A PROGRAMAÇÃO DO CDI NA
CCC: DEVE SER DIFERENTE?
ECG Eco
R-x tórax
BCRD + HBAE + ExV ICT:0,55
FE (Simpson): 34% Aneu apical
Holter (24 h)
IC Chagásica IC Não-Chagásica< 0,01
< 0,01
< 0,01
NS
(n = 45) (n = 21)Valores expressos em mediana
*
*
*
*
Valor de pTotal EV
Total par EV
Total TV
% pac. com TV
8.813
357
30
89
874
4
1
80
% pac. com > 1.000 EV
89
50
< 0,01
PREVALÊNCIA DE ARRITMIA VENTRICULAR NA INSUFICIÊNCIA
CARDÍACA DE ETIOLOGIA CHAGÁSICA E NÃO-CHAGÁSICA
Idade (anos) n = 81 57,0 ± 9,5 Masculino n = 60 74,1% CF NYHA I n = 06 7,2% II n = 67 68,1% III n = 08 24,7% ECG basal BRD n = 11 13,6% HBASE + BRD n = 39 48,1% HBSAE n = 05 6,2% S/Bloqueio n = 04 4,9% MP prévio n = 17 20,9% Desconhecido n = 05 6,2% Indicação do CDI TVSE n = 56 69,1% PCR n = 05 6,2%
Síncope com EEF n = 20 24,7%
FE n = 73 43,8 ± 7,6 QRS (duração) em ms ≤ 119 ms n = 14 17,2% 120 -149 ms n = 39 48,2% > 150 ms n = 28 34,6% Tipo de CDI DDD n = 70 86,4% VVI n = 11 13,6% Medicação Amiodarona n = 78 93,8% Beta bloqueadores n = 69 85,2% IECA ou BRA-II n = 68 63,9% Digital n = 26 32,1% Tabela I : Características basais da amostra (45,9± 15m)
Seguimento Clínico
• Terapias apropriadas em 68 (83,9
%) pacientes
• Total de eventos 5336
• 4585 (85,9 %) - ATP
• 751 (14,1 %) choques,
• Média de 42,1 ± 95,9
• TVM - 4683 (87,7%) eventos
• TVP com 461 (8,7%) e
• FV em apenas 192 (3,6%).
Fig. 4 – EGM gravado do CDI (paciente 68) demonstrando reversão de TV através de ATP Canal atrial Canal ventricular Canal de marcas ATP Reversão da TV
AJJ, 61 a, mas, chagásico, CDI em 2009 por TV c/ baixo débito, FE 49%. Uso amio + IECA + BB, 32 ATP p/ TV. Suspenso amio por cardio em junho 2017. Entre agosto e setembro 2017, 127 episódios de TV c/ freq. Entre 136 a 165 bpm. Todos revertidos em VT1 c/ 1 a 9 Brust s/ choques, sintomas tontura e palpitação. Tempestade elétrica incessante, o que fazer?
Conduta: em 08/09/17 internção com amio injetável + sulf MG++, alta c amio não genérica 400 mg mantendo a medicação anterior. Sem eventos após 1ano.
EAQ 53 a, fem, chagásica, portadora de M.P. desde 1999 (34a). 1ª ressinc +CDI em 2005 (FE 30%), 1ª troca em 2009, 2ª troca em 2013 e a última 2017 (13 anos). Na evolução 32 TVs revertidas por Brust e choque, CF II/III, 2 episódios de TV c/ choque cardiogênico c/ freq da TV < que freq. de VT1, reprogramado VT1 para 120 bpm. Suspensa amio em jan 2017, devido a grave polineurite periférica, mantidos BB, IECA, espiro, diurético. Abril e maio 2017 54 TVs c/ freq. entre 122 e 167 (1) bpm, revertidos por chq. 22 e Brust 32. TE incessante Internada em nosso serviço, FE ao ECO 21%. O que fazer?
Conduta: Simpatectomia ganglionar bilateral em 3/07 17, após a qual , em 1 a e 3 m apenas 4 terapias na 1ª semana.
Bruce Wilkoff MD: Chair (HRS)
Laurent Fauchier, MD, PhD: Co-Chair (EHRA)
Martin K Stiles, MB ChB, PhD, FHRS: Co-Chair (APHRS)
Carlos A. Morillo, MD, FHRS: Co-Chair (SOLAECE)
Expert Consensus Statement For
Optimal Implantable Cardioverter
Defibrillator (ICD) Programming
and Testing
A PROGRAMAÇÃO DO CDI NA CCC:
DEVE SER DIFERENTE
A PROGRAMAÇÃO DO CDI NA CCC: DEVE
SER DIFERENTE
#não me representa
PROGRAMAÇÃO ANTI BRADI E MODO
FUNCIONAMENTO NO CHAGASICO
Em pacientes chagásicos,mesmo com ritmo sinusal
e condução AV normal, devemos preferencialmente
usar CDI câmera dupla com o algoritmo de
estimulação ventricular mínima, porque a longo
prazo, pela evolução da doença e/ou uso de drogas
( amio, BB,etc) pode-se ter estimulação anti
bradicardia
Em pacientes chagásicos, mesmo com ritmo sinusal e condução AV normal, devemos preferencialmente usar CDI câmera dupla com o algoritmo de estimulação ventricular mínima, porque a longo prazo, pela evolução da doença e/ou uso de drogas ( amio, BB,etc) pode-se ter estimulação anti bradicardia.