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Terça-feira 03 de Fevereiro de DESTAQUES

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Academic year: 2021

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Terça-feira 03 de Fevereiro de 2015.

DESTAQUES

Bolsa inicia o mês em alta com ajuda da Petrobras

Governo quer bandeira vermelha mais cara

Disputa pelo conselho da Usiminas faz ação subir

Ser Educacional conclui compra da Uni de Guarulhos

Itaú Unibanco lucra R$5,52 bi no 4º trimestre

Santander no Brasil não lidera lucro

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Terça-feira 03 de Fevereiro de 2015. Terça-feira, 20 de Maio de 2014.

FECHAMENTO ANTERIOR (02/02/2015)

A Bolsa brasileira fechou em alta nesta segunda-feira. Segundo o analista Felipe P. Otero, da Ágora Corretora, “– Índice começa a perder os 47 mil pts e testa região próxima dos 46.400 pts, que se perdida abre espaço para busca dos 45.850 pts. A inclinação da tendência que estava em zona de congestão começa ganhar inclinação negativa para curto prazo podendo sinalizar reforço da tendência de baixa para médio prazo. Do lado positivo índice apesar da inclinação mais negativa neste momento ainda atrai compradores e para tentar reverter esta tendência baixista de curto prazo seria importante a superação dos 48.070 pts para tentar deixar algum sinal de fundo e começar a buscar objetivos iniciais em 48.400 e próximo dos 49.015 pts.”

BOLSAS INTERNACIONAIS

Índice Pontos % Índice Pontos % Índice Pontos % Dow Jones - - Euro 3,249.54 +0,89 CAC 40 4,451.22 +1,28

S&P 500 - - FTSE 100 6,630.81 +0,69 Shangai 3,396.22 +1,22 Nasdaq - - DAX 10,271.93 +0,29 Nikkei 17,366.30 +2,07

AGENDA

11:00 – Personal Income 08:00 – IPC

11:30 – Núcleo do PCE 08:30 – Relatório Focus

ALTA 1,58 MÍNIMA 46.760 ABERTURA 46.933 MÁXIMA 47.683

FECHAMENTO 47.650 VOLUME 5.374.745.063

MAIORES ALTAS MAIORES BAIXAS

AÇÃO PREÇO % AÇÃO PREÇO %

OIBR4 5,40 8,21 PDGR3 0,47 -9,61

PETR3 8,86 8,08 EVEN3 4,15 -4,15

CPFL3 18,16 7,83 ALLL3 3,72 -3,37

PETR4 8,79 7,45 GOLL4 11,84 -3,10

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Terça-feira 03 de Fevereiro de 2015. Terça-feira, 20 de Maio de 2014.

BOLSA INICIA O MÊS EM ALTA COM AJUDA DA PETROBRAS

O primeiro pregão de fevereiro foi de recuperação para a bolsa brasileira, após o tombo de mais de 6% no primeiro mês do ano. A melhora do mercado externo e algumas notícias setoriais colaboraram para o avanço de Petrobras, Vale, siderúrgicas e elétricas, que concentraram os ganhos do dia. O Ibovespa fechou em alta de 1,58%, aos 47.650 pontos, com volume de R$ 5,568 bilhões. Entre as principais ações do índice, Petrobras PN (5,86%) puxou os ganhos, seguida de Vale PNA (4,04%), Itaú PN (1,33%) e Bradesco PN (1,03%). A alta do petróleo deu novo fôlego à Petrobras. O barril do WTI subiu 2,8%, para US$ 49,57. Investidores também reagiram à informação de que a Petrobras bateu novo recorde de produção de derivados no Brasil, em 2014, ao atingir total de 2,17 milhões de barris por dia. As ações da Vale subiram mesmo após a empresa ter cortado pela metade, para US$ 2 bilhões, o montante do dividendo mínimo a ser pago aos acionistas neste ano, na comparação com o ano passado. Na ponta positiva do Ibovespa ficaram as elétricas: CPFL ON (8,96%), Light ON (5,93%), Copel PNB (5,76%) e Cemig PN (4,78%). Fora do Ibovespa, Eletropaulo PN subiu 18,99%. O Valor apurou que o sistema de bandeiras tarifárias, em vigor desde janeiro, deve mudar em março. Um decreto a ser assinado pela presidente Dilma Rousseff vai aumentar em quase 50% o valor máximo da "tarifa extra" paga pelos consumidores quando os reservatórios das hidrelétricas estiverem baixos. Fora do Ibovespa, Usiminas ON (15,63%) chamou atenção pela forte alta, enquanto a ação PNA ganhou 3,88%. O mercado especula desde a semana passada sobre possíveis desdobramentos do imbróglio envolvendo os controladores da siderúrgica mineira. PDG Realty ON (¬9,61%) voltou a liderar a lista de maiores baixas. Em uma semana, o papel já caiu 37%. Na quinta¬feira, a incorporadora divulgou sua prévia operacional de 2014, com queda de 30% nos lançamentos, para R$ 1,4 bilhão. As vendas líquidas recuaram 33%, para R$ 1,9 bilhão.

GOVERNO QUER BANDEIRA VERMELHA MAIS CARA

O sistema de bandeiras tarifárias nas contas de luz, em vigor desde o início de janeiro, já vai sofrer ajustes. Está na mesa da presidente Dilma Rousseff um decreto que aumenta, em torno de 50%, o valor máximo da "tarifa extra" paga pelos consumidores quando os reservatórios das hidrelétricas estiverem baixos. No caso da bandeira vermelha, que sinaliza o acionamento intensivo das usinas térmicas, o valor deve subir dos atuais R$ 30 para cerca de R$ 45 por megawatt¬hora (MWh). Com essa medida, o governo pretende resolver definitivamente os problemas financeiros das distribuidoras, que vão continuar enfrentando restrições de caixa para a liquidação mensal de seus contratos de energia em 2015. A tendência é que os novos valores possam ser aplicados a partir de março. O sistema de bandeiras tarifárias permite o repasse mensal, aos consumidores, do custo extra das distribuidoras com o uso de termelétricas. Elas não representam maior custo na conta de energia porque a receita adicional obtida pelas distribuidoras com a aplicação das bandeiras amarela ou vermelha é considerada como redutor no momento do cálculo das tarifas de cada concessionária. Para o governo, a cor ficará vermelha durante todo o ano, disparando o "gatilho" imediato das contas. Em outra iniciativa, que deve agradar às empresas, a Aneel anunciará a nova taxa de retorno sobre o capital investido das distribuidoras . Esse índice, que era de 9,95% ao ano para o segundo ciclo de revisões tarifárias (2007¬-2010), havia caído para 7,5% no período seguinte (2011-¬2014). No quarto ciclo de revisões, entre 2015 e 2018, a agência divulgou no ano passado uma taxa de 7,16% para remunerar os investimentos feitos pelas distribuidoras em suas redes. Depois de uma queda de braço com as empresas, que alegavam deterioração das condições de mercado nos últimos anos, a Aneel deverá fixar uma rentabilidade superior à sua proposta

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Terça-feira 03 de Fevereiro de 2015. Terça-feira, 20 de Maio de 2014.

DISPUTA PELO CONSELHO DA USIMINAS FAZ AÇÃO SUBIR

A disputa acirrada entre dois grupos minoritários para assumir a presidência do conselho de administração da Usiminas impulsionou ontem os preços da ação com direito a voto da siderúrgica mineira na BM&FBovespa. A cotação do papel chegou a subir mais de 28% no meio da tarde. Fechou o dia com alta de 15,64%, negociada a R$ 19,67, depois de subir 38,29% em janeiro. A Usiminas é controlada pelos grupos Nippon Steel & Sumitomo e Ternium Techint. Mas os dois acionistas vêm se desentendendo sobre a gestão da siderúrgica, que estava a cargo da Terniun, há mais de um ano. Desde setembro, o caso foi parar na Justiça de Minas e na CVM depois que três executivos argentinos foram destituídos de seus cargos pelo conselho de administração. Devido a esse conflito, tanto a Nippon Steel quanto a Ternium podem ficar impedidas de indicar nomes para a nova eleição da presidência do conselho, prevista para o fim deste mês, segundo disse ao Valor uma fonte envolvida com o processo. Nesse caso, quem estará apto é um grupo de minoritários que detém 10% das ações ordinárias da empresa. Nessa disputa, de um lado está o empresário e acionista da siderúrgica Lirio Parisotto. De outro, os bancos BTG Pactual e Plural. Quem alcançar 5% mais uma ação poderá definir o novo presidente do conselho. Daí a corrida desenfreada pelos papéis da empresa, levando a essa valorização inesperada. Conforme apurou o Valor, BTG e Plural estão operando em nome da Ternium.

SER EDUCACIONAL CONCLUI COMPRA DA UNI DE GUARULHOS

A Ser Educacional informa que a subsidiária Centro Nacional de Ensino Superior (Cenesup) concluiu a compra de 100% do capital social da Universidade Guarulhos (UNG). A Cenesup pagou, no dia 30 de janeiro, R$ 63,740 milhões e pagará R$ 135,340 milhões em cinco parcelas anuais corrigidas pelo IGP-M. O valor total da aquisição é de R$ 199,080 milhões. O anúncio da compra foi feito no dia 15 de dezembro de 2014, quando foi informado que a UnG é uma universidade tradicional com cinco campi, sendo três em Guarulhos (Dutra, Bonsucesso, Centro), um campus na cidade de São Paulo e outro em Itaquaquecetuba, interior de São Paulo. Conforme a empresa, a UnG tem 44 anos de existência, diversidade de cursos de graduação e pós graduação lato e stricto sensu (três programas de mestrado e um de - dois - Doutorado).

ITAÚ UNIBANCO LUCRA R$5,52 BI NO 4º TRIMESTRE

O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, anunciou nesta terça-feira que teve lucro líquido de 5,52 bilhões de reais no quarto trimestre. Em bases recorrentes, o lucro da segunda maior empresa brasileira listada em bolsa por valor de mercado foi de 5,66 bilhões de reais no período. A previsão média de analistas consultados pela Reuters era de lucro de 5,367 bilhões de reais, excluindo efeitos não recorrentes.

SANTANDER NO BRASIL NÃO LIDERA LUCRO

O reinado da supremacia do lucro brasileiro parece ter acabado noSantander. Após anos de liderança na geração de resultado entre as subsidiárias do banco, a filial brasileira viu sua parcela cair ao longo dos últimos anos. Em 2014, o Brasil gerou 19% do resultado do grupo espanhol e empatou em termos porcentuais com o Reino Unido. Em valores, porém, o lucro do Santander UK superou o Santander Brasil por 18 milhões de euros. É a primeira vez desde 2010 que a filial brasileira não foi a mais lucrativa para os espanhóis. Desde 2010, o Brasil foi a menina dos olhos do grupo Santander. Após a investida bilionária na privatização do Banespa e grandes aquisições posteriores como o ABN Amro Real, os espanhóis colheram os frutos durante o auge da crise financeira e a filial brasileira passou a ser uma verdadeira máquina de lucros.

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Terça-feira 03 de Fevereiro de 2015. Terça-feira, 20 de Maio de 2014.

EQUIPE ECONÔMICA

Diego Ramiro Fábio Biral Lourenço Neto Mladen Dragosavac

INFORMAÇÕES

Bloomberg Brasil Econômico BM&FBOVESPA Exame Reuters Valor Econômico

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