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83 EFEITOS DA MUSICOTERAPIA SOBRE A ANSIEDADE EM PARTURIENTES

Andreliza Aparecida de Lima Pâmela Stefânia Paiva Krey Graduandas de Enfermagem das Faculdades Integradas Teresa D’ávila. Mara Falavigna Fachini Enfermeira, Me, Professora Titular das Faculdades Integradas Teresa Dávila Catarina Rodrigues da Silva Enfermeira, Obstetra, Me em Enfermagem pela Universidade de Guarulhos (UNG)

RESUMO:

Sabemos que a gestação interfere diretamente psico e fisiologicamente na mulher, podendo acarretar diversas modificações; algumas destas podem prejudicar a gestantes e até mesmo o feto. Dentre essas modificações, podemos citar os transtornos emocionais, como depressão, psicose puerperal, mudança de humor e principalmente a ansiedade. Diante disso destacamos a importância de um estudo sobre a ansiedade. Várias são as técnicas utilizadas na tentativa de avaliar e controlar os fatores estressantes da vida moderna, sendo elas: aromaterapia, massagem, banho terapêutico e musicoterapia. Sabemos que a primeira compreensão do mundo a nossa volta é determinada pelos sons, assim destacamos a música, como a principal forma de prevenção para o controle da ansiedade, com o objetivo de avaliar a efetividade da musicoterapia na redução da ansiedade, durante o primeiro período clínico do parto, utilizando a metodologia do ensino clínico, controlado e randomizado.

PALAVRAS-CHAVE:

Ansiedade, Musicoterapia, Gestação e Parto

ABSTRACT

We know that pregnancy interferes directly in physiologically and psycho woman, which can cause several changes, some of these can harm pregnant women and even the fetus. Among these modifications can cite emotional disorders such as depression, psychosis puerperal, mood swings and anxiety mainly. Given this highlight the importance of a study on anxiety.

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84 Several techniques are used in an attempt to assess and control the stressors of modern life which are: aromatherapy, massage, music therapy and therapeutic bath. We know that the first understanding of the world around us is determined by the sounds, just highlight the music as the main form of prevention for anxiety control, in order to evaluate the effectiveness of music therapy in reducing anxiety during the first stage of delivery using the methodology of teaching clinical, controlled and randomized.

KEYWORD:

Anxiety, Music Therapy, Pregnancy and Childbirth

INTRODUÇÃO

A maternidade é um importante evento na vida da mulher, para a qual seu corpo está fisiologicamente preparado. Contudo, esse evento parece predispor ao aparecimento de transtornos emocionais, podendo ser, por exemplo: depressão, psicose puerperal, mudanças de humor e principalmente ansiedade (1).

Poucos são os estudos que descrevem os efeitos da ansiedade, sendo esta um estado emocional com componentes psicológicos e fisiológicos, que fazem parte das experiências humanas e é responsável pela adaptação do organismo às situações de perigo, podendo acometer qualquer ser humano (2).

O útero, por ser um órgão único e central, e constituído quase exclusivamente de fibras musculares, tem como principal função gerar contrações. Para cumprir sua missão, esse órgão se contrai de forma específica para cada ocasião, geralmente contrações do tipo peristáltico. Durante o período gestacional, o útero apresenta padrão contrátil diverso, considerando a quantidade e a qualidade das contrações. Com a evolução da gestação e devido às influências hormonais, ocorre um importante processo de transformação uterina (aumento rápido de seu tamanho) para permitir o desenvolvimento de seu conteúdo, o crescimento do feto, placenta, anexos ovulares e liquido amniótico (3).

Diante das evidências da literatura e do contexto sociocultural de que a parturição seja uma situação crítica, implicando naturalmente maior vulnerabilidade e desorganização de padrões anteriores, em inúmeras modificações fisiológicas e em estado emocionais peculiares, justifica a presença normal de um certo grau de ansiedade. No entanto, quando a maternidade acarreta um grau intenso de ansiedade, há maior probabilidade de se observarem complicações obstétricas na gravidez. Com isso novos estudos devem ser implementados,

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85 buscando compreender os fatores que interferem nesses fenômenos, para que o enfermeiro e outros profissionais de saúde, envolvidos na assistência à parturiente, possam intervir sobre eles (4).

O estresse denota o estado gerado pela percepção de estímulos que provocam excitação emocional e, ao perturbarem a homeostasia, disparam um processo de adaptação, caracterizado entre outras alterações, pelo aumento de secreção de adrenalina, produzindo diversas manifestações sistêmicas, com distúrbios fisiológicos e psicológicos. O termo estressor, por sua vez, define o evento ou estímulo que provoca ou conduz ao estresse (9).

Como o processo fisiológico da parturição tem características bem específicas, faz-se necessário estabelecer uma forma viável e prática de avaliar a ansiedade na parturiente, com a finalidade de contribuir para uma assistência direcionada a esses aspectos. Torna-se então, cada vez mais comum o uso de técnicas, que incluem o relaxamento, na tentativa de avaliar os fatores estressantes da vida moderna; alguns exemplos que têm sido utilizados especificamente no trabalho de parto é o banho terapêutico, massagens, técnica de respiração e relaxamento, aromaterapia, mudança de posição e musicoterapia. Sabe-se que a primeira compreensão do mundo à nossa volta é determinada pelos sons, sejam eles ruídos, músicas, vozes ou simplesmente sons indecifráveis (5).

Diante disso, destaca-se a musicoterapia, a qual pode reconstruir identidades, integrar pessoas, reduzir a ansiedade e proporcionar a construção de auto-estima. Tendo um poder ilimitado frente aos seres vivos, causando-lhes diversos sentimentos, como rir, chorar, aprender, sonhar. “Conforme Gohn, a música tem poderes para acalmar ou exaltar, alegrar ou entristecer, diminuir a dor ou trazê-la de volta, fazer lembrar ou fazer esquecer” (6).

A estimulação pré-natal auditiva consegue um maior relaxamento da mulher, durante o trabalho de parto, reduzindo seu nível de ansiedade, dando-lhe maior autocontrole sobre a dor e consciência sobre as sensações físicas (7).

Ao discutir sobre atuação do enfermeiro ao parto humanizado, optou-se por abordar a influência da musicoterapia no controle de sintomas, como ansiedade da mulher em trabalho de parto. Esse método não necessita de equipamentos sofisticados para sua utilização, podendo ser aplicado, até mesmo pelo acompanhante de escolha da parturiente.

OBJETIVO

O objetivo desta pesquisa foi avaliar a efetividade da musicoterapia na redução da ansiedade, durante o primeiro período clínico do parto. Os objetivos específicos foram:

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86 identificar o perfil sóciodemográfico das parturientes e analisar a influência da musicoterapia, na redução da ansiedade no primeiro período clínico do trabalho de parto.

METODOLOGIA

Trata-se de um ensaio clinico, controlado e randomizado, sobre a efetividade da musicoterapia durante a assistência à mulher em trabalho de parto.

No estudo serão incluídas as parturientes consideradas de baixo risco que atenderem aos critérios de inclusão.

- Não ser multípara, ou seja, ter até 2 partos anteriores (independente se normal ou cesárea anterior);

- Estar com gestação a termo e feto sem qualquer má-formação; - Ter apresentação fetal cefálica;

- Se menor de idade e aceitar participar; que o responsável autorize assinando o TCLE.

ANÁLISE DOS RESULTADOS

Os dados foram armazenados, e analisados utilizando o programa SPSS versão 13.0. Serão realizadas análises descritivas para avaliação das medidas de tendência central (media e mediana) e as de dispersão (desvio-padrão, etc.), e serão representadas em forma de gráficos ou tabelas.

As variáveis categóricas serão comparadas entre os grupos com o teste de qui-quadrado. As diferenças serão consideradas estatisticamente significantes se p-valor for menor que 0,05.

RESULTADOS

Foram distribuídos aleatoriamente, sendo 14 gestantes no grupo controle (GC) e 15 gestantes no grupo experimental (GE).

Perfil das gestantes

Na tabela 1, foram constatados que 40% das gestantes do grupo experimental possuíam até o 1º grau, 27% até o 2º grau e 33% até o 3º grau de escolaridade. Já no grupo

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87 controle, 36% possuíam até o 1º grau, 43% até o 2º grau e 21% até o 3º grau de escolaridade. Sendo que 60% no grupo experimental possuíam companheiro e 40% não, e em média a faixa etária era de 23 anos. Já no grupo controle 64% possuíam companheiro e 36% não, e em média a faixa etária era de 24 anos.

Tabela 1. Distribuição das gestantes, segundo o nível de escolaridade, idade e possuir companheiro. Lorena, 2012. Características Grupo Experimental Grupo Controle n % n % Escolaridade Até o 1º grau 6 40 5 36 Até o 2º grau 4 27 6 43 Até o 3º grau 5 33 3 21 Possui companheiro Sim 9 60 9 64 Não 6 40 5 36 Total 15 100 14 100

Característica Média (em anos)

Idade 23 24

Na tabela 2, temos que 33% do grupo experimental tiveram gravidez planejada e 67% não. Já no grupo controle 50% tiveram gravidez planejada e 50% não. No grupo experimental 73% fizeram uso de medicações e 27% não fizeram. Já no grupo controle, 86% fizeram uso de medicações e 14% não. Ocorreram intercorrências na gestação do grupo experimental em 60% das gestantes e em 40% não, e no grupo controle, 43% tiveram intercorrências e 57% não.

Tabela 2. Distribuição das gestantes segundo o planejamento da gravidez, uso de medicação e intercorrências na gravidez. Lorena, 2012.

Características Grupo Experimental Grupo Controle N % n % Gravidez Planejada Sim 5 33 7 50

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Não 10 67 7 50

Uso de medicação na gestação

Sim 11 73 12 86 Não 4 27 2 14 Intercorrências na gestação Sim 9 60 6 43 Não 6 40 8 57 Total 15 100 14 100

Tanto no grupo experimental, quanto no grupo controle: todas realizaram pré-natal, todas eram gestação a termo, todas estavam na fase ativa do trabalho de parto quando internaram e nenhuma referiu ter participado de grupos de orientação, durante o pré-natal (dados não apresentados em Tabela).

Todas as gestantes do grupo controle que referiram intercorrências durante a gestação (43%) referiram infecção urinária e uma gestante referiu além da infecção, anemia e gripe.

No grupo experimental, dentre as 9 (60%) que mencionaram intercorrências na gestação, foram citados: sangramento vaginal (55%), infecção urinária (55%), hipertensão gestacional (33%), prurido (11%) e infecção intestinal (11%).

Entrevista após o parto

Quanto ao desfecho, a via de parto no grupo experimental foi de 94% via vaginal e 6% parto cesárea. Já no grupo controle, 57% via vaginal e 43% parto cesárea. Quanto ao uso de analgesia no grupo experimental, 86% a utilizaram e 14% não. Já no grupo controle, 36% utilizaram e 64% não.

Tabela 3. Distribuição das gestantes segundo a vida de parto e uso de analgesia. Lorena, 2012. Características Grupo Experimental Grupo Controle n % n % Via de parto Vaginal 14 94 8 57 Cesárea 1 06 6 43 Uso de analgesia Sim 13 86 5 36 Não 2 14 9 64

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Total 15 100 14 100

Todas as gestantes do grupo experimental referiram ter executado a técnica de musicoterapia com facilidade e todas referiram que utilizariam musicoterapia, num próximo trabalho de parto.

Quanto às manifestações de alterações fisiológicas durante o trabalho de parto, as mais citadas seguem distribuídas no quadro abaixo:

Quadro 1. Distribuição das gestantes, segundo manifestações de alterações fisiológicas, durante o trabalho de parto. Lorena, 2012.

Manifestações de alterações fisiológicas durante o trabalho de parto*

Grupo Experimental Grupo Controle n n Desconforto abdominal 10 8 Desconforto generalizado 6 4 Dor lombar 12 10

Dor intensa na região sacral 5 2

Sensação de estiramento da pélvis 6 5

Amnésia entre as contrações 1 0

Cãibras nas pernas 8 4

Soluços e, às vezes, eructação 1 2

Náuseas 5 6

Vômitos 0 3

Suor no lábio superior e na testa 8 3

Tremor nas pernas 6 6

Começo de urgência de fazer força (puxos) 7 6 *A puerpera poderia citar mais de uma manifestação.

Mensuração da Ansiedade através do IDATE

Na tabela 4, 0% das gestantes no grupo experimental Traço possuía baixo grau de ansiedade e no Estado 7%. Para médio grau de ansiedade no Traço, foram 73% e no Estado 86%. Já para alto grau de ansiedade no Traço, 27% das gestantes e no Estado 7%.

Tabela 4. Distribuição das gestantes do grupo experimental, segundo a avaliação da ansiedade pelo IDATE, traço e estado. Lorena, 2012.

Características Grupo Experimental

Traço Estado

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90

Baixo grau de ansiedade (20 a 40 pontos) 0 0 1 7

Médio grau de ansiedade (de >40 a 60 pontos)

11 73 13 86

Alto grau de ansiedade (>60 a 80 pontos) 4 27 1 7

Total 15 100 15 100

Percebeu-se que 03 pacientes, após a intervenção, diminuíram sua ansiedade de alto grau para médio (n=2) e baixo grau de ansiedade (n=1).

Na tabela 5, 0% das gestantes no grupo experimental Traço possuía baixo grau de ansiedade e no Estado 0% também. Para médio grau de ansiedade no Traço, foram 93% e no Estado também. Já para alto grau de ansiedade no Traço, 7% das gestantes e no Estado 7%.

Tabela 5. Distribuição das gestantes do grupo controle, segundo a avaliação da ansiedade pelo IDATE, traço e estado. Lorena, 2012.

Características Grupo Controle

Traço Estado

n % n %

Baixo grau de ansiedade (20 a 40 pontos) 0 0 0 0

Médio grau de ansiedade (de >40 a 60 pontos)

13 93 13 93

Alto grau de ansiedade (>60 a 80 pontos) 1 7 1 7

Total 14 100 14 100

DISCUSSÃO

O parto é um importante momento na vida da mulher em que várias modificações acontecem, tanto fisio quanto psicologicamente, podendo acarretarem em intercorrências na gestação. Dentre as principais modificações, discutimos a ansiedade, a qual interfere diretamente no emocional da gestante. Segundo Laura Helena S. G. Andrade e Clarice Gorenstein, a ansiedade gera uma série de sensações involuntárias como: medo, arrepios, tremores, vômitos, palpitações, náuseas, dores abdominais, taquicardia, aumento da frequência urinária, podendo afetar ou não a percepção e a memória (8).

Neste estudo, comparou-se que os sinais e sintomas clássicos manifestados pela ansiedade foram encontrados como: dor lombar e desconforto abdominal em 40% a 50% das entrevistadas e desconforto generalizado, câimbras nas pernas, suor no lábio superior e na testa e tremores nas pernas em 25% a 30%.

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91 Constatou-se então, que o quadro de ansiedade é notável no período do pré-parto.

Conforme Gohn, a música tem poderes para acalmar nos momentos de ansiedade, melhora a auto estima causando sentimentos como rir, chorar, apreender e sonhar. Diante disso as participantes relatam que a música trouxe como benefício o relaxamento, a diminuição das dores, e principalmente a diminuição do quadro de ansiedade, gerado por este período tão especial na vida de uma mulher. Observamos positivamente a aceitação deste trabalho para constatar a efetividade da musicoterapia em trabalho de parto, relatando que gostaram de participar e que usarão a música como forma de relaxamento em outros partos. Faz-se necessário portanto novo estudo sobre o tema para que com isso novas gestantes possam utilizar desta técnica de relaxamento em seu trabalho de parto.

CONCLUSÃO

O perfil dessa pesquisa foi avaliar a efetividade da musicoterapia na redução da ansiedade em parturientes, havendo uma diferença significante estatisticamente nos grupos.

Ambos eram compostos por perfil semelhante: média de idade em idade reprodutiva, maioria com companheiro e com nível de escolaridade entre primeiro e segundo grau. Todas estavam com gestação a termo, não participaram de grupos de orientação no pré-natal e todas realizaram as consultas de pré-natal.

Ao serem submetidas à intervenção com musicoterapia, houve redução de ansiedade no grupo experimental, para 3 pacientes . As parturientes do grupo controle mantiveram o grau de ansiedade durante todo o processo do parto.

REFERÊNCIAS

1- Efeitos no relaxamento na ansiedade e nos níveis de IgA salivar de puérperas. Revista Latino-Americana de Enfermagem vol.16 no.1 Ribeirão Preto Jan./Feb. 2008.

2- Brasil,2001. Ministério da Saúde. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada a mulher. Secretaria de Políticas de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher.Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 199p.

3- Neme B. Obstetrícia Básica. 2 ed. São Paulo; 2000.

4- Maldonado, MTP. Psicologia da gravidez: parto e puerpério. Petrópolis, Vozes, 1985. 164p.

5- Michele EG, Odaléa MB. Métodos não Farmacológicos para alívio da dor no Trabalho de Parto. Texto Contexto Enfermagem, Florianópolis, 2010 Out-Dez; 19(4): 774-82).

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92 6- Algumas considerações sobre a utilização de modalidades terapêuticas não tradicionais pelo enfermeiro na assistência de enfermagem psiquiátrica – Revista Latino-Americana de Enfermagem vol.13 no.5 Ribeirão Preto Sep./Oct. 2005.

7- Almeida, NAM, Souza, JT de, Bachion, MM, Ailveira, NA. Utilização de técnicas de respiração e relaxamento para alívio de dor e ansiedade no processo de parturição. Rev. Latino-Am. Enfermagem vol13 no.1 Ribeirão Preto Jan./FEB.2005.

8- L. Andrade, C. Gorenstein – Revista de Psiquiatria Clinica, 1998 – hcnet.usp.br

9- R. Margis.P Picon, Af Cosner... – Revista Psiquiatrica do Ambulatório de Transtornos de Ansiedade dos Hospital São Lucas.

10- Federação Mundial de Musicoterapia, 1996, apud Baranow, 1999, p. 5. 11- Ruud,1990, apud Baranow, 1999, p. 7.

12- Delabary, Ana Maria Loureiro de Souza. "Musicoterapia com Gestantes: Espaço para Construção e Ampliação do Ser". Revista de Musicoterapia. Ano V - número 6, 2002.

13- Maternidade em Idade Avançada: Aspectos Teóricos e Impíricos – Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Aline Grill Gomes; Tagma Marina Schneider Donelli; César Augusto Piccinini; Rita de Cássia Sobreira Lopes – Interação em Psicologia 2008.

14- Gupta N, Leite I. da C. Tendências e determinantes da fecundidade entre adolescentes no Nordeste do Brasil. Perspectivas Internacionais de Planejamento Familiar, volume especial, p. 24- 29, 2001.

15- Almeida MCC, Aquino EML, Barros AP. School trajectory and teenage pregnancy in there Brazilian state capitals. Caderno de Saúde Pública. V.22, n.7, p. 1397- 1409, 2006. 16- Puentes-Markides C 1996. Women & health policies in developing countries. Social

Science and Medicine 42(10):1345-1349.

17- Skolbekken J-A 1995. The risk epidemic in medical journals. Social Science and

Medicine 40(3):291-305.

18- CGDUP (Collaborative Group on Drug Use in Pregnancy) 1992. Medication during pregnancy: an intercontinental cooperative study. International Journal of Gynecology and

Obstetrics 39:185-196.

19- Paumgartten FJR 1993. Risk assessment for chemical substances: the link between toxicology and public health. Cadernos de Saúde Pública 9(4):439-447.

20- Morgan GE, Mikhail MS, Murray MJ. Maternal, fetal physiology and anesthesia; and obstetric anesthesia. In: Clinical anesthesiology. 3rd ed. Philadelphia: McGraw-Hill; 2002. p. 804-48.

21- Abrão, Ana Cristina Freitas de Vilhena. Enfermagem Obstétrica e Ginecológica: Guia para a prática assistencial. 1ªEd. São Paulo: Roca, 2002. 511p.

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93 Responsável pela submissão:

Mara Filomena Falavigna Fachini Email: marafachini@yahoo.com.br

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Referências