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BRASIL: A REPÚBLICA DAS OLIGARQUIAS

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(1)

BRASIL: A REPÚBLICA DAS

OLIGARQUIAS

(2)

Republicanismo é a ideologia a qual

uma nação é governada como uma república e

o chefe de Estado é indicado por métodos não

hereditários, frequentemente através

de eleições.

(3)

Final do século XIX

O governo de D. Pedro II passava por

uma grande crise, com muitos

desgastes nas relações entre o Estado

e suas bases de apoio:



Oposição ao governo imperial por

conta do trabalho escravo;



Conflitos entre o Imperador e a Igreja

Católica;



Alguns militares não concordavam

com o governo de D. Pedro II;



Em 1888, a abolição da escravatura

desagradou aos grandes fazendeiros e

proprietários de escravos.

FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil, 2 ed – São Paulo, 2009 Imagem: Carneiro & Gaspar/ Retrato de D. Pedro II/ Public Domain.

(4)

“O fim do regime monárquico resultou

de uma série de fatores cujo peso não é

idêntico. Duas forças, de características

muito diversas, devem ser ressaltadas

em primeiro lugar: o Exército e um setor

expressivo da burguesia cafeeira de São

Paulo (...)”

(5)

Quanto à abolição...

As iniciativas do Imperador no sentido de

extinguir gradualmente o sistema escravista,

provocaram fortes ressentimentos entre

proprietários rurais. Os fazendeiros do café do

Vale do Paraíba desiludiram-se do Imperador,

de quem esperavam uma atitude de defesa de

seus interesses. Com isso, o regime perdeu a

sua principal base social de apoio.

(6)

Nas primeiras horas da manhã do dia 15 de novembro de

1889, a tropa sob o comando de marechal Deodoro

marchou para o ministério da Guerra, onde se encontrou

com os líderes monarquistas. No dia seguinte, a queda

da monarquia estava consumada.

(7)

da República:

Seja um pálio de luz

desdobrado,

Sob a larga amplidão destes

céus.

Este canto rebel, que o

passado

Vem remir dos mais torpes

labéus!

Seja um hino de glória que fale

De esperanças de um novo

porvir!

Com visões de triunfos embale

Quem por ele lutando surgir!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós,

Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz

Luís Inácio falou, Luís Inácio

avisou

São trezentos picaretas com

anel de doutor

Luís Inácio falou, Luís Inácio

avisou

Luís Inácio falou, Luís Inácio

avisou

São trezentos picaretas com

anel de doutor

Luís Inácio falou, Luís Inácio

avisou

Eles ficaram ofendidos com a

afirmação

Que reflete na verdade o

sentimento da nação

É lobby, é conchavo, é propina

e jeton

(8)

Perguntas que podem nortear a discussão:

1. Em que momento histórico essas músicas

foram compostas?

2. O que a letra quer passar, que tipo de

sentimento?

3. Identificar as diferenças de sentimentos, de

realidades, sonhos que constam nas músicas

que têm como ponto comum a República

(9)

Os anos de consolidação da

República

• República da Espada

 Os militares tiveram

bastante influência nos

primeiros anos de

República.

 Marechal Deodoro da

Fonseca e Marechal

Floriano Peixoto

representaram o governo

militar na primeira fase da

República.

• República das

Oligarquias

 A política do país era

dirigida por oligarquias

agrárias e por

representantes civis na

presidência.

(10)

Características da República das Oligarquias

• O poder político passou a ser controlado pelas

oligarquias rurais (República do Café com Leite).

• Acordos e alianças entre presidente e

governadores dos estados ( Política dos

governadores).

(11)

República do Café com Leite

A política do café com leite foi um acordo firmado entre as

oligarquias estaduais e o governo federal durante a República

Velha para que os presidentes da República fossem escolhidos

entre os políticos de São Paulo e Minas Gerais. Portanto, ora o

presidente seria paulista, ora mineiro.

O nome desse acordo era uma referência à

economia de São Paulo e Minas, grandes

produtores, respectivamente, de café e leite.

(12)

Para podermos entender a política que se estabeleceu durante

a República Oligárquica, precisamos compreender qual era a

situação social do Brasil nos primeiros anos de república.

• No interior nordestino a superexploração, a miséria e a fome

eram a realidade do sertanejo

• Havia absoluta obediência ao chefe local, materializado na

política pela figura do coronel.

• A saúde era outro problema social principalmente nos

grandes centros urbanos

• O trabalho foi outra questão social delicada, foi durante este

período que, começaram a se desenvolver as classes médias

urbanas, assim como a classe operária.

(13)

Sugestão: para abordar o contexto da Primeira República,

orientar a pesquisa sobre os seguintes termos:

Clientelismo

Mandonismo

(14)

É comum denominar a Primeira República

“república dos coronéis”, em uma referência aos

coronéis da antiga Guarda Nacional, que eram em

sua maioria proprietários rurais, com uma base

local de poder.

Orientar para atividade de pesquisa e entrevista com pessoas mais velhas se

conheceram algum coronel na região, onde morava, como era conhecido, se

tem descendentes...

(15)

O coronelismo

O coronelismo é um

fenômeno político-eleitoral

que ocorre na instância

municipal ou regional. O

poder político das

oligarquias agrárias se

sustentava no controle do

voto da população rural e

nas máquinas eleitorais.

A base da política café com

leite tinha nome:

coronelismo. Na época, os

coronéis, grandes

latifundiários, tinham o

direito de formar milícias em

suas propriedades e combater

qualquer levante popular.

Assim, trabalhadores e

camponeses se viam

subordinados ao poder militar

e, sobretudo, político dos

coronéis.

(16)

Coronéis/voto/fraudes eleitorais

Com a capacidade de exercer grande comando sobre os trabalhadores de suas terras, os coronéis formavam regimes e tributos em suas regiões, estabelecendo impostos cobrados sobre a população. Era também a partir de tal meio de controle que se formavam os traços pelos quais se desenhava toda a realidade da política nacional. Os coronéis, em acordo com os governadores, determinavam em quem seus comandados iriam votar. Como naquela época o voto não era

secreto, os trabalhadores tinham medo de desobedecer às ordens dos coronéis com receio de sofrerem punições físicas ou perderem suas fontes de sobrevivência, era o chamado Voto de Cabresto. Desta forma, se dava a exclusão política e o controle dos espaços de representação da sociedade, período marcado por práticas autoritárias e violentas.

http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/coronelismo/

(17)

Ao longo da Primeira República os

movimentos sociais de trabalhadores

ganharam certo ímpeto, tanto no campo

quanto nas cidades.(...) o crescimento das

cidades e a diversificação de suas atividades

foram os requisitos mínimos de um

movimento da classe trabalhadora.

(18)

Imagem: André Koehne/ GNU Free Documentation License. Cangaço Guerra de Canudos Revolta da Vacina Greves operárias Guerra do Contestado

(19)

Realidade do sertão nordestino: movimentos

sociais na primeira República

O problema da exclusão socioeconômica atingiu as

populações do campo e da cidade. No meio rural, o domínio

opressor dos coronéis impulsionavam os camponeses a se

aproximarem das alternativas oferecidas pelos líderes

messiânicos como José Maria (Contestado/SC), Antônio

Conselheiro (Vaza-Barris/BA). Em situações mais extremas, o

chamado banditismo social impulsionava a formação de

grupos de cangaceiros que não reconheciam nenhum tipo de

autoridade.

(20)

O Cangaço

Entre o final do século XIX e

começo do XX (início

da República), surgiu, no

nordeste brasileiro, grupos de

homens armados conhecidos

como cangaceiros. Estes grupos

apareceram em função,

principalmente, das péssimas

condições sociais da região

nordestina. O latifúndio, que

concentrava terra e renda nas

mãos dos fazendeiros, deixava as

margens da sociedade a maioria

da população.

Corisco & Dadá é um filme brasileiro de 1996 baseado em fatos reais dirigido por Rosemberg Cariry

http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/cangaco.htm

Imagem: Benjamin Abrahão Botto/ Retratos do cangaço - Virgulino Ferreira, Lampião/ Domínio Público.

(21)

Como não seguiam as leis estabelecidas pelo governo, eram perseguidos

constantemente pelos policiais. Usavam roupas e chapéus de couro para

protegerem os corpos, durante as fugas, da vegetação cheia de espinhos

da caatinga.

Existiram diversos bandos de

cangaceiros. Porém, o mais conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa emboscada armada por uma volante, junto com a mulher

Maria Bonita e outros cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática na região. Im a g e m : B e n ja m in A b ra h ã o B o tt o / R e tr a to s d o c a n g a ço -V ir g u li n o F e rr e ir a , La m p iã o / D o m ín io P ú b li co .

(22)

Canudos

A história de Canudos começa por

volta de 1893. Nesta época, no arraial

de Canudos, no vale do rio

Vaza-Barris, no interior da Bahia, reuniu-se

um grupo de fiéis seguidores do

beato Antônio Conselheiro, que

pregava a salvação e dias melhores

para quem o seguisse. Em 1896 o

arraial já possuía cerca de 15 mil

sertanejos que viviam de modo

comunitário. Sobreviviam com a

criação de animais e plantações. O

rápido crescimento da comunidade

de Canudos passou a incomodar os

coronéis locais e a Igreja católica. Os

latifundiários perdiam mão de obra

enquanto a Igreja perdia seus

adeptos.

(23)

restabelecer o regime monárquico e chamando os sertanejos de bandos

de "fanáticos" e "degenerados".

O governo da Bahia organizou expedições militares para destruir Canudos.

Com a terceira derrota, a resolução do problema passou para a

competência do governo federal.

O arraial foi completamente destruído em 5 de outubro de 1897. Os

sertanejos de Canudos, homens, mulheres, velhos e crianças foram

massacrados pelos soldados, que tinham ordens para não fazer nenhum

prisioneiro.

(24)

política) da região e do governo. Para a construção da estrada de ferro, milhares de famílias

de camponeses perderam suas terras. Este fato, gerou muito desemprego entre os

camponeses da região, que ficaram sem terras para trabalhar.

Outro motivo da revolta, foi a compra de uma grande área da região por um grupo de

pessoas ligadas à empresa construtora da estrada de ferro. Esta propriedade foi adquirida

para o estabelecimento de uma grande empresa madeireira, voltada para a exportação. Com

isso, muitas famílias foram expulsas de suas terras.

O clima ficou mais tenso quando a estrada de ferro ficou pronta. Muitos trabalhadores que

atuaram em sua construção tinham sido trazidos de diversas partes do Brasil e ficaram

desempregados com o fim da obra. Eles permaneceram na região sem qualquer apoio por

parte da empresa norte-americana ou do governo.

(25)

armado que ocorreu na região Sul do Brasil, entre outubro de 1912 e agosto de 1916. O conflito envolveu cerca de 20 mil

camponeses que enfrentaram forças militares dos poderes federal e estadual. Ganhou o nome de Guerra do Contestado, pois os conflitos ocorrem numa área de disputa territorial entre os estados do Parará e Santa Catarina.

Na área do Contestado, diante da crise e insatisfação popular, ganhou força a figura do beato José Maria. Este pregava a criação de um mundo novo, regido pelas leis de Deus, onde todos viveriam em paz, com prosperidade justiça e terras para trabalhar. José Maria conseguiu reunir milhares de seguidores, principalmente de camponeses sem terras.

(26)

que tinha como objetivo desestruturar o governo e a ordem da região. Com isso,

policiais e soldados do exército foram enviados para o local, com o objetivo de

desarticular o movimento.

Os soldados e policiais começaram a perseguir o beato e seus seguidores. Armados

de espingardas de caça, facões e enxadas, os camponeses resistiram e enfrentaram

as forças oficiais que estavam bem armadas. Nestes conflitos armados, entre 5 mil

e 8 mil rebeldes, na maioria camponeses, morreram. As baixas do lado das tropas

oficiais foram bem menores.

O fim da Guerra

A guerra terminou somente em 1916, quando as tropas oficiais conseguiram

prender um dos chefes do último reduto de rebeldes da revolta. Ele foi condenado

a trinta anos de prisão.

(27)

A situação do Rio de Janeiro, no início do século XX, era precária. A

população sofria com a falta de um sistema eficiente de saneamento

básico. Este fato desencadeava constantes epidemias, entre elas, febre

amarela, peste bubônica e varíola. A população de baixa renda, que

morava em habitações precárias, era a principal vítima deste contexto.

Preocupado com esta situação, o então presidente Rodrigues Alves

colocou em prática um projeto de saneamento básico e reurbanização do

centro da cidade. O médico e sanitarista Oswaldo Cruz foi designado pelo

presidente para ser o chefe do Departamento Nacional de Saúde Pública,

com o objetivo de melhorar as condições sanitárias da cidade.

(28)

Revolta da Vacina

• A campanha de vacinação é obrigatória e colocada em prática em novembro de 1904. Embora seu objetivo fosse positivo, ela foi aplicada de forma autoritária e violenta. Em alguns casos, os agentes sanitários invadiam as casas e vacinavam as pessoas à força,

provocando revolta nas pessoas. Essa recusa em ser vacinado acontecia, pois grande parte das pessoas não conhecia o que era uma vacina e tinham medo de seus efeitos.

Revolta popular

• As manifestações populares e conflitos espalham-se pelas ruas da capital brasileira. Populares destroem bondes, apedrejam prédios públicos e espalham a desordem pela cidade. Em 16 de novembro de 1904, o presidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória,

colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.

Imagem: A Revista da Semana, publicada em 27/11/1904/ Revolta da Vacina/ Domínio Público.

http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/revolta_da_vacina. htm

(29)

durante o início da República teve

como protagonistas os marinheiros,

quase todos negros e mulatos,

recrutados entre as camadas mais

pobres da população. Na Revolta da

Chibata, os participantes não

queriam derrubar o governo, mas

acabar com os maus tratos e a

violência dos castigos físicos a que

eram submetidos. Os integrantes

sofreram intensa repressão. E João

Cândido, líder do movimento, foi

expulso da Marinha e internado

como louco no Hospital dos

Alienados.

(30)

O tenentismo mostrava seu inconformismo

com a situação política e social do Brasil

(corrupção e eleições fraudulentas) e

desejavam afastar as oligarquias do comando

do país. Por fim, o modernismo defendia a

descrença nos valores oligárquicos e nos

valores europeus, denunciavam os problemas

sociais.

(31)

Na década de 1920, o movimento

tenentista foi à primeira contestação

aberta à República Oligárquica. Movidos

pelo ideal de salvação nacional e pelo

descontentamento dos problemas sociais

e políticos os jovens oficiais do Exército,

acreditavam que o caminho para salvar o

país era sua ascensão ao poder. Assim,

terminaram por liderar várias rebeliões

começando com a Revolta do Forte de

Copacabana em 1922, com a Revolta

Paulista de 1924, e com a Coluna Prestes

de 1925-27, culminando com a

Revolução de 1930.

http://www.mundovestibular.com.br/articles/6501/1/A-Questao-Social-na-Republica-Velha/Paacutegina1.html

Imagem : Autor desconhecido/Disponibilizada por Viniciusmc/Domínio Público.

(32)

notícia na primeira metade do século 20 no Brasil. A paralisação, iniciada

em junho de 1917, começou no setor têxtil, propagou-se rapidamente e

atingiu a área portuária e o interior, envolvendo cerca de 50 mil

trabalhadores. As principais reivindicações eram aumento de salários,

proibição do trabalho infantil, jornada de oito horas, garantia de emprego

e direito de associação.

O governo reprimiu o movimento com todos os recursos de que dispunha,

mobilizando a polícia, tropas militares e até a Marinha de guerra, mas não

foi bem-sucedido. Teve de negociar, e algumas das principais

reivindicações foram atendidas.

(33)

“Questão social é caso de polícia.”

• Quando havia organização daqueles que eram injustiçados,

as forças oficiais, com apoio dos coronéis, combatiam os

movimentos com repressão e força militar

.

• Embora pretendessem implantar um sistema

político-econômico moderno no país, os republicanos trataram os

problemas sociais como “casos de polícia”. Não havia

negociação ou busca de soluções com entendimento. O

governo quase sempre usou a força das armas para colocar

fim às revoltas, greves e outras manifestações populares.

(34)

Sugestão de atividade de pesquisa

Fazer uma pesquisa na internet sobre os movimentos sociais

atuais, como são tratados pelos governos nas esferas estadual e

federal, e se as reivindicações são/foram atendidas.

(35)

n° do slide

direito da imagem como está ao lado da foto link do site onde se consegiu a informação Data do Acesso 3 Carneiro & Gaspar/ Retrato de D. Pedro II/

Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Carneiro_e _Gaspar_-_Retrato_de_D._Pedro_II_(em_dupla_exposi%C3%A 7%C3%A3o).jpg 14/09/2012

6 Benedito Calixto (1853-1927)/ Proclamação da República/ Public Domain

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ABenedi

to_Calixto_-_Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica %2C_1893.jpg

14/09/2012

16 Storni/ Domínio Público http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AElei%C 3%A7%C3%B5es_de_cabresto.jpg

14/09/2012 18 André Koehne/ GNU Free Documentation

License

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ABrasil1 9-20_conflitos.svg

14/09/2012 20 Benjamin Abrahão Botto/ Retratos do

cangaço - Virgulino Ferreira, Lampião/ Domínio Público

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ALampe ao2.jpg

14/09/2012

21 Benjamin Abrahão Botto/ Retratos do cangaço - Virgulino Ferreira, Lampião/ Domínio Público

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ALampi %C3%A3o_MB.jpg

14/09/2012

22 Rsabbatini / Vila de Canudos/ Public Domain.

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ACanud os_village.jpg

(36)

n° do slide

direito da imagem como está ao lado da foto link do site onde se consegiu a informação Data do Acesso 25 Edson L. Pedrassani/ GNU Free

Documentation License

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Contestad o-war01.jpg

14/09/2012 28 A Revista da Semana, publicada em

27/11/1904/ Revolta da Vacina/ Domínio Público

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ABonde _-_Revolta_da_Vacina.JPG

14/09/2012

29 Autor desconhecido/ Disponibilizado por Quibik/ Public Domain

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AJoao_C andido.jpg

14/09/2012 31 Autor desconhecido/Disponibilizada por

Viniciusmc/Domínio Público

http://commons.wikimedia.org/wiki/File%3AComan do_da_Coluna_Prestes.png

Referências

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