Signos Distintivos de Origem: Entre o Velho e o Novo Mundo

74 

Texto

(1)

Painel II:

Registro de Indicações Geográficas, Aspectos Legais e

Governança

Signos Distintivos de Origem:

Entre o Velho e o Novo Mundo

Kelly Lissandra Bruch

Doutora em Direito Université Rennes I/UFRGS Pós-Doutora – CEPAN/UFRGS

UCS/CESUCA/IBRAVIN/IRGA

Seminário sobre Proteção de Indicações Geográficas

como Instrumento de Desenvolvimento Rural

Seminário sobre Proteção de Indicações Geográficas

como Instrumento de Desenvolvimento Rural

(2)

Sumário

Origens

Acordos Internacionais

(3)

1 - Origem do uso de signos

Cylinder seal and its impression:

(4)

objeto

Signo

(5)

Porque surgiram os signos distintivos?

Para diferenciar a origem dos produtos

Comercial

Comercial

Geográfica

Geográfica

Signo

distintivo

Origem

produ

to

Local / região / país

Fabricante / Distribuidor / Comerciante

Champagne France

(6)

Qual a sua função?

Distintiva

(7)

Passa a distinguir produtos

(8)
(9)

Qualidade mediterrânea

Sabor

Aroma

Cor

Testura

Aspecto

Tipicidade

Tradição

Cultura

Terroir

(etc.)

Qualidade anglo-saxônica

Segurança do alimento

Higiene pessoal

limpeza e sanitização

Padrão de identidade

Padrão de qualidade

(características)

Padrão de

características

Controle integrado de

pragas

Prevenção à

contaminação (etc.)

(10)

Signos distintivos

?

(11)

Signos distintivos

?

X

MARCA COLETIVA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA MARCA DE CERTIFICAÇÃO

(12)

INDICAÇÃO GEOGRÁFICA

Forma de

Preservar

Cultura

Tradição

Lealdade

Reputação

Constância

História

Terroir

Savoir -faire

Cultura

Tradição

Lealdade

Reputação

Constância

História

Terroir

Savoir -faire

Registro do

signo distintivo

Marketing

Publicidade

Administração

Controle

Registro do

signo distintivo

Marketing

Publicidade

Administração

Controle

(13)
(14)
(15)

Acordos Bilaterais

França

Bade

indicações de proveniência

Respeito mútuo às

França

Espanha

França

Alemanha

Acordos de Pós Guerra

Acordos para entrada na

CEE

(16)

Acordos Bilaterais – PI / IG

GERAL ESPECÍFICO 1857 - França e Bade 1861- França e a Bélgica 1882 - França e República Dominicana 1895 - França e Guatemala 1899 - França e México 1900 - França e Equador 1901 - França e Colômbia 1903 - França e Salvador 1904 - França e Cuba França firmou 24 acordos bilaterais

França firmou 27 acordos bilaterais Acordo de Neufchâtel Acordo de Paris, 1960 - Alemanha e França 1963 - Alemanha e Itália GERAL ESPECÍFICO 1964 - França e Itália 1967 - Alemanha e Suíça 1970 - Espanha - Alemanha 1970 - Espanha - Portugal 1972 - França - EUA 1973 - Espanha - França 1973 - Espanha - Suíça 1975 Espanha Itália 1975 -França - Reino Unido

1976 - Espanha – Áustria 1987 - Espanha – Hungria

1991 - CEE – Chile 1992 - CEE – Paraguai

1993 - CEE - Bulgária, Hungria e Romênia 1994 - CEE - Austrália 1997 - CEE - México 1998 - CEE - CAN 2006 - CE - EUA 2008 - UE - Austrália

(17)

Acordos Multilaterais

CUP

CUP

Acordo de

Madrid

Acordo de

Madrid

Acordo de

Lisboa

Acordo de

Lisboa

OMC

TRIPS/ADPI

C

TRIPS/ADPI

C

Produtos específicos

Genério  repressão às falsas indicações

175 membros hoje

Menos Genério  repressão às

falsas indicações de proveniência

/ vinho

36 membros hoje

Mais restritivo  proteção positiva

Às denominações de origem

Proteção multilateral

28 membros hoje

Inclusivo Definição de Indicação

Geográfica e determinação de

proteção (positiva ou não) 159 m.

(18)

Acordos Multilaterias – PI / IG

GERAL ESPECÍFICO 1883 – CUP 1891- Acordo de Madri 1892 – BIRPI 1900 - CUP – Bruxelas

1911 - CUP – Washington 1911 - Acordo de Madri - Washington

1919 - Tratado de Paz - Conferência de Versailles

1924 – OIV - Ofício

1925 - CUP – Haia 1925 - Acordo de Madri - Haia

1934 - CUP – Londres 1934 - Acordo de Madri -Londres 1947 – GATT

1958 - CUP – Lisboa 1958 - Acordo de Madri – Lisboa

1958 - Acordo de Lisboa

1967 - CUP – Estocolmo

1967 - Acordo de Madri - Estocolmo

Criação da OMPI

1994 - TRIPS/OMC 1994 - OIV - Resolução n. 3

(19)

Convenção União de Paris

Art. 10o

As disposições do artigo

precedente serão applicaveis a todo o producto que tiver

falsamente, como indicação de procedencia, o nome de uma localidade determinada, quando esta indicação estiver junta a um nome commercial ficticio ou alheio ( emprunté ) usado com intenção fraudulenta.

Art. 10o

As disposições do artigo anterior serão aplicáveis a todo produto que trouxer de modo falso, como

indicação de procedência, o nome de uma localidade ou de um país determinado, quando essa indicação estiver junta a um nome comercial fictício ou

imitado com intenção fraudulenta.

Art. 10o

(1) As disposições do artigo precedente serão aplicáveis em

caso de utilização direta ou indireta

de uma falsa indicação relativa à procedência do produto ou à identidade do produtor, fabricante ou comerciante. Art. 2º Os subditos ou cidadãos de cada um dos Estados

contractantes gosarão, em todos os outros Estados da União, no que fôr rrelativo aos privilegios de invenção, aos desenhos ou modelos industriais, às

marcas de fabrica ou de commercio e ao nome

commercial ás vantagens que as leis concedem actualmente ou vierem a conceder aos nacionaes.

Art. 1º (2º p.) A proteção da propriedade industrial tem por objetivo os privilégios de invenção, os modelos de utilidade, os desenhos e modelos industriais, as marcas de fábrica ou de comércio, o nome comercial e as indicações de procedência ou denominações de

origem, bem como a repressão da concorrência desleal.

Art. 1º

(2) A proteção da propriedade industrial tem por objeto as patentes de invenção, os modelos de utilidade, os desenhos ou modelos industriais, as marcas de

serviço, o nome comercial e as

indicações de procedência ou denominações de origem,

bem como a repressão da concorrência desleal.

(20)

Acordo de Madri

Repressão na Importação

Repressão Interna

Caráter Genérico

Exceção ao Vinho

“Mas as denominações regionais de proveniência dos

Produtos vinícolas não ficam compreendidas nas excepções

Estabelecidas neste artigo."

(21)

LINHA DO TEMPO

PERÍODO LEGISLAÇÃO NACIONAL TRATADOS/ACORDOS RATIFICAÇÕES /

INTERNALIZAÇÃO Brasil Império (1822-1889) Decreto nº 2.682, de 23 de outubro de 1875 Convenção da União de Paris de 1883 Decreto nº 9.233, de 28 de junho de 1884 Decreto nº 3.346, de 14 de outubro de 1887 e Decreto nº 9.828, de 31 de dezembro de 1887 República Velha (1889-1930) Lei nº 1.236, 24 de setembro de 1904 e Decreto nº 5.424, de 10 de janeiro de 1905

Acordo de Madri referente à repressão das falsas indicações de proveniência sobre os produtos de 1891 Lei nº 376, de 30 de julho de 1896 e Decreto nº 2.380, de 20 de novembro de 1896 CUP de 1900, revista em Bruxelas Decreto nº 4.858, de 6 de março de 1903 Decreto nº 16.264, 19 de dezembro de 1923

CUP e Acordo de Madri, revistos em Washington em

1911

Decreto nº 11.385, de 16 de dezembro de 1914 CUP e Acordo de Madri,

revistos em Haia em 1925 Decreto nº 19.056, de 31 de Dezembro de 1929 Pós Era Vargas Decreto-Lei nº 7.903, de 27 de agosto de 1945

CUP e Acordo de Madri de 1934, revistos em Londres

NADA CUP e Acordo de Madri,

revistos em 1958, Acordo de Lisboa de 1958

Pós-1964

Decreto-Lei nº 1.005, de 21 de

outubro de 1969 CUP e Acordo de Madri, revistos em 1967 em Estocolmo Decreto-Lei nº 254, de 28 de fevereiro de 1967 Decreto nº 75.572, de 08 de abril de 1975 Lei nº 5.772, de 21 de dezembro de 1971 Nova República (1985-) Lei 9279/1996 TRIPS Decreto nº 1.263, de 10 de outubro de 1994

(22)

Acordo TRIPs / 1994

ARTIGO 1 - Proteção mínima

Os Membros poderão, mas não estarão obrigados

a prover, em sua legislação, proteção mais ampla

que a exigida neste Acordo, desde que tal

proteção não contrarie as disposições deste

Acordo.

ARTIGO 2 - Convenções sobre PI

1 - Com relação às Partes II, III e IV deste Acordo,

os Membros cumprirão o disposto nos Artigos 1 a

12 e 19, da Convenção de Paris (1967).

(23)

Art. 2, item 1 – CUP

Tratamento nacional para os titulares dos direitos de

propriedade intelectual

O mesmo tratamento dado aos nacionais daquele

Estado

Art. III - Gatt 1947

Tratamento nacional para bens que representem ou

contenham um direito de propriedade intelectual

Art. 3 – TRIPS

Tratamento nacional para os titulares dos direitos de

propriedade intelectual

tratamento não menos favorável que o previsto no

Acordo TRIPS

(24)

art. 1° - GATT 1947

Uma vantagem, favor, imunidade ou privilégio,

um bem originário de qualquer outro Estado ou a ele

destinado,

Deve ser estendida ao bem similar de todas as demais

partes contratantes ou ao mesmo destinatário.

Art. 4 - TRIPS

Toda vantagem,

favorecimento, privilégio ou

imunidade

nacionais de qualquer outro Estado-Membro

devia ser outorgada aos nacionais de todos os demais

Estados-Membros.

(25)

Acordo TRIPs / 1994

ARTIGO 22 -

Proteção IG – geral

Indicações Geográficas são, para os efeitos

deste Acordo,

indicações

que identifiquem

um produto como originário do território de

um Membro, ou região ou localidade deste

território, quando determinada

qualidade

,

reputação

ou outra

característica

do

produto seja essencialmente atribuída à sua

origem geográfica

.

(26)

Análise comparativa da definição

Signo

:

Acordo de Lisboa “nomes geográficos”

TRIPS  “indicação”

(27)

Produto ou bem

:

Em inlgês:

Acordo de Lisboa “product”

TRIPS “good”

Em outras línguas, como o francês, a tradução resulta em

produto, do que se pressupõe que ambos tratem de produtos

e que, neste escopo, sua definição não obriga a proteção

mínima também de serviços.

Brasil,  produtos e serviços

Protocolo de Harmonização MERCOSUL

(28)

Análise comparativada definição

Reputação, qualidade e característica:

Acordo de Lisboa 

qualidade ou característica referente ao meio geográfico +

notório,.

TRIPS 

qualidade, característica ou reputação relacionada com sua origem

geográfica

Brasil,

Definição TRIPS + Acordo de Lisboa,

indicação de procedência,  notoriedade

denominação de origem,  qualidade ou outra característica

referente a origem geográica.

(29)

Análise comparativada definição

Fatores determinantes

:

Acordo de Lisboa  características ou qualidades =

meio geográfico, incluindo fatores naturais e

humanos

TRIPS  atribuídos à sua origem geográfica, não

exigindo que ela seja decomposta na influência de

fatores naturais e fatores humanos sobre o produto.

O Brasil e o Mercosul dividiram os fatores

determinantes entre as espécies do gênero indicação

geográfica.

(30)

Acordo TRIPs / 1994

ARTIGO 22 - Proteção IG – geral

Não há uma obrigatoriedade de se proteger,

positivamente, uma indicação geográfica.

Impedir que:

Induza o público a erro

(31)

Acordo TRIPs / 1994

Art. 23 - Proteção Adicional às Indicações

Geográficas para Vinhos e Destilados

evitar a utilização de uma indicação geográfica que

[...], mesmo quando a verdadeira origem dos bens

esteja indicada / tradução / acompanhada por

expressões como

"espécie", "tipo", "estilo",

"imitação".

O registro de uma marca para vinhos será

recusado ou invalidado,

"ex officio“

ou a pedido.

No caso de indicações geográficas homônimas

para vinhos, a proteção será concedida para cada

(32)

Acordo TRIPs / 1994

Art. 24 - TRIPS apresenta seis exceções quanto ao uso

das indicações geográficas:

uso de um nome geográfico continuado e similar a

uma indicação geográfica;

marca idêntica ou similar a uma indicação geográfica;

nome comum;

uso ou registro de uma marca;

uso do nome em operações comerciais;

não proteção;

(33)

Acordo TRIPs / 1994

Art. 24 - negociações

Aumentar a proteção às indicações geográficas

específicas mencionadas no art.23

Art. 23 - negociações

Sistema multilateral de notificação e registro de

indicações geográficas para vinhos

Novas negociações

:

Estender a proteção do vinho e espirituosos aos

demais produtos.

(34)

Acordos Regionais

União

Europeia

União

Europeia

Mercosul

Mercosul

IGP

IGP

DOP

DOP

Vinhos, produtos

agroalimentares

destilados

Vinhos, produtos

agroalimentares

destilados

Vinhos,

produtos agroalimentares

Vinhos,

produtos agroalimentares

IGR

IGR

DOR

DOR

Vinhos e

derivados

IP

IP

DO

DO

Outros produtos

e serviços

(35)

Acordos Regionais - IG

GERAL ESPECÍFICO

1951 - CECA

1957 - CEE - Tratado de Roma 1958 - Euratom 1958 - UE - PAC conferência de Stresa 1960 - ALALC - Montevidéu 1962 - UE - Reg 24 1965 - UE - Tratado de Fusão 1969 Pacto Andino -Cartagena 1970 - UE - Reg 816 1975 - UE - Reg 2506 1979 - UE - Reg 337 1979 - UE - Reg 822 1980 – ALADI 1985 – Declaração de Iguaçu 1988 – Tratado Coop – BR/AR

1987 - O Acto Único Europeu

GERAL ESPECÍFICO 1991 - Mercosul - Tratado de Assunção 1992 - UE - Maastricht 1992 - UE - Reg 2081 1994 - Mercosul - Protocolo de Ouro Preto 1994 - NAFTA 1995 - Mercosul - Protocolo de harmonização 08

1996 REG VIT MERCOSUL -Res 46 1997 - UE - Amesterdã 1999 - UE - Reg 1493 2000 - CAN - DECISION 486 2001 - UE - Nice 2002 - UE - Reg 753 2006 - UE - Reg 510 2007 - UE - Lisboa 2008 - UE - Reg 110 2008 - UE - Reg 479 2008 - UE - Reg 555 2009 - UE - Reg 607

(36)

Estados do MERCOSUL

Estados Partes Argentina (1991) Brasil (1991) Paraguai (1991) Uruguai (1991) Venezuela (2009)

Estados Associados Bolívia (1996) Chile (1996) Peru (2003) Colômbia (2004) Equador (2004) Estado Observador

(37)

IG no MERCOSUL

1994 – OMC

TRIPS – INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS

1995 - MERCOSUL/CMC/DEC. N° 8/95

PROTOCOLO DE HARMONIZAÇÃO DE NORMAS SOBRE

PROPRIEDADE INTELECTUAL NO MERCOSUL, EM MATÉRIA

DE MARCAS,

INDICAÇÕES DE PROCEDÊNCIA E

DENOMINAÇÕES DE ORIGEM.

1996 – MERCOSUL/GMC/RES. N° 45/96

(38)

Protocolo de

Harmonização

Regulamento Vitivinícola

Indicação de Procedência

- nome geográfico de país, cidade, região ou localidade de seu território,

- seja conhecido

- centro de extração, produção ou fabricação de determinado

produto

- de prestação de determinado

serviço

Indicação Geográfica Reconhecida

- nome de um país, da região ou do lugar

- produto originário deste país, desta região, deste lugar ou da área definida para este fim sob este nome,

- reconhecido pelas autoridades competentes do respectivo país

- o reconhecimento deste nome está ligado

-uma qualidade e/ou uma característica do produto,

-atribuída ao meio geográfico

-fatores naturais ou fatores humanos

-está subordinado à colheita da uva no país, na região, no lugar ou na área definida.

(39)

Protocolo de

Harmonização

Regulamento Vitivinícola

Denominação de origem

- nome geográfico de

- país, cidade, região ou localidade de seu território,

-designe produtos ou serviços -qualidades ou características -exclusiva ou essencialmente -meio geográfico

-fatores naturais ou humanos.

Denominação de Origem Reconhecida

- nome do país, da região ou do lugar - designar um produto

- originário deste país, desta região, deste lugar ou da área definida para este fim sob este nome,

- reconhecido pelas autoridades competentes do respectivo país

-qualidade ou características

-exclusivamente ou essencialmente -meio geográfico,

-fatores naturais e fatores humanos

-está subordinado à colheita da uva bem como à

transformação no país, na região, no lugar ou área

(40)

UNIÃO EUROPEIA

REGULAMENTO (UE) N.o 1151/2012

regimes de qualidade dos produtos agrícolas e dos

géneros alimentícios

REGULAMENTO (UE) N.o 1308/2013

organização comum dos mercados dos produtos agrícolas

REGULAMENTO (UE) N.o 251/2014

definição, descrição, apresentação, rotulagem e proteção

das indicações geográficas dos produtos vitivinícolas

aromatizados

REGULAMENTO (CE) N.o 110/2008

definição, designação, apresentação, rotulagem e

protecção das indicações geográficas das bebidas

espirituosas

(41)
(42)

Velho Mundo Vitivinícola

(antes da consolidação)

(43)

ITALIA

DOCG : denominazioni di origine controllata e garantita DOC : denominazioni di origine controllata

IGT : indicazioni geografiche tipiche / vinho regional Vino de Tavola : vinho de mesa

(44)

FRANÇA

AOC : Appellations d´origine contrôlée Vin de Pays: vinho regional

(45)

ALEMANHA

QmP: Qualitätswein mit Prädikat – vin de qualité avec prédicat

QgU : Qualitätswein garantierten Ursprungs – vin avec une garantie d’origine spécifique QbA: Qualitätswein bestimmter Anbaugebiete – vin de qualité (VQPRD) ayant une origine

Landwein : vinho regional Tafelwein : vinho de mesa

(46)

INGLATERRA

VQPRD: quality wines produced in specified regions – vinho com indicação geográfica

(47)

ESPANHA

Vinos de pago : petit site rural dont les caractéristiques sont spécifiques (Espagne)

DOC : denominación de origen controlada / appellation d’origine contrôlée DO : denominación de origen / appellation d’origine

IG : indicaciones geográficas / indication géographique

Vino de la tierra : vinho regional Vino de mesa : vinho de mesa

(48)

PORTUGAL

DOC : Denominação de origem controlada / appellation d’origine contrôlée DO : Denominação de origem / appellation d’origine

IG : Indicação geográfica / indication géographique

Vinho regional ou vinho da região de : vin régional Vinho de mesa : vin de table

(49)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre

Vinos de Pago

AOP

DOC DOCQ

AOC DO DO / DOC DOC QmP

IGP IG IG QbA - QgU VQPRD

Vin régional Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

(50)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre

Vinos de Pago

AOP

DOC DOCQ

AOC DO DO / DOC DOC QmP

IGP IG IG QbA - QgU VQPRD

Vin régional Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

(51)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre

Vinos de Pago

AOP

DOC DOCQ

AOC DO DO / DOC DOC QmP

IGP IG IG QbA - QgU VQPRD

Vin régional Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

(52)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre

Vinos de Pago

AOP

DOC DOCQ

AOC DO DO / DOC DOC QmP

IGP IG IG QbA - QgU VQPRD

Vin régional Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

(53)

França Espanha Inglaterra Portugal Itália Alemanha AOC VdP VP DOC DO IG DOCG DOC IGT DO IG VR QmP QbA - QgU vqprd União Européia DOP IGP

(54)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre AOP Vinos de Pago DOC DOCQ

AOC DO DO / DOC DOC QmP

IGP IG IG QbA - QgU VQPRD Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

(55)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre AOP Vinos de Pago DOC DOCQ

AOC DO DO / DOC DOC QmP

IGP IG IG QbA - QgU VQPRD Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

(56)
(57)

CHILE 

vinho

DO : Denominación de Origen /

Appellation d’origine

Vino de mesa: vinho de mesa

DO: Denominação de Origem.

75% da região: 75% do vinho deve ser produzido com uvas provenientes da região delimitada. 75% da safra: para indicar a safra, no mínimo, 75% do vinho deve ser do ano referido.

75% da variedade: só se podem usar as variedades de uvas brancas e tintas contidas no

(58)

CHILE – OUTROS PRODUTOS

Indicación geográfica

Denominación de origen

- aquella que identifica un

producto originario del país o de

una región o localidad del territorio nacional

- cuando la calidad, reputación u

otra característica del mismo sea

- imputable, fundamentalmente, a su origen geográfico.

- aquella que identifica un producto como originario del país, o de una región o de una localidad del territorio nacional, - la calidad, reputación u otra

característica del mismo

-imputable fundamentalmente a su

origen geográfico, teniendo en

consideración, además, otros

factores naturales y humanos que incidan

(59)

AUSTRALIA 

vinho

Zone

Region

Subregion

Wine grape

vineyard

Wine grape

vineyard

Zone: composta de um ou mais regiões e que possa ser visto como uma zona.

Region: composta de uma ou mais subregiões cuja influência homogênea sobre a uva seja mensurável,

cuja produção não passe 500 toneladas de uvas por ano, que compreenda pelo menos cinco vinhedos de não mais de cinco hectares e que não tenham donos em comum, e que seja entendido como uma região.

Subregion: uma parte de uma região subregiões cuja influência homogênea sobre a uva seja mensurável,

cuja produção não passe 500 toneladas de uvas por ano, que compreenda pelo menos cinco vinhedos de não mais de cinco hectares e que não tenham donos em comum, e que seja entendido como uma

subregião.

Wines grape vineyard: uma parcela particular de terra que seja plantada com uvas para vinho,

(60)

ESTADOS UNIDOS 

vinho

Vinho EUA

Vinho Estranheiro

Appellations

of Origin

Pelo menos 75% do vinho deve ser da região demarcada.

Deve ser totalmente elaborando e engarrafado na região de

origem.

Deve estar em conformidade com a legislação vigente e com as designações presentes na rotulagem.

Pelo menos 75% do vinho deve ser da região demarcada.

Deve estar conforme a legislação do país de origem e com as designações presentes na rotulagem, de acordo com o país de origem.

AVA

American

Viticultural

Area

Pelo menos 85% deve ser da área vitícola.

Deve ser totalmente elaborando e engarrafado na região de

origem.

Deve ser reconhecido oficialmente pelo país de origem.

Pelo menos 85% deve ser da área vitícola.

Deve estar conforme a legislação do país de origem e com as designações presentes na rotulagem, de acordo com o país de origem.

(61)

Acordo TRIPS BRASIL = PH MERCOSUL Gênero Indicação Geográfica Indicação Geográfica

Espécie -- Indicação de Procedência Denominação de Origem Nome a ser protegido Qualquer indicação Nome geográfico Nome geográfico

Abrangência Produto Produto ou serviço Produto ou serviço Origem Território de um Membro,

ou região, ou localidade do território

País, cidade, região ou localidade de seu território

País, cidade, região ou localidade de seu território

Fundamento Qualidade ou reputação, ou outra característica Tenha se tornado conhecido (reputação) Qualidade ou característica Produção ou origem da matéria-prima Atribuída essencialmente à sua origem geográfica

Centro de extração, produção ou fabricação do produto ou de prestação do serviço Atribuída exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.

BRASIL

(62)

ARGENTINA

INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA DENOMINAÇÃO DE OIRGEM CONTROLADA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA INDICAÇÃO DE PROCEDÊNCIA DENOMINAÇÃO DE OIRGEM

OUTROS PRODUTOS

(63)

Brasil

Chile

EUA

Australia

Genero GeográficaIndicação Denominación de Origen Geographical indication Geographical indication Espécie DO Denominación de Origen Appellations of Origin AVA Collective Mark Certificate Mark Zone Region Subregion Wine grape vineyard IP

(64)

France Espagne Portugal Italie Allemagne Angleterre

Brésil Chili États-Unis Australie

AOP Vinos de Pago DOC DOCQ AOC DO DO / DOC DOC QmP DO IGP IG IG QbA – QgU VQPRD IP Wine grape vineyard Vin de Pays Vino de la tierra Vinho

Regional IGT Landwein

Zona de Produção DO AVA AO Zone Region Subregion Vin de table Vin de Table Vino de mesa Vinho de mesa Vino de

Tavola Tafelwein Table wine

Vinho de mesa

Vino de mesa

(65)

ALTERNATIVAS E ESTRATÉGIAS

?

X

MARCA COLETIVA

INDICAÇÃO

GEOGRÁFICA

MARCA DE

CERTIFICAÇÃO

(66)
(67)
(68)

Tipos de Marcas

Marcas coletivas

aquela usada para identificar produtos ou

serviços provindos de membros de uma

determinada:

(69)

Tipos de Marcas

Marcas de certificação

aquela usada para atestar a conformidade

de um produto ou serviço com

determinadas normas ou especificações

técnicas, notadamente quanto à

qualidade, natureza, material utilizado e

metodologia empregada

(70)

Quem pode requerer o registro?

produtos e serviços

as pessoas físicas ou jurídicas de direito público

ou de direito privado nas atividade que exerçam

efetiva e licitamente

marca coletiva

só poderá ser requerido por pessoa jurídica

representativa de coletividade, a qual poderá

exercer atividade distinta da de seus membros

.

marca de certificação

só poderá ser requerido por pessoa sem interesse

comercial ou industrial direto no produto ou

(71)

MARCAS

INDIVIDUAL COLETIVA CERTIFICAÇÃO

O que? Diferenciar produto

ou serviço de outro semelhante Deferenciar produto ou serviço de uma coletividade de outro semelhante atestar a conformidade de produto ou serviço com normas ou especificações técnicas

Titular Pessoa Natural Pessoa Jurídica No seu ramo Pessoa Jurídica representante da coletividade Terceiro sem interesse comercial no produto ou serivço

Regulamento não sim sim

(72)

Denominação De Origem Marca coletiva Marca da empresa Marca do Produto

(73)
(74)

OBRIGADA

Imagem

Referências

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