N .... H ''' .. ,. ,. .. .. :l ,.. .. .. 1 ..

:J3r.!0 C'l• E dF f' .... (.) <:i :1.6~_,(~ c.rn .. (.J !:JI''ê:i.l..l de sub!:;t it:uiÇão pôde SE't,. <h::tc.::nninH-..

d () p

C),..

c

H N o IJ i~ 1·1 N ..

r.

t ·~ b c 1 i:\ l (':\ p I" c s t:: I l t ~:1 a 1 <3 1.l n ~;; cl (:\do"'' s {') b I'' I? (':\ /.: d 17.' !=-1.! b ~:; t i ....

L IJ i s;:ao ..

O P P F t 'i:\ m b é m p o cl c , •. c a q i ,,. ,. 1 1 a p 1·· E: !:> C·~ n ç a d 17: 1.1 m á c: i cl o d r:·

C IAI i ;:; v C Cll)) C i O I' 1:0: t· D

~·:

r:i

E~

'" '..l 1 f Cl l'l i 1 (:i O l..l C 1 Clf" rd: 0 !:i d

~::

á C: i d C! !:; C: (:\1'' b D >: 1 1 i C: (J S ::: z-' ] ·

O 91"<H.t de ~;;IJb~:;t i t '..tição é t <:imbém cl<7:t: c·::nn i n<:H:Io v i a IH1N ,. Já n<:~ l:C\Il<::-Ja l .. :J <:;ão i:\PI''I·:·:·":E·nt:c·:\dO!::. c\'J.~JIJ.I'I!':· d<:\dD!:;. SOI:i!"E c:\ SOliJ.b i'J. idt:1.dC·: ciD pp[

7

(22)

1\l o d i f i c: ,., •. d o .. )

~~..~~ o PPE se tornE solÚvEl em solventes aprót ic:os, fato

" ~ 1 ... .2~ ·_·I

D PPE ,jcl foi ;,,ocli -f-'ic:<:lcio por ha'.lo~:Jen<:\Çâo (;; p6cl E·

I i I'' O ll'l ;·1. cl D ~;; C .1. E· '(: i '.: !':l. Pl r::; 'i

t

C n D ;;·l l'l E 1 ,. nas meti las ou em ambos 11..19 (:'li''<-:-:·;:;.

, .. 26 .. ,

1.. .: "

O

P

PE

bromado nas m~t il~s podE·

~ 1

!'

.

.

.

27 ....

! .

.

. IE·v<:,roclo ;·:l ::;ub::;:: it•..tiÇaD ele:::.;:;<;,:;; I'Jl(;;(: i!.<:\::; br·Dmacla::;. pCJI" 91"'..\PD::; v in '.l i c:u~::.

l''ucit·:· (: <:1mhé,,, :::o.f.'v·,-:·:·1'. 1''(·:-:·;·,\ÇÕe;:,. d"; E':>t: et·· i f i c:<~ç:ão Dndc ~;;cJ•·ão i n <;:.e r" i do·::; n ;·,\ ::;

I .l <-::· ::; ::>c ::; ~:J I'' u p o <:: p o d F·:

f,.,,

v o r· (·::· c: E· r·· ·:,i ·F o r· m <':l. ç ã u c: e 1 i 9 !:l. ~:; p o '.1. i m é I" i c ;·,\ <:;. d ~:: P P E c: o 1n ; .. utv·o,::. pn'J..J rne:··~: .. :;:. L:28

J

..

D •..1 t. 1 .:;,-;:, n'! eocl i f i c <:\ÇC::>r··: <::. i 11 c I u (':111 ;·,\ mr:·t a I <':i.Ç:ão r::.

· ' ~~ 1

1 .. ZS> .. , . , ~ r· 24 .. 1

l f'l(I''OcluÇao:;. ele :JJ''t.!.PU~:; c;·,u··l::<c:o::·: 1 ic:u<;; . . . . i, (:l. ac 1 .l.<:o.Çao L. .. 1 c <:\ 1"<-:·:·;·;,ção com <1 .... ::; u b ::; l: i l: ui d <;l. t I" i <:'•. :.::: CJ '1 i n :::•. d i o n <:i. [ 30

J ..

-, I (;) t •. •

(23)

pp[ ~::-l . .lb E~ t " C:Dil'l NEl CF Dl1r:· não···· sub !:' !· " + ·+·

r

J611 . ::;' L '~

·-

n

.. ·{ ·{·· i'' H .. , 3 ( '.C·' ' H 2 ) 2 1\r 'l.' .. , (l .. + ·{" + f": H ... 3 ( (.. ~I i 2

)

. 3 n:~o - + --l·· ,. (" ·'6 li .. 5,.:) , ('1 ·2 f' ' .J. ·\· + + "',li ('' li ('' ') ('' 'J L .. 9 ·' 6 . 4 ,:) 1' 2 .. , . + ·{" .. ,H (" '·I f''l'lf"l L 9 J61 4 ....... + + CH 9CII2COC.l f· ·\ -f'' H "' 9 (CII2 )L ~COC1 + + + (''1·1 ... · 9 \ 'f''ll "' .. 2 ) 10 cnr:1 .. ... ·(· +

Nl:l tU í'r!ODE:NZE:NO

Cl. C'I...OHDFóR~·iiO D~í')() .. l.n Hl~:TII .mH .. FóXJ:DCl \' .... =

r w

:

o;

o

v;:-1...

Dt1~:; Cl DC11

TH

F

·\· {· + + ~ .. + + ·+· ·~ . ~· '? + + + + + + + + + ·I· +

..

+ + + + ·(· ·~·· Dr!A .... Dit1E::TILACETONITi{ Il ... f.'r

OCM

-

OIC

LOROMETANO

trC ....

ACr::T

ON{i

T 1·1 F · .. TE T H A H I [)R D

r:·

U r! ANO

~

:

PO

U

CO SUL

ú

VE

L

+

f

:

tbE

·

.l~

.

\

:1. .. 3 .. :;:;uir..lb i .l id;·,,_cl<-:·:· du PPE muclifir:;·,\clo [ 23]

E!:;i:udn~:; elo PPE mndil'ic:aclo com çwu.pos r .. urr.\:-~ol<:'l l:cru !:>icicJ

[. 30 .. ,

r E C: E n (: ~:: lrl (~ n 1: C·~ ri F<;; E' n '..) D 'J V j d C)~:; p O I'' f)'(: (':\ cll E' r•· ,. f:) r~(:\ 1..1.j D <'' C: O l {':\ IJ O I' <:1 d UI'' (;:· ~;; . ..! ..

r <:\pi<:i<:•.mErl:.c ;·.\ b·;li:-~;:~·:; (:(·::-mpl~~r~;,\tl.lt''<'.'t::; paJ··•··\ bai;.:u!:; !.:Jr··aus de subst itr .. tiÇ~o .. (.)

!] r•· 1.1 P D P !? fl cl C' I) t '- n <.-\ C: c\ (.; E i (:\ p I'' i n C j p <.-\ l t:l Ci p O 1 i IH E I'' Cl O f:.; t j d O é d E fl U lil i I) f'l d 1..') J' ;Hj i

(24)

'

I ( b) F i ~3 •..Ir· a i .. :1. .. ( !:\ ) ( b) l~<ild i C<:\ 1 , .. 3:1 .. , I~ -·· UI'" a ~::: o 1 a L .I Foi via sub::; t: i tu i ção r;: 1

!

"'

t I'' P f 1 1 i C c·\ ;·,u·· Q lll ~ t i C: i!\ r r O p p 1::: r I'' i C D E ll'! (7~ 1 é·(: I'' CJ n S r p <:d <:\ t: I'' i <ii 2 O 1 i n ('·\ , c: i c-::· r r t ~:-:· <·:-: 1n E 1 é t , .. o n ~:; .. D n r <-::· c ,,.,_ n i ~; m c:r f o i c v i d e 1 ·, c: i <:1 d o p o ~:; t r~ I'' i o I'' m c-:: n t: (·: , - á , .. 32 .. 1

determinaÇao dus complexos inte~rned i ~ios .. _.

F{ I n ... ~ _)''1' ..._ h('l "" ~~··'

...

...

:;; ·'·· ... L ..

.

\.

~

=:,

'

./

1

c

H

3

-+-

--@

-

o

n

o

~

)

\J

(

'

cH

3 ~C N .. --H

/

\

~

-

c

(

I~ ~J dEf i .... ( i .. :.2)

C o n s

t

<:1 t i:\ .... !:; e q u c-:·: não se c:: o n !:; E:: 9 '..l ~:-:· i n ~;E· I'' i t" m ''' i s d c 1..1 m !:; u b s t: i ....

tuinte por anel (apesar dE termos du~s pos iÇÕes livres) p Cl I'' q 1..\ E· O ~J t'" 1.1 P O

IJJ""C:\201<:\,. I"Et il i:ttlol'" elE· elét:1··on!:>,. um<~ vEz ligado aD anEl ar'"e>mát i c o f1.1ncion<:\

r·o111n l.trn d!~·-,:;;:;1\. i \li':'lc:IDI'. d.,;, G[,. cl if ic::l .. tlt;·,\nclo l .. tm ~:;c-:-:~~undo ,,,t;·:\q• .. t~::- e'1Eti''Dfi 1ic::o no

• I"'<" . 'i ... . ~ 'l I" 9 2 "'I 111 .7. _., ltl C. .:li l E . L •1 ..

j 6 A I~11:1("lR'fÂt'(:'[" 1)!1 ll.l('liYI'I:;-TI''AÇÃO

.. ,. • ,. .1. " • I .. \ ~ •• f I f1 I' • .. .. • •••

A

rEaÇão do

rrE

cem a

RTD,

mostrada acima, S€ p~ocessa a

1-r~·mp<,.l <.\C'.ll"c·\ i"\lni:li<-::-nt c C::~IH dif(~'l'·ent:r:~·.; <:;o'.lvc~~ntE's per··m i t i nclo l.lllr

r:.ont,··olc:-:· prcc i ~:=.•"• do r..:JI"<:\1..1 ele-:-:· moc:li f ic<:~ção c-: do 1 .. .99 .,

moc:l i f i c:<:1dD _ ..t•

o

a uma

aJtcruÇi o s ignificativa das p~opricdades do mater ial p o 1 i mé,·· i c:: cJ ..

i nt<":., .. ,,,çÕE·!:; po<lc:·m <:O.u>: i 1 i <:il'' n<:i c:omp<:i'l: i b i 1 i ~-~i':\Çãn com <:>ut:1··o~:; po'lim<-::1··o~:; r":'/ou

(25)

'.lr2vi:\l'' "'um <:'IUlll(~~~~tD d;·,, <:'l.dt:~s~'to enti"E· f<:i::;c~; n;·:\::> 1 i9;·,,,, tel~moplást: ic<:'l'::> [30 ]" Os grupos urazola a inda P2Frni tem a foFmaÇão de estruturas

ret i r~ladas ou não.

A

p~esenÇa destas interaÇÕes provavelmente levaFia a 11m a•.tm!~llto n<:\ E'!:>tab i1iciade ténnicc<. do po11nH~I''O.,

() ver· S<.Ü i 1 i cl <:HJ E· da 1"!~:<:\Ção d ~;~ mnd i f i C t:-\Ção é t OI'' n cHI <:1 llti:'l i OI''

pelo grande nómero de gr-upos que rodem ser colocados na pos ição 4 do anel

h (;; t (;;I'' (.)C i C '.\ i C: U (:: O 1H Cl ,. p ()I" E·>~r:::·mp '! D ,. li i dr•·o9ên i D,. mEt i 1 ;-;,,. p (:'li''"'"" " I I" ,.. ... . ~. I i ., ... ·f·',... . '1 " ( ('' '1 !:' ,. '·' (')

.· ..1 .J ::> ( I 1 . ..\ (. d .:.li I <:\ .. , ,. •·' I r I' . z ,. DII, n <.\ f t: i 1 <:\ , ct c .. A

tl<'~::;ct':::; 91'1..\PD!:> per··n~ itl': ;·:~ItE·v·<:il'' ele llit:)do CDiltJ''Dl<:\do o volumr,:;· '.\ iVI''E' d;·~ cadt"·i;·;,

de P I'' E 1 l"'Vé':\1'1 d D é':\ 1..\ll'll:\ i':\ J. t F· J" <'i'y~D C 01"1 <;; i cl E· I'' á v(;.; 1 dE' !:;1..1 i:l ;;; p I'' DP I'' i !:·:d ad C;:;. t Cl''lliO .... [. !:> y 94 -, - " nob D ponto de vi~;t<:\ :: e c n o ~~ 6 r1 i c n , c ::, i. ;·.\ ·:; m o cl i f i o::: c:•. ç õ e::; p o d 1:':: m t ''' m b é m ''' 1 t (~; I'' <:\ I'' <;.; i !J n i f i c H t i v;·,, me n t c

,•.S Pl'l.lPI' it.tl!:\dt.~:, dr;: PI''OCE·SS<:'.Ii'rE'I'lto du mal;(;:l" i<:\J. p D'J. i mév· i C D r p I'' i n c i p ''' 1 mE' n t e

C m p o 1 i c! i c:-.· n o ~:; m o d i f i c <:1 cl o !:; !:\ T ~:J é c o 11 ::; i d e I'' a v (·:: 1 m c:::· n

t

!7: ;·;, s c E· n ....

dente se u yrau de modificação c:Dm t r iazol inadionas Exceder 5mo1%

.. 9~-97.. - . ~

L

J.

Lsrec1almente para pol iclienos cnm elevado grau de subst ituiÇKo,

a T q p o cl E E '.l

(

·

:·~v''',,

...

~:;

F::· ''' c: i m ''' cl E· 3

~

:

)

°

C • E

~:;

t: (·:·:· c I''

f:~

s r: i m c-:·11 t o d <:\ T 9 t: t-::·m

~:;

i cl n

,,,

t:

,

,.

i ....

bui dn à formAÇ~o liE 1 igaçõcs de hidrogênio entre os grupos PDlares ura

zo-.1. a • C O IH O C (I 1'1 ::; r;· qUê n C: i <''I ,. 1.1 lll <!I (;; ~; t: I'' IJ t UI'' (':\ (:\ 'J. t i':\ IH f~ 1'1 t (~ I'' (~ t i C 1.1) 1:\ d (:\ C O IH I'' E d 1.! Ç ã Cl l'l !:\

mob ilidade dos segmentos de cadeia é obt ida em elevados graus de modifi

-c;·~ção.

Na figura 1.2 as curvas do DSC para PPE modificado com

\'ál'' i a:.; quarrt idades de 4-.. 0l--n<:t r-ti J. .. -1., ~?.r 4-.. l: I'' i ;·:'1:-.~ol i na-3, ~3--d i ona OHD>

('Jbt idas Pi:ll a IJill(:\ Vt·?loc: idadE dE· C:\ql.lEC iml7~ntD de~ ;,20°C:/min ..

m€ntc, a Tg do poli mero modificado diminu i acentuadamente com o aumento

ci Í f C I'' C' li '!: C !:~ !:; l..l b !:;

t

i t 1..\ i 1"1 l: C f_; H n D a 1'1 E .l I.J.I'' <:\ :;·:: D ] c:\ r C D 111 O i] I'' (:\ IJ d E til O d i f i C: (:\ 'y ã D .,

(26)

Q ~--..- -r-··- -.----.

-1

_

__y--

---1-

5

i

---~

---~1;---100 150 200 250

rrc

a 7,4 mol% com ·)····Ú(···· IJ <·1. ·F t i 'l ... :l. ,. ;:_) > 4 .... 1: I" i <':'<.:.:·:~o '.1. i n <:\ .... ] r ~.'.'j .... cl i o n i':\ ( N T D ) ;: V' (é-:• 1 C) c: i d (:'! d ('·~ dE (;\ q IJ f::• c: i m c n t o ;? (}.) o , .. ~ ..• C/m in .. .J .. ~ :"'\. 220 h 200 180 160

o

• o ... . '-e

·~

-~

o - o 5 10 15 20 o.uo.nti.dad~ d~ 1 ~m mot-H

F i fJUI"<:\ 1. ..

:J ::

D<·:·:·pr::ndêr·rc i <Oi. cl;·,i. T9 do PPE mod i f i c:<:!clo (valores cxtrarolados para veloc:idadc de aquec imento zero) com o grau de substituiÇão .. PPE

1 .. 9o ..

1

mocl i -F i C:<:1du c:om RTD .. .. ;: :Í.<:I (

>;

:l.b(O); :l.c:(D) e id(â) .. :l.a ·

.í. 1.·> :: I;~ ....... . f'' . ... ô 1 .. 1 !5 .. ~· te: :: F~ :::: ;: 1 cl

::

n

====

O

decréscimo observado na

Tg

com o aumento do grau de

subst ituiÇio pode ser expl ic:ado por algumas incomuns propriedades da

cadeia do PPE .. Isto é conhecido a partir de med idas de soluÇÕes diluiclas

1

.. 98 .. 1

.. _ ~ b r:· m c: CJ m c:;; ~:·t p ~·:·~ 1'' t i v· d ''' ~::. p ,,. o p ,.. i < ~ cl ;·:·. c! c ~:; cl o P P E f r..t n d i cl o [. . 39 .. _ .. ! T e n cl o rn u i t: <:i

Flexib ilidade na cadeia devido às 1 igaÇÕes éter. a elevada Tg pode ser

/ '')

(27)

PO:::'i'fTitl: indo •., .: ..

11 (l

'.!r· a;:~ o I , .. 1 !-·.•C'It·.

'

·

r:

, ..

n:<i.t pontt:··~ clt~ H com out r·n s.t.lltJ. l<"tl ·:~n: um<'•. cntlc:::i.;,;t <i d j <\c 12 n t r-~ • ( ;; t (l

:] )' <lll d··.

:1·~.: 1 é :;::.: i me• 1; :.... 'l ~J . Or.1.an i·: :t d ::uJ e·:; ~~.d 1. 1_ 1 on :J. '1. :; :•

:..~1'UPOL

mol: i vo·::. .f'i~~IJ,)'(l p ::.t.·,· e··:(!

lllll

(a)

(b)

! ·::.il.tl ::,,. 'L.,<~ " h:•::-p·,·.:-~·,,.(;:-pt:::.J.Ção •:?·::.<:p..t.cm.?d::t~":<!. do e:ttp:.~.(.:ot:::,uncn·f:o vi t l·l!·o d::1. c::>.d.:,·i~l 5

(28)

2.DEGRADA

ÇÃ

O DE

POL

!

MEROS

2.1. História e Importânc ia

O

ma is anti go exemplo documentado da deterioraÇão dos

mater ia is pol iméricos mod~rnos seguiu-se à descoberta

o comportamento fl s ico do material extral do da "Hevea brasil iens is" (~ o

atribuiram a uma espécie de "vida própria" do material. Na ] Orl!.:Ja V t a!:)Eitt

de volta ao V(~lh() cont inent(~, a pe,~da da e]ast i c i(l;·1dt:· foi (i\ tI' i b ui ti a r

ho,j(.;.' n<OI tecno1o9i<:t d;·:t bot··,··ach<:i no use .. de tet'"mos cwuo · e n v <·? 1 h e c i 11·, e n t tJ

"fadiga" para designar diferentes manifestações da deterioração da borra

-t . . . . ~ I . , .. 40

J

c1a associadas com a dtm1nu1Ç~o co peso molecular L •

A

degradaÇão é um problema comum aos materias naturais e

s intéticos.

Os

mat er iais naturais aparentemente estâveis geralmente

possuem potentes sistemas estabi l izadores ou são continuamente renovados

por processes de cresc imento come , por exemplo, na epiderme humana.

~~ iltlpcwtAnci<:t da d(.;.'gradaÇão elos poli ttH?I'O!:. !;,(:,: to.~na c<:\(:lc\

v<::z ma i o,,. em funÇão da g en e1· a 1 i =~aÇão do seu uso e do d t:·sen v o 1 v i 111en to d <.:::

aplicaÇÕes em que estes subst ittJem metais e out1··os m<üet,. i<.'\is e1u condiÇÕes

ele uso bastante severas. Em muitas destas novas ap1 icaÇÕes deve-se 1 EVa I'"

em conta não somente o custo da subst iluiÇão de componentes deter iorados

como também os custos ind iretos advindos de paradas de produÇão.

de que as reservas de petróleo, no qual a indústr ia d~ poll meros atu

al-OH~nt:<:: é baseadn, (~I,.C:\fll 1 imitadas. Isto ElEVOU rrap idaltlEnte O!:> Pl'"f!"Ç()!;, dtl

Óleo cru e de seus ~erivados. Paralelamente, pressões ecológicas exigiam

um melhor destino final para os plâst icos do que a queima ou o (-;~n t: (~'I" I" o.

(29)

reutilizaÇão de rejeites plásticos. Estes estudos visavam resolver pro

-blemas técnicos envolvidos na reciclagem, principalmente o falo de que a

deg~adaÇão do primeiro uso e aquela que hâ no reprocessamento vão alterar

as propriedades do mater ial final.

ReaÇÕes nos po11meros podem mudar amplamente suas

proprie-dades, via mudanÇas na estrutu~a.

A

qu1mica de po11meros deve englobar,

portanto, não somente os fenômenos associados à polimerizaÇão mas também

a estabilidade das macromoléculas formadas, os fatores que contribuem

para sua alteração bem como a c inética de degradaÇão de po11me~os.

A extensão aparente importância da

po11meros é subjetiva e é largan1ente determinada pelo uso do material .

Geralmente a degradação é associada à queb~a de cadeia, com conseqUente

decréscimo no peso molecular. Em muitos casos, porém, reaÇÕes de ret

icu-laÇão tornam o poli mero quebradiÇo e, em outros, o desenvolvimento de cor

é objetado embora não necessariamente seja acompanhado por c isão de

cadeias.

Uma impo~tante particular idade dos po11meros é a extrema

sensibilidade a pequenas mudanÇas qu1micas, pois estas podem levar a uma

sér ia perda de suas prop~iedades mecânicas.

A

cisão de um pequeno número

de cadeias de 1 igaÇão entre cristais em po11meros semicri stal inos, por

exemplo, pode levar à desagregaÇão do material.

Alguns po11meros degradam aleator1amente, outros por

depol imerizaÇão em cadeia, enquanto outros a inda sofrem pouca quebra de

cadela e muita ret iculação, eliminando pouco resi duo volátil E produzindo

grande quantidade de residuo carbonâceo altamente insaturado. Alguns

po11meros são estáveis em atmosfera inerte, mesmo quando aquecidos por

longos peri odos, mas os mesmos polimeros explodem em chamas quando

expos-tos ao ar ou dissociam-se rapidamente quando em contato com ce~tos

sol-ventes.

Em termos gerais, degradaÇão usualmente envolve a mod ifi

-caÇão qu1mica do poli mero pelo ambiente [41] , o que nem sempre configura

prejui zo ao desempenho do material rol imérico. Pa~a muitas aplicaÇÕes a

degradação pode ser intencionalmente buscada para alcanÇar

1

·--~

(30)

PI'OPI' i edades.

se consegue por extrusãQ em condiÇÕes controladas dos lermoplâst icos

,. 4Z '] ~

L _, na oxidaÇ4o superficial dE filmEs de pol iolefinas para pcrmit ir a adesão de tinta e em vários outros.

Há tambén, cada VE.'Z mais estudos sob1•e tentativas ele tornai' os poli mei'Os mai!:. comuns ambientalltlente deg,"adâvt-:-i!: •• Basic<":l.ment<~ tem····!:;<-õ'

tentado misturar PE a ad itivos pró-oxiriantEs e mesmo amido [43] . Note-se

., quf? d<-õ'pend<~ndo do •.l!:;o fi n<:l1, clifc;·,,.c;·ntes l(t(·~c;;·lnismos de deg,,.,,lcl<:1Ção pode,,·ão

atuar. Assi~,, po11meros usados na agricultura como cobertura morta de

( '

sol <J pa1· a i lllP!:'d i I' 1 ixiviaÇão dos nutrientes, p o 1' e~-: em p 1 o ,

condiÇÕes de degradar fotoquimica ou biologicamente enquanto que aque1es

que vão ser enterrados com o restante do 1 ixo urbano p OI'. e:-:emp 1 c>, fraldas descartAveis - deverão ser capazes de degradar por aÇão do calor

ê . , .. 44 -,

e biol<J!J i Cc\lliE'nt:c~ <~'m um ,.,,mb iE'nt:e C<:\t''<;:nt<" cl<·? oxi9 n1o 1.. _.

2.2. AGENTES E MECANISMOS DE DEGRADAÇÃO

O c '" m i n h o p <~~ 1 o q u '" 1 •.1111 p o 111\H~ ,. o !:. <~ ,. á cl e 9 I' '" cl a cl o p o ,. i':'1 Ç ã o d <:J ltl e i o d <-:: p <;: n dE· I' á d a n a t: 1.11'' <~~~-:a d o ma t <·~ ,,. i a 1 e d o l i p o d e aÇão a 9 ,,. <::· s s i v<:\ •

podeltlOS cita,-: calot", ondas eletroma~3nét icas \luz, ,--a ios X) , rn: i 9 ên i () r ozónio, produtos quim icos agressivos b o m b •~ ,, d ~o~ i !) c o m parti culas ener9izadas (elétrons, ions) e, ainda, agentes biologicus .

Ao

( d <:::!:) ,,. '" ci <.'\ ção té~mi ca, degradaÇão fotoqu1mica, etc.) mede-se a cont~ibuiÇão de cada um

p~~a o processo degradativo. E n t I' (~ t a n t (j r na utilizaÇão final

rtlatet•iais r·arament<~ <.>bservaltlOS c:\ ação de um únic<"J agE"ntr~ degt"aciativ<J, mas

vát"ios. O t·e~sultaclo rla e>:posiÇão a <~!;sas condiÇÕE"s dá lu9a1' a Pl'·oce•;sos

combinados, de efeitos mais deletérios que a soma dos individuais. então a ocorrência de processos termooxidat iv<Js, foto<Jxidat ivos, etc.

(31)

.

--

da natureza do D<mate~i7~V<7~····~;ca~ · l l<·pol :::v<:\1' iméEm conta qt.l<~ico existe i:::, enfluênm todoc~; ia, <~~;sàs vezes <~~:; Pl'·ocessma~cante, CJs , além ele c<·:\t <:ilizador , ele ~:;oiv0:nte, cl E'

produtos volâteis oclui dos) e ele aditivos intencionalmente colocados com

a f inal idade de evita~ ou p~omover d "~ !~J I' a cl ;·:\Ção .. Ent~e estes últi mos

absorvedor~s ele

u.v. e outros sobre os qua is muitos esforÇos de pesquisa estão sendo

ded icados atualmente mas que estão fora do alcance do presente trabalho ..

l <:1mbé11l inf1u<:·:nciam os fat:o1··e~;; fi •:,ico~~ qu<~ afEtam <:1 e~;;tt"u····

t 1.11' C:\ d O m <."Ü <7: I'' i c\ ·1 r t ('\ i S C O lll O P F:: 1'" C e n t (:\ 9 <7: In cJ e C I'' i S t (':\ 1 i n i d <HI e r Cll" i <·:~ 1'1 t ;·~ Ç ã O d (:\<:i

cadeias, forma e tamanho dos cri sta is , etc . Estes últimos fatores são

Além di sso, as condiÇÕes de pol imerização infiuenc i<:\m o

peso molecular, ramifi caÇÕes, composiÇão e ordenaÇão nos copoli meros e

até o t ipo de contaminant:es eventualmente presentes. i 9 1.1 ;·,, l1n e n t: <-:·:

importantes e devem. na med ida do possi vel , ser observadas po is afeta~ão

o d <":sem p <·? n h o p os t e,,. i o I' d o p o 1 i me,,. o ..

D e v<·? s e,,. 1 c;: m b ,,. <:1 d o q 1.1 c,;: <:1 i n s t: a b i 1 i d ;·~ d e d a ~; m a c , .. o 1 ,., o 1 é c u '1 "' ~, é

em parte devido à presenÇa de pontos fracos na cadeia pr incipal devido a

<:\ n o m <:\ 1 i <:i s cl o p o 1 i m ~=:I" o , p o I" e:·: 0: m p 1 o ~ 1 i 9 a s du. p 1 i:\ .:; e m c "' cl E' i "' '::; d e p o 1 i o 1 e ....

f inas , hete~oâtomos em cadeias carbônicas, pontos de ram ifi caÇão, etc.

Estas são muito menos provâveis de ocorrer

modelo de bai xo peso mo1ecula~ , normalmente usados para s imular o comp

or-tamento dos polimeros . O 2,4,6-triclo~oheptano Ct:rime~o do PVC) , p Oi''

exemplo, só inicia a degradaÇão t érm ica, 1 iberando HC1 ,

0 >.. 1

r

.

.

40 .... J,, X

200 C superiores as do po1 mero Outras precauÇves quanto ao uso

modelos estão na maior influênc ia das terminaÇÕes de cadeia e no f ato dos

métodos de slntese destes serem geralmente diferentes daqueles usados em

p o1 i m<7~1'' os ..

E m ~J c 1'' <:1 1 , poli meros de condensaÇ~o que contém grupos

func ionais na cadei a pr incipal, notadamente pol iami das,

po1 iuretanas estão mui t o mai s sujeitos a h id~61 ise e à biodegradaÇão elo

q l.l('i(J'i cl o

(32)

aquecidas em atmosfera de ar contendo umidade moslratB aceleraÇão da degradaÇão em relaÇão ao mesmo aquecimento em ar S f:~ C O L. r 45 -, _! .. ()

HDPE,

por exemplo, s6 é biodegradável se for previamente oxtdado e somente na pa~te

1 ' f>! ,-40 "]

do pol mero que sofreu a oxidaÇdo L _ ..

A

presenÇa de carbonos terc iários torna o PP menos

resis-tente à degradaÇão do que o HDPE. Pol imeros insaturados são ainda menos

res istentes como é evidenciado pela ozon61 ise da borrach~ natural e pela

<.IE!:JraclaÇão elo PVC clt--:-h i clrohalog.:~nado r L 46 .. _/ , •

2.2.1

.

DEGRADA

ÇÃ

O r

e

RMICA

Na d<'::!:J•'·;·:HiaÇão t:é,rllli Ct:'l, o po'i1mc;:,··o, !:i'.l . .ic·::it:o <<~ tempEtr<:\tl.!t''c:\!; elevadas, comeÇa a sofrer mudanÇas em sua estrutura quimica sem o envo1-v i m <·:: n t o s i tn 1.1 1 t â n e o d E' ou t 1r a sub s t â n c i i':\ • ;:~ s t a c o n d i Ç ã o é p cu'· t i c 1.1 1 <:\Ir m E~ n t. <·::

são puros.

Se a degradaÇão térmica do po11mero processar-se sob vácuo

haverá remoção continua dos produtos de degradaÇão de baixo peso molecu

-n ão .. -d ~Z'!J1'· ad aci o, podendo part icipar <.l~s novas reações de decomposição. Por esse motivo, os produtos de degradação

sob vácuo e sob atmosfera inerte gerRlmente não são os mesmos.

O tratamento com calor de po11meros pode afetar tanto as

1 igaÇÕes da cadeia pr inc ipal como as dos grupos laterais.

cadeia pr incipal freqUentemente produz radicais livres F pode oco~rer tanto ~leatoriamente na cadeia quanto nas 1 igaÇÕes fracas resultantes de estruturas anómalas como no poli ca-met ilest ireno) e pol ieti leno

Também as ten•lin<?IÇÕes dE' cadei<71 <:\l·llresentam estr•ltu,·ar, 1áiJ~::i s ap,rc.~p,r •a<iRs

P<:\l"a a iniciaÇão de:: di::!J•radt:\Ção ténolica. Ist<) é obsi7~1''Vi:\do com o po1,,;t,:t:i1·-·

m E' t <:\ c: I'' i 1 "' t o c u ,i a ~:; c a d E· i a s t: e I" m i n <71111 c: o m 1 i !.~ ações d •.l p 1 <:\ !;; .. O:..; m <=1 c I'' o .... ,,. <:1 d i c:: a i !:.

f o ,,. m ,.,, d o !:; p <:c 1 c\ I'' 1.! p t 1.11'· ,.,\ d •~ c i':\ d E· i a p ,,. i n c i p ;:1 1 p o d e IH e:·: p f.~ ,,. i 111 e n t <:\ ,.. d e p o 1 i m c;: ,,. i ....

(33)

·-"

zaÇão por uma reação em cadeia cuja extensão var ia de acordo com a estru -tura do poli mero e a temperatura.

Já que a reaÇão de propagaÇão da po1 imerizaÇão é o inverso da depropagaÇão. os doi s processos estão

cinética direta existe a qualquer temperatura para os dois processos:

M

"

+

M

n ( ;,:.~ .. t )

Para temperaturas baixas a constante de velocidade da

tdais alta que a da reação de pol imeri zaÇão. Entretanto, para temperaturas

mais altas as velocidades das reacões de polimerizaÇão e depol imerizaÇão

. . , .. 48 "] 1 ~

se tor nam t9Ua ts L _. Quando a constante de equil brio da equaÇdo ( ;:> " j_ )

é igual à un idade, a polimerizaÇão cessa.

A

temperatura acima da

é ch<:\macla de temperatura teto de

depol imer ização

CTe

-

d o i n 9 1 ê !:; " c f~ i 1 i n g t em p f:~ r <:\ t: ur· e " ) ..

A variaÇão de energia 1 ivre da polimerizaÇão CâFp) é

na

Te

pois o sistema está em equili brio.

Termodinamic:amente portant o, a Te é dada pela razão

a cntalpia e a entropia de polimerizaÇão

T

e

.ó.(Jp Â~;;p

c-""

"I 1.. .. ! po i!:> <·:·:·n t ,.-e

s imples são mais estáveis do que 1 igaÇÕes duplas E envolvem diminuiÇão de

entropia porque a polimer izaÇão envolve agregaÇão molecular .. Portanto, a (l!t.lc\n .... do, porém se eleva a temperatura, T.âSp supera a enta1pia, t ot"n<:1ndo

positivo. Poli meros com .ó.Hp baixas ESSE;; ltlOt i VO,

r:::nt:t'·etant:o, polim<"~'·-o!:; conto PP r· PE. conforme mostra a

T;·~bE'li':\ (;.:.~ .. i ) , geram quant idades despr eziveis de monómero durante a

(34)

)

(

evidenc iando a não-ex istência de mecan ismo dE·

Os macro-radicai s formados pelo calor podem

envolvidos em transferências inter ou intramoleculares como no PS e no PE

• .t [-_ •U -_j ,,

aquec1aos a temperaturas moderadas .

Poli rne1··o Te (o C) ~~ ( /. ) ,., ,~) ( I.J.f"l i cl )

" p[ 1 i IH:::' iH" 400 0,0:3 0 pp :;H~0 0, 1. 7 v) p ~:~ :.~30 .... 300 4:\.

,.

,;)

,

PTr:·c óU0 9:'5 ?60 PMMI~I ~~;:!.0 (j> [l ' I r: ... ··· ::J\?0\? Ta b <·:::" 1 i:\ ( ;:.~ " ~L ) .. D <·:: p o 1 i nH~ 1'" i z ;·:t Ç ã o t é 1r m i c <:\ d E ;·,, 1 9 u n !:> p o 1 i m e ,,. o !:> " ix ··- 1r e n d i m e n t o

mâ:-:inw dE' mc)nôllíEI'.<J no~;; p,··oduto!:; de dG.'!JiradaÇãor ~;; :: !~~<7:qtiênc i;:~ de d<:~po1 iltíe .. -~

l .

....

i -,

,,. i ~·: aÇao .. _1

A chave da diferenÇa no mecani smo de degradaÇão de

po]i meros vini l icos pode ser encontrada na estabi l idade dos macro

-radicais e na propensão à transferência de cadeia. D 1oca.l

iniciaÇão da depol imer ização em cadeia são 91'·t.1PO!:,

heterogêneos ou 1 igações fracas na cadeia que, após a quebra,

formam em grupos terminais:

X

X

X

X

I I I I

R-CCH

2

-?>~CH

2

-f-Z I~-·· ( CH2 ····~:) ;:;·CH2

····p"

+ Z"

y y y '(

Uma vez for mado o macro-radical este pode sofrer

de~ dC·::'PD1irtl<·"l'"iZ<":\Ção, eq (;.~~ .. :cj) , cfE!:,plrOPOI'"C:iOI-1<:\Ção, eq (;.:~.6), 0'.1 tEI'"IttirtaÇão po,r acop1am<7:nto com outt'"D 1'"ad ic:<:\l (plrov<,,ve"liJlentE· t'"E·tic.uJ;·:1ndo o po1im<·::·~··o) ..

X X

X

X

I I I I I~···· ( CH 2 -··(?) ~·CH

2

····(i;" f<···· ( CH2 --C I >-n-~ro J;;H2 ····C" I y '( '( '( + · ("'LI ····r/ fi I ·'r~ -·· '"'\, X '(

(35)

...

-

·

" \ X X

X

X

X

I I I I I I~···· ( CH 2 -··(~) r;·O·I2

-

·

·(r

+ r~

·

···

< C H2 -·· C I ) C C H2 ··· C I -·· ( C I··~ ···· C I )

k

..

R ' y y X I r~-··< CH.z····(i:) ;;-CH2·-·CH2 ····Y y onde::- X ···· H y y y

X

X

I I + r~

·

<

c

H2 ····

c

>

c

c~·~

-

·

·

c

-··

<

c

1-·~ -··

c

>f

..

r~

'

I I I y y y

A raz~o entre o número de reaÇões de clcpol imcrizaÇão E a

soma das reaÇÕes de t~ansfcrência mais reaÇÕes de term inaÇão é chamado

taxa ou seqUência de dcpol i me~ i zaÇão. Um g~andc valor da taxa i nclic<~ um

mecan ismo de clepol imer izaÇão, se for pequeno o rend iment o em monómero o valor desta taxa é baixo c a cleg~adaÇão tende a segu ir

quebra ele cadeia a leatório.

como Pi"!MA,

facilmente devido A estab ili zaÇão por ressonânc ia ao radical foi~ mad o

PlrOIJlOvid<:\ pe"los ~;;ub~;tituintc7~~;; F também pt:·1a ausência de ~tomo~; de:::

é A r· !50 -~ .,

hidrog nio no carbono a, o que desencoraja a transfercncia L ~·

G

rol i

-acrilato

de meti

la <PMA)

pr

o

duz

menos mon

Om

ero

poi

s

possui

hid

rog

ê

n

i

os

a.

O PS

produz boa quantidade de monómero devido ao pronun

-c iado efeito de ressonância na estabil izaÇão dos ~ad icais t ipo benzi la, 7rt.: ••l""•• ..J o("·' ' podendo chegar a 85% de recuperaÇão de monómero quando aquecido a

[ • 6

] . Jâ no PTFE isto é dev ido às 1 igaÇões C-F serem mais fortes que·::· C-··C.

Estas caractcri st icas determinam quais po11meros p od <7~,,. ão

O , .. !:õi .,

economicamente p irol izados, regene~ando o seu mon mero L J ·

demais a piról isc continua sendo uma forma ele obter produtos de maior

valor agregado - benzeno, xilenos, etc - do que a energia advinda ela ~:. implc·::-s qucim<:t.

() pol ic::-t: i 1cno é su~:;c:eptiv•cl à t,•;:,n~:;fc~:,~ênc ia ,:··~;;pec ir.\1ment:e

com os átomos de hidrogên io ligados a car bonos terc i, rios, ou seja, nas 1'"<":\mif ic:<:\ÇÕes, t::, S(·:·:·n~ ~=;IJbst it:u.intf:~s que po~:;~:;<:"lm f.·:st:<:"lb i l i~':;:·,,,. os ···acl•c::<:"lis por·

ressonânci a, produz pouco monômero c degrada aleator iamente.

ESCOLA DE

.

ENGENHAR~

(36)

Os macroradi cais formados nas cadeias al ifáticas d irecio

-Assi m, estudos de piról ise acoplada a

GC/MS

tem sido usados para

ficar o número e o tamanho das ramif icaÇÕes presentes no

P

E

.

CJ PMr~r,. como muitos outros poli meros , sob

térmica sofre cisão de cadeias produz indo compostos volâteis e

r.52 .. 1

L _r.

i cl f.·:n t: i ....

S i lrll.ll t (:'l"" d ~;: transferência de radical

I" !59

J

,

~ _. A quant rdade ele ge l formado estA d i r" f:: t {:\ n. c n t e 1 i 9 <":\cl o (:\ () 9 I"' (:'11.1.

o F' . ç~ I t . . 't I'' 54 .. , ,... .

lrC\11'11' IC<:'l 4 0 C <:~ (':'lrrlO!~;.:r~\ DJ'' J911"1al ! . . . . l• ~IE',C:_It.HlciO Hl!:=,IUI'lS é\IJtOI''E!:; t . .lf'll p o11rner·· o

-1 rram if iC<:\dO tc-:.·ndE' a ~:>C·::r" mai ~; Pi'\I''EC ielo com IJit'r(':'t C!:>fcr''<:'t do que Uln pu11nlE'i''D

1 inc":a,·· e, d•.wantc·~· ;·,\ dC9rr<:ici<:~Ção, rnesmo sofr•·c-::·ndD c i!:>ão, t Endt.·: "' r··cter·· ~:;•.li':\

estrutura mai s elo que os pol1mcros 1 i n e a r·· e s • A~;<;, im, p 01.1C ;·;\ s

intermoleculares entre tais mDléculas tendem a formar um ret1culo infini

-1-!55 -.

to _ -'•

~. t: e n d ên c i <:\ d c7: um p o 11 rn c,,. o d c·:: sofrr <:':'I" n Ú l'r'r E· r•· O d C cisÕes de cadeia ou ret iculaÇão depende da sua natureza e ela t C fi r p E Ir (:i t UI'' c\ em que se encontra . O pol ibutadieno, por exemplo, sofre os doi s t ipos de

~ á. ~ ~ 1'.'. 56 -_, .•

reaÇues, j na borracha natural 1"14 0 se detecta ret iculaÇdo .

Como veremos adiante, a quantificaÇão da fraÇão solúvel P

da fraÇão gel i f i cada de um po11mcro permite deduz ir as velocidades de

ret iculaÇão e quebra de cadeia du~ante um processo deg~adat ivo, através

~ [.57,

elas quais podemos fazer previsues sDbre o comportamento do mat erial . J·

Como os fatores que podem levar à ret iculaÇão são vârios ·

-calor, rad iaÇão, ox igên i o - o fato de que um poll mero se apresente mais

ou menos ret icu]ado não diz muita coisa sobre o seu n1ve1 de degradaÇão,

ReaÇÕes ocorrendo na cadeia 1atera1 ou com subst ituintes

da cadeia principal podem também afetar marcadamente as propriedades dos

1 ~ ~ r5B~

p o 1 mc:::rr o<;. I~ e;:~Çucos d C·~ <7~ 1 i m in aÇe~.o cl e~:;<:;c:,: t: i p o o c Ol'·rr em c CHrl D P 1,}(; 1.. _,

~~ oo••CH 2 0000CHoo•CH 2 ° 00°CHoooo~~ T ----+ I I X X R-CH=CH-CH 2- CHI -R' X +

HX

( ;,:.~ .. 7)

Uma vez formada a 1 iga dupla ou esta estando presente em

r) r) c .. r. ..

Referências

Documentos relacionados