• Nenhum resultado encontrado

Fundamentos de Processamento Gráfico

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Fundamentos de Processamento Gráfico"

Copied!
55
0
0

Texto

(1)

Fundamentos de Processamento Gr ´afico

Helton H. B´ıscaro ; F ´atima Nunes

(2)
(3)
(4)

Introduc¸ ˜ao

Paradigma dos Quatro Universos

F´ısico: Cont ´em objetos do mundo real que pretendemos estudar; Matem ´atico: Cont ´em uma descric¸ ˜ao abstrata dos objetos do universo

f´ısico;

Representac¸ ˜ao: Cont ´em representac¸ ˜oes simb ´olicas e finitas associadas

aos objetos do universo matem ´atico ;

Implementac¸ ˜ao: Cont ´em particularidades da linguagem de programac¸ ˜ao

escolhida para a implementac¸ ˜ao do problema.

(5)

S´ıntese de imagem

(6)

Introduc¸ ˜ao

Geometria

Do grego :Geo - “terra ”+ metria - “medida ”.

“Ramo da matem ´atica preocupado com quest ˜oes de forma, tamanho e posic¸ ˜ao relativa de figuras e com as propriedades dos espac¸os... ”.

(7)

Geometria

Euclides:

Considerado o pai da geometria.

Grego, viveu em 300 AC, e acredita-se que esteve ativo em Alexandria (Egito) durante o reinado de Ptolomeu (323-283 AC).

Os Elementos ´e o livro mais bem sucedido da hist ´oria da Matem ´atica. ´

E um tratado geom ´etrico escrito em 13 volumes.

Compreende uma colec¸ ˜ao de definic¸ ˜oes, postulados (axiomas), proposic¸ ˜oes (teoremas e construc¸ ˜oes), e provas matem ´aticas das proposic¸ ˜oes.

O 13◦livro cobre a geometria Euclideana e uma vers ˜ao Grega antiga e elementar da teoria dos n ´umeros.

(8)

Introduc¸ ˜ao

Geometria

Os Elementos

Impresso pela primeira vez em Veneza em 1482.

Foi um dos primeiros trabalhos sobre matem ´atica a ser impresso ap ´os a invenc¸ ˜ao da imprensa, perdendo apenas para a b´ıblia, quanto ao n ´umero de edic¸ ˜oes (mais de 1.000).

Foi usado como texto b ´asico de geometria no mundo Ocidental por cerca de 2.000 anos.

(9)

Geometria

Representac¸ ˜ao eficiente de objetos (coordenadas); Transformac¸ ˜oes necess ´arias `a manipulac¸ ˜ao dos mesmos;

Operac¸ ˜oes de Posicionamento; Operac¸ ˜oes de modelagem; Operac¸ ˜oes de Visualizac¸ ˜ao.

(10)

Introduc¸ ˜ao

Geometria

Operac¸ ˜oes de Posicionamento: As transformac¸ ˜oes Euclidianas s ˜ao

operac¸ ˜oes b ´asicas de posicionamento e movimento de objetos geom ´etricos num cen ´ario 2D ou 3D;

Operac¸ ˜oes de Modelagem:

As transformac¸ ˜oes afins s ˜ao operac¸ ˜oes b ´asicas de modelagem de objetos geom ´etricos num cen ´ario 2D ou 3D;

Permitem a definic¸ ˜ao de um objeto no seu pr ´oprio sistema de coordenadas locais (modeling coordinates)

Permite usar a definic¸ ˜ao de um objeto v ´arias vezes numa cena com um sistema de coordenadas globais (world coordinates)

Operac¸ ˜oes de Visualizac¸ ˜ao: Permitem montar um cen ´ario que envolve

o observador, o plano de projec¸ ˜ao e a cena (os v ´arios objetos da cena)

(11)

Projec¸ ˜oes

(12)

Introduc¸ ˜ao

Projec¸ ˜oes

Tipos de projec¸ ˜oes

(13)

Exemplo

C ˆamera Digital

(14)

Introduc¸ ˜ao

Geometrias n ˜ao Euclidianas

O quinto postulado

“Por um ponto exterior a uma reta dada, pode ser trac¸ada uma ´unica reta paralela...”

Durante s ´eculos se tentou deduzir este axioma, a partir dos outros axiomas.

Pergunta: pode-se construir uma geometria sem o quinto axioma?

V ´arias tentativas foram feitas, mas at ´e o meio do s ´eculo 19, o pensamento matem ´atico n ˜ao estava maduro o suficiente.

Diferentes geometrias (n ˜ao Euclideanas) foram criadas baseadas na negac¸ ˜ao do quinto axioma:

Por exemplo: A geometria Hiperb ´olica admite uma infinidade de retas paralelas.

(15)

Geometrias n ˜ao Euclidianas

O quinto postulado

“Por um ponto exterior a uma reta dada, pode ser trac¸ada uma ´unica reta paralela...”

Durante s ´eculos se tentou deduzir este axioma, a partir dos outros axiomas.

Pergunta: pode-se construir uma geometria sem o quinto axioma?

V ´arias tentativas foram feitas, mas at ´e o meio do s ´eculo 19, o pensamento matem ´atico n ˜ao estava maduro o suficiente.

Diferentes geometrias (n ˜ao Euclideanas) foram criadas baseadas na negac¸ ˜ao do quinto axioma:

Por exemplo: A geometria Hiperb ´olica admite uma infinidade de retas paralelas.

(16)

Introduc¸ ˜ao

Geometrias n ˜ao Euclidianas

O quinto postulado

“Por um ponto exterior a uma reta dada, pode ser trac¸ada uma ´unica reta paralela...”

Durante s ´eculos se tentou deduzir este axioma, a partir dos outros axiomas.

Pergunta: pode-se construir uma geometria sem o quinto axioma?

V ´arias tentativas foram feitas, mas at ´e o meio do s ´eculo 19, o pensamento matem ´atico n ˜ao estava maduro o suficiente.

Diferentes geometrias (n ˜ao Euclideanas) foram criadas baseadas na negac¸ ˜ao do quinto axioma:

Por exemplo: A geometria Hiperb ´olica admite uma infinidade de retas paralelas.

(17)

Geometrias n ˜ao Euclidianas

O quinto postulado

“Por um ponto exterior a uma reta dada, pode ser trac¸ada uma ´unica reta paralela...”

Durante s ´eculos se tentou deduzir este axioma, a partir dos outros axiomas.

Pergunta: pode-se construir uma geometria sem o quinto axioma? V ´arias tentativas foram feitas, mas at ´e o meio do s ´eculo 19, o pensamento matem ´atico n ˜ao estava maduro o suficiente.

Diferentes geometrias (n ˜ao Euclideanas) foram criadas baseadas na negac¸ ˜ao do quinto axioma:

Por exemplo: A geometria Hiperb ´olica admite uma infinidade de retas paralelas.

(18)

Introduc¸ ˜ao

Geometrias n ˜ao Euclidianas

O quinto postulado

“Por um ponto exterior a uma reta dada, pode ser trac¸ada uma ´unica reta paralela...”

Durante s ´eculos se tentou deduzir este axioma, a partir dos outros axiomas.

Pergunta: pode-se construir uma geometria sem o quinto axioma? V ´arias tentativas foram feitas, mas at ´e o meio do s ´eculo 19, o pensamento matem ´atico n ˜ao estava maduro o suficiente.

Diferentes geometrias (n ˜ao Euclideanas) foram criadas baseadas na negac¸ ˜ao do quinto axioma:

Por exemplo: A geometria Hiperb ´olica admite uma infinidade de retas paralelas.

(19)

Geometrias n ˜ao Euclidianas

O quinto postulado

“Por um ponto exterior a uma reta dada, pode ser trac¸ada uma ´unica reta paralela...”

Durante s ´eculos se tentou deduzir este axioma, a partir dos outros axiomas.

Pergunta: pode-se construir uma geometria sem o quinto axioma? V ´arias tentativas foram feitas, mas at ´e o meio do s ´eculo 19, o pensamento matem ´atico n ˜ao estava maduro o suficiente.

Diferentes geometrias (n ˜ao Euclideanas) foram criadas baseadas na negac¸ ˜ao do quinto axioma:

Por exemplo: A geometria Hiperb ´olica admite uma infinidade de retas paralelas.

(20)

Introduc¸ ˜ao

Projec¸ ˜ao Perspectiva

Do latimperspicere, ou “ver atrav ´es”, ´e uma representac¸ ˜ao aproximada

de uma imagem, como percebida pelo olho, sobre uma superf´ıcie plana. Objetos s ˜ao desenhados menores a medida que a dist ˆancia aumenta. As dimens ˜oes de um objeto ao longo da linha de vis ˜ao s ˜ao relativamente menores que as dimens ˜oes perpendiculares `a linha de vis ˜ao.

(21)

Projec¸ ˜ao Perspectiva

Hist ´orico

Na idade M ´edia, arte era para ser lida como um grupo de s´ımbolos, ao inv ´es de ser vista como uma figura coerente.

O ´unico m ´etodo de retratar dist ˆancias era por sobreposic¸ ˜ao de personagens.

Sobreposic¸ ˜ao ´e um m ´etodo ruim para retratar arquitetura.

Pinturas medievais de cidades s ˜ao um amontoado de linhas em todas as direc¸ ˜oes.

(22)

Introduc¸ ˜ao

Exemplo

Aus ˆencia de perspectiva

Ilustrac¸ ˜ao de “A Batlha - Crusader Bible - 1240”

(23)

Projec¸ ˜ao Perspectiva

Hist ´orico

Em 1415,Filippo Brunelleschidemonstrou o m ´etodo geom ´etrico da

perspectiva, usado atualmente pelos artistas, pintando esboc¸os de v ´arios pr ´edios Florentinos sobre um espelho

Logo ap ´os, quase todo artista em Florenc¸a usava perspectiva geom ´etrica

nas suas pinturas, notadamenteDonatello, que comec¸ou a esculpir pisos

(24)

Introduc¸ ˜ao

Exemplo

Anunciac¸ ˜ao, de Botticelli (1489-1490)

(25)

Exemplo

(26)

Introduc¸ ˜ao

Exemplo

Perspectivas com 1, 2 e 3 pontos de fuga...

(27)

Moral da Hist ´oria...

Transformac¸ ˜oes Lineares preservam paralelismo.

Transformac¸ ˜ao perspectivaN ˜AO ´e linear

Vis ˜ao humana funciona com uma c ˆamera.

C ˆamera virtual precisa de um modelo de geometria distinto da Euclideana.

(28)

Introduc¸ ˜ao

Geometria Projetiva

O espac¸o projetivo real de dimens ˜ao n, RPn ´e o conjunto de todas as retas em

R

n+1que passam pela origem, excluindo a origem.

Um ponto projetivo p

RPn ´e uma classe de equival ˆencia.

p

= (λ

x1

, . . . , λ

xn

, λ

xn+1

), λ 6=

0

Ou Seja:

p

= (

x1

, . . . ,

xn

,

xn+1

) ≡ λ

p

(29)

Geometria Projetiva

Associa-se o espac¸o RPncom o espac¸o euclidiano

R

n+1

(30)

Introduc¸ ˜ao

Geometria Projetiva

O espac¸o projetivo pode ser decomposto em dois conjuntos: o hiperplano de

R

n+1onde xn+1

=

1 e o hiperplano em que xn+1

=

0. Em outras palavras:

RPn

= {(

x1

, . . . ,

xn

,

xn+1

),

xn+1

6=

0

} ∪ {(

x1

, . . . ,

xn

,

0

)}

(31)

Geometria Projetiva

Pontos Afins:

pa

= (

x1

, . . . ,

xn

,

1

),

xn+1

6=

0

, λ =

1

xn+1

(Coordenadas Homog ˆeneas) Pontos do Infinito , ou Pontos Ideais

pi

= (

x1

, . . . ,

xn

,

0

),

xn+1

=

0

, λ =

1

OBS: Uma reta no plano projetivo RP2 ´e o conjunto dos pontos

[

x

;

y

;

z

]

que

(32)

Introduc¸ ˜ao

Geometria Projetiva

Paralelismo no Espac¸o Projetivo

(33)

Transformac¸ ˜oes Projetivas em RP

3

Uma Transformac¸ ˜ao Projetiva em RP3 ´e uma Transformac¸ ˜ao Linear em

R

4

T

: R

4

:−→

T

: R

4

T pode ser representada por uma matriz M4×4e pode ser avaliada como

(34)

Introduc¸ ˜ao

Anatomia de uma Transformac¸ ˜ao Projetiva

Podemos dividir a Matriz M em quatro blocos distintos:

M

=



A T P S



A- Bloco Linear 3

×

3;

T - Bloco de Translac¸ ˜ao 3

×

1;

P- Bloco de Perspectiva 1

×

3;

S- Bloco de Escala 1

×

1;

(35)

Anatomia de uma Transformac¸ ˜ao Projetiva

Matriz de Translac¸ ˜ao

1 0 0

x 0 1 0

y 0 0 1

z 0 0 0 1

x y z 1

=

x

+ ∆

x y

+ ∆

y z

+ ∆

z 1

(36)

Introduc¸ ˜ao

Anatomia de uma Transformac¸ ˜ao Projetiva

Matriz de Transformac¸ ˜ao Linear

a b c 0 d e f 0 g h i 0 0 0 0 1

x y z 1

=

ax

+

by

+

cz dx

+

ey

+

fz gx

+

hy

+

iz 1

(37)

Anatomia de uma Transformac¸ ˜ao Projetiva

Matriz de Transformac¸ ˜ao Perspectiva

1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 p q r 1

x y z 1

=

x y z px

+

qy

+

rz

+

1

(38)

Introduc¸ ˜ao

Exemplo

Efeito da transformac¸ ˜ao perspectiva

(39)

Anatomia de uma Transformac¸ ˜ao Projetiva

Matriz de Escala

1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 s

x y z 1

=

x y z s

(40)

Introduc¸ ˜ao

Rotac¸ ˜oes em RP

3

Rotac¸ ˜ao em torno do eixo z

Rotac¸ ˜ao em torno do eixo y

Rotac¸ ˜ao em torno do eixo x

    x0 y0 z0 1     =     cos (θ) − sin (θ) 0 0 sin (θ) cos (θ) 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1         x y z 1         x0 y0 z0 1     =     cos (θ) 0 sin (θ) 0 0 1 0 0 − sin (θ) 0 cos (θ) 0 0 0 0 1         x y z 1         x0 y0 z0 1     =     1 0 0 0 0 cos (θ) − sin (θ) 0 0 sin (θ) cos (θ) 0 0 0 0 1         x y z 1    

(41)

Modelo de C ˆamera Virtual

Um ponto de fuga

C ˆamera Digital

(42)

Introduc¸ ˜ao

Modelo de C ˆamera Virtual

Dados:

Um centro ´otico O.

um plano de projec¸ ˜ao

π

a uma dist ˆancia f de O.

Um sistema de coordenadas cuja origem esteja em O e que tenha os

eixos perpendiculares a

π

.

Figura:Determinac¸ ˜ao da projec¸ ˜ao perspectiva

(43)

Modelo de C ˆamera Virtual

Neste sistema, se P

= (

X

,

Y

,

Z

)

:

A reta passando por P ´e

α(

X

,

Y

,

Z

)

.

O ponto que est ´a em

π

tem ´ultima coordenada f , logo: .

α =

Zf, x

=

fXZ, y

=

fYZ.

(44)

Introduc¸ ˜ao

Modelo de C ˆamera Virtual

Exemplo: retas paralelas ao eixo Z

−→ {(

X0

,

Y0

,

Z

)/

Z

∈ IR}

A projec¸ ˜ao de um ponto gen ´erico

(

X0

,

Y0

,

Z0

)

dessas retas ´e dado por

(

fX0

Z0

,

fY0

Z0

)

.

A projec¸ ˜ao para o ponto

(

X0

,

Y0

,

0

)

n ˜ao est ´a definida .

O conjunto de todos esses pontos formam uma reta que passa por

(

0

,

0

)

,

com esse ponto exclu´ıdo.

O ponto

(

0

,

0

,

0

)

pode ser visto como “ponto no infinito”.

(45)

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Sistemas de Coordenadas

1 Sistemas de Coordenadas do Mundo (SCM)

2 Sistemas de Coordenadas de C ˆamera (SCC)

3 Sistemas de Coordenadas de Imagem (SCI)

(46)

Introduc¸ ˜ao

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Sistemas de coordenadas

(47)

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Do SCM ao SCC, Mudanc¸a de referencial.

Dados

(

X

,

Y

,

Z

)

no SCM, devemos expressar essas coordenadas no SCC.

Seja T o vetor que fornece a origem O do mundo no SCC.

Seja R a matriz cujas colunas r1

,

r2e r3s ˜ao as coordenadas dos vetores i

,

j e

(48)

Introduc¸ ˜ao

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Do SCM ao SCC, Mudanc¸a de referencial.

( ˜

X

, ˜

Y

, ˜

Z

) =

T

+

Xr1

+

Yr2

+

Zr3; ou

˜

P

=

RP

+

T ;

Ou ainda em coordenadas homog ˆeneas:

e

X

e

Y

e

Z 1

=



R T 0 1



X Y Z 1

(49)

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Do SCM ao SCC, Mudanc¸a de referencial (forma de Rodriguez).

w

=

wx wy wz

representa a direc¸ ˜ao do eixo de rotac¸ ˜ao e o ˆangulo de em torno

deste eixo (atrav ´es de sua norma) matriz de rotac¸ ˜ao R associada a w ´e dada por: R

= cos (θ)

I

+

sen

(θ)

θ

[

w

]

x

+

(

1

− cos [θ])

θ

2 ww t (1) Onde

θ = k

w

k

e

[

w

]

x

=

0

wz wy wz 0

wx wy wx 0

.

(50)

Introduc¸ ˜ao

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Do SCM ao SCC, Mudanc¸a de referencial . Outras formas de se obter a matriz R:

1 Angulos de Euler: ou seja dos ˆangulos sucessivos de rotac¸ ˜ao em tornoˆ

dos eixos.

2 Quaternions: generalizac¸ ˜ao de n ´umeros complexos para

R

3

(51)

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Do SCC ao SCI, Projec¸ ˜ao Perspectiva.

x y 1

f 0 0 0 0 f 0 0 0 0 1 0

X Y Z 1

(52)

Introduc¸ ˜ao

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Do SCI ao SCP, Registro no Sensor.

u v 1

=

sx

τ

uc 0 sy vc 0 0 1

x y 1

sx e sy representam o n ´umero de pixels por unidade de comprimento, nas

direc¸ ˜oes horizontal;

uce vcfornecem a posic¸ ˜ao, em pixels, da projec¸ ˜ao ortogonal C da origem

sobre o plano de projec¸ ˜ao; na maior parte das c ˆameras, C est ´a no centro

da imagem e os valores de uc e vcs ˜ao idealmente iguais `a metade das

dimens ˜oes da imagem;

τ

´e a tangente do ˆangulo que as colunas de pixels formam com a

perpendicular `as linhas; (Idealmente 0)

(53)

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Compondo as Transformac¸ ˜oes.

[

p

] ≈

sx

τ

uc 0 sy vc 0 0 1

f 0 0 0 0 f 0 0 0 0 1 0



R T 0 1



[

P

]

; ou ainda

[

p

] ≈

fsx f

τ

uc 0 fsy vc 0 0 1



R T

 [

P

]

(54)

Introduc¸ ˜ao

Transformac¸ ˜oes de C ˆamera

Exerc´ıcios.

1 1) Continuar a implementac¸ ˜ao do programa de processamento de

imagens da aula anterior: implementar o filtro passa-alta e mais dois m ´etodos de detecc¸ ˜ao de bordas (voc ˆe pode escolher). Devem ser entregues em um arquivo PDF: o programa fonte e um exemplo de imagem processada (incluir imagem original e imagem resultante) para cada um dos tr ˆes m ´etodos implementados

2 Encontre as transformac¸ ˜oes de visualizac¸ ˜ao de um sistema cuja c ˆamera

est ´a posicionada na posic¸ ˜ao

(

3

,

3

,

3

)

, o plano de projec¸ ˜ao ´e definido pelo

ponto

(

1

,

1

,

1

)

e pelo vetor

(−

1

, −

1

, −

1

)

e o espac¸o de imagem ´e definido

por um quadrado de lado 20 centrado na origem do plano de projec¸ ˜ao.1

3 Considere este mesmo modelo de c ˆamera e ainda s

x

=

sy

=

1, uc

=

600

e vc

=

400 e encontre as coordenadas da projec¸ ˜ao do ponto

(

0

,

0

.

5

,

0

.

5

) ∈ R

3

4 Descreva como fica a transformac¸ ˜ao projetiva com mais de um ponto de

fuga.

1DICA: Use ˆangulos de Euler para determinar a matriz de rotac¸ ˜ao R.

(55)

Referências

Documentos relacionados

Evolução conceitual em atividade física, exercício e esporte. Meios e métodos de treino,

A alternativa encontrada para diminuir o período de conclusão do curso certamente não considerou o perfil dos estudantes do Curso de Pedagogia Noturno! Para Katiane, antes de

§ 1º Ao cursar a quarta e última disciplina de Estágio Curricular Supervisionado, será acrescido ao processo de avaliação a elaboração de trabalho final em forma

■ Visto que o volume total de água (190 l) é inferior ao volume máximo de água (200 l), o reservatório de expansão é suficiente para esta instalação.. Ajuste da pré-pressão

O ACSM 2008 aconselha um programa de treino composto por exercícios de flexibilidade, força e resistência aeróbia para indivíduos que apresentam esta patologia, uma vez que o exercício

Tabela 1: Composição química do húmus de minhoca utilizado como fonte de adubação no cultivo do tomateiro tipo cereja sob adubação orgânica e mineral irrigado

As CCBs sem garantia da instituição credora original da operação, serão marcadas a mercado com base no spread de risco de crédito do emissor na data da operação, podendo o spread

São por demais conhecidas as dificuldades de se incorporar a Amazônia à dinâmica de desenvolvimento nacional, ora por culpa do modelo estabelecido, ora pela falta de tecnologia ou