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Disclaimer. Advertências

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Academic year: 2021

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

Disclaimer

Advertências

O investimento em ativos financeiros envolve riscos sobre os quais o investidor deve buscar informar-se lendo a documentação obrigatória referente a cada ativo.

Fundos de investimento não contam com a garantia do administrador do fundo,

do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda, do Fundo Garantidor de Créditos – FGC.

A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura.

É recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

Introdução

Fundo de Investimentos em Participação (FIP)

FIP Cais Mauá Brasil

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

• O fundo de investimento é a comunhão de recursos sob a forma de condomínio onde os cotistas tem o mesmo interesse e objetivos ao investir no mercado financeiro e de capitais;

• Os fundos não são empresas, porém devem ser organizados como condomínios, possuir CNPJ e publicar balanço;

• A carteira dos fundos podem englobar diversos tipos de ativos, desde Títulos de Renda Fixa até Ações e Commodities. Quanto maior a diversificação dos ativos, menor é o risco presente no mesmo;

• O capital aplicado no fundo é convertido em cotas. Cada cotista (investidor) possui um número proporcional ao valor de seus investimentos. O valor da cota é atualizado diariamente, seu calculo é feito multiplicando o número de cotas adquiridas pelo valor da cota no dia;

• A administração e gestão dos fundos são realizadas por profissionais credenciados, e o fundo é regido pelo seu próprio regulamento;

• Os fundos de investimento podem acolher aplicações de pessoas físicas, jurídicas e até mesmo de outros fundos (FIC FI). No caso em que o fundo é aberto, não há restrição de participantes.

Introdução

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

Introdução

Fundo de Investimentos em Participação (FIP)

FIP Cais Mauá Brasil

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FIP’s

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Fundo de Investimento em Participações (FIP’s)

• Os FIP’s, ou Fundos de Investimento em Private Equity, são investimentos em participações de empresa – Sociedade Anônima (S/A) – de capital fechado ou aberto;

• Esses investimentos podem ganhar a denominação de Venture Capital (Capital Empreendedor).

• No Brasil, a convenção é utilizar os termos Private Equity e Venture Capital de forma distinta para separar dois estágios da cadeia de valor e investimento dessa indústria, conforme slide a seguir:

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FIP’s

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Venture Capital – Seed

Pequeno aporte feito em fase pré-operacional para desenvolvimento de uma idéia, de um projeto.

Venture Capital – Startup

Aporte de capital para empresas em fase de estruturação, em geral no primeiro ano de seu funcionamento.

Venture Capital – Early Stage

Estágio inicial de financiamento das empresas que apresentam produtos ou serviços já comercializados, usualmente, com até 4 anos de operação e faturamento não superior a R$9 milhões.

Private Equity – Expansion

Expansão ou crescimento. Aporte de capital para a expansão de empresa.

Private Equity – Later Stage

Neste estágio a empresa já atingiu uma taxa de crescimento relativamente estável.

Private Equity – Buyout

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FIP’s

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Vantagens e Desvantagens de se Investir em FIP’s

Vantagens

• Número ilimitado de investidores (captação pública);

• Atribuição específica do gestor; • Eficiência fiscal;

• Retorno acima do Ibovespa nos últimos anos (IBOV acumulou perda superior a 20% nos últimos 5 anos).

Desvantagens

• Custos de constituição e manutenção; • Impossibilidade de alavancagem com

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FIP’s

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Ciclo do Investimento

Análise e Pesquisa

Top Down & Bottom Up Negociação Compra da empresa Gestão da Empresa Investida Estratégias de saída IPO Grupo Estratégico M&A

Início de um Ciclo

Fim de um Ciclo

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FIP’s

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Ciclo do Investimento

1) Análise e Pesquisa

• Análise do negócio e do setor (situação atual e perspectivas). • Etapa preliminar de valoração do negócio.

2) Negociação

Principais documentos de uma transação de investimento: o Carta de Intenções;

o Contrato de Subscrição de Ações/anexos; e o Acordo de Acionistas.

Principais cláusulas da negociação: o Representações e Garantias envolvidas;

o Preço: Valuation, ajustes de participação, Earn-outs; o Gestão/Governança; e

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FIP’s

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Ciclo do Investimento

3) Compra da Empresa

• Due Diligence (auditoria completa) - financeira, fiscal, contábil, trabalhista, legal e outras que se façam necessárias em relação à empresa investida

4) Gestão da Empresa

• Participação no Conselho da Administração; • Participação na Diretoria Executiva;

• Relatórios de Monitoramento; • Implantação Comitê de Auditoria; • Planejamento Estratégico; e

• Certificações (ISO). 5) Estratégia de Saída

• Motivos e Prazo para o desinvestimento;

• Conciliação dos objetivos dos empreendedores e investidores; e • Principais estratégias de saída: IPO e venda para grupo estratégico.

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FIP’s

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Ciclo do Investimento – “Curva J”

• A “Curva J” é o termo usado em diversos segmentos para caracterizar um diagrama com forma de “J”, no qual inicialmente apresenta uma variação decrescente e em seguida apresenta crescimento acima do ponto inicial.

• Em Private Equity, a “Curva J” descreve o período inicial do investimento, o projeto não possui geração de receitas para remunerar o capital investido, muitas vezes gerando somente despesas, resultando em retornos negativos.

• No decorrer do tempo e término da montagem da estrutura o projeto entra na maturidade e proporciona a receita esperada ou até superior ao investidor.

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FIP’s

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Fluxo das Origens e Aplicações de Recursos em FIP’s

Investidores

Veículos de

Investimentos

Empresas

Retornos Financeiros aos investidores Organizações Gestoras Participações acionárias ou instrumento de dívida Capital: Comprometimento e Aporte Capital: Conhecimento e Gestão

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FIP’s

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Regulamentação – Principais Pontos da ICVM 391

1) Fundos

• Constituído sob a forma de condomínio fechado;

• Aquisição de participação acionária, bônus de subscrição ou dívida nas empresas investidas;

• Empresas investidas constituídas sob a forma de sociedade por ações; • Participação ativa no processo decisório da empresa investida;

• Constituição por meio de um regulamento. 2) Empresa Investida

• Deve ser constituída sob a forma de sociedade por ações;

• Mandato unificado dos membros do conselho de administração;

• Força a adoção de práticas diferenciadas de governança corporativa previstas na regulamentação da CVM e da BM&F Bovespa (N1, N2, NM);

• Auditoria das demonstrações financeiras;

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FIP’s

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Estrutura Típica de um FIP

Gestores/Administradores (General Partners) Cotistas (Limited Partners) FIP Capital Comprometido

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FIP’s

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Principais Agentes de um FIP

1) Gestor: responsável pela estratégia de entrada e saída no investimento;

2) Administrador: responsável legal pela operacionalização do Fundo;

3) Custódia e Controlador: responsável pela guarda e serviços de administração dos ativos financeiros, títulos e valores mobiliários;

4) Auditor: responsável pela auditoria independente; e

5) Comitês de Investimentos: responsável pela decisão de investimentos e desinvestimentos nas empresas apresentadas pelo Gestor. Em muitos casos, podem também acompanhar e fiscalizar o desempenho do Gestor e do Administrador do Fundo.

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Introdução

Fundo de Investimentos em Participação (FIP)

FIP Cais Mauá Brasil

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FIP CMB

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Principais Característica do FIP CMB

1) Objetivo do Fundo: Proporcionar aos seus cotistas a valorização do capital investido no longo prazo.

2) Política de Investimento: Consiste em investimentos, diretos, nos setores de urbanismo e infraestrutura da economia brasileira, mediante a aquisição de ações, de emissão de companhias brasileiras abertas ou fechadas.

3) Prazo do Fundo: o fundo é constituído sob a forma de condomínio fechado, com prazo de duração de 8 anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período.

4) Público Alvo: Investidores qualificados.

FIP Porto Cais Mauá

Início: Jan/2013 Gestor: MHFT Investimentos Administrador: NSG Capital Patrimônio Alvo: R$ 500 Milhões Objetivo: Valorização do

capital investido no longo prazo, por meio de

investimentos, diretos, nos setores de urbanismo e infraestrutura.

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

FIP CMB

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

FIP CMB

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Highlights do Projeto

1) 500 milhões de reais de Investimento privado

2) Área total de 181 mil m², sendo 93 mil m² de área livre para lazer da população 3) Entrega de 10 praças (sendo uma revitalizada) com mais de 11 mil m²

4) Corresponde, em relação ao centro da cidade, a um aumento de 40% em número de praças e 64% em área verde

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

FIP CMB

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Highlights do Projeto

6) 3.200 metros de waterfront de livre acesso para a população contemplar o Rio Guaíba

7) Receberá aproximadamente 12,5 milhões de visitantes por ano na fase de operação plena Praia de Belas recebe 10,6 milhões de visitantes por ano

8) 927 milhões de reais de Faturamento Bruto Estimado de todos os Empreendimento na fase de operação plena

9) Criação de mais de 28 mil empregos diretos e indiretos na fase de operação plena 10) Recolhimento anual de R$ 216 milhões em impostos na fase de operação plena 11) Conclusão das obras de revitalização dos armazéns 24 meses após a emissão da

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II Seminário ACEPREM de RPPS – Desafios de Gestão

FIP CMB

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Projeto em Números

378 Pessoas Envolvidas no Projeto

46 Escritórios Contratados

40 Estudos Realizados

2.787 Pranchas Arquitetônicas Elaboradas

5 volumes em 2.500 paginas de EIA – RIMA

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Rio de Janeiro

Praia de Botafogo, 440/6o andar Rio de Janeiro – RJ – CEP: 22250-040 Tel: (+55 21) 3570-4500

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Referências

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