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Relatório Final do Estágio de Supervisão Escolar.

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Universidade Federal da Paraiba

Centro de Formagao de Professores

Departamento de Educagao

CURSO DE PEDAGOGIA

ESTE LIVRO NAO FODE

SA1R DA

BIBliOTEOA

DOCUMENTO FINAL 10 ESTAGiO

DE SU

r

""ISlO ESCOLAR

(2)

EST:: LIVBO NAO PODE

. COORDENAQAO / EST/TGIO MARIA ILBANIZA GOMES

RAIMUNDA DE F/$TIMA NEVES COTTLHO

. PLANEJAMENTO E EXECUQAO • ESTAGI/(RIAS

ZULEIDE FORMIGA PEREIRA ROSA DE SOUSA NETA

. CAMPO / EST/tGIO

. ESCOLA N SAO VICENTE DE PAULO N

. PROFESSOR - ORIENTADOR

. RAIMUNDA DE F/STIMA N. COttLHO

(3)

n Aos nossos Pais que nos momentos d i f i c e i s ,

foram amigos de verdade; nas horas i n c e r t a s , foram a certeza que esperavamos, nos dias obscuros de nossa v i d a , foram a so lucao dos nossos problemas; nos tempos de duvidas do nosso 1

mundo nos deram a f e cje que precisavamos, nas vezes de f r a - ' queza, f o r t i f i c a r a m nosso e s p i r i t o , nes oracoes s i l e n c i o s a s j sentiamos que nos amavam*

Ate que chegou urn d i a de querer r e t r i b u i r -Ihes, l e v a n t a r o braco a j u r a r promessas de honra; F a l a r com g r i t o s , com emocao a s a t i s f a c a o de uma promocao#

Sentimos nossos olhos inundados por l a g r i -mas c r i s t a l i n a s , sao lagri-mas f e l i z e s , i n e v i t a v e i s , com sa-' bor de l u t a , v i v e r . . . que nao tardam a c a i r para lhes agrade cer: Obrigada, Queridos Pais, vencemos, obrigada por tudo 1 1

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w A d i f i c u l d a d e de todas essas questoes humanas

e que nos mesmos, pais e educadores, estamos exaustos e deses-perangados, i n t e i r a m e n t e confusos B sem paz; a v i d a nos pesa 1

em demasia, e desejamos ser c o n f o r t a d o s , desejamos ser amados. I n t e r i o r m e n t e pobres e i n s u f i c i e n t e s , como podemos dar ao j o - ' vem a educacao adequada?" (KRISHNAMURTI, 1980, p,22).

(5)

s u

n

£ R i o 1 . INTRODUCAO 2T SISTEMATIZAQ&O DB TRABALHO 3* CONSIDERACOES FINAIS k. REFER^NCIAS BIBLIOGR^FICAS 5. ANEXOS 5.1. PLANO DE TRABALHO 5.2, FICHAS DE LEITURA 5*2,1« LEITURAS ESPECfFICAS 5.2.2. LEITURAS GERAIS Kit II k I

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1. T N T R O D I J ^ A O

Nos nossos p r i m e i r o s contatos com a r e f e r i d a comuni-dade e s c o l a r , detectamos d i f i c u l d a d e s v i v e n c i a d a s pelas p r o f e s - ' soras, no que se r e f e r e ao relacionamento i n t e r p e s s o a l e na ', , f

transmissao de conteudos e s p e c i f i c o s em todas as areas.

No t o c a n t e , ao problema que mais a f e t a esta escola e o baixo i n d i c e de l e i t u r a e e s c r i t a - o que tomamos por base do1

nosso t r a b a l h o . Procuramos d e n t r o dos nossos l i m i t e s , a u x i l i a r 1

os professores na sua p r a t i c a docente, r e a l i z a n d o sessoes de e s -tudos, fichamentos, debates^ questionamentos e r e f l e x o e s sobre o processo ensino - aprendizagem, onde inseriamos as nossas expe-1

(7)

2

* 5 L i T L I L L £ L £ i . £ *

£ DO T R A B A L H O

" A escola a t u a l e efetivamente uma escola em c r i s e . Em c r i s e nao apenas porque nao corresponde as necessidades do es tudante b r a s i l e i r o , mas tambem porque nao esta em coerencia com* uma t e o r i a educacional que j u s t i f i q u e sua atuacao". ( CANDAU, 1 1

1985,58p.)

Assim como a Escola a t u a l e n f r e n t a grandes c r i s e s , a Supervisao por sua vez, como esta t o t a l m e n t e v i n c u l a d a a Esco-l a s o f r e tambem suas consequencias.

Diante do t r a b a l h o que nos propusemos a r e a l i z a r 1

sentimos d i v e r s a s d i f i c u l d a d e s no que se r e f e r e a c r e d i b i l i d a d e ' das professoras r e l a c i o n a d a a p r a t i c a de Supervisao, por se apre sentar com uma nova forma de t r a b a l h o . Porem com a v i s i t a da nos sa o r i e n t a d o r a a escola, pudemos perceber que houve maior e s c l a -recimento dos nossos o b j e t i v o s , despertando nas professoras ma-* i o r i n t e r e s s e no desempenho das a t i v i d a d e s propostas.

Para a c o n c r e t i z a c a o deste t r a b a l h o pedagogico, '1

realizamos sessoes de estudos com v a r i o s t e x t o s de c a r a t e r g e r a l ( i n f o r m a t i v o ) e e s p e c i f i c o ( conteudo ) , o b j e t i v a n d o o p o r t u n i -zar ao corpo docente daquela comunidade e s c o l a r , a a t u a l i z a c a o 1

de conhecimentos g e r a i s e de o u v i r e debater os problemas que * * causam a defasagem da l e i t u r a e e s c r i t a na escola de 1 ^ fase do* 15 grau.

Urn dos c r i t e r i o s que estabelecemos f o i a r e a l i z a - ' gao de f i c h a s de l e i t u r a , v i s t o ser urn metodo p r a t i c o na i n t e r -1

pretacao de t e x t o s . Embora, de i n i c i o nao teve muito aceitacao 1

por sentirem d i f i c u l d a d e s , porem ao passo que lamos trabalhando* sentiamos que as mesmas eram superadas.

Nas datas comemorativas como:

Dia da Crianga e Dia do Professor, conseguimos i n t e g r a r todo cor po da escola para j u n t o s homenagea-los. Esta i n t e g r a g a o se cons-t i cons-t u i u para nos uma c o n q u i s cons-t a , uma v i cons-t o r i a , por a escola r e a l i - ' zar estas comemoragoes sempre de maneira d i s p e r s a .

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No f i n a l do e s t a g i o , fizemos com as professoras uma a v a l i a c a o do nosso t r a b a l h o i n c l u i n d o auto e h e t e r o - a v a l i a c a o , quando pudemos ver que os e f e i t o s dos nossos esforcos foram • s a t i s f a t o r i e s . Apesar das d i f i c u l d a d e s que enfrentamos, conse guimos promover algumas mudancas, onde e i n t e r e s s a n t e regis*?' trarmos aqui alguns depoimentos das p r o f e s s o r a s , t a i s como: 1

"no i n f c i o eu achava chato e a t e d i z i a : elas que querem r e a -1

l i z a r esse t r a b a l h o , que se v i r e m " ; "eu esperava que voces '* viessem f a z e r o nosso m a t e r i a l d i d a t i c o " , e t c .

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3* £ O N ^ S I D E R A C 0 E S ^ F I N A I S

Diante da situagao que a educagao e n f r e n t a e em p a r t i c u l a r a escola j a c i t a d a , detectamos v a r i o s empecilhos que afetam todo processo ensino - aprendizagem, e n t r e eles podemos c i t a r : P r o f i s s i o n a i s descomprometidos com a educagao, baixo i n d i c e em l e i t u r a e e s c r i t a , criangas agressivas vindas de l a r e s desajustados,etc.

Tendo em v i s t a toda essa p r o b l e m a t i c a , procuramos d i r e c i o * nar a nossa l i n h a de t r a b a l h o em p r o l do educando, estudando com os professores aspectos i m p o r t a n t e s . — 0 que j a pudemos pressen-t i r provaveis mudangas na a s s i s pressen-t e n c i a e compreensao ao alunado. Percebemos que a l i havia a necessidade de urn t r a b a l h o cons c i e n t i z a d o r , c o n j u n t o , que i n t e g r a s s e todos os membros da escola. No d e c o r r e r das a t i v i d a d e s , v e r i f i c a m o s que houve urn melhor r e l a -cionamento e n t r e as professoras e todo corpo da escola.

Durante toda nossa e x p e r i e n c i a constatamos que a p r i m e i r a * etapa do Supervisor a ser alcangada e acima de tudo a conquista ' da sua comunidade e s c o l a r . Sabemos que e uma t a r e f a ardua e mui-f

tas vezes desacreditada, porem ao desempenha-la com f i d e l i d a d e , • estamos c o n t r i b u i n d o para a melhoria do ensino.

Urn dos pontos importantes que culminaram o nosso t r a b a l h o ' f o i a posigao que as professoras tomaram com r e f e r e n d a a sua dis-p o n i b i l i d a d e , chegando a t r o c a r a i n d i f e r e n g a dis-pelo i n t e r e s s e , mui t a s vezes nos convidando — "vamos estudar1*.

Para melhores r e s u l t a d o s deste t r a b a l h o sugerimos:

Que os professores o r i e n t a d o r s s v i s i t e m as escolas na p r i meira semana do e s t a g i o .

• Que o e s t a g i o seja de f a t o i n i c i a d o em p r i n c i p i o s I I I , de f i n i n d o logo o piano de t r a b a l h o , a ser executado no e s t a g i o .

• Que esse t r a b a l h o seja continuado com as proximas turmas. . Que o p r e - e s t a g i o seja urn periodo de s e n s i b i l l z a g a o da co munidade e s c o l a r para o t r a b a l h o que se pretende executar.

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If. R E F E R t N C I A S B I B U I 0 G R < F I C A S

1. BRESSER, Maria Helena. 0 que ha de errado quando s c r i -anca nao consequiu l e r ? i n Revista de P s i c o l o g i a - 1

viver-, p.27-28

2.. GUIMARAES, S e r g i o . A i m p o r t a n c i a dos manuals para a A l -f a b e t i z a c a o . i n Revista Nova Escola, ns 5, p.24,1986 3. MARTINS, Maria Helena. 0 que e l e i t u r a . 7 ed. Sao Paulo,

Ed. B r a s i l i e n s e , 1986, p.7-10

k: MIRABELLI, Helena & Y0NEM0T0, Teluko. G e o g r a f i a - como

ex-p l o r a r os modelos da t e r r a , i n Revista Nova Escola, 1 1

6 p.36-38,1986

5. N0GUEIRAr N i l c e a . Como l i d a r com c r i a n c a s a q r e s s i v a s . i n

Revista Nova Escola, n? k p.25-27, 1986

6. PETEROSSI, Helena Gemignani & FAZENDA, I v a n i C. A. Anota-coes sobre metodoloqia e p r a t i c a de ensino na escola 1

de 19 qrau. 2 ed. Sao Paulo, Loyola, 1985, p.28-31 7. R0DRIGUESr Neidson. Licoes do p r i n c i p e e o u t r a s l l c o e s . 2

ed. Sao Paulo, c o r t e z , 1984, p.110-11

8.. VIEIRA, Jose Angelo. AIDS - uma nova l i c a o no quadro ne-' gro. i n Revista Nova Escola, w$ 13, p.22-25, 1987

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P L A N O D E T R A B A L H O

1 . OBJETIVOS

• Melhorar o n i v e l de l e i t u r a e e s c r i t a de 1? a b$ s e r i e , • I n t e g r a r todos os membros da Escola.

2. OBJETQ DE ESTUDO

1. Treinamento em S e r v i c e

1.1. Abordagem t e o r i c a de conteudos e s p e c i f i c o s nas a r e -as c u r r i c u l a r e s (Estudos S o c i a i s , Comunicacao e Ex-pressao e C i e n c i a s )

1.2. Abordagem t e o r i c a de conhecimentos g e r a i s , enfocan-do aspectos s o c i o l o g i c o s , f i l o s o f i c o s , p s i c o l o g i c o s da Educacao. 3. METODOLOGIA • Sessoes de estudo • Fichamento • Debates . Producao de t e x t o s . k. AVALIACAO • Q u e s t i o n a r i o • Ficha de l e i t u r a • A n a l i s e dos t e x t o s produzldos . Auto - a v a l i a c a o • Hetero - a v a l i a c a o .

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F I C H A D E L E I T U R A (N? 1 )

1. OBRA: Revista de P s i c o l o g i a - V i v e r 2. AUTOR: BRESSER, Maria Helena

3# ASSUNTO: Meu f i l h o nao aprende a l e r

R E S U_f1 0

Existem inumeros f a t o r e s que podem a f e t a r a apren-dizagem da Crianga. Estes podem e s t a r l i g a d o s ao seu desenvol vimento ou a postura do educador.

Ao chegar a escola a Crianga s o f r e modificagoes 1'

correspondente a dada f a s e do seu desenvolvimento; e l a nao po de ser a l f a b e t i z a d a sem que, antes tenha a t i n g i d o a etapa a l -f a b e t i c a ,

Nem toda c r i a n g a acompanha o mesmo r i t m o de apren-dizagem, ou possui o mesmo grau de i n t e r e s s e , o p r o f e s s o r de-ve e s t a r pronto para i n c e n t i v a - l a , r e s p e i t a n d o suas d i f i c u l d a

des. Pois toda c r i a n g a tern vontade de aprender a l e r , de en-' t r a r no u n i v e r s o da l e i t u r a , p o r t a n t o , *nao ha c r i a n g a sem i n t e r e s s e , mas c r i a n g a com d i f i c u l d a d e s * .

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F I C H A D E L E I T U R A (N9 2) 1 . OBRA: 0 que e l e i t u r a

2. AUTOR: MARTINS, Maria Helena 3. EDITORA: B r a s i l i e n s e

h. ASSUNTO: Falando em l e i t u r a . . .

5. ANO: 1986

R E S U M 0

Ler nao e apenas conhecer os s i n a i s nem passar por cima de l i v r o s . Geralmente so acontece atraves da decodificagao da l e t r a .

A reacao a qualquer f a t o , seja e l a p o s i t i v a ou nega t i v a , r e f l e t e e r e v e l a o modo do i n d i v i d u o l e r a c i r c u n s t a n c i a ' ora v i v i d a . Se e algo que i n t e r e s s a ao l e i t o r , e l e procura com-preender e i n t e r p r e t a r , se nao, e l e apenas i g n o r a a tudo que ve.

(18)

F I C H A D E L E I T U R A ( N ? 3 ) 1« OBRA: Nava Escola

2. AUTOR; MIRABELLI, Helena e YOMENOTO, Teluko 3. EDITORA: Sao Paulo

4. ASSUNTO: Geografia. Como e x p l o r a r os modelos da t e r r a 5. ANO: 1986

R E S U M

A u t i l i z a c a o de mapas e globo na sala de a u l a , devera i n i c i a r na 3° e s e r i e , porem o professor deve se c e r t i f i c a r de que seus alunos estao f a m i l i a r i z a d o s com as nocoes basicas,1

como: Localizacao, d i s t a n c i a , d i r e c a o e p r o p o r c i o n a l i d a d e das 1

dimensoes.

Esta a t i v i d a d e deve ser r e a l i z a d a gradativamente n a s1

s e r i e s i n i c i a i s acompanhsndo o desenvolvimento i n t e l e c t u a l dos1

alunos. Se a c r i a n c a nao e s t i v e r f a m i l i a r i z a d a com nocoes de 1 1

f r o n t e i r a s , nao adianta t e n t a r a l e i t u r a de mapas, pois i s s o po dera a c a r r e t a r o acumulo de duvidas d i f i c i l m e n t e superaveis pe-l a s c r i a n c a s .

Ao perceber que esses conceitos nao estao bem a s s i m i -lados o professor devera v o l t a r urn pouco o programa e r e a l i z a r1

(19)

F I C H A D_E L E I T U R A (N° k)

1. OBRA: Anotagoes sobre metodologia e p r a t i c a de ensino na escola de 12 grau.

2. AUTOR: PETEROSSI, Helena Gemignani e FAZENDA, I v a n i G. Arantes. 3. EDITORA: LOYOLA

4. ASSUNTO: Metodologia de ensino - matematica 5. ANO: 1985

R E S U M 0

w A r i g o r nao e x i s t e o metodo a b s o l u t o e e f i c i e n t e " .

Os programas de treinamento de professores acarretaram grandes 1

f a l h a s na p r a t i c a e d u c a t i v a , impondo-os um metodo de t r a b a l h o f o ra do seu c o n t e x t o e s c o l a r . Porem cabe ao p r o f e s s o r a n a l i s a r sua s i t u a c a o e procurar desenvolver o que melhor se adapta a sua c l i e n t e l a .

0 p r o f e s s o r deve desenvolver em s i mesmo uma a t i t u de de busca continua de melhores r e s u l t a d o s , u t i l i z a n d o - s e de ma t e r i a i s d i s p o n i v e i s , selecionados como:

• M a t e r i a l s concretos ou f i g u r a t i v o s • M a t e r i a l s nao f i g u r a t i v o s

• M a t e r i a l s Geometricos.

...wNao e o m a t e r i a l em s i que garante a a p r e n d i z a -1

gem mas a i n t e l i g e n t e u t i l i z a c a o dele por p a r t e do p r o f e s s o r l e -vando as criangas a e x p l o r a - l o proveitosamente."

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(21)

F I C H A D E L E I T U R A (N<? 1) 1. OBRA: Nova Escola

2# AUTOR: Desconhecido

3. EDITORA: Sao Paulo

h. ASSUNTO: A irnportancia dos manuals para a a l f a b e t i z a g a o

5. ANO: 1986

R E S U N O

0 l i v r o t e x t o serve para o r i e n t a r e a u x i l i a r o p r o f e s s o r exercendo somente uma fungao-t a de g u i a .

Desde que f o r necessario o p r o f e s s o r podera f u g i r do seu r o t e i r o p r e - e s t a b e l e c i d o para t r a b a l h a r de acordo com a necessida-de do seu alunado.

0 professor deve e s t a r empenhado em s i s t e m a t i z a r a c u r i -osidade de seua alunos e em a l i m e n t a r essa c u r i o s i d a d e , j a que e l a e a f o n t e do aprendizado. Para i s s o devera-*

• Levar ao aprimoramento da linguagem u s u a l ; • Favorecer a compreensao e i n t e r p r e t a g a o ;

•.Prover o desenvolvimento de h a b i l i d a d e s basicas de l e i t u r a ; • E v i t a r p r e c o n c e i t o s ;

• Dar margem a formagao de novos c o n c e i t o s ;

(22)

F I C H A D E L.E.I T U-R A ( N 2 2 ) 1 . OBRA: Nova Escola

2. ALITOR: Nogueira, N i l c e a 3. EDITORA: Sao Paulo

k* ASSUNTO: Como l i d a r com c r i a n g a s agressivas

5. ANO: 1986

R E S U M 0

A a g r e s s i v i d a d e nao pode ser i n t e r p r e t a d e como corn-portamento* Muitas vezes, e l a se apresenta sem a minima intengao a g r e s s i v a ; e sim como uma maneira de desabafar algo que o agres-sor vem acumulando e procura descarrega tudo de uma so vez, apro v e i t a n d o qualquer ocasiao.

0 cambate a agressao pode ser uma t a r e f a do p r o f e s - ' sor na sala de aula. Urn dos p r i m e i r o s passos a s e g u i r , e procu-1

r a r o u v i r e conhecer o comportamento do seu alunado, como tambem as suas causas; considerando que tudo tern uma razao de s e r .

Uma o u t r a forma de a j u d a r aos alunos agressivos e '* p e r m i t i r que e l e s discutam seus problemas na c l a s s e , pois as c r i angas tern grande capacidade de se entender, de dar respostas e ' de se compreenderem, muito mais que se pensa. £ i m p o r t a n t e tambem que durante a discussao nao haja i n t e r v e n g a o de nenhum a d u l t o , ' pois as c r i a n g a s sabem l i d a r melhor com tudo que esta acontecen-do.

(23)

F I C H A DE L E I T U R A (.NS 3 )

lm OBRA: Ligoes do p r i n c i p e e o u t r a s l i g o e s

2. AUT0R: RODRIGUES, Neidson 3. EDITORA: Cortez

4. ASSUNT0: Desafio aos Educadores 5..AN0: 1984

R E S U M 0

0 sistema educacional desenvolve uma p o l i t i c a on-de os educadores sao levados a impregnar, o e s p i r i t o da covar-' dia e do medo* Ensinando a defesa c o n t r a as ameacas e x t e r n a s , ' sendo apenas r e a t i v o s , aceitando a sua imposigao, sem nada v e r , nada s e n t i r , nada o u v i r , nada ameaga.

0 mais v i a v e l s e r i a e n s i n a r aos nossos alunos a 1

se defenderem* tomarem posigao d i a n t e da r e a l i d a d e . Muitas vee-1

zes pensamos que estamos pregando a l i b e r d a d e , o e s p i r i t o de l u ta e o enriquecimento da capacidade de amarr o d i a r , c r i a r , e r -f

guer-se e i r em busca do mais belo alem das montanhas, porem de senvolvemos em nos e em nossas c r i a n g a s o i n s t i n t o da t a r t a r u g a .

(24)

F I C H A D E L E I T U R A (N^ i f ) 1 . OBRA: Nova Escola

2. AUTOR: VIEIRA, Jose Angelo 3. EDITORA: Sao Paulo

4. ASSUNTO: AIDS-uma nova l i g a o no quadro negro 5. ANO: 1987

R E S U n 0

AIDS e uma doenga causada por urn v i r u s chamado HTLV ou HIV que se coloca. no organismo humano deixando-o i n d e f e z o ,

£ t r a n s m i t i d o na relacao sexual atraves do esperma} da secregao v a g i n a l e de sangue i n f e c t a d o .

A preverrgao c o n t r a a; Aids e f e i t a atraves da u t i l i

-zagao de p r e z e r v a t i v o s nas relagoes sexuais; c o n t r o l a r as doa-goes de sanguesr usar m a t e r i a l s devidamente e s t e r e l i z a d o s ou 1

d e s c a r t a v e i s .

As relagoes anais e n t r e homens ou e n t r e urn homem e* uma mulher, sao as de maior r i s c o , porque o t e c i d o do anus ab-sorve com mais f a c i l i d a d e o semem#

Achamos que a Aids nao tern cura pela e x i s t e n c i a do' preconceito que a sociedade tern e se esse tabu c o n t i n u a r o nu-mero de doerrtes sera a cada d i a bem maior.

Referências

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