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Gerador Assíncrono Auto-Excitado Controlado por Processador Digital de Sinal

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Academic year: 2021

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Gerador Assíncrono Auto-Excitado Controlado por Processador Digital de Sinal

José Faria(1,3,4), Elmano Margato(1,3,4), M. J. Resende(2,4),

(1) Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, Rua Conselheiro Emídio Navarro 1, 1950-062 Lisboa, Portugal (2)Instituto Superior Técnico, DEEC, Av. Rovisco Pais1049-001 Lisboa, Portugal

(3)Centro de Electrotecnia e Electrónica Industrial - CEEI, Rua Conselheiro Emídio Navarro 1, 1950-062 Lisboa, Portugal (4)Centro de Automática da Universidade Técnica de Lisboa – CAUTL, Av. Rovisco Pais1049-001 Lisboa, Portugal

e-mail: [email protected], [email protected], e-mail: [email protected]

Resumo.

Este artigo apresenta a implementação de uma estratégia global de controlo de um gerador assíncrono trifásico auto-excitado por ondulador de tensão trifásico controlado em corrente, de modo a estabelecer as correntes de excitação e de carga apropriadas ao funcionamento da máquina. A técnica utilizada para controlo da máquina é a de orientação de campo. A tensão do lado DC do ondulador é mantida constante através de um anel de controlo implementado com um controlador do tipo PI, com robustez relativamente à variação dos valores de carga e da velocidade de accionamento. O desempenho do sistema é ilustrado com resultados experimentais.

Palavras-chave

: Gerador de indução, Ondulador de

tensão, Orientação de campo, Controlo digital.

1. Introdução

Com o objectivo de minorar a utilização de fontes energéticas poluentes, tem-se vindo a assistir nos dias de hoje a um acentuado crescimento no interesse da exploração de recursos energéticos renováveis, nomeadamente, os do tipo eólico, mini e micro hídrico. Em explorações autónomas de pequena potência, os geradores assíncronos auto-excitados têm sido apontados como sendo a solução preferencial, quando comparados com outros tipos de geradores, para o aproveitamento de fontes de energia renováveis, devido ao seu baixo custo, robustez e reduzida necessidade de uma manutenção. A principal desvantagem relativamente à utilização deste tipo de máquina, prende-se com a necessidade de aplicação de uma fonte de potência reactiva externa para que seja estabelecida e mantida a excitação da máquina. Diversas formas de excitação passivas e activas têm sido propostas [1]-[4]. Comparativamente, as excitações passivas não permitem grandes variações da velocidade e da carga o que limita a gama de utilização do gerador. Por outro lado, sendo conseguida uma maior eficiência com técnicas de excitação activas, estas apresentam a contrariedade de ser necessária a implementação de processos mais ou menos complexos de controlo.

A utilização conjunta de um conversor estático de potência como fonte de potência reactiva e de um Processador Digital de Sinal (DSP) que implementa a estratégia global de controlo, permitem introduzir uma simplificação na utilização, especialmente no controlo, dos geradores assíncronos. A solução apresentada pelo

conjunto torna a implementação do sistema mais simples ao nível do controlo e, tratando-se de uma técnica activa de excitação, permite a exploração do gerador numa larga gama de variação da velocidade de accionamento e das condições de carga. GERADOR ASSÍNCRONO ωm R DSP S C UDC is1 Vext is2 ISOLAMENTO GALVÂNICO E DRIVER

Figura 1. Esquema global do sistema.

2.

Descrição do sistema

De modo a validar o estudo teórico do sistema de geração proposto foi construído um protótipo composto por uma máquina síncrona trifásica de magnetos permanentes e por uma máquina assíncrona trifásica de rotor em curto-circuito.

A máquina síncrona de magnetos permanentes possui uma potência de 2kW e velocidade nominal de 3000rpm e é alimentada por um variador de velocidade. Este conjunto, conversor electrónico e máquina síncrona, destina-se a motorizar o gerador assíncrono e a simular o comportamento da turbina. Esta simulação é realizada programando adequadamente o DSP que, por intermédio do variador de velocidade, impõe ao gerador velocidades com dinâmica predefinida.

(2)

A máquina assíncrona trifásica de rotor em curto-circuito possui uma potência de 1,5kW, dois pares de pólos, os enrolamentos do estator estão ligados em estrela, e é utilizada como gerador eléctrico.

A modelização do sistema é levado a efeito num referencial dq, girante à velocidade angular, genérica, ω

(

ω = , como é ilustrado na figura 2. θ

)

A. Ondulador de tensão

Para além do conjunto das máquinas referidas, o sistema utiliza um ondulador de tensão trifásico controlado em corrente e um conjunto de condensadores com a capacidade total de 680µF. Os condensadores sustentam a tensão no barramento DC do ondulador de tensão, de modo a que o ondulador possa fornecer a potência reactiva adequada à situação de funcionamento da máquina. Também ligado ao barramento DC encontra-se

uma resistência variável que possibilita a simulação da carga do sistema, (figura 1).

As equações (1) e (2) modelizam em coordenadas dq, as tensões aos terminais dos enrolamentos estatóricos da máquina.

(

Λ cosθ Λ senθ

)

3 2 usd = 1 + 2 (1)

(

Λ senθ Λ cosθ

)

3 2 usq= − 1 + 2 (2)

Uma bateria de tensão auxiliar externa (Vext) é ligada

durante o arranque do sistema, para fornecer a energia necessária ao início do processo de excitação do gerador. Esta bateria é automaticamente desligada a partir do instante em que a tensão do barramento DC se torna

superior ao valor fornecido pela bateria, que é de 48V.

onde,

(

)

(

)

      − = − − = 3 s 2 s 2 3 s 2 s 1 s 1 U U 2 3 U U U 2 2 1 Λ Λ (3) e, O estabelecimento do controlo do sistema é realizado por

intermédio de um DSP que permite, em tempo real, a leitura e aquisição dos valores das correntes e velocidade da máquina e da tensão DC do ondulador , proceder aos cálculos impostos pelos algoritmos de controlo e gerar os sinais de comando adequados. São utilizadas seis saídas digitais cujos sinais permitem comandar os dispositivos semicondutores de potência (IGBTs) que formam o

ondulador de tensão. A leitura das correntes nas fases da máquina, da sua velocidade mecânica e o valor da tensão no barramento DC do conversor, são efectuadas com a

utilização de quatro entradas analógicas, as quais recebem os sinais de transdutores de corrente e de tensão do fabricante LEM, e de um encoder incremental de 1024 impulsos por rotação. Permitindo dessa forma, a aplicação da lei de controlo implementada que é função da velocidade do gerador e da tensão estabelecida no barramento DC do ondulador de tensão.

(

)

(

)

(

)

         + − − = − + − = − − = DC 3 2 1 3 s DC 3 2 1 2 s DC 3 2 1 1 s U 2 3 1 U U 2 3 1 U U 2 3 1 U λ λ λ λ λ λ λ λ λ (4)

Nas equações (1) e (2) as variáveis Λ1 e Λ2 dependem das

tensões simples da máquina através das equações representadas em (3). As tensões simples, por sua vez, dependem das variáveis de comutação dos braços do ondulador, λ1, λ2, λ3, implicando então que as tensões

estatóricas definidas por (1) e (2) sejam função das variáveis de comutação λ1, λ2, λ3, representadas em (4).

O ângulo θ, representa a posição do eixo d do referencial girante dq relativamente ao eixo αs, estacionário do

estator. O valor de UDC representa a tensão aos terminais

do barramento DC do ondulador de tensão.

3. Modelização

ω d q ψr α r estator rotor ωr αs βr βs is θ B. Máquina assíncrona

A estratégia de controlo do gerador assíncrono baseia-se na técnica de controlo por orientação de campo. Conforme é ilustrado na figura 2, o modelo da máquina assíncrona trifásica de rotor em curto-circuito é estabelecido considerando que o eixo d, do referencial de coordenadas dq, se encontra em fase com o vector de fluxo rotórico. Dessa forma, pode modelizar-se a máquina através do seguinte conjunto de equações:

rd r sq sd r s sd s sd M 1 i i 1 1 u L 1 dt di ψ στ σ ω στ σ στ σ − + +       + − − = (5)

Figura 2. Referencial de coordenadas dq síncrono com o vector de fluxo rotórico. rd r sd sq r s sq s sq M 1 i i 1 1 u L 1 dt di ψ ω σ σ ω στ σ στ σ − + +       + − − = (6)

(3)

A transformação das correntes de referência nos enrolamentos do estator no referencial de coordenadas dq

(isd*, isq*) para o referencial de coordenadas 123 (is1*, is2*, is3*), é realizada segundo as equações representadas em

(11). rd r sd r rd Mi dt d ψ τ τ ψ = 1 (7)

(

r

)

rd sq r i M ω ωψ τ − − = 0 (8) rd sq r e i L M T = ψ (9)

( )

( )

[

]

                      + −       + =             − −       − = − = 3 2 sen i 3 2 cos i 3 2 i 3 2 sen i 3 2 cos i 3 2 i sen i cos i 3 2 i * sq * sd * 3 s * sq * sd * 2 s * sq * sd * 1 s π θ π θ π θ π θ θ θ (11)       − − = sq rd D m m r pp m i K T L M n J 1 dt d ω ψ ω (10)

Nas equações anteriores, ψrd, isd, isq, Te, representam

respectivamente, o fluxo ligado com o rotor, as componentes d e q da corrente do estator e o binário electromagnético. O coeficiente de indução mútua entre o estator e o rotor é representado por M. O coeficiente de auto-indução do rotor e estator são, respectivamente,

e , onde l r

r M l

L = + Ls=M+ls r e ls representam os

coeficientes de auto-indução associados às fugas do rotor e do estator, respectivamente. O coeficiente de dispersão da máquina é dado por,

(

2

)

s r

r

sL M LL

L

=

σ . Rr e Rs

representam, respectivamente, as resistências do rotor e do estator, τr =Lr Rr e τs =Ls Rs

m

representam, respectivamente, as constantes de tempo do rotor e do estator. A velocidade de rotação do referencial dq é

representada por ω, a velocidade eléctrica do rotor é representada por ωr =n ωpp e ωm representa a velocidade angular mecânica. KD e J representam,

respectivamente, o coeficiente de atrito viscoso e o coeficiente de inércia da máquina e Tm representa o

binário mecânico útil da turbina.

Segundo a expressão (12) a posição (θ) do referencial de coordenadas dq, é estimada a partir do conhecimento da

velocidade angular do rotor (ωr), e do fluxo rotórico de

referencia (ψr*), de modo a que o eixo d permaneça

sempre em fase com o vector de fluxo do rotor (ψr*=

ψrd*).

( )

      − + = t 0 r r sq r 0 Mi ˆ t ˆ ψ τ ω θ θ (12) O fluxo rotórico de referência depende da corrente de magnetização de referência (isd*) que, por sua vez, é

função da velocidade angular do rotor e do valor da tensão de referência imposta pelo utilizador.

Devido à não linearidade introduzida pelo fenómeno da saturação magnética da máquina, a dependência da corrente de magnetização com a tensão de referência e a velocidade eléctrica do rotor não é linear. Desta forma

isd* é estabelecida segundo a expressão polinomial (13).

(

)

(

)

) 939 , 36 U 245 , 0 U 10 21 , 517 ( 191 , 0 U 10 288 , 1 U 10 684 , 2 10 04 , 251 U 10 673 , 1 U 10 508 , 3 i dc 2 dc 6 r dc 3 2 dc 6 2 r 6 dc 6 2 dc 9 * sd + × − × × + + − × × + × × − + + × + × × − × × = − − − − − − ω ω (13)

4.

Estratégia global de controlo

A estratégia de controlo consiste na imposição adequada de correntes sinusoidais no lado AC do ondulador, e na manutenção da tensão do lado DC do ondulador com valor constante. A área a cinzento, ilustrada na figura 3, representa o sistema global de controlo realizado pelo DSP.

De forma a estabelecer, nas fases da máquina, as correntes apropriadas é utilizada a abordagem do controlo histerético de correntes referido em [5]. Normalmente, com a maioria dos processadores digitais de sinal e com o intuito de se poupar tempo de processamento, os controladores histeréticos são implementados externamente por hardware. Neste caso,

com o DSP utilizado é possível implementar por software

os controladores histeréticos. O sistema de controlo foi implementado com uma frequência de amostragem de 25kHz e a janela dos comparadores histeréticos, utilizados no controlo das correntes, foi de ±250mA.

is1 ONDULADOR DE TENSÃO CONTROLADO EM CORRENTE C R GI is3 is2 Udc - PI isd*=f(ωr, Udc*) Transformação DQ-123 isd* isq* Estimação θ npp is1* is2* is3* ωr IMPLEMENTADO POR DSP + - - - + + Carga Udc*+ θˆ ψr*=f(isd*) is1 ωm

Na figura 4, é ilustrada a implementação do sistema projectado com o software Matlab/Simulink, que é

posteriormente carregado para o DSP. Além dos blocos usuais do Simulink existem blocos específicos do DSP que são utilizados para permitir a interface do DSP com os sinais exteriores.

(4)

Figura 4. Modelo global implementado em Simulink e carregado no DSP.

Como se pode concluir de (9), o binário electromagnético desenvolvido pelo gerador depende do fluxo e da componente da corrente em quadratura (isq*); sendo o

fluxo estabelecido pela corrente (isd*), o binário

electromagnético é controlável através da corrente isq*. O

controlo da tensão no barramento DC e, consequentemente, a carga do condensador, faz-se por intermédio do fluxo de potência activa fornecido pela máquina o qual, para uma dada velocidade, depende do binário desenvolvido controlável pela componente isq* da

corrente estatórica.

Nesta secção são apresentados resultados experimentais de forma a ilustrar o desempenho do sistema.

TABELA I.–Parâmetros do Gerador Assíncrono

Symbol Value Rs 5,11Ω Rr 4,16Ω M 349 mH s l 16,8mH r l 16,8mH

É imposto um limite máximo à componente da corrente em quadratura função da corrente do eixo directo, de forma que a corrente que é estabelecida nas fases da máquina não seja superior ao seu valor nominal, segundo a expressão (14).

O gerador foi submetido a ensaios de vazio e curto-circuito de forma a conhecerem-se os valores dos parâmetros que estão especificados na tabela 1.

30 0V /d iv 300 rp m /div Udc N*

(

2

)

sd 2 sdq max sq

i

i

i

=

(14)

5.

Ajuste em tempo real

Através da utilização de software próprio do DSP é

possível em tempo real e durante o funcionamento do sistema realizarem-se alterações ou ajustes dos valores de vários parâmetros tais como a tensão de referência ou os ganhos do PI. Para além do ajuste de parâmetros existe também a possibilidade de se realizar a monitorização dos valores actuais de diversas grandezas como a velocidade da máquina e a tensão no barramento DC.

Figura 6. Tensão DC de referência 400V, com funcionamento a velocidade variável de (Nr=1500+150*sen(2π*0,05 t)), carga

DC de 0,78A.

(5)

A figura 6 ilustra a evolução temporal da tensão DC num ensaio realizado com carga constante e variação sinusoidal da velocidade mecânica do gerador com amplitude de ± 150 rpm e valor médio de 1500 rpm. Estes valores impõem que, inclusivamente, a máquina esteja a operar na zona de enfraquecimento de campo (1650rpm). Mesmo nestas condições, constata-se que o sistema mantém a tensão DC em valor constante apesar da dinâmica de variação de velocidade imposta.

Verifica-se que as correntes são equilibradas e estabelecidas com uma forma sinusoidal. Um detalhe das correntes é apresentado na mesma figura podendo observar-se o efeito do controlo histerético que, no caso, tem uma abertura de ±250mA.

5. Conclusões

Neste artigo apresentou-se um protótipo de um sistema de geração de energia eléctrica utilizando uma máquina assíncrona excitada por ondulador de tensão controlado em corrente. a dinâmica de velocidade que seria imposta pela turbina é pré-estabelecida por simulação.

Na figura 7 é apresentada a evolução temporal da tensão DC durante uma variação brusca de carga.

10 0V/d iv – 0 ,5A/d iv Udc Idc

Os resultados experimentais obtidos permitem concluir que o protótipo desenvolvido possui capacidade de funcionamento numa larga gama de velocidades de motorização inferior e superior à da velocidade nominal da máquina assíncrona. Do ponto de vista do controlo da tensão contínua, no barramento DC do ondulador de tensão, é possível afirmar que o controlador proposto possui boa resposta para diferentes valores de referência desta tensão, com muito boa robustez às variações da velocidade de accionamento.

A tensão DC do ondulador é fortemente sensível às variações de carga o que obriga a futura intervenção de modo a minorar este efeito.

Figura 7. Tensão DC de referência de 400V, com funcionamento a velocidade constante de 1000 rpm e com

variação de carga. A frequência de aquisição de 25kHz conseguida com o DSP utilizado, permitiu a implementação de métodos de

controlo dinamicamente exigentes como seja a técnica de orientação de campo e o controlo histerético de correntes. Ao fim de 2,8 segundos aumenta-se a carga pedida ao

gerador para o dobro ocorrendo um decréscimo momentâneo de 10% na tensão e, 14 segundos decorridos, diminui-se a carga novamente para o valor inicial ocorrendo uma sobretensão momentânea de 25%. Verifica-se em ambos os casos que, em cerca de 800 milissegundos após a perturbação, o sistema anula o efeito da perturbação gerando-se o valor de tensão pretendido.

Agradecimentos

Os autores agradecem ao Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) o financiamento ao projecto I&D nº11 de 2003 o qual permitiu a realização deste trabalho.

Referências

Na figura 8 são ilustradas as correntes das fases da

máquina, com o gerador em regime permanente. [1] Faria J., Margato E., Resende M.J., “Induction

Generator Excited by Voltage Source Inverter for Micro-Hydro Plants”, ICEM XVI International Conference on Electrical Machines, 5-8 September, Cracow, Poland 2004.

2A

/d

iv [2] Rai H.C., Tandan A.K., “Voltage Regulation of

Self-Excited Induction Generator Using Passive Elements”, 6th International Conference on Electrical Machines and Drives, pp 240-245, 1993.

[3] Muljadi E., Butterfield C.P., Sallan J., Sanz M.,

“Investigation of Self-Excited Induction Generators for Wind Turbine Applications”, 1999 IEEE Industry Applications Society Annual Meeting, October 3-7, 1999, Phoenix, Arizona.

[4] Seyoum D., Grantham C., Rahman M., “Inverter

Supplied Voltage Control system for an Isolated Induction Generator driven by a Wind Turbine”, Industry Applications Conference, Vol.1, pp 568-575, 12-16 Oct. 2003.

Figura 8. Correntes nas fases da máquina em regime

(6)

Power Electronics Conference, Vol.2, pp 911-917, Tokyo 2000.

[6] Panaitescu R. C., Mohan N., Robbins W., Jose P.,

Begalke T., Heme C., Undeland T., Persson E., “An Instructional Laboratory for the Revival of Electric Machines and Drives Courses”, Proc. of IEEE Power Electronics Specialists Conference, pp 455-460, Cairns, Australia 2002.

Referências

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