Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso:
Química
Núcleo Temático:
Química Teórica e Experimental Disciplina: Química Orgânica II Código da Disciplina: 060.1404.6 Professor(es): Paulete Romoff DRT: 106803-9 Etapa: 4ª Carga horária: 4h/aula (X) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 1º semestre de 2014 Ementa:
Análise dos principais tipos de reações orgânicas, através da compreensão dos mecanismos envolvidos. Estudo sobre Aromaticidade e reações de substâncias aromáticas; Reações de haletos orgânicos; Reações de álcoois, éteres e epóxidos.
Objetivos:
Contribuir para a compreensão da reatividade de substâncias orgânicas aromáticas, de haletos de alquila, de alcoóis, de éteres e de epóxidos. Desenvolver habilidades básicas para aplicar os mecanismos de reação discutidos para a síntese de substâncias orgânicas.
Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores
Compreender e esboçar os principais mecanismos das reações características de substâncias aromáticas, de haletos de alquila, de alcoóis, de éteres e de epóxidos.
Elaborar a síntese de substâncias orgânicas através dos mecanismos de reação discutidos.
Ponderar sobre as
propriedades de substâncias orgânicas, relacionando-as ao seu comportamento químico.
Conteúdo Programático
1. Reações de substâncias aromáticas substituídas: 1.1 Critérios de aromaticidade e conseqüências;
1.2 Mecanismo geral de Substituição Eletrofílica Aromática;
1.3 Reações de halogenação, nitração, sulfonação e alquilação e acilação de Friedel-Crafts; 1.4 Efeitos dos substituintes na orientação e reatividade;
1.5 Reações de substituintes ligados ao anel aromático;
1.6 Síntese de substâncias aromáticas com mais de um substituinte; 1.7 Reações de sais de diazônio;
1.8 Reações com formação de benzino como intermediário;
2. Reações de haletos de alquila:
2.1 Reações de substituição nucleofílica de 1a ordem (SN1); 2.2 Reações de substituição nucleofílica de 2a ordem (SN2); 2.3 Reações de eliminação de 1a ordem (E1);
2.4 Reações de eliminação de 2a ordem (E2);
2.5 Variáveis que afetam as reações de substituição e eliminação: estrutura do carbono que sustenta o grupo abandonador; reatividade do nucleófilo/base; natureza do grupo abandonador e polaridade e natureza do solvente.
3. Reações de alcoóis, éteres e epóxidos:
3.1. Reações de alcoóis: quebra da ligação CO-H; Síntese de éteres.
3.2. Reações com quebra da ligação C-OH; conversão a haletos de alquila e alcenos; Reações com rearranjo.
3.3. Reações de oxidação de alcoóis: formação de compostos carbonílicos e ácidos carboxílicos; 3.4. Reações de éteres e epóxidos.
Metodologia:
As aulas teóricas são expositivas, com ampla participação dos alunos através de discussões. Ao longo do curso são apresentadas aplicações interessantes do mesmo em ciência, na indústria e mesmo no cotidiano, abordando também questões ambientais. As aulas de exercícios têm como objetivo a melhor assimilação dos conceitos discutidos nas aulas teóricas.
Critério de Avaliação:
Os alunos realizarão duas avaliações intermediárias (P1 e PAIE), e as notas obtidas serão utilizadas para o cálculo da média intermediária:
Média intermediária = 0,4xP1 + 0,6xPAIE P1 = primeira avaliação intermediária;
PAIE = prova de avaliação intermediária escrita; contempla todo o conteúdo ministrado no semestre letivo. Não haverá nota de participação.
Prova substitutiva – o aluno poderá realizar uma prova substitutiva por disciplina; contempla todo o conteúdo ministrado no semestre letivo.
Aluno aprovado – Média intermediária ≥ 7,5 e frequência ≥ 75%.
Os alunos que não atingirem a média necessária para a aprovação, deverão realizar a prova de avaliação final escrita (PAFE); contempla todo o conteúdo ministrado no semestre letivo.
Média final = 0,5xmédia intermediária + 0,5PAFE Aluno aprovado – Média final ≥ 6,0 e frequência ≥ 75%..
Bibliografia Básica:
1. McMURRY, John. Química Orgânica. Tradução da 6ª edição norte-americana. Pioneira Thomson Learning Ltda, São Paulo, 2004.
2. SOLOMONS, T. W. Graham. Química Orgânica. Tradução da 9ª edição. Rio de Janeiro, Editora Livros Técnicos e Científicos S. A., 2009.
3. VOLLHARDT, K.P.C. e SCHORE, N.E. Química Orgânica – Estrutura e função. Tradução da 4ª edição. Bookman Companhia Editora, Rio Grande do Sul, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. BRUICE, P. Y. Química Orgânica. 4ª edição. Pearson Education Editora, São Paulo, 2006. 2. ROQUE, N.F. Substâncias orgânicas: estrutura e propriedades. 1ª edição. Editora da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
3. CAREY, F. A. Química Orgânica, volumes 1 e 2. 7ª edição. AMGH Editora Ltda, Porto Alegre, 2011.
4. BROWN, W. H. & FOOTE, C.S. Organic Chemistry. 4a edição Iverson,. ISE, Belmont, 2005. 5. MORRISON, R.T. & BOYD, R.N. Química Orgânica 13ª edição. Fundação Calouste Gulbequian, 1996.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso:
Química
Núcleo Temático: Química Teórica e Experimental
Disciplina:
Química Analítica Qualitativa II
Código da Disciplina: 060.1412.7 Professor(es): Marcia Guekezian DRT: 108484-6 Etapa:
4ª
Carga horária: 4h/aula ( 2 ) Teóricas ( 2 ) Práticas Semestre Letivo: 1º semestre de 2014 Ementa:Conceitos fundamentais de equilíbrio iônico; eletrólitos fortes e fracos, teorias de ionização de eletrólitos, lei de diluição de Ostwald, equilíbrio de ionização de eletrólitos fracos, sistemas tampão e hidrólise de sais. Conceitos fundamentais de equilíbrios de solubilidade, equilíbrios de
complexação e de oxi-redução. Em laboratório são estudados cátions e ânions comuns em amostras reais e de interesse químico.
Objetivos:
Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores Conhecer, interpretar e
familiarizar-se com os conceitos fundamentais da Química Analítica Qualitativa, sob o ponto de vista teórico e prático.
Observar, testar e elaborar qualitativamente cátions e ânions comuns em amostras desconhecidas, bem como utilizar os conceitos de equilíbrios químicos para executar análises qualitativas.
Interessar-se e resolver os problemas comuns no trabalho de laboratório analítico. Avaliar qualitativamente amostras desconhecidas de interesse analítico.
Conteúdo Programático: Teoria
1.EQUILÍBRIO DE HIDRÓLISE Conceitos fundamentais.
Tipos de sais que sofrem efeito de hidrólise.
Cálculo de espécies em equilíbrio em soluções de sais.
2.
EQUILÍBRIO HETEROGÊNIOS3.
EQUILÍBRIOS DE ÓXI-REDUÇÃO4.
EQUILÍBRIOS DE COMPLEXAÇÃO LaboratórioUso da técnica de semimicroanálise.
Análise de cátions do grupo do ácido clorídrico, ácido sulfídrico, sulfeto de amônio, carbonato de amônio e dos solúveis.
Análise qualitativa de amostras sintéticas e reais.
Metodologia:
A metodologia de ensino está fundamentada em aulas expositivas, aulas práticas de laboratório, seminários e discussão em grupos de trabalhos de problemas relativos a Química Analítica Qualitativa.
Critério de Avaliação:
A média intermediária (MI) será obtida a partir das notas da primeira prova (P1), de laboratório(L) e da prova de avaliação intermedíária (PAIE) relativa a todo conteúdo do semestre, conforme a expressão:
MI = 0,20(P1) + 0,20(L) + 0,60(PAIE) + participação
Onde: 0 < Participação < 1. O aluno para ser aprovado deverá obter MI ≥ 7,5 e frequência ≥75%. O aluno poderá realizar uma prova substitutiva por disciplina, referente a todo o conteúdo ministrado no semestre letivo.
Os alunos que não atingirem a média necessária para a aprovação, deverão realizar a prova de avaliação final escrita (PAFE), que contempla todo o conteúdo ministrado no semestre letivo. A média final (MF) será calculada pela expressão:
MF = 0,50(MI) + 0,50(PAFE)
Se o aluno tiver 75% de frequência e MF ≥ 6,0 será considerado aprovado. Bibliografia Básica:
VOGEL, A.I. Química Analítica Qualitativa. 5.ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981. ALEXEYEV, V. Análise Qualitativa. Lisboa: Edição Porto, 1982.
BACCAN, N.; GODINHO, O.E.S.; ALEIXO, L.M.; STEIN, E. Introdução a Semimicroanálise Qualitativa. 7ª. Ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 1997
Bibliografia Complementar:
SKOOG, D.A.; WEST, D.M.; HOLLER, F.J., Analytical Chemistry. An Introduction, 7.ed. Fort worth: Harcourt College Publishers, 2000.
CHRISTIAN, G.D.; Analytical Chemistry. 6.ed. New York, John Wiley & Sons, 2004.
CROMPTON, T.R.; Determination of anions: a guide for the analytica. Berlin: Springer, 1996. LEITE, F. Validação em análise química. 4.ed. São Paulo, 2002.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso:
Química
Núcleo Temático:
Química Teórica e Experimental Disciplina:
Química Analítica Quantitativa I
Código da Disciplina: 060.1413.5
Professor(es):
Maria Encarnación Vázquez Suárez Iha
DRT: 111793-5 Etapa: 4ª Carga horária: 4h/aula ( 2 ) Teóricas ( 2 ) Práticas Semestre Letivo: 1º semestre de 2014 Ementa:
Conceitos de equilíbrios químicos envolvidos na quantificação de espécies químicas inorgânicas. Seletividade, sensibilidade e especificidade de reações químicas. Etapas necessárias à quantificação de espécies químicas. Histórico da amostra e escolha de métodos; amostragem; abertura de amostras; algumas técnicas de separação e eliminação de interferentes; quantificação e interpretação de resultados. Métodos clássicos gravimétricos e volumétricos (reações de precipitação).
Objetivos:
Fatos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores Conhecer os conceitos
fundamentais da análise quantitativa, sob o ponto de vista teórico e prático. Desenvolver o raciocínio e aplicar metodologias utilizadas nas diversas áreas da química.
Definir, discutir, escolher, reconhecer, planejar e/ou desenvolver métodos básicos de análise quantitativa, bem como conhecer os conceitos envolvidos nesses
métodos.Coletar dados
experimentais e efetuar, a partir destes, cálculos e gráficos.
Interessar-se em resolver problemas comuns ao trabalho em laboratórios de análise quantitativa. Agir de forma colaborativa na realização de trabalhos em equipe. Trabalhar no laboratório respeitando as regras de segurança e utilizando EPI's adequados.
Conteúdo Programático:
Teoria:
1) Métodos gravimétricos de análise. Tipos e propriedades dos precipitados e dos reagentes precipitantes. Mecanismos de formação de precipitados. Preparo e abertura de amostras.
Processos de precipitação, digestão, filtração e lavagem de precipitado, calcinação ou secagem, pesagem e cálculos estequiométricos.
2) Erros em análises químicas. Tratamento e avaliação estatística de dados.
3) Titulometria de precipitação. Soluções padrão. Curvas de titulação. Métodos volumétricos envolvendo reações de precipitação. Métodos envolvendo o reagente nitrato de prata (Mohr, Volhard e Fajans)
Laboratório:
1) Determinação gravimétrica de ferro(III);
2) Aferição de material volumétrico (pipeta, bureta e balão);
3) Padronização de solução de AgNO3 utilizando o método de Mohr; 4) Determinação de brometo pelo método de Volhard;
5) Determinação de cloreto em água do mar pelo método de Fajans. Metodologia:
Aulas expositivas teóricas em sala de aula, aulas práticas de laboratório e resolução de problemas.
Critério de Avaliação:
Média Intermediária = MI = P1 x 0,4 + PAIE x 0,6
Aprovação MI 7,5 e mínimo de 75% de frequência MI = MF (Média final) Obs.: a nota mais baixa pode ser substituída com uma prova (matéria do semestre)
Se MI < 7,5 deve-se fazer a PAFE e MF = MI x 0,5 + PAFE x 0,5 Aprovação MF 6,0 e mínimo de 75% de frequência
P1 e PAIE Pr (60 + 20)% + Lab (20%)
Pr = nota da prova escrita (questões de teoria e de laboratório)
Lab = nota de laboratório relativa à elaboração de relatórios individuais. Bibliografia Básica:
1. VOGEL, Arthur Israel. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2011. 462 p.
2. BACCAN, Nivaldo. Química analítica quantitativa elementar. 3.ed. rev. ampl. e reestruturada São Paulo: Edgard Blücher, 2011. 308 p.
3. HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa/ Daniel C. Harris ; tradução José Alberto Portela Bonapace;Oswaldo Esteves Barcia. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2003. 876p.
Bibliografia Complementar:
1. CHRISTIAN, Gary D. Analytical chemistry. 6th ed. New York John Wiley & Sons (Asia), 2004. 828 p.
2. SKOOG, Douglas A. [et Al.]. Analytical chemistry: an introduction. 7th ed. Fort worth: Harcourt College Publishers, c2000. 773p.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso:
Química
Núcleo Temático:
Química Teórica e Experimental Disciplina:
Bioquímica I
Código da Disciplina: 060.1489.5
Professor:
Marcos Antonio Fázio
DRT: 112731-4 Etapa: 4a Carga horária: 4h/
aula
( 02 ) Teóricas ( 02 ) Práticas Semestre Letivo: 1º semestre de 2014Ementa: Estudo da composição bioquímica das células e a estrutura química de
biomoléculas. Conceitos de pH, pKa e o estudo do sistema tampão presente no
metabolismo bioquímico dos seres vivos. Estuda a importância dos aminoácidos, peptídeos
e proteínas. Propriedades químicas, físico-químicas e estruturais das proteínas. Métodos
analíticos de hidrólise, fracionamento e separação proteica. Importância das vitaminas,
enzimas e coenzimas. Cinética das reações enzimáticas, processos de inibição e
regulação enzimática.
Objetivos: O objetivo básico do curso é proporcionar aos alunos uma visão global dos
princípios gerais da Bioquímica, procurando capacitá-los a compreender os mecanismos
moleculares que regem a função celular primordialmente como um elo entre a Química e
Biologia pela introdução e exemplificação dos conceitos fundamentais, habilitando os
futuros Químicos o emprego de métodos científicos na análise de problemas pertinentes.
Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores Conhecer as estruturas básicas
dos aminoácidos naturais e a importância do sistema tampão. Análise das estruturas proteicas e importância do sistema enzima substrato para a catálise enzimática.
Desenvolver a habilidade de representar o mecanismo orgânico de formação das ligações peptídicas entre os aminoácidos naturais. Análise dos sítios de clivagem e interpretação das reações enzimáticas.
Ser capaz de analisar e compreender a importância das reações químicas que ocorrem no sistema biológico e que nos mantém em equilíbrio com a natureza.
Conteúdo Programático:
1- INTRODUÇÃO À BIOQUÍMICA
1.1 Características gerais das biomoléculas; 1.2 Fatores que influenciam as reações que envolvem as biomoléculas;
2- pH E SISTEMA TAMPÃO
2.1 Propriedade da água, 2.2 Dissociação da água e seu produto iônico Kw 2.3 pH, 2.4 Eletrólitos fracos e fortes; dissociação, 2.5 Equação de Henderson-Hasselbalch, 2.6 Curvas de titulação, 2.7 Tampões.
3- PROTEÍNAS
3.1 Classificação dos aminoácidos;
3.2 Aminoácidos essenciais - aminoácidos não proteicos;
3.3 Propriedade dos aminoácidos; 3.4 Seqüência dos aminoácidos; 3.5 Proteínas- classificação e propriedades.
4- VITAMINAS E COENZIMAS
4.1 Relação de vitaminas e coenzimas;
4.2 Classificação das vitaminas; 4.3 Tiamina (B1) e pirofosfato de tiamina;
4.4 Riboflavina (B2), nucleotídeos da flavina; 4.5 Ácido nicotínico, nucleotides da pirimidina; 4.6 Ácido pantotênico e coenzima A; 4.7 Vitamina B6 e coenzimas de piridoxima;
4.8 Biotina e biocitina; 4.9 Ácido fólico e suas formas coenzimáticas; 4.10 Ácido lipóico
5- ENZIMAS-CINÉTICA ENZIMÁTICA
5.1 Classificação; 5.2 Fatores que influenciam a velocidade das reações enzimáticas; 5.3 Equação de Michaelis- Menten -Diagrama de Lineweaver-Burks;
5.4 Diagrama de Multisubstrato; 5.5 Influência da temperatura; 5.6 Especificidade das enzimas; 5.7 Inibidores: Competitivos, Não Competitivos e Incompetititvos; 5.8 Enzimas Alostéricas; 5.9 Cofatores; 5.10 Enzimas como proteínas; 5.11 Complexos multienzimáticos;
5.12 Complexos de multissubstratos; 5.13 Cofatores
O conteúdo programático será desenvolvido por meio de aulas expositivas, contando com o auxílio de data show, estudos dirigidos, leitura e discussão de textos relativos à bibliografia indicada. Aulas laboratoriais que mostraram a aplicação prática dos conceitos teóricos vistos em sala de aula.
Critério de Avaliação:
A média Intermediária (MI) que define a promoção do aluno será calculada conforme a expressão:
MI = PAIE x 0,6 + PI x 0,2 + LAB x 0,2
PAIE = Prova de Avaliação Intermediária Escrita PI = Prova Teórica Escrita
LAB = Atividades de Laboratório
O aluno que obtiver média intermediária MI ≥ 7,5 e com no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) de frequência, estará aprovado e dispensado da realização da PAFE (Prova de Avaliação Final Escrita).
Alunos com MI < 7,5 deverão realizar a PAFE, e a média final que definirá a sua aprovação será composta pela média intermediária (MI) com 50% em peso e pela nota da prova de avaliação final escrita (PAFE) com 50% de peso, conforme a expressão:
MF = MI x 0,5 + PAFE x 0,5
Será considerado aprovado o aluno que obtiver MF ≥ 6,0 e com o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência. O aluno será considerado reprovado se obtiver média final inferior a 6,0 ou independente da média final obtida, não tenha alcançado a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento).
Bibliografia Básica:
CAMPBELL, M. Bioquímica. 3.Edição. Editora Artmed, Porto Alegre, 2006.
LEHNINGER, A.. L. Bioquímica. 4a Edição. Editora Sarvier, São Paulo, 2006.
STRYER, L. Bioquímica. 6a Edição. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2008.
Bibliografia Complementar:
NELSON, D.L. e COX, M.M. Princípios da Bioquímica de Lehninger. 5a Edição. Editora Artmed, Porto Alegre, 2011.
VOET, D. Fundamentos da Bioquímica. 2ª Edição. Editora Artmed, 2008. CHAMPE, P. C. Bioquímica Ilustrada. 4ª Edição. Editora Artmed, 2009.
MURRAY, R. K. Harper Bioquímica Ilustrada. 27ª ed. Editora McGRAW-HILL BRASIL, 2007.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso:
Química
Núcleo Temático:
Química Teórica e Experimental Disciplina:
Termodinâmica Química
Código da Disciplina: 060.1458.5
Professor(es):
Enéas Furtado de Araujo
DRT: 108787-2 Etapa: 4ª Carga horária: 2h/aula ( 2 ) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 1º Semestre de 2014 Ementa:
A disciplina visa apresentar o escopo da Termodinâmica como ciência, sua importância no estudo de transformações energéticas nas mais diversas áreas científicas, particularmente na Química, estudar as propriedades termodinâmicas de substâncias puras, aplicando relações elaboradas a partir dos princípios da termodinâmica, assim também estudas as propriedades termodinâmicas de misturas heterogêneas e soluções, desenvolvendo uma metodologia de cálculo. Objetivos:
Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores
Analisar e interpretar a Termodinâmica como ciência: sua importância no estudo energético da matéria; e
Reconhecer as
transformações energéticas nas mais diversas áreas científicas, particularmente na Química.
Elaborar relações matemáticas e desenvolver tópicos qualitativos associados
às propriedades
termodinâmicas de substâncias puras a partir dos princípios básicos da termodinâmica; e
Elaborar relações matemáticas e desenvolver tópicos qualitativos associados
às propriedades termodinâmicas de misturas heterogêneas e soluções, desenvolvendo uma metodologia de cálculo. Respeitar o meio ambiente por meio do estudo das características físico-químicas da matéria em geral nos diversos estados de agregação;
Ser consciente da importância do uso em experimentos de materiais que preservem o meio ambiente; e
Agir e preocupar-se em atuar em equipe no desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos.
Conteúdo Programático:
1 A energia e suas manifestações, relacionamento entre os tipos de energia, conceitos de sistemas, propriedades termodinâmicas, grandezas e unidades de medida.
2 O zeroésimo princípio, conceitos de temperatura, calor e equilíbrio térmico; o primeiro princípio, trabalho de expansão e energia interna, a formulação do primeiro princípio, o enunciado de Clausius para o primeiro princípio.
3 As transformações termodinâmicas a volume e pressão constantes, conceitos de capacidade calorífica e entalpia, transformações acíclicas e cíclicas, reversívieis e irreversívies; a determinação de trabalho, calor, variação de energia interna, e entalpia das transformações isométricas, isobáricas e isotérmicas.
4 Aplicações do primeiro princípio para transformações adiabáticas e politrópicas, o coeficiente adiabático, cálculo do coeficiente politrópico de uma transformação termodinâmica geral.
5 O segundo princípio, conceitos de entropia, a determinação da variação de entropia de transformações adiabáticas reversível e irreversível, o enunciado de Clausius para o segundo princípio.
6 Aplicações do segundo princípio para a determinação da variação de entropia de transformações não adiabáticas reversíveis isométrica, isobárica, isotérmica, e politrópica. 7 O terceiro princípio da termodinâmica, a entropia em função da temperatura, a variação de
entropia nas mudanças de fase, a entropia absoluta das substâncias puras.
8 A entropia como condição de espontaneidade de uma transformação, o conceito de energia livre, a energia livre de Gibbs, o potencial químico, a equação fundamental da termodinâmica e a equação do equilíbrio termodinâmico de substâncias puras, a energia livre como condição de espontaneidade.
9 As propriedades termodinâmicas de misturas; grandezas termodinâmicas médias e grandezas termodinâmicas parciais molares, métodos para determinação de grandezas parciais molares de soluções, aplicação para o Volume Parcial Molar.
10 A equação do equilíbrio termodinâmico de soluções, os equilíbrios térmico, mecânico e químico, a equação de Gibbs-Duhem, a determinação do potencial químico de soluções gasosas ideais.
11 O potencial químico de soluções gasosas reais, a fugacidade e o coeficiente de fugacidade, estados de referência para a determinação de fugacidade.
12 O potencial químico de soluções em fases condensadas sólidas e líquidas, a atividade e o coeficiente de atividade, estados de referência para a determinação de atividade, as leis de Raoult e de Henry.
Metodologia:
1 Aulas expositivas teóricas em sala de aula com utilização do quadro e/ou recursos audiovisuais.
2 Exercícios de aplicação para fixação de conceitos teóricos.
3 Trabalhos de pesquisa em atividades extraclasse para exploração de tópicos adicionais e complementação de conceitos teóricos abordados em sala.
Critério de Avaliação:
1 A avaliação da disciplina será realizada por meio de provas escritas intermediárias e uma prova escrita final, bem como pela realização de trabalhos de pesquisa.
2 As provas escritas intermediárias e os trabalhos de pesquisa constituirão a Média Intermediária, MI, calculada por meio de duas notas, A e PAIE, com pesos diferentes:
PAIE A
MI 0,4 0,6
3 A nota A representa uma síntese das avaliações realizadas com os alunos na forma de provas escritas e trabalhos de pesquisa, em que se vai considerar também o interesse, desempenho e aplicação do aluno no transcorrer do curso.
4 Caso o aluno obtenha nessa Média Intermediária valor igual ou superior a 7,5; bem como apresente frequência escolar adequada de 75%, o mesmo será considerado APROVADO.
5 Caso negativo, o aluno deverá realizar uma Prova de Avaliação Final Escrita, PAFE, a qual constituirá parte de uma Média Final, MF, resultado da média aritmética da Média Intermediária, MI, e desta Prova de Avaliação Final Escrita, PAFE, ou seja:
PAFE MI
MF0,5 0,5
6 O aluno que obtiver a média MF maior ou igual a 6,0, com frequência na disciplina igual ou superior a 75% estará APROVADO. Se MF for menor que 6,0 conforme a especificação acima, ou se o aluno não tiver a frequência exigida, o mesmo estará REPROVADO.
Bibliografia Básica:
1 ATKINS, P. W.; e PAULA, J.; Físico-química, 9ª ed., LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2012.
2 LEVINE, I. N.; Físico-química, 6ª ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro, 2012.
3 BURROWS, A.; HOLMAN, J.; PARSONS, A.; PILLING, G.; e PRICE, G.; Química – introdução à química inorgânica, orgânica e físico-química, 1ª ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro, 2012.
Bibliografia Complementar:
1 ATKINS, P. W. Físico-química - fundamentos, 5ª ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2011.
2 ATKINS, P. W.; PAULA, J.; FRIEDMAN, R.; Quanta, matéria e mudança – uma abordagem molecular para a físico-química, 1ª ed.; LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2011.
3 RANGEL, R. N.; Práticas de físico-química, 3ª ed., Editora Edgard Blucher, São Paulo, 2006.
4 BALL, D. W.; Físico-química, 1ª ed., Editora Thomson Learning, São Paulo, 2005.
5 CASTELLAN, G.; Fundamentos de físico-química, 1ª ed., Rio de Janeiro, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, 1994.
6 ALBERTY, R. A. e SILBERY, R. J.; Physical chemistry, 1ª ed., John Wiley and Sons, Nova York, 1992.
7 MOORE, W. J. Físico-química, 1ª ed., Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1976.
8 MARON, S. H. e PRUTTON, C. F.; Principles of physical chemistry, 4ª ed., Collier-MacMillan International Editions, Nova York, 1965.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso:
Química
Núcleo Temático:
Química Teórica e Experimental Disciplina:
Eletroquímica
Código da Disciplina: 060.1414.3
Professor(es):
Enéas Furtado de Araujo
DRT: 108787-2 Etapa: 4ª Carga horária: 2h/aula ( 2 ) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 1º Semestre de 2014 Ementa:
A disciplina visa apresentar as bases da eletroquímica como área específica da físico-química e sua importância no estabelecimento de parâmetros para o conhecimento dos fenômenos que se desenvolvem em reações de oxirredução, estudar os conceitos associados aos processos químicos relacionados ao ambiente da eletródica, desde o levantamento de características relacionadas à mobilidade iônica como também aos potencias elétricos, os potenciais de eletrodo padrão de hidrogênio e outros eletrodos de referência, bem como as aplicações da eletroquímica no campo da produção de energia elétrica na forma de pilhas e baterias, assim também na área da eletrólise visando processos industriais de eletrodeposição e de tratamento superficial de materiais, complementando ainda com noções básicas de processos de corrosão por via eletrolítica.
Objetivos:
Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores
Analisar e interpretar a Eletroquímica como ciência e sua importância no estudo estrutural da matéria;
Analisar e interpretar a Eletroquímica como base para entendimentos de métodos químico-analíticos, bem como dos processos corrosivos; e
Reconhecer conceitos e grandezas relacionadas com a ionização e mobilidade iônica, os potencias elétricos e a utilização da Eletroquímica no mundo contemporâneo. Elaborar relações matemáticas, desenvolver tópicos qualitativos e demonstrar a evolução histórica dos principais fenômenos eletroquímicos;
Elaborar relações matemáticas e desenvolver tópicos em relação às teorias que fundamentam a formação de íons, a mobilidade iônica, a criação de potenciais elétricos e os processos eletroquímicos com finalidades práticas.
Respeitar o meio ambiente por meio do estudo da Eletroquímica e sua importância no conhecimento das principais características dos processos de decomposição e corrosão eletrolíticos;
Ser consciente da importância do uso de materiais que preservem o meio ambiente;
Agir e preocupar-se em atuar em equipe no desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos.
Conteúdo Programático:
1 A eletroquímica e principais conceitos e definições associados ao fenômeno eletroquímico, os primórdios e o desenvolvimento histórico da eletroquímica, sua importância como ciência básica e os objetivos da eletroquímica contemporânea.
2 As principais grandezas eletroquímicas, os condutores eletrônicos e eletrolíticos, a diferença de potencial elétrico, a intensidade de corrente elétrica, a resistência e a resistividade elétrica, a condutividade elétrica e a condutividade molar, unidades usuais e do SI.
3 A mobilidade iônica por difusão e migração, a ação do campo elétrico sobre a movimentação iônica e as forças retardadoras do movimento iônico, as forças de fricção, os efeitos de relaxação ou de assimetria, e o efeito eletroforético, a velocidade máxima iônica. 4 A condutividade molar e sua dependência com a concentração, as teorias da dissociação
iônica de Arrhenius e Ostwald e a equação de Kohlrausch para eletrólitos fortes e semifortes, as teorias e o equacionamento de Debye-Hückel-Onsager para eletrólitos fracos. 5 A formação de íons e o potencial de eletrodo reversível, a evolução da eletródica pelo
entendimento dos tipos de modelos de dupla camada estudados por Helmholtz, Gouy e Chapman, Stern, Grahame, e Bockris, Devanathan e Müller.
6 As células eletroquímicas e as reações em semicélulas, as pilhas galvânicas, medidas de forças eletromotrizes em pilhas galvânicas, os diagramas de pilhas galvânicas e a pilha de Daniell, o sentido real da corrente e as convenções de sinais.
7 As células eletroquímicas e os eletrodos reversíveis, o eletrodo padrão de hidrogênio e a escala de potenciais de eletrodos padrões, tipos de eletrodos, o eletrodo gás-íon, o de metal-íon metálico, o de metal-sal insolúvel-ânion, e o eletrodo de oxirredução.
8 A termodinâmica dos fenômenos eletroquímicos aplicados a células eletroquímicas, a energia livre de Gibbs, o potencial elétrico de pilhas galvânicas e a equação de Nernst, a espontaneidade dos fenômenos eletroquímicos.
9 As células eletroquímicas e a eletrólise, o desenvolvimento histórico da eletrólise e seus principais conceitos, as leis da eletrólise e avaliação quantitativa dos fenômenos eletrolíticos, tipos de eletrólise – ígnea e aquosa.
10 Os processos eletroquímicos industriais e as pilhas eletroquímicas como fonte de energia, classificação de pilhas eletroquímicas – primárias ou não reversíveis, secundárias ou reversíveis como os acumuladores de chumbo, e as células a combustível.
11 Os processos eletroquímicos industriais e a eletrólise como fonte de conversão de energia elétrica em química, os reatores eletroquímicos, a eletrodeposição e o tratamento superficial de materiais.
12 A corrosão e suas características termodinâmicas e cinéticas, tipos de corrosão metálica – mecanismos de corrosão uniforme e localizada, inibidores de corrosão e métodos eletroquímicos de proteção contra os fenômenos corrosivos.
Metodologia:
1 Aulas expositivas teóricas em sala de aula com utilização do quadro e/ou recursos audiovisuais.
2 Exercícios de aplicação para fixação de conceitos teóricos.
3 Trabalhos de pesquisa em atividades extraclasse para exploração de tópicos adicionais e complementação de conceitos teóricos abordados em sala.
Critério de Avaliação:
1 A avaliação da disciplina será realizada por meio de provas escritas intermediárias e uma prova escrita final, bem como pela realização de trabalhos de pesquisa.
2 As provas escritas intermediárias e os trabalhos de pesquisa constituirão a Média Intermediária, MI, calculada por meio de duas notas, A e PAIE, com pesos diferentes:
PAIE A
MI 0,4 0,6
3 A nota A representa uma síntese das avaliações realizadas com os alunos na forma de provas escritas e trabalhos de pesquisa, em que se vai considerar também o interesse, desempenho e aplicação do aluno no transcorrer do curso.
4 Caso o aluno obtenha nessa Média Intermediária valor igual ou superior a 7,5; bem como apresente frequência escolar adequada de 75%, o mesmo será considerado APROVADO.
5 Caso negativo, o aluno deverá realizar uma Prova de Avaliação Final Escrita, PAFE, a qual constituirá parte de uma Média Final, MF, resultado da média aritmética da Média Intermediária, MI, e desta Prova de Avaliação Final Escrita, PAFE, ou seja:
PAFE MI
MF0,5 0,5
6 O aluno que obtiver a média MF maior ou igual a 6,0, com frequência na disciplina igual ou superior a 75% estará APROVADO. Se MF for menor que 6,0 conforme a especificação acima, ou se o aluno não tiver a frequência exigida, o mesmo estará REPROVADO.
Bibliografia Básica:
1 ATKINS, P. W.; e PAULA, J.; Físico-química, 9ª ed., LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2012.
2 LEVINE, I. N.; Físico-química, 6ª ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro, 2012.
3 BURROWS, A.; HOLMAN, J.; PARSONS, A.; PILLING, G.; e PRICE, G.; Química – introdução à química inorgânica, orgânica e físico-química, 1ª ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro, 2012.
Bibliografia Complementar:
1 ATKINS, P. W. Físico-química - fundamentos, 5ª ed., LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2011.
2 ATKINS, P. W.; PAULA, J.; FRIEDMAN, R.; Quanta, matéria e mudança – uma abordagem molecular para a físico-química, 1ª ed.; LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2011.
3 DENARO, A. R.; Fundamentos de eletroquímica. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1974.
4 BRETT, C. M. A.; BRETT, A. M. O.; Eletroquímica, princípios, métodos e aplicações, 1ª ed., Oxford University Press, Livraria Almedina, Coimbra, Portugal, 1996.
5 RANGEL, R. N.; Práticas de físico-química, 3ª ed., Editora Edgard Blucher, São Paulo, 2006.
6 BALL, D. W.; Físico-química, 1ª ed., Editora Thomson Learning, São Paulo, 2005.
7 CASTELLAN, G.; Fundamentos de físico-química, 1ª ed., Rio de Janeiro, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora, 1994.
8 ALBERTY, R. A. e SILBERY, R. J.; Physical chemistry, 1ª ed., John Wiley and Sons, Nova York, 1992.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Química Licenciatura Núcleo Temático: Químico Pedagógico Disciplina:
Conteúdos e Metodologia do Ensino de Química II
Código da Disciplina: 060.1415.1
Professor(es):
Maria Teresa C. Focaccia
DRT: 102867-8 Etapa: 4a Carga horária: 4h/aula ( X ) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 10 semestre de 2014 Ementa:
A disciplina aborda metodologias para o ensino de Química. Discute novas visões e perspectivas de aulas teóricas e práticas para o bom entendimento da Química Orgânica e Físico-Química no Ensino Médio.
Objetivos:
Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores Refletir sobre aspectos
epistemológicos, sociais, políticos e metodológicos referentes à prática docente, analisando-os a partir do cotidiano escolar durante a realização dos estágios.
Interpretar e discutir os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino de Química e as Orientações Curriculares para o Ensino Médio.
Elaborar planos de Ensino para disciplinas de Química Orgânica e Físico-Química destinadas ao Ensino Médio. Desenvolver materiais didáticos para o Ensino de Química. Refletir sobre a importância da Química para a formação do cidadão.
Analisar criticamente uma obra paradidática destinada a alunos do Ensino Médio.
Simular apresentação de aula teórica com conteúdo de Química Orgânica ou Físico Química do Ensino Médio. Preparar uma aula
experimental para o Ensino Médio.
Sentir-se estimulado a atuar na pesquisa em Ensino de
Química.
Respeitar os
horários,orientações e normas da Escola que o recebe como estagiário.
Comportar-se eticamente nas aulas de estágio, respeitando professor(a) e alunos
Conteúdo Programático:
1.A função social do Ensino de Química
1.1 A importância dos conhecimentos químicos para o exercício da cidadania.
1.2 Ciência,Tecnologia e Sociedade.
1.3 A química e suas implicações ambientais.
2. Diferentes usos do laboratório no desenvolvimento da aprendizagem de conceitos químicos
2.1 Aulas demonstrativas
2.2 Experimentos utilizados para a confirmação da veracidade de informações científicas.
2.3 Experiências que visam interpretações dos resultados obtidos.
2.4 Trabalhos práticos de caráter exploratório.
3. Elaboração de planos de ensino das disciplinas de Química Orgânica e Físico-Química no Ensino Médio
3.1 Discussão dos objetivos, metodologia e critério de avaliação.
3.2 Critérios para a seleção e organização dos conteúdos
3.3 Escolha da bibliografia adequada.
4. Leitura e discussão das Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino de Química.
5. Leitura e discussão das Orientações Educacionais Complementares (PCN+).
6.Discussão em grupo de relatos de casos vivenciados nos estágios de observação;
Metodologia:
A metodologia contempla: Exposição dialogada.
Leitura e discussão de textos pertinentes a diferentes abordagens no Ensino de Química. Leitura e discussão do PCN.
Treinamento das habilidades de ensino em aulas teóricas e experimentais de Química. Discussões em grupo de aspectos relevantes do ensino/aprendizagem vivenciados durante
Critério de Avaliação:
Os alunos serão avaliados considerando: - participação nas aulas;
- apresentação das aulas teóricas e experimentais. - análise de uma obra paradidática.
- planos de aula elaborados.
- elaboração de um modelo para o ensino de química. - relatório Final dos estágios realizados
- realização da Prova de Avaliação Final escrita.
A media intermediária (MI) será composta pela síntese das avaliações contínuas das atividades realizadas com peso correspondente a 40% e pela nota da prova de avaliação intermediária escrita escrita (PAIE) com 60% dessa média.
Se o aluno que obtiver MI ≥ 7,5 e de frequência ≥ 75% estará aprovado Se MI < 7,5 o aluno realizará a Prova de Avaliação Final Escrita (PAFE). A Média Final (MF) será calculada pela fórmula: MF = MI x 0,5 + PAFE x 0,5 Se o aluno que obtiver MF ≥ 6,0 e de frequência ≥ 75% estará aprovado. Bibliografia Básica:
CUNHA, M. I. O bom professor e sua prática. 18.ed. São Paulo:Papirus,2006.
MASSETO, M. O professor na hora da verdade. A prática docente no ensino Modelo Novo//Superior. São Paulo: Avercamp, 2010.
MALDANER, O. A. A formação inicial e continuada de professores de química. 3.ed. Ijuí,: Unijuí, 2006.
ZANON, l. B. & MALDANER, O. A.(Org.).Fundamentos e propostas de ensino de química para a educação básica no Brasil. Ijuí: Unijuí, 2007
Bibliografia Complementar:
BORDENAVE, J.D. & PEREIRA A. M. Estratégias de ensino – aprendizagem. 23.ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
COLL, C. O Construtivismo na Sala de Aula. 6.ed. São Paulo: Ática, 2006.
MIZUKAMI, M.G.N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:Pedagógica e Universitária, 1986.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS disponível em: portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro01.pdf
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO. Disponível em: portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/book_volume_02_internet pdf
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Química Núcleo Temático: Químico Pedagógico Disciplina: Educação e Alteridade II Código da Disciplina: 221.2408.1 Professor:
Élida Jacomini Nunes
DRT: 107398-9 Etapa: 4ª Carga horária: 2h/aula ( 2 ) Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 1º semestre de 2014
Ementa:
Estuda a construção social da alteridade e da educação no contexto da globalização e dos extremos, pela ótica da diversidade, da pluralidade cultural e do multiculturalismo, em vista da ação pedagógica no espaço escolar e da formação do professor.
Objetivos:
Conceitos
Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores
- Discutir e analisar as questõesétnico-raciais e de gênero no Brasil e sua influência no processo educacional brasileiro; - Compreender o processo de democratização da escola brasileira nos séculos XX e XXI, pela
perspectiva do respeito ao outro e da educação inclusiva;
- Destacar a igualdade de oportunidades, o acesso e a
permanência no ensino de qualidade para todos.
- Observar e analisar quais formas de preconceito e discriminação ocorrem no cotidiano das escolas, não apenas nas relações
interpessoais, mas também nas práticas pedagógicas e nos materiais didáticos. - Analisar propostas de orientações curriculares e didático-pedagógicas na perspectiva da educação e da alteridade
Discutir a presença da diferença e da diversidade na escola, numa abordagem pluriétnica, multicultural e multidisciplinar, tomando como desafio
possibilidades mais democráticas de tratar a
Diferença e o Outro no cotidiano das escolas.
Favorecer o aprofundamento da temática da formação cultural brasileira questionando as leituras hegemônicas da nossa cultura e de suas
características.
Conteúdo Programático:
- Cidadania cultura: o direito à cultura;
- Diversidade Cultural: da proteção à promoção; - Educação das relações étnico-raciais na escola;
- O ensino da história e da cultura da África e dos Afrodescendentes; - O ensino da história e da cultura dos povos indígenas;
-
As questões de gênero na educação e na sala de aula.Metodologia:
- aulas dialogadas;
- discussão sobre textos relacionados ao conteúdo programático; - discussão sobre filmes pertinentes;
- seminários;
- elaboração de projeto de intervenção;
Critério de Avaliação:
De acordo com a Resolução 29/2013, o aluno será considerado aprovado:
I – independentemente da avaliação final escrita, o aluno que obtiver nota de aproveitamento igual ou superior a 7,5, correspondente à média das notas das avaliações intermediárias realizadas durante o semestre letivo;
II – mediante avaliação final, necessariamente escrita, o aluno que obtiver nota igual ou superior a 6,0, correspondente à média aritmética simples da nota de aproveitamento do semestre letivo e da avaliação final.
Para cálculo da média final, a média das avaliações intermediárias terá peso 5 (cinco) e a avaliação final peso 5 (cinco).
Detalhamento das avaliações intermediárias:
• Trabalho 1 (T1): nota de 0 a 10 – peso 4
• Prova teórica parcial (P1): nota de 0 a 10 – peso 6
A Média Final de Promoção será definida a partir das seguintes fórmulas:
MI = T1*4 + P1*6 10
Onde: MI ³ 7,5 e frequência ³ 75% - aluno aprovado
MF= [(MIx5) + (PFx5)] / 10
Onde: MF ³ 6,0 e frequência ³ 75% - aluno aprovado MF < 6,0 e/ou frequência < 75% - aluno reprovado MI: média das avaliações intermediárias;
MF: média final. Avaliação final:
Bibliografia Básica:
BARROS, José Márcio (org.). Diversidade Cultural. Da proteção à promoção. São Paulo: Autêntica, 2009.
BRASIL (MEC/SECAD). Orientações para Educação das Relações Étnico-Raciais na Escola. Brasília: SECAD, 2006.
UNESCO/MEC. Educação como exercício da diversidade. Brasília: UNESCO/MEC, 2005.
Bibliografia Complementar:
BRASIL (MEC). Experiências educacionais inclusivas: programa Educação Inclusiva: direito à diversidade. Organizadora Berenice Weissheimer Roth. Brasília: MEC/SEE, 2006.
CARVALHO, José Sérgio (org.) Educação, Cidadania e Direitos Humanos. Petrópolis: Vozes, 2004. CHAUÍ, Marilena. Cidadania cultural. O direito à cultura. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2006. LUCIANO, Gersem dos Santos (org.) O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de Hoje. Brasília: SECAD, 2006.
SANTOMÉ, Jurjo Torres “As culturas negadas e silenciadas no currículo” in: SILVA, Tomaz Tadeu. Alienígenas na sala de aula. 6ª ed. Petrópolis: Vozes, 1995
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Química Núcleo Temático: Químico Pedagógico Disciplina: Didática II Código da Disciplina: 221.2480.2 Professores:
Luiz Fernando Pinto Bahia
DRT: 108909-2 Etapa: 4ª Carga horária: 2h/aula
(X)
Teórica ( ) Prática Semestre Letivo: 1º semestre de 2014EMENTA
Focaliza a prática pedagógica como prática social específica e discute a importância da Didática na formação do professor e na construção da profissionalização docente. A disciplina estuda o processo de ensino no seu conjunto, no qual os objetivos, conteúdos, procedimentos, formas organizativas da aula e práticas de avaliação se relacionam, buscando criar as condições favoráveis para a aprendizagem dos alunos. Orienta a construção de planos de aula e planos de ensino.
OBJETIVOS
Conceitos
Procedimentos e Habilidades Atitudes e Valores
Perceber e analisar acomplexidade das diferentes dimensões do processo de ensino-aprendizagem na educação básica;
Compreender e identificar os diferentes elementos que compõem o planejamento de ensino e de aula.
Vivenciar situações,
experiências e relações que colaborem em uma formação profissional crítica, consciente e competente, superando uma didática exclusivamente
instrumental e construindo uma didática fundamental;
Problematizar a organização do trabalho pedagógico na escola e a prática do planejamento, tendo como referência discussões teóricas e
observações realizadas durante o estágio;
Analisar e elaborar sequências didáticas e planos de ensino; Analisar casos de ensino à luz dos pressupostos teóricos.
Refletir sobre o contexto da sala de aula, o seu
funcionamento e a sua forma de organização valorizando o processo pedagógico, a profissionalização docente, a consciência da sua função e possível
intervenção neste contexto; Manifestar experiências, ideias, opiniões e respeitar as colocações dos outros em relação às
problemáticas abordadas; Ter iniciativas e autonomia na realização das
Conteúdo programático
1. Avaliação da aprendizagem escolar
1.1. Ressignificação da aplicação das formas de avaliação 1.2. A natureza e o sentido da avaliação em educação
1.3. Questões norteadoras: Para que avaliar? O que avaliar? Como avaliar? 2. A organização do trabalho pedagógico na Escola
2.1. O Projeto Político Pedagógico da Escola e o Plano de Ensino 2.2. Seleção e definição dos objetivos educacionais
2.3. Seleção e organização dos conteúdos escolares
2.4. Relação conteúdo-forma: definindo os procedimentos metodológicos
2.5. O uso da avaliação da aprendizagem escolar: Para que avaliar? O que avaliar? Como avaliar?
2.6. Organização de um plano de ensino e sua aplicação em aula 2.7. Critérios para análise dos planos de ensino.
METODOLOGIA
Metodologia:- aulas dialogadas;- discussão sobre textos relacionados ao conteúdo programático;- discussão sobre filmes pertinentes;- seminários.
As aulas dialogadas, com apoio da bibliografia básica indicada, com atividades individuais e em grupo, como seguem:
problematizar os conteúdos/temas;
levar em conta as contribuições dos alunos;
provocar, desafiar, vincular e sensibilizar o aluno em relação ao objeto do conhecimento. Isso será feito por meio de ações como: estudo de texto, vídeos, pesquisa, estudo individual, debates, grupos de trabalhos, exercícios, nos quais se explicitam as relações que permitem identificar, pela análise, como o objeto de conhecimento se constitui.
sintetizar, organizar e sistematizar os conteúdos da Disciplina.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O desempenho dos alunos frente aos objetivos estabelecidos será avaliado no decorrer do semestre por meio de atividades que exijam produção pessoal, englobando, resumo, análise e síntese do conteúdo trabalhado.
Será solicitada a realização de revisões escritas, análise de Estudos de Caso e provas.
Também serão considerados: a pontualidade às aulas, a assiduidade, a pontualidade na entrega das tarefas e o interesse em contribuir com a construção das aulas.
Instrumentos Pontos/Peso Individual e/ou grupo
Avaliações Intermediárias 1ª Prova Intermediária 0 a 10 pontos (peso 4) Individual 2ª Prova (PAIE) 0 a 10 pontos (peso 6) Individual Prova Substitutiva ( a ser detalhada) 0 a 10 pontos Individual
PAFE ( a ser detalhada) Individual
Média final = ou > 7,5 (aprovação) desde que haja no mínimo 75% de frequência no semestre letivo.
Bibliografia Básica:
CASTRO, A. D.; CARVALHO, A. M. P. (orgs). Ensinar a ensinar: Didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Pioneira, 2001.
HOFFMANN, J. Avaliação Mediadora. Uma prática em construção da pré-escola à Universidade. Porto Alegre: Editora Mediação, 2006.
MASETTO, Marcos. Didática. A aula como centro. São Paulo: FTD, 1997.
Bibliografia Complementar:
FARIAS, Isabel M. S. et al. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Líber, 2009. VEIGA, I. P. A. Organização didática da aula: um projeto colaborativo de ação imediata.
VEIGA, I. P. A. (org.). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus, 2008. VEIGA, I. P. A. Ensinar: uma atividade complexa e laboriosa. In: VEIGA, I. P. A. (org.). Lições de Didática. Campinas: Papirus, 2006.
Unidade Universitária: Escola de Engenharia Curso: Química
Núcleo Temático:
Químico Pedagógico
Disciplina:Gestão de Projetos Empreendedores na Educação
Código da Disciplina:
221.2400.4
Professor:
Maria Elisa Pereira Lopes
DRT:
109660-0
Etapa:
4ª
Carga horária: 2h/aula(x) Teórica
( ) Prática
Semestre Letivo:
1º semestre de 2014
Ementa:Estuda conceitos básicos para o planejamento, gestão, acompanhamento e avaliação de projetos educacionais, bem como orienta sua elaboração em diferentes áreas relacionadas aos âmbitos escolares e não escolares. Trata do empreendedorismo e seu impacto no campo da gestão social e educacional.
Objetivos e Conceitos Procedimentos e Habilidades Atitudes, Normas e Valores Introduzir e discutir os conceitos de gestão, empreendedorismo social, protagonismo e autonomia, e suas repercussões na educação. Subsidiar a formação do sujeito empreendedor, no sentido de aprender a aprender, a partir de soluções de
problemas e dificuldades sociais.
Estabelecer relações entre o empreendedorismo social e a matriz curricular. Conhecer e analisar os marcos legais voltados à formação do protagonismo do sujeito, no âmbito das políticas públicas, sobretudo na
educação.
Discutir os desafios e possibilidades do
empreendedorismo social como uma proposta pedagógica. Distinguir
empreendedorismo social e de negócios.
Reconhecer e valorizar a escola como espaço de gestão empreendedora.
Identificar, analisar e reconhecer as formas de gestão e de ações de empreendedorismo social no cotidiano das escolas e nos projetos sociais.
Ter clareza de que a escola é um espaço democrático que oferece as condições propícias para o desenvolvimento do protagonismo do sujeito.
Desenvolver a criatividade, a objetividade, o sentido de equipe e a visionaridade, de modo a ter consciência das situações, interagir com as diversidades e transformá-las em oportunidades.
Favorecer o
aprofundamento da temática da educação empreendedora nas escolas.
Conceber o protagonismo como uma possibilidade pedagógica, no sentido de desencadear no sujeito atitudes de
engajamento, sentido ético, solidariedade, indignação, compromisso e transparência, como valores que devem nortear qualquer
relacionamento humano, especialmente o
empreendedorismo social. Ser responsável pelas ações que desempenha.
Conteúdo Programático:
1. Análise de conjuntura do cenário social do Brasil a. Modernidade e globalização
b. Capital social e pobreza c. As relações sociais
2. A emergência do discurso empreendedor a. Empreendedorismo de negócios
b. Empreendedorismo empresarial
c. Empreendedorismo social/protagonismo
3. A educação como indutora do empreendedorismo social a. O sujeito e o protagonismo
b. A função social da escola c. A educação social
4. Conhecimento e transformação social a. Diagnóstico social
b. Diagnóstico do cotidiano c. Plano de ação
5. A lógica socioempreendora
a. Análise de experiências bem sucedidas b. Terceiro setor
c. Projetos e programas sociais 6. Elaboração de projetos a. Análise do fenômeno b. Articulação da rede c. Captação de recursos
Metodologia:
A metodologia seguirá as seguintes etapas:
1. Problematizar conteúdos e temas, com a participação dos alunos.
2. Mapear experiências de empreendedorismo social presentes no entorno dos discentes. 3. Explorar recursos mediáticos sobre o tema.
4. Estudos de caso. 5. Seminários.
Critério de Avaliação:
Assiduidade; participação nas atividades; leitura e compreensão das ideias centrais da bibliografia básica e dos vídeos apresentados; preparação e apresentação do seminário (qualidade das pesquisas e estudos realizados, coerência e articulação dos conceitos, planejamento do tempo, materiais
utilizados etc.); trabalho em equipe; prova intermediária; prova final e autoavaliação. Fórmula: A(5)+ PAF(5) = 10
A – Atividades variadas (peso 2) + Prova intermediária (peso 3) PAF – Prova oficial (peso 5)
Bibliografia Básica:
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, 2006.
OLIVEIRA, Edson Marques. Empreendedorismo social no Brasil: atual configuração, perspectivas e desafios – notas introdutórias. In Revista FAE, Curitiba, V. 7, no. 2, p. 9-18, julho/dezembro 2004. (Existe digitalizada.)
SOUZA NETO, João Clemente de. O transviver do sujeito. In Crianças e adolescentes abandonados, uma estratégia de sobrevivência. São Paulo: Expressão e Arte, 2002, p. 67-91.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, Rosamaria C. Empreendedorismo na Educação. Revista Gestão em Rede. Brasília: Consed, abril 2006, nº 68.
CABRAL, Eloísa Helena de Souza. Valores e espaço público: referenciais e instrumentos para avaliação de projetos sociais. In RAP, Revista de Administração Pública, 45(6):1915-41,
Nov./Dez.
2011, Rio de Janeiro, FGV.
DORNELAS, José. Empreendedorismo – transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2012
FERNANDES, Bruno H. Rocha; BERTON, Luiz Hamilton. Administração estratégica: da competência empreendedora à avaliação do desempenho. São Paulo: Saraiva, 2012. [Biblioteca do CCSA. Nº. de chamada 658.4012 F 363 a. 2012].
LOPES, Rose Mary Almeida (org.) Educação empreendedora: conceitos, modelos e práticas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. [Biblioteca do CCSA. Nº. de chamada 658. 11 e 21 2010].
MELO NETO, Francisco Paulo de; FROES, Cesar. Empreendedorismo social: a transição para a sociedade sustentável. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2002. [Biblioteca do CCSA. Nº. de chamada 658.42 M 528 e. 2002].
Outras bibliografias poderão ser sugeridas no decorrer do semestre, especialmente no que se refere à biografia de pessoas empreendedoras.