• Nenhum resultado encontrado

Factores de risco cardiovasculares

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Factores de risco cardiovasculares"

Copied!
6
0
0

Texto

(1)

Dora Sargento

Licenciada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa; Especialista em Medicina Interna pela Ordem dos Médicos; Assistente Hospitalar do CHLN -Hospital de Pulido Valente; Membro da equipa coordena-dora de Gestão de altas do Hospital Pulido Valente- CHLN; Assistente da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa da cadeira de “Introdução às doenças do envelhe-cimento”; Membro do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos.

Figura 1

Idade da população mundial em 2005

Este facto está invariavelmente relacionado com a diminui-ção da taxa de natalidade, e com as intervenções médicas que permitem o aumento da esperança média de vida.

Figura 2 Estabilidade

À medida que a idade avança, o alargamento da espe-rança média de vida leva a um aumento das doenças típi-cas do idoso, à pluripatolgia e ao aparecimento de doen-ças crónicas e/ou incapacitantes.

Olhar para os idosos é olhar para este grupo popula-cional e revê-los com um potencial altamente incapacitan-te mas também com uma problemática própria e com uma solução também ela própria.

O envelhecimento da população com o crescimento da esperança média de vida, que ultrapassa actualmente os 80 anos de idade, permitiu o aparecimento de situações clínicas até há poucos anos não conhecidas.

(2)

Ser um idoso frágil, é ser fraco, vulnerável e com carac-terísticas clínicas e fisiológicas específicas condicionantes de um pior prognóstico. Para atingir o equilíbrio há que ter em linha de conta todos estes factores, sendo que este equilí-brio não é fácil e implica a intervenção médica na maior parte das vezes. Esta intervenção deve ser realizada quer na prevenção primária quer na prevenção secundária.

Os idosos apresentam, à semelhança do que acontece com os adultos, um risco cardiovascular aumentado. Isto confere-lhes um elevado potencial de ocorrência de Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM) e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC). Como factores de risco descrevem-se:

1 – Hipertensão Arterial (HTA); 2 – Diabetes (DM);

3 – Dislipidemia; 4 – Obesidade; 5 – Sedentarismo; 6 – Hábitos tabágicos.

Factores, estes, que contribuem para a formação da ate-rosclerose.

O processo de aterosclerose é de carácter progressivo e condiciona todo um conjunto eventos deletérios que podem ocorrer à medida que a idade avança.

O alargamento da esperança média de vida leva a um aumento das doenças características do idoso, à pluripatolgia e ao aparecimento de doenças crónicas e/ou incapacitantes.

1- HIPERTENSÃO ARTERIAL (HTA)

A HTA é uma patologia muito prevalente neste grupo etário. Por outro lado a idade é um factor de risco muito importante para a morte, morte cardiovascular e para a HTA.

A HTA tem uma grande implicação na lesão de órgão alvo tal como o rim, coração, retina, sistema nervoso e vasos periféricos. Se num doente à HTA se associar a DM estas lesões agravam-se exponencialmente.

No estudo de Frahmingham, constatou-se que a prevalên-cia da hipertensão aumentou em 27% nos doentes com idade inferior aos 60 anos e nos doentes com mais de 80 anos este valor rondou os 74%. Nos doentes com idade igual ou supe-rior a 80 anos, menos de 10% apresentaram valores de TA inferior a 140/90 mmHg (ou seja valores elevados de TA)(3).

A forma de hipertensão mais frequente no doente idoso, e que confere maior risco cardiovascular, é a Hipertensão Sistólica Isolada (HTSI). Considera-se que um indivíduo tem HTSI, quando os valores de TAS são superio-res a 140 mmHg e os valosuperio-res de TAD são inferiosuperio-res a 90 mmHg. Pelo contrário a pressão arterial diastólica atinge o seu pico por volta dos 50 anos de idade, sendo que, a par-tir desta altura desce progressivamente numa fase em que o risco cardiovascular vai aumentando(4).

De acordo com estes elementos, coloca-se a questão: Devemos tratar os doentes idosos com HTA? Se sim, quais? E até que valores?

Estas respostas não são igualmente fáceis de responder, tanto mais que os estudos existentes não são consensuais.

Uma metanálise de vários estudos (SHEP; SYST-EUR; SYST- CHINA), que incluíram um total de 15 693 doentes, veio permitir concluir que o tratamento de TA reduz em: 30% o risco de AVC, 26% os eventos cardiovasculares, 23% o risco de EAM e 13% o risco de todas as causas de morte(5).

Estes estudos permitem concluir o que fazer nos doen-tes idosos mas deixam a dúvida: E nos muito idosos? O que fazer quando a idade do doente é superior a 80 anos? Nos doentes muito idosos há poucos ensaios e os que existem têm poucos doentes incluídos e curta duração. Numa população de 835 indivíduos com idade igual ou superior a 85 anos, seguidos durante 5 a 7 anos, verificou--se relação inversa entre os valores da TA e a mortalidade por todas as causas(6). Aos 5 anos para valores de TAS <125

mmHg a mortalidade foi de 85% e para indivíduos com TAS> 200 mmHg a mortalidade foi de 59%(6).

Figura 3 Ateroesclerose

«A forma de hipertensão mais frequente no doente idoso, e que

confere maior risco cardiovascular, é a Hipertensão Sistólica Isolada»

(3)

tivos a atingir na altura do diagnóstico da HTA. Da mesma forma as orientações da ESH/ESC publicadas em 2007 dizem que em doentes com idade superior aos 80 anos a evidência clínica do tratamento da HTA é ainda inconclusivo.

Desta forma o que deve ser feito aos doentes que sur-gem com HTA e que tem idade superior aos 80 anos?

Os resultados recentes obtidos com o estudo

Hyper-tension in Very Erderly Trial (HYVET), vieram trazer uma luz ao fundo do túnel e uma orientação dos clínicos para o controlo desta forma de HTA nos doentes muito idosos. Este estudo permitiu concluir que nos doentes com mais de 80 anos de idade, o tratamento anti-hipertensor não só reduz a taxa de AVC em 34% e a taxa de morte por AVC em 45%, como também reduz a taxa de Insuficiência Car-díaca em 72%, a taxa de mortalidade devido a causas car-diovasculares em 27% e a taxa de mortalidade por qual-quer causa em 28%(7).

Na tentativa de estabelecer mais orientações no trata-mento da HTA no doente idoso, também o Joint National

Commitee on Prevention, Detection, Evaluation, and Trat-ment of High Blood Pressure(JNC7) estabeleceu algumas normas e orientações. De acordo com o JNC7 a terapêuti-ca da TA deve ser iniciada quando os valores se encontram acima de 149/90 mmHg e acima dos 130/80 mmHg nos doentes com diabetes, insuficiência renal crónica ou uma doença cardiovascular pela redução do risco cerebrovascu-lar que se obtém com a terapêutica(8).

O estudo Systolic Hypertension in Europe (Syst-Eur) permitiu concluir que uma pressão arterial diastólica baixa, com terapêutica activa conduz a um risco aumentado de eventos cardiovasculares, apenas nos doentes com ça coronária de base, o mesmo não acontecia com doen-tes sem esta patologia(9). Desta forma justifica-se uma

abordagem mais prudente nos doentes com doença

coro-sos com idade média de 61,5 anos (idades recrutadas entre os 50 e os 80 anos), demonstrou que a incidência de even-tos cardiovasculares major decorrer com uma pressão arte-rial diastólica média de 82,6%, tendo o risco mais baixo de mortalidade cardiovascular se verificado para valores de 86,5 mmHg. Para valores inferiores de TA diastólica a fre-quência de complicações cardiovasculares aumentou(10).

Hipertensão Arterial Resistente

O doente idoso, à semelhança do que acontece com o doente não idoso pode apresentar Hipertensão Arterial Resistente. Esta entidade existe quando a TA não se encontra controlada (permanece acima dos valores alvo) apesar da terapêutica instituída com três fármacos anti-hipertensores de diferentes classes farmacológicas.

Nesta faixa etária é muito importante, e contribui forte-mente para a HTA resistente, a interacção farmacológica tal como: os anti-inflamatórios não esteróides (aspirina), inibido-res selectivos da ciclo-oxigenase, agentes simpáticomimético (descongestionantes, cocaína), estimulantes (anfetaminas, metamfetaminas), ciclosporina, eritropoetina entre outros(11).

Para além dos efeitos secundários inerentes à toma des-tes fármacos, existem também outras situações que podem ser potencialmente reversíveis e que são as responsáveis pela HTA resistente, tais como a apneia obstrutiva do sono, hiperaldostronismo primário e a estenose da artéria renal.

Terapêutica da HTA do idoso

A terapêutica da HTA no doente idoso reveste-se de algumas particularidades. A todos os doentes devem-se instituir:

1 – Alterações do estilo de vida;

2 – Terapêutica farmacológica - diuréticos, inibidores da ECA, bloqueadores dos receptores da angiotensina

« ... contribui fortemente para a HTA resistente, a interacção

farmacológica tal como: os anti-inflamatórios não esteróides

(aspirina), inibidores selectivos da ciclo-oxigenase,

agentes simpáticomimético (descongestionantes, cocaína),

estimulantes (anfetaminas, metamfetaminas),

ciclosporina, eritropoetina ...»

(4)

Esta é uma patologia subdiagnosticada na nossa socie-dade, tendo em conta que os seus valores de diagnóstico são muitas vezes desconhecidos. Os clínicos deviam ser alertados para o facto de que valores de glicémia de jejum (GJ) acima de 110 mg/dL e valores, na Prova de Tolerância Oral à Glicose (PTGO) às 2 h, superiores a 140 mg/dL, são considerados anormais e entram em critérios de Pré-Diabetes (valores de GJ de 100 foi proposto, mas não esta aprovado)(18).

A elevada prevalência da DM e a sua tendência a aumentar é efectivamente uma preocupação dos clínicos, na medida em que esta patologia implica uma maior inci-dência de patologia cardiovascular. Os riscos associados a esta patologia apresentam uma elevada taxa de morbili-dade e mortalimorbili-dade, pelo que é importante o bom contro-lo glicémico (glicémia de jejum, pós-prandial e HbA1C). As

complicações da Diabetes representam grandes gastos económicos e morbilidade/mortalidade acrescidas para o doente. As complicações da DM: macrovasculares (enfarte agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, doença arterial periférica) e microvasculares (retinopatia, nefropa-tia, neuropatia) são as mais temíveis e devem ser atem-padamente prevenidas com diagnóstico precoce, trata-mento adequado, controlo adequado e apertado (evitan-do as hipoglicémias).

Figura 4

Estudo de Prevalência de Diabetes em Portugal (IECA´S), bloqueadores do sistema

renina-angiotensina-aldosterona (ARA´S) antagonistas dos canais de cálcio (ACC) e beta-bloqueantes;

3 – Administrar diuréticos tiazídicos como terapêutica de primeira linha (OMS). No entanto a terapêutica da HTA de primeira linha, deve ser seleccionada em função da realidade de cada doente, atendendo às co-morbilidades, função renal, reserva cardíaca entre outras;

4 – Considerar diuréticos e ACC de primeira linha nos idosos de raça negra;

5 – Monitorizar a TA, adesão à terapêutica e efeitos secundários da medicação de forma regular, pelo menos uma vez mês, e depois em todas as consultas;

6 – Iniciar o tratamento com doses baixas do fármaco e depois aumentar progressivamente(12, 13, 8, 14, 15).

A intervenção no estilo de vida no doente idoso pode estar dificultada pelas co-morbilidades nomeadamente no que diz respeito ao exercício físico. Em ensaios clínicos ale-atorizados controlados constatou-se que a redução da TA é estatisticamente significativa com medidas tais como: dieta, exercício físico, abstinência tabágica; restrição de álcool (≤ 20 g/dia), restrição de sal na dieta (≤ 6 g/dia) e com a suplementação de óleo de peixe(16). Apesar de

pequenas reduções da pressão arterial atingidas com a modificação dos estilos de vida (redução de 2 a 5 mmHg), é sempre importante incentivar estas medidas. A redução de peso em sensivelmente 3,5 kg nos idosos permite a redução da terapêutica farmacológica em cerca de 30%(17),

sendo obviamente uma mais-valia na medida em que reduz desta forma as interacções farmacológicas, os efei-tos secundários da medicação e a necessidade de toma de mais do que um fármaco.

2- DIABETES MELLITUS

A Diabetes Mellitus (DM) é uma patologia com uma elevada prevalência no nosso país, estima-se que em Portugal cerca de 12% dos doentes tem o diagnóstico de DM tipo 2. A Pré-Diabetes, (cuja incidência conhecida devera ser muito inferior à real) afecta cerca de 23% da população portuguesa.

«Nos doentes idosos deveremos ser mais permissivos com os valores

alvo a atingir (de glicemia) do que nos doentes jovens,

(5)

A necessidade de controlar a Diabetes leva a adoptar diversas intervenções terapêuticas desde modificações de estilo de vida, que é a única intervenção sem efeitos secundários mas com uma baixa adesão dos doentes. A escolha da terapêutica anti-hiperglicemiante passa não só pela sua eficácia, efeitos secundários, mecanismo de acção, segurança, tolerância, facilidade, comodidade poso-lógica, preço e claro a esperança e expectativa colocada na terapêutica, sobretudo nesta área que se reveste de uma grande importância(19), tendo em conta o risco

cardiovascu-lar associado à diabetes e as complicações micro e macro-vasculares a médio e longo prazo.

Para tratar a DM temos de o fazer com objectivos muito próprios, estabelecidos logo desde o início, com segurança e o mais precocemente possível com associações terapêuticas (com ou sem insulina) para atingir os objectivos a que nos propomos. No entanto temos de acautelar que uma das complicações mais temíveis, a hipoglicémia que advém da terapêutica, deve ser evitada pelos riscos graves que daí podem surgir. A hipoglicémia está associada à terapêutica com sulfonilureias e insulina sendo estes os fármacos mais temíveis pelos clínicos. Com os novos fármacos (como os inibidores da DPP-IV) vieram novas esperanças terapêuticas pela boa eficácia terapêutica, baixo risco de hipoglicémia, aumento de peso reduzido e boa tolerabilidade(20).

Os objectivos a atingir com o controlo da glicemia são também eles diferentes consoante a idade do doente e o risco que lhe está associado de morte. Nos doentes idosos deveremos ser mais permissivos com os valores alvo a atin-gir do que nos doentes jovens, independentemente de usarmos as mesmas armas terapêuticas. Não podemos no entanto esquecer que nesta faixa etária as limitações inerentes à modificação dos estilos de vida existem (dieta, exercício físico), assim como no uso de fármacos e sua dose.

importância nos doentes idosos, tal como nos não idosos. A dislipidémia deve ser abordada no doente idoso de acordo com os factores de risco associados e, estratificada da mesma forma do que no doente não idoso.

Deve ser feita a avaliação do colesterol total, HDL, LDL e triglicéridos (TG). Todos eles com potencial aterogénico diferente. Como é do conhecimento geral o potencial ate-rogénico é conferido pelo colesterol das LDL e pelos TG, sendo que o potencial protector é conferido pelo coleste-rol das HDL. Neste sentido todas as modificações do esti-lo de vida (exercício físico, dieta) e utilização de terapêu-tica devem ser usadas com o objectivo de atingir os níveis estabelecidos de acordo com as coo morbilidades (diabe-tes, status pós EAM, doença coronária entre outras) de cada doente, independentemente do facto de se tratar de um doente idoso(21).

O sedentarismo, tão frequente nesta faixa etária, con-tribui muito para o risco cardiovascular do doente idoso. Favorece a obesidade, favorece a insulino-resistência, diminui a estimulação da contractilidade muscular sobre os territórios vasculares, altera a mobilidade articular e reduz a resistência ao esforço.

A actividade física é condicionada pela capacidade de mobilização e performance que obviamente à medida que a idade avança vai ficando cada vez mais limitada. A isto, se associa o excesso de peso que agrava substancial-mente o sedentarismo e contribui para a conhecida Sín-drome Metabólica.

A Síndrome Metabólica não é uma doença mas um con-junto de alterações a nível do metabolismo que incluem:

• Elevação da TA;

• Elevação dos níveis de insulina; • Aumento do peso corporal; • Alteração do perfil lipídico.

• A prevalência desta síndrome aumenta com a idade, sendo que a partir dos 60 anos esta ronde os 40%.

Ser idoso é pertencer a um grupo etário privilegiado. Mas nalguns idosos o alargamento da esperança média de vida contribui para o aparecimento de doenças e síndro-mes típicas do doente idoso, doenças crónicas e incapaci-tantes. Tais factos condicionam as nossas atitudes terapêu-ticas e preventivas.

Dora Sargento

Figura 5

(6)

BIBLIOGRAFIA

1- United Nations. Departement of Economic and Social Affairs. Population Division. World Population Ageing:II. 1950-2050. Magnitude and speed of population ageing. New York: United Nations; 2002: 11-13.

2- Lloyd-Jones D, Adams R, Carnethon M, et al; American Heart Association Statistics Committee and Stroke Statistics Subcommittee. Heart disease and stroke statistics-2009 update: a report from The American Heart Association Statistics Subcommittee. Circulation. 2009; 119(3):480-486.

3- Lloyd-Jones DM,Evans JC, Levy D. Hypertension in adults across the age spectrum : current outcomes and control in the commu-nity. JAMA. 2005; 294(4): 466-472.

4- Williams B, Lindholm LH, Sever P. Systolic pressure is all that matters. Lancet. 2008; 371(9631): 2219-2221.

5- Staessen Ja et al. Metanálise dos estudos SHEP, SYST- EUR, SYST- CHINA e + 5 ensaios; Lancet 2000; 2355:865-892. 6- Leiden. 85 Plus Study, Boshuizen HC et al. BMJ 1998;316:1780-4. 7- Beckett NS, Peters R, Fletcher AE, et al. Treatment of hyperten-sion in patients 80 years of age or older. N Engl J Med. 2008; 358(18): 1887-1898.

8- Chobanian AV, Bakris GL, Black HR, ret al; National Heart, Lung, and Blood Institute Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure; National High Blood Pressure Education Program coor-dinating Committee. The Seventh Report of the Joint National Committee on Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure: the JNC 7 report. JAMA.2003; 289(19): 2560-2572.

9- Fagard RH, Staessen JA, Thijs L, at al. On treatment diastólic blood pressure and prognosis in systolic hypertension. Arch Inter Med. 2007; 167(17): 18884-1891.

10- Hansson L, Zanchetti A, Carruthers SG, et al. Effects of inten-sive blodd-pressure lowering and low-dose aspirin in patients with hypertension: principal results of the Hypertension Optimal Treatment (HOT) randomized trial HOT Study Group. Lancet. 1998; 351(9118): 1755-1762.

11- Calhoun DA, Jones D, Textor S, et al. Resistant Hypertension: diagnosis evaluation and treatment. A scientific statement from the American Heart Association Professional Education Committee of the Council for High Bood Pressure Research. Hypertension. 2008; 51(6):1403-1419.

12- Mulrow CD, Lau J, Cornell J, Brand M. Pharmacotherapy for the elderly. Cochrane Database Syst Rev. 1997;(4): CD000028.doi:10.1002/14651858.

13- Manacia G., De Backer G, Dominickzak A, et al; the task force for the management of arterial hypertension of the European Society of Hypertension; the task force for the management of arterial hypertension of the European Society of Cardiology. 2997 guidelines for the maneagement of arterial hypertension: the Task Force for the Management of Arterial Hypertension of the European Society of Cardiology (ESH) AND THE European Society of Cardiology (ESC). EUR Heart J. 2007;28 (12):1462-1536 14- Turnnbull F; Blood Pressure Lowering Treatment Trialist` Collaboration. Effects of different blood pressure-lowering regi-mens on major cardiovascular events: results of prospectively-designed overviews of randomized trials. Lancet.2003; 362(9395):1527-1535

15- National Collaboration Center for Chronic Conditions. Hypertension: Management in adults in primary care: pharmaco-logic update. London: Royal College of physicians; 2006.www. nice.org.uk/nicemedia/pdf/Hypertension-guide.pdf. Acessed August 20011

16- Dickinson HO, Mason JM, Nicolson DJ, et al. lifestyle interven-tion to reduce raised blood pressure: a systematic review of ran-domized controlled trials. J Hypertens. 2006; 24(2):215-233. 17- Whelton PK, Appel LJ, Espeland MA, et al. Sodium reduction and weight loss in the treatment of hypertension in older per-sons: a randomized controlled trial of nonfarmacologic interven-tions in the elderly (TONE). TONE collaborative Research Group. JAMA. 1998;279(11); 839-846

18- World Helth Organization. Definition, Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus and its Complications: Reports of WHO Consultation. World Health Organization, Geneva, 1999. WHO/NCD/NCS 99.2

19-10-Year Follow-up of Intensive Glucose; Control in Type 2 Diabetes; New Engl J Med 359;15 October 9, 2008.

20- “Hipoglicémia” Tim Holt, Sudhesh Kumar, Noreen Kumar, ABC da Diabetes; cap 9; 37-39

Referências

Documentos relacionados

Assim, o presente trabalho surgiu com o objetivo de analisar e refletir sobre como o uso de novas tecnologias, em especial o data show, no ensino de Geografia nos dias atuais

Disto pode-se observar que a autogestão se fragiliza ainda mais na dimensão do departamento e da oferta das atividades fins da universidade, uma vez que estas encontram-se

assinalou Figueiredo DIAS (op., cit., p. 62), ligada ao sentido limitativo do poder punitivo e ainda confirmador da subsidiariedade do direito penal, a concepção de ROXIN, que

13 Além dos monômeros resinosos e dos fotoiniciadores, as partículas de carga também são fundamentais às propriedades mecânicas dos cimentos resinosos, pois

Pode-se perceber que a COTRISOJA, como uma organização que está inserida em uma comunidade e dependente desta para a concretização de seus objetivos não foge de

São considerados custos e despesas ambientais, o valor dos insumos, mão- de-obra, amortização de equipamentos e instalações necessários ao processo de preservação, proteção

Todavia, nos substratos de ambos os solos sem adição de matéria orgânica (Figura 4 A e 5 A), constatou-se a presença do herbicida na maior profundidade da coluna

A necessidade de mudanças radicais nos modelos de produção linear e tradicional, para produção em células e outras horizontalizadas, criaram também necessidades