SENEGAL
N O V E M B R O 2 0 1 3
INTERNATIONAL
SUPPORT
KIT OF
OPPORTUNITIES
ISKO Senegal
Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional
Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Apoios à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Oferta Internacional do GBES
Contactos
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Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional Fontes: FMI, Banco Mundial, COSEC, World Economic Forum, Global Heritage, Commonwealth.
Ambiente de negócios
Capital: Dakar Língua Oficial: Francês
População (Milhões): 14.1 (2013) Área: 196.7 mil km2
Tempo: GMT Moeda: Franco CFA (XOF)
Tipo de Governo: República Democrática Religião: Maioritariamente muçulmana
(94%)
Ambiente de negócios e fatores chave
Saint Louis Diourbel Mbour Touba-Mbacke Dakar Fatick Ziguinchor Thiés Kaolack Tamboconda Kolda Matam Louga
Facilidade de fazer negócios 178/189
(Doing Business 2014 ranking)
Proteção dos investidores 170/189 Comércio transfronteiriço 80/189 Cumprimento de contratos 177/189 Liberdade Económica 116/177
(Economic Freedom 2013 ranking)
Competitividade 113/148
(Glob al Competitiveness Index 2013-2014 ranking)
Requerimentos Básicos 120/148
Infraestruturas 117/148
Instituições 82/148
Potenciadores de Eficiência 105/148 Inovação e Sofisticação 76/148 Cosec (Risk group) 6
Classificação de 1 (risco menor) a 7 (risco maior)
Standard & Poor’s (Rating)
(Classif icação de AAA (menor risco) a D (risco maior, default))
Dívida longo prazo em moeda local B+
Dívida longo prazo em moeda estrangeira B+
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EEstimativa.
Fontes: FMI, Bloomberg.
Indicadores Macroeconómicos
PIB
Preços correntes EUR mil milhões
PIB taxa de crescimento real
Percentagem Taxa de Inflação Percentagem Taxa de Câmbio1 EUR/XOF Balança Corrente Percentagem do PIB Saldo Orçamental Percentagem do PIB 2011 2012 2013 2014E 2015E
SENEGAL
10.4 11.0 11.7 12.6 13.6 2.6 3.5 4.0 4.6 4.7 3.4 1.4 1.2 1.6 1.7 656.0 656.0 656.0 656.0 656.0 -7.9 -10.3 -9.5 -8.5 -7.8 -6.3 -5.6 -5.3 -4.6 -3.905
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Fontes: FMI, OCDE, AfDB, BCEAO , TI, BBC, IIAG, World Bank, ES Research - Research Sectorial.
Síntese económica (I)
Em termos políticos, o Senegal tem vindo a ser encarado como um dos modelos da democracia e tolerância em África, apresentando-se como uma república democrática semipresidencialista, 10º país africano no índice de governação, Mo Ibrahim Index 2013, 2º na África Ocidental. É dos poucos países africanos que há décadas beneficia de uma situação estável, em termos económicos e políticos, tendo atuado como mediador de conflitos na região, por exemplo, durante períodos de tensão política, em 2010, no Níger e, em 2009, na Mauritânia, ou no conflito do Darfur, em 2007.
Antiga colónia francesa, obteve independência em 1960 e, após quatro décadas de governo socialista (Léopold Senghor e Abdouh Diouf), foi eleito, em 2000, como Presidente Abdoulaye Wade, líder do Partido Democrático (Parti Démocratique Sénégalais) em eleições consideradas justas por organismos internacionais. Em 2012, Wade perdeu as eleições para Macky Sally, atual Presidente. A estabilidade do país é apenas perturbada pelo conflito de Casamansa, um conflito civil de baixo nível que se prolonga desde 1990. Opõe o Governo senegalês às forças rebeldes que exigem a independência da região e, apesar da assinatura de vários cessar-fogo, verificam-se conflitos ocasionais entre os militares e as forças separatistas.
O Senegal insere-se na UEMOA, a União Económica e Monetária dos Estados do Oeste Africano e na CEDEAO, Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, organização que oferece uma plataforma de entrada para um mercado regional de cerca de USD 500 mil milhões e 300 milhões de consumidores potenciais.
O desempenho macroeconómico do Senegal registou uma evolução favorável em 2012. Esperando-se uma nova aceleração do crescimento real do PIB para 4% em 2013, ainda abaixo da média da CEDEAO, 6.4%, 12º entre os 15 países da organização. A aceleração do crescimento, em 2012, reflete a intensificação do programa de investimento público em infraestruturas, particularmente rodoviárias e as relacionadas com o Plano Takkal (Plano de emergência do Governo para a área da energia). A taxa de desemprego tem sido referida como próxima dos 20%, embora não estejam disponíveis estatísticas atuais devidamente validadas.
A estratégia de desenvolvimento para o Senegal continua a focar-se na redução da pobreza e melhoria das condições de vida das populações. Em 2011, cerca de 50% da população senegalesa vivia abaixo do limiar de pobreza do país. O novo Document de Politique Economique et Social (DPES 2011-2015) oferece uma oportunidade de colocar a estratégia de crescimento de Senegal ao serviço da redução da pobreza, sem deixar de refletir os objetivos de natureza macroeconómica que devem ser assegurados. O DPES 2011-2015 contempla, como setores chave: a energia, as infraestruturas rodoviárias do interior e as de ligação regional, a agricultura e os setores sociais (água, saneamento, educação e saúde).
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Fontes: FMI, OCDE, AfDB, BCEAO , TI, BBC, IIAG , World Bank, ES Research - Research Sectorial.
Síntese económica (II)
A manutenção de uma política fiscal prudente é um objetivo determinante para a preservação da estabilidade macroeconómica, baseada no controlo da inflação (deverá voltar a situar-se abaixo de 2% em 2013), e na sustentabilidade do endividamento público. Pela primeira vez, nos últimos anos terá sido atingido em 2012 o objetivo fixado em termos de défice público, essencialmente graças a um apertado controlo da despesa pública. O deficit público deverá ser progressivamente corrigido para um valor inferior a 4%, de acordo com os critérios da UEMOA – União Económica e Monetária da África Ocidental.
A Balança de Pagamentos tem sido penalizada pela subida dos combustíveis e dos preços de importação de alimentos. As perspetivas de médio prazo indicam uma ligeira redução do deficit da balança corrente em 2013 e 2014. As remessas enviadas pelos emigrantes continuam a ter um peso muito significativo no contexto da Balança Corrente. Apesar de algumas limitações em termos de desenvolvimento, tendo, em 2012, uma esperança média de vida de 59 anos, uma taxa de literacia de cerca de 50%, o Senegal encontra-se melhor posicionado do que a generalidade dos países da África Subsaariana nos principais indicadores de desenvolvimento humano, 16º, sendo o 4º melhor classificado na região de CEDEAO.
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Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional Fontes: Comissão Europeia, CIA, EITI, ES Research - Research Sectorial.
Integração Internacional
CEDEAO – Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental A CEDEAO, organização regional de integração económica dos países da África Ocidental, compreende cerca de 230 milhões de consumidores e um PIB que deverá aproximar-se de EUR 400 mil milhões, em 2013, nos 15 estados membros.www.ecowas.int/
UEM OA – União Económica e M onetária da África Ocidental
Iniciativa sub-regional de integração com o intuito de criar um espaço económico e monetário comum entre ao seus membros (Benin, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné-Bissau, Mali, Níger, Togo e Senegal). A moeda em circulação é o Franco CFA da África Ocidental (XOF). www.uemoa.int/
A relação com a União Europeia desenvolve-se no quadro do Acordo de Cotonou, assinado em junho de 2000, entre a UE e 79 países ACP (África, Caraíbas e Pacífico), válido por um período de 20 anos. O Country Strategy
Paper for Senegal (2008-2013) apresenta o quadro estratégico de cooperação
sob o 10º EDF (European Development Fund), com especial foco no apoio ao comércio regional e integração, desenvolvimento de infraestruturas e redução
da pobreza. Atualmente a UE e os países da região da CEDEAO
encontram-se em fase de negociação de uma parceria económica regional, unicamente o Ghana e a Costa do Marfim já assinaram os respetivos Acordos de Parceria Económica Interinos.
http://ec.europa.eu/trade/wider-agenda/development/economic-partnerships/n egotiations-and-agreements/
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4.2% Construção e obras públicas
Fontes: BCEAO, OCDE, ADB, ES Research - Research Sectorial
Estrutura Setorial do PIB
Repartição do PIB por setores (2012)
Os serviços representam hoje cerca de 60% do PIB do Senegal. Ao setor primário corresponde 16,7%
do PIB, sensivelmente metade da média dos países da região (UEMOA).
2.9% Indústria extrativa 16.7% Agricultura, pescas e floresta 14.7% Indústria transformadora 15% Finanças, imobiliárias e serviços prestados às empresas 7% Outros serviços 11.6% Transportes, armazenagem e comunicações 3.3% Eletricidade e água 17.4% Comércio e turismo 7.2% Serviços públicos
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O sistema financeiro do Senegal é supervisionado pelo Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO), que é responsável pela política monetária e a estabilidade do sistema financeiro na área da UEMOA - União Económica e Monetária da África Ocidental: Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné-Bissau (o único membro não-francófono), Mali, Níger, Senegal e Togo. Este conjunto de países compartilham uma moeda comum, o Franco CFA (XOF) da África Ocidental, que está indexada ao euro. No contexto da UEMOA existe uma Bolsa Regional de Valores Mobiliários – BRVM, em Abidjan.
O setor bancário senegalês tem vindo a expandir-se ao longo dos últimos anos, contando com 19 bancos em atividade. Destes, destacam-se a Société Générale de Banques au Sénégal (SGBS, grupo Société Générale, França), a Compagnie Bancaire de l’Afrique Occidentale (CBAO, grupo Attijariwafa Bank, Marrocos), o Ecobank Transnational (sediado no Togo), o Banque Internationale pour le Commerce et l’Industrie du Sénégal (BICIS, grupo BNP Paribas, França) e o Banque de l’Habitat du Sénégal (BHS), bancos historicamente relevantes no país e que reúnem cerca de 75% da quota de mercado. Este setor, em grande expansão, nomeadamente devido à estabilidade política do país, às perspetivas de crescimento económico e à baixa penetração dos serviços financeiros (apenas cerca de 6% da população adulta tinha conta bancária em 2011), tem, como maior desafio ao seu crescimento, a conquista de confiança da generalidade da população.
Fontes: Africa Report, Ecobank, KPMG , BICIS, BHS, World Bank, The Economist, The Banker.
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SISTEMA
FINANCEIRO
Principais Bancos do Senegal, 2012
1Valores dos Ativos em 2010.
Ativos Totais1 (USD milhões) SGBS CBAO 1 313.4 1 174.5 Ranking
Estrutura Setorial da Economia (I)
6 (Top 25 Africa, The Banker)
646.9
27 (Société Générale, Top 1000 World Banks 2012) 12 (Top 25 Africa, The Banker)
Ecobank
574.4
BICIS 11 (BNP Paribas, Top 1000 World Banks 2012)
494.4
BHS n.d.
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ES Research - Research Sectorial .
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A agricultura é não só um dos principais setores de atividade do país – representando aproximadamente 17% do PIB juntamente com a pesca e silvicultura – como o principal empregador, mais de 60% da população ativa. As flutuações do PIB senegalês estão fortemente relacionadas com a qualidade do ano agrícola, pelo que o setor se reveste de particular importância. Dentro da produção agrícola destaca-se a produção de amendoim, sendo o Senegal o 10º maior produtor mundial, atrás de países como a Nigéria e dos líderes mundiais, China e Índia. O Senegal é ainda o maior exportador mundial de óleo de amendoim.
O Governo apoia esforços para aumentar a capacidade de processamento local do amendoim e de pasta de amendoim, com vista a acrescentar mais valor à exportação. Produtos como o algodão, o caju ou frutos tropicais (por exemplo quiabo, melancia, goiaba) têm também peso nesta economia. No âmbito da estratégia para o desenvolvimento do país e redução da pobreza, é considerado que, dada a flutuação em termos de colheitas e rendimentos obtidos, a modernização deste setor deve ser encarada como uma prioridade, nomeadamente em termos da irrigação, do apoio à mecanização agrícola e do acesso a empréstimos para investimento, entre outros. Há necessidade de aprofundar os estudos agrícolas, de modo a garantir o aumento da produtividade, bem como de explorar terra arável não utilizada.
Estrutura Setorial da Economia (II)
AGRICULTURA
Produção Agrícola, 2011 Óleo de Amendoim
Farelo de Milho Fónio
Amendoim sem casca Amendoim com casca
Ranking Mundial por Quantidade Produzida
4 4 7 7 10
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PESCA
Estrutura Setorial da Economia (III)
A pesca, na sua maioria artesanal, representa um importante contributo para o PIB do país. Este setor traduz-se em cerca de 10% das exportações nacionais, aproximadamente EUR 300 milhões em 2012, dois terços dos quais se destinam à União Europeia ao abrigo dos Acordos de Lomé. Existem, ainda, consideráveis subsídios à exportação dos produtos piscatórios. Uma parte das receitas do Estado provem, ainda, da venda de licenças de pesca a frotas estrangeiras que, em alguns casos, acabam por competir com as pequenas explorações artesanais. A conjugação destes fatores leva a que, à medida que o foco de exploração se volta para as espécies com elevado valor acrescentado no mercado internacional, existam algumas preocupações relativamente à exploração excessiva de recursos e em relação à capacidade de satisfação do mercado interno. Assim, o Governo senegalês encara o investimento em aquacultura como estratégico para colocar o Senegal na rota do desenvolvimento, atendendo à linha de costa de que dispõe e às possibilidades oferecidas pelos rios Senegal, Gâmbia, Casamansa e Sine-Saloum.
Evolução da produção pesqueira (captura), 2002 - 2011 (Toneladas)
SENEGAL
397 328 466 842 434 769 400 118 366 989 412 835 425 729 442 233 409 485 427 133 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 201113
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Embora a exploração mineira seja um setor com um reduzido peso relativo no PIB senegalês, representando apenas 2.9% do mesmo em 2012, merecem referência a exploração de ouro, aposta em expansão nos últimos anos, e de fosfatos, produto de exportação histórica do país. O ouro foi, em 2012, o segundo produto mais exportado pelo país, representando cerca de EUR 273 milhões, e os fosfatos o terceiro, gerando cerca de EUR 214 milhões. Para ambos os minérios verificam-se taxas de crescimento médias anuais bastante consideráveis, chegando o ouro a quase 100% ao ano. Surge, em primeiro lugar, a exportação de petróleo que, no entanto, não é um recurso natural do país, sendo importado e reexportado.
O Senegal conta, ainda, com reservas de ferro, com perspetivas de exploração no curto prazo, zircão, já com um plano de exploração que dotará o Senegal da quarta maior mina do mundo, platina, cobre, crómio, níquel e titânio, entre outros, sendo este um setor com potencial para crescimento e geração de valor. Existe um programa de incentivo ao setor mineiro (PASM), focado na documentação e mapeamento de reservas com potencial para exploração e o Estado incentiva fortemente o crescimento do setor, nomeadamente através de isenções fiscais.
Apesar do grande desenvolvimento que se verificou nos últimos anos, existem algumas limitações à expansão da exploração mineira. Algumas destas prendem-se com a inadequação dos recursos humanos e físicos, em termos de Administração, e com a complexidade de alguns dos processos burocráticos.
Tendo a indústria extrativa um potencial vastamente inexplorado e beneficiando o Senegal de boas condições base para investimento, com um regime político estável e um forte pacote de incentivos, torna-se crucial potenciar a atratividade do setor de modo a que este se afirme como fonte de desenvolvimento económico da região.
INDÚSTRIA
EXTRATIVA
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.
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TURISMO (I)
A aposta no turismo surge, no Senegal, em resposta à necessidade de diversificar as bases de apoio da economia, fortemente dependente da agricultura e pescas e ainda da extração mineira, do ponto de vista da exportação. Afigura-se como uma área chave para o desenvolvimento do país dados os efeitos diretos e indiretos que resultam do seu dinamismo, considerando que exige produtos e serviços a setores tão distintos quanto a agricultura, a construção ou os transportes. Apesar de o investimento no turismo e a geração de emprego direto e indireto se situarem, em 2012, abaixo da média mundial, as taxas de crescimento previstas para 2013 encontram-se acima da média mundial, o que faz prever alguma convergência. A taxa de crescimento do investimento prevista para 2013 pelo WTTC é de 8.4%. O turismo teve, em 2012, um peso no PIB do Senegal de cerca de 11%, sendo de esperar que aumente 4.7% em 2013. Este setor gerou, em 2012, 124 500 postos de trabalho diretos. Prevê-se que a tendência de crescimento do setor se mantenha, com o crescimento da geração de postos de trabalho a aproximar-se dos 2% por ano ao longo da próxima década.
Face a outras economias africanas, considera-se que o Senegal beneficia de infraestruturas relativamente avançadas. Dakar, capital do país, encontra-se bem servida por redes de comunicação, tendo estradas, caminhos-de-ferro, aeroporto internacional e um dos portos mais avançados do continente. Porém, o crescimento da população tem congestionado as vias de comunicação existentes e as zonas periféricas do país encontram-se ainda bastante limitadas em termos de ligações regionais. Assim, estão neste momento em construção um novo aeroporto e uma autoestrada entre Dakar e Diamniadio, que abrirão novas possibilidades de mobilidade e comércio entre zonas distintas do país, beneficiando também os fluxos de turistas. Existe também necessidade de alargar a rede de hospitais e escolas, bem como renovar a rede de distribuição de eletricidade.
INFRAESTRUTURAS
Estrutura Setorial da Economia (V)
SENEGAL
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TURISMO (II)
As receitas do turismo devem-se, em cerca de 53%, ao turismo nacional mas o turismo estrangeiro tem revelado maior dinamismo, devendo aumentar 5.1% em 2013, face a 2.6% do turismo nacional. O turismo balnear é responsável por cerca de 54% do turismo praticado no país, enquanto que o turismo de negócios absorve cerca de 33%. Os restantes 13% são repartidos entre o turismo natural (safaris, pesca, caça, entre outros) e o turismo cultural (locais geológicos e pré-históricos, arte, entre outros).
O empenho governamental nesta área tem-se, ainda, repercutido na economia como um todo, atendendo aos esforços consertados no sentido da melhoria das redes de transportes e comunicações, nomeadamente rodoviárias e aéreas. Existem, ainda, incentivos específicos para o investimento neste setor, como a isenção de certas taxas e impostos e a facilidade de transferência de lucros para o país de origem.
922.2 794.6 754.6 745.8 784.1 784.2 820.8 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013E
Ranking Mundial País % do PIB
32 Gâmbia 20.3% 36 Marrocos 18.7% - Média Mundial 14.1% 70 Senegal 11.0% 77 Mali 10.4% 127 Togo 6.7% 133 Serra Leoa 6.4% 161 Costa do Marfim 4.8% 181 Nigéria 3.0%
Contribuição Total do Turismo para o PIB 2007-2013
(Mil milhões de francos CFA)
Contribuição Total do Turismo para o PIB (2012)
E – Estimativa.
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Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
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Comércio Internacional – Parceiros
Fonte: UN Comtrade, DESA/UNSD.
Importações do Senegal por país, 2012
Exportações do Senegal por país, 2012
Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 1 França 737.8 14.7 -1.9 2 Nigéria 589.3 11.8 14.5 3 índia 332.5 6.6 18.6 4 China 294.4 5.9 7.9 5 Reino Unido 254.8 5.1 27.6 6 Espanha 171.8 3.4 9.7 7 Rússia 163.8 3.3 51.1 8 Bélgica 146.5 2.9 8.7 9 Holanda 141.4 2.8 -11.2 10 Costa do Marfim 141.4 2.8 7.7 … … … … … 26 Portugal 49.9 1.0 20.7 Ranking País 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%) 1 Mali 306.7 17.1 2.5 2 Suiça 259.9 14.5 51.5 3 índia 226.0 12.6 24.4 4 Guiné 94.9 5.3 20.9 5 França 87.6 4.9 -3.9 6 Gâmbia 71.1 4.0 3.1 7 Mauritânia 63.7 3.6 10.9 8 Guiné-Bissau 54.1 3.0 7.8 9 Costa do Marfim 50.3 2.8 10.7 10 Itália 47.2 2.6 -4.2 … … … … … 30 Portugal 8.9 0.5 5.0
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Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional Fonte: UN Comtrade, DESA/UNSD.
Comércio Internacional – Mercadorias importadas
e exportadas (Mundo)
SENEGAL
Top 10 das Importações do Senegal, 2012
Top 10 das Exportações do Senegal, 2012
Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)
2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betuminos os
(exceto óleos brutos ) 273.2 13.9 5.4 7108 - Ouro, incluído o ouro platinado, em formas brutas
ou s emimanufaturadas ou em pó 273.0 13.9 97.4 2809 - Pentóxido de difós foro; ácido fosfórico; ácidos
polifos fóricos , de cons tituição química definida ou não 213.8 10.9 24.5 2523 - Cimentos hidráulicos, incluídos cimentos não
pulverizados, denom inados clinkers , mesmo corados 170.5 8.7 20.8 0303 - Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e
outra carne de peixes da posição 0304) 83.4 4.2 6.8 2104 - Preparações para caldos e s opas ; caldos e
sopas preparados 67.5 3.4 26.0 0307 - Moluscos, com ou s em concha, vivos, frescos,
refrigerados, congelados , s ecos, salgados ou em salm oura
51.1 2.6 -3.2 0302 - Peixes fres cos ou refrigerados (exceto filetes de
peixe e outra carne de peixes da pos ição 0304) 45.2 2.3 -6.5 2402 - Charutos , cigarrilhas e cigarros , de tabaco ou dos
seus s ucedâneos 38.2 1.9 30.5 1006 - Arroz 32.8 1.7 12.4 Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)
2710 - Óleos de petróleo ou de minerais betuminos os
(exceto óleos brutos ) 706.0 14.0 4.7 2709 - Óleos brutos de petróleo ou de minerais
betuminosos 585.6 11.6 14.7
1006 - Arroz 349.6 6.9 5.7
1001 - Trigo e m is tura de trigo com centeio 147.0 2.9 8.5
3004 - Medicamentos 128.7 2.5 9.0 8703 - Automóveis de pass ageiros e outros veículos
automóveis principalmente concebidos para trans porte de pes soas
120.9 2.4 4.0 2503 - Enxofre de qualquer espécie (exceto o enxofre
sublimado, precipitado e coloidal) 118.9 2.4 46.6 7213 - Fio-máquina de ferro ou aço não ligado, em rolos
irregulares, m aciços 90.9 1.8 5.6 1511 - Óleo de palma e s uas frações, mes mo refinados,
mas não químicamente modificados 89.8 1.8 32.2 8704 - Veículos automóveis para trans porte de
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Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional Fontes: INE, Banco de Portugal.
Comércio Internacional – Relações bilaterais
com Portugal (I)
Balança de mercadorias de Portugal com o Senegal, 2007, 2011 e 2012
(EUR milhões)
Taxa de Crescimento Médio Anual (TCMA)
TCMA07-12das exportações = 47.4%
TCMA07-12das importações = 2.5%
Saldo Superavitário EUR 38.3 milhões Em 2012, 164 sociedades exportavam mercadorias para Senegal Em 2011, 150 sociedades exportavam mercadorias para Senegal +9.3%
Exportações de mercadorias Importações de mercadorias
8
36
53
13 16 14
2007 2011 2012
Ranking e share enquanto cliente e fornecedor de Portugal (mercadorias) 85º
(share: 0.03%) 53º
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Comércio Internacional – Relações bilaterais
(mercadorias) com Portugal (II)
Top 10 das importações portuguesas do Senegal, 2012
Top 10 das exportações portuguesas para o Senegal, 2012
Fontes: INE, Banco de Portugal.
SENEGAL
Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)0302 - Peixes fres cos ou refrigerados (exceto filetes de
peixe e outra carne de peixes da pos ição 0304) 4.1 28.5 5.0 2510 - Fosfatos de cálcios naturais, fosfatos
alum inocálcicos naturais e cré fos fatada 3.3 22.7 n.d. 4102 - Peles em bruto de ovinos, frescas , ou salgadas ,
secas, tratadas pela cal, "picladas " ou cons ervadas de outro modo, mesmo depiladas ou divididas (exceto os velos dos cordeiros denominados astracã, Breitschwanz,
1.5 10.4 10.4
5201 - Algodão não cardado nem penteado 1.4 9.5 49.1 0306 - Crus táceos , mesmo s em casca, vivos , fres cos,
refrigerados, congelados , s ecos, salgados ou em salm oura
1.2 8.5 -0.1 0303 - Peixes congelados (exceto os filetes de peixes e
outra carne de peixes da posição 0304) 1.0 7.1 -15.2 0307 - Moluscos, com ou s em concha, vivos, frescos,
refrigerados, congelados , s ecos, salgados ou em salm oura
0.8 5.2 31.2 2305 - Bagaços e outros resíduos s ólidos, mes mo
triturados ou em "pellets", da extração do óleo de amendoim"
0.4 2.8 -12.1 4101 - Couros e peles em bruto de bovinos , incluídos os
búfalos, ou de equídeos, fres cos, ou s algados, secos, tratados pela cal, "piclados " ou cons ervados de outro modo, mes mo depilados ou divididos (exceto curtidos ,
0.3 2.0 -7.4 0304 - Filetes de peixes e outra carne de peixes (mesmo
picada), frescos , refrigerados ou congelados 0.3 1.9 -25.1
Produtos (N.C. 4) 2012 (EUR Milhões) Share (%) TCMA07-12 (%)
2711 - Gás de petróleo e outros hidrocarbonetos
gasosos 14.0 26.5 n.d.
7213 - Fio-máquina de ferro ou aço não ligado, em rolos
irregulares, m aciços 11.5 21.8 n.d. 2401 - Tabaco não manufaturado; des perdícios de
tabaco 6.4 12.1 n.d.
7214 - Barras de ferro ou aço não ligado, s imples mente forjadas, laminadas , estiradas ou extrudadas , a quente, incluídas as que tenham sido s ubmetidas a torção
6.3 11.9 n.d. 7216 - Perfis de ferro ou aço não ligado, não
es pecificados nem compreendidos noutras posições 2.5 4.7 n.d. 2102 - Leveduras, vivas ou mortas ; outros
microrganism os monocelulares mortos (exceto
acondicionados com o medicam entos); pós para levedar, preparados
1.0 1.9 33.0 8428 - Máquinas e aparelhos de elevação, de carga, de
descarga ou de movimentação, por exemplo: elevadores , es cadas rolantes, transportadores, teleféricos (exceto talhas, cadernais e moitões, guinchos e cabres tantes,
0.6 1.1 10.2 3904 - Polímeros de cloreto de vinilo ou de outras
olefinas halogenadas, em formas prim árias 0.5 1.0 n.d. 8703 - Automóveis de pass ageiros e outros veículos
automóveis principalmente concebidos para trans porte de pes soas
0.5 1.0 98.6 4802 - Papel e cartão, não reves tidos, dos tipos
utilizados para escrita, impress ão ou outros fins gráficos , e papel e cartão para fabricar cartões ou tiras perfurados
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3004 - Medicamentos
1901 - Extratos de malte; preparações alimentícias de f arinhas, grumos, sêmolas, amidos, f éculas ou extratos 8501 - Motores e geradores, elétricos (exceto os
grupos eletrogéneos) 3102 - Adubos (f ertilizantes) minerais ou
químicos, azotados (nitrogenados) 6309 - Cobertores e mantas, artigos têxteis p/ mesa e
interiores, calçado e chapéus 1516 - Gorduras e óleos animais ou vegetais e suas f rações,
parcial ou totalmente hidrogenados, interesterif icados e reesterif icados ou elaidinizados 8402 - Caldeiras de vapor (geradores de vapor),
excluídas as caldeiras para aquecimento central 8430 - Máquinas de terraplanagem, nivelamento, raspagem, escavação,
2009 - Sumos de f rutas, incluídos os mostos de uvas,
ou de produtos hortícolas não f ermentados 3924 - Serviços de mesa e outros artigos de uso doméstico, de plástico
Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OCDE, ES Research - Research Sectorial.
Top 10 das Oportunidades de exportação para o Senegal
Conjunto de produtos (mercadorias) identificadas como necessidades (importações) do Senegal, com
capacidade portuguesa de produção e exportação, representando oportunidades para aumentar o
volume de exportações portuguesas para o Senegal.
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Oportunidades de exportação de mercadorias (II)
Fontes: UN Comtrade, DESA/UNSD, OCDE, ES Research - Research Sectorial.
SENEGAL
Top 10 das Oportunidades de exportação para o Senegal
(Valores e ranking das importações do Senegal mundiais)
Produtos (N.C. 4) 2012
(EUR Milhões) Rank 2012
Share 2012 (%) Taxa Variação 2011-2012 (%) TCMA09-12 (%) 3004 - Medicamentos 128.6 5 2.6 13.8 9.2
1901 - Extratos de malte; preparações alimentícias de farinhas, grumos, sêmolas, amidos,
féculas ou extratos de malte, sem cacau ou numa proporção <40% 71.0 13 1.4 27.4 15.3
8501 - Motores e geradores, elétricos (exceto os grupos eletrogéneos) 29.0 28 0.6 482.3 37.7
3102 - Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos, azotados (nitrogenados) 27.7 29 0.6 423.9 15.5
6309 - Cobertores e mantas, artigos têxteis p/ mesa e interiores, calçado e chapéus 14.3 55 0.3 8.5 10.5
1516 - Gorduras e óleos animais ou vegetais e suas frações, parcial ou totalmente hidrogenados,
interesterificados e reesterificados ou elaidinizados 13.1 61 0.3 36.8 61.0
8402 - Caldeiras de vapor (geradores de vapor), excluídas as caldeiras para aquecimento central
concebidas para produção de água quente a vapor de baixa pressão 11.7 71 0.2 210.7 38.9
8430 - Máquinas de terraplanagem, nivelamento, raspagem, escavação, compactação 11.0 77 0.2 57.6 18.4
2009 - Sumos de frutas, incluídos os mostos de uvas, ou de produtos hortícolas não fermentados 8.5 90 0.2 9.8 15.1
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Oportunidades de exportação de mercadorias (III)
Produtos agrícolas e alimentares Material de Transporte Metais Comuns
1902 - Massas alimentícias, mesmo cozidas ou recheadas
8905 - Barcos-faróis, barcos-bombas, dragas, guindastes flutuantes e outras embarcações em q
7210 - Produtos laminados planos, de ferro ou aço não ligado, de largura = > 600 mm
1103 - Grumos, sêmolas e "pellets", de cereais" 8704 - Veículos automóveis para transporte de mercadorias
7215 - Barras de ferro ou aço não ligado, obtidas ou acabadas a frio
0701 - Batatas, frescas ou refrigeradas 8706 - Chassis de tratores, autocarros, automóveis de passageiros, veículos automóveis para
7314 - Telas metálicas, incluídas as telas contínuas ou sem fim, grades e redes, de fios de
2002 - Tomates preparados ou conservados (exceto em vinagre ou em ácido acético)
8609 - Contentores, incluídos os de transporte de fluídos, especialmente concebidos e equipa
7306 - Tubos e perfis ocos (p.ex.: soldados, rebitados, agrafados), de ferro ou aço 2202 - Águas, incluídas as águas minerais e as
águas gaseificadas, adicionadas de açúcar
Vestuário e Calçado Indústrias químicas e conexas Outros
5506 - Fibras sintéticas descontínuas, cardadas, penteadas ou transformadas de outro modo pa
3105 - Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos: azoto (nitrogénio), fósforo e potássio
8429 - Bulldozers, angledozers, niveladoras, raspo-transportadoras "scrapers", pás mecânicas
6305 - Sacos de quaisquer dimensões, para embalagem, de qualquer matéria têxtil
3401 - Sabões; produtos e preparações orgânicos tensoativos utilizados como sabão, em barras
8480 - Caixas de fundição; placas de fundo para moldes; modelos para moldes
6403 - Calçado com sola exterior de borracha, plástico, couro e parte superior de couro
3605 - Fósforos (exceto artigos de pirotecnia da posição 3604)
7013 - Objetos de vidro para serviço de mesa, cozinha, toucador, escritório, ornamentação de 5608 - Redes de malhas com nós, em panos ou em
peça, obtidas a partir de cordéis, cordas ou
3005 - Pastas (ouates), gazes, ataduras e artigos
análogas (por exemplo: pensos) 4011 - Pneumáticos novos, de borracha 6402 - Calçado com sola exterior e parte superior de
borracha ou plástico 3506 - Colas e outros adesivos preparados
9401 - Assentos, mesmo transformáveis em camas, e suas partes, não especificadas nem compree
Nuvem de oportunidades de exportação para o Senegal
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Contexto Económico do País
Estrutura Setorial
Apoios à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Oferta Internacional do GBES
Contactos
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Apoio à Internacionalização do GBES (I)
O BES é o banco nacional com maior presença internacional e com a melhor oferta internacional: pelo 7º ano
consecutivo foi galardoado com o prémio “The Best Trade Finance Bank”.
Venezuela: Sucursal Brasil: Subsidiária BESI África do Sul: Escritório de representação BES Moçambique: Moza Banco Macau: Subsidiária BES Oriente Hong Kong: Subsidiária BESI Mumbai: BESI Marrocos: Banque Marocaine du Commerce Extérieur Líbia: Subsidiária Aman Bank Miami: Subsidiária ES Bank of Florida, Polónia: Subsidiária BES e BESI França: Subsidiária BES Vénétie Cabo Verde: BES Cabo Verde Argélia: Banque Extérieur d'Algérie Itália: Banco delle Tre
Venezie Nova Iorque: Sucursal BES e BESI E .U .A México: Escritório de representação BES e BESI Reino Unido: Sucursal BES e BESI Triângulo Estratégico: África-Brasil– Península Ibérica Angola: Subsidiária BES Angola China: Escritório de representação Espanha: Sucursal Luxemburgo: Sucursal
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Apoio à Internacionalização do GBES (II)
SENEGAL
UNIDADE INTERNACIONAL PREMIUM: 5 Desks de equipas
geograficamente especializadas
Gestores de Negócio Internacional &
Gestores de Instituições Financeiras
Norte de
África &
Turquia
África
América
Latina
Mercados
Maduros &
China
Europa de
Leste, Ásia
& Médio
Oriente
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Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional
Estrutura Setorial
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Oferta Internacional do GBES
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Unidade Internacional Premium/ ES Research - Research Sectorial/Departamento de Desenv olv imento Internacional
Oferta Internacional do GBES
ES Research:
Informação de Mercados
Uma Oferta Global e Inovadora no Apoio à Internacionalização das Empresas Portuguesas
Banca Comercial
Business Development;
Apoio na Abertura de Conta / KYC; Apoio controlo/centralização de tesouraria; Cobertura de Risco Cambial;
Apoio à Exportação/Importação; Trade Finance; Financiamento ao Importador; Garantias Bancárias / Stand By Letter of Credit.
Factoring internacional - acordo com a Eurofactor para uso da respetiva cobertura europeia;
Apoio na procura de parceiros de negócio. Estudos macro-económicos;
Estudos setoriais; Mark et research.
Banca de Investimento Grupo Multipessoal
Capital de Risco Tranquilidade
Apoio como parceiro de projetos de internacionalização;
ES Ventures;
ES Capital;
2bCapital;
Espírito Santo Rockefeller Global Energy Fund.
Seguros de transporte internacional.
Recrutamento de quadros especializados (M Search); Outsourcing, trabalho temporário, formação e
consultoria com presença em Angola e Espanha. Project Finance;
M&A;
Corporate Finance.
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Estrutura Setorial
Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades
Apoio à Internacionalização do GBES: Unidade Internacional Premium
Oferta Internacional do GBES
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Unidade Internacional Premium
Disclaimer
Diretor Coordenador Ricardo Bastos Salgado [email protected] Diretor Coordenador Miguel Frasquilho [email protected]
Research Sectorial
Francisco Mendes Palma
Head Sectoral Strategist [email protected]
Susana Barros [email protected]
Luís Ribeiro Rosa [email protected]
Paulo Talhão Paulino [email protected]
Conceição Leitão [email protected]
João Pereira Miguel [email protected]
Patrícia Agostinho [email protected]
Salvador Salazar Leite [email protected]
Miguel Bidarra [email protected]
José Manuel Botelho [email protected]
Celina Luís [email protected]
Mariana Coelho (estagiária BES UP 2013) Desk África
Marta Mariz
Diretora de Negócio Internacional e
Instituições Financeiras [email protected]
Bruno Pereira
Negócio Internacional Instituições Financeiras
O estudo foi realizado pelo “Espírito Santo Research - Research Sectorial ” com um objetivo meramente informativo e tem por base informações obtidas a partir do site da UNComtrade (United Nations Commodity Trade Statistics Database, Department of Economic and Social Affairs/Statistics Division) em http://comtrade.un.org/db/. O conteúdo dos estudos efetuados pelo “Espírito Santo Research – Research Sectorial” é sempre baseado em informação disponível ao público e obtida a partir de diversas fontes, incluindo meios de informação especializados, fontes oficiais e outras consideradas credíveis. Contudo, o “Espírito Santo Research - Research Sectorial” não garante a sua exatidão ou integralidade. As Informações/opiniões expressas nesta apresentação referem-se apenas ao momento presente e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio, não vinculando o “Espírito Santo Research – Research Sectorial”, e não assumindo este qualquer compromisso de atualização da informação ora prestada. As informações e opiniões apresentadas não constituem nenhuma recomendação de investimento.
O “Espírito Santo Research – Research Sectorial” não aceita nenhum tipo de responsabilidade sobre quaisquer perdas ou danos provenientes da utilização desta apresentação. As opiniões emitidas não vinculam o BES, não podendo o BES, por isso, ser responsabilizado, em qualquer circunstância e por qualquer forma, por erros, omissões ou inexatidões da informação constante neste documento ou que resultem do uso dado a essa informação. Areprodução de parte ou totalidade desta publicação é permitida, desde que a fonte seja expressamente mencionada.