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POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

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Academic year: 2021

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(1)

P

REVICOKE

S

OCIEDADE DE

P

REVIDÊNCIA

P

RIVADA

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

2014

(2)

Í

NDICE

1.

I

NTRODUÇÃO

... 3

2.

O

BJETIVOS E

C

ARACTERÍSTICAS DO

PGA ... 3

2.1 Empresas Patrocinadoras ... 3

2.2 Tipo de Plano ... 3

3.

R

ESPONSABILIDADE DA

P

OLÍTICA DE

I

NVESTIMENTOS

... 3

4.

M

ODALIDADE DA

G

ESTÃO E

I

NSTITUIÇÕES

G

ESTORAS

... 4

5.

S

EGMENTOS

L

EGAIS DE

A

PLICAÇÃO

... 5

6.

P

REMISSAS DE

C

URTO E

L

ONGO

P

RAZOS

... 5

7.

D

IRETRIZES PARA

A

LOCAÇÃO DE

R

ECURSOS

... 6

7.1 Segmento de Renda Fixa ... 6

7.2 Operações com Derivativos ... 6

7.3 Vedações ... 6

8.

L

IMITES DE

A

LOCAÇÃO E

C

ONCENTRAÇÃO

... 7

9.

P

RECIFICAÇÃO DE

A

TIVOS

... 9

10.

C

ONTROLE DE

R

ISCOS

... 9

10.1 Relatório Mensal de Investimentos - PREVICOKE ... 9

10.2 Relatório de Investimentos - Consultoria ... 9

11.

T

ERMO DE

R

ESPONSABILIDADE

... 10

12.

V

IGÊNCIA

... 10

(3)

1. INTRODUÇÃO

Esta Política de Investimentos estabelece as diretrizes gerais e limites de aplicação e gestão dos ativos do Plano de Gestão Administrativa (PGA) da Previcoke - Sociedade de Previdência Privada, considerando seus objetivos e características, visando a manutenção do valor real de seu patrimônio.

2. OBJETIVOS E CARACTERÍSTICAS DO PGA

O PGA tem o objetivo de manter o valor real do saldo das Contribuições Administrativas recebidas pela Previcoke para sua gestão administrativa, e a geração de rentabilidade através de investimentos realizados, que deverão ter mínimo risco, buscando retorno próximo ao do Ativo Livre de Risco.

2.1 Empresas Patrocinadoras

 Recofarma Indústria do Amazonas

 Coca-Cola Indústrias Ltda.

 Previcoke Sociedade de Previdência Privada

 Itacan Refrigerantes Ltda.

2.2 Tipo de Plano

 Plano de Gestão Administrativa.

3. RESPONSABILIDADE DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

O Diretor-Superintendente da Previcoke - Sociedade de Previdência Privada, Sr. Marcus Rubim de Moura, certificado pelo Instituto de Certificação da Seguridade Social (ICSS), está designado como Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ).

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4. MODALIDADE DA GESTÃO E INSTITUIÇÕES GESTORAS

A gestão dos recursos é terceirizada, pois o objetivo atual da gestão dos investimentos do PGA é render o CDI, mantendo o valor real de seus ativos mais um ganho real de baixa volatilidade.

A escolha dos veículos de investimento e gestores é feita com base em parâmetros quantitativos e qualitativos, assim como a relação entre os ativos, mantendo o foco na Carteira Global do Plano, assim como em suas Sub-Carteiras. Alguns dos critérios avaliados são:

 Experiência em administração de recursos no Brasil;

 Qualificação e experiência dos profissionais responsáveis pelos serviços;

 Estrutura organizacional e processos de gestão;

 Sistemas operacionais e Recursos de pesquisa;

 Regras estabelecidas e seguidas pelo gestor, no sentido de que a legislação, os contratos, e as normas e procedimentos definidos pelas autoridades (e.g., Banco Central e CVM) e por outros participantes (e.g., bolsas e centrais de liquidação) sejam cumpridas;

 Resultados históricos, em termos de Retornos/Riscos, em diferentes janelas temporais;

 Correlação com outros investimentos da Sub-Carteira em de que fará parte;

 Qualidade dos serviços de relatórios ao cliente, incluindo a presteza no envio de informações;

 Qualidade dos serviços de custódia de títulos e valores mobiliários;

 Credenciamento, perante a Comissão de Valores Mobiliários e o Banco Central do Brasil, como administrador de recursos de investidores institucionais

(5)

5. SEGMENTOS LEGAIS DE APLICAÇÃO

A Entidade está predisposta a realizar investimentos em empresas com alto grau de governança corporativa e sustentabilidade, respeitando os princípios de diversificação e liquidez e os limites da legislação vigente. Assim, esse pode ser mais um critério na avaliação de ativos.

Conforme a legislação vigente, os recursos do Plano se dividem entre os seguintes segmentos:

 Segmento de Renda Fixa

 Segmento de Renda Variável

 Segmento de Investimentos Estruturados

 Segmento de Investimentos no Exterior

 Segmento de Imóveis

6. PREMISSAS DE CURTO E LONGO PRAZOS

O RAI/006/2013 estabeleceu premissas de longo prazo para os investimentos do Plano BD; que também serão utilizadas por esta Política de Investimentos. As premissas para o longo prazo são:

PIB: O pleno emprego do Brasil tem colaborado, em contrapartida a certas políticas do governo federal, que têm impactado negativamente. Assim, estima-se um retorno de curto prazo pouco abaixo da média histórica, e um de longo em linha, respectivamente, 2,0% a.a. e 3,0% a.a.

Inflação: Apesar de criticas que se possam fazer, como interferência política ao BACEN, o governo tem permitido a contenção da inflação em patamares inferiores à banda superior da meta. É provável que essa postura continue, com alguma melhora no longo prazo. Assim, projetam-se 6,0% para o IPCA/INPC de curto prazo, e 5,0% para o longo prazo.

SELIC/CDI: Apesar da tentativa recente de baixar a SELIC e, consequentemente, o CDI, para patamares de um dígito, a resposta da economia mostrou ser pouco provável a manutenção dessas taxas; salvo após mudanças mais estruturais no país. Assim, serão utilizados 10,5% e

(6)

Síntese das Projeções de Curto e Longo Prazos:

Índice Curto Prazo Longo Prazo

PIB 2,0% 3,0%

INPC/IPCA 6,0% 5,0%

SELIC/CDI 10,5% 10,0%

7. DIRETRIZES PARA ALOCAÇÃO DE RECURSOS

Os Recursos do Plano poderão ser alocados no Segmento de Renda Fixa, exclusivamente, conforme limites estabelecidos por esta Política, em seu Capítulo 8. São apresentados a seguir o índices de referência (benchmark), meta de rentabilidade e limite de risco.

7.1 Segmento de Renda Fixa

A Renda Fixa do Plano consite em investimentos que rendam próximo ao CDI.

Benchmark Meta de Rentabilidade Limite de Risco

CDI 100% do CDI 1,0% de VaR*

*(21 dias / paramétrico / 95% de confiança)

7.2 Operações com Derivativos

Não haverá operações em derivativos em Carteira Própria.

7.3 Vedações

Estão vedadas aplicações nos seguintes ativos:

 Títulos de instituições financeiras e de empresas não financeiras com classificação de risco de Crédito inferior a “Baixo”, conforme definição do Anexo A;

 Cotas subordinadas de fundos de investimento em direitos creditórios e de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios.

(7)

8. LIMITES DE ALOCAÇÃO E CONCENTRAÇÃO

Plano Limites

1. Renda Fixa 100%

Títulos do Tesouro Nacional (TTN) 100% 100% 100%

Outros de Ativos Renda Fixa (excluindo títulos públicos) 80% 80%

CCB, CCCB e Notas Promissórias 20% 10%

NCE e CCE 20% 0%

FIDC e FICFIDC 20%

CRI 20%

CCI 20%

CPR, CDCA, CRA e Warrant Agropecuário (WA) 20% 0%

Demais títulos e valores mob.s de emissão de cia. aberta 20% 0%

2. Renda Variável 0%

Novo Mercado 70%

Nível 2 60%

Bovespa Mais 50%

Nível 1 45%

Demais companhias de capital aberto 35%

FI de Índice Ref. em Ações admitidas à negociação em bolsa 35%

Títulos de emissão de SPE 20%

Demais investimentos de renda variável 3%

3. Investimentos Estruturados 0%

Fundos de Participações 20%

Fundos de Empresas Emergentes 20%

Fundos de Investimento Imobiliário 10%

FI ou FIC multimercado 10%

4. Investimentos no Exterior 0%

Ativos emitidos no exterior via FI constituídos no Brasil 10%

FI e FIC Dívida Externa 10%

FI de índice estrangeiros negociados em bolsa no Brasil 10%

Brazilian Depositary Receipts (BDR) 10%

Ações de Cias sediadas no Mercosul 10%

5. Imóveis 0%

Empreendimentos imobiliários 8%

Imóveis para aluguel e renda 8%

Outros imóveis 8%

6. Operações com Participantes 0%

Empréstimos 15%

Financiamentos Imobiliários 15%

Alocação dos Recursos de Cada Plano Res. CMN 3792

Sublimites 100% 80% 15% 70% 70% 20% 20% 10% 0% 0% 0% 0% 0% 10% 8% 8% 15% 15%

(8)

Res. 3792 Plano

Alocação por Emissor

Tesouro Nacional 100% 100%

Instituição Financeira autorizada pelo BC 20% 20%

Tesouro Estadual ou Municipal 10% 0%

Companhia aberta com registro na CVM 10% 10%

Organismo Multilateral 10% 0%

Companhia Securitizadora 10% 5%

Patrocinador do Plano de Benefícios 10% 5%

FIDC e FICFIDC 10% 10%

Fundo de Índice Referenciado em Cesta de Ações de companhias abertas 10% 10%

SPE 10% 5%

FI ou FIC do Segmento de Investimentos Estruturados 10% 5%

Demais emissores 5% 3%

Concentração por Emissor

Capital total de uma mesma companhia aberta ou SPE 25% 25%

Capital votante de uma mesma companhia aberta 25% 25%

Patrimônio líquido de uma mesma Instituição Financeira 25% 25%

Patrimônio líquido de um mesmo: -

Fundo de Índice Referenciado em Cesta de Ações de Cia Abertas 25% 25%

FI do Segmento de Investimentos Estruturados 25% 25%

FI do Segmento de Investimentos no Exterior 25% 25%

FI de Índice do Exterior admitido à negociação em bolsa do Brasil 25% 25%

Patrimônio separado constituído nas emissões de certificado de recebíveis

com a adoção de regime fiduciário 25% 25%

Concentração por Investimento

Mesma série de títulos ou valores mobiliários 25% 10%

Mesma classe ou série de cotas de FIDC 25% 10%

Mesmo empreendimento imobiliário 25% 10%

Derivativos - depósito de margem Derivativos - valor total dos prêmios

Obs 1. 15% da posição em TTN, Tít. De IF ou ações do Ibovespa Obs 2. 5% da posição em TTN, Tít. De IF ou ações do Ibovespa

Limites de Diversificação de Risco

Limites

Obs 1 Obs 2

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9. PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS

Todos os títulos de Renda Fixa do PGA da Previcoke são classificados como títulos para negociação e serão marcados a mercado.

De acordo com o Art. 4º da resolução CGPC nº 21 de 25/09/2006 para a EFPC, “sempre que o preço efetivamente negociado, em operações de compra, for superior, ou em operações de venda, for inferior ao valor de mercado ou intervalo referencial de preços de que trata o Art. 2º, a EFPC deverá elaborar, no prazo máximo de 10 (dez) dias após a negociação do referido título ou valor mobiliário, relatório circunstanciado(...)”. Sendo a gestão terceirizada, fica a cargo do gestor notificar previamente e disponibilizar o relatório circunstanciado contendo as informações referidas no Art. 4º, dentro do prazo estipulado, para que esta possa enviá-lo ao Conselho Fiscal.

10. CONTROLE DE RISCOS

Os ativos selecionados para integrarem a carteira de investimentos estão sujeitos aos riscos inerentes aos mercados e a exposição a estes riscos deve ser observada em sua precificação. Dentre outros, na seleção de ativos, o gestor deve observar os riscos de mercado, crédito, liquidez, operacional, legal e sistêmico. O controle dos riscos citados é feito por departamentos específicos dos gestores, cabendo a eles zelar pela adequada gestão dos riscos dos investimentos da Entidade.

10.1 Relatório Mensal de Investimentos - PREVICOKE

Do ponto de vista da Carteira Global do Plano, e das Classes de Ativos, os Fundos de Investimento são tidos como ativos finais, apenas para efeito de avaliação de risco, não de enquadramento legal. Assim, são produzidos pela própria Entidade relatórios periódicos de Risco e Performance dos investimentos do Plano, que acompanham o desempenho de fundos e grupos de fundos no tempo, ponderando, inclusive, risco de mercado em termos absolutos e relativos, assim como a evolução da correlação entre os diversos ativos, fator determinante para a mitigação de risco.

10.2 Relatório de Investimentos - Consultoria

Adicionamente ao Relatório de Investimentos da Previcoke, é produzido outro material, por Consultoria especializada, que apresenta outros tipos de consolidação de Carteira, avaliação de risco e performance, além de enquadramento legal.

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11. TERMO DE RESPONSABILIDADE

Considerando que a contratação dos gestores está fundamentada em sua expertise em estabelecer estratégias de investimentos através de uma criteriosa análise e seleção de ativos de renda fixa e variável, objetivando maximizar o retorno dos investimentos e propiciar o crescimento patrimonial, cumprindo fielmente o propósito para o qual foi contratado, no caso de prejuízo decorrente de descumprimento das regras apresentadas nesta Política, incluindo penalidades relacionadas ao não cumprimento das normas legais, ocorrências decorrentes de falhas na gestão, imperícia comprovada, operações fora dos padrões éticos aceitáveis ou má fé, o gestor se responsabilizará por todos os danos causados, inclusive pelo ressarcimento financeiro de eventual prejuízo causado à Previcoke. Vale ressaltar que o gestor deve obedecer aos limites e restrições válidos para o patrimônio de cada modalidade de gestão, sendo responsável apenas pelo percentual por ele administrado.

12. VIGÊNCIA

Esta política entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2014, podendo ser revista a qualquer momento pela Previcoke, dentro das regras estabelecidas pela legislação, e comunicada por escrito às instituições administradoras dos recursos da Entidade.

Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2013.

P

REVICOKE

-

S

OCIEDADE DE

P

REVIDÊNCIA

P

RIVADA

__________________________________ ___________________________________ Marcus Rubim de Moura, ICSS Guilherme de Sequeira Toledo

Diretor Superintendente / AETQ Diretor Financeiro

__________________________________ ___________________________________ Juan Carlos Vilarnovo Gesto Rodrigo Carvalho de Oliveira, CNPI-P/ICSS

(11)

ANEXO A: TABELA DE RATINGS DE CRÉDITO

CP LP CP LP CP LP

br AAA Aaa br AAA (bra) Quase Nulo

A+1 br AA+ P1 Aa1 br F1+ AA+ (bra)

br AA Aa2 br AA (bra)

br AA- Aa3 br AA- (bra)

A1 br A+ A1 br F1 A+ (bra) br A P2 A2 br A (bra) A2 br A- A3 br F2 A- (bra) br BBB+ Baa1 br BBB+ (bra) A3 br BBB P3 Baa2 br F3 BBB (bra) br BBB- Baa3 br BBB- (bra) br BB+ Ba1 BB+(bra) br BB Ba2 B BB(bra) B br BB- Ba3 BB-(bra) br B+ B1 B+(bra) br B B2 B(bra) br B- B3 B-(bra)

C br CCC Caa C CCC (bra) Muito Alto

br CC Ca CC (bra) Extremo br C C C (bra) Máximo D br D D D (bra) Perda LP = Longo Prazo CP = Curto Prazo Módico Mediano Alto Risco

Standard & Poors Moody´s Fitch Atlantic

Muito Baixo

Referências

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