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Carta Inva Capital FEVEREIRO/2013

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Carta Inva Capital

FEVEREIRO/2013

Dr. Lucas Dezordi Raphael Cordeiro, CNPI

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R

ESUMO

1. O atual governo implementa um modelo

macroeconômico insustentável.

2. Nosso cenário de referência prevê aumento

de juros ainda em 2013.

3. A economia global não terá choque na oferta

de alimentos.

4. EUA e Europa não vivenciarão uma nova fase

de recessão.

5. O câmbio de equilíbrio é R$ 2,12/US$.

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As Projeções Macroeconômicas

da Inva Capital para 2013

É sempre importante traçarmos um cenário macroeconômico de referência no início de cada ano. Torna-se um exercício im-portante, pois assim podemos visualizar as principais oportu-nidades de aplicações para nossos produtos financeiros. En-tretanto, este ano em especial, temos uma complicação adici-onal: o desastroso e insustentável modelo macroeconômico do atual governo Dilma.

Mesmo com essa dificuldade adicional, temos que construir um cenário de referência. E para esta tarefa difícil, utilizarei alguns procedimentos metodológicos fundamentais para sus-tentar o cenário estabelecido.

Primeiro deles: por hipótese consideraremos que o Banco Central irá conter as expectativas de inflação do mercado para os próximos doze meses com seu instrumento clássico de política monetária. Ou seja, ele vai subir a taxa de juros Selic!

Segundo: a economia mundial não viverá mais um ano de for-te choque de oferta dos alimentos, como observado em 2012 e/ou do petróleo, em virtude de uma instabilidade políti-ca no Oriente Médio, por exemplo.

E, por último: os Estados Unidos e a Europa não vivenciarão uma nova fase de recessão. Os EUA irão realizar o ajuste fis-cal gradual mantendo uma taxa de crescimento do seu PIB em aproximadamente 2% e a Europa registrará uma expan-são de pelo menos 1% de seu PIB, em 2013.

Neste contexto, esperamos que o Banco Central venha a combater o atual processo inflacionário elevando a taxa de

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juros básica da economia dos atuais níveis de 7,25% para 7,75%. Como consequência, o mercado irá reduzir suas ex-pectativas de inflação (IPCA) para os próximos 12 meses, as quais fecharam o ano de 2012 em níveis bem elevados (5,63%). Teríamos, portanto, em dezembro de 2013 uma taxa de juros reais backward looking – voltada para trás – de 2,21% e forward looking – voltada para frente – de 2,51%. Isto é, muito mais adequada para combater o atual processo inflacionário. Estimamos que os atuais níveis de taxa de juros reais, por exemplo em dezembro de 2012, no valor de 1,37% são inflacionários e, com isso, insustentáveis.

A última Ata do Comitê de Política Monetária (Copom) - 172º - destaca que a inflação dos preços administrados em 2013 fechará o ano em 3,0%. Considerando um recuo de aproxi-madamente 11% na tarifa residencial de eletricidade, reajus-te no preço da gasolina ao consumidor em torno de 5% e es-tabilidade da tarifa de telefonia fixa e do preço do gás de bu-jão.

Por isso, consideramos para dezembro de 2013 uma taxa de inflação de 5,42%, com uma expansão do PIB de cerca de 3,0%.

O aumento da inflação brasileira em relação à norte-america-na pressionorte-america-nará a taxa de câmbio (R$/US$) para 2,12. Consi-derando uma entrada líquida de recursos do exterior em car-teira de US$ 16,5 bilhões para US$ 19,8 bilhões, esperamos que a bolsa de valores, principalmente após o segundo se-mestre, venha a subir para um nível de 66 mil pontos. Geran-do uma valorização em 2013 de cerca de 8,42% em relação ao ano anterior.

Fonte: IBGE, BCB, Bovespa / Projeções: Inva Capital

VARIÁVEL 2013P TENDÊNCIA 2012

IPCA 5,42% 5,84%

IPCA Livre 6,23% 6,56%

IPCA -Administrado 3,00% 3,65%

Selic - fim do período 7,75% 7,25%

IPCA esperado 5,11% 5,63%

PIB 3,00% 1,60%*

CPI (EUA) 2,00% 2,07%

Câmbio (R$/US$) - fim do período 2,12 2,04 Investimento Estrangeiro em

Carteira (líquido) - US$ milhões 19.841 16.534

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O ano começou calmo, porém tudo começou a mudar a par-tir do dia 23 de janeiro. Entre o dia 23 e o dia 31, o Ibovespa e o Dólar recuaram 3,5% e 2,3%, respectivamente, e a Ren-da Fixa passou a operar de maneira mais instável com al-guns títulos recuando fortemente.

O que teria acontecido no dia 23 que assustou não apenas o mercado financeiro, mas também o governo que passou a agir com intensidade na venda de dólares?

Naquele dia foi divulgado o IPCA-15, que é o índice de infla-ção oficial do governo, porém que representa a variainfla-ção dos preços entre os dias 16 do mês anterior e o dia 15 do mês corrente, diferente do IPCA normal que calcula a inflação do mês fechado. O IPCA-15 de janeiro apresentou uma inflação exorbitante de 0,88% e no acumulado de 12 meses o índice passou a barreira dos 6% chegando a 6,02%.

0% 0.20% 0.40% 0.60% 0.80% 1.00%

Jan/11 Jun/11 Dez/11 Jun/12 Jan/13

IPCA-15

No mercado de Renda Fixa, o resultado era esperado por nós - com quedas principalmente nos títulos prefixados que advém da alta nos juros futuros. Para os títulos que seguem o IPCA como os fundos de índice de preços e as NTNBs o resultado também pode ser negativo, pois a potencial eleva-ção nos juros básicos poderá elevar o nível dos juros reais.

Isso é um ALERTA!!! Devido aos bons retornos que os fundos de investimentos em índice de preços (normalmente chama-dos de PREÇOS, INFLAÇÃO, INFLATION, INDEX, dentre ou-tros nomes criativos) clientes das mais diversas instituições financeiras estão recebendo ofertas para investir nesses pro-dutos.

Não é novidade para ninguém que rentabilidade passada não garante resultado futuro, mas é difícil para nossa psiqué

en-TIPO TÍTULO VENCIMENTO RENDIMENTO (%)

EM JANEIRO/13 Prefixados LTN 01/01/2015 0.21% Prefixados LTN 01/01/2016 -0.27% Prefixados NTN-F 01/01/2021 -1.42% Prefixados NTN-F 01/01/2023 -1.38% Indexados ao IPCA NTN-B 15/05/2017 -0.13% Indexados ao IPCA NTN-B 15/08/2020 -0.2% Indexados ao IPCA NTN-B Principal 15/08/2024 0.17% Fonte: IBGE

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tender isso e para os “vendedores” é muito mais fácil vender produto do passado, já que nossa mente compra com mais facilidade essa lógica equivocada.

Fizemos o levantamento de alguns fundos oferecidos por bancos de varejos (cujos nomes não serão citados aqui). É interessante observar o crescimento dos fundos citados aci-ma nos últimos seis meses, pois segundo dados da Anbiaci-ma, enquanto a indústria total de fundos de investimentos cres-ceu 6,9%, os fundos de Renda Fixa prefixados e indexados a inflação cresceram em média 70%!

TIPO FUNDO RENDIMENTO

(%) JANEIRO/13 VARIAÇÃO (%) PATRIM. 6 M Prefixados Fundo I 0.13% 80% Prefixados Fundo II 0.05% 31% Prefixados Fundo III -0.07% 14% Indexados ao IPCA Fundo IV* -0.15% R$ 250 M Indexados ao IPCA Fundo V 0.07% 150% Indexados ao IPCA Fundo VI 0.33% 90%

E ainda tem gente que compara esses fundos com CDI. A Anbima há tempos calcula uma variedade de índices que ser-vem como parâmetro para rendimento dos mais variados seg-mentos de Renda Fixa e na tabela ao lado você pode obser-var os principais.

MERCADO ÍNDICE ANBIMA REND.(%) 12 M REND.(%) JAN/13 Renda Fixa IMA-Geral 16.71% 0.37%

Prefixado IRFM 12.85% 0.01%

IPCA IMA-B 25.31% 0.54%

IGPM IMA-C 34.6% 0.91%

Voltando aos impactos dessa elevada inflação, mas agora com foco no mercado de imóveis. Existe, no curto prazo, um efeito positivo ocasionado pela correção dos valores dos alu-gueis, porém no longo prazo o efeito pode ser perverso se os juros tiverem que subir consideravelmente para conter a inflação.

Para o mercado de ações o efeito é praticamente nulo, pois existem pontos positivos quando a inflação é causada pelo excesso da demanda e existem pontos negativos se a alta nos preços estiver relacionada a alta de salários pressionan-do assim, as margens das companhias intensas em mão de obra. Nas próximas semanas muitos balanços serão divulga-dos, mas como estamos esperando um crescimento maior nos lucros do que nos últimos trimestres. Acreditamos que, neste momento, o efeito positivo do excesso da demanda pode ter superado o efeito negativo do aumento das despe-sas.

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Os fundos multimercados poderão ou não ser impactados por movimentações fortes na inflação, pois alguns podem es-tar a favor e outros contra. Esperamos que os gestores dos fundos que escolhemos para a Carteira de Investimentos Al-ternativos da Inva Capital façam as melhores escolhas para preservar o patrimônio de nossos clientes. O disperso resulta-do resulta-dos funresulta-dos, que pode ser observaresulta-do na seção de reco-mendações demonstra que alguns não acertaram em cheio, mas a diversificação possibilitou a apuração de um resultado extraordinário em janeiro.

Outro mercado que deveria ser impactado pela alta do IPCA é o câmbio. No longo prazo há espaço para desvalorização, mas, o Banco Central vem agindo para segurar a moeda bra-sileira valorizada e assim segurar a inflação, entretanto utili-zar o câmbio como instrumento de política monetária já se provou ser um enorme erro, logo acreditamos que, em algum momento dos próximos meses, o câmbio voltará a se desva-lorizar.

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Portfólio

Iniciamos 2012 como terminamos o ano anterior, com rendi-mentos incríveis. O bom resultado de todas as carteiras im-pulsionou o Portfólio recomendado pela Inva Capital.

O aumento do peso da carteira de fundos imobiliários e de investimentos alternativos ocorrida nos últimos meses trouxe benefícios aos resultados.

Acreditamos que uma certa prudência para o mercado de Renda Variável e Investimentos Alternativos seja necessária para os próximos meses, mas não achamos necessário alte-rar a composição do Portfólio recomendado aos nossos clien-tes.

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PESO RENDIMENTO MUDANÇAS NOVO PESO

Renda Fixa 45% 0.74% Imóveis 20% 3.86% Renda Variável 25% 1.96% Alternativos 10% 0.96% TOTAL 1.69% Benchmark 1.10%

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JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL 2011 Portfólio 0.47% 4.45% 0.01% 0.16% 5.12% 2011 Benchmark 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 4.47% 2012 Portfólio 3.59% 2.78% 0.78% 1.07% -1.78% -1.01% 3.00% 0.56% 0.13% -1.41% 0.36% 1.88% 10.24% 2012 Benchmark 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 1.10% 14.03% 2013 Portfólio 1.69% 1.69% 2013 Benchmark 1.10% 1.10% TOTAL Portfólio 17.84% TOTAL Benchmark 20.44%

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Renda Fixa

Tivemos um desempenho fantástico para o turbulento cená-rio no mercado de Renda Fixa neste início de ano. A forte in-flação de 2012 (5,8%) persiste e movimenta com mais intensi-dade os títulos que, supostamente, deveriam ser mais con-servadores.

Algumas das LTNs e das NTNBs (títulos públicos préfixados e indexados ao IPCA, respectivamente) ofereceram rendimen-tos negativos no primeiro mês de 2013. Isso é um alerta para os investidores que estão sendo abordados por bancos para aplicar seus recursos nesse tipo de fundo - veja mais em in-vestimentos.

Nossas escolhas se demonstraram acertadas, já que esta-mos com pouca exposição às LTNs e a NTNB que recomen-damos foi única que apresentou forte rendimento em janeiro. Continuamos com a mesma recomendação para fevereiro, pois o cenário de inflação e juros ainda estão muito incertos.

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PESO RENDIMENTO MUDANÇAS NOVO PESO

LTN 01/01/14 8% 0.49% CDB AAA 30% 0.58% CDB AA 26% 0.63% LCI A+ 16% 0.63% NTN-B 15/05/35 20% 1.33% TOTAL 0.74% Benchmark 0.59% %CDI 125.42%

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JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL 2011 Carteira 0.99% 1.12% 1.59% 0.51% 4.27% 2011 CDI 0.94% 0.88% 0.86% 0.90% 3.63% 2011 % CDI 105.32% 127.27% 184.88% 56.67% 117.79% 2012 Carteira 0.82% 0.96% 0.89% 1.05% 0.84% 0.72% 0.68% 0.70% 0.56% 0.98% 0.76% 0.70% 10.10% 2012 CDI 0.88% 0.74% 0.81% 0.70% 0.73% 0.64% 0.68% 0.69% 0.54% 0.61% 0.54% 0.51% 8.37% 2012 % CDI 93.18% 129.73% 109.88% 150.00% 115.07% 112.50% 100.00% 101.45% 103.70% 160.66% 140.74% 137.25% 120.58% 2013 Carteira 0.74% 0.74% 2013 CDI 0.59% 0.59% 2013 % CDI 125.42% 125.42% TOTAL Carteira 15.65% TOTAL CDI 12.97% TOTAL %CDI 120.69%

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Imóveis

A carteira Inva Capital de Fundos Imobiliários apurou mais um mês de bons rendimentos, desta vez inclusive superando a va-lorização do IFIX (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBo-vespa).

Nesse mês, incluímos o BTG Pactual Corporate Office Fund no lugar do TRX Logística. Esse fundo está para fazer uma nova emissão e o do BTG, segundo nosso modelo de precifi-cação, apresenta potencial de alta de mais de 10%. Será a

pri-meira vez que a carteira não tem um fundo exclusivo de Logísti-ca, pois acreditamos que estes estão com pouca margem de se-gurança. 12 FUNDO CÓDIGO PESO RENDIMENTO RENDIMENTO RENDIMENTO

MUDANÇAS NOVO PESO

FUNDO CÓDIGO

PESO COTA ALUGUEL TOTAL MUDANÇAS NOVO PESO

Brasil Shopping HGBS11 30% 3.99% 0.61% 4.60% Largo 13 MSHP11 7% 6.82% 0.76% 7.58% TRX Logística TRXL11 28% 0.84% 0.63% 1.48% -28% 0% BB Vot. JHSF C.J. BBVJ11 15% 3.57% 0.75% 4.32% RB Capital Renda II RBRD11 20% 3.93% 0.49% 4.43% BTG Pactual C Office BCRC11 +28% 28% TOTAL 3.23% 0.62% 3.86% Benchmark 2.54%

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JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL

2011 Carteira 4.01% 0.40% 1.12% 1.17% 6.83% 2011 IFIX 1.67% -0.36% 1.48% 3.70% 6.61% 2012 Carteira 3.59% 4.79% 0.72% 5.28% -0.49% 3.96% 9.77% 0.69% -1.88% -1.39% -0.60% 2.66% 29.95% 2012 IFIX 3.03% 4.65% 4.07% 1.43% 3.42% 3.90% 6.10% -0.42% 1.76% -2.05% 0.40% 4.43% 35.03% 2013 Carteira 3.86% 3.86% 2013 IFIX 2.54% 2.54% TOTAL Carteira 44.18% TOTAL IFIX 47.61%

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Ações

O resultado da Carteira de Ações em janeiro foi incrível já que conseguimos rendimento positivo de quase 2%, enquan-to o Ibovespa recuou 1,95%.

No último mês, incluímos a Tractebel e a ALL na carteira. Am-bas tiveram uma boa performance no primeiro mês do ano com valorizações de 6% e 5%, mas como acreditamos que possuem potencial para se valorizarem ainda mais continua-rão compondo nossa carteira de ações recomendada. Ou-tros destaques de alta foram as ações da Grazziottin e da Cremer que subiram, respectivamente, 15% e 10%.

A volatilidade das ações da OGX continua preocupando, mas o início da produção do terceiro poço de tubarão Marte-lo e o início das operações da térmica da MPX (sócia) ofere-cem boas perspectivas de médio prazo. Estamos avaliando o impacto do poço seco encontrado recentemente pela com-panhia no complexo de Cozumel.

Os resultados dos últimos meses vem comprovando nossa preocupação com riscos e isso se reflete na volatilidade anu-alizada que está inferior ao do Ibovespa em quase 1 ponto percentual.

Para fevereiro vamos manter a mesma composição.

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EMPRESA CÓDIGO PESO RENDIMENTO MUDANÇAS NOVO PESO

Itaú Unibanco ITUB4 11% 2.88%

Iguatemi IGTA3 11% 5.95%

Cielo CIEL3 10% -1.18%

Restoque LLIS3 10% -9.66%

Fert. Heringer FHER3 10% -2.02%

ALL ALLL3 10% 4.33% Cremer CREM3 8% 10.91% Paraná Banco PRBC4 8% -0.51% OGX OGXP3 8% -6.39% Grazziotin CGRA4 8% 15.07% Tractbel TBLE3 6% 6.12% TOTAL 1.96% Ibovespa -1.95%

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JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL 2011 Carteira -3.10% 11.26% -2.50% -1.05% 4.01% 2011 Ibov -7.38% 11.49% -2.51% -0.21% 0.46% 2012 Carteira 10.72% 6.62% 0.46% -2.64% -9.52% -8.67% 2.80% 0.20% 0.52% -5.66% 0.68% 3.77% -2.63% 2012 Ibov 11.13% 4.34% -1.98% -4.17% -11.86% -0.25% 3.21% 1.72% 3.70% -3.56% 1.15% 6.05% 7.85% 2013 Carteira 1.93% 1.93% 2013 Ibov -1.95% -1.95% TOTAL Carteira 3.23% TOTAL Ibov 6.23%

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Alternativos

A carteira de investimentos alternativos da Inva Capital teve mais um mês de bons rendimentos, com valorização próxima de 1,0%, o que representa 162,7% do CDI.

Desde novembro, quando iniciamos essa carteira, estamos com rendimento de 3,1% ou 186,8% do CDI. Estamos con-fiantes que a inédita carteira de Investimentos Alternativos continuará oferecendo resultados extraordinários para seus investidores.

Não recomendamos alterações na composição da carteira para o mês de fevereiro.

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FUNDO ESTRATÉGIA PESO RENDIMENTO MUDANÇAS NOVO PESO

BNY Mellon ARX Hedge Plus Macro 15% 1.43%

Claritas Long Short Long Short 15% 1.32%

BTG Pactual Hedge Plus Multiestratégia 15% 0.91% Plural Capital Institucional Multiestratégia 15% 0.64%

CSHG Top 30 FIC. Multigestor 25% 0.95%

BTG Pactual High Yield Multiestratégia 15% 0.55%

TOTAL 0.96%

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JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL

2012 Carteira 0.91% 1.18% 2.10% 2012 IFMM 0.56% 1.22% 1.79% 2013 Carteira 0.96% 0.96% 2013 IFMM 0.00% 2014 Carteira 0.00% 2014 IFMM 0.00% TOTAL Carteira 3.08% TOTAL IFMM 1.79%

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seguin-© 2012, Inva Capital

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