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PLANO DE ENSINO I EMENTA

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PLANO DE ENSINO

CURSO: Psicologia SÉRIE: 9º período

DISCIPLINA: Intervenções Clínicas Breves

ESTÁGIO: Atendimento Clínico na Abordagem Cognitiva CARGA HORÁRIA SSEEMSTRAL: 66 horas

I – EMENTA

Identificação dos fatores cognitivos constituintes do fenômeno psicológico e seu manejo dentro da relação terapêutica a partir dos referencias teóricos cognitivistas. Transposição das proposições teóricas para aplicação clínica de acordo com as necessidades do cliente.

II – OBJETIVOS GERAIS

Realização de atendimentos clínicos breves, individuais e supervisionados, oferecendo ao estagiário um contexto experiencial da prática clínica cognitivista. Favorecer o desenvolvimento das competências de análise e intervenção dentro dos modelos cognitivistas, visando o ate ndimento da demanda psicológica do cliente.

III – OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apropriar-se dos conceitos teóricos fundamentais da visão cognitivista em psicoterapia.

Compreender a experiência do cliente a partir dos referenciais teóricos cognitivistas.

Adequar a utilização das técnicas das abordagens cognitivistas.

Desenvolver a auto-percepção do estagiário, na condição de terapeuta, e as implicações desta para a condução da relação terapêutica.

Desenvolver repertório de técnicas de intervenção terapêutica e da sua função dentro dos referenciais teóricos cognitivistas.

Aperfeiçoar a utilização das regras formais exigidas na comunicação escrita acerca da atividade clínica desenvolvida.

Redigir relatórios psicológicos com clareza, concisão e correção gramatical.

IV – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O processo de determinação do comportamento, e os determinantes da experiência emocional, dentro das visões cognitivistas.

A natureza dos elementos cognitivos: emoções, linguagem, percepção, memória, atenção.

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As relações entre processos de significação, linguagem, emoção e comportamento.

A natureza das emoções e seu papel no processo terapêutico. A natureza da relação terapêutica.

A utilização de categorias nosológicas na orientação do processo terapêutico. A experiência emocional, e de vida, do terapeuta como um componente a ser considerado na condução do processo terapêutico.

O Construtivismo e o Racionalismo como norteadores dentro do cognitivismo terapêutico.

V – ESTRATÉGIAS DE TRABALHO

Faz-se necessário que na 1ª semana de aula haja apresentação do programa da disciplina, contemplando os objetivos, critérios de avaliação, estratégias de trabalho e bibliografia. Também é importante planejar as aulas incluindo datas para as avaliações bimestrais e para os exercícios teórico-práticos, conforme explicitado no item VI – Avaliação.

Leituras sistemáticas orientadas pelo supervisor, abrangendo temas gerais (direcionada a todos os estagiários) e temas específicos (direcionadas à necessidade específica de cada caso atendido pelo estagiário).

Elaboração de relatórios parciais contendo, não apenas a descrição resumida dos eventos ocorridos na sessão, mas, fundamentalmente, a compreensão destes à luz dos referenciais teóricos cognitivistas.

Supervisões em grupo.

Relatório final que articule a teoria e a prática clínica com análise fundamentada das técnicas e estratégias utilizadas.

Avaliação dos efeitos da ação profissional do ponto de vista do cliente. Avaliação da atuação acadêmica e clínica do estagiário.

VI – AVALIAÇÃO

1. Deverão ser realizadas avaliações bimestrais considerando os aspectos abaixo descritos.

2. Os exercícios teórico-práticos deverão se aplicados no mês de Maio.

3. Os alunos serão avaliados também nos seguintes aspectos, valendo conceito Suficiente ou Insuficiente, seguindo-se o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia:

a) Conceitual:

Capacidade de compreender os conceitos e verbalizá -los com as próprias palavras.

Capacidade de utilizar conhecimentos prévios: conceitos que já foram aprendidos.

Capacidade de abstração: qualidade do entendimento mediante a exposição de situações.

Capacidade para discriminar as diversas situações e optar pela intervenção mais adequada.

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b) Atitudinal:

Compromisso e envolvimento com o processo ensino-aprendizagem.

Capacidade de tomar decisões com iniciativa, a partir de um pensamento crítico.

Compromisso e envolvimento afetivo e ético. Espírito científico e investigativo.

Pontualidade na entrega de relatórios e trabalhos solicitados.

Comprometimento com as tarefas solicitadas (leituras, atendimentos, relatórios de sessões, análise dos procedimentos e supervisões).

c) Participação:

Interesse e disponibilidade para a realização de todas as atividades propostas Atuação expressiva, no sentido de levantar questões e colocar dúvidas, promovendo reflexões pertinentes ao tema abordado.

Expressar-se com clareza e de forma correta. d) Postura Ética:

Reflexão sobre o desempenho ético-profissional.

Responsabilidade e respeito com o cliente, supervisor, colegas e instituições. Responsabilidade com o material clínico: prontuários, testes, manuais etc. e) Raciocínio clínico:

Capacidade de articular conceitos teóricos com a prática.

Capacidade de compreender a demanda psicológica do cliente (indivíduo e/ou instituição), planejar e implementar intervenções.

f) Produção escrita:

Capacidade de resumir idéias importantes. Capacidade de elaborar relatórios, trabalhos etc. com clareza e coerência, e utilizar a norma culta da Língua Portuguesa.

VII – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BECK, J. S. Terapia Cognitiva: para desafios clínicos. Porto Alegre: ARTMED, 2007.

McMULLIN, R. E. Manual de Técnicas em Terapia Cognitiva. Porto Alegre: ARTMED, 2005.

ABREU, C. N; ROSO, M. Psicoterapias Cognitiva e Construtivista: novas fronteiras da prática clínica. Porto Alegre, 2003.

COMPLEMENTAR

FERREIRA, R. F.; ABREU, C. N. org. Psicoterapia e construtivismo: considerações teóricas e práticas. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

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GONÇALVES, M. M.; GONÇALVES, O. F. Psicoterapia, Discurso e Narrativa: a construção conversacional da mudança. Coimbra: Quarteto, 2007.

OMER, H. Intervenções críticas em psicoterapia: do impasse ao início da mudança. Porto Alegre: ARTMED, 1997.

KNAPP, P. cols. Terapia Cognitiva-Comportamental: na prática psiquiátrica. Porto Alegre: ARTMED, 2004

MAHONEY, M, J. Processos humanos de mudança: as bases científicas da psicoterapia. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

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PLANO DE ENSINO

CURSO: Psicologia SÉRIE: 9º período

DISCIPLINA: Intervenções Clínicas Breves

ESTÁGIO: Abordagem Sistêmica: Fundamentos teóricos e Intervenção Psicológica a Famílias e Casais.

CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 66 horas

I - EMENTA

Introdução ao pensamento sistêmico. Identificação e compreensão do sistema familiar. Atuação psicoterapêutica breve junto ao grupo familiar e/ou conjugal com demanda de conflito e sofrimento em suas relações, de acordo com os fundamentos epistemológicos e metodológicos da abordagem sistêmica.

II - OBJETIVOS GERAIS

Identificação, compreensão e realização de intervenções psicoterápicas apropriadas à dinâmica do grupo familiar e das relações conjugais no contexto clínico e social, sob o vértice sistêmico.

III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Tais competências serão desenvolvidas a partir das seguintes habilidades: Identificar a demanda do grupo familiar e/ou conjugal.

Descrever e analisar a dinâmica das relações do grupo familiar e das relações conjugais.

Eleger e utilizar estratégias adequadas ao contexto do atendimento.

Reconhecer a existência de condições pessoais para a apreensão das experiências emocionais do paciente familiar e/ou conjugal no contexto do atendimento.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

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Histórico da Família Brasileira.

Aspectos teóricos e específicos da Terapia Familiar. Ciclo vital da família.

A escuta ativa.

Diagnóstico e levantamento de hipóteses.

Processo de investigação e eleição de prioridades no trabalho . Genograma e linha do tempo.

V - ESTRATÉGIA DE TRABALHO

Faz-se necessário que na 1ª semana de aula haja apresentação do programa da disciplina, contemplando os objetivos, critérios de avaliação, estratégias de trabalho e bibliografia. Também é importante planejar as aulas incluindo datas para as avaliações bimestrais e para os exercícios teórico-práticos, conforme explicitado no item VI – Avaliação;

Leitura e discussão de textos. Atendimentos semanais.

Atendimentos em sala de espelho e equipe reflexiva (atendimento ao vivo – quinzenal).

Atuação em co-terapia.

Discussão e supervisão dos atendimentos realizados. Relató rios semanais das sessões realizadas.

Relatório final que articule a teoria com a prática com análise fundamentada das técnicas e estratégias.

Avaliação dos efeitos da ação profissional do ponto de vista do usuário. Avaliação da atuação acadêmica e clínica do estagiário.

VI – AVALIAÇÃO

4. Deverão ser realizadas avaliações bimestrais considerando os aspectos abaixo descritos.

5. Os exercícios teórico-práticos de avaliação final deverão se aplicados no mês de Maio.

6. Os alunos serão avaliados também nos seguintes aspectos, valendo conceito Suficiente ou Insuficiente, seguindo-se o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia:

a) Conceitual

Capacidade de compreender os conceitos e verbalizá-los com as próprias palavras.

Capacidade de utilizar conhecimentos prévios: conceitos que já foram aprendidos.

Capacidade de abstração: qualidade do entendimento mediante a exposição de situações.

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Capacidade para discriminar as diversas situações e optar pela intervenção mais adequada.

b) Atitudinal

Compromisso e envolvimento com o processo ensino-aprendizagem. Capacidade de tomar decisões com iniciativa, a partir de um pensamento crítico.

Compromisso e envolvimento afetivo e ético. Espírito científico e investigativo.

Pontualidade na entrega de relatórios e trabalhos solicitados.

Comprometimento com as tarefas solicitadas (leituras, atendimentos, relatórios de sessões, análise dos procedimentos e supervisões).

c) Participação

Interesse e disponibilidade para a realização de todas as atividades propostas Atuação expressiva, no sentido de levantar questões e colocar dúvidas,

promovendo reflexões pertinentes ao tema abordado. Expressar-se com clareza e de forma correta.

g) Postura Ética

Reflexão sobre o desempenho ético-profissional.

Responsabilidade e respeito com o cliente, supervisor, colegas e instituições. Responsabilidade com o material clínico: prontuários, testes, manuais etc. h) Raciocínio Clínico

Capacidade de articular conceitos teóricos com a prática.

Capacidade de compreender a demanda psicológica do cliente (indivíduo e/ou instituição), planejar e implementar intervenções.

i) Produção Escrita

Capacidade de resumir idéias importantes.

Capacidade de elaborar relatórios, trabalhos com clareza e coerência, e utilizar a norma culta da Língua Portuguesa.

VII - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MINUCHIN, S. Técnicas de terapia familiar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

PISZEZMAN, M. L. R. M. Terapia Familiar breve: uma abordagem terapêutica em instituições. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.

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CERVENY, C. M. A Família como Modelo – desconstruindo a patologia. São Paulo: Ed. Livro Pleno, 2001.

COMPLEMENTAR

ANDOLFI, M. A. C.; SACCU, C. O casal em crise. São Paulo: Summus, 1995. CAPRA, F. A teia da vida – Uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Editora Cultrix, 1996.

CARTER, B. & MCGOLDRICK, M. As mudanças no ciclo de Vida Familiar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.

OSÓRIO, L. C. e PASCUAL V. cols. Manual de Terapia Familiar. V. I e II. Porto Alegre: Artmed, 2010.

MINUCHIN, S. Famílias: funcionamento e tratamento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

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PLANO DE ENSINO

CURSO: Psicologia SÉRIE: 9º período

DISCIPLINA: Intervenções Clínicas Breves

ESTÁGIO: Atendimento Clínico de Orientação Psicanalítica CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 66 horas

I. EMENTA

Prática supervisionada de atendimentos clínicos de orientação psicanalítica a crianças, adolescentes e adultos a partir do referencial epistemológico e metodológico próprio da psicanálise. Contribuições teóricas e técnicas dos autores da escola inglesa de psicanálise. Pesquisa em psicologia clínica sob essa perspectiva teórica.

II. OBJETIVO GERAL

Realização de atendimento clínico individual supervisionado na orientação psicanalítica visando o desenvolvimento da capacidade de pensar e diagnosticar as situações de sofrimento psíquico a partir do referencial proposto.

III. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Reconhecer os pressupostos norteadores da psicoterapia de orientação psicanalítica, suas exigências e indicações.

Observar as características do relacionamento psicoterapêutico com ênfase nos processos transferenciais e contratransferenciais envolvidos.

Viver a experiência emocional surgida no encontro com a emergência do desconhecido de si mesmo e do outro respeitando a regra fundamental da psicanálise.

Articular a experiência vivida nos atendimentos com o referencial teórico proposto para produção de conhecimento sob a forma de comunicação cientifica.

IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Entrevista inicial, formulações diagnósticas e indicações terapêuticas. O contrato de trabalho psicoterapêutico e os seus aspectos éticos. O setting como espaço físico e como espaço relacional.

Transferência e contratransferência na clínica psicanalítica. A atividade interpretativa.

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V. ESTRATÉGIAS DE TRABALHO

Faz-se necessário que na 1ª semana de aula haja apresentação do programa da disciplina, contemplando os objetivos, critérios de avaliação, estratégias de trabalho e bibliografia. Também é importante planejar as aulas incluindo datas para as avaliações bimestrais e para os exercícios teórico-práticos, conforme explicitado no item VI – Avaliação.

Leitura e discussão de textos. Atendimentos clínicos.

Elaboração de relatório dos atendimentos e correção dos mesmos. Acompanhamento da organização dos prontuários.

Supervisão dos atendimentos clínicos e articulação teórico-prática.

Relatório final que articule teoria e prática clínica com análise fundamentada das técnicas e estratégias utilizadas.

Avaliação dos efeitos de ação profissional do ponto de vista do usuário. Avaliação da atuação acadêmica e clínica do estagiário.

VI. AVALIAÇÃO

7. Deverão ser realizadas avaliações bimestrais considerando os aspectos abaixo descritos.

8. Os exercícios teórico-práticos de avaliação final deverão se aplicados no mês de Maio.

9. Os alunos serão avaliados também nos seguintes aspectos, valendo conceito Suficiente ou Insuficiente, seguindo-se o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia:

a) Conceitual:

Capacidade de compreender os conceitos e verbalizá-los com as próprias palavras.

Capacidade de utilizar conhecimentos prévios: conceitos que já foram aprendidos.

Capacidade de abstração: qualidade do entendimento mediante a exposição de situações.

Capacidade para discriminar as diversas situações e optar pela intervenção mais adequada.

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b) Atitudinal:

Compromisso e envolvimento com o processo ensino-aprendizagem.

Capacidade de tomar decisões com iniciativa, a partir de um pensamento crítico.

Compromisso e envolvimento afetivo e ético.

Espírito científico e investigativo.

Pontualidade na entrega de relatórios e trabalhos solicitados.

Comprometimento com as tarefas solicitadas (leituras, atendimentos, relatórios de sessões, análise dos procedimentos e supervisões).

c) Participação:

Interesse e disponibilidade para a realização de todas as atividades propostas Atuação expressiva, no sentido de levantar questões e colocar dúvidas,

promovendo reflexões pertinentes ao tema abordado. Expressar-se com clareza e de forma correta.

j) Postura Ética:

Reflexão sobre o desempenho ético-profissional.

Responsabilidade e respeito com o cliente, supervisor, colegas e instituições. Responsabilidade com o material clínico: prontuários, testes, manuais etc. k) Raciocínio clínico:

Capacidade de articular conceitos teóricos com a prática.

Capacidade de compreender a demanda psicológica do cliente (indivíduo e/ou instituição), planejar e implementar intervenções.

l) Produção escrita:

Capacidade de resumir idéias importantes.

Capacidade de elaborar relatórios, trabalhos etc. com clareza e coerência, e utilizar a norma culta da Língua Portuguesa.

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VII. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FREUD, S. (1980). Recomendações aos médicos que exercem a psicanálise. (J. O. A. Abreu, Trad.). Em J. Salomão (Org.), Edição standard brasileira de obras completas de Sigmund Freud (Vol. XII, pp. 147-159). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1912)

FREUD, S. (1980). Recordar, repetir e elaborar. (J. O. A. Abreu, Trad.). Em J. Salomão (Org.), Edição standard brasileira de obras completas de Sigmund Freud (Vol. XII, pp. 191-203). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1914)

WINNICOTT, C.; SHEPHERD, R.; DAVIS, M. (Orgs.). Explorações psicanalíticas D.W. Winnicott. Porto Alegre: Artmed Editora, 2005.

COMPLEMENTAR

EIZIRIK, C. L.; AGUIAR, R. W.; SCHESTATSKY, S. S. (Org.) Psicoterapia de Orientação Psicanalítica: Fundamentos Teóricos e Clínicos. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

ETCHEGOYEN, R. H. Fundamentos da Técnica Psicanalítica. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

KLEIN, M. (1997). A psicanálise de crianças. (L.P. Chaves Trad.; Revisão. Técnica J.A. P. Ferreira), Obras completas de Melanie Klein (Vol.II). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1932)

SHEPHERD, R.; JOHNS, J.; ROBINSON, H. T. D. W. Winnicott: pensando sobre crianças. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

ZIMERMAN, D. E. Vocabulário Contemporâneo de Psicanálise. Porto Alegre: Artmed, 2001.

SITES E BANCO DE DADOS

Pepsic: http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php/lng_pt

Scielo: http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_home/lng_pt/nrm_iso Pubmed: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?db=pubmed

SBPSP: http://www.sbpsp.org.br

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PLANO DE ENSINO

CURSO: Psicologia SÉRIE: 9º período

DISCIPLINA: Intervenções Clínicas Breves

ESTÁGIO: Atendimento Clínico na Abordagem Fenomenológico-Existencial CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 66 horas

I – EMENTA

Prática supervisionada de atendimentos clínicos a crianças, adolescentes e adultos, a partir da abordagem fenomenológico-existencial. Elementos de observação, escuta e compreensão dos fenômenos psicológicos manifestos na relação psicoterapeuta-cliente.

II – OBJETIVO GERAL

Compreensão dos fenômenos clínicos e da demanda psicológica com base na abordagem fenomenológico-existencial. Realização de atendimentos psicoterapêuticos que favoreçam ao cliente o desvelamento dos sentidos de sua existência.

III – OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Reconhecer os fundamentos ontológicos e epistemológicos da fenomenologia-existencial na prática psicoterapêutica.

Observar e compreender a luz da fenomenologia-existencial os fenômenos psicológicos que ocorrem no processo psicoterapêutico.

Compreender a demanda trazida pelo cliente a partir de seu contexto significativo.

Vivenciar a situação psicoterapêutica e articular essa vivência com o referencial teórico proposto.

IV – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O contexto da clínica-escola na universidade e na comunidade.

Ontologia e epistemologia da fenomenologia-existencial enquanto fundamento para a psicoterapia.

A situação clínica: o vínculo psicoterápico, o enquadre, a escuta, a observação, a intervenção.

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Faz-se necessário que na 1ª semana de aula haja apresentação do programa da disciplina, contemplando os objetivos, critérios de avaliação, estratégias de trabalho e bibliografia. Também é importante planejar as aulas incluindo datas para as avaliações bimestrais e para os exercícios teórico-práticos, conforme explicitado no item VI – Avaliação.

Leitura e discussão de textos. Atendimentos clínicos.

Orientação para a elaboração de relatório dos atendimentos e correção dos mesmos.

Orientação e acompanhamento da organização dos prontuários.

Supervisão dos atendimentos psicoterápicos, apresentação e discussão da correlação teórico-prática.

Acompanhamento da elaboração do relatório final que deve articular teoria e prática clínica com análise fundamentada das técnicas e estratégias.

Avaliação dos efeitos da ação profissional do ponto de vista do usuário. Avaliação da atuação acadêmica e clínica do estagiário.

VI – AVALIAÇÃO

10. Deverão ser realizadas avaliações bimestrais considerando os aspectos abaixo descritos.

11. Os exercícios teórico-práticos de avaliação final deverão se aplicados no mês de Maio.

12. Os alunos serão avaliados também nos seguintes aspectos, valendo conceito Suficiente ou Insuficiente, seguindo-se o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia:

a) Conceitual

Capacidade de compreender os conceitos e verbalizá -los com as próprias palavras.

Capacidade de utilizar conhecimentos prévios: conceitos que já foram aprendidos.

Capacidade de abstração: qualidade do entendimento mediante a exposição de situações.

Capacidade para discriminar as diversas situações e optar pela intervenção mais adequada.

b) Atitudinal

Compromisso e envolvimento com o processo ensino-aprendizagem.

Capacidade de tomar decisões com iniciativa, a partir de um pensamento crítico.

Compromisso e envolvimento afetivo e ético. Espírito científico e investigativo.

Pontualidade na entrega de relatórios e trabalhos solicitados.

Comprometimento com as tarefas solicitadas (leituras, atendimentos, relatórios de sessões, análise dos procedimentos e supervisões).

(15)

Interesse e disponibilidade para a realização de todas as atividades propostas Atuação expressiva, no sentido de levantar questões e colocar dúvidas, promovendo reflexões pertinentes ao tema abordado.

Expressar-se com clareza e de forma correta. d) Postura Ética

Reflexão sobre o desempenho ético-profissional.

Responsabilidade e respeito com o cliente, supervisor, colegas e instituições. Responsabilidade com o material clínico: prontuários, testes, manuais etc. e) Raciocínio Clínico

Capacidade de articular conceitos teóricos com a prática.

Capacidade de compreender a demanda psicológica do cliente (indivíduo e/ou instituição), planejar e implementar intervenções

f) Produção Escrita

Capacidade de resumir idéias importantes.

Capacidade de elaborar textos, relatórios e trabalhos, com clareza e coerência, utilizando a norma culta da língua portuguesa.

VII - BIBLIOGRAFIA BÁSICA

POMPÉIA, J. A. Na Presença do Sentido: Uma aproximação fenomenológica a questões existenciais básicas. São Paulo: EDUC, 2010. SAPIENZA, B. T. Do Desabrigo à confiança: Daseisanalyse e terapia. São Paulo: Escuta, 2007.

VAN DEN BERG, J. H. O Paciente Psiquiátrico: Esboço de uma Psicopatologia Fenomenológica. 2ª tiragem. Campinas, SP: Editora Livro Pleno, 2010.

COMPLEMENTAR

AUGRAS, M. O Ser da Compreensão: Fenomenologia da Situação de Psicodiagnóstico. 12ª ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2008.

BOSS, M. Angústia Culpa e Libertação. Trad. Barbara Spanoudis. São Paulo: Ed. Duas Cidades, 1975.

CANCELLO, L. A. O fio das palavras: um estudo de psicoterapia existencial. São Paulo: Summus, 1991.

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Revistas da Associação Brasileira Daseinsanalyse. São Paulo: A associação.

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PLANO DE ENSINO CURSO: Psicologia

SÉRIE: 9º período

DISCIPLINA: Intervenções Clínicas Breves

ESTÁGIO: Psicologia Comportamental: Análise Funcional do Comportamento CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 66 horas

I – EMENTA

A análise do comportamento aplicada à prática clínica: a entrevista clínica, a avaliação comportamental e modelos de intervenção. Relação terapeuta-cliente . Necessidades e características da terapeuta-clientela.

II – OBJETIVOS GERAIS

Avaliação dos fenômenos humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva e planejamento de intervenções, com base na análise do comportamento.

Atuação profissional com conhecimento científico, no contexto clínico, de forma terapêutica, considerando as características das diversas situações e dos problemas específicos, que envolvem adultos, crianças e adolescentes.

III – OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Para tais competências são necessárias as seguintes habilidades:

Descrever, analisar e interpretar relações entre contextos e processos comportamentais.

Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não-verbais como fontes primárias de acesso a estados privados.

Planejar e realizar entrevista comportamental no contexto clínico para diferentes finalidades com base na teoria comportamental.

Relacionar-se com o outro (cliente, colega e supervisor) de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos por sua atuação profissional.

Utilizar estratégias e realizar intervenções apropriadas à linguagem do adolescente e da criança, de acordo com o referencial teórico da Análise do Comportamento e realizar atendimentos de orientação aos responsáveis pela criança.

Elaborar relatórios técnicos de acordo com as normas éticas do Conselho Federal de Psicologia.

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Behaviorismo Radical e Análise do Comportamento: revisão do modelo de seleção por conseqüências, dos conceitos básicos e do modelo de subjetividade humana da análise do comportamento.

Entrevista comportamental: o modelo de entrevista semi-estruturado como instrumento de observação direta, de coleta de dados e de intervenção.

Análise Funcional: a análise funcional como o método principal de compreensão e avaliação comportamental.

Regras e auto-controle: os modelos comportamentais de compreensão dos processos cognitivos e controle de estímulos.

Relação terapêutica: a análise e a importância da relação terapeuta-cliente para o sucesso das intervenções.

Estratégias e técnicas de intervenção na análise do comportamento.

Os pais como agentes de mudança do comportamento infantil: orientação a pais.

Ludoterapia comportamental.

V – ESTRATÉGIAS DE TRABALHO

Faz-se necessário que na 1ª semana de aula haja apresentação do programa da disciplina, contemplando os objetivos, critérios de avaliação, estratégias de trabalho e bibliografia. Também é importante planejar as aulas incluindo datas para as avaliações bimestrais e para os exercícios teórico-práticos, que deverão ser aplicados em maio, conforme explicitado no item VI – Avaliação. Revisão teórica através de leitura e discussão de textos.

Atendimentos clínicos com co-terapia de acordo com a demanda do CPA. Na co-terapia participam dois estagiários, um como terapeuta e outro como co-terapeuta. O terapeuta conduz o atendimento e o co-terapeuta observa, faz anotações e pode intervir e auxiliar no atendimento caso necessário. Deve constar nos relatórios parciais uma avaliação sobre o desempenho do terapeuta durante o atendimento. Essa avaliação é feita em conjunto pelos dois estagiários. Os papeis devem ser os mesmos durante todos os atendimentos de um mesmo cliente. Os papéis devem se alternar para diferentes clientes.

Funções da co-terapia:

Para o terapeuta: diminui a ansiedade durante o atendimento, possibilita feedback direto sobre seu desempenho no atendimento. Para o co-terapeuta: possibilita maior aprendizagem sobre habilidades envolvidas no atendimento clínico a partir da observação direta. Elaboração de relatórios parciais dos atendimentos.

Supervisão indireta dos atendimentos.

Elaboração de relatório final que articule teoria e prática clínica e fundamentação das técnicas e das estratégias de intervenção.

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Avaliação da atuação acadêmica e clínica do estagiário.

VI – AVALIAÇÃO

13. Deverão ser realizadas avaliações bimestrais considerando os aspectos abaixo descritos.

14. Os exercícios teórico-práticos deverão se aplicados no mês de maio.

15. Os alunos serão avaliados também nos seguintes aspectos, valendo conceito Suficiente ou Insuficiente, seguindo-se o Regulamento do Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia:

a) Conceitual

Capacidade de compreender os conceitos e verbalizá-los com as próprias palavras.

Capacidade de utilizar conhecimentos prévios: conceitos que já foram aprendidos.

Capacidade de abstração: qualidade do entendimento mediante a exposição de situações.

Capacidade para discriminar as diversas situações e optar pela intervenção mais adequada.

b) Atitudinal

Compromisso e envolvimento com o processo ensino-aprendizagem.

Capacidade de tomar decisões com iniciativa, a partir de um pensamento crítico.

Compromisso e envolvimento afetivo e ético. Espírito científico e investigativo.

Pontualidade na entrega de relatórios e trabalhos solicitados.

Comprometimento com as tarefas solicitadas (leituras, atendimentos, relatórios de sessões, análise dos procedimentos e supervisões).

c) Participação

Interesse e disponibilidade para a realização de todas as atividades propostas.

Atuação expressiva, no sentido de levantar questões e colocar dúvidas, promovendo refle xões pertinentes ao tema abordado.

Expressar-se com clareza e de forma correta. d) Postura Ética

Reflexão sobre o desempenho ético-profissional.

Responsabilidade e respeito com o cliente, supervisor, colegas e instituições.

Responsabilidade com o material clínico: prontuários, testes, manuais etc. e) Raciocínio clínico

Capacidade de articular conceitos teóricos com a prática.

Capacidade de compreender a demanda psicológica do cliente (indivíduo e/ou instituição), planejar e implementar intervenções.

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Capacidade de resumir idéias importantes.

Capacidade de elaborar relatórios, trabalhos com clareza e coerência, e utilizar a norma culta da Língua Portuguesa.

VII – BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CABALLO, V. E.; SIMÓN, M. A. Manual de Psicologia Clínica Infantil e do Adolescente – Transtornos específicos. São Paulo: Santos Ed., 2005.

SILVARES, E. F. M.; GONGORA, M. N. A. Psicologia Clínica Comportamental: A Inserção da Entrevista Com Adultos e Crianças. São Paulo: Edicon, 1998.

KOHLENBERG, R. J.; TSAI, M. Psicoterapia Analítica Funcional: Criando Relações Terapêuticas Intensas e Curativas. Santo André: ESETec, 2001. COMPLEMENTAR

ABREU, C. N.; GUILHARDI, H. J. Terapia comportamental e cognitivo-comportamental: práticas clínicas. São Paulo: Roca, 2004.

DE FARIAS, A. K. C. R. Análise comportamental clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010.

MARTIN, G. e PEAR, J. Modificação do comportamento: o que é e como fazer? São Paulo: Roca, 2009.

SILVARES, E. F. M. Estudos de caso em psicologia clínica comportamental infantil. Campinas: Papirus, 2000.

TEIXEIRA, J. R. R.; SOUZA, M. A. O.; DIAS, M. F. Vocabulário de análise do comportamento. Santo André: ESETec, 2006.

SITES E BANCO DE DADOS http://www.bvs-psi.org.br/ http://www.periodicos.capes.gov.br/ http://pepsic.bvsalud.org http://www.rebac.unb.br/ http://www.revistaperspectivas.com.br/ http://www.unip.br/servicos/biblioteca/base_dados.aspx http://www.terapiaporcontingencias.com.br/ http://www.abpmc.org.br/ http://www.bfskinner.org http://www.fafich.ufmg.br/~vocabularioac/

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