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Revista de Imprensa06-10-2010
3 1 - Agência Financeira Online, 31-07-2010, Marsans condenada a pagar reembolsos
4 2 - Briefing Online, 31-07-2010, Marsans/Turismo: Comissão Arbitral aciona caução em mais 8 de 11 reclamações
5 3 - Destak.pt, 31-07-2010, Comissão Arbitral acciona caução em mais 8 de 11 reclamações
6 4 - Diário de Notícias da Madeira.pt, 31-07-2010, Comissão Arbitral condena Marsans a pagar reembolsos em oito reclamações
7 5 - Empresa Directo.com, 31-07-2010, Marsans condenada a pagar reembolsos
8 6 - Portugal News (The), 31-07-2010, Vila Vita wins leading travel award
9 7 - Presstur.com, 31-07-2010, Comissão Arbitral acciona caução da Marsans em mais oito reclamações de clientes
10 8 - Rádio Sim.pt, 31-07-2010, Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas
11 9 - Renascença Online, 31-07-2010, Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas
12 10 - RFM Online, 31-07-2010, Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas
13 11 - SIC Online, 31-07-2010, Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas
14 12 - Tv Net Online, 31-07-2010, Marsans condenada a reembolsar clientes
15 13 - TVI 24, 31-07-2010, Marsans em Portugal
16 14 - Diário Económico, 30-07-2010, Camionistas desafiam governo e param Grécia pelo quarto dia
18 15 - Primeiro de Janeiro (O), 30-07-2010, Caraíbas e Cabo Verde nas preferências
21 16 - Terras da Beira, 29-07-2010, Viagens Marsans...
22 17 - turisver.com, 29-07-2010, Revista Turisver de 20 de Julho já está online
23 18 - Açoriano Oriental, 27-07-2010, Outra corrida, outra viagem
24 19 - Diabo (O), 27-07-2010, Açgarve com falta de turistas
27 20 - ambitur.pt, 26-07-2010, Volta à Imprensa: "Governo admite que TAP não resistirá a uma nova crise"
28 21 - Diário de Viseu, 26-07-2010, Viagens Marsans...
29 22 - Jornal de Negócios, 26-07-2010, APAVT quer expulsar operador da Marsans
30 23 - Publituris, 26-07-2010, Rede DViagem cresce... com Marsans
32 24 - RH Turismo.net, 26-07-2010, APAVT inicia processo disciplinar contra Mundicolor
33 25 - turisver.com, 26-07-2010, APAVT inicia processo disciplinar contra Mundicolor
34 26 - Público, 25-07-2010, Portugal perde 3,6 milhões de dormidas de estrangeiros
37 27 - Público Online, 25-07-2010, Portugal perde 3,6 milhões de dormidas de estrangeiros
39 28 - Público, 24-07-2010, Quem tem medo de ir de férias?
41 29 - RH Turismo.net, 24-07-2010, APAVT instaura processo disciplinar à Mundicolor
Agência Financeira Online , 31-07-2010 Marsans condenada a pagar reembolsos
Comissão Arbitral das Agências de Viagens accionou caução da agência espanhola
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu accionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações relativas à Marsans.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de acionamento de caução.
Há dez dias, a estrutura apreciou sete reclamações por incumprimento da agência Marsans, tendo deliberado accionar a respectiva caução em três dos processos.
À reunião de sexta feira faltou o representante da Marsans Lusitana. A próxima está agendada para 13 de agosto.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
Briefing Online , 31-07-2010
Marsans/Turismo: Comissão Arbitral aciona caução em mais 8 de 11 reclamações 31-Jul-2010
Lisboa, 31 jul (Lusa) - A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu acionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações relativas à Marsans.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de acionamento de caução.
Há dez dias, a estrutura apreciou sete reclamações por "incumprimento da agência Marsans", tendo deliberado "acionar a respetiva caução em três dos processos".
À reunião de sexta feira faltou o representante da Marsans Lusitana. A próxima está agendada para 13 de agosto.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
ER/NYD/CSJ/ICO.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico *** Lusa/Fim.
Destak.pt , 31-07-2010
Comissão Arbitral acciona caução em mais 8 de 11 reclamações Marsans/Turismo
31 | 07 | 2010 15.07H
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu accionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta-feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações relativas à Marsans.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de accionamento de caução.
Há dez dias, a estrutura apreciou sete reclamações por "incumprimento da agência Marsans", tendo deliberado "accionar a respectiva caução em três dos processos".
À reunião de sexta-feira faltou o representante da Marsans Lusitana. A próxima está agendada para 13 de Agosto.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direcção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
Destak/Lusa |
Diário de Notícias da Madeira.pt , 31-07-2010
Comissão Arbitral condena Marsans a pagar reembolsos em oito reclamações
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu acionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta-feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações relativas à Marsans.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de accionamento de caução.
Há dez dias, a estrutura apreciou sete reclamações por "incumprimento da agência Marsans", tendo deliberado "acionar a respetiva caução em três dos processos".
À reunião de sexta feira faltou o representante da Marsans Lusitana. A próxima está agendada para 13 de Agosto.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direcção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
Empresa Directo.com , 31-07-2010 Marsans condenada a pagar reembolsos Notícia agenciafinanceira.com
(31/07/10)-(Agência Financeira) A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu accionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações relativas à Marsans.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de acionamento de caução.
Há dez dias, a estrutura apreciou sete reclamações por incumprimento da agência Marsans, tendo deliberado accionar a respectiva caução em três dos processos.
À reunião de sexta feira faltou o representante da Marsans Lusitana. A próxima está agendada para 13 de agosto.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
Redacção
Tiragem: 20074 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
Pág: 12
Cores: Preto e Branco Área: 8,69 x 10,87 cm² Corte: 1 de 1
ID: 31271794 31-07-2010
Presstur.com , 31-07-2010
Comissão Arbitral acciona caução da Marsans em mais oito reclamações de clientes
Presstur 31-07-2010 (08h12) A Comissão Arbitral das Agências de Viagens, entidade presidida pelo Turismo de Portugal para analisar reclamações de clientes de viagens organizadas, anunciou que ontem, de novo sem a presença do representante da Marsans Lusitana, deliberou accionar a caução da agência de viagens em mais oito processos de reclamações por incumprimento.
O comunicado indica que no total analisou onze "reclamações relativas a viagens nas quais esteve em causa a verificação de incumprimento da agência Marsans" e que em relação a oito deliberou "condenar a agência no pagamento dos reembolsos aos reclamantes" e "accionar a caução da agência".
A Comissão Arbitral diz ainda que volta a reunir-se a 13 de Agosto e que "até ao momento" decidiu "26 casos de pedidos de accionamento de caução".
O comunicado não faz referência a eventuais accionamentos de caução de operadores turísticos, mas fontes do PressTUR garantem que em anteriores reuniões voltou a pronunciar-se nesse sentido, o que tem levado a APAVT a recusar-se a assinar os comunicados e a anunciar que vai procurar anular essas decisões.
A primeira reunião da Comissão Arbitral em que foram analisadas reclamações de clientes da Marsans Lusitana foi a 14 de Julho e a APAVT recusou "liminarmente" subscrever o comunicado, onde se dizia que vão ser notificados os operadores turísticos, "nos casos em que tal caiba", para "pagarem a quantia que vier a ser fixada pela Comissão Arbitral" (clique para ler:).
Fontes do mercado relataram ao PressTUR que o primeiro caso em que a Comissão Arbitral se pronunciou no sentido de accionar a caução de um operador diz respeito a uma reclamação em que a Marsans Lusiatana apenas apresentou ao cliente um "status de reserva" e não pagou não ao fornecedor.
A informação a que o PressTUR teve acesso indicava que inclusivamente a Marsans comunicou ao cliente que não iria ter a viagem comprada menos de 24 horas de lhe ter cobrado a segunda tranche do pagamento do pacote, no valor de 1.465 euros, e que esse caso deu-se no fim de semana em que as lojas da rede foram encerradas por decisão do director-geral, José Vicente Semper (clique para ler:).
Fontes do sector disseram ao PressTUR que já houve mais casos em que a Comissão Arbitral também decidiu avançar para a caução de operadores e que pelo menos em dois dos casos está explicitado nos documentos que se trata de reservas cuja aceitação está condicionada ao pagamento do respectivo preço.
A maioria da Comissão Arbitral (Turismo de Portugal, DECO e Direcção-Geral do Consumidor) tem invocado o princípio da "responsabilidade solidária".
Fontes do PressTUR revelaram que embora partilhe da aplicação desse princípio, a DECO defendeu que a responsabilização dos operadores apenas deve ocorrer quando a garantia da agência "não se revelar suficiente" e afirmou que nesse caso seria uma situação que "revela responsabilidade do Estado por inadequação de meios que garantam o cumprimento desta norma".
Como já é público, a caução da Marsans Lusitana é de 25 mil euros, um montante que o Turismo de Portugal justificou com uma interpretação da Lei das Agências de Viagens que restringe o cálculo do montante em função das vendas de viagens organizadas "in house", e não à totalidade das vendas de viagens organizadas (clique para ler:).
Enquanto em Portugal a gestão da Marsans Lusitana prima pela "ausência", das reuniões da Comissão Arbitral como das orientações às lojas, em Espanha a casa-mãe avançou para o despedimento da totalidade do pessoal a partir de hoje (clique para ler: Trabalhadores da Viagens Marsans Espanha ficam sem emprego a partir de 31 de Julho).
Fonte da Marsans Lusiatana dizem ao PressTUR que em Portugal também os trabalhadores, que estão sem salários, apenas permanecem ao serviço para resolver problemas de clientes que têm bilhetes de avião mas que não poderão viajar por ter sido pedidos reembolsos, mas que já comunicaram à empresa que vão cessar a prestação de trabalho (clique para ler:e). Clique para mais notícias:
Rádio Sim.pt , 31-07-2010
Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas 31-07-2010 10:24:01
Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu accionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta-feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de accionamento de caução.
Na origem da polémica estiveram dezenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à rede Marsans e que não puderam viajar quando previsto, já que a rede mandou fechar as 30 lojas em Portugal sem emitir "vouchers" e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direcção Geral do Consumidor. A próxima reunião está agendada para 13 de Agosto.
Renascença Online , 31-07-2010
Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas Inserido em 31-07-2010 10:24
Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu accionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta-feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de accionamento de caução.
Na origem da polémica estiveram dezenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à rede Marsans e que não puderam viajar quando previsto, já que a rede mandou fechar as 30 lojas em Portugal sem emitir "vouchers" e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direcção Geral do Consumidor. A próxima reunião está agendada para 13 de Agosto.
RFM Online , 31-07-2010
Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas 31-07-2010 10:24:01
Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu accionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta-feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de accionamento de caução.
Na origem da polémica estiveram dezenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à rede Marsans e que não puderam viajar quando previsto, já que a rede mandou fechar as 30 lojas em Portugal sem emitir "vouchers" e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direcção Geral do Consumidor. A próxima reunião está agendada para 13 de Agosto.
SIC Online , 31-07-2010
Marsans obrigada a pagar reembolsos em 8 das 11 reclamações analisadas
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens condenou a Marsans a pagar os reembolsos aos clientes em oito de 11 reclamações analisadas, pelo que decidiu acionar a caução da agência espanhola.
A informação consta de um comunicado divulgado pelo Turismo de Portugal, em cujas instalações se reuniu, na sexta feira, a Comissão Arbitral, para analisar as reclamações relativas à Marsans.
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de acionamento de caução.
Há dez dias, a estrutura apreciou sete reclamações por "incumprimento da agência Marsans", tendo deliberado"acionar a respetiva caução em três dos processos".
À reunião de sexta feira faltou o representante da Marsans Lusitana. A próxima está agendada para 13 de agosto.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens (para o caso Marsans) integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico) Lusa
Tv Net Online , 31-07-2010
Marsans condenada a reembolsar clientes
Até ao momento, a Comissão Arbitral decidiu 26 casos de pedidos de accionamento de caução.
A Comissão Arbitral das Agências de Viagens para o caso Marsans integra ainda representantes do Turismo de Portugal, da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores, da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo e da Direção Geral do Consumidor.
Centenas de pessoas que compraram pacotes de viagens à Marsans ficaram, recentemente, sem poder viajar, já que a empresa mandou fechar 30 lojas em Portugal, sem emitir voucher e sem pagar aos operadores.
O valor total da caução depositada pela Marsans é de 25 mil euros. Mais de 300 reclamações foram recebidas no Turismo de Portugal.
RM
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TVI 24 - Notícias , 31-07-2010 Marsans em Portugal
Hora:9:00:00 Duração:00:00:47
A Marsans terá de reembolsar mais oito clientes. Uma decisão da Comissão Arbitral das Agências de Viagens de que fazem parte a Defesa do Consumidor, a APAVT e o Turismo de Portugal.
Tiragem: 22066 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 22 Cores: Cor Área: 26,48 x 31,24 cm² Corte: 1 de 2 ID: 31259532 30-07-2010
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Tiragem: 22066 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 23 Cores: Cor Área: 26,92 x 24,86 cm² Corte: 2 de 2 ID: 31259532 30-07-2010
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Tiragem: 20000 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 2
Cores: Preto e Branco Área: 28,06 x 34,17 cm² Corte: 1 de 3
ID: 31262754 30-07-2010
Crise não impede portugueses de irem de férias. O Primeiro de Janeiro foi saber qual a realidade de algumas agências de viagens. Susana Costa
Muitos portugueses, apesar da crise, não abdicam das suas férias no estrangeiro. Sónia Cacho, da Viages Iberia, revela que “já se
fi-zeram mais vendas do que no ano passado”. Paulo Fortunato,
técni-co de turismo da Haltécni-con Viagens, considera que a procura se mante-ve “num nímante-vel aceitámante-vel”. Na Top Atlântico, agência do Grupo Espíri-to SanEspíri-to, “as reservas estão ao
ní-vel das expetativas e os portugue-ses continuam a fazer reservas”,
afirma fonte da agência. Em relação ao período mais procurado, Sónia Cacho diz serem os meses de Julho, Agosto e o início de Setembro, “por
ser mais barato”.
Face à conjuntura económica, as três agências lançaram promoções para atrair clientes. Entre outras campanhas, a Halcon lançou o car-tão de crédito Halcon Viagens que proporciona três meses sem juros na aquisição de serviços nas lojas da rede. Paulo Fortunato explica que
“não sendo uma novidade”,
trata-se de uma mais-valia para o consu-midor. Na Top Atlântico, o tema da campanha com vista à promoção de destinos de Verão é «Férias de Primeira Necessidade», na qual são apresentadas propostas de destinos de qualidade “a preços
especial-mente convidativos que permitem aos portugueses passarem as suas férias nos locais que desejam”,
es-clarece fonte desta agência. E os destinos mais procurados, quais são? Na Top Atlântico, as preferências têm sido Cabo Verde, Caraíbas, Madeira, Porto Santo e Algarve. Da parte da Halcon, Pau-lo Fortunato, diz que “os Açores e
a Madeira, as Ilhas espanholas, Cabo Verde, o Brasil e as Caraíbas continuam a ser os mercados re-cetores para a maioria dos turistas portugueses”. Sónia Cacho
con-ta que, na Viages Iberia, “a maior
procura é para as Caraíbas, as ilhas espanholas e a Tunísia”.
Nas três agências de viagens, o Verão é sinónimo de férias no es-trangeiro. Mas, como comenta fon-te da Top Atlântico, esfon-te é também
“o período em que os portugueses mais se deslocam dentro de Por-tugal, sobretudo para as zonas balneares”. Paulo Fortunato
acre-dita que os portugueses “cada vez
mais viajarão além fronteiras”.
Sónia Cacho é da opinião que o
“«outgoing» tem muita saída e até já há quem prefira ir para Palma de Maiorca do que para o Algar-ve, porque acaba por ser mais ba-rato”, declara.
Agências de viagens com campanhas para promover destinos de Verão
Caraíbas e Cabo Verde
nas preferências
«Caso Marsans»
Vida difícil para algumas agências A agência de viagens Marsans entrou, há duas semanas, com uma ação de insolvência. A rede mandou fechar cerca de 30 lojas, deixando «em terra» dezenas de consumidores que compraram pacotes de viagens à companhia e acabaram por não poder viajar. A Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT) aconselhou os clientes que se sentissem lesados por esta
rede a fazer uma reclamação dirigida ao Provedor do Clien-te das Agências de Viagem e Turismo, à Comissão Arbitral do Turismo de Portugal ou aos tribunais. Em comunicado, a APAVT informou que abriu um “processo disciplinar
ten-dente à expulsão da Marsans”
da sua lista de associados por-que “práticas destas não são
admitidas”, podia ainda ler-se
no mesmo documento. A Viagens Marsans S.A., criada em 1910, foi a primeira agência de viagens espanhola e pertence ao Grupo Marsans.
Halcon. Face à conjuntura económica, as três agências
lançaram promoções para atrair clientes
apelo de CaVaCo silVa
ir para fora
sem sair de portugal No início deste mês, o Presi-dente da República apelou aos portugueses para elegerem como destino de férias o nosso País. Para além de ajudar a ultrapassar a difícil situação económica em que Portugal está, fazer férias cá dentro seria também uma “atitude
patrióti-ca”, segundo Cavaco Silva. Mas
será que os portugueses deram ouvidos ao Presidente?
Viajar a baixo Custo
predileção
pelas «low cost» Na escolha da companhia área para viajar são já muitos os que optam pelas tarifas baixas das «low cost». Para os jovens esta é “a melhor opção para
viajar dentro da Europa”, conta
Filipe Ribeiro, estudante de 20. Também os adultos se rendem a estas companhias. Madalena Sá, de 46 anos, diz que sempre que possível viaja “em companhias
de baixo custo”.
Ivo Pereira
Tiragem: 20000 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 3 Cores: Cor Área: 28,54 x 34,01 cm² Corte: 2 de 3 ID: 31262754 30-07-2010 Susana Costa
A crise económica que atingiu as carteiras dos portugueses também se faz sentir no Verão, altura em que os
portu-gueses abrem os cordões à bolsa em troca de umas merecidas férias. Não podendo escolher
desti-nos no estrangeiro, são muitos os que ele-gem Portugal para gozar férias. Andreia
Sá, estudante de 20 anos, afirma que “as
férias em Portugal são sempre uma boa opção até porque o nosso país tem sítios para todos os gostos, muita diversidade e não se re-sume ao Algarve”. Apesar de
ainda não financiar as suas próprias férias, a jovem
con-sidera que “a crise tem feito
com que a escolha do local de férias seja mais
pon-derada”. Filipe Ribeiro,
também ele estudante, vai fazer férias “cá dentro”. A preferência por passá-las em Portugal “teve também
a ver com a crise”, confessa
o jovem de 20 anos. A enge-nheira mecânica de 27 anos, Joana Vieira, esteve de férias em Nova Iorque, em Abril. Mas explica que com ou sem crise, a opção é sempre passar férias no nosso país e “só em
al-gumas exceções é que vou para o estrangeiro, como foi o caso este ano”. Ana Fernandes, estudante de 20
anos, que este ano vai fazer um interrail, acredita que o “estrangeiro continua a ser
uma boa opção”, mas apenas graças “às com-panhias «low cost» que permitem viajar a pre-ços muito acessíveis para destinos internacionais”,
considera a jovem.
Muitos portugueses optam por ficar no País
Fazer férias
«cá dentro»
Trocar de casa Férias sem pagar alojamento Ir de férias e não gastar dinhei-ro em alojamento é uma rea-lidade crescente em Portugal. Como? Graças ao TrocaCasa. com, versão portuguesa do sítio HomeExchange.com, sediado na Califórnia (EUA), desde Agosto de 2006. Sob o slogan «você fica na minha casa enquanto eu permaneço na sua», esta rede permite trocar de casa, em simultâneo, com outros membros da rede ou, para quem não se sinta to-talmente à vontade com a ideia de ter estranhos em casa, pode também optar por outro tipo de troca: a hospitalidade. Esta modalidade consiste em rece-ber um sócio como convidado em casa e depois ir para casa dele, também como convidado. Este tipo de férias ganhou mais visibilidade graças ao filme «O Amor Não Tira Férias», pro-tagonizado por Kate Winslet, Cameron Diaz e Jude Law, em que as protagonistas se conhe-cem pela Internet e decidem trocar de casa.economizar
«couchsurfing» é opção
para jovens
São sobretudo os mais jovens, de espírito aventureiro que co-meçam a aderir a este sistema em que as pessoas disponi-bilizam um sofá ou parte da casa para receber os visitan-tes. O alojamento é sempre consensual entre o anfitrião e o convidado. O projecto CouchSurfing, cuja missão é a “criação de um mundo
melhor, um sofá de cada vez”, procura ligar pessoas e
lugares, a nível internacional. Foi com este objetivo que, em 2003, Casey Fenton criou a or-ganização sem fins lucrativos «CouchSurfing International, Inc». Para surfar em sofás pelo mundo fora, basta registar-se no site da organização.
escapadela a sul
algarve delicia portugueses O Algarve continua a ser um dos destinos prediletos dos portugueses. As boas praias, a água a uma temperatura tole-rável, o calor que se costuma fazer sentir nesta altura do ano e a agitada vida noturna fazem o deleite dos turistas, portugueses e estrangeiros, que partem rumo ao Sul nas férias de Verão. Madalena Sá tem 46 anos e é secretária de administração e, relativamente ao destino das férias deste ano, explicou que os mais prová-veis serão a Costa Vicentina e a Costa Algarvia. A opção pelas “férias cá dentro” foi no sentido de “poupar nas
via-gens de avião”, já que a crise
foi um fator de peso na hora da escolha. Mas nem tudo é mau e “Portugal também tem
destinos agradáveis”, afirma
a secretária de administração. No entanto, sempre que possí-vel, Madalena opta pelo estran-geiro, “porque é uma forma
de conhecer outras culturas”,
explica.
Verão, praia e calor
Julho é o mês eleito O mês preferido de muitos para ir de férias é Julho. Joana Vieira, engenheira mecânica de 27 anos, confirma que quando pode escolhe “o mês
de Julho”, embora este ano
tenha ido de férias em Abril. Madalena Sá, de 46 anos, prefere “Julho ou Setembro
por serem meses mais cal-mos e mais baratos”, admite.
Já os estudantes não têm muita escolha uma vez que têm de organizar e planear as suas férias de acordo com os calendários académicos. O bom tempo é o grande atrativo para quem escolhe fazer férias no Verão. Fazer praia e dar um mergulho são, normalmente, pontos obriga-tórios nas férias de Verão.
Percorrer
a Europa
de comboio
O interrail é um meio popular, sobretudo entre os jovens, de conhecer vários países da Europa, num curto período de tempo.
A ideia de percorrer a Europa de mochila às costas (ou mala na mão), num comboio, seduz cada vez mais jovens, ávidos pela aventura de umas férias “diferentes”. Ana Fernandes, de 20 anos, é estudante de Gestão na FEP, e parte esta semana, em conjunto com mais três amigos, para um interrail. A opção interrail deve-se “ao sonho de conhecer a Europa e acho que esta
é uma óptima maneira de o fazer”, explica a jovem estudante que confessa
ainda que fazer um interrail acarreta um “certo espírito de aventura que
tam-bém a atrai”. Para Ana Fernandes, as vantagens do interrail, em comparação
a umas férias “tradicionais”, são, para além da possibilidade de conhecer diferentes países, “o contacto com culturas diferentes”, conta. No fundo,
“é uma experiência única que, apesar de ser cansativa e dar trabalho a planear, compensa!”, termina a estudante. Rui Santos, professor de 27
anos, também fez um interrail há cerca cinco anos. Movido pela paixão de viajar e pelo gosto pela aventura, o professor revela que apesar de não ser um meio tão cómodo, uma vez que se tem de carregar a mala de um lado para o outro, é uma experiência que vale a pena pois
“temos liberdade para decidir o trajecto e por pouco dinhei-ro, pode-se conhecer diferentes locais de uma só vez”. O
interrail surgiu em 1972 como uma forma de percorrer qualquer país europeu, membro do grupo In-terrail, desde que tenha uma estação de
comboio ou apeadeiro.
Férias. Não podendo escolher destinos no estrangeiro,
são muitos os que ficam por Portugal
Ivo Pereira
Tiragem: 20000 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 1 Cores: Cor
Área: 21,87 x 11,90 cm² Corte: 3 de 3
ID: 31262754 30-07-2010
GRANDE PLANO - PÁGINAS 2 E 3
FÉRIAS CÁ DENTRO...
Crise não
impede
portugueses
de viajar
FÉRIAS CÁ DENTRO...
FÉRIAS CÁ DENTRO...
GRANDE PLANO -GRANDE PLANO - PÁGINAS 2 E 3
... E LÁ FORA
Terras da Beira
Tiragem: 5000País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Regional
Pág: 11
Cores: Preto e Branco Área: 9,01 x 36,60 cm² Corte: 1 de 1
ID: 31307813 29-07-2010
turisver.com , 29-07-2010
Revista Turisver de 20 de Julho já está online
Já está online no nosso site a edição de 20 de Julho da revista Turisver, em que a capa é dedicada ao já denominado "Caso Marsans". Na capa aludimos à conferência de imprensa realizada pela APAVT a propósito deste tema, na qual a Associação deixou claro querer a Marsans de "portas fechadas".
Mas, para além da peça em que damos conta de tudo o que se passou na conferência de imprensa da APAVT, o "caso Marsans" motiva ainda outro artigo em que fazemos um breve historial dos acontecimentos em Portugal, e também uma curta cronologia dos factos que, noutros países, nomeadamente em Espanha, antecederam a situação portuguesa.
Num número em que a entrevista de fundo é com David Catarino, presidente da Entidade Regional Leiria/Fátima, destacamos também a assinatura de um protocolo entre o Turismo de Portugal e a BTL.
Quanto aos destaques em cada uma das rubricas, em Hotelaria vai para a abertura da primeira unidade da CS Hotéis em Lisboa, o CS Vintage Lisboa, bem como para o Algarve Spa Week, iniciativa que reúne alguns hotéis algarvios em torno do objectivo de democratização dos Spas.
Em AV&TO, os destaques vão para a nova imagem e site da Image Tours e para a nova plataforma web das "terras", ou seja, das marcas do operador turístico Sonhando. Já em Aviação falamos das novas rotas que o Inverno trará a Portugal e do aumento de passageiros nos aeroportos portugueses durante o primeiro semestre do ano.
Também nesta edição destacamos o dossier especial dedicado ao Porto e Norte de Portugal.
Aceder aos conteúdos da revista Turisver colocada online é muito simples: basta clicar em cima da capa da edição que se visualiza no canto direito da homepage do site www.turisver.com ou da nossa newsletter.
F.R.
Açoriano Oriental
Tiragem: 5010País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Regional
Pág: 14
Cores: Preto e Branco Área: 25,76 x 19,52 cm² Corte: 1 de 1
ID: 31213319 27-07-2010
Tiragem: 25000 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
Pág: 12 Cores: Cor Área: 26,94 x 33,72 cm² Corte: 1 de 3 ID: 31212967 27-07-2010
24
Tiragem: 25000 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
Pág: 13 Cores: Cor Área: 27,30 x 33,79 cm² Corte: 2 de 3 ID: 31212967 27-07-2010
25
Tiragem: 25000 País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral
Pág: 1 Cores: Cor Área: 8,91 x 5,97 cm² Corte: 3 de 3 ID: 31212967 27-07-2010
26
ambitur.pt , 26-07-2010
Volta à Imprensa: "Governo admite que TAP não resistirá a uma nova crise" 09:43h - 26/07/2010
i
"Governo admite que TAP não resistirá a uma nova crise"
É o governo que o diz. Numa carta datada de 20 de Julho, o ministério das Obras Públicas explica a urgência em privatizar a transportadora aérea TAP não com o défice, até porque não faz ideia de quanto irá encaixar com a venda, mas com a "necessidade urgente" de recapitalizar a empresa antes que surja uma nova crise - seja na procura, como em 2009, ou no preço do petróleo, como em 2008.
Diário de Notícias
"Órgão do século XVIII restaurado cativa turistas para visitar igreja"
O restauro do órgão de tubos, do século XVIII, transformou-se no novo cartão de visita do Mosteiro de São Gonçalo, Amarante, e a paróquia espera trazer mais turistas ao monumento.
Jornal de Negócios
"APAVT quer expulsar operador da Marsans" Diário Económico
"Sector do turismo está a recuperar"
O ministro da Economia, Vieira da Silva, disse que o sector do Turismo em Portugal já está a ter sinais de recuperação, depois da quebra registada em 2009. "Temos indicadores positivos no sector turístico, mesmo no Algarve", declarou Vieira da Silva, durante a cerimónia de inauguração oficial do Longevity Wellness Resort Monchique, um ´resort´ de cinco estrelas cujo investimento ronda os 40 milhões de euros e vai empregar até 100 pessoas.
Jornal de Notícias
"Ensinar turistas a fazer broa"
Cerca de uma dezena de pessoas foi conhecer o percurso do Ciclo de Cereais e pôde acompanhar as fases de confecção da broa, nas localidades de Cumieira e Cabeça Redonda, em Penela.
"Turismo cresce há 12 meses em parceria com privados"
Já é o terceiro destino nacional, a seguir a Lisboa e ao Algarve, e é o único que, desde Junho de 2009, apresenta melhorias em todos os indicadores. A região fervilha de projectos, dinamismo e optimismo. "Podemos baixar o desemprego", garante Melchior Moreira. A assinatura de 13 contratos de investimento para a Região Norte, no valor global de 36, 29 milhões de euros, dos quais 23,78 milhões de euros são reembolsáveis pelo programa "Turismo 2015", é a prova de que "somos um destino atractivo e ainda com muito potencial para crescer", segundo Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional do Porto e Norte de Portugal.
Diário de Viseu
Tiragem: 2327País: Portugal Period.: Diária Âmbito: Regional
Pág: 7
Cores: Preto e Branco Área: 24,88 x 11,90 cm² Corte: 1 de 1
ID: 31195834 26-07-2010
Consultório do Consumido
Viagens Marsans...
O encerramento das agências Marsans já foi amplamente noticiado e são muitos os consumidores que se vêem impedidos de efectuar as via-gens reservadas e, em alguns casos, já totalmente pagas devido a esta desagradável situação.
Importa, então, saber o que como melhor reagir para fazer face ao impre-visto e, nesse sentido, a DECO elaborou um conjunto de perguntas e respostas que agora lhe damos resumi-damente a conhecer e que podem aju-dar todos os lesados pelas agências Marsans.
O que aconteceu à Agência Marsans?
De acordo com os meios de comu-nicação social, as agências de viagens, atendendo ao risco da sua situação de insolvência, não só não assumiram a obrigação de realização da viagem organizada, como também solici-taram aos consumidores que já
havi-am efectuado o paghavi-amento da reserva, que procedessem ao pagamento dos restantes montantes.
Tinha uma viagem marcada, mas não lhe
foi entregue o voucher. A viagem realiza-se daqui a poucos dias. O que posso fazer?
Deverá, antes de mais, contactar o operador turístico no sentido de saber se o pagamento também foi efectuado a este, uma vez que é o operador turístico que realiza a viagem. Caso o pagamento não tenha sido efectuado a este, deverá então contactar o balcão da agência onde adquiriu a viagem, reclamando através de carta registada com aviso de recepção e exigindo a entrega dos documentos para a realização da viagem, ou, em alternativa, o reem-bolso dos montantes pagos. Se não obtiver os documentos ou o reem-bolso do valor até à data da
realiza-ção da viagem (não se realizando a mesma) deverá reclamar perante o Turismo de Portugal, I.P., solicitando o accionamento da caução para reembolso dos montantes pagos. Efectuou o pagamento de 50% da viagem à Marsans. Este sinal foi pago ao Operador. Pode pagar
o restante ao Operador? Apesar de não existir uma relação contratual directa entre os consumi-dores e os operaconsumi-dores turísticos, o certo é que, atendendo às circunstâncias actuais, poderá o consumidor, com o acordo do Operador, proceder ao paga-mento do restante directamente a este, garantindo assim a realização da viagem.
Efectuou o pagamento da totalidade da viagem e teve conhecimento que esse pagamento
foi efectuado ao Operador. Pode viajar?
Nesta situação, não deverá existir, em princípio qualquer impedimento à realização da viagem. Neste caso con-creto, as agências organizadoras respondem solidariamente com as agências vendedoras, pelo que qual-quer incumprimento do contrato de viagem organizada poderá ser imputa-do directamente ao Operaimputa-dor, e nesse caso recorrer ao Provedor do Cliente da APAVT.
Se tiver sido accionado a caução, quanto tempo demor-ará o reembolso
dos montantes?
Não existe um prazo específico para o reembolso dos montantes. No entanto, nos termos da lei, quando a Agência é responsabilizada pelo incumprimento da viagem, o Turismo de Portugal, após deliberação da Comissão Arbitral notifi-ca a agência e a entidade garante da
caução para efectuarem o pagamento da quantia fixada no prazo de 20 dias úteis. O que é a caução?
Trata-se de uma garantia prestada pelas Agências de Viagens para cumprimento das suas obrigações. O montante desta garantia deverá corre-sponder sempre a 5% do valor das vendas de viagens organizadas efectu-adas pela agência no ano anterior. No caso concreto, e de acordo com as informações prestadas, esta Agência apenas tem uma caução de 25.000 €. Poderá ter acesso a estas e a outras questões através do site www.deco.proteste.pt.
A DECO apela a todos os consumi-dores que se encontrem lesados nesta situação que exerçam os seus direitos e apresentem as suas reclamações.
Carolina Silva - Jurista DECO
Tiragem: 17152 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 14 Cores: Cor Área: 4,97 x 10,31 cm² Corte: 1 de 1 ID: 31193287 26-07-2010
29
Publituris
Tiragem: 4500País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo
Pág: 8 Cores: Cor Área: 23,45 x 29,01 cm² Corte: 1 de 2 ID: 31168876 26-07-2010
30
Publituris
Tiragem: 4500País: Portugal Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo
Pág: 3 Cores: Cor Área: 11,96 x 5,70 cm² Corte: 2 de 2 ID: 31168876 26-07-2010
31
RH Turismo.net , 26-07-2010
APAVT inicia processo disciplinar contra Mundicolor 26-Jul-2010
Depois de, na conferência de imprensa do passado dia 16, a APAVT ter anunciado a expulsão da Marsans em resultado de um processo disciplinar movido pelas "más práticas nas suas relações com clientes", a APAVT anunciou ontem, na sua newsletter, a instauração de um processo disciplinar contra a Mundicolor, com vista à sua expulsão.
A Associação das Agências de Viagens e Turismo justifica a decisão com base nas múltiplas queixas recebidas de associados relativamente a más práticas comerciais da Mundicolor", lê-se no texto da newsletter.
A APAVT adianta ainda que, com o objectivo de esclarecer estas queixas, decidiu questionar o operador do grupo Marsans "não tendo obtido qualquer resposta", facto que levou à instauração do processo disciplinar que deverá culminar com a expulsão da Mundicolor de associada da APAVT.
Ainda no que se refere à recente expulsão da Marsans, a newsletter da APAVT recorda que, com esta acção, e de acordo com o estipulado nos estatutos da associação "deixa também esta empresa de ser aderente ao Provedor do Cliente das Agências de Viagens e Turismo, que doravante não poderá prestar qualquer apoio na resolução de qualquer eventual conflito de consumo". Desta forma, esclarece ainda a APAVT " os casos relativos a esta empresa que estão pendentes foram transmitidos ao Turismo de Portugal".
F.R.TURISVER
turisver.com , 26-07-2010
APAVT inicia processo disciplinar contra Mundicolor
Depois de, na conferência de imprensa do passado dia 16, a APAVT ter anunciado a expulsão da Marsans em resultado de um processo disciplinar movido pelas "más práticas nas suas relações com clientes", a APAVT anunciou ontem, na sua newsletter, a instauração de um processo disciplinar contra a Mundicolor, com vista à sua expulsão.
A Associação das Agências de Viagens e Turismo justifica a decisão com base nas múltiplas queixas recebidas de associados relativamente a más práticas comerciais da Mundicolor", lê-se no texto da newsletter.
A APAVT adianta ainda que, com o objectivo de esclarecer estas queixas, decidiu questionar o operador do grupo Marsans "não tendo obtido qualquer resposta", facto que levou à instauração do processo disciplinar que deverá culminar com a expulsão da Mundicolor de associada da APAVT.
Ainda no que se refere à recente expulsão da Marsans, a newsletter da APAVT recorda que, com esta acção, e de acordo com o estipulado nos estatutos da associação "deixa também esta empresa de ser aderente ao Provedor do Cliente das Agências de Viagens e Turismo, que doravante não poderá prestar qualquer apoio na resolução de qualquer eventual conflito de consumo". Desta forma, esclarece ainda a APAVT " os casos relativos a esta empresa que estão pendentes foram transmitidos ao Turismo de Portugal".
F.R.
Tiragem: 50121 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 18 Cores: Cor
Área: 22,77 x 26,19 cm² Corte: 1 de 3
ID: 31185229 25-07-2010
Turismo
Crise mundial e subida do euro prejudicam sector nos últimos dois anos
FONTES: INE, Banco de Portugal e Office for National Statistics
Reino Unido e Alemanha com quedas de dois dígitos
Espanha contraria tendência de diminuição da procura, com um aumento de 17,5% Variação 05/09 -21,2% Variação 05/09 -14,30% Variação 05/09 17,50% Variação 05/09 -2,80% 1,0 1,5 2,0 Receitas Em mil milhões de euros
Euro face à libra
1.310.484
2005 2006 2007 2008 2009
2005 8.º
Posição de Portugal nos gastos dos britânicos 2006 8.º 2007 8.º 2008 7.º 2009 9.º 2010 1.º trim. 11.º
€
0,8365 0,6 0,8 1,0 03-01-2005 23-07-2010 Número de visitantes 05 06 07 08 2009 05 06 07 08 2009 05 06 07 08 2009 05 06 07 08 2009 Total turistas Estrangeiros Espanha Alemanha Reino Unido 23 .8 72 25 .2 16 26 .7 86 26 .204 38 98 386 2 385 1 365 7 23 .21 4 33 4 1 2726 31 49 33 8 0 306 9 320 3 737 8 72 5 7 77 05 730 2 566 9O euro tornou Portugal mais caro para os turistas ingleses
Portugal perde
3,6 milhões
de dormidas
de estrangeiros
Nos últimos dois anos, vários
factores prejudicaram a entrada de
turistas. Reino Unido é o mercado
que apresenta maiores quebras
a Diminuição do poder de compra. Variações cambiais. E até vulcões. Não faltam motivos para explicar a fuga de turistas do território nacio-nal. Entre 2007 e 2009, Portugal re-gistou menos 3,6 milhões de dormi-das de estrangeiros. O Reino Unido, principal mercado, é o mais afectado, em número de estadias e volume de receitas. No ano passado, fi caram em Portugal menos 1,6 milhões de britâ-nicos do que em 2008, o que resultou numa diminuição superior a 20 por cento nas despesas destes turistas.
Dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) mostram que, há três anos, se registaram cerca de 26,8 milhões de dormidas de cida-dãos estrangeiros em Portugal. Em 2009, este valor caiu para perto de 23,2 milhões.
E, como é óbvio, as receitas acom-panharam esta quebra, passando de 7,4 para 6,9 mil milhões de euros, o que signifi cou uma redução de 6,5
por cento, de acordo com estatísticas do Banco de Portugal (BdP).
O turismo foi um dos sectores mais penalizados pela crise fi nanceira e económica internacional, que resul-tou numa diminuição do poder de compra e, consequentemente, dos gastos com viagens na generalidade dos países, afectando particularmen-te alguns dos mercados de origem mais importantes para o turismo nacional, como o Reino Unido, a Es-panha, Alemanha, Estados Unidos e Irlanda, entre outros.
No caso do Reino Unido, a desvalo-rização da libra face ao euro também teve um papel determinante,
provo-cando neste mercado as maiores des-cidas de entre os principais emissores de turistas para Portugal. No fi nal de 2005, o euro correspondia a 0,6877 libras e, no ano passado, chegou a atingir 0,9201. Para um inglês, bas-tam estes números para que umas fé-rias em Portugal se tornem bastante menos atractivas.
Os relatórios do INE referem que, em 2009, as dormidas de britânicos em território nacional sofreram um corte signifi cativo – passaram de 7,3 para 5,7 milhões, o que signifi cou uma redução de 22 por cento. O Offi -ce for National Statistics, organismo do Reino Unido que trata as estatís-ticas do país, revelou recentemente que, em termos de visitas, a quebra é ainda mais acentuada. Em compara-ção com 2008, a descida foi de 28,5 por cento, fazendo com que Portu-gal caísse dois lugares no ranking de destinos preferidos pelos britânicos. Agora, ocupa a nona posição.
“Apesar de a quebra ser mais baixa de acordo com os dados nacionais, não deixa de ser um resultado bastan-te negativo, se abastan-tendermos ao peso que o mercado britânico represen-ta no turismo nacional”, afi rmou o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, ao PÚBLICO. A desvalorização da libra “tornou as fé-rias para destinos euro mais caros”, acrescentou.
Soluções contestadas
No entanto, o Reino Unido não foi o único país que enfraqueceu o tu-rismo nacional. Entre 2008 e 2009, também a Alemanha, segundo maior mercado em termos de dormidas, so-freu uma quebra de 8,6 por cento. Ao nível das receitas, a redução foi de 6,8 por cento, passando de 807 para 752 milhões de euros. Um com-portamento semelhante ao de outras regiões da Europa, como a Irlanda (-14,8 por cento), a Itália (-13,6) e a Holanda (-9,4).
Houve, porém, outros mercados Raquel Almeida Correia
O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, garante que se reforçou o investimento
34
Tiragem: 50121 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 19 Cores: Cor Área: 22,59 x 24,25 cm² Corte: 2 de 3 ID: 31185229 25-07-2010 MIGUEL MADEIRA
que resistiram melhor à instabilidade económica, aumentando inclusiva-mente o número de dormidas e as receitas geradas em Portugal. No ano passado, os espanhóis, por exemplo, tiveram mais 134 mil entradas nos alo-jamentos nacionais, de acordo com o INE. Ainda assim, este aumento não se repercutiu nas receitas, que caíram 6,8 por cento. No campo das despesas, as excepções europeias são a Suíça, com um aumento de 20,1 por cento, e França (1,2 por cento).
O PÚBLICO questionou a Secreta-ria de Estado do Turismo sobre o que está a ser feito para recuperar estas perdas. Bernardo Trindade respon-deu que, em 2009, houve “um acrés-cimo de 30 milhões de euros investi-dos em parcerias com os principais operadores turísticos e companhias aéreas que operam para os diversos destinos nacionais, com o (...) pro-pósito de tentar manter os níveis de procura registados em 2008”. O res-ponsável frisou que o Governo “não está sozinho neste processo”, acres-centando que “este investimento pú-blico tem vindo a ser acompanhado por investimento privado com origem nos mercados emissores”.
Um dos programas de parceria é o Iniciative.pt, que cede apoios fi -nanceiros às transportadoras aére-as, tradicionais e low cost, utilizando como métrica o número de passagei-ros tranportados, entre outras vari-áveis. O facto de não ser feita uma repartição entre os passageiros que
entram e os que saem de Portugal tem sido alvo de contestação. A As-sociação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), por exemplo, acredita que o Estado po-de estar a benefi ciar empresas não por trazerem mais turistas, mas por levaram portugueses para férias no estrangeiro.
Recuperação lenta
Apesar de, durante o ano de 2010, a erupção do vulcão islandês e as consequentes difi culdades criadas ao nível do tráfego aéreo em toda a Europa, os dados do passado mês de Maio para a entrada de turistas estrangeiros em Portugal já revelam uma ligeira recuperação face à di-mensão das quebras de 2009.
No entanto, os principais mercados continuam no vermelho, com redu-ções desde os 12,5 (Irlanda) aos 0,8 por cento (Alemanha), face ao mesmo mês do ano passado. O Reino Unido teve uma diminuição de 6,4 por cen-to. “Ainda estão a recuperar das con-sequências sofridas com a crise, que se registou a nível mundial”, referiu o secretário de Estado do Turismo. E sublinhou: “[Há] sinais extremamen-te positivos, que nos deixam com um optimismo moderado, mas que não nos deixam descansados.”
Em termos de receitas o desempe-nho está acima do registado no ano passado. Dados do BdP mostram que, em Maio deste ano, os turistas estran-geiros gastaram mais 63 milhões de
euros em território nacional, em rela-ção ao período homólogo. A Holanda teve um crescimento de 19 por cento, a Itália de 13,2 e França de 6,8.
Até mesmo o Reino Unido registou um aumento (4,1 por cento), expli-cado pelo facto de “a economia se encontrar em recuperação, apesar de não ser ao ritmo mais desejado”, referiu Bernardo Trindade. A libra está a recuperar o valor, correspon-dendo, actualmente, a cerca de 1,19 euros. E, por isso, “é expectável que os destinos da zona euro assinalem no curto, médio prazo melhorias com origem no mercado britânico, facto que será extensível a Portugal”, su-blinhou.
Apesar das melhorias, as perdas sofridas em 2009 não estão ainda totalmente recuperadas. Parte des-sa inversão poderá ser feita à custa de mercados alternativos, como o brasileiro e o angolano (ver texto ao lado), mas, de qualquer forma, os emissores tradicionais de turistas, como o Reino Unido, a Alemanha ou a Espanha, vão ter sempre um maior protagonismo no sector turís-tico, nem que seja pela proximidade geográfi ca. O secretário de Estado do Turismo acredita que é preciso “não baixar os braços” e investir em “par-cerias público-privadas, no reforço das acessibilidades por via aérea, na intervenção nos mercados emissores e na rede de coordenadores de turis-mo” no exterior para regressar aos níveis de procura do passado.
Turismo procura clientes alternativos
Recuperar ao som do samba
e ao sabor da muamba
a Se o mercado europeu tombou pe-rante a crise, outros como o Brasil e Angola mostraram maior resistên-cia. Apesar de o seu peso no turismo nacional ainda não ter tanta expres-são, em Maio, a despesa do mercado brasileiro cresceu 86 por cento, face ao mesmo mês de 2009. África, com especial destaque para os cidadãos angolanos, foi responsável pela en-trada de mais 99 milhões de euros em Portugal.
No que diz respeito a dormidas, o aumento não é tão expressivo, mas, ainda assim, contraria a tendência de quebra dos outros mercados. No ano passado, houve mais 37 mil bra-sileiros que passaram a noite em alo-jamentos portugueses e os africanos foram mais 26 mil, passando a repre-sentar, respectivamente, 2,6 e 1,1 por
cento do mercado total. Em 2005, eram responsáveis por 1,7 e 0,7 por cento das dormidas em Portugal.
O Brasil ocupa agora a quinta posi-ção, “tendo ultrapassado os EUA e a Holanda”, afi rma Bernardo Trindade, justifi cando esta ascensão com “o tra-balho efectuado em matéria de trans-porte aéreo e de promoção”.
Tanto o Brasil, como Angola têm sido alvos preferenciais da TAP. A transportadora aérea nacional tem aumentado o número de ligações aos dois países nos últimos anos, respon-dendo também ela, dessa forma, à quebra nos mercados tradicionais. Dados dos seis primeiros meses deste ano mostram que o tráfego da compa-nhia de aviação para as duas regiões cresceu, respectivamente, 33,5 e 12,3 por cento. R.A.C
os
os
p
Tiragem: 50121 País: Portugal Period.: Diária
Âmbito: Informação Geral
Pág: 1 Cores: Cor Área: 4,30 x 4,95 cm² Corte: 3 de 3 ID: 31185229 25-07-2010 Em dois anos
Turismo perdeu
3,6 milhões de
estrangeiros
a Os últimos dois anos foram de perdas de clientes e receitas para o turismo nacional, com o mercado in-glês a liderar as perdas. O aumento das receitas vindas do Brasil e Angola não compensa as perdas nos grandes mercados. c Economia, 18/19
Público Online , 25-07-2010
Portugal perde 3,6 milhões de dormidas de estrangeiros
O euro tornou Portugal mais caro para os turistas ingleses MIGUEL MADEIRA
Nos últimos dois anos, vários factores prejudicaram a entrada de turistas. Reino Unido é o mercado que apresenta maiores quebras
Diminuição do poder de compra. Variações cambiais. E até vulcões. Não faltam motivos para explicar a fuga de turistas do território nacional. Entre 2007 e 2009, Portugal registou menos 3,6 milhões de dormidas de estrangeiros. O Reino Unido, principal mercado, é o mais afectado, em número de estadias e volume de receitas. No ano passado, ficaram em Portugal menos 1,6 milhões de britânicos do que em 2008, o que resultou numa diminuição superior a 20 por cento nas despesas destes turistas.
Dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) mostram que, há três anos, se registaram cerca de 26,8 milhões de dormidas de cidadãos estrangeiros em Portugal. Em 2009, este valor caiu para perto de 23,2 milhões.
E, como é óbvio, as receitas acompanharam esta quebra, passando de 7,4 para 6,9 mil milhões de euros, o que significou uma redução de 6,5 por cento, de acordo com estatísticas do Banco de Portugal (BdP).
O turismo foi um dos sectores mais penalizados pela crise financeira e económica internacional, que resultou numa diminuição do poder de compra e, consequentemente, dos gastos com viagens na generalidade dos países, afectando particularmente alguns dos mercados de origem mais importantes para o turismo nacional, como o Reino Unido, a Espanha, Alemanha, Estados Unidos e Irlanda, entre outros.
No caso do Reino Unido, a desvalorização da libra face ao euro também teve um papel determinante, provocando neste mercado as maiores descidas de entre os principais emissores de turistas para Portugal. No final de 2005, o euro correspondia a 0,6877 libras e, no ano passado, chegou a atingir 0,9201. Para um inglês, bastam estes números para que umas férias em Portugal se tornem bastante menos atractivas.
Os relatórios do INE referem que, em 2009, as dormidas de britânicos em território nacional sofreram um corte significativo - passaram de 7,3 para 5,7 milhões, o que significou uma redução de 22 por cento. O Office for National Statistics, organismo do Reino Unido que trata as estatísticas do país, revelou recentemente que, em termos de visitas, a quebra é ainda mais acentuada. Em comparação com 2008, a descida foi de 28,5 por cento, fazendo com que Portugal caísse dois lugares no ranking de destinos preferidos pelos britânicos. Agora, ocupa a nona posição.
"Apesar de a quebra ser mais baixa de acordo com os dados nacionais, não deixa de ser um resultado bastante negativo, se atendermos ao peso que o mercado britânico representa no turismo nacional", afirmou o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, ao PÚBLICO. A desvalorização da libra "tornou as férias para destinos euro mais caros", acrescentou. Soluções contestadas
No entanto, o Reino Unido não foi o único país que enfraqueceu o turismo nacional. Entre 2008 e 2009, também a Alemanha, segundo maior mercado em termos de dormidas, sofreu uma quebra de 8,6 por cento. Ao nível das receitas, a redução foi de 6,8 por cento, passando de 807 para 752 milhões de euros. Um comportamento semelhante ao de outras regiões da Europa, como a Irlanda (-14,8 por cento), a Itália (-13,6) e a Holanda (-9,4).
Houve, porém, outros mercados que resistiram melhor à instabilidade económica, aumentando inclusivamente o número de dormidas e as receitas geradas em Portugal. No ano passado, os espanhóis, por exemplo, tiveram mais 134 mil entradas nos alojamentos nacionais, de acordo com o INE. Ainda assim, este aumento não se repercutiu nas receitas, que caíram 6,8 por cento. No campo das despesas, as excepções europeias são a Suíça, com um aumento de 20,1 por cento, e França (1,2 por cento).
O PÚBLICO questionou a Secretaria de Estado do Turismo sobre o que está a ser feito para recuperar estas perdas. Bernardo Trindade respondeu que, em 2009, houve "um acréscimo de 30 milhões de euros investidos em parcerias com os principais operadores turísticos e companhias aéreas que operam para os diversos destinos nacionais, com o (...) propósito de tentar manter os níveis de procura registados em 2008". O responsável frisou que o Governo "não está sozinho neste processo", acrescentando que "este investimento público tem vindo a ser acompanhado por investimento privado com origem nos mercados emissores".
Um dos programas de parceria é o Iniciative.pt, que cede apoios financeiros às transportadoras aéreas, tradicionais e low cost, utilizando como métrica o número de passageiros tranportados, entre outras variáveis. O facto de não ser feita uma repartição entre os passageiros que entram e os que saem de Portugal tem sido alvo de contestação. A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), por exemplo, acredita que o Estado pode estar a beneficiar empresas não por trazerem mais turistas, mas por levaram portugueses para férias no estrangeiro.
Recuperação lenta
Apesar de, durante o ano de 2010, a erupção do vulcão islandês e as consequentes dificuldades criadas ao nível do tráfego aéreo em toda a Europa, os dados do passado mês de Maio para a entrada de turistas estrangeiros em Portugal já revelam uma ligeira recuperação face à dimensão das quebras de 2009.
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No entanto, os principais mercados continuam no vermelho, com reduções desde os 12,5 (Irlanda) aos 0,8 por cento (Alemanha), face ao mesmo mês do ano passado. O Reino Unido teve uma diminuição de 6,4 por cento. "Ainda estão a recuperar das consequências sofridas com a crise, que se registou a nível mundial", referiu o secretário de Estado do Turismo. E sublinhou: "[Há] sinais extremamente positivos, que nos deixam com um optimismo moderado, mas que não nos deixam descansados."
Em termos de receitas o desempenho está acima do registado no ano passado. Dados do BdP mostram que, em Maio deste ano, os turistas estrangeiros gastaram mais 63 milhões de euros em território nacional, em relação ao período homólogo. A Holanda teve um crescimento de 19 por cento, a Itália de 13,2 e França de 6,8.
Até mesmo o Reino Unido registou um aumento (4,1 por cento), explicado pelo facto de "a economia se encontrar em recuperação, apesar de não ser ao ritmo mais desejado", referiu Bernardo Trindade. A libra está a recuperar o valor, correspondendo, actualmente, a cerca de 1,19 euros. E, por isso, "é expectável que os destinos da zona euro assinalem no curto, médio prazo melhorias com origem no mercado britânico, facto que será extensível a Portugal", sublinhou.
Apesar das melhorias, as perdas sofridas em 2009 não estão ainda totalmente recuperadas. Parte dessa inversão poderá ser feita à custa de mercados alternativos, como o brasileiro e o angolano (ver texto ao lado), mas, de qualquer forma, os emissores tradicionais de turistas, como o Reino Unido, a Alemanha ou a Espanha, vão ter sempre um maior protagonismo no sector turístico, nem que seja pela proximidade geográfica. O secretário de Estado do Turismo acredita que é preciso "não baixar os braços" e investir em "parcerias público-privadas, no reforço das acessibilidades por via aérea, na intervenção nos mercados emissores e na rede de coordenadores de turismo" no exterior para regressar aos níveis de procura do passado. Por Raquel Almeida Correia