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17ª Semana EEB Prof. José Arantes Entrega: 02/10/2020 Devolução: 16/10/2020 Turma 302Mag

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Atividades não presenciais Página 1

EEB PROF. JOSÉ ARANTES

DIDÁTICA DA EDUC. INFANTIL – PROF. NESTOR

Aluna(o)

Turmas: 301, 302, 303, 401 e 402

Atividade – validar 2 horas aula 11 de Setembro 2020

(postar na plataforma ou entregar impresso na escola em até 15 dias)

Brincadeiras de encaixe educativo

Brincar é sinônimo de ser criança. É também sinônimo de descobrir, inventar, aprender e imaginar. A gente acredita, acima de tudo, que o brincar é um direito de todas as crianças. Pular, correr, imaginar, criar e estar em constante movimento, tanto mental quanto corporal, contribui para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo de cada criança. Se a criança tem 3 anos, as brin-cadeiras que exigem mais coordenação motora já podem ser apresentadas. Com essa idade, ele já consegue pedalar num triciclo, brincar com baldinhos na areia e montar quebra-cabeças com peças grandes, por exemplo. Essa é a fase em que a criança vai adorar fazer, desfazer e refazer até cansar. Por isso, abuse de bonecos com roupas fáceis de serem tiradas e vestidas ou de brinquedos de montar e desmontar.

As crianças aprendem brincando e interagindo, e os blocos de montar favorecem essa interação. Quando você define o jogo de encaixar peças, a criança aprende de várias maneiras, além de observar como você faz. Da mesma forma, quando você o encoraja a montar peças sozinho, está motivando a sua criatividade e contribuindo com a sua autoestima, ajudando-o a crescer se sentindo capaz de feitos maravilhosos.

Os blocos de montar provavelmente fizeram parte da sua infância e, agora, fazem parte da vida das crianças na educação infantil em modelos para crianças bem pequenas e até as mais velhas e todos eles ajudam no desenvolvimento de habilidades como criatividade, coordenação motora e orientação espacial. Montar peças ajuda a desenvolver a criatividade, pois são muitas as possi-bilidades de formações. Você e a criança podem criar bichos, casas ou o que quiserem, trabalhando a imaginação e a capacidade de criar. Além disso, quando a criança não consegue encaixar os blocos e precisa pensar em alternativas, está aprendendo a encontrar soluções para resolver problemas e lidar com as emoções que surgem no processo.

Os brinquedos de encaixe são muito versáteis, pois as peças podem ser montadas de várias formas, de acordo com o obje-tivo de quem está brincando de construir. Existem peças pequenas e grandes que exigem diferentes habilidades motoras das crianças para cada movimento de encaixar. Brincando, elas estão desenvolvendo a coordenação motora, habilidade fundamental para realizar atividades com as mãos que requerem precisão.

Usando a imaginação e a criatividade na brincadeira de montar, a criança também desenvolve a orientação espacial. Isso porque, ao imaginar os objetos que deseja construir, precisa analisar as relações de tamanho e proporção no espaço para reproduzir as peças. Além disso, todo processo de construção exige paciência e persistência para chegar ao resultado final e os brinquedos de encaixe são uma maneira divertida de treinar essas habilidades.

Os brinquedos de encaixe são divertidos e ainda contribuem para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocio-nais das crianças. Eles podem ser de plástico, de madeira ou outro material de sua escolha que vai depender do que você priorizar. Os brinquedos de plástico costumam ser mais seguros que os de madeira, pois não soltam lascas que podem machucar. Os de ma-deira tem durabilidade, são mais sustentáveis e podem ser aproveitados durante um bom tempo da infância.

Plano de aula - Crianças Bem Pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

IDENTIFICAÇÃO:

a) Instituição de Ensino:______________________________________________ b) Professor(a)-Estagiaria(o): __________________________________________ c) Público: CRIANÇA BEM PEQUENAS (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses) d) Tema: Brincadeira de Encaixes - ____________________________________ e) Carga horária: 40 min;

f) Direito de Aprendizagem: __________________________________________________________________________ g) Campos de Experiência: ( ) Eu, o nós e o outro; ( ) Corpo, gestos e movimentos; ( ) Espaços, tempos, quantidades, relações e

transformações; ( ) Escuta, fala, pensamento e imaginação e ( ) Espaços, tempo, quantidades, relações e transformações.

ATIVIDADES OBJETIVOS DE

APRENDI-ZAGEM OU HABILIDADES

DESENVOLVIMENTO DA AULA RECURSOS (ma-teriais, humanos ou financeiro)

(2)

Atividades não presenciais Página 2

Disciplina:

Alfabetização e

Letramento

Professor:

Marisa da

Costa

Magistério: 3º ano

Turmas: 301, 302 e 403

Estudante

:____________________________________________________________________________________________.

Ano: _______. Turma: _________.

Habilidades (objetivos):

• Desenvolver o hábito da leitura.

• Realizar a leitura do texto apresentado.

• Identificar informações explícitas e implícitas no texto e conteúdos abordados.

• Realizar a atividade proposta.

ORIENTAÇÕES:

✓ Esta é uma atividade de fixação e de continuidade do conteúdo apresentado na semana anterior;

✓ Por tanto, não precisa ser entregue, devolvido na escola. Você deve realizar esta atividade no

caderno. Pois, poderá ser usada em um outro momento.

✓ Ao realizar a atividade, toda e qualquer dúvida que surgir, você pode e deve buscar orientações

com a professora através da Plataforma e Whatzapp.

**Quadro

– Tipos de letras: Caixa Alta, Cursiva e Script. (observação: estudar este quadro).

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Atividades não presenciais Página 3

A Importância da Consciência Fonológica e seu Desenvolvimento na Alfabetização.

O que é consciência fonológica? Como ela se desenvolve? Qual é sua importância para a alfabetização?

A consciência fonológica pode ser definida como a habilidade de manipular a estrutura sonora das

palavras, desde a substituição de determinado som até sua segmentação em unidades menores.

É uma capacidade cognitiva a ser desenvolvida, uma vez que contribui para o processo de aquisição da

leitura e da escrita. Sua importância está ligada à compreensão do princípio alfabético e ao desenvolvimento

de habilidades, como o reconhecimento de sílabas e fonemas numa palavra.

Diversas formas linguísticas com as quais uma criança tem contato contribuem para a formação de sua

consciência fonológica, dentre as quais se destacam músicas, cantigas de roda, poesias, parlendas,

jogos orais e a própria fala.

É de suma importância no desenvolvimento da consciência fonológica o trabalho com rima e aliterações.

A rima é a identidade sonora que ocorre, geralmente, no final das palavras. Por exemplo, para rimar com

sapato, a palavra deve terminar em ato; para rimar com café, a palavra precisa terminar somente em é. A

equivalência deve ser sonora e não necessariamente gráfica, ou seja, as palavras massa e caça rimam,

pois os sons com que terminam são iguais, independentemente da forma ortográfica.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ADRIANA, Vera e Silva. Bastão X Cursiva, os prós e os contras de cada letra na alfabetização. São Paulo:

Ed. Abril, n. 99, XI, p. 8-16, dez 1996.

Revista Nova escola: Entrevista realizada com Emília Ferreiro: 1996. p. 11.

ATIVIDADE.

1ª)

Para melhor familiarização e compreensão do texto acima descrito, pesquise no dicionário ou na internet

o conceito dos termos (palavras) a seguir:

A) Consciência fonológica:

B) Segmentação:

C) Aliterações:

Boa atividade!

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Atividades não presenciais Página 4

EEB Prof. José Arantes Atividades Não Presenciais Disciplina: Educação e Infância Entrega: 15/09/2020 Devolução: 22 /09/2020 Professor: Fernanda Lima de Lins

Aluno: Turma: 301-302-303 (Magistério)

OBS:

Querido aluno (a) essa atividade é continuação da atividade 14/ Vídeo de Mario Sérgio Cortella e o curta

metragem.

Professores iniciantes/ o bom professor/ o papel da escola em sua formação

1. Sobre os primeiros anos de profissão como professor (a) onde é preciso realizar a transição

de estudante para docente, sabemos que é uma etapa que gera certa tensão e

aprendiza-gens intensivas. Breve você aluno sentira na pratica o que é ser um professor iniciante, será

que a escola esta preparada em receber? Quais seus medos? Angustias em se deparar com

o novo? O que você espera no seu primeiro ano como docente?

2. Alguns professores iniciantes acabam conseguindo manter certo equilíbrio em sua profissão,

outros se mantem nela reduzindo sua eficácia e renunciando a um ensino de qualidade,

escondendo-se atrás de mecanismos de fuga sentindo-se acuados e desmotivados logo no

inicio de sua carreira, porque isso ocorre no seu ponto de vista?

3. De acordo com o seu ponto de vista assinale a alternativa que você considera correta em

relação a motivação em investir na carreira Pedagógica.

a. ( ) A vontade de acertar, de ser reconhecido, aliada ao compromisso com os alunos que

levam a resistir as dificuldades.

b. ( ) O salario e a empregabilidade estável.

c. ( ) O fácil acesso no mercado de trabalho um pouco menos competitivo

4. Quais são as dicas que Mario Sérgio Cortella nos dá no vídeo? Você concorda com elas?

Quais são as suas sugestões para acrescentar?

5. O que você pode aprender com os ensinamentos com o curta metragem (aprender a

apren-der)?

(5)

Atividades não presenciais Página 5 Disciplina: Língua Portuguesa Professor: Paula Rodrigues Turmas: 301,302,303 magistério

Colar no caderno, não é preciso entregar na escola.

Estudante:

Didi - O gênio da folha-seca, de Péris Ribeiro

O futebol, na sua essência, mexe com a paixão popular muitas vezes transformada em arte. Uma magia que

transcende a realidade pessoal e conquista o universo mundial. É o caso de Didi, o "Mr. Football". Maestro das

seleções brasileiras nas conquistas das Copas do Mundo de 1958, onde foi eleito o melhor jogador do mundo, e

1962, onde comemorou o bicampeonato brasileiro, com passagens inesquecíveis pelo Fluminense, Botafogo e Real

Madrid, o inventor da "folha-seca", nasceu com o destino de ser um personagem com fome do mundo. Este mesmo

mundo que soube entendê-lo, compreendêlo, na maioria das vezes, e sobretudo, reconhecê-lo como um artista do

seu ofício. Aquele que sempre soube se entender com a bola e fazer dela o seu passaporte pelo universo.

O livro "Didi - O gênio da folha-seca ", de Péris Ribeiro, com um belo prefácio do jornalista João Máximo a

pincelar alguns traços de Didi, nos leva a uma viagem de sonho.

No mesmo ritmo com que Didi mudava uma partida, ora valsando, ora sambando, sempre inventando e

criando, o livro flui em um tempo de grandes mudanças no Brasil, com destaque para um certo ufanismo em sua

linguagem. É bom até pelos seus registros, muito bem pesquisados. E serve para quebrar um certo preconceito

existente contra o jogador do futebol: o de que ele não sabe pensar. Valdir Pereira, nascido em Campos dos

Goytacazes em 8 de outubro de 1928, falecido em 12 de maio de 2001, teve uma vida para mostrar que talento,

inteligência e riqueza não são privilégios de ninguém. Pertencem a quem de direito. Sob o singelo apelido de Didi,

ele mostrou ao mundo que sempre pensou e sempre soube o que fazer desde a mais tenra idade. São estes detalhes,

os seus comentários pessoais e o de grandes cronistas da época, que nos dão uma dimensão do quanto o craque

conseguiu transcender. (...)

O livro mostra bem o que Didi representou. Seu jeito de ser, traduzido em campo com a máxima: "treino é

treino, e jogo é jogo". O livro é um grande jogo para quem quer conhecer a dimensão humana de quem foi muito

além do futebol.

1ª) Qual o tema do texto?

2ª) O texto é uma resenha de um livro. Qual a finalidade desse gênero textual?

3ª) Segundo o texto, quem é o inventor da “folha-seca”?

4ª) Após a leitura atenta da resenha, especifique quem é:

a) Péris Ribeiro:

b) Marcos Penido: c) Didi:

(6)

Atividades não presenciais Página 6

Disciplina: Filosofia da Educação Professora:Leina Turmas: 301, 302, 303 (Magistério) DATA: 02/10/2020 Estudante: OBS: Leitura do texto e anotações ou colagem no caderno. Não precisa

devolver.

ATIVIDADE/AULA XX

Outras tendências de educação moral

a)Valores religiosos

A mais antiga educação em valores é a religiosa, que persiste ainda hoje em diversos meios. Baseia-se nas crenças em

verdades reveladas, contidas em livros sagrados ou transmitidas oralmente.

À medida que as sociedades ocidentais se diversificaram, tornando-se mais abertas ao pluralismo e à laicização do

pensamento, as normas religiosas perderam em amplitude por serem fundamentadas em valores absolutos. Mesmo

aqueles que as seguem abrem-se para discussões a fim e conciliar certos preceitos às exigências contemporâneas.

b)Tendência sociológica

Em sua obra A educação moral, o sociólogo Émile Durkheim(1858-1917) propôs uma moral laica, independente dos

valores religiosos. Para ele, educar é socializar a criança, ajudá-la a assumir os valores da comunidade a que pertence.

Quando há conflitos, estes são entendidos como dificuldade de adaptação aos valores vigentes, o que revela a

importância em adequar o comportamento aos papeis de cada um na sociedade.

Para evitar a crítica de que nesse caso a moral funciona de maneira heteronômica, Durkheim argumenta que, assim

como as ciências da natureza só conhecemos bem quando respeitamos as leis, também a autonomia moral pode ser

livre, quando se compreende que as regras devem ser seguidas. Assim o sujeito torna a norma exterior(heterônoma)

em assentimento interior(autônoma).

c)Formação de hábitos virtuosos

Os princípios dessa tendência vieram da tradição grega, sobretudo por influência de Aristóteles, para quem educar

moralmente é ensinar virtudes, construir hábitos e forjar o caráter.

O risco desse tipo de formação é ensinar virtudes às crianças de modo abstrato: “Seja justo”, “Não minta”, “Não se

aproprie de que não é seu”, “Não agrida”, “Seja responsável e generoso”, “Cumpra seus deveres”. Essa prática enfatiza

as tradições da cultura e deixa pouco espaço para que as regras sejam assumidas de modo autônomo. Além disso a

exterioridade da ação não reflete necessariamente um amadurecimento moral.

(7)

Atividades não presenciais Página 7

Disciplina: Filosofia da Educação Professora:Leina Turmas: 301, 302, 303 (Magistério) DATA: 02/10/2020 Estudante: OBS: Leitura do texto e realização do trabalho, devolver na data.

ATIVIDADE/AULA XXI

A construção da personalidade moral

Vimos que ninguém nasce moral, mas é pela educação que o indivíduo constitui sua personalidade moral. Por

um processo de descentramento, o sujeito ético torna-se capaz de superar o narcisismo infantil e de mover-se na

direção do outro, reconhecendo sua igual humanidade.

As dificuldades enfrentadas para educar moralmente crianças e jovens ou para instalar uma comunidade de

entendimento e diálogo levam-nos a reconhecer que, na sociedade competitiva e individualista em que vivemos,

trata-se de difícil desafio aspirar por valores como a justiça, assentados na reciprocidade e no compromisso pessoal.

Por longo tempo, castigos físicos foram usados nas escolas para impor

disciplina. A educação moral não resulta, porém, da imposição violenta,

que leva à introjeção da norma pelo temor da punição. Fazer isso é

manter a criança no nível pré- convencional. Ela precisa crescer para a

autonomia, para aos poucos assumir as normas livremente.

Trabalho: Entrevistar pessoas da família de diferentes faixas etárias, propondo-lhe a seguinte questão:

“Como educar as novas gerações?”

Instruções: Além da resposta, anotar idade, profissão e escolaridade. Em seguida fazer um pequeno relatório

fazendo as comparações das respostas e sua opinião subjetiva.

Data para devolução: 16/10/2020

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Atividades não presenciais Página 8

EEB Prof. José Arantes Atividades Não Presenciais Disciplina: Fundamentos da Matemática Entrega: 02/10

Semana 18

Professor: Silvia Cristina Martins Principi

Aluno: Turma: 301,302, 303,

Olá! Espero que todos se encontrem bem. A atividade que você esta pegando será a sua nota do mês de setembro. Voce deverá fazer uma pesquisa a respeito do construtivismo na educação brasileira, e a importância do professor de Matemática e depois fazer um resumo do que você pesquisou.

Abaixo coloco alguns links que vocês podem utilizar para realizar esse trabalho.

https://novaescola.org.br/conteudo/3428/construtivismo-na-pratica

https://blog.keeplearning.school/conteudos/descubra-como-trabalhar-o-construtivismo-na-educacao-infantil http://cienciabiasoto.com.br/papel-do-professor-de-matematica/

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Atividades não presenciais Página 9 Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Professor: SAMUEL Turmas: 301 - 302 - 303 -MAGISTÉRIO

Estudante:

AULA 02 - A EDUCAÇÃO NO BRASIL E A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.

COLAR ESTE MATERIAL NO CADERNO

Prezados alunos e alunas,

Nosso objetivo neste conteúdo é aprender - de forma panorâmica - as principais diretrizes sobre a educação no Brasil à luz da Constituição Federal de 1988. Além disso, estaremos discutindo sobre os gastos em educação no país em relação ao PIB. CONSTITUIÇÃO DO BRASIL DE 1967 E A EDUCAÇÃO - VIGENTE DURANTE A DITADURA MILITAR.

Art 168 - A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola; assegurada a igualdade de oportunidade, deve inspirar-se

no princípio da unidade nacional e nos ideais de liberdade e de solidariedade humana. § 1º - O ensino será ministrado nos diferentes graus pelos Poderes Públicos.

§ 2º - Respeitadas as disposições legais, o ensino é livre à Iniciativa particular, a qual merecerá o amparo técnico e financeiro dos Poderes Públicos, inclusive bolsas de estudo.

§ 3º - A legislação do ensino adotará os seguintes princípios e normas: I - o ensino primário somente será ministrado na língua nacional;

II - o ensino dos sete aos quatorze anos è obrigatório para todos e gratuito nos estabelecimentos primários oficiais; III - o ensino oficial ulterior ao primário será, igualmente, gratuito para quantos, demonstrando efetivo aproveitamento, provarem falta ou insuficiência de recursos.

IV - o ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas oficiais de grau primário e médio.

V - o provimento dos cargos iniciais e finais das carreiras do magistério de grau médio e superior será feito, sempre, mediante prova de habilitação, consistindo em concurso público de provas e títulos quando se tratar de ensino oficial;

VI - é garantida a liberdade de cátedra.

Art 169 - Os Estados e o Distrito Federal organizarão os seus sistemas de ensino, e, a União, os dos Territórios, assim como o

sistema federal, o qual terá caráter supletivo e se estenderá a todo o País, nos estritos limites das deficiências locais.

§ 2º - Cada sistema de ensino terá, obrigatoriamente, serviços de assistência educacional que assegurem aos alunos

necessitados condições de eficiência escolar.

Art. 170 - As empresas comerciais, industriais e agrícolas são obrigadas a manter, pela forma que a lei estabelecer, o ensino

primário gratuito de seus empregados e dos filhos destes.

O QUE DIZ CONSTITUIÇÃO DE REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 SOBRE A EDUCAÇÃO?

A Constituição de República Federativa do Brasil, promulgada em 05de outubro de 1988 (há 32 anos, portanto), dedica dez artigos (artigos 205 a 214) do Capítulo III da Ordem Social para tratar sobre o tema EDUCAÇÃO, muito além dos três artigos previstos na Carta antecessora, de 1967. Esta observação já é suficiente para demonstrar que, na chamada Nova República, a

educação encontrou um ambiente político mais favorável e aberto às opiniões e diversidades. No mesmo capítulo, os artigos

215 a 217 ainda legislam sobre a Cultura e do Desporto.

Já no artigo 6º da CF 1988 a educação aparece como um dos direitos sociais, ao lado da saúde, trabalho, moradia e outros direitos. No artigo 205, preâmbulo da Seção sobre o tema, a educação é apresentada como direito de todos e dever do Estado e da família, cujo objetivo final deverá ser o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho.

De acordo com o artigo 206, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

1. Igualdade de condições, não somente para o acesso, mas também para a permanência do aluno até o cumprimento dos ciclos - infantil, fundamental, médio e superior.

2. Liberdade de aprendizagem. O saber passa a ser não mais uma exclusividade do professor. Ao aluno também é oferecida a oportunidade de buscar seu conhecimento e aprender a partir de sua percepção do mundo e da vida.

3. Pluralismo de ideias e concepções pedagógicas, bem como a coexistência de entidades públicas e privadas de ensino. Aqui fica claro a concepção democrática e capitalista da educação. O mundo das ideias não pode ser reprimido e a liberdade de pensamento assume um caráter soberano, desde que não seja ofensivo ou legalmente proibido. Por outro lado, a possibilidade de existirem também instituições particulares mantém o país sob a égide do liberalismo econômico peculiar a países capitalistas modernos. A educação, neste ambiente, torna-se também uma mercadoria e passa a ser regulada pelas leis do mercado. Conforme o artigo 209, a iniciativa privada deve atender o cumprimento das normas gerais para a educação e ter autorização do poder público, além da avaliação da qualidade.

4. Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. Como direito de todos e também dever do Estado, a educação deve ser oferecida sem ônus, respeitando então o princípio da igualdade de condições para acesso e permanência.

5. Valorização dos profissionais de ensino. Com impacto direto nas finanças pública e privada, este tem sido um grande desafio da categoria dos profissionais da educação. A garantia de qualidade e o piso salarial profissional estão relacionados a esta proposta.

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Atividades não presenciais Página 10 DEVERES DO ESTADO CONFOME A CF 1988

O Estado, conforme o artigo 208 da CF88, cumprirá seu dever para com a educação através das seguintes garantias: 1. O ensino fundamental torna-se obrigatório e gratuito.

2. Atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. 3. Atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos.

4. Oferta de ensino noturno regular.

5. Atendimento ao ensino fundamental mediante ações suplementares, como material didático, transporte, alimentação e assistência à saúde.

Tais deveres atestam as conquistas da CF 1988, principalmente o acesso dos alunos com necessidades especiais, promovendo então a inclusão de grupos até então marginalizados pela educação. Surge dessa iniciativa e formação de professores para as

diversas especializadas: surdos, cegos, autistas e outras. Também é importante a extensão da educação para faixa etária 0-6 anos,

ampliando assim o tempo de permanência da criança em contato com a educação formal.

GASTOS COM EDUCAÇÃO NO BRASIL. Vamos conversar um pouco sobre isso agora!

A Constituição de 1988 prevê em 18%, para a União, e em 25% para os estados, DF e municípios, os índices mínimos de receita tributária a ser aplicada em educação. Observe o gráfico a seguir: a partir de 1989, a despesa total com educação no Brasil passou de cerca de 2% do PIB (Produto Interno Bruto) para mais de 5% do PIB em 2017. Isso representa um aumento de 150% em três décadas! Veja também que foi no ensino fundamental onde houve o maior crescimento das despesas.

O BRASIL INVESTE MUITO EM EDUCAÇÃO, MAS O RETORNO AINDA É BAIXO.

Conforme o Jornal Gazeta do Povo, de 10 de setembro de 2020 (https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/peru-e-chile-gastam-menos-em-educacao-do-que-o-brasil-e-eles-alcancam-as-melhores-notas-5mo5nrw7yq9poa113h8ioj4r0/), O Brasil é um

dos países que mais investe em Educação. Segundo o relatório Aspectos Fiscais da Educação no Brasil, divulgado pela Secretaria

do Tesouro Nacional, ligada ao Ministério da Fazenda, o país investe em educação pública cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB), valor tido como superior à média de 5,5% destinada à área por parte de países integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os resultados alcançados em sala e avaliados por estudos técnicos e comparativos internacionais, no entanto, deixam o Brasil entre os últimos colocados no que se refere ao desempenho escolar.

Por que os resultados do Brasil na área de Educação ficam tão abaixo dos padrões internacionais, mesmo o país fazendo alto investimento, até mesmo acima da média mundial?

A questão pode se resumir em uma palavra: eficiência. Existe uma dívida histórica brasileira no campo da Educação que se nota ao compararmos a situação local com a dos países latino-americanos. A escolaridade brasileira é menor, por exemplo, que a do Chile. Estudo realizado pelo Insper, mostra que a escolaridade do jovem brasileiro está uma geração atrás da escolaridade do chileno. Pelo cálculo realizado, a geração chilena nascida em 1964 atingiu a marca de dez anos de escolaridade, enquanto no Brasil

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Atividades não presenciais Página 11

essa média só foi atingida pela geração nascida em 1986. Assim, pessoas com 25 anos ou mais não têm mais do que o ensino fundamental completo, embora a média de anos de estudo tenha crescido de maneira geral, mas ainda em ritmo não satisfatório. O estudo mostra que a cada sete anos, o país tem conseguido melhorar a sua escolaridade média em apenas um ano. O país

investe pouco em formação infantil. Faltam creches e, além disso, não universalizou a pré-escola. Sabemos que se o aluno não

desenvolver as atividades iniciais dos três aos seis anos, dificilmente conseguirá acompanhar o que virá a seguir. É muito

importante alfabetizar os alunos na idade certa.

Assim, a falta de foco na educação infantil; professores com formação inadequada; tempo insuficiente de atividades em sala de aula e pais menos escolarizados são fatores que impactam sobre o atual cenário do ensino.

Afinal, o Brasil gasta muito em Educação?

A resposta é não. O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todas as riquezas produzidas por um país, mas é apenas um valor de referência, que considera o setor público e privado. Não existe um cofre ou conta bancária onde “o dinheiro do PIB” fica guardado. Então, dizer que parte do PIB é investido em algum setor serve apenas para comparar a soma monetária de quanto o país

produz em bens e serviços com o quanto o governo envia para a Educação.

Apesar de investirmos uma porcentagem relativamente alta do PIB, maior do que a de outros países, isso não significa que estamos gastando muito. A comprovação vem do dado que mostra quanto o país gasta com cada aluno. Primeiro, é preciso considerar que o PIB do Brasil não é tão grande se for considerado o tamanho da população. O valor total, de 1,796 trilhão de dólares, dividido pelos 207,7 milhões de habitantes, gera um PIB por pessoa de 8.649,95 dólares. O da Rússia é 8,7 mil; da Argentina, 12,5 mil; do Chile, 13,8 mil; e do Uruguai, 15,2 mil.

Outra análise é a da dívida histórica que temos com a Educação brasileira. De acordo com Pilar Lacerda, ex-secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) e diretora da Fundação SM, que trabalha para fortalecer a Educação pública,

enquanto os países desenvolvidos gastavam entre 6% e 7% do PIB com o setor educacional, o Brasil destinava apenas 3%. Por que o percentual do PIB e o gasto por aluno apontam resultados tão discrepantes?

A discrepância entre a porcentagem do PIB e o gasto por aluno é elevada devido ao grande número de estudantes. São 42 milhões de alunos na Educação Básica, somados aos adultos que precisam da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e também a parte da população que não é alfabetizada. Às vezes, temos um orçamento que parece alto, mas não é. O valor que pode ser suficiente para uma cidade desenvolvida do interior de São Paulo é insuficiente para municípios como Manaus, por exemplo, que tem especificidades devido à existência de escolas ribeirinhas, rurais e urbanas, que exigem transporte e regime de trabalho diferenciados, sob um mesmo orçamento”.

É preciso notar ainda que o gasto por aluno só leva em consideração as despesas das instituições educacionais, enquanto o investimento como percentual do PIB considera também as despesas relacionadas à Educação que não vão diretamente para a qualidade educacional, como bolsas de ajuda de custo que o governo dá diretamente para o aluno.

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Atividades não presenciais Página 12

Disciplina: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Professor: SAMUEL Turmas: 301 - 302 - 303 - MAGISTÉRIO

Estudante:

AULA 02 - ATIVIDADE AVALIATIVA - DATA PARA DEVOLUÇÃO: 16 DE OUTUBRO 2020.

Esta atividade poderá ser realizada individual ou em dupla.

Elabore um pequeno diálogo fictício entre dois personagens, como num debate. Os personagens podem ser

pessoas, animais, plantas, pedras e o que a imaginação oferecer.

O primeiro personagem deverá defender a escola pública e gratuita no Brasil, para todos.

O segundo personagem irá defender que a gratuidade da educação no país deveria ser somente para as

classes sociais menos favorecidas mediante bolsas de estudos.

Utilize a discussão sobre os dados apresentados dos gastos com educação no Brasil - AULA 02 - para auxiliar

os argumentos. Lembre-se também de mencionar o capitalismo brasileiro e como a educação está inserida

neste contexto mais amplo.

O diálogo pode ser no formato de redação ou quadrinhos. Cada personagem deve aparecer (argumentar)

pelo menos 05(cinco) vezes.

Informe no cabeçalho: Título do trabalho, disciplina, turma e os nomes dos membros do grupo.

Dê o nome aos personagens do diálogo.

Critérios de avaliação:

1. Criatividade

2. Coerência

3. Argumentação

Exercite sua profissão de Professor (a)! Use a criatividade!

Dúvidas:

[email protected]

Whatsapp: 99975-1825

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Atividades não presenciais Página 29

EEB PROF. JOSÉ ARANTES

DIDÁTICA DA EDUC. INFANTIL – PROF. NESTOR

Aluna(o)

Turmas: 301, 302, 303, 401 e 402

Camboriú-SC, 28 Setembro 2020

BRINCADEIRA DA AMARELINHA

A educação infantil é a etapa escolar que trabalha com crianças de até 5 anos e 11 meses de idade. Nessa fase é importante que a criança seja estimulada a desenvolver suas habilidades intelectuais ligadas ao desenvolvimento emocional e motor. Para o desenvolvimento motor é importante que as crianças tenham acesso a espaços externos amplos, onde possam correr, saltar, dançar, subir e descer.

A amarelinha é uma das atividades importantes que compõem os planejamentos, pois estumula o desenvolvimento da consciência corporal, da capacidade de equilíbrio e saltar em um pé. Além disso, é uma excelente oportunidade para se trabalhar com regras, que deverão ser combinadas antes, com o grupo de participantes.

Origem - Acredita-se que amarelinha teria sido inventada pelos romanos, já que gravuras mostram crianças brincando de amarelinha nos pavilhões de mármore nas vias da Roma antiga. Na época, o percurso carregava o simbolismo da passagem do homem pela vida. Por isso, em uma das pontas se escreve céu e, na outra, inferno. Além de ser uma brincadeira muito antiga é ótima para desenvolver a noção de respeito às regras e a esperar pela sua vez. Consiste em pular sobre um desenho riscado com giz no chão, com inúmeras variações, com desenho em quadrados, retângulos ou círculos numerados de 1 a 10, com letras e outras imagens.

Regras da Brincadeira:

1. O jogador precisa de uma pedrinha ou tampinha.

2. Para começar joga a pedrinha na casa marcada com o número 1 e vai pulando de casa em casa, partindo da casa 2 até o céu. 3. Só é permitido pôr um pé em cada casa. Quando há uma casa do lado da outra, pode pôr os dois pés no chão.

4. Quando chegar no céu, o jogador vira e volta pulando na mesma maneira, pegando a pedrinha quando estiver na casa 2. 5. A mesma pessoa começa de novo, jogando a pedrinha na casa 2.

6. Perde a vez quem: Pisar nas linhas do jogo: pisar na casa onde está a pedrinha; não acertar a pedrinha na casa onde ela de ve cair e não conseguir (ou esquecer) de pegar a pedrinha de volta.

7. Ganha quem terminar de pular todas as casas primeiro.

Atividade: Elaborar - Plano de Aula

, observando o público e tema indicado abaixo. Postar na plataforma

ou entregar impresso na escola em até 15 dias.

IDENTIFICAÇÃO:

h) Instituição de Ensino:______________________________________________ i) Professora (o)-Estagiaria(o): __________________________________________ j) Público: CRIANÇAS PEQUENAS (4 anos a 5 anos e 11 meses)

k) Tema: Brincadeira – “AMARELINHA” l) Carga horária: 40 min;

m) Direito de Desenvolvimento: ( )Conviver; ( )Brincar; ( )Participar; ( )Explorar; ( )Expressar; ( ) Conhecer-se.

n) Campos de Experiência: ( ) Eu, o nós e o outro; ( ) Corpo, gestos e movimentos; ( ) Traços, cores, sons e formas; ( )

Escuta, fala, pensamento e imaginação e ( ) Espaços, tempo, quantidades, relações e transformações.

ATIVIDADES

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

E DESENV.

DESENVOLVIMENTO DA AULA

Referências

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