UFPB
UNI VERS!DADE FEDERAL DA PARAIBA
CENTRO DE FORMACAO DE PROFESSORES
CAMPUS V - CAJAZEIRAS - PB.
DEPARTAMENIO DE EDDCACAO E LETRAS
Pedagogia
"Quern sabe, ensina quern nao sabe," 4 preciso que quern sabe saiba sobretudo que "ninguim sabe tudo e que ninguim ignora tudo."
{Paulo Fre/re)
RELATORIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
NO ENSINO DE J£ E J? GRAUS
HABILITACAO
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LOCAL DO ESTAGIO:
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E S T A G I A R I A S ^ ?
T T M T T O J Q T T l A "^T^ -rrm-rs-rrn \ f -n A T I A T> A "f Xi ft
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CTTHSO DE EEJOAGFOCTIA
ftTTTWi! • - - A —. -r • — P A r t A P T j n "DTTOTPTD i! P T T T T P T D R
SGTACIC SUPSHVTSTOKAJX
^ A J A Z E I K A S ( P E ) 05 de dezembrc de 1985
IPErTTIPTCACSO
E S T A C I A P I A : Maria do Socorro P e r e i r a Olive i i v e i r a
CAI^PO PS SSTAGIC: Esccla Estadual de I S Grau Jose Ave l i n o de
PUPACAO PC ESTlaiO: 21/10/85 a 21/11/85
WAP $"DT A . 60 horas
RTTpc»OT/T«*Tfn -r-.r\ worn/r*"tn« *ir* T I i
Introducao
Be s envo l v i m e n t o
Gonclusao
Anexos
Este r e l a t o r i o e o r e s u l t a d o das e x p e r i e n c i a s de urn Pre-j e t o f e i t o com o desempenho de melhorar o n f v e l da l e i t u r a nas turmas de IS s e r i e s da Escola Estadual de IS G-rau Jose A v e l i n o de Queiroga.
5 c o n s t i t u i d o de tudo que f a z parte do t r a b a l h o de urn 1 t e c n i c o em Supervisao.
Com a o c c r r e n c i a dos acontecimentos d i a n t e das 1§ s e r i e s . Dei i n i c i o fazendo uma observacao em s a l a de a u l a para 1 ver como t r a b a l h a r cor- as turmas.
Com este Pro^eto a d q u i r i v a r i e s conhecimentos. Tive oportunidade de a t u a r com prefeesores e alunos, u t i l i z a n d o metodos e t e c -n i c a s de l e i t u r a , i -n c l u i -n d o os sete passos da l e i t u r a cue e-nriqueceu bastante os meus conhecimentos.
Este r e l a t o r i c consta de todas as a t i v i d a d e s r e a l i z a d a s durante o periodo de e s t a g i o na Escola Estadual de IS Crrau Jose Ave-l i n o de Queircga.
C men e s t a g i o f o i baseado na montagem de um P r o j e t o sobre l e i t u r a da 19 s e r i e .
0 P r o j e t o em s i esta desenvolvido no anexo n2 0 1 .
P e i t o o P r o j e t o p a r t i para a situagao p r a t i c a , f i z uma 1 reuniao com os professores das !• s e r i e s para p a r t i c i p a r do P r o j e t o ' que esta no anexo nS 0 2 .
Com observacao em s a l a de a u l a , p a r t i c i p e i da a u l a depar-t a m e n depar-t a l , dando sugesdepar-toes no planejamsndepar-to semanal com as p r o f e s s o r a s , e l a b o r a r f i c h a s de l e i t u r a que esta no anexo nS 03 e cartao relampago com formacao d.e palavras que esta. no anexo nS
04-Com um mimiografo guardado nesta e s c o l a , eu c o l o q u e i para f u n c i o n a r e n r e p a r a r e x e r c i c i o s mimiografadcs no anexo nS o5# Passei 1 um t e x t o sobre metodos e t e c n i c a s i n c l u i n d o os passes de l e i t u r a que 1
esta no anexo n2 0 6 .
Com o decorner f i z uma reuniao de p a i s e mestres para f a -l a r sobre o n i v e -l da aprendizagem e p e d i r a co-laboragao dos p a i s , para i n c e n t i v a r e m os reus f i l h o s a lerem em casa melhorar o n i v e l de l e i das turmas das i s s e r i e s a pauta da reuniao e s t a no anexo nS 0 7 .
F i z uma e n t r e v i s t a com os meninos da i s e e r i e e g o s t e i das respostas dadas por e l e s , que aiudam bastante na o c o r r e n c i a dos meus t r a -balhos esta no anexo n2 0 8 .
ITo d e c o r r e r do meu t r a b a l h o fizemos uma dramatizagao com 1 um grupo e apresentaram com muita e f i c i e n c i a com a musica Canarinho
es-t a no anexo n^ OS*
para o r i e n t a r os professore
1§ s e r i e . s como a p l i c a r uma eomposigao nas turmas Todos os t r a b a l h o s f e i t o s em t c m o da l e i t u r a das t o r
-n ^vr* T T T O If r>
Conclui o meu estagio supervisionado de Supervisee esco-l a r , sentimos que as metas o b j e t i v a d a s tcmaram-oe r e a esco-l i d a d e .
S e r i a i n p o s s i v e l d e i x a r de n a r r a r a i m p o r t a n c i a do esta-g i o que o mesmo f o i para mim um v a l o r i n c a l c u l a v e l , nele tivemos opor-tunidade de observar e p a r t i c i p a r de todas as a t i v i d a d e s r e a l i z a d a s em em l e i t u r a da 19 s e r i e ,
F o i uma boa e x p e r i e n c i a para a nossa h a b i l i t a c a o fazendo-nos s e n t i r a r e a l i d a d e do t r a b a l h o de supervisao e n c o n t r e i o apoio e
a-ceitagao per p a r t e de todos.
A mlnha sugestao I que devemos t e r um perioao de experien-c i a de IS C-rau e o u t r o p e r i ode de 2 2 " r a u para melhorar os meus experien-conheexperien-ci- conheci-mentos.
Considero bastante v a l i d a a minha e x p e r i e n c i a a d q u i r i d a neste estagio conhecemos a r e a l i d a d e , analisando a problematica em l e i
-t u r a da IS s e r i e que se envolve, servindo os s u b s i d i e s para minha a-tua- atua-gao f u t u r a .
A 1 i n o s
ANEXO N2 01 P r o j e t o sobre l e i t u r a da I * 5 s e r i e
ANEXO Nfi 02 Pauta de r e u n i a o com os p r o f e s s o r e s de 1 - s e r i e s ANEXO N- Fionas de l e i t u r a
ANEXO NS 2 1 Oartao relampago com formaeao de p a l a v r a s
ANEXO 05 S x e r c i c i o mimiografados com formacao de p a l a v r a s ANEXO 06 Texto sobre metodos e t e c n i c a s de l e i t u r a da 1
-*
serie»
ANEXO N- o i Pauta de r e u n i a o de p a i s e mestres ANEXO N- 08 E n t r e v i s t a com as c r i a n c a s da 1 ? s e r i e ANEXO N- 91 DramatizaOao com as c r i a n c a s
M 2 H G l ? I 0 : P C H B A L
80: 1 9 8 5
g g g B t e * » SOGCHHC PSREIHA O L I V E I R A
STMiRIO
1 . Apresentagao 2 . I d e n t i f i c a g a o 2*1 Texto do Projeto
2 . 2 Estagio Supervisionado do curso de Pedagogia 2.3 Campus Y U.P.P.B. 2.4- Unidade Executora do tP r o j e t o : -Estagio Supervisionado - S s t a g i a r i a : Maria do Socorro P e r e i r a C l i v e i r a 3 . Cbjetivos do Projeto 3 . 1 Cb^etivos Gerais 3 . 2 Objetivos Sspecificos 4. A t i v i d a d e s • J u s t i f i c a t i v a • situagao a t u a l . situagao proposta 5 . Metodologia 5 . 1 Pimensao do Pro1eto 5*2 Puragao do Pre3eto 5.3 Area de i n f l u e n c i a 5.4 Petas 5.5* Implantagao do Projeto 5.6 Hecursos humanps 5 . 7 Pecursos materials 5 . 8 Avaliagao 6. P i b l i o g r a f i a
1» APRESOTTACSO
3ste Pro^eto t e r a oporironidade de apresentar a equipe de e s t a g i o Supervisionado da Universidade Federal de C a j a z e i r a s Campus V a s i s t e m a t i c a de t r a b a l h o da e s t a g i a r i a - s u p e r v i s o r durante c decor-r e decor-r do sen e s t a g i o .
0 Pro^'eto e um documento que pretende melhcrar a d e f i c i e n c i a na l e i t u r a da i s s e r i e , estimulando que e o ponto basico do a l f a -"betizador e o a l f a b e t i z a n d o .
Para sua execucao contamos com re curs o s humancs e m a t e r i -a l s , e x i s t e n t e n-a escol-a.
• - .. -•-. - — -i ^ .•'.vi. ,n.v/ 2.1 Pro3eto de Operacionalizagao da L e i t u r a da 1§ s e r i e . 2.2 Campus V P.P.P.3. 2.3 Estagio Supervisionado E s t a g i a r i a : Maria do Socorro P e r e i r a O l i v e i r a O OF •A?
3. C b j e t i v o s do P r o i c t o
3.1 O b j e t i v o s G-erais
3.2 Objetivos E s p e c i f i e o s
• O b j e t i v o s G-erais
. T r e i n a r professores sobre metodos e t e c n i c a s de a l f a b e t i z a c a o , o b j e t i v a n d o melhoria do processo ensinoaprendizagem de l e i t u -r a nas tu-rmas de i s s e -r i e s .
• O b j e t i v o s E s p e c i f i c o s
. S e n s i b i l i z a r os professores sobre a i m p o r t a n c i a do seu e n v o l v i -mento na elevagao do i n d i c e de promogao do aluno da i s s e r i e pa-r a a 2S s e pa-r i e .
• I n t e n s i f i c a r o ensino da l e i t u r a e da e s c r i t a da i s s e r i e . . A s s i s t i r diretamente ao p r o f e s s o r da i s s e r i e .
.ITelhorar a qualidade da aprendizagem em l e i t u r a dos alunos da 1 i s s e r i e .
A Ar^T'T?"r"r)AT!'T^c^ "HO pTJnj-pmp
• J U S T I P I G A T I Y A
Considerando as d i f i c u l d a d e s constatadas das i s s e r i e s da Escola Sstadual de 1 ? Grau Jose Avelino de Queiroga, durante o ano de 1984 com relacao ao baixo i n d i c e de aprovacao e de evasao das !• se -r i e s e a d e f i c i e n c i a do ensino e da l e i t u -r a das i s s e -r i e s , d i f i c u l d a d e no processo de s c c i a l i z a g a o , d i f e r e n c a s o c i a l , carencia de v e s t u a r i o , a f e t o , a l i m e n t o , e t c . E a l t a de um a s s i s t e n t e s o c i a l , Supervisor Sscol a r , Orientador educacionaSscol, que quando muito recebe e um t r a b a Sscol h o i n -d i r e t o -de Supervisao Escolar.
Estamos objetivando r e f o r m u l a r a s i s t e m a t i c a de t r a b a l h o , j u n t o aos professores e alunos para a melhoria da qualidade da l e i t u -r a da i s s e -r i e pa-ra e v i t a -r o baixo -rendimento e s c o l a -r nesta -r e f e -r i d a s e r i e , incentivando com melhores metodos e t e c n i c a s .
0 t r a b a l h o f e i t o com 0 3 professores reunioespara apresen-t a r novas sugesapresen-toes de a apresen-t i v i d a d e s sobre l e i apresen-t u r a com m a apresen-t e r i a l d i d a apresen-t i c o adequado, porque uma a u l a bem preparada obtera um bom r e s u l t a d o , uma a u l a de l e i t u r a com gravuras, l e t r a c u r s i v a e boas t e c n i c a s a p l i c a d a s , segao de t r a b a l h o com. 0 l i v r o i s t o e i s serie que e composta de mui -tas a t i v i d a d e s e orientagoes eete l i v r o expoe os sete passos da l e i t u r a i s t o deve s e r t r a b a l h o comigo e o p r o f e s s o r . Cutras a t i v i d a d e s da car-t i l h a I o i o , Caminho Suave, Comunicagao e Expressao de Deborah Padua ' ITeves.
Conversas i n f o r m a i s sobre o metodo e as t e c n i c a s a p l i c a d a s f i c a r atendendo diretamente o p r o f e s s o r , p r o c u r a r solugoes para r e c e i -v e r 0 problema da l e i t u r a da 1§ s e r i e .
Com o aluno - observagao em s a l a de aula para v e r como se encontram na l e i t u r a logo a p c s e n t r e v i s t a com os r e f e r i d o s alunos.
5 . IISTODOIOaiA
5 . 1 0 Projeto de Cperacionalisagap das i s series atendera a Escola Estadual de 1 - Grau Jose Ave l i n o de Queiroga aos professores '
das i s s e r i e s .
5.2 0 Projeto sera trabalhado no periodo de 2 1 de outubro a 2 1 de novembro de 1985*
5.3 Area de i n f l u e n c i a (vem quadro em anexo) 5.4 Metas
- Melhorar o n i v e l em l e i t u r a da i s s e r i e em t r e e ( 3 ) turmas da Escola Estadual de I 5 G-rau Jose A v e l i n o de Queiroga.
- A s s i s t i r diretamente aos professores da i s s e r i e - P i m i n u i r o i n d i c e de reprovaeao da i s s e r i e
- Obter melhor r e s u l t a d o da l e i t u r a da i s s e r i e 5.5 Implantacao do Projeto
C Pro3etc sera executado atraves do plane3amento, r e u n i o e s , v i -s i t a -s , encontro-s, explanagao de m a t e r i a l d i d a t i c o , ob-servagao, e n t r e v i s t a , segao de t r a b a l h o , o r i e n t a g o e s , conversas i n f o r m a i s , discussoes, atendimento d i r e t o ao p r o f e s s o r da i s s e r i e na Esco-l a EstaduaEsco-l de 12 Grau Jose AveEsco-lino de Queiroga. 2 s t e trabaEsco-lho ' sera f e i t o especialmente com. as turmas da i s s e r i e .
5.6 Pecursos Humanos - na execugao do Projeto contamos com a atuagao da E s t a g i a r i a S u p e r v i s o r , p r o f e s s o r e s , alunos, pessoal adminis -t r a -t i v o e pessoas da comunidade.
5.7 Pecursos materials - m a t e r i a l d i d a t i c o , l i v r o I s t o e i s s e r i e , 1 l o i o , Caminho Suave, Gomunicagao e Expressao de Deborah Padua 1 Neve s.
5,8 AVAIIAClC
A aplicagao do I r o j e t o f o i f a v o r a v e l porque trabalhamos com muita e f i c i e n c i a em cima deste p r o j e t o , houve uma m e l h o r i a so-bre l e i t u r a da i s s e r i e uma boa aceitacao dos professores e alunos.
PAUTA PP PPUTTIAO
Pocal: Sscola Estadual de I S G r a u Jose A v e l i n o de Q" u e i r o g a Pata: 2 2 de cutubro de 1 9 8 5 as 8:CO horas
Responsavel: Maria do Socorro P e r e i r a O l i v e i r a
Assimto: Peunir os professores e expcr o P r o j e t c .
C b j e t i v o s : . T.^ostrar a i m p o r t a n c i a de um P r o j e t o .
. Melhorar o processo ensino-aprendizagem de l e i t u r a da I?- s e r i e .
Metodologia: Como e s t a g i a r i a eu e x p l i q i i e i o que e um Pro j e t o , para que serve e o que se p r e t e n d i a com o mesmo e 1 pedi a o p i n i a o das professoras para e n r i c n e c e r o 1 nosso t r a b a l h o .
Conc3.usao: Conclui que o Pro j e t o f o i v a l i d o , dentro dele a p l i c a -mos metodos e t e c n i c a s que estimularam o alunado e os professores .todos interessaram-se mais pelas a u l a s .
KEfilOBOS E PPCCSSSOS "^S AXPABETIZAGXO
it de fundamental i m p o r t a n c i a que o p r o f e s s o r se d e f i n a um process© de A l f a b e t i z a g a o a fim^que r e a l i z e um t r a b a l h o de forma s i s t e -m a t i c a p e r -m i t i n d o aleangar os o b j e t i v o s propostos na l e i t u r a da IS se-r i e .
De um mcdo g e r a l podemos i d e n t i f i c a r dois metodos de A l -f a b e t i z a g a o o S i n t e t i c o e o A n a l i t i c o . Que -f a c i l i t a o desenvolvimento da l e i t u r a da i s s e r i e .
Me todo S i n t e t i c o p a r t e dos elementos mais simples ( l e t r a , fonema ou s i l a b a ) que serao combinados, formando p a l a v r a s e sentengas. C Metodo A n a l i t i c o tern como ponto de p a r t i d a elementos * s i g n i f i c a n t s , ( p a l a v r a s sentengas ou contos) que analizados em suas d i -ferengas e semelhangas l e v a r a o os conhecimentos dos elementos f o n e t i c o s . Esse conhecimento h a b i l i t a r a o alem a formar e i d e n t i f i c a r palavras no-vas .
A maneira como se t r a b a l h a cada metodo s i n t e t i c o s sao: Os Processos r e f e r e n t e s ao metodo s i n t e t i c o :
a) A l f a b e t i c o p a r t e das l e t r a s para a formagac de p a l a v r a s b) Fonico ponto de p a r t i d a : o fonema
c) S i l a b i c o parte da s i l a b a para a p a l a v r a .
Os processos r e f e r e n t e s ao metodo A n a l i t i c o sao:
a) Falavra_,acao parte da p a l a v r a para as s i l a b a s e desta ' para a formacao de novas p a l a v r a s :
b) Sentuagao p a r t e da sentenga ou Prase para palavra__agao, desta para as s i l a b a s e das s i l a b a s para formagao para novas p a l a v r a s .
c ) Contcs i n i c i a c a o com apresentagao de um conto cue leve ao estudo de sentenga, desta ao estu:lo da p a l a v r a e f i n a l m e n t e ao e s t u -do das s i l a b a s .
Alem dos processos c i t a d o s assim, existem os processos e c l e t i c o s decorrentes dos metodos a n a l i t i c o s - s i n t e t i c o s . Dentre es-ses processos destacamos o mais d i f u n d i d o atualmente em; nossas esco l a s cujoa passos apresentamos a s e g u i r .
PAS003 PA I P I T U P A 1 - Incentivacao 2- Apresentagao da p a l a v r a chave 3- G r a f i a c o r r e t a da p a l a v r a 4- Separagao da p a l a v r a em s i l a b a 5- Estudc da f a m i l i a s i l a b i c a 6- Formacao de palavras novas 7- Pormagao de f r a s e s .
PAUTA DE HEUNXJtO
LOCAL: Escola Estadual de I S G-rau Jose Avelino de Queiroga DATA: 05 de novembro de 1985 as 15:00 horas
RESPOUSAVSL: T'aria do Socorro P e r e i r a O l i v e i r a
ASSUITTO: Peunir os pais para conversar sobre a i n f l u e n c i a deles na escola e a colaboracao nas t a r e f a s c a s e i r a s .
0BJETTV03: . Despertar o i n t e r e s s e dos pais pela escola. . Melhorar o processo de l e i t u r a da i s s e r i e .
METODOLOaiA: Com a p a l a v r a do Administrador Escolar e em s e g u i -da eu e x p l i q u e i qual o meu i n t e r e s s e p e l a r e u n i a o , s e r i a o problema de l e i t u r a da i s s e r i e .
CONCLUSSO: Conclui que os p a i s frequentaram bast ante e dialogaram com o a d m i n i s t r a d o r e comigo, tentamos melhorar o engi-ne de l e i t u r a da 18 e e r i e .
- OS Ox. C ^ r Ss. " 1 J* //7 y A. . %uA^ ****** Y ^ e ^ * A^t/^ct V - • ^
aSJ, C,
!c a* A. ou 33 an
Ju, VK, *>o-^&e So
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A-^$-/t^W' c>&
ENTEEVTSTA
DATA: 07/11/85
DURAQ&0: 7:00 as 9:00
ENTEE7TSTA1X): Turmas de 1« s e r i e s
1 - Porque voces vera a escola?
2- 0 que voce aclia da escola?
3- Gostem de estudar?
4- 0 que voce gosta da p a r t e da l e i t u r a ?
5- Na l e i t u r a 0 que voces fazem?
6- Querem aprender l e r mais?
7- Acham "bom estudar?
8- A l e i t u r a e importante para voces, por que?
9- Voces querem aprender a l e r ?
10- Todos estao lendo na 1 ^ s e r i e ?
BKAKATTZACAC
CAI'APII'IIO
L e t r a e musica de S i l v i o Salema
Canarinho eaiu nagua l a quase se afogando Agarrou-se num pauzinho Que f i c o u nagua boiando
Assim, assim, para longe f o i voando! Assim, assim, para longe f o i voando!
Canarinho e b o n i t i n h o Tern peninhas cor de ouro 0 sen corpo e um arminho S a garganta e um tesouro
Assim, assim, para longe f o i voando! Assim, assim, para longe f o i voando!
CCPPCSICIO
Composicao e uma forma de expressao do pensamento. 3 tambem um meio de comunieagao. E clever da Escola c r i a r situagoes f a v o r a v e i s 1 ao desenvolvimento dessa h a b i l i d a d e i n d i s p e n s a v e l a v i d a do i n d i v f d u o .
E n t r e t o n t o para t o m a r o aluno capaz de expressar-se c o r r e — tamente atraves da composigao e necessario p r e p a r a - l o . Esse preparo ' exige sistematizagao, i s t o e, que s e j a ordenado p a r t i n d o de a t i v i d a d e s mais simples para as mais d i f i c e i s .
Para que ha3a sucesso no desenvolvimento dessa capacidade e i n d i s p e n s a v e l que o p r o f e s s o r considere alguns f a t o r e s , t a i s como:
- ambiente da s a l a de a u l a , que deve ser f a v o r a v e l t e n t o no aspecto f i s i c o (uso de c a r t a z e s , "cantinhos", e t c . ) como pelo c l i m a de confianga, r e s p e i t o e c o r d i a l i d a d e entre os alunos e entre
prerfessor-alunos. /
desenvolvimento da linguagem o r a l Sabemos que a maio -r i a de nossos alunos vem de um meio f a m i l i a -r onde a linguagem e poh-re. !iTaior p o r t a n t o , e a. responsabilidade do p r o f e s s o r em p r o p o r c i o n a r ao aluno a t i v i d a d e s que o aludem a enriquecer o voc\"/bulario. Os jogos, os e x e r c i c i o s e s t r u t u r a i s , a composigao de f r a s e s sao meios que favorecem a aquisigao de um bom v o c a b u l a r i o .
- experiencias v i v i d a s - As i d e i a s que a c r i a n g a possa ex-pressar a t r a v e s da redagac dependem das experiencias v i v i d a s . Como no ambiente f a m . i l i a r , essas e x p e r i e n c i a s nao conduzem ao desenvolvimentc da c r i a t i v i d a d e , cabe ainda ao p r o f e s s o r c r i a r situagoes em que o a l u -no r e a l i z e a t i v i d a d e s v a r i a d a s , como: audigao de h i s t o r i a s , palestra.s,
observagoes, experimentagoes, excursoes, e t c . I s t o a j u d a r a o aluno a enriquecer suas i d e i a s .
Estagios no desenvolvimento da. composicaa
Pas p r i m e i r a s experiencias em composigao a t e chegar a reda-gao independente, passa o aluno por d i v e r s o s e s t a g i o s :
- P r i m e i r a s experiencias em composigao: . dar um recado
. responder a pergantas
. conversar com o p r o f e s s o r e colegas
f e s t a s c.e a n i v e r s a r i o , e t c . ; . o u v i r h i s t o r i a s
. c c n t a r h i s t o r i a s , e t c .
Composigoes d i t a d a s ITesta fase a c r i a n g a d i t a para o p r o -f e s s o r sua composigao, a p r i n c i p i o em -f r a s e s s c l t a s , que, aos pcucos 1 vao se relacionando a t e formar narragoes hem crdenadas.
- Composigoes d i t a d a s e copiadas pelo aluno - 0 aluno d i t a a composigao e o p r o f e s s o r a escreve no qnadro de giz« Em seguida, o a l u -no a c o p i a , podendo i l u s t r a - l a .
- Composigoes com todo o a u x i l i o - Neste e s t a g i o , o aluno j a deve apresentar capacidade para f a z e r sua composigao independentemente. I s t o nao quer d i z e r que o p r o f e s s o r deve d e i x a - l o t r a h a l h a r sozinho, 1 mas a u x i l i a - l o em suas d i f i c u l d a d e s , a t r a v e s de atendimento i n d i v i d u a l .
Ainda aqui e necessario preparar previamente o aluno, fazendo-o f a l a r sobre o que i r a escrever.
Ao preparar a c r i a n g a para expressar-se a t r a v e s da composi-gao, e i n d i s p e n s a v e l o r i e n t a - l a para que observe:
. p r i n c i p i o , meio e f i m da e s t o r i a :
. pontuagao ( v e r i f i c a n d o se a oragao a ser pontuada contern uma afirmagao, expressa surpresa ou f a z uma pergunta)
. t f t u l o
. use de mainsculas
As composigoes podem ser p r a t i c a s e criacT&*i
Composigoes c r i a d o r a s sao a t i v i d a d e s em que o aluno c r i a e imagina h i s t o r i a s mesmo u t i l i z a n d o gravuras ou outros recursos ( a u x i -l i o s ) que ajudam a despertar as i d e i a s .
Composigoes p r a t i c a s as que tern por o b j e t i v o estabelecer ' comunieagao imediata com o meio. Sao e l a s : c a r t a s , b i l h e t e s , t e l e g r a -mas, r e l a t o r i o s , a v i s o s , recades, r e c i b o s , e t c .
A - Criadoras
c r i a d o r e a d q u i r i r capacidade para escrever o que pensamos.
Essa c r i a t i v i d a d e deve ser desenvolvida no aluno a p a r t i r da i s s e r i e ,
Observando o que f o i d i t o quanto a necessidade de preparagao s i s t e m a t i c a do aluno, o p r o f e s s o r c r i a r a situagoes para que as p r i m e i -ras e x p e r i e n c i a s em composigao se jam o r a i s .
A s e g u i r , passara para a fase da criagao de h i s t o r i a s a v i s t a de gravuras• Para i s t o , s e l e c i o n a r a gravuras que sejam do i n t e r e s s e da c r i a n g a , t a i s como: gravuras de animals, de criangas brincando, de f e s -t a s da f a m i l i a , e -t c , empregando-as na seguin-te ordem:
IS etapa - T J t i l i z a r gravuras em que apareca um so personagem r e a l i z a n d o uma so agao. C r i e n t a r as c r i a n c a s com perguntas para i n t e r -pretagao das mesmas, como, por exemplo:
- Quern (ou o que) estamos vendo? - Como e?
- 0 que faz?
- Que none poderemos dar?
- Vamos dar um t i t u l o a nossa h i s t o r i a ? - Vamos escrever nossa h i s t o r i a ?
A s e g u i r , escrever a h i s t o r i a d i t a d a pelos alunos no quadro de g i z , fazendo-os observar: p r i n c i p i o , meio e f i n da h i s t o r i a , use de maiusculas, uso dos s i n a i s de pontuagao.
- P e d i r que copiem em sens cademos - P i z e r - l h e s que poderao i l u s t r a r
2S etapa Sstando os alunos capacitados para imaginar e d i -t a r h i s -t o r i e s baseadas em um so personagem p r a -t i c a n d o uma so agao, o 1 p r o f e s s o r devera u t i l i z a r gravaras seriadas ou f a t o s concretos em que um personagem p r a t i q u e mais de uma agao. Proceder como das outras vezes,
orientando a observacao da c r i a n g a .
3s etapa - Pepois que a turma f o r capaz de imaginar h i s t o r i a s baseadas em gravaras onde um so personagem p r a t i q u e uma so agao e um so personagem p r a t i q u e mais de uma agao, empregara gravuras de s e n t i d o com-p l e t o com mais de um com-personagem, i n c l u i n d o o d i a l o g o . Ainda nesta etacom-pa, como nas a n t e r i o r e s , havera prepare do aluno, atraves de perguntas para i n t e r p r e t a g a o . As perguntas deverao ser ampliadas i n c l u i n d o as que des -pertem a atengao para o l o c a l , o tempo, o sentimento das personagens de-monstrado p e l a expressao da f i s i c n o m i a , e t c . Nao esquecer, igualmente, ' de lembar que observem:
. p r i n c i p i o , meio e f i m da h i s t o r i a ; . pontuagao
. use do t f t u l o ; . uso de maiusculas 5
ccr'pcsic^rs
P R I T I O A SC aluno da 18 s e r i e nao deve ser t r e i n a d o apenas em compo-sigoes c r i a d o r a s . Pevemos p r o c u r a r desenvolver-lhe a capacidade de co-municar-se atraves de composigoes p r a t i c a s .
Na i s s e r i e as composigoes p r a t i c a s mais u t i l i z a d a s sao: - c a r t a s e b i l h e t e s
- avisos - c a r t o e s .
C p r o f e s s o r deve conduzir a turma a d i t a r c a r t a s e b i l h e -t e s bem r e a l s con-tendo palavras conhecidas*
Exemplos:
- & d i r e t o r a da escola, fazendo uma s o l i c i t a g a o .
- 1 autora do p r e - l i v r o ou c a r t i l h a ao termino de seu
es-tudo.
Escrever c a r t a s de saudagao: - pelo "Pia das Iv!aes
- pelo "Pia dos Pais" - p e l a pascoa
- pelo a n i v e r s a r i o de colegas, professore-%, §£©?'je'
Escrever avisos sobre: o b j e t o s perdidos
- r e a l i z a g a o de f e s t a s , e t c .
ITa e s c r i t a de c a r t a s e b i l h e t e s , o p r o f e s s o r d ever a o r i e n t a r a turma quanto a observagao das p a r t e s da c a r t a :
. cabegalho ( l u g a r onde f o i e s c r i t a e quando f o i e s c r i t a a c a r t a )
. saudagao e d e s t i n a t a r i o (maneira de cum.primentar a pes** soa que v a i receber a c a r t a . Ex: Querida ?;Iarta)
. corpo ( p a r t e p r i n c i p a l da c a r t a conteudo)
. despedida (maneira de d i z e r "adeus ou ate'Jlogo") . a s s i n a t u r a (e o nome da pessoa que escreveu a c a r t a ) ITa preparagao de avisos o p r o f e s s o r deve dar e s p e c i a l a-tenga.o:
. ao conteudo . a. c l a r e z a
• aos i t e n s - 0 que - quern? - quando - onde Na e s c r i t a de c a r t o e s , o p r o f e s s o r deve o r i e n t a r os alu-nos a f i m de que observed os i t e n s :
- a quem se d e s t i n a - motive da saudagao - quem envia
- l o c a l e data
Sugestoes de a t i v i d a d e s p r a t i c a s . Como d i r i g i r uma composigao p r a t i c a :
CAETlO
a) r i s e r aos a l i n o s :
- A quem vamos cumprimentar? - Per que?
- Vamos nos despedir e escrever nosso nome - Cnde moramoo e q u a l a data de hoje?
R e g i s t r a r o c a r t a o no quadro de g i z , aproveitando as 1 res^costas dos alunos.
Querida mamae
Pela passagem de seu a n i v e r s a r i c , meus parabens.
B e i j o s de seu f i l h o Jose Joao Pessoa, 15 de maio de 1979 AVISO
Perguntar acs alunos:
- Pe que v a i f a l a r o nosso aviso? - Qual o d i a do passeio?
- Qual a hora da saida? - Qual a condugao?
- 0 que os alunos devem l e v a r ?
A p r o v e i t a r as respostas dos alunos e r e g i s t r a r no qua -dro de g i z .
nor-mal e r e p e t i r a l e i t u r a uma ou cluas vezes.
0 p r o f e s s o r devera r e d i g i r da mesma maneira recados, con v i t e s , e t c .
B I B L I O G R A F I A
I s t o 9 1 ^ serie Documento I e I I
S e o r e t a r i a da Educaeao e C u l t u r a da Paraiba
R o t e i r o Programatioa 1 ? s e r i e
S e o r e t a r i a da Sducacao e C u l t u r a B3tado da Paraiba.
1 ^ serie