14452 C PAO 1987
FL-PP- 14452
i de Pesquisa Agropecuári.- EMORAPA i*érlo da Agricultura
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Unkisie do txe~o de Pesquisa de MlIo Estadual de Dourados LEPAE de Dourados
Piodovie Douradoa - C*arapó, lxfl 5 Caixa Postal 061 706O Dourados, MS N9 21, fev./87, p.1-12 ISSN 0102-003x
PESQUISA
EM
ANDAMENTO
FIXAÇAO SIMBIÓTICA DO NIT)GIO EK SOJA E FELTD 1O EST~ DE MXO GROSSO DO SUL
Carlos Virgilio Silva Barbo Amoacy Carvalho Fabrício2
Régio Francisco dos Santos3
Entre os macronutrientes essenciais, o nitrogênio, mesmo existin do em maior abundância na natureza, é o mais crítico quanto ao su primento das necessidades das culturas. Cerca de 95 % do nitrogênio existente no solo está na forma orgânica, restando apenas 5 % sob a forma inorgânica (amônio e nitrato), de rápida assimilação pelas plantas. Aproximadamente, 78 % do ar atmosférico é constituídodeni trogénio gasoso que, uma vez asssimilado pela fixação biológica, através da simbiose entre o rizóbio e as leguminosas, pode se cons tituir em importante fonte alternativa na obtenção de alimentos ri cos em proteínas e, substituir totalmente a aplicação de adubos ni trogenados.
O Mato Grosso do Sul, destaca-se hoje no cenário nacional pelo seu potencial agropecuário. Somente com soja, este Estado cultivou em 1985 cerca de 1.300.000 ha, área essa que o coloca como terceiro produtor nacional; sua produtividade média nos últimos doze anos foi de 1.632 kg/ha. A cultura do feijão ocupa uma área aproximada o
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Eng.-Agr., PLSc., da EMBRAPA-UEPAE de Dourados, Caixa Po5tal 661, 79800 - Dourados, MS.
Fixaçao sboic d:
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AE de Dourados.
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de 24.000 ha, com uma produtividade média em torno de 480 kg/ha. O aumento de produtividade destas leguminosas pode ser obtido, além
de outras formas, através da fixação biolõgica do
nitrogênio
atmosférico.
Considerando-se a importância destas culturas e a carência de in formações sobre fixação biológica no Estado, a Unidade de Execução de Pesquisa de Ambito Estadual de Dourados (UEPAE de Dourados), es tá iniciando trabalhos nesta área, testando a campo a eficiência simbiótica de linhagens e cultivares de soja e feijão, através da utilização de inoculantes específicos.
Para a cultura da soja, estabeleceram-se três condições de utili zação do solo, objetivando determinar um sistema de inoculação de sementes que proporcionasse melhor fixação simbiótica do nitrogô nio. A primeira, foi semear a soja em área de primeiro ano, após esta ter sido corrigida com calcário, fósforo e potássio. A segun da, foi semear em área de segundo ano de cultivo dessa leguminosa e na terceira, utilizou-se área com três ou mais anos de cultivo com soja. Devido a problemas de germinação ocorridos no ensaio, na
área de primeiro ano, este foi totalmente pe;dido, permanecendo, $0
mente, os resultados da segunda e terceira condições estabelecivas. Os ensaios foram conduzidos no campo experimental da UEPAE de Dou rados durante o ano agrícola de 1985/86, em solo identificado como Latossolo Roxo eutrôeico, cuja análise química revelou os seguintes
resultados: área no segundo ano de cultivo: pU (água) = 6,0; Ae 3
= 0,0 m.e./100 de solo; Ca 2 = 12,3 m.e./lOO de solo; Mg 2 = 3,9
m.e./100 de solo; P = 12,1 ppm; K = + de 200 ppm; C = 2,4 %. Área
com três anos de cultivo com soja: pH (água) = 5,8; A+ 3 = 0,0 M.
e./100 de solo; C4 2 = 8,6 m.e./100 de solo; Mg 2 .= 4,0 m.e./lOO
de solo; P = 13,1 ppm; K = 164 ppm; C = 1,7 %.
O delineamento foi o de blocos casualizados com seis tratamen tos e cinco repetições.
Os sistemas de inoculação testados foram: inoculação com água, vaselina líquida (200 me/50 kg de sementes), água mais açúcar a 20 %, com 1.000 g de inoculante/50 kg de sementes, água mais micronu trientes (FTE - BR 10 com 50 kg/ha) e as testemunhas come semnitro
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génio e sem inoculação. O tratamento com nitrogênio consistiu na aplicação de 30 kg/ha de N na semeadura e a cada trinta dias até o enchimento de grãos.
No dia da semeadura, fez-se a adubação com 300 kg/ha da fórmula 0-30-15, utilizando-se como planta teste a cultivar de soja Doura dos, semeada em parcelas com 15 ma, composta por 6 linhas de 5 m, espaçadas de 0,50 m. As linhas 1 e 6 serviram como bordadura; nas linhas 2 e 5 fez-se as avaliações de nodulação, enquanto que as linhas 3 e 4 foram utilizadas para determinação do rendimento de grãos.
Fizeram-se duas avaliações de nodulação durante o ciclo da cultu ra: a primeira, no início da floração, para determinação do número e peso de nódulos secos, matéria seca e nitrogénio total, e a segun da, na formação de vagens, para determinar o rendimento de matéria seca e nitrogénio total. Posteriormente, determinou-se o rendimento de grãos e conteúdo de N nos grãos.
Na cultura do feijão, sob condições de irrigação, através do pivot central da UEPAE de Dourados, fez-se um ensaio com o objetivo de verificar a resposta desta leguminosa à inoculação. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados, com três trata mentos e cinco repetições. Os tratamentos foram constituídos por:
inoculação das sementes, com inoculante fornecido pela Unidade de Apoio ao Programa Nacional em Biologia do Solo (UAPNBS), formado pe
la mistura das estirpes CO 5 e SEMIA 487; sem inoculação e com nitro
gênio; sem inoculação e sem nitrogénio.
O solo utilizado foi um Latossolo Roxo distrõfico, corrigido e cultivado com soja e trigo.
A análise do solo antes do plantio apresentou o seguinte resulta do: pH (água) = 5,8; A 3 = 0,0 m.e./100 de solo; Ca 2 = 5,6 m.e./
100 de solo; Mg = 3,3 m.e./lOO de solo; P = 17,2 ppm; K = 116 ppm; C = 1,9 %.
No tratamento com nitrogênio, aplicou-se na forma de sulfato de amônio, 20 kg/ha de N na semeadura e 40 kg/ha em cobertura, vinte dias após a emergência. Na semeadura, adubou-se a área com 60 kg/ha
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potássio, respectivamente. Utilizou-se a cultivar Carioca, em parce
las de 15 m2 , com seis linhas de 5 m espaçadas de 0,50 m. Aos 20
dias após a emergência, fez-se a primeira avaliação de nodulação, para determinar o número de nódulos, rendimento de matéria seca e nitrogênio total; na formação de vagens determinou-se o rendimento de matéria seca. Próximo à colheita houve ocorrência de chuvas, que afetou a cultura, refletindo sobre o rendimento de grãos.
Também com a cultura do feijão e aproveitando os ensaios de me lhoramento dos grupos Roxo-Rosinha e Mulatinho, fez-se obsexvações preliminares das cultivares e linhagens com bom potencial de fixa
ção de N2 . O solo utilizado foi um Latossolo Roxo eutrófico, locali
zado no município de Caarapó, MS, cultivado com três safras de tri go e três de soja. A análise química apresentou o seguinte resulta
do: pH (água) = 6,4 AZ 3 = 0,0 m.e./100 de solo; Ca 2 = 14,2 m.e./
100 de solo; Mg+2 = 2,6 m.e./100 de solo; P = 5,0 ppm; K = + 200 ppm.
Nestes ensaios, por falta de sementes, optou-se por inocular ape nas a primeira das três repetições, deixando-se a segunda como tes temunha sem inoculação e sem nitrogénio, e a terceira sem inocula
ção, mas recebendo uma cobertura aos 20 dias após a emergência, de 40 kg/ha de N, na forma de sulfato de amônio. Na semeadura, apli-cou-se 200 kg/ha da fórmula 5-30-15, em todas as repetições.
Aos 20 dias após a emergência, fez-se a primeira avaliação de no dulação para determinar o número de nódulos e rendimento de matéria seca; na formação de vagens, determinou-se o rendimento de matéria seca e, na colheita, o rendimento de grãos.
Na Tabela 1, observa-se que para a primeira avaliação de nodula ção na soja, em solo com dois anos de cultivo, a inoculação cornágua apresentou o maior número e peso de nódulos secos, entretanto, a adubação nitrogenada proporcionou o maior rendimento de matéria se ca e nitrogênio total. A utilização de micronutrientes, também mos trou bom rendimento de matéria seca e teor de nitrogênio total, evl denciando que a presença de molibdênio e do elemento cobalto podem ter favorecido a fixação simbiótica na primeira avaliação. Na se gunda, embora a adubação nitrogenada tenha proporcionado o melhor rendimento de matéria seca e nitrogênio total, os métodos de inocu
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lação somente com água e com água açucarada a, 20 %, apresentaram ai to teor de N total.
A contribuição da fixação simbiõtica de N2 , evidenciou-se atra
vês do rendimento de grãos e teor de nitrogênio nos grãos, destacari do-se os métodos de inoculação com vaselina líquida e água com açú car a 20 % e 1.000 g de inoculante.
No solo com três anos de cultivo com soja (Tabela 2), houve dife rença entre os tratamentos somente para número e peso de nódulos secos na primeira avaliação de nodulação, destacando-se a inocula ção com vaselina líquida e inoculação com água mais microriutrientes.
O peso de matéria seca e nitrogênio total nas duas avaliações de nodulação, bem como o rendimento de grãos e nitrogênio nos grãos, não apresentaram diferenças entre os tratamentos. Pressupõe-se que a boa fertilidade deste solo, aliada a adubação recebida, proporcio naram uma satisfatória mineralização da matéria orgânica, suficieri te para suprir as necessidades da cultura.
Na cultura do feijão sob irrigação (Tabela 3), a primeira avalia ção de nodulação, efetuada aos vinte dias após a emergência, apresen tou aumento no número de nódulos quando se fez a inoculação das se mentes. Entretanto, a adubação nitrogenada foi significativamente superior em rendimento de máteria seca e nitrogênio total. Muitas vezes, a quantificação do número de nõdulos não serve como parâme tro indicador da eficiência de estirpes de rizóbio em fixar nitrogê nio, devido ao mascaramento da resposta, ocasionado por fatores in trínsecos da própria cultivar ou linhagem. A ocorrência de nódulos nos tratamentos sem inoculação, indica a existência de população es tabelecida de Rhizobium phaseQli neste solo. Não houve diferença entre os tratamentos para peso de matéria seca na segunda avaliação e rendimento de grãos, o que pode estar relacionado a boa fertilida de natural deste solo.
Alguns materiais avaliados neste estudo preliminar, como LPN 30013, BAT 1458, BAT 1512, LPM 10033, CNF 0010, LPM 10100 e LPM 10092, do grupo Roxo-Rosinha (Tabela 4), embora apresentando maior número de nódulos ao serem avaliados ana 20 dias após a emergência, não corresponderam em rendimento de matéria seca nas duas avalia
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ções, bem como no rendimento de grãos. Os materiais BAC 57, IPA 7419, BAT 614, BAT 363 e BAC 37, pertencentes ao mesmo grupo, formaram me nos nódulos quando inoculados e praticamente não diferiram em niatê ria seca na primeira avaliação. Na segunda avaliação, a adubação em cobertura proporcionou o maior peso de matéria seca. Apesar da pe quena diferença e, excetuando-se a BAT 614, a segunda repetição apre sentou os maiores rendimentos degrãos, o que pode estar relacionado a alta fertilidade natural do solo, além de ter recebido adubação suplementar. A formação de nódulos, em todas as repetições, indica
a ex±sténcia de ima populaçãÕ estabelecida de Rhizobiura pha8eoii
neste solo. Os materiais DAT 1550 e LPM 10034 formaram maior número de nódulos quando inoculados e, embora com menor rendimento de ma téria seca que o tratamento nitrogenado na segunda avaliação, alcan çaram os melhores rendimentos de grãos, o que sugere serem mate riais com possibilidade de formar uma boa simbiose quando inocula
dos com estirpes de R. phaseoli.
No ensaio Regional de Feijão do Grupo Mulatinho (Tabela 5), tam bém houve formação de nódulos nas três repetições, confirmando a
ocorrência de população estabelecida de R. phasoli no solo estuda
do. Algumas cultivares e linhagens, além de maior número de nódulos, apresentaram bom rendimento de matéria seca nas duas avaliações efe
tuadas e no rendimento de grãos. Dentre esses materiais, destaca
ram-se RAPE, H9B, A 338, A282, Cultivar 6191, A 242, EMP 117,
A 352, A 75, RICO PARDO 896 e A 241. O tratamento inoculado da cul tivar Carioca, considerada boa fixadora de N 3 , foi prejudicado quan to a produção de grãos. Entretanto a primeira avaliação, efetuada aos 20 dias, formou boa nodulação e rendimento de matéria seca quari do as sementes foram inoculadas.
Como no ensaio anterior, a boa fertilidade natural deste solo, aliada a adubação recebida e a inoculação das semerites, proporcio naram rendimentos de grãos superiores à média do Estado.
Outros trabalhos deverão dar continuidade a este estudo prelimi nar em fixação siinbiótica, nas culturas de soja e feijão para ascon diç6es de Mato Grosso do Sul.
ruvi tM ANUA MLNTO IPA/21, UEPAE de Dourados, fev./87, p.7
AGRADEC IMENTOS
A estagiaria Rosilda Mara Amorim Mussury, acadêmica do curso de
Biologia da Universidade Federal de Viçosa, pela colaboração em ai
guinas fases deste trabalho.
Ao engenheiro gutmico Williaxn Marra Silva, responsável pelo Lab ratório de Solos, pelas determinações químicas efetuadas nos solos estudados.
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40 41)0 - W -.1 40 H 1-1 •'0i - 0o E --- 1 (1) o o 440 O o 30 14 "21 0 4; OEO O '221 a. a. ki O O 4; OU E 41) 4 41) o E -4 0 E 41)41) 41) *1)'TI0 E o 40 H O 140 4; H 14-.4 o E '.4 .1) 241 O 01.0 O - o O t40 o 0) ( 4,400 40 0 0 - 4411 40• O .-4 440 (41 '41 -.4 40', > o 14 40 '21 41) 41) '-4 o 0) a. (-4 E41 i (41 0 010 ro (41 40' O E -4 :i 14 '41) 0441 4) 4; 140 E 11) 40 Z 400(0 O ri) O (.4 (6 to -.4 41 (-4 E 1.1 (-4 O (0 O o O -E 0.40 0.E E O 4; (-4 E 41) 41) 41) H (0_4 01 (4101 O o 41) . '41 o-.' 1 • '40 li E O .b ) '41) 4) X co (11 4; 00) (5 H 40 w W.-4 -4 Z o '0 15 00') - 1 (6 0) (-1 40 (-4 (52.4W 40 41 (-4 ..4'a. - 14 E 14 OU) -4 40 "1)02.40 41) -( E 0. 40 46 -.4 O E 0 L4 2.1 O '40 440W z 1. 4)-r(6 O rii 4) 01W (6 O 41) 044 14 '-4 ri) • 41) 'o 'o o E (00 E O 41) 0. tn '21 (6 14 (5 Z -4 O-li - lO ' ril o 41) 40(5 E O
~UU15A IEM ANDAMENTO
PA/210 UEPAE de Dourados, fev../87 p.12
TA8RLA S. Número de nódulo. • meteria s.ca em duas ápocas as avaliaçêo da noduleçio e rendi.ento de grios de cultivar.s
e linhagens de feijio do grupo Mulatinho, inoculada& co. e •ietura dia estirpe. 4. R7tizob,,m pliaseal CO •
SEMIA 487, cosparades a r.p.tiçslea, co.s usa nitrogênio . e.m inocui.açio, sou condiçô.s de ce.1o, noiuici,io
da Caarapó. los. Dourados, loS, 1986.
Primeira evalisçio Segunda sv*1t9ão 1' Rendimento de grãos (kg/hm
Cultiver e/ou 119 de nódulos/lO plaitas Natiria asca (g/planta) latiria saca lg/pl.ante) R.petição
linhagem Repetição Repetição Repetição 1 XI III
2 II III 2 IX III 2 III
Carioca 80 02 06 07 0,36 0,91 0,40 6,35 9,05 6,97 947 1.633 1.590 A 268 07 11 02 0,47 0,42 0,40 8.78 10.20 6,42 1.483 2.107 3.570 A 255 08 25 24 0,42 0,34 0,43 10,52 6,92 8,10 2.063 1.657 2.093 Cultivar 7310 07 05 04 0,43 0,35 0,34 7 .75 7,68 6,20 1.907 2.030 1.607 Rape 25 11 02 0,41 0.36 0,26 8,5* 5,25 5,29 1.487 1.283 997 H95 35 12 22 0,42 0,37 0,26 11,93 10,06 9,52 2.203 1.937 2.207 BAT 332 08 26 18 0,40 0,1* 0,29 6,06 8,75 9,40 997 1.260 1.197 IPA 1 13 30 14 0.38 0,37 0,44 8,42 8,03 6,88 1.880 2.123 1.960 NO 93 11 07 04 0,45 0,36 0,38 9,78 9,77 8,45 2.123 2.320 1.863 A 372 16 50 07 0,55 0,57 0,54 14,03 12,25 9,25 1.710 1.967 1.587 A 249 09 08 06 0,44 0,45 0,45 11,71 7,76 7,12 1.667 1.380 1.757 A 338 66 22 18 0,56 0,57 0,39 12,95 8,38 8,77 2.980 2.253 1.920 A 282 39 06 06 0,50 0,45 0,39 12,95 12,10 9,18 2.427 2.333 1.893 i1tisr 6191 33 11 15 0,36 0,39 0,39 11,13 0,90 7,15 1.837 1.720 1.497 A 62 06 07 07 0,38 0,54 0,56 6,58 7,60 6,68 1.287 1.377 1.007 A 353 11 19 07 0,12 0,45 0,38 10,23 8,05 10,97 1.577 1.657 1.853 A 377 13 14 13 0,43 0,45 0,43 7,88 7,98 8,30 2.090 2.163 2.057 Qi1t1r 7012 10 03 07 0,37 0,32 0,36 11,75 8,70 9,08 1.360 1.437 1.667 A 242 53 31 21 0,16 0,51 0.41 8,87 5,63 5,10 2.493 1.980 1.503 A 295 12 06 13 0,50 0,11 0,47 7,00 8,27 8,77 2.153 2.460 1.963 A 250 10 24 21 0,38 0,50 0,30 8,35 10,35 6,98 1.413 1.437 1.153 Aruans 4 1$ 13 12 0,45 0,47 0,44 12,07 11,80 9,25 2.053 2.253 1.940 4P 117 64 48 13 0,46 0,41 0,35 10,20 8,93 7,30 2.340 1.630 2.010 A 294 34. 35 27 0,39 0,36 0,39 8,60 9,38 7,70 2.057 2.000 1.797 A 352 73 44 41 0,41 0,39 0,33 10,42 7,50 9,12 2.267 2.103 1.967 A 75 41 23 09 0,13 0,39 0,44 7,23 6,75 7,53 1.427 1.227 1.247 Pardo 29 10 05 0,45 0,13 0,30 9,51 8,97 9,55 1.727 1.680 1.540 A 241 49 20 26 0,45 0,11 0,47 11,35 8,20 8,57 1.880 1.727 1.847 Vermelho 19 28 30 0,16 0,10 0,55 6,12 6,45 6,32 790 1.067 873 Carioca 33 18 16 0,30 0,28 0,31 3.02 5,60 6,00 - 1.253 1.307
a • 20 dia, após a emergência b • Me formação 6e vagens kep. 2 - Coa inoculação
Sep. IX • Bem inoculação e sem nitrogênio Rap. XXI • Sem inoculação a cc. nitrogênio