Joana T. Silva (Lisboa, 1987) Formação
2012 – 2014 Frequenta o Mestrado em Ensino das Artes Visuais do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa em parceria com a Faculdade de Belas-Artes.
2010 – 2012 Mestrado de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob a orientação do professor Manuel Botelho.
2010 – 2006 Licenciatura em Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Exposições Colectivas
2011 – Nada Em Comun com curadoria de Tiago Baptista e organizada pela Associação Célula e Membrana, no Banco de Portugal em Leiria.
2011 – Finalistas de Pintura da Fbaul 09’10, no Palácio Galveias em Lisboa.
2010 – Maratona de Pintura da Associação Célula e Membrana, na Sede do A9 )))) em Leiria. A fotografia é como um fio que conduz o passado a momentos do presente.
O meu trabalho centra-se no diálogo entre a fotografia e a pintura. Os discursos pressentidos nas imagens fotográficas intensificam-se quando estas são transportadas para a pintura. Os personagens e os locais perdem a sua identidade, podendo a partir de agora ser qualquer pessoa em qualquer lugar. As imagens ganham então uma leitura mais abrangente, convidando à viagem pela memória individual e colectiva.
Nas pinturas, apenas conseguimos ver imagens sintetizadas, imagens tocadas pelo real mas que estão longe de o representar na íntegra, como se se tratassem de sombras, sombras de
memórias pintadas sobre o papel.
Sem título,
Amália Cardoso Lisboa, 1973
Vive e trabalha em Lisboa e Castelo Branco
Mestrado (2012) e Licenciatura (2008) em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa
Bacharelato em Realização Plástica do Espectáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema (1998)
Uma fragilidade no tempo é uma série de cinco fotografias que apresenta elementos inertes, sem vida, mas sujeitos aos acontecimentos que ocorrem no tempo (será essa, talvez, a sua única vida). São pedra sob o areal da praia e formam-se pela acção das marés. O recuo das águas em maré baixa deixa a descoberto estes fragmentos geolíticos, agora fixos em imagens que se assemelham a pequenas ilhas num campo árido como o deserto.
Através de uma forma efémera surgida na praia, e por analogia, estas imagens abordam a vulnerabilidade do homem, também ele, submetido à dimensão do tempo – o que vem de fora até nós e nos transforma, acidentes casuais, mortes ao longo da vida. São assim naturezas-mortas que colocam o espectador diante de si mesmo.
Uma fragilidade no tempo (série) 2010-2011
Fotografia 30 x 40 cm
Paulo Lourenço Lisboa. 1965
Frequenta o 4º ano da licenciatura de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Desde 2001 participou em cerca de setenta Exposições Colectivas de Gravura em Portugal, Espanha, Holanda, Dinamarca, Itália e Japão.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
2009 Proença-a-Nova, “Crossover”, Gravura. Lisboa, (Galeria Diferença) “Genios Loci”, Pintura. 2008 Lisboa, (Associação de Gravura Água Forte) “Ambientes-Feéricos”, Gravura.
2006 Évora, (Galeria Teoartis) “Desigual”, Gravura. Lisboa, (Galeria Diferença) “Entre Variáveis”, Gravura.
PRÉMIOS:
2009 Beja, Menção Honrosa, (Museu Jorge Vieira), XVII Concurso/Exposição Galeria Aberta. 2007 Lisboa, Medalha de Bronze do I Salão de Artes Plásticas de Portugal. Beja, Menção Honrosa, (Museu Jorge Vieira), XV Concurso/Exposição Galeria Aberta.
2004 Évora, Prémio Exposição Individual do 4º festival Internacional de Évora - Bienal Internacional.
REPRESENTAÇÔES:
Holanda, Amesterdão, Vereniging Voor Originele Grafiek, (VOG). Portugal, Lisboa, Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian. Japão, Okinawa, Sakimi Art Museum.
Fichas Técnicas
Autor: Paulourenço
Título: Fragmento # Opus I
Técnica: Gesso acrílico e acrílico sobre tela. Dimensão: 41x61cm
Ana Carolina Rodrigues, Tomar, 1985.
Estuda e trabalha em Lisboa.
O tronco conduz-me para cima
enquanto as raízes penetram no solo dos nossos mortos.
Espalho o gesto na folha e abro caminhos para percorrer.
s/ titulo.
4 desenhos a Carvão sobre papel, 200 x 150 cm.
Marta Silva
1991Nasceu em Lisboa, Portugal. Vive e trabalha em Lisboa, Portugal.
2012 4º ano na Licenciatura em Pintura - Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
2008 Performance/Dança individual na X Mostra de Teatro das Escolas - Recreios da Amadora.
2007/8 Exposição Colectiva “Arte na Escola” - Recreios da Amadora, Amadora 2006 /7 Workshops de Dança - Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade
Humana.
Dança Contemporânea/Moderna - Fusões Academia (Brandoa).
Um corpo que habita um espaço, que percorre um caminho com um gesto, com uma ação. Ele é apenas matéria que reveste as ideias. Permite alcançar o mundo, mas muitas vezes não deixa respirar com a alma. A existência é vista como possibilidade, contudo, toda a possibilidade que nos é favorável é destruída pelo infinito número de possibilidades desfavoráveis. Fala-se portanto de impossibilidade, de luta com o próprio corpo, do vazio, da ausência, do nada.
Falar do meu trabalho é falar de silêncio, de agonia, de claustrofobia, de fragilidade, de morte, de clausura, de ocultação, de solidão, de peso, de dor, de isolamento, de destruição e construção, de ação, de limite, de corpo…de um corpo que toma conta do espaço…de um espaço que nos toca. De um gesto, de possibilidades e impossibilidades, de hesitação e insistência…no fundo, de existência.
“Corpo, deixa-me respirar”
Porque lutas contra o teu próprio corpo? Porque é que não consegues respirar? Porque é que ficas sem forças? … O que é que te limita? O que é que te liberta? … Mas o que é o limite afinal? E o fim? Não pensas no fim?
Corpo, deixa-me respirar, 2012, (trabalho em processo)
DVD, cores, som, 6’ 43”
Performance – “Corpo, deixa-me respirar I”. Corpo de Rita de Brito Martins.
João Emanuel Rodrigues Santos da Cruz Sesimbra, a 6 de Janeiro de 1986.
Conclui o curso geral de artes na Escola Secundária de Sampaio (Sesimbra), em 2006. Nesse mesmo ano ingressou na licenciatura na
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa no curso de Pintura, ao qual terminou em 2010. Em 2012 fez parte do curso “Projecto Indiviual” no AR.CO. “Garage Artist” da marca Insight desde 2011. Está envolvido em vários projectos
artísticos, colectivos e individuais. Entre as exposições colectivas nas quais participou, destaca-se, a ARTELab 21 Tapeçaria Contemporânea, no Museu de Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, 2010; o XXIII Salão de Primavera na Galeria de Arte do Casino Estoril, em 2010; exposição individual em Sesimbra “Everything I’m Not, Made
Me Everything I Am”, 2011, exposição colectiva ArtLab Futuro Tapeçaria Contemporânea, no Museu de Tapeçaria de Portalegre – Guy Fino, 2011. Residência artística Pé de Cabra, 2012. Prémios : Menção Honrosa no Salão de Primavera na Galeria de Arte do Casino Estoril, em 2010, 2o lugar no Concurso Tapete Contemporâneo da Tricana em pareceria com a
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
“Não sou contra nenhuma religião, nem tenho fetiches por estes trajes, "critico" aqueles se travam ou deixam-se travar por outros de serem genuínos...ao mesmo tempo existe um existe um gosto enorme por mascaras, a ideia de quem não quer revelar a sua identidade, para o bem e para o mal. Nos temas que represento, pessoas passam de pessoas a grupos de pessoas...e de tão idênticos perdem a sua própria identidade”.
“Girls Night Out”, 2011 Acrílico s/ papel 150x155cm
Catarina Mil-Homens
desenvolve o seu trabalho principalmente em instalação e desenho. Trabalha sobre a ideia de percurso de vida, a forma como nos relacionamos e marcamos o tempo e o espaço em que existimos. Debruça-se também sobre questão da existência face à absorção de conhecimento, e sobre a relação que existe entre matéria e espírito. Neste momento, continua a explorar a relação que existe entre o desenho e a instalação.
Recém licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa e licenciada em Design de Interiores pelo IADE, Lisboa; tem também formação em representação pela Academia de TV e Cinema, Lisboa; 1 ano do curso de Ourivesaria da escola Contacto Directo, Lisboa e formação secundaria Curso Geral de Artes da Escola Artística António Arroio.
No seu percurso como Pintora participou em varias exposições colectiva: DIG DIG: Digging for Culture in a Crashing Economy, Plataforma Revolver, Lisboa 2012; Noventa e Seis Horas, Porta 6, Lisboa 2012; tLab Next Vision, Real Fábrica Veiga do Museu de Lanifícios da Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2012; Logradouro, Espaço Avenida 211, Lisboa, 2012 e ArtLab Futuro Tapeçaria Contemporânea, Museu da Tapeçaria de Portalegre Guy Fino, 2011.
As Coisas Que Eu Sei, desenho #1, 2012
João Maciel Biografia
2012 Frequenta o 4º Ano do curso de Pintura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Vive e trabalha em Lisboa. 1982 Nasce em Lisboa, Portugal Exposições coletivas
2012 Dois para Dois Balizas Pequenas, Lisboa, Portugal.
2012 É Estranho, ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão em parceria com a FBAUL (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa).
Comissariado por Ilídio Salteiro, Lisboa, Portugal. 2012 Noventa e Seis Horas, Lisboa, Portugal.
2012 G.A.B-A Galerias Abertas das Belas-Artes, Lisboa, Portugal. 2011 Arte Viva, S. Brás de Alportel, Portugal.
2011 XVII Bienal de Artes Plásticas da festa do Avante, Seixal, Portugal. 2011 Ateliers Abertos (FBAUL), Lisboa, Portugal.
Residências
2012 Pé de Cabra - Residência Artística, Lisboa, Portugal. Apresentação do projecto.
A obsessão do espaço, concebido como princípio de desorientação e não de certeza racional, interessa-me bastante. Através da escala, do duplo e da representação dentro da representação, o espaço joga com a nossa memória, obrigando a uma interrogação sobre a certeza que depositamos naquilo que observamos num processo de desconstrução formal e de conteúdo.
Com base nestas premissas e recorrendo ao desenho/instalação, desenvolvi o presente trabalho a partir do qual procuro dar uma resposta diferente aquela que tenho apresentado até então, com o objectivo de descobrir um outro espaço, um “espaço mental”.
“Sem título (desenho introdutório – cortar o mal pela raiz)” Grafite e canetas de filtro sobre papel, 2012
Marta Castelo
Licenciada em Artes Plásticas - Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Foi bolseira do Programa Erasmus na “Universität der Kunst Berlin” no ano lectivo de 2004/2005. Em 2006 e 2007 realizou duas residências artísticas na área de escultura em cerâmica nas Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo. Em 2007 iniciou sua formação em fotografia na escola Atelier de Lisboa. Em 2010/2011 concretizou o Curso de Pós-Graduação Fotografia, Projecto e Arte Contemporânea, organizado pelo Atelier de Lisboa e IPA - Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos. Selecionada dos Prémios Anteciparte 2006. Entre diversas exposições estacam-se as individuais “Terra Construída” em 2008 e “Papel” em 2012. Frequenta actualmente o curso de Doutoramento em Belas-Artes, na Faculdade de Belas-Arte, Universidade de Lisboa, instituição onde também lecciona, desde 2011, disciplinas de Cerâmica de Escultura.
Com a astúcia que lhe era própria, Prometeu conseguiu lubridiar Zeus e saquear-lhe o segredo do fogo, partilhando-o em seguida como os homens. Em algumas versões do mito, Prometeu aparece como o criador da humanidade. A conquista do fogo terá sido o primeiro domínio humano sobre a natureza, o primeiro passo técnico distintivo do homem.
Transmutação é igualmente uma imagem de transição, que ensaia um rumo onde o difícil equilíbrio entre a ação técnica e a natureza se mostra de modo mais eminente. Nesta imagem, o fogo, que queima e consome, é destruidor e regenerador; uma técnica libertária que arde para além do limite racional.
Transmutação (2010)
Impressão jacto de tinta sobre Papel Photo Dimensões 56x85cm
Anabela Mota Lisboa, 1965
ESBAL, Design; Snba, Pintura; Convidada a trabalhar no Atelier Livre do Pintor Jaime Silva; Workshop com o Pintor Paiva Raposo; Projetos na área do Design de Equipamento e Arquitetura de Interiores; Projetos nas áreas das Artes Plásticas com crianças, adolescentes e adultos; Criação do projecto "A Casa da Quinta"; Colaboração na área dos Cuidados Paliativos através da Associação Amara; Colaboração com a Livraria Bulhosa como moderadora do Clube de Leitores; Colaboração e voluntariado, com a Pediatria do IPO, na área das Artes Plásticas; FBA, Pintura. Pré selecção para o filme “ A life in a day”, de Ridley Scott, 2009.
Exposições coletivas: Snba, 2000, 1999, 1998, 1997; Polaris PT, 2010; Janelas de Oportunidade, Museu do Oriente, 2011; ISEG/FBAUL ,2010; ISEG/FBAUL, 2011
Exposições individuais: Torres Novas, 1988; Grândola, 2002; Linda-a-Velha, 2003; Amadora, 2007.
‘Os meses e os dias são viajantes da eternidade. Assim como o ano que passa e o ano que vem. Para aqueles que se deixam flutuar a bordo dos barcos ou envelhecem conduzindo cavalos, todos os dias são viagem e a sua casa é o espaço sem fim.’
Bashô