RESPOSTA
Ao Capiau, ontem, a Prefei-tura de Piracicaba enviou a se-guinte nota: em relação à nota publicada, ontem (13), no Ca-piau, referente ao secretário municipal de Educação, João Marcos Thomazziello, a Prefeitu-ra Municipal informa que conti-nua fazendo uma análise jurídica criteriosa sobre o caso, asseguran-do desta forma o mais amplo di-reito de defesa ao secretário.
BEBEL E SUPLICY Nesta sexta (14), a partir das 18h30, a deputada estadual Pro-fessora Bebel (PT) e o vereador em São Paulo Eduardo Suplicy (PT) fazem uma live especial so-bre “Renda Básica em Tempos de Pandemia”. Um momento espe-cial para que lideranças tratem do tema, e bom lembrar que o ex-senador Suplicy é autor de li-vro sobre o tema. Será pela Pla-taforma Zoon e a realização do PT, Região Macro, Campinas.
ESCRITÓRIO
O deputado estadual Alex de Madureira (PSD) desenvolve ações políticas em toda a região para apresentação, em breve, do seu escritório político na rua Prudente de Morais, próximo à Câmara Municipal de Piracica-ba. Dessa forma, os deputados estaduais Alex de Madureira e Roberto Moraes (CID) ficarão bem próximos na geografia. Faltará pensar o que lhes acon-tecerá na geopolítica, em 2022.
SITE
O síndico profissional Fran-cys Almeida, vice-presidente do Diretório Municipal do PCdoB em Piracicaba, lamenta que não consegue, desde janeiro deste ano, acessar ao site da Dívida Ativa da Prefeitura. O que expli-ca o município? O Capiau só sabe que, com mudanças nos progra-mas internos, muitas dificuldades estão passando os contribuintes do a Prefeitura de Piracicaba.
DOBRO?
A gestão do prefeito Luciano Almeida (DEM) já conseguiu do-brar os números da gestão do ex-prefeito Barjas Negri (PSDB). Mas o que dobrou foi o número de mortos por Covid-19. Desta vez, a Tia Regina, do Bosque, foi vítima. O Capiau reafirma que críticas ao prefeito só a partir de 20 de ju-lho. Os derrotados insistem...
Edição: 14 páginas
FAKE NEWS
Uma página sem credibili-dade publicou uma notícia fal-sa sobre a diretora Micaele Ba-riotto. De imediato, a professo-ra se posicionou e desmascarou os "inimigos da Educação".
VOTOS
Micaele, em sua primeira eleição, sem recursos, teve o do-bro de votos dos que tentam di-famar e colocar seu trabalho de anos pela Educação em xeque.
TRISTEZA
O clima de tristeza e frustra-ção do PSL Piracicaba é resultado de uma estratégia equivocada, nas eleições de 2020. A ex-vereadora Coronel Adriana investiu para ir ao segundo turno, esquecendo-se dos vereadores. Coisas da política e que não são pecados, mas dá tristeza.
PSL
Os dois deputados federais mais votados na cidade são do PSL, o mesmo partido empresta-do a Jair Bolsonaro (sem partiempresta-do) tornar-se presidente. O que fize-ram pelo município? Fofize-ram 40 mil votos. O Capiau, idoso e cansado, só pergunta e perguntar, com cer-teza, não ofende. Mais ainda: como os políticos locais vão se com-portar, em 2022, em relação às candidaturas à Câmara Federal?
RESISTÊNCIA
O Fundeb Piracicaba tem sido bem conduzido, evitando polêmicas de quem defende “terra plana” e é contra vacinas, ou negacionista. Não é papel des-se Condes-selho, cuja ação importan-te é pelo bem da Educação.
PAULO FREIRE
Falando em Educação, maio é o mês em que as Etecs (Escolas Técnicas Estaduais) promovem uma programação especial em homenagem a Paulo Freire, o pa-trono da educação brasileira. Neste ano, a celebração é ainda maior porque o educador faria 100 anos. As Etecs organizaram uma série de eventos e ativida-des como forma de promover discussões e disseminação de conhecimentos sobre a obra e o legado do filósofo pernambuca-no. Que beleza!, diria Tinoco, da dupla sertaneja Tonico e Tinoco.
PARTIDO?
O Capiau lembra-se bem, e lá se vão anos para estar idoso e can-sado, de que o chamado “delega-do de Ensino”, hoje Dirigente de Ensino, era nomeado pelo Gover-no do Estado. Se o governador era da Arena, também da Arena o “delegado”, o mesmo acontecen-do com o MDB (lembram-se acontecen-do professor Arnaldo Sorrentino na Delegacia de Ensino?). Um ato do secretário de Estado da Educação, comemorado na hora em que circu-lava a edição do Diário Oficial do Estado. Hoje em dia, é ainda assim?
Prefeitura e Raízen anunciam a
construção do VER de MUSEU
Será no Engenho Central e a reunião aconteceu ontem (13), entre o
prefeito Luciano Almeida, secretários municipais e diretores da Raízen
Divulgação/CCS
Reunião aconteceu ontem (13), no Engenho Central
A Raízen anunciou ontem (13), em reunião com o prefeito Luciano Almeida e secretários municipais, a construção do VER de MUSEU, no Engenho Central. O espaço contemplará o passado e o futuro da cana, seja na produção de açúcar, eta-nol, energia elétrica e biogás, en-tre outras fontes de energia lim-pa e renováveis. Pedro Mizutani, presidente do conselho Raizen de Cultura, presente na reunião, in-formou que a empresa revisionou o projeto inicial, que daria ori-gem ao Museu do Açúcar, para agora criar o VER de MUSEU.
OBRAS — As obras, que en-volvem a restauração e requalifi-cação de cinco prédios no Enge-nho Central, numa área de 9 mil m², estão estimadas em até R$ 100 milhões e devem começar em setembro deste ano, com conclu-são prevista para 2024. O prefeito Luciano Almeida se mostrou sa-tisfeito diante do anúncio da Raí-zen, lembrando que a construção do VER de MUSEU será a princi-pal âncora do projeto Engenho da Cultura, que prevê a ocupação des-te espaço com atividades culturais e gastronômicas. “A nossa Admi-nistração trabalha de maneira prática e objetiva. Ao invés de projetos megalomaníacos, que nunca saem do papel, estamos iniciando um projeto que fomen-tará o turismo em Piracicaba, di-versificando as atividades
cultu-rais e enchendo todos os piraci-cabanos de orgulho”, destacou.
INVENTÁRIO — Segundo acordado na reunião, a Raízen deve começar nos próximos dias a fazer um inventário de danos dos barracões no Engenho, ava-liando as condições elétricas, hi-dráulicas, madeiramento, telha-dos, pisos e vidros como um todo. No cronograma de obras apresentado pela empresa, em 2021, estão previstas as refor-mas estruturais, sendo que as atividades arquitetônicas serão realizadas em 2022 e, a partir de
2023, começam a implantação dos conteúdos museológicos.
PRESENTE E FUTURO — Marcelo Besteiro, diretor da ízen e presidente executivo da Ra-ízen Cultura, disse que todo o conteúdo do VER de MUSEU será ligado à energia sustentá-vel. “A proposta é oferecer um museu vivo, que ofereça cons-tantemente discussões atualiza-das sobre este tema de relevân-cia mundial”, destacou. Besteiro explicou que a Raízen deve pro-curar parceiros para a constru-ção do museu no Engenho
Cen-tral. Segundo ele, a Raízen bus-cará apoio com empresas ligadas a Piracicaba ou que tenham o seu perfil de atuação voltado ao tra-balho com energia sustentável.
RESTAURANTES E CA-FÉS – Adolpho Queiroz, secre-tário da Ação Cultural, lem-brou que, além do VER de MU-SEU, existe um estudo que con-templa a abertura de, pelo me-nos, dois restaurantes, dois cafés e uma lanchonete para atender ao público de maneira geral, oferecendo assim diversos atrativos no Engenho Central.
BUS 2 já está disponível nas lojas de aplicativos
Informações em tempo real sobre o transporte público na cidade
Divulgação
A Semuttran (Secretaria Mu-nicipal de Mobilidade Urbana, Trânsito e Transportes ) e a TUPi, em parceria com a empresa Mobi-libus, lançou o Bus 2, aplicativo que irá apresentar em tempo real as informações sobre o transporte público em Piracicaba. Por meio do app, que está disponível nas plata-formas da Google Play e Apple Store, é possível ter acesso à locali-zação, em mapa, dos pontos de pa-radas nas proximidades, consulta à grade horária de todas as linhas em operação e localização em tem-po real dos veículos. Além disso, será possível planejar a viagem en-tre os dois pontos, considerando deslocamentos a pé e utilizando o transporte público, inclusive com informações em tempo real.
TALKBACK — Outra novi-dade fica por conta do recurso de acessibilidade, com acesso facili-tado via TalkBack para previsões de passagem nos pontos próximos; tabela de horários e instruções de-talhadas de como chegar ao seu destino. O Bus 2 possui como re-quisito mínimo de instalação a ver-são Android 5.0 (Lollipop). Caso o usuário possua uma versão anteri-or a esta, é recomendada a consul-ta das informações direto no nave-gador de internet, no link http:// bus2.mobilibus.com/sp/piracicaba/ Para baixar o aplicativo no celular basta escolher um dos links abaixo: Android: https://play.google.com/ store/apps/details?id=br.bus2 Ap-ple Store: https://apps.apAp-ple.com/ br/app/bus2/id1487690526
Comunicação Acipi
ACIPI — Luiz Carlos Furtuoso e Luis Gustavo Berto, durante o lançamento da campanha de prêmios da Associação Comercial e Industrial de
Piracicaba (Acipi). A11
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Data da fundação: 01 de agosto de 1.974
(diário matutino - circulação de terça-feira a domingo)
Fundador e diretor: Evaldo Vicente COMERCIALIZAÇÃO: Gerente: Sidnei Borges SB – Jornais Regionais – EIRELI - 27.859.199/0001-64 Rua Madre Cecilia, 1770 - Piracicaba/SP - CEP 13.400-490
- Tel (19) 2105-8555
IMPRESSÃO: Jornais TRP Ltda, rua Luiz Gama, 144 – CEP 13.424-570
Jardim Caxambu - Piracicaba-SP, tel 3411-3309
Por que, Luciano?
Felipe de Menezes Teresa Cristina Dip Rossi
O
que antes eram rumores e boatos agora foi declarado: o prefeito Luciano Almei-da quer transferir a Biblioteca Municipal e a Pinacoteca Muni-cipal para o Engenho Central. Somos contra. E, por sermos contrários à proposta, gostaría-mos de expor alguns motivos.Primeiro que até agora nem o prefeito nem o seu secretário disseram as razões pelas quais querem desocupar e transferir esses equipamentos culturais. Não encontramos no plano de governo do então candidato a prefeito Luciano Almeida nenhu-ma proposta de desocupação de equipamentos culturais. Muito pelo contrário, dentre as propos-tas para a área da cultura Lucia-no disse que iria “manter os es-paços existentes” e, em outro tre-cho do plano, disse que iria “oti-mizar a utilização de espaços como o Engenho Central, teatros, bibli-oteca e museus”. Isso foi registra-do no TSE. A atual proposta registra-do governo municipal vai justamente em direção contrária ao prometi-do em campanha. Nem seis meses
Os prédios da
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Biblioteca e da
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Pinacoteca são
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prédios históricos
prédios históricos
prédios históricos
prédios históricos
prédios históricos
de eleito, o prefeito resolve fazer justamente o inverso do que disse há poucos meses antes da eleição? Os prédios da Biblioteca e da Pinacoteca são prédios históricos. A Pinacoteca é um próprio pensa-do, projetado para receber expo-sições. Ao longo de todos esses anos foi muito maltratado, está cheio de umidade, precisando de uma reforma digna e de equipa-mentos modernos. O acervo per-manente da Pinacoteca é riquís-simo e guarda obras de grandes pintores piracicabanos. Ali se re-aliza anualmente importantes mostras e exposições dos salões com mais de meio século de vida. A Biblioteca existe desde o século 19 e funcionava no antigo Theatro Santo Estevão como um Gabinete de Leitura. Desde sem-pre a Biblioteca ocupou espaços emprestados e, por isso mesmo, inadequados. Quem não se lem-bra dela ali na Rua do Rosário? Só tem dez anos que a Biblioteca ocupa um espaço pensado, pro-jetado, arquitetado para ela. Se olharmos de cima veremos um livro aberto, arquitetado por João Chaddad. O valor gasto para a construção da nova Biblioteca foi de quase dois milhões - isso só a
obra. Somados a essa quantia se gastou muito com a compra de mobiliários, arquivos deslizan-tes, equipamentos multimídia e poltronas para o anfiteatro etc.
As centenas de quadros que compõe o acervo de obras da Pi-nacoteca bem como os milhares de livros catalogados na Bibliote-ca são materiais que necessitam de iluminação e climatização mui-to bem controladas. A proximi-dade do Engenho com o rio Pira-cicaba e, por conseguinte, a umi-dade poderá deteriorar os mate-riais de grande valor simbólico.
O debate da centralização da cultura é muito antigo, mas parece que não chegou aos atu-ais gestores públicos. O maior erro que se pode cometer hoje em políticas públicas é a centra-lização das atividades. No mapa da cidade, o centro é o único lugar com um número de equi-pamentos culturais a contento. Já nos bairros fora do centro, os equipamentos e, por tabela,
as atividades artístico-culturais, são exíguas. Para que centralizar? O prefeito e o secretário pre-cisam conhecer de perto as dinâ-micas, as programações, os usos que aqueles espaços têm diaria-mente. Ambos precisam se reunir com os funcionários de carreira dos equipamentos, se reunir com as associações da sociedade ci-vil que tenham um trabalho sé-rio e pedir opinião sobre o tema. Não somos contrários a que haja uma outra biblioteca ou uma outra pinacoteca dentro do Enge-nho Central. Somos contrários ao desmanche e a desocupação dos equipamentos que já existem. Por que destruir se podemos preservar? Por fim, precisamos de mais salas para exposições e salas de leitura na periferia da cidade. Que tal construir bibli-otecas públicas nos quatro can-tos de Piracicaba? Que tal cons-truir galerias de arte nas áreas mais necessitadas ao invés de querer juntar e misturar tudo?
Por que, Luciano?
———
Felipe de Menezes e Te-resa Cristina Dip Rossi, in-tegrantes da Frente das Culturas de Piracicaba
culação, substituindo totalmente a adubação nitrogenada. Resulta-do: a soja, de origem asiática, está total-mente adaptada às condições brasileiras e produz 30 vezes mais do que há 3 décadas.
A criação da Em-brapa deu corpo a uma rede, a uma cultura de ino-vação agropecuária. Um siste-ma que reúne instituições cen-tenárias de ensino e pesquisa, como a nossa gloriosa Escola Su-perior de Agricultura Luiz de Queiroz - Esalq, empresas e ins-titutos estaduais de pesquisa, em especial os Institutos Paulistas de Pesquisa Agropecuária, fun-damentais para o incremento da nossa produtividade agrícola.
A Embrapa tem sido funda-mental para inovação da agricul-tura brasileira e será mais im-portante agora, no enfrentamen-to de outro grande desafio: o Brasil, em função das mudanças climáticas, precisará promover a transição de toda a sua agricultu-ra paagricultu-ra bases mais sustentáveis.
A agricultura é uma impor-tante fonte de degradação am-biental e para ser sustentável, será preciso que o agricultor adote práticas que protejam o solo, a água, a fauna e, princi-palmente, a vegetação nativa. O pontapé inicial por essa transi-ção foi dado com a implantatransi-ção do Plano ABC - Agricultura de Baixo Carbono, que objetiva levar ao campo tecnologias de remoção e incorporação do carbono atmos-férico. Quem está liderando a transferência dessas tecnologi-as? Mais uma vez, a Embrapa.
Ao longo dos seus 48 anos de existência, a produção intelectual e a inovação tem sido a sua priori-dade. Somente com tecnologia de ponta poderemos estar em condi-ções de competitividade com o res-to do mundo. Somente com a pes-quisa poderemos alcançar a sus-tentabilidade ambiental e nos mantermos na vanguarda da pro-dução mundial de alimentos.
Segundo Benjamin Frank-lin, "Não há invenção mais ren-tável que a do conhecimento" e o Agro Brasileiro é uma prova disso. Se hoje o setor é respon-sável por 26,6% do PIB nacio-nal, não podemos esquecer, ao comemorar esse sucesso, da importância da Embrapa.
Parabéns Embrapa, a Em-presa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Brasil.
———
Arnaldo Jardim, enge-nheiro civil, deputado federal (Cidadania – SP) Arnaldo Jardim
A
o longo da exis-tência humana, a Ciência tem sido realmente nossa grande aliada e não fal-tam exemplos de des-cobertas e invenções que corroboram essa afirmação. O fogo, aescrita e a roda, tão triviais hoje, trouxeram benefícios extraordiná-rios para os povos antigos. A pól-vora, a bússola e a prensa remo-delaram geopoliticamente o mundo. Sem falar na eletricida-de e no automóvel, que trouxe-ram, no final do século XVIII, co-modidade e bem-estar às socieda-des em processo de urbanização. Na área da saúde, a produ-ção científica sempre esteve a nos-so serviço, seja no desenvolvimen-to da "pasteurização", por exem-plo, que trouxe segurança para a alimentação em geral, seja na des-coberta dos antibióticos, que nos ajudam, até hoje, no enfrenta-mento das infecções bacterianas. Imaginem se não contásse-mos com a inovação para en-frentarmos o Covid-19. Até o surgimento do imunizante con-tra o novo coronavírus, produ-zido em inacreditáveis 10 me-ses, a vacina mais rápida da história foi a da Caxumba, de-senvolvida ao longo de 4 anos. As invenções, entretanto, são resultado de muita observação, de muito estudo e, no mundo com-plexo em que vivemos, de crescen-te investimento em pesquisa cien-tífica. Infelizmente, o Brasil inves-tiu, em 2017, apenas 1,26% do PIB em pesquisa e desenvolvimento (P&D), em contraposição à Coreia do Sul (4,55%), à Alemanha (3%) e aos Estados Unidos (2,79%). Mas nem sempre foi assim.
No início da década de 1970, soubemos investir inteli-gentemente na nossa agricultu-ra e os frutos colhemos até hoje - o país se transformou em uma das maiores potências agrícolas e exportadoras de alimentos do mundo. O marco para essa trans-formação foi a criação, em 1973, da Empresa Brasileira de Pesqui-sa Agropecuária - Embrapa.
Foram dos seus laboratórios que saíram as tecnologias que de-ram origem a Agricultura Tropi-cal, que permitiu o aproveitamen-to de extensas áreas do Cerrado Brasileiro, considerado, até então, impróprio para a agricultura. Des-de sua criação, a empresa assu-miu o desafio de desenvolver um modelo agropecuário genuinamen-te brasileiro, superando as barrei-ras tecnológicas que limitavam a produção em solos de elevada aci-dez. O cultivo da soja no Brasil é um exemplo dessa expertise.
Com o programa de melho-ramento genético da legumino-sa, foi possível desenvolver cul-tivares melhores, adaptadas aos diferentes ecossistemas brasilei-ros, e os estudos sobre nutrição vegetal permitiram a seleção de bactérias mais adequadas à
"Não há
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Viva a Embrapa,
a Ciência e o Agro
Caio Bruno
E
nquanto escrevo esse texto vamos caminhando a passos largos para 430 mil brasileiros que per-deram a vida acometi-dos pela Covid-19. O Brasil continua sendo um dos focos mundiaisda pandemia e a vacinação (que é o que realmente importa) acon-tece em um ritmo muito lento e em alguns lugares parando.
Infelizmente parece que nor-malizamos todo esse estado de catástrofe, milhares de mortes por dia e pandemia e tentamos seguir uma vida normal, ao me-nos é o que o ritmo dos aconteci-mentos políticos vai ditando.
Ao mesmo tempo em que a China, única exportadora de in-sumos para produção de vacinas, retarda mais uma vez o envio dos produtos por hostilização gratui-ta e sem nexo do Palácio do Pla-nalto, no prédio ao lado, no Se-nado Federal acontece a CPI que investiga eventuais omissões do governo. Se terá resultados prá-ticos, não se sabe, mas o que se vê é o palanque mais do que ar-mado já visando as eleições do ano que vem, em discursos si-tuacionistas e oposicionistas.
Boa parcela do grupo prioritário de-finido pelo Ministé-rio da Saúde ainda não tomou a vacina e outra parte sim-plesmente não apa-receu para tomar a segunda dose. Não há previsão de quan-do a população bra-sileira estará imunizada. A va-cinação é condição fundamen-tal para a retomada econômica e melhora da vida das pessoas.
Enquanto países do primei-ro mundo já ensaiam a volta à normalidade, aqui ficamos mer-gulhados em factoides, distrações, irresponsabilidades, tratores e as chacinas nossas de cada dia sem reagir enquanto sociedade.
É muita cortina de fumaça para pouco fogo, no caso, vacina.
———
Caio Bruno, jornalista, especialista em Marke-ting Político. Contato: [email protected]
Muita cortina de
fumaça e pouco fogo
Não há previsão
Não há previsão
Não há previsão
Não há previsão
Não há previsão
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população
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população
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imunizada
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Marisa ZampolliO
último ano tem sido desafiador, não apenas pelo isolamento social, mas por toda a rotina que a Covid-19 obrigou em-presas e pessoas a te-rem. As indústrias que não fecharam,sofre-ram a implicação de redução sig-nificativa de custos fixos, adapta-ções de equipes, além das mudan-ças nos pagamentos de aluguéis de imóveis, apesar de os colabora-dores não habitarem mais seus postos de trabalho regularmente. Aos que continuaram trabalhan-do pela necessidade presencial, obrigatoriamente, tiveram que cri-ar hábitos. Já, do lado da organi-zação, adaptações da realidade cor-porativa foram adotadas. Agora, itens como álcool em gel, másca-ras e um ritual de higienização fre-quente precisam ser seguidas.
Empresas que já utilizavam outros EPIs tiveram que expan-dir os seus investimentos com estes materiais, visto que, a cada 2 horas ou, no máximo, 3 horas, máscaras (as de tecido) necessi-tam ser trocadas — além de ou-tros modelos mais robustos que variam o tempo de troca, e existe a maior utilização de álcool em gel, que deve estar visível e em diversos pontos estratégicos do ambiente. Essa é a regra. Mas neste contexto não há somente restrições. A tecnologia entrou a favor dos profissionais de facili-ties: sensores inteligentes come-çaram a ser aplicados para con-trolar o uso das mesas e espaços de trabalho, sistemas de ilumi-nação e climatização e de higie-nização, diminuindo, significati-vamente, a propagação do vírus pelo ar. As áreas relacionadas às compras/financeiro foram extre-mamente impactadas, afinal, como reduzir custos e comprar mais? Como conciliar este
mo-FFFFFacilities é
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ética, clareza,
ética, clareza,
ética, clareza,
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segurança
segurança
segurança
segurança
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e otimização
e otimização
e otimização
e otimização
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O lado humano do Facilities e a pandemia de Covid-19
mento de restrição or-çamentária? Essas são apenas algumas das questões que encon-tramos e que requere-ram um gerenciamen-to de facilities mais in-teligente e audaciosa, ou seja, o controle da infraestrutura e do bom funcionamento da organização, envolvendo eco-nomia, sustentabilidade, estraté-gia, serviços ao cliente, gestão da energia, operações — e o mais crucial durante uma pandemia — a biossegurança. A gestão de facilities é extremamente impor-tante para garantir o funciona-mento, a produtividade e efici-ência organizacional nas situa-ções mais adversas possíveis. E o lado humano desta área nunca foi tão evidente quanto agora.
Pense no cenário dos hospi-tais que, ao contrário de empresas que puderam diminuir a circula-ção, estes sofreram um aumento significativo no trânsito de pesso-as, beirando, muitas vezes a exaustão e lotação destes ambien-tes. E, ainda que todas as indús-trias precisem de apoio para enca-rar os desafios atuais, nenhum outro setor é tão crucial quanto o da saúde, que precisou criar flu-xos ainda mais específicos, mobi-lizando força de trabalho, dispo-nibilizando abundantes insumos — como ventiladores mecânicos e EPIs — ampliando os leitos de UTIs e construindo hospitais de campanha. Se a área da saúde já tinha ótimas medidas de preven-ção, proteção e minimização de ris-cos para doenças infectocontagio-sas, a Covid-19 exigiu a criação de novos protocolos. Departamentos como recepção, limpeza e manu-tenção hospitalar passaram a ter uma rotina ainda mais rigorosa, cabendo à gestão de facilities o gerenciamento de cada detalhe e adequação de sua infraestrutura, visando segurança de todos os
usuários desses espaços. A higie-nização e a manutenção hospita-lar precisou de um olhar ainda mais minucioso por parte do faci-lities, exigindo adaptações. Além dos protocolos, precisou existir também a garantia de um ambi-ente seguro, com políticas mais severas de controle de infecções e limitações nos espaços compar-tilhados. Quanto à biosseguran-ça, as medidas mais essenciais estão relacionadas à desinfecção dos ambientes, higienização de todas as unidades, segurança e controle de acesso e coleta de re-síduos. Facilities auxilia na in-corporação de soluções para es-ses desafios, de modo a otimi-zar, facilitar e assegurar o de-sempenho e os cuidados com co-laboradores, pacientes e acom-panhantes, quando possível.
Um artigo da Associação Por-tuguesa de Facility Management (APFM) mostra que é fundamen-tal investir na gestão de Facilities, pois “através da participação de todos e da partilha de experiênci-as e boexperiênci-as práticexperiênci-as será possível encontrarmos soluções sobre os tópicos que realmente importam agora, e que poderão abrir portas mais rapidamente em situações futuras”. O texto ainda reforça a importância das iniciativas de pro-teção dos colaboradores e usuári-os dusuári-os espaçusuári-os; de conter a pro-pagação do vírus e de manter as operações em funcionamento com o mínimo de impacto possível.
Como vimos acima, o geren-ciamento coordenado de proces-sos e pessoas é essencial nesse momento. Por isso, utilizar a tec-nologia certa faz a diferença, mi-nimizando os impactos da pan-demia e otimizando as operações. A gestão estratégica e livre de
er-ros — ou quase livre deles — pode ser assegurada de forma a me-lhorar o controle sobre os servi-ços, mapear as atividades que pre-cisam ser realizadas, verificar quais profissionais serão encar-regados pelas tarefas e estimar as necessidades de reparo para manter os espaços em boas con-dições, evitando preocupações desnecessárias, principalmente, nos hospitais, em que a demanda é controlada pelo tempo — ou pela falta dele. Mas, ressaltando que nunca a inteligência tecnológi-ca superará o talento humano de lidar com as adversidades.
Além dos hospitais, desde o início do período de isolamento social, diversos estabelecimentos como os ‘shoppings’ tiveram que se adaptar e mudar a forma de relacionamento com clientes, for-necedores e funcionários: O que fazer com as pessoas? Impossível não pensar nisso! Novas configu-rações de trabalho se tornaram essenciais, como o home office, modelo híbrido, etc. O facilities de todas as indústrias buscaram soluções que integrassem os me-lhores procedimentos para esses setores, especialmente no diz res-peito às definições de protocolos diretos e transparentes, garan-tindo o desenvolvimento das ati-vidades com o máximo possível de estabilidade para os negócios e a preparação das pessoas (equi-pes internas, colaboradores, li-deranças) para os impactos.
Podemos dizer que mais do que gerir um ou vários espaços, serviços, ambientes e estrutu-ras, Facilities é ética, clareza, se-gurança e otimização. É enxer-gar além da experiência e criá-la com profissionalismo e maestria. Valores estes essenciais para a retomada e fortificação dos ne-gócios no fim da pandemia.
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Marisa Zampolli é CEO da MM Soluções Integra-das, engenheira elétrica
Giuliano Pereira D’Abronzo
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entre os estudos sobre a origem do direito, de onde vem sua força impositiva, inúmeros jus filósofos procuram explicar, seja através da conven-ção em contrato social, onde cada um, tacitamente, aceitaria a ideia do direito. Já outros pro-curam buscar na natureza sua fonte primordial. E há outras, muitas outras, que trabalham ora na concepção pautada na norma, na conduta ou no valor. Por óbvio, aqui não é um tra-tado de filosofia sobre o assunto, longe disso. É apenas um exercí-cio de reflexão sobre o assunto.Em relação à ideia do
di-O direito
O direito
O direito
O direito
O direito
à existência
à existência
à existência
à existência
à existência
talvez seja
talvez seja
talvez seja
talvez seja
talvez seja
o maior
o maior
o maior
o maior
o maior
dos direitos
dos direitos
dos direitos
dos direitos
dos direitos
Reflexão sobre o direito natural
reito natural, a ideia seria que antes da normatização do di-reito, haveria um direito ante-rior, um direito que traria a possibilidade de regulamenta-ção, que justificaria a ideia da necessidade de codificação, de regulamentação da vida social. Ora, nada melhor do que buscarmos o entender o que isso significa. E aí surge a pergunta, o que seria o direito natural? Va-mos observar a natureza, já que o termo está aí e entender o que pode ser o direito natural. Seria direito à vida, apenas e tão so-mente? Ora, se for só o direito à vida, após a morte tudo cessaria e nada mais haveria a dizer so-bre quem cumpriu seu papel.
Então, busquemos algo mais. Talvez o direito à existência, e aí, além de estar incluído o direito à vida, também podemos dizer, no caso do ser humano, na preserva-ção de sua memória, daquilo que fez enquanto vivo, principalmente em um dos espectros da cultura.
O direito à existência talvez seja o maior dos direitos. O di-reito que abre as portas para to-dos os demais. Como é possível reivindicar a liberdade, sem a existência? Ou à vida, sem a existência? Ou exercer qualquer outro dos valores declarados como direitos fundamentais sem que a existência seja preservada e protegida? O direito e sua es-fera prática, que são as leis, de-vem visar isso, se se afastarem disso, estarão fugindo da única razão que lhes dá existência.
É um anseio de todo ser hu-mano e são muitos os casos onde a existência digna sobrepôs-se
ao direito à liberdade. Quantos não foram aqueles que abriram mão da liberdade em troca de um ideal, ideal este que deu ra-zão à existência? Ou ainda, quan-tos não deram sua vida por um ideal mostrando que sua existên-cia havia uma razão de ser.
A partir do reconhecimento do direito à existência, a cultu-ra, através do direito, buscou meios de se preservar esse va-lor. Se formos a ver bem, vere-mos que todo arcabouço jurídi-co visa isso, preservar a existên-cia, não só física, mas também o esforço psicológico de quem viveu. Cabe, pois, aos aplicadores do direito, como dever, ou seja, como obrigação auto imposta pelo reconhecimento da impor-tância de se proteger o direito à existência, de buscar respeitar esse valor. Sem isso, caminha-mos para o estado de caos, para a barbárie, a busca pela satisfa-ção pessoal com o uso da força. Que tipo de valores defen-demos?
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Giuliano Pereira D’Abron-zo, bacharel em Direito, servidor público federal
Sexta-feira, 14 de maio de 2021 A3
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Bebel reforça a campanha
para extinção da cobrança
previdenciária de aposentados
Governo do Estado terminou 2020 com R$ 11 bilhões em caixa;
campanha é pela aprovação do PDL 39/2020, de autoria da deputada
Deputada Professora Bebel faz campanha em suas redes sociais pela aprovação do projeto 39/2020
Divulgação
A presidenta da Apeoesp (Sin-dicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Be-bel (PT), vem reforçando a cam-panha nas redes sociais pela apro-vação do Projeto de Decreto Le-gislativo nº 39, de 2020 (PDL 39/ 2020), de sua autoria, que anula a elevação das alíquotas de cobran-ça previdenciária de aposentados e pensionistas. Para a deputada Bebel, “não é justo que o gover-no do Estado de São Paulo, que obteve superávit de R$ 7,7 bi-lhões e terminou o ano de 2020 com R$ 11 bilhões em caixa, con-tinue cobrando essa elevação da alíquota previdenciária”, diz.
Por isso, desde março, inclu-sive, Bebel lançou um abaixo-as-sinado on-line, dirigido aos de-putados que compõem a Assem-bleia Legislativa de São Paulo bas-ta acessar o link: https://secure. avaaz.org/community_petitions/ po/deputados_estaduais_ paulistas_ aprovem_o_pdl_3 92020_pelo_ fim_do_confisco_ salarial_de_ aposentados_e_pensionistas/
A cobrança que vem sendo feita sobre as aposentadorias e pensões dos servidores estaduais vem sendo feita em função de que em 19 de junho do ano passado, após a aprovação da Reforma da Previdência Estadual, que a de-putada Bebel votou contra, o Se-cretário estadual de Projetos, Or-çamento e Gestão, baixou ato ad-ministrativo declarando que a SPPREV está deficitária, sem que tenha feito qualquer prova do ale-gado, elevando a cobrança previ-denciária de aposentados e pen-sionistas do Estado de São Paulo, passando elas a serem feitas so-bre a parcela de sua remunera-ção que ultrapasse o valor do
Sa-lário Mínimo Nacional e não mais sobre o valor que ultrapasse o teto de benefícios pago pelo Regime Geral de Previdência. A medida, de acordo com a deputada Pro-fessora Bebel, foi tomada sem que fosse apresentada prova da exis-tência de déficit atuarial: “o go-verno estadual permitiu a cobran-ça exagerada da contribuição pre-videnciária dos aposentados e pensionistas, o que considera “um verdadeiro confisco”, uma vez que também os aposentados e pensionistas também passaram
a contribuir com alíquotas de 16% ao invés dos 11% que contri-buíam anteriormente”, ressalta. Diante disso, Bebel protoco-lou o PDL 39/2020, que, se apro-vado, cessa a enorme injustiça que o governo João Doria vem come-tendo contra servidores públicos que contribuíram durante longos anos de serviços prestados à soci-edade pelo direito a uma aposen-tadoria digna. “A aprovação do PDL 39/2020 vai devolver aos aposentados e pensionistas a tran-quilidade que pensaram ter
obti-do com sua aposentaobti-doria. Hoje, na quase totalidade dos casos, os valores das aposentadorias dos servidores públicos, bem como das pensões pagas a seus dependen-tes, estão muito aquém de seus di-reitos e de suas necessidades. É sobre esses valores já reduzidos que o governo estadual aplica alíquo-tas abusivas, levando essas pesso-as a uma situação verdadeiramen-te desesperadora, num momento em que deveriam ter condições ao merecido descanso após uma lon-ga vida de trabalho”, ressalta.
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XPLORAÇÃOXPLORAÇÃOXPLORAÇÃOXPLORAÇÃOXPLORAÇÃOSmads e Sesc realizam
ações de combate
Divulgação
A Prefeitura, por meio da Se-cretaria Municipal de Assistên-cia e Desenvolvimento SoAssistên-cial (Smads), realiza ações de cons-cientização durante o mês de maio, mês de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Cri-ança e Adolescente. A primeira atividade acontece em parceria com o Sesc Piracicaba, nesta sex-ta (14), às 10h30, com a convi-dada Ana Paula Luna Sales. O tema do encontro, que será onli-ne, transmitido ao vivo pelo YouTube do Sesc, será Explora-ção Sexual de Crianças e Adoles-centes: 30 Anos de Políticas en-tre a Denúncia e o Erótico.
Ana Paula é doutora em Ciências Sociais e realiza, há mais de 10 anos, pesquisa de campo sobre o trabalho do sexo e as políticas que o envolvem.
No dia 21/05, também uma sexta-feira, às 15h, um novo encontro online está marcado, desta vez com a convidada Ca-roline Arcari, autora do livro Pipo e Fifi, que trata da ques-tão da violência sexual.
Os dois eventos são direcio-nados a todos os atores sociais interessados, profissionais da rede socioassistencial, da edu-cação, da saúde, entre outros.
NÚMEROS – De acordo com o Departamento de Informa-ção, Monitoramento e Avaliação (IMA) da Smads, em 2020 foram atendidos 140 casos de violência e exploração sexual de criança e adolescente em Piracicaba. Em 2019, foram 115 casos. O total de denúncias feitas aos conselhos tutelares em 2020, de todos os ti-pos de violação de direito, que incluem, além da violência sexu-al, abandono, negligência, violên-cia física, psicológica, evasão esco-lar, trabalho infantil, entre outros, foi de 2.870 denúncias. Em 2019, o total foi de 3.167 denúncias.
Para denunciar, não é pre-ciso se identificar. As denúnci-as podem ser feitdenúnci-as em cdenúnci-asos de
suspeita pelos canais Disque 100, Disque 181, Conselhos Tu-telares, delegacias e CREAS. "Com a pandemia, as situações de identificação da violência fo-ram diminuídas, ou seja, esco-la, os ambientes de convívio so-cial e comunitário. Por isso, é muito importante que a socieda-de socieda-denuncie sempre que houver suspeita. Todas as formas de vio-lência afetam muito o crescimen-to saudável", frisou a secretária da Smads, Euclidia Fioravante.
Os casos de violência contra criança e adolescente são atendi-dos no município pelos serviços da Smads, sendo eles as duas unida-des CREAS - Centro de Referência Especializado de Assistência Soci-al, e a Equipe de Proteção Social Especial da Média Complexidade (EPSEMC), do CRAMI. Nos servi-ços da Proteção Social Básica, o trabalho realizado é preventivo.
Ainda para o mês de maio, a Smads prevê ações de conscienti-zação com o público atendido em todos os seus serviços e entidades parceiras, e distribuição de mate-rial da campanha em todas as unidades da Assistência Social, da Atenção Básica de Saúde e ônibus da cidade. A campanha tem como parceira idealizadora, junto à Sma-ds, a Comissão Municipal de Pre-venção e Erradicação do Trabalho Infantil de Piracicaba (COMPETI). HISTÓRIA — Desde 2000, 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Criança e Adoles-cente, com aprovação da Lei Fede-ral 9.970/2000. Nesta data, em 1973, uma menina capixaba de 8 anos, Araceli Crespo, foi seques-trada, espancada, estuprada, drogada e assassinada numa or-gia. Os agressores nunca foram punidos, e o movimento em defe-sa dos direitos das crianças e dos adolescentes ganhou forte mobi-lização. A prática ainda acontece cotidianamente, e a importância do tema se faz bastante atual.
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Pátio da CTR, gerida pela Ambiental, está cheio de rejeitos
Divulgação/CCS
A Cetesb (Companhia Ambi-ental do Estado de São Paulo) proibiu, temporariamente, o rece-bimento de resíduos sólidos na CTR Palmeiras (Central de Tra-tamento de Resíduos) - Ecopar-que. De acordo com documento expedido pela Cetesb, quarta (12), a CTR não possui “áreas sufici-entes, em condições ambiental-mente adequadas para o
armaze-namento desses resíduos”. Com a determinação do órgão fiscali-zador do Estado, a Prefeitura não tem, neste momento, local para destinar os resíduos, o que vai sobrecarregar os Ecopontos. De acordo com Marcos Yas-suo Kamogawa, secretário de De-fesa do Meio Ambiente (Sedema), a decisão vai impactar na gestão dos resíduos no município e pre-ocupa. “A Ambiental começou a receber rejeitos de uma grande empresa e encheu o seu pátio. A Prefeitura já iniciou as tratativas para garantir que a Ambiental volte a prestar os serviços que cons-tam no contrato o mais breve pos-sível”, ressaltou o secretário.
Segundo Kamogawa, por en-quanto, os resíduos terão de per-manecer nos ecopontos, por isso, é necessária a colaboração da po-pulação para que faça o descarte correto nesses equipamentos, de apenas 1 m3 diário por
muníci-pe. No último mês, a Prefeitura realizou a limpeza dos Ecopon-tos do Santo Antonio e do Jar-dim Oriente, dos quais foram retiradas mais de 750 toneladas. Segundo o documento da Cetesb, o recebimento de rejeitos pela CTR só será possível assim que a Piracicaba Ambiental re-gularizar a situação. Para isso,
terá de comprovar o atendimen-to às exigências técnicas cons-tantes no auto de infração e com-provar que possui áreas suficien-tes e em condições adequadas para o armazenamento, bem como comprovar que possui estratégi-as para a pronta destinação final desses resíduos, sem causar pro-blemas de poluição ambiental.
A Prefeitura concluiu, quarta (12), a recuperação de um trecho de pavimento asfáltico na avenida 1° de Agosto, entre os viadutos Francisco Jesuíno Avanzi "Chicão" e João Carmignani "Babico", na Vila Rezende. De acordo com a Secretaria Municipal de Obras (Semob), os serviços realizados no local foram de colocação de massa asfáltica e eliminação de borrachudos, que consistem na remoção de toda camada de pa-vimentação danificada e na re-composição da sua estrutura.
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Desafio é ampliar produção local de alimentos
Nancy Thame, titular da pasta, apresentou planos a vereadores, na tarde de terça (11), em reunião no Salão Nobre da Câmara
Nancy destacou necessidade de investimentos na estrutura da pasta
Guilherme Leite
Décimo nono maior muni-cípio do Estado de São Paulo, Piracicaba produz apenas 9% dos alimentos consumidos pela po-pulação. Esse diagnóstico con-duz o desafio da (Sema) Secre-taria Municipal de Agricultura e Abastecimento em ampliar a produção local e, ao gerar em-prego e renda, oferecer maior se-gurança alimentar, conforme a titular da Pasta, Nancy Thame.
Presidente da Câmara, Gil-mar Rotta (Cidadania) lembrou que o evento é mais de uma de uma série de reuniões entre re-presentantes da Prefeitura e a Câmara, com o objetivo dos vere-adores terem “conhecimento mais detalhado” sobre as propostas da Prefeitura. “Estamos vindo em uma sequência ouvindo os secretá-rios”, disse ao lembrar que o Le-gislativo “está de portas abertas”. Ex-vereadora (atuou na gestão passada, 2017-2020), Nancy detalhou o Plano dos 100 Dias da sua pasta apresentado pela Administração. Também participou do encontro na ter-ça-feira (11) o secretário de Fi-nanças, Artur Costa Santos.
“A gente fica comprando (alimentos) do Rio Grande do Sul e do Nordeste, mas a greve a dos caminhoneiros (em 2018) nos ensinou que a comida precisa estar perto”, disse. Ela avalia que, embora a Zona Rural do Muni-cípio tenha predomínio da cana-de-açúcar, 20% destas terras “estão sendo desenvolvidas” e o risco é que estes locais se tor-nem loteamentos clandestinos.
Nancy critica a ocupação ir-regular por gerar custos ao
po-der público. “Alguém vai lá e cria um condomínio irregular, mas depois vai pedir estrutura (como acesso à água e luz), não dá para ser desta forma”, ressaltou. A secretária enumerou que das 2322 propriedades rurais do Município, 1832 contam com ape-nas quatro hectares, consideradas pequenas. “Elas estão em torno da cidade, ou seja, são os pequenos produtores que podem gerar ren-da, mas precisam ter apoio (do poder público)”, avalia Nancy.
Ela elogiou o Plano Diretor do Município, aprovado em 2019, e lembrou da emenda que introdu-ziu o capítulo específico voltado ao Plano Rural, o qual cria condições de atuação com olhar sobre os pe-quenos produtores agroecológicos
e da agricultura orgânica. “Hoje existe embasamento legal”, disse.
Para ampliar a produção ali-mentícia, a estratégia da Sema é desenvolver programas em torno desta necessidade. Desde iniciati-vas que já existem, como a redu-ção de IPTU para quem cultiva horta em seu terreno (atualmen-te, são 60 isenções registradas), passando por incentivo a partir de compras públicas de pequenos agricultores, incentivo às coope-rativas, ampliação de rede produ-ção de alimentos artesanais, cri-ação de selo, assim como incenti-vo ao turismo rural e outros pro-gramas de preservação ambiental. PASSADO – A secretária também fez um breve panorama sobre o passado da pasta. “A
Sema foi muito conduzida fora do seu objetivo principal, acabou atuando em obras urbanas”, cri-ticou. Responsável pela manu-tenção de 811 quilômetros de es-trada de terra, mais de 140 pon-tes de madeira, a equipe é reduzi-da, com 55 servidores, 32 tercei-rizados e quatro comissionados.
“Nós não temos wi-fi, não tem notebook, para fazer uma reunião on-line tem que ser qua-tro ou cinco pessoas no mesmo computador”, relata, ao destacar que são instrumentos de traba-lho. Ela também defendeu o cri-tério de uso dos espaços, como os 23 varejões sob a responsabili-dade da pasta. “Não são associa-ções, se for usar para outro fim, precisa ter um critério”, destaca.
Vereadores levam propostas
de políticas públicas à Sema
Morador do Distrito de Ártemis, o vereador Josef Borges (Solidariedade) lem-brou que, dentre os proble-mas apresentados por agri-cultores da região, é a falta de água. “Falta para irrigação e, até muitos que produziam, hoje não conseguem mais”, destacou. Ele também defen-deu a implantação de turis-mo rural coturis-mo uma forma de criar emprego e renda, mas também como forma de pre-servação. “É uma coisa que podemos conversar”, disse.
A vereadora Silvia Mo-rales, do mandato coletivo “A Cidade É Sua” (PV), de-fendeu o incentivo ao pe-queno produtor e também do desenvolvimento do tu-rismo rural. “Acho importan-te importan-ter o mapeamento das áreas, mas é tanta coisa que não é em quatro anos que será possível fazer tudo, porque temos também o de-safio do combate aos lotea-mentos irregulares”, disse.
Procuradora Especial da Mulher na Câmara, a verea-dora Rai de Almeida (PT) dis-se que tem obdis-servado a quantidade de mulheres que estão ficando sem trabalho por conta das dificuldades criadas pela pandemia. “Aca-bam sendo as mais atingidas, ainda mais se formos no re-corte social e racial, chega-remos na situação da mulher negra”, aponta. Ela defendeu o investimento em ações de promoção de agroecolo-gia e de agricultura familiar. O vereador Fabricio Po-lezi (Patriota) elogiou a pro-posta de “resgatar as tradi-ções” dentro das propostas da Sema. E solicitou o em-penho da secretária na arti-culação de um projeto que estimula a perfuração de p o ç o a r t e s i a n o , a s s i m como a introdução do pro-jeto Pescar, “que tem o in-tuito de treinar e capacitar cidadãos, inclusive gerando emprego e renda”, disse.
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Controle de zoonose e
mudança em leis impõem
reestruturação do CCZ
Vereadora visitou, nesta semana, a estrutura de bem-estar animal de Campinas
Assessoria parlamentar
O avanço das condições sa-nitárias, com o controle de doen-ças como raiva e leishmaniose, e mudanças na legislação, como a Lei 12.916/2008, que proíbe euta-násia em animais resgatados, im-põem a reestruturação, sob olhar mais amplo, do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). “A gente precisa ter adequações das baias, com um setor específico voltado ao bem-estar animal, que desen-volva campanhas sobre maus-tratos, guarda responsável e cas-tração”, observa a vereadora e protetora dos animais Alessan-dra Bellucci (Republicanos).
Acompanhada pelo veteri-nário Etelcles Mendes, a verea-dora visitou, quarta-feira (12), a estrutura da cidade de Cam-pinas. Lá foi recebida por Vag-ner Bellini, diretor do Setor de Bem-Estar Animal, que deta-lhou o funcionamento do CCZ nos dias de hoje, em que atua em duas frentes. A Unidade de Vigilância de Zoonoses, ligada à Secretaria Municipal de Saú-de, e o Departamento de Prote-ção e Bem-Estar Animal (DP-BEA), como parte do organo-grama da Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente.
“Não dá para dizer que Pira-cicaba vai copiar Campinas, mas viemos aqui para pegar exem-plos”, observou a parlamentar. Alessandra destaca que na estru-tura atual do CCZ do Município, existem apenas baias de conten-ção, sem qualquer estrutura de bem-estar animal, mas que o es-paço tem a possibilidade de criar solário para qualidade de vida.
“Cada cidade está traba-lhando de uma maneira e tem muita coisa que dá para ser aproveitada, só precisamos mo-dernizar algumas coisas”, disse. Alessandra elaborou um projeto de reformulação do CCZ para trabalhar junto à Adminis-tração Municipal. Nesta propos-ta, a unidade de vigilância de zoonoses teria reservado um es-paço mais reduzido, já que nos últimos cinco anos, são cerca de apenas 10 casos anuais de raiva outras doenças verificadas em animais. Desta forma, os atuais oito médicos veterinários pode-riam ter mais condições de reali-zar trabalho de castração e pre-venção para inibir o abandono.
Já a estrutura do setor de bem-estar animal prevê cons-trução de solários e implanta-ção de serviço “leva-traz” para locomoção para castração de animais que residem em bair-ros carentes e distantes.
Ainda no projeto de rees-truturação apresentado pela ve-readora, ela detalha que todo o foco é em torno de reduzir o número de animais de rua, cri-ando ações com esse objetivo. A proposta envolve campanhas de educação e conscientização, im-postos para venda e comerciali-zação de animais, censo, com chipagem e cadastro PET unifi-cado e aplicação de penalidades. “Devemos também obser-var que há uma mudança da cultura. O animal, hoje, é visto como membro da família, ga-nham um espaço que eles não tinham”, avalia Alessandra.
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Prefeitura define plenárias regionais
Primeira reunião será segunda (17), às 19h, no Cras São José, avenida Demosthenes Santos Corrêa, 1.333, Jaraguá
A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Gover-no, já definiu as plenárias regi-onais do Orçamento Participa-tivo (OP) 2021, que incluem as regiões Oeste, Leste, Norte, Sul, Centro e Rural. A primeira reu-nião será realizada na próxima segunda (17), às 19h, no Cras (Centro de Referência de Assis-tência Social) São José, localiza-do na avenida Demosthenes San-tos Corrêa, 1.333, no Jaraguá.
As reuniões começam às 19h e têm por objetivo manter contato com a comunidade, associações, entidades civis organizadas, no sentido de coletar demandas so-bre investimentos, manutenção e serviços públicos. Devido à pan-demia, serão respeitados todos os protocolos sanitários de combate à Covid-19, como distanciamento social e o uso obrigatório de más-caras, com limite de 20 pessoas.
As plenárias são abertas à participação da população que deverá apresentar as demandas por escrito em duas vias, sendo uma delas utilizada para a rea-lização da leitura aos presentes e a outra entregue à coordena-ção da plenária. O participante da reunião que tenha assinado a lista de presença está habilita-do a participar habilita-do Congresso habilita-do OP com direito a voz e voto.
Caso as demandas apresen-tadas na plenária tenham algum aditamento ou acréscimo, o parti-cipante poderá encaminhar os res-pectivos acréscimos, até cinco dias úteis após a data de realização da plenária, à Secretaria Municipal de Governo ou à Coordenação Pari-tária do Conselho Municipal do Orçamento Participativo, por in-termédio de ofício/carta ou e-mail [email protected] .
Quadro plenárias regionais do Orçamento Participativo 2021
Prefeitura/CCS
SAIBA MAIS – O OP (Or-çamento Participativo) é um me-canismo governamental de demo-cracia participativa que permite aos cidadãos influenciar ou deci-dir sobre os orçamentos públicos
de prefeituras municipais para as-suntos locais, por meio de proces-sos de participação da comunida-de. O OP pode melhorar a distri-buição dos recursos públicos da sociedade, considerando as
prin-cipais necessidades da população e assim, contribuir em melhorias nos indicadores econômicos e so-ciais (saúde, educação, seguran-ça, saneamento, etc), promoven-do o desenvolvimento econômico.
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curso profissionalizante
Estão abertas as inscrições para o curso remoto de auxiliar administrativo às pessoas com deficiência de Piracicaba. A ação, totalmente gratuita, é uma parceria entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Centro Pau-la Souza, com o apoio do Centro de Tecnologia e Inovação e do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de Piracicaba.
O curso terá carga horária de 60 horas, realizado em 12 dias, sendo 4 horas por dia, de segunda a sexta-feira, e é acessí-vel com interpretação de Libras, material adaptado e linguagem simples. As aulas têm início em 26 de maio e as pessoas com de-ficiência com mais de 18 anos devem se inscrever até o dia 17.
Além desse curso para Pi-racicaba, o vereador André Ban-deira (PSDB), presidente do Fó-rum Municipal Permanente da Pessoa com Deficiência, desta-ca que a secretaria estadual, em seu site, oferece outras qualifi-cações em áreas específicas.
De acordo com a Base de Da-dos Da-dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Piracicaba tem 25.309 pessoas com deficiência e, segun-do o Caged, 209 pessoas com defi-ciência foram admitidas em em-pregos formais no município e 375 desligadas ao longo de 2020.
SERVIÇO
M a i s i n f o r m a ç õ e s e i n s -crições podem ser feitas n o s i t e h t t p s : / / w w w . pessoacomdeficiencia.sp.gov.br.
CAMPANHA DE ALIMENTOS
Apoiada pela Uniodonto Pi-racicaba, a campanha de arrecadação de alimentos durante a pandemia está al-cançando engajamento dos cirurgiões-dentistas, da so-ciedade em geral e também das empresas que contra-tam seus planos odontoló-gicos. Uma importante par-ticipação foi da Hwashin Fabricantes de Peças Au-tomotivas do Brasil, que
mobilizou seus funcionári-os. Na foto, gestores e di-retores da empresa: Fer-nanda Capdevila, Renata dos Santos (enfermagem), Young Sub Han (presiden-te), Jae Oh Hwang (diretor de RH), Márcio Garcia (ge-rente de RH) e Érica Láza-ro. A arrecadação é entregue posteriormente ao Fundo Social de Solidariedade atra-vés do Banco de Alimentos.
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OLIDARIEDADE
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Unimed Piracicaba renova a
parceria com o Fundo Social
O acordo segue desde meados de 2014 e a Unimed Piracicaba já
doou mais de 400 mil unidades, beneficiando os mais necessitados
A primeira-dama, Andréa Almeida, entre Juliano Padovani, Walter Checoli, Carlos Joussef, Mara Ferraz, Carlos Cury e Sérgio Furtuoso
Filipe Paes/Studio47
A diretoria da Unimed Pira-cicaba recebeu a primeira-dama e presidente do Fussp (Fundo Social de Solidariedade de Pira-cicaba), Andréa Almeida, para renovar a parceria de um ano com o órgão municipal, que pre-vê o repasse mensal de cinco mil fraldas geriátricas para famílias carentes da cidade. O acordo, que segue desde meados de 2014, já doou mais de 400 mil unidades. Para o presidente da Coope-rativa, Carlos Joussef, a doação representa o compromisso da Instituição com a população pi-racicabana. “Incentivar ações como essa, demonstra a respon-sabilidade social e o comprometi-mento da Unimed Piracicaba com a saúde e o bem-estar de todos”. O dirigente disse, ainda, que é preciso retribuir à comunidade a confiança na marca Unimed Pira-cicaba, que, este ano, completa 51 anos de fundação. “A cidade sem-pre nos apoiou. Por isso, nada mais justo que compartilhar esse
respeito por meio de inciativas so-ciais que contribuam com todos”. Segundo Andréa, a parce-ria é mais que positiva e acon-tece num momento
importan-te, já que, por conta da pande-mia e desaceleração da econo-mia, tem sido cada vez maior a quantidade de dependentes do item. “A doação representa
mui-to para as famílias cadastradas no CRAS (Centro de Referência da Assistência Social). Agrade-ço demais a Unimed Piracicaba por mais este auxílio”, finalizou.
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nas estruturas das secretarias
A modificação na estrutura administrativa de três secretarias municipais será discutida na Câ-mara Municipal de Piracicaba em uma audiência pública, no Ple-nário Francisco Antonio Coelho, ainda este mês. Para alinhar as principais dúvidas propostas pelo Executivo, vereadores que integram três comissões no Le-gislativo piracicabano se reuni-ram nesta quarta-feira (12).
Em tramitação na Câmara desde 11 de fevereiro, o projeto de lei 31/2021 altera a Secretaria Mu-nicipal de Governo e Desenvolvi-mento Econômico para Secretaria de Governo; a SemacTur (Ação Cultural e Turismo) para Semac (Ação Cultural); e a Semtre (Traba-lho e Renda) para Semdettur (De-senvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo), incorporando uma Di-retoria de Turismo. A Secretaria de Trânsito e Transportes será Secre-taria de Mobilidade Urbana, Trân-sito e Transportes, mantendo a si-gla Semuttran. Também foi pro-posta a extinção do cargo de co-ordenador do Aquário Municipal. Embora o projeto tenha rece-bido parecer favorável da Comis-são de Legislação, Justiça e Re-dação, antes que a votação do projeto seja feita em plenário por todos os vereadores, é preciso ain-da a análise ain-das comissões de Obras, Serviços Públicos e Ativi-dades Privadas; Educação, Espor-tes, Cultura, Ciência e Tecnolo-gia; e de Finanças e Orçamento. Como os integrantes destas três comissões possuem dúvidas sobre as alterações nas secretari-as, eles optaram por apresentar requerimento para a realização da audiência pública, que estava pre-vista para 15 de março, porém, não pode ser realizada em função de restrições de decreto munici-pal em prevenção à Covid-19.
Segundo o vereador Pedro Kawai (PSDB), que preside a Co-missão de Obras, Serviços Públi-cos e Atividades Privadas, é im-prescindível que os integrantes do Executivo expliquem à Câmara a fusão. “É uma modificação apa-rentemente simples, mas não é apenas uma alteração no nome. São vários questionamentos e es-peramos esclarecê-los na audiên-cia pública, para que os vereado-res votem com tranquilidade o projeto, nos vários setores, seja no turismo, no trabalho e renda, na empregabilidade, na cultura e tan-tos outros assuntan-tos. O principal risco é de o enfraquecer um seg-mento, seja ele qual for”, disse.
O vereador Acácio Godoy, re-lator da Comissão de Finanças e Orçamento, disse que as dúvidas são sobre o organograma de tra-balho das secretarias e a execu-ção do orçamento previsto para cada uma delas. “Entendemos que cada secretaria tem a sua im-portância e não queremos que ne-nhuma perca relevância ou raio de ação, como departamento de uma outra secretaria maior.”
Em tramitação desde 11 de fevereiro, projeto de lei 31/2021 altera estrutura administrativa de três secretarias municipais
Davi Negri
Da Comissão de Educação, Esportes, Cultura, Ciência e Tec-nologia, participaram da reunião nesta quarta os vereadores Rai de Almeida (PT), que a preside, e Thiago Ribeiro (PSC), relator. Conforme Rai, falta ao Executi-vo a definição de um projeto de políticas públicas na fusão das secretarias. “Corre-se o risco de perda na qualidade da implemen-tação de outras políticas públicas. Tanto a Semtre, quanto a Secre-taria de Turismo, podem perder autonomia ou foco de atuação”, classificou Rai de Almeida.
Para a audiência, cuja data deve ser definida em breve, serão convocados os secretários Carlos Beltrame (Governo e Desenvolvi-mento Econômico), Adolpho Quei-roz (Ação Cultural e Turismo), José Luiz Guidotti Júnior (Trabalho e Renda) e o procurador-geral Fábio Ferreira de Moura. Representan-tes do Conselho das Entidades Sin-dicais de Piracicaba, do Conselho Municipal de Cultura, do Conse-lho Municipal do TrabaConse-lho, Empre-go e Renda e do Conselho Munici-pal de Turismo serão convidados. O convite também foi feito aos representantes da Acipi (Associa-ção Comercial e Industrial de Pira-cicaba), do Simespi (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecâni-cas, de Material Elétrico, Eletrôni-co, Siderúrgicas, Fundições e Simi-lares de Piracicaba e Região), da Aplafar, da Coplacana, da Frente das Culturas e do Conselho Muni-cipal da Pessoa com Deficiência.
TRAMITAÇÃO – O projeto de lei do Executivo recebeu pare-cer favorável da Comissão de Le-gislação, Justiça e Redação, pro-ferido em 23 de fevereiro, pelos ve-readores Josef Borges (Solidarie-dade), presidente; André Bandei-ra (PSDB), relator; e Laércio Tre-visan Jr. (PL), membro. Os mem-bros da comissão mencionam que as mudanças não acarretam au-mento de despesa e que a iniciati-va das leis que dispõem sobre cri-ação, estruturação e atribuições de órgãos de administração pú-blica é competência do Executivo. Também com parecer positi-vo da mesma comissão, emitido em 27 de abril, está a mensagem modificativa que o prefeito Lucia-no Almeida (Democratas) enviou à Câmara. Nela, o chefe do Execu-tivo propõe nova redação ao arti-go 15 do texto original, para dar continuidade, enquanto o proje-to de lei não é votado em plená-rio, à execução de nove ações pre-vistas na atual Lei Orçamentá-ria Anual que estão vinculadas originalmente às estruturas que podem passar por reorganização. O Instituto Conespi (Conselho das Entidades Sindicais de Piraci-caba) também procurou a Câma-ra paCâma-ra manifestar preocupação com a alteração da ida da Semtre para a Semdettur. A diretoria da entidade disse que o Executivo teria enviado o projeto antes de conver-sar com as categorias envolvidas.
A Câmara Municipal de Pi-racicaba promoverá audiência pública, no próximo dia 26, às 14h, com o objetivo de conhecer e discutir ações de educação para o trânsito, incluindo polí-ticas públicas para a cidade.
A iniciativa partiu do vereador Gustavo Pompeo (Avante), que pre-side o Fórum Permanente sobre Educação para o Trânsito, instituí-do no Legislativo em 2017. Está con-vocado a participar o secretário municipal de Trânsito e Transpor-tes, José Vicente Caixeta Filho, e convidados o prefeito Luciano Al-meida (DEM) e demais autoridades.
No requerimento 468/ 2021, aprovado na 13ª reunião extraordinária, segunda-feira (10), Pompeo destaca que maio é o mês de conscientização no trânsito, o que motiva, inclu-sive, a campanha "Maio Ama-relo", "cujo objetivo é uma ação coordenada entre o poder público e a sociedade civil, ten-do a intenção de colocar em pauta a segurança viária e en-volver os mais diversos seg-mentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e soci-edade civil organizada".
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RÂNSITORÂNSITORÂNSITORÂNSITORÂNSITOAudiência, no dia 26, tratará
de propostas para educação
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ONTEIROONTEIROONTEIROONTEIROONTEIROApós indicação, Kawai faz pedido
de bebedouro com requerimento
Sem resposta da prefeitura desde 25 de janeiro, quando protocolou a indicação 612/ 2021, o vereador Pedro Kawai (PSDB) está utilizando recurso legal para garantir resposta do governo municipal sobre pedi-do para a melhorias na praça Kiyoshi Mizuhira, localizada no cruzamento das ruas Marechal Deodoro da Fonseca e Irineu Lo-randi, no bairro Vila Monteiro.
De acordo com o verea-dor, o recurso é previsto na legislação municipal e federal que garante o acesso à infor-mação e só é utilizado quan-do os meios convencionais não surtem o resultado dese-jado. “Nenhum ofício,
telefo-nema ou e-mail foram feitos para o nosso gabinete”, disse. No início do ano, Kawai soli-citou a instalação de um bebedou-ro junto à academia ao ar livre, além da manutenção periódica daquele espaço público. Passados mais de cem dias desde que for-malizou o pedido, o parlamentar decidiu utilizar o expediente do re-querimento, o qual deve ser respon-dido no máximo em quinze dias.
“A comunidade não merece ser ignorada. Se um bebedouro é algo inviável para quem utiliza a academia, a prefeitura deveria ter respondido que não seria possível atender, mas deixar as pessoas sem respostas é, no mínimo, uma atitude deselegante”, concluiu.
SANTA RITA
A rua Jordano Doimo, no bairro Santa Rita, foi asfal-tada pela Prefeitura este mês. O serviço havia sido solicitado pelo vereador An-dré Bandeira (PSDB) por meio de indicações e ofíci-os. As proposituras 3.166/ 2019 e 284/2020 foram tivadas por pedido dos mo-radores para melhorias como cascalhamento,
nive-lamento da rua e construção de guia, devido à dificuldade de passagem de veículos e pedestres no local. O parla-mentar solicitou o serviço no endereço em 2019. Em con-versa com o secretário de Obras, em 2020, o vereador pediu providências novamen-te porque o cascalho não ti-nha solucionado os proble-mas do tráfego na região.