Proprietário, Administrador e Editor
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M O T T A P I N T O
KEDACÇÃO E ADM1NISTRÀOÃU - AV. D, NUNO ÁLVAKES FfcKEIKA, 18 - TEL EF. 030Í6?
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N T I J O -- ---COMPOSIÇÃO B IMPRB8SAO- - TXPOORASTA «GBAJPEX» - --TELES’. 030836— tíO N rltfOD I R E C T O R
M O T T A
P I N T O
P R IM A VERA
Está a chegar a Prima
vera !...
Logo de manhãzinha a
natureza e as suas belezas
parecem formar um cortejo
multicor que nos descreve
todo o valor desta formosa
estação.
É nestas manhãs que a
nossa alma sente o infrene
desejo de se refugiar sob as
belezas e realidades prima
veris, esquecendo tudo quan
to a Terra tem de agreste.
É nestes dias transbor-
dantes de luz, colorido e per
fume que nós vemos a in
fluência que a Natureza tem
sobre as almas.
Parece que a Terra com a
chegada da Primavera entoa
o seu lindo cântico de hos-
sânas.
Parece-nos que em cada
flor que tremula, em cada
pipilar, em cada sussurro,
até no simples alar da doce
brisa, há uma afirmação, um
mistério, como em tudo que
a sóbria Natureza nos mos
tra, nos dá, e como o tudo
que nasceu do nada...
Mistério, porque tudo nos
fala eloquentemente dum po
der soberano, que transcende
os finitos poderes humanos...
Olhando o vasto horizonte,
tudo quanto nos diiicia e aca
rinha ; sentimo-nos presos a
todas as maravilhas desta
estação e vemos que a nossa
alma ternamente se dilata
ante a verdade deste imenso
poema natural.
É nestas tardes e noites
amenas-que nós sentimos o
encanto da Natureza e o
prazer de lhe aspirarmos o
suave e doce perfume.
E sob o seu influxo, luz e
naturalidade que nós senti
mos a alma cantar, muitas
v e z e s chorando, e estabele
cermos uma forte compara
ção entre a nossa vida e a
vida de tudo quanto a terra
nos oferece.
É ela que nos obriga a
sentirmo-nos atraídos pela
insondável profundidade do
Incógnito, tentando distrair o
nosso pensamento com as
maravilhosas legendas que a
Natureza nos dita.
E ’ nesta estação que as
avezinhas sentem o doce ca
lor do seu ninho e seguem
os ditâmes da Providência
na sua finalidade sobre a
Terra.
Nestes cenários surpreen
dentes que a Primavera nos
d e j w a , encontram os poetas,
toda a beleza singular e v a
riada para os mais compli
cados e sentimentais poemas.
Esta formosa estação tra-
duz-nos toda a beleza do
Universo em coloridos e s
plêndidos e suaves perfumes.
E’ olhando as belezas pri
maveris que nós sentimen
talmente deduzimos que cada
esperança se desbobra em
mil desilusões, que a cada
aspecto da vida e alegria
corresponde um enxame de
sequências variadas que até
a mais leve brisa vai trans
formando, como o faz as mais
formosas flores, que depois
de desfolhadas o calor solar
seca e desfaz.
E ’ nos aspectos sorridentes
da vida florida com manifes
tações de esperanças, que
nós vemos que num momento
tudo se transforma, para se
multiplicar em cenários de
desolação e decadência, e
vetnos que a vida é a con
tingência íntima, fortuita, e
a morte é a suprema lei uni
versal para que tudo tende.
E’ olhando a linda e altiva
(C o n tin u a n a p á g in a 5)Folhaao i DI VAG A MD O
v e n t o ...
P o r - S A P H E R A C O S T A
Embora que dia a dia nos
tornemos mais idosos, pelo
facto de nos não ser possí
vel parar o tempo, todos nós
conservamos gratas recorda
ções do que nos ficou para
trás.
Quem há que em horas de
meditação, não tenha pas
sado em revista a sua vida
desde os tempos de meninice,
a recordar companheiros de
brincadeira, suas garotices,
camaraJas de estudo e de
trabalho e quantas partidi-
nhas endiabradas não tenha
ficado triste por lhe não ser
possível volvera e s s e tempo?
Haverá, por acaso, alguém
que tenha esquecido os seus
primeiros derriços e afastado
de si a lembrança de certas
maldades feitas ? Creio bem
que não, como também acre
dito em muitos arrependi
mentos que intimamente con
fessam quando, em momen
tos de contemplação do tempo
fugido, se relembra, tais pas
sagens da vida, tendo, até,
inúmeras v e z es proferido as
conhecidíssimas f r a s e s : «.ve
eu soubesse o que hoje sei-»,
ou, « s e eu t e n h o a d ivi
nhado'*...
Como voltar atrás, porém,
écompletamente impossível,
depois de havermos revivido
recordações, caímos na rea
lidade e regressamos àquilo
que hoje somos... com imen
sa pena, claro está, mas sem
outro remédio, além de ir
caminhando em direcção h
meta fina! da existência...
Pela minha parte, só peço
h Divina Providência que me
deixe poder contar aos meus
tetranetos algumas das ale
gres passagens da vida que
tive em rapaz e com os restos
de saúde que ainda hoje
conservo...
Rihatejo
O desfile de cavalos
utilitários e dos carros
de lavoura de Almei-
rim e Alpiarça.
Há sempre um assunto
para escrever e de merecido
interesse, mesmo que seja
um abrir ou fechar de janela
que provoca disçussão.
Nesta Lisboa, onde os pa
radoxos são os motivos mais
embrionários para o jornalista
ou escritor, desencandear o
poder da sua pródiga
iinagi-Por
MI NDA PI RES
nação, surgiu agora, mais um
degrau para subir e do cimo,
vislumbrarmos o panorama
que nos beija os pés.
Sobre os rumores que sem
pre cumulam a cidade, diz-
-se : , . . ali, era uma mercea
ria e supomos ainda, daque
las que vendem em cada
manhã, mal se pressente o
abrir dos ferrolhos sujos, um
tostão de «pó para as traças»
ou artigo congénere.
Deixou de ser vista a tal
senhoril mercearia e prosai
camente tomou galantes v e s
tes e dos feijões e do arroz,
passou à sublime expressão
de galeria de,«arte», aprontou
seus cavaletes, prateleiras
de fundo cinzento, pendurou
sarapilheiras, para se apre
sentar ao público com o pom
poso nome de «MANSARDA»
local onde alguns bem inten
cionados, deram abrigo e e s
tímulo a um certo escol de
artistas.
Quem pela vidraça te vê,
ou se detenha a comtem-
plar-te, cenário de aspecto
frio e de luzes de mansarda,
túgurio de dor e sofrimento,
antevê teu interior, onde os
dramas devem aflorir aos lá
bios de cada assistente, e de
alguns aventureiros ávidos
de sensações, pseudos-disci-
pulos dum duplo existencia
lismo, que a mais não chega
a ser que um golpe de m isé
ria mora! que tão hábilmente
dá aos seus praticantes um
ar de tristeza e solidão.
Para vós a quem falta o
valor real do Sol bendito, de
valiosa terapêutica, ele, vos
incitaria ao trabalho e à luta
árdua pela vida, onde os
eleitos pelo bem e pela ver
dade se debruçam no auxílio
ao semelhante sem fugir aos
seus deveres.
Descrever-te «mansarda»
é fazer antegozar aos nossos
leitores mais um descalabro
de tanta da nossa juventude
portuguesa que rodeada de
tão boas vontades, escolhe
alguns dos caminhos tortuo
sos da vida e se desvia da
senda da verdadeira «ARTE».
Urn conselho que nos pa
rece oportuno; a nossa ju
ventude por ambiente e tem-
(iC o n tin u a n a p á g in a 4) M eu coração fo i p o u s a d a De ta n ta m u lh e r que a m o u ; T em hoje a p o rta fe c h a d a P or m u ito a m a r se c a n s o u ... M as tu ch eg a ste q u e r id a , C heia d e e n c a n to a s o r r i r ... E e n q u a n to ele b a te r com v id a , Vê
se
a c o n seg u eí* a b r i r . .. Manuel Giraldes da Silva Montijo, 11-3-859,LEGENDAS DE PORTUGAL (XVI)
M
A
C
A
U
MACAU é a mais pequena de todas as Províncias Ultramarinas Portuguesas.
Situada na Costa Sul da China, a pequena distância da grande cidade de Cantão e da colónia inglesa de Hong-Kong, Macau abrange a península do mesmo nome e as ilhas da Taipa e Coloane, c o r re s p o n dendo ao total uma superfície de 16 quilómetros quadrados.
A capital, a cidade de Santo Nome de Deus de Macau, é uma u rbe cosmopolita cheia de pitoresco e recheada de magníficos edi- íícios entre os quais alguns imponentes arranha -c éus.
Apesar do seu carácer pronunciadamente oriental, não faltam nela velhas fortalezas e belas igrejas a recordar quatro séculos da gloriosa presença poi tuguèsa.
Um dos seus lugares mais visitados é a *G ruta d e C a m õ e su onde, segundo a tradição, u grande poeta teria composto alguns can tos dos «LUSÍADAS».
Da população, constituída por 188.000 habitantes, a esmagadora maioria pertence à raça chinesa.
Dada a sua pequena extensão, Maeau vive principalm ente do comércio com os territórios vizinhos: a China e Hong-Kong.
O clima é muito húmido e a Província está exposta aos tufões do Mar da China.
( T r a n s c r ito com a d e v id a v é n ia de «Â C a m p a n h a», Ó rgão d a C a m p a n h a N a cio n a l d e E d ucação de A d u lto s)
M O N T
J O
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Paris e de Strasbourg. De dia - R. Almirante Reis, 72
Telef. 030 038
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íe!efones de urgência
Hospital, 030 046 Serviços Médico Sociais, 030 198
Bombeiros, 030 048 Taxis, 030 025 e 030 479 Ponte dos Vapores, 030 425
Polícia, 030 144 T e le f o n o 0 3 0 3 7 S P a ra Boas Fo to g ra fia s p r o c u r e a
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fflOflUJME
A v. Jo ão d e D eus, 71 Praça 1.° de Maio)M O N T I J O
P a ra clevida elucidação dos n o sso s leito res e em c o m p le m en to ao P lano d e A c tiv id a d e s d e sta C â m a ra M u n icip a l do a n o económ ico e m curso, que tem o s d a d o a lu m e n e sta s co lu n a s, c o m eça m o s hoje a p u b lic a r a s b a se s do o rç a m en to o r d in á r io , à quele re sp eita n te.
Tr a ta -se a g o ra d u m ju d icio so p re â m b u lo que anteced e vários ca p itu lo s, ta is com o o d c re ceita s e. d e s p e s a s ; d istrib u içã o de dotações d e s tin a d a s a o b ra s e m e lh o ra m e n to s das. fre g u e s ia s ; o b ra s de in teresse p ú blico a e fe c tu a r pelo M u n icí p io ; criação e v e n tu a l d e novos lu g a r e s ; e c o n o m ia s a r e a liza r n a a d m in is tr a ç ã o m u n ic ip a l; a ctualização ou rem o d e liza ç ã o d e co b ra n ça d a s ta x a s d c r e ceita s m u n ic ip a is ; e m p r é s ti m o s p a r a a red e de a b a ste c i m en to de á g u a á n o ssa vila e b a ir r o s sa té lite s c- d e s p e s a s p r e v is ta s d e aq u isiçã o de te r re n o p a r a a fu tu ra E sco la Técnica, b e m com o do p ro je c ta d o B a irro d e C asas E conó m ic a s, a c o n stru ir p e la F ed e ração d a s C a ix a s d e P re v i d ê n c i a — , e a i n d a p a r a u rb a n iza ç ã o d a vila de M on tijo. N essa s sete b a s e s do o rç a m e n to m u n ic ip a l d c M o n tijo , c o n d e n s a m -s e e co n c re tiza m - s e a lg u m a s d a s p r im a c ia is a sp ira ç õ e s d a n o ssa p o p u la ção, a cujos p r o b le m a s a p r e s id ê n c ia e a e d ilid a d e m o n ii- je n s e c o n tin u a rã o a e sta r e m p e n h a d a s d ecerto, em a te n d e r s a tis fa to r ia m e n te .
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Bases do o rça m e n to o rd in á rio para o an o e c o n ó m ic a de 1959, da C â m a re M uni* c ip a i de M ontijo As bases do orçamento a elabo rar pelo Presidente da Câmara, nos termos do Código Adminis trativo, constituem um documento de elevada importância adentro da administração municipal e daí, certamente, a obrigatoriedade da sua discussão e votação pelo Con selho Municipal.Cronologicamente, situam-se em segundo lu gar na lista dos do cumentos elaborados previamente em cada ano para orientação e coordenação da acção do Municí pio, no ano seguinte. Quanto à sua elaboração, podemos considerá-las fortemente influenciadas pelo p r i meiro documento, o plano de acti vidades, pois é uma sua conse quência. Se nos permitem, pode mos afirmar que se trata duma ponte de passagem, daquele plano para o orçamento — esse documento final que consubstancia em si toda a longa previsão, em números, de realizações materiais e outras va riadas actividades.
O dever imposto ao Presidente da Câmara de elaborar essas bases condicionadas às directrizes do referido plano e que deverão im prim ir a orientação a dar ao orça mento, não parece, na verdade, tarefa fácil, pois exige atributes que nos faltam, mas que tentamos suprir pela experiência de alguns anos, que nos permite o conheci mento dos problemas, necessida des e possibilidades do nosso con celho. Sucede ainda que, parte desses problemas estão estudados com colaboração técnica e o que se prevê não é mais do que a na tural continuidade das tarefas em eurso.
O Conselho Municipal, porém, como órgão da maior valia no sis tema da administração local, vai discutir e votar esse trabalho do Presidente da Câmara. Fá-lo nos termos legais, no livre exercício da sua íunção administrativa e também — estou certo — com o conhecimento dos problemas lo cais e com elevada noção dos inte resses confiados às representações dos seus membros.
Sem possibilidade de p r e v e r
concretamente a alta função fora do alcance dos profanos da m até ria — adiantarei, entretanto, que o orçamento municipal se ressentirá da redução da taxa sanitária de reses abatidas fora do Matadouro, que, por decisão jurídica, foi fixado novamente em cinco escudos por cada suíno.
Trata-se, com efeito, duma r e ceita de prim ordial im portância — como que um dos pilares orça mentais — cuja redução acarreta sérias dificuldades na gestão m u nicipal.
As outras receitas ordinárias, dum modo geral, não terão oscila ções profundas, antes se notarão ligeiros aumento'1, provenientes da natural evolução.
Regista-se, sobretudo, o subs tancial aumento de rendim ento do Mercado Central que, contudo, é proporcional ao dispêndio da sua conservação e funcionamento.
Com referência à despesa, para além das imprevisíveis, mas natu rais, oscilações, especialmente no que respeita à despesa extraordi
De pé, toda a assistência envol vida n u m frenético entusiasmo, aplaudia e acenava com lenços àquele punhado de homens sim ples, mas conscientes dos seus de veres e saber, quando do m em o rável concerto musical dado no Coliseu dos Recreios, de Lisboa, que constituiu para a Banda da 1.° de Dezembo, a «consagração n a cional», depois do estrondoso êxito obtido além-fronteiras, quando da obtenção do 2." P rémio do Con curso Internacional de Bandas Civis levado a efeito no passado ano de 1958, na cidade holandesa de Kerkrade.
Ainda não se apagou da memó ria daqueles que tiveram a felici dade de assistir àquele inolvidável concerto da Sociedade Filarmónica l . a de Dezembro, da nossa vila. — a SINFÓNICA DO MONTIJO, como a exigente crítica da capital designou a nossa centenária filar mónica; já de todos os pontos do país têm acorrido convites para outros concertos; e para mai( r glória da 1 “de Dezembro e HO''» RA para PORTUGAL, dum país amigo: a B élg ica — foi a colectividade montijense d i s t i n g u i d a com a honra dum convite, para naquele país participar num Concurso In ternacional Musical.
à gentileza do convite recebido e atendendo aos grandes encargos que implicaria a sua deslocação a esse país, — e ainda por já ter con tratos estabelecidos para essa al tura —,não poude a distinta Banda corresponder, em bora com pena de ali não ir enaltecer o nome da sua colectividade, assim como o de MONTIJO e de PORTUGAL.
Contudo, do país nosso irmão — BRASIL — veio um tentador con vite, o qual ainda não teve uma aceitação ou escusa, por se ir.anter de pé a vontade de muitos p ortu gueses residentes no Brasil em pretenderem ouvir a 1.° de Dezem bro, e quando os portugueses- -brasileiros querem qualquer coisa, a deslocação da nossa Banda é um aspecto de dignidade própria, a que não poderemos dizer se vão ou não; dependente aòmente daqueles que
nária, temos de contar com o já prometio aumento de vencimentos do funcionalismo público, que, le gal e justamente, será extensivo aos funcionários administrativos.
Sem acreditar nas variadíssimas versões da concretização desse aumento, não podemos, no entanto, deixar de acreditar na sua conces são e, qualquer que seja o critério aprovado pelo Governo, o certo é que o facto se reflectirá duramente no orçamento municipal.
Em local própiio, destas bases e do plano de actividades, se faz referência aos diversos assuntos relacionados com algumas receitas e despesas de maior vulto, pelo que me dispenso de outras consi derações.
Pcsto este preâmbulo breve, mas intencional, resta-me subm e ter à aprovação de V. Ex.as as bases do orçamento ordinário de 1959, elaboradas c o m rigorosa observância do disposto no art." 757.° do Código Administrativo e tendo em vista os superiores in te resses do Município e do Montijo.
lá estão longe e a quem a nostal gia da Pátrla-mãe dos seus fami liares, os contamina.
* *
*
A tudo isto não ficaram indife rentes os governantes da Nação Portuguesa, e em face dum a opor tuna e tão expressiva exposi ção da autoria do Mestro, sr. A n tónio Gonçalves, que por iniciativa do novo presidente da Direcção da Sociedade, sr. António Luís Pe reira Coutinho Salgado, em boa hora fez chegar às mãos de Sua Ex.*, O Senhor Presidente do Con
selho, por ofício datado de 6 de Fevereiro último do Secretariado Nacional de Informação, Cultura Popular e Turismo, pela sua Secção de «Fundo de Turismo», era dado a conhecer que por despacho de 31 de Janeiro pretérito, Sua Ex.’, o Ministro da Presidência, sobre o pedido formulado pela exposição dirigida a Sua Ex.*, o Presidente do Conselho, que a considerou d e v id a m e n te , foi dado o subsídio de Esc. 3G.874Í70. Este subsidio veio suprir os encargos contraídos com a deslocação a Holanda.
Por tão importante verba obtida
Assembleia Geral E x traordária, que teve realização no passado sá bado, 14 do corrente, pelas 21 h o ras, no Salão de Festas na sua nova sede, sita na Avenida D. João IV.
O Salão de Festas achava-se r e pleto de associados, bastante e n t u siasmados e um tanto ou quanto surpreendidos pela i n c ó g n i t a duma parte da ordem de trabalhos daquela Assembleia.
O nosso jornal, por cativante convite, fez-se represe ntar e assim registou que a Mesa da Assembleia Geral Extraordinária, foi consti tuída pelos srs. António Pereira Coutinho Salgado, Jaime Sanchez Bermejo e António Caxeirinha, respectivamente, Presidente e Se cretários.
Aberta a sessão, o presidente da Mesa fez sentir a sua satisfação pelo entusiasmo e interesse d e monstrado pela massa associativa presente àquela assembleia, e se guidamente explicou quais ai razões que levaram a Direcção a convocá-la.
Entrando na ordem de trabalhos, no respeitante à eleição da Comis são Revisora de Contas, disse que, tendo a Direcção antecessora eleito uma Comissão com essa finalidade, a mesma nunca exerceu o seu mandato, não obstante a nova Di recção ter convocado esses mes- mesmos associados para procede rem à revisão de contas, o que nunca o fizeram, nem tão poueo justificaram a sua falta de compa rência.
Assim pedia à digna Assembleia a nomeação de novos elementos para constituir aquela Comissão, sendo eleitos por unânimadade, os srs. António Júlio Canarim Nepo- muceno, António Manuel da Silva Ramalho e I l e l d e r Lopes dos Anjos.
Mais um a vez se verifica a defi ciência dos velhos estatutos, que parecem ter sido redigidos pela lei de menor esforço, chamando-se por isso a atenção da massa asso ciativa e principalmente dos novos dirigentes, para que os novos es tatutos sejam elaborados e apro vados, pois os actuais não estão à altura da projecção e responsabi- lidades que a 1.° de Dezembro, — mais do que nunca — arcou, pois os que estão, vigentes só dão aborrecimentos e motivos a inci dentes, sem razão.
Entrando-se na apreciação do assunto de máximo interesse da Sociedade, o Presidente da Mesa disse quais os motivos e deu a conhecer o subsídio a que aciuia se faz referência.
Impulsionada por tal notícia, a massa associativa da colectividade levantou-se em peso, e num a p ro longada e quente ovação manifes tou-se com vivas à 1.° Dezembro, a Montijo, ao sr. Governador Ci vil do Distrito, a Portugal e ao Estado Novo.
Em seguida o sr. António Luís
Pereira Coutinho Salgado, p resi dente da Mesa, propôs para Sócio- -Honorário, por prestantes serv i ços prestados à colectividade, o sr. José Manuel Salgado, residente na c a p i t a l , e para PRESIDENTE- -IIONORARIO, Sua Ex.a O SE NHOR PRESIDENTE DO CON SELHO, D R . A N T Ó N I O DE OLIVEIRA SALAZAR.
De pé, toda a massa associativa sob o domínio da maior euforia, aprovou por unanimidade, o nome do Exm.® Snr. Dr. ANTÓNIO DE
(Continua n a p á g i n a 5)
âssemblgia Geral txfraorJinária da
S
é íé
F. 1.° Is Pauto
Sua Ex." O S e n h o r P r e sid e n te d o C o n s e l h o , en fre vi
brantes a c l a m a ç õ e s , foi e le ito Preside n t e - H on o r á rio
da S o c i e d a d e Filarmónica 1.® d e D e z e m b r o d e M ontijo
—
C ró n ic a da J o s é J ú lio V a lé rio R o d r i g u e s
—
A B a n d a d a S o c ie d a d e />'H a rm ó n ica 1.° de D ezem b ro , na s u a id a a B o u za s (V ig o ) E s p a n h a , em J u lh o de 1958, sob a r e g ê n c ia do M aestro, sr. A n tó n io G o n ç a lv e s,o n d e fo i recebida a p o teó tica m e n te
A
GENDA
ELEGANTE
M
N T
À A T E N Ç Ã O D O S C . C . T.
ew«®!asMíK£aa«f. iirwr r m m
A n iv e r s á r io s
— No dia 13, a sr.* D. Maria da Glória Romeira da Encarnação Gervásio, esposa do nosso estima do assinante, sr. José Marques Gtrvásio.— No dia 15, a sr.* D. Mai ia An- tónia Marcelino Bastos, irmã do r.osso dedicado assinante, sr. Ma nuel Marcelino.
— No dia 15, completou o seu 18.® aniversário o sr. José António C. Marques Gaspar, nosso prezado assinante.
— No dia 15, completou o seu 39.® aniversário a sr.a D. Adelaide Coelho Carinelo, esposa do nosso dedicado assinante, sr. Amiícar Ervedoso Carmelo.
— No dia 16, completou as suas 16 risonhas primaveras a gentil menina Célia Coelho Carmelo. fi lha do nosso dedicado assinante sr. Amilcar Ervedoso Carmelc.
— No dia 16, a s r . ’ O. Maria de Lourdes Fernandes da Silva, filha do nosso prezado assinante, sr. Ricardo Raimundo da Silva, r e s i dente em Portalegre.
— No dia 16, completou 12 anos a menina Maria Adília T raquino Resina, filha do nosso dedicado assinante, sr. José António Resina.
— No dia 17, a menina Maria Florinda Gonçalves de Sousa, filha do nosso estimado assinante, sr. Delfim Gonçalves de Sousa.
— No dia 17, a nossa dedicada funcionária, menina Maria Alice Nunes Castanheira.
— No dia 17, a sr.’ I). Maria Carmina da Veiga Marques Simões, esposa do nosso prezado assinante, sr. Fernando Carvalho Simões, residentes em Coimbra.
— No dia 17, o sr. Cai los Leitão, pai do nosso jovem assinante, o menino João Carlos da Cruz Lei tão.
— No dia 19, o sr. Carlos Silva Tavares Almeida, filho fio nos»o dedicado assinante, sr. José T ava res Almeida, residente em Lisboa. — No dia 19, a menina Maria José Borralho Felício, neta estre» tnosa da nos«a dedicada assinante, sr.* Viuva de António Borralho.
— No dia 19, completa o seu 42.° aniversário, o nosso prezado assi nante, sr. Mário Luís Barreto.
— No dia 20, o menino José Manuel Troncho Sequeira Amaral, neto do nosso dedicado assinante, sr. José António Sequeira Amaral.
— No dia 22, perfaz o 4.® a n i versário a menina Judite Emília da Costa Oliveira, so brin ha e afi lhada do nosso dedicado assinante, sr. Á lvaro da Costa e Silva.
— No dia 22, a sr.“ D. Emíla 1 eodoro da Silva, esposa do nosso prezado assinante, sr. Manuel Soa res Canastreiro.
— No dia 22, completa o seu 10.° aniversário a menina Maria He lena Pascoal de Almeida Tavares, filha do nosso dedicado assinante, sr. Américo Tavares.
— No dia 22, completa 65 anos o sr. Manuel Gomes Patego, sogro do nosso estimado assinante, sr. Mário Luís Barreto.
— No dia 23, o sr. António Amé rico Costa Ribeiro, filho do no»so dedicado assinante, sr. António Ribeiro.
As nossas
felicitações-a g r felicitações-a d e c i m e n t o
Adriana fcrnandcs I . Lacas
Maria da Conceição Martins, Artur José Fernandes Bastos L u cas, Adriano José de Bastos Lucas, e demais família, vêm por este meio agradecer a todas as pessoas, que de qulquer modo manifestaram i n teresse pela prolongada doença de sua tilha, mãe e parente e bem assim a todos quantos a acompa nharam a sua última morada, p e dindo desculpa de não o fazerem directamente por desconhecimento de moradas.
A todos o seu eterno reconheci mento.
o i m n n r oim nrrrintnm rins
V i s a d o p e l a C e n s u r a
a fijj, j u i j u u u u
Em referência à local sob este titulo, publicada no n.° 200, deste semanário, de 22 Janeiro p, pd.®, e esclarecendo a reclamação ai formulada, reproduzimos a seguir a informação dimanada da Admi nistração Geral dos Correios, T e légrafos e Telefones e transm itida pela 2.8 Repartição do Secreta riado Nacional da Informação, Cultura Popular e Turismo.
Senhor
Director do jornal «A Província» MONTIJO
Em cumprimemto do decretro n.° 30.320, de 19 de Março de 1940, tenho a honra de enviar, ju n ta mente, a V. Ex.a, uma informação recebida da Administração Geral dos Correios, Telégrafos e Telefo nes, em referência a uma local publicada nesse jornal em 22/1 do corrente ano.
A BEM DA NAÇÃO Sterttiiist!i> Nacianel da Inlormsfão, 14 ilt
iBoiífl Ji 1959
PF.L’0 CHEFE DA REPARTIÇÃO (.4. F o lg a d o d a S ilv e ira )
I N F O R M A Ç Ã O O Jornal «A Província», de Montijo, no seu número de 22-1 -59, publicou uma local em que alude aos inconvenientes de enc errar cedo a estação dos CTT daquela vila, o que impede que as corres pondências possam ser lançadas na caixa receptáculo, de modo a poderem beneficiar da expedição da manhã ; sugere, para obstar a esta deficiência, que se instale um marco postal ju nto da mesma estação.
Informa-nos, a propósito, a Administração Geral dos CTT de que já foi autorizada a colocação do marco pedido o que virá satis fazer a pretensão em causa.
Entretanto, esclarece que os poucos usuários que utilizam o receptáculo da estação têein-no c o n s e g u i d o com regularidade, mercê da permanência voluntária do respectivo chefe no edefício que lhes tem facultado o portão aberto, nas horas de encerramento dos serviços.
O Chefe dos Serviços de Informações e Reclamações
F. Sousa
Fazendo justiça ao zelo dem ons trado pelo chefe dos serviços dos correios nesta vila, apraz-nos sa lientar que já diversas deligências haviam sido tomadas por si, 110
sentido de acautelar os interesses dos usuários dos serviços CTT, ju n to das entidades superiores.
N.s 208 • «A Província» - 19-3-959
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C O M A R C A DE M O N TIJO 2.“ Publicação
No dia 3 de Abril próximo, pelas 14 horas, no T r i b u n a l desta comarca, nos autos de acção sumá ria, em execução de sentença, que Bastos & Lima, L.da, com sede em São João da Madeira move contra Alexandre Pereira Gomes, casado, comerciante, morador em Alhos Vedros, hão-de ser postos em prim eira praça, para se a r re matarem ao maior lanço oferecido acima do valor por que forem pos tos em praça, vinte duas camisolas para h o m e m ; 29 pulôveres para ho m e m ; 17 camisolas para crian ça; 16 gabardines para homem ; e 7 cortes de fato para homem.
Destes bens é depositário José Gouveia, casado, morador na Ave nida da República — Barreiro.
Montijo, 4 de Março de 1959 O Chefe da 3.* Secção A lfre d o A la ria P ereira R ib eiro Verifiq uei:
O Juiz de Direito Ilid io B o rd a lo S o a r e s
Assim pela rectificação solici tada, mais uma vez se deu a Deus o que era de Deus, e a César o que era de César.
Ao digno funcionário que dirige os serviços postais da nossa vila, pedimos nos releve a reclamação mal fundamentada, e que decerto não veio dim inuir a consideração a que tem jús, da parte da popu lação da nossa vila, e seus a r r e dores.
Arruamentos no
Afonsoeiro
Nem sempre o dito popular «lenho as ruas livres para passear*, tem a devida propriedade. Assim, para atestar o que afirmamos, está o facto de quem desejar percorrer a parte levantina do Bairro do Aíunsoeiro, terá de entrar e r e tro ceder na mesma rua, porque algu mas estão abertas só a espaços, e depois fechadas à circulação.
O proprietário doa terrenos desta zona, quando vendeu os lotes para as construções deixou, e muito bem, os arruainent03 frente aos terrenos entregues. Ka 1 ta, deste modo, sòmente, que sejam expro priados 4 ou 5 quintais de pessoas que adquiriram os terrenos antes do plano da Câmara, e que espe ram ansiosamente a solução deste problema para, com as quantias a receber, comprarem os quintais que substituirão aqueles de que se verão privados.
Salvo erro, há sete ou oito anos que estas ruas foram demarcadas pelos competentes serviços da Câ mara Municipal de Montijo e até hoje tudo continua quase na mesma. Apenas são ruas teòricamente.
Afora os interesses de toda a população s u c e d e m , p a rtic u la r mente, os dos comerciantes desta parte que, motivado pelo e n c erra mento da passagem que um parti cular autorizava, estão na contin gência de perder parte dos fre gueses, o que lhes prejudicará o desenvolvimento comercial d a s suas c-asas.
Ao sr. Presidente da Câmara pessoa que sempre tem dem ons trado a maior simpatia e com preensão pelos anseios justos dos munícipes, pedinaos a resolução do que apontamos, pois julgamos digna e ser a mais premente ne cessidade deste populoso bairro. - (<-:•)
Cartas à Direcção
a q u e m d e direito . . .
Dirigiu-se-nos um assíduo leitor e prezado assinante chamando a nossa atenção, pelo facto de há já algumas semanas se encontrar um amontoado de pedras na Rua 1.° de D ezetu bro,— ju n to à estação da C. P. desta vila—, dificultando por vezes o trânsito de veículos, que por ali necessitam de fazer passagem.A sua permanência naquele lo cal constitui um perigo para os automobilistas e motoristas, pelo que nos permitimos solicitar as devidas providências do sr. P re sidente do nosso Município, no sentido de ser removido esse obstáculo, antes de ali haver a la mentar algum desastre.
S u b s íd io s a h osp ita is
s u b - r e g io n a is
Pelo Ministério da Saúde e As sistência têm sido distribuidos milhares de contos de subsídios a hospitais sub-regionais de todos os distritros do País.P a ra o D istrito d e S e tú b a l fo ia m con ced id o s, aos de : Alcá cer do Sal, 60; Almada, 140; A llios V e d r o s (M oita), 18; Azeitão, 28; Barreiro, 52; C anha íM o n t i j o ), 12 M ontijo, 9 6 ; Grândola, 40; Palmeia, 20; San tiago do Cacém, 100; Sesimbra, 68; Sines, 31; Torrão (Alcácer do Sal), 10; Alcochete 18,
C â m a ra Municipal
de Montijo
Resumo de acta da reunião
ordinária de 10 de Março
de 1959
P r e s e n te s; Os srs. José da Silva Leite, P resid ente; e os ve readores, Francisco Tobias da Silva Augusto, Tomás Manhoso Iça, Joaquim Brito Sancho, Carlos Gouveia Dimas e Mário Miguel de Sousa Rama. S e c r e tá r io : o sr. José Maria Mendes Costa, Chefe da Secretaria.
Deliberações tomadas;
— Conceder diversas licenças para obras e de utilização;— Arrem atar a cantina do Mer cado Central a Maria Julieta da Graça SENGO;
— Aprovar a conta de gerência do ano findo ;
— Adquirir prédios de Maria Anlónia Silva e Leonor Júlia Fialho Caria, na Travessa Guerra J u n q u e i r o ;
— Converter em processo disci plinar o inquérito ordenado a um funcionário da Secção Técnica e suspendê-lo do exercício das fun ções.
— A dquirir duas muares para os serviços de limpeza.
— Nomear um vereador para membro do juri do concurso de funcionários.
— Contratar um engenheiro c i vil para prestação de serviços t é c nicos.
Prof» ]osé M, Landeiro
O «Relatório e Contas da Ge rência de 1958», da Casa do Con celho de Penamacor, com sede no Largo de S. Domingos, em Lisboa, propõe um voto de louvor ao sr. Prof. José Manuel Landeiro, o que foi aprovado.
Esta proposta foi baseada na ma neira como tão desinteressada e inteligente, este nosso prezado colaborador se vem, desde há mais de vinte anos, ocupando, em e s t u dos sérios e meritórios das Terras de Penamacor.
«A Província», em que o Proft Landeiro vem colaborando desde o seu aparecimento, congratula-se por esta distinção que lhe acaba de ser conferida por unanimidade.
Os nossas parabéns não só ao nosso colaborador m?s a t éà«C asa do Concelho de P e n a m a c o r» que também se honrou com este merecido louvor prestado a um seu digno conterrâneo e amigo, ao qual com agrado igualmente nos associamos.
8 MlIãO 19 GOFilia El
minas, dirale ui smsln
A 183.244 contos subiu o valor da exportação portuguesa de cor tiça em rolhas, no prim eiro se mestre de 1958.
A Alemanha foi o principal comprador, com uma importação de 1.033 toneladas, que renderam 42.338 contos, seguindo-se a I n gla terra com 510 toneladas por 31.689 contos, a França com 370 toneladas por 17.275 contos, e os Estados Unidos com 223 toneladas por 17.235 contos.
Outros países im portadores: o Canadá, Cuba, o Brasil, o Chile, a Colômbia, o Perú, a Venezuela, o Paquistão, a Austiália, a Rússia, a Polónia, as Filipinas, a Grécia, a Itália, a Checoslováquia e muitos mais. (ANI).
MONTIJENSE:
Colabora expontâneamente para que o nosso concelho seja apontado como símbolo de civilidade! — O cuspir, o lançamento de inundicies e inutilidades para a via pública, é sintoma de pouca educação e desrespeito pelo próximo I
I
AG EN D A
U T IL IT Á R IA
I
I
farmácias dt Serviço
5.3 feira, 19 — D i o g o 6,a feira, 20 — G i r a i d e s Sábado, 21 — M o n t e p i o Domingo,,22 — A l o d e r n a 2.a feira, 23 — H i g i e n e 3.* feira, 24 — D i o g o 4.a feira, 25 — Gi r a l d e sB o l e t i m R e l i g i o s o
Vida Católica
HORÁRIO DAS MISSAS 5.*-feira, 19 — às 8, 8,30 e 9 h. 6.» fe ir a , 20 - às 8,30,9 e 9,30 h. S á b a d o , 21 — às 8,30, 9 e 9,30 h. D om ingo, 22 — na Igreja da Mi-seiicórdia, às 8 h.; na Igreja Pa roquial, às 10, 11,30 e 18 h .; na Capela do Afonsoeiro, às 9 h . ; no Santuário da Atalaia, às 10,30 h.; e, na Ja rdia às 16,15 h . .
C u lto E v a n g é l ic o
Horário dos serviços religiosos na Igreja Evangélica Presbiteriana do Salvador — Rua Santos Oliveira, 4 - Montijo.
D o m in g o s Escola dominical, às 10 horas, para crianças, jovens e adultos. Culto divino, às 11 e 21 h.
Q u a rta a -fe ira s — Culto abre viado, com ensaio de cânticos reli giosos, às 21 h.
S e x ta s - f e i r a s— Reunião de Oração às 21 h.
No segundo domingo de cada mês, celebração da Ceia do Senhor, mais vulgarm ente conhecida por Eucarística Sagrada Comunhão
Ig reja P en teco sta l, R u a A le x a n d r e H erculano, 5-A - M o n tijo. D o m in g o s ; — Escola D omini cal, às 11,30 h . ; Prègação do E v an gelho, às 21 h. Q u in ta s - fe ir a s : — Prègação do Evangelho, às 21 h.
E s p e c t á c u l o s
CINEMA TEATRO JOAQUIVl DE ALMEIDA 5.* feira, 19 ; (Para 12 anos) No vamente a pedido. No p a lc o ; o famoso canto r brasileiro, Ivon C u r i ; No e c r a n i: o arrebatador filme de aventuras, «Aventura em Hong-Kong», com Rory Calhoun e Barbara Rush.Sábado, 21, às 21,15; e Domingo, 22, às 15,80 e 21,15; (Para 12 anos) O melhor espectáculo de todos os tempos, com Cantinflas e David Niv en: «A Volta ao Mundo em 80 Dias».
3.a feira, 24; (Para 17 anos) O traravilhoso filme em Cinemas- c ó p i o : «A Colina da Saudade», com Willian Holden e Jennifer Jones.
Precisa-se
— QUARTO e pensão completa em casa particular.
Informa nesta redacção.
Barbeiro
— PRECISA-SE meio oficial ou aprendiz.
Av. D. Nuno A’lv a rts Pereira, 1J5 — MONTIJO.
Prédio
— COMPRA-SE no Montijo, bem situado, para demolir. Enviar res posta a este jornal.
Vende-se
— BICICLETA MOTORIZADA tipo moto, em muito bom estado. Cromados e pintura de origem — preço acessível.
Mostra-se na R. Gago Coutinho n,® 25 - MONTIJO.
n a V ila d a M o ita
F U T E B O L
Taça de Portugal —- Fase Preliminar
M o n tijo , 3 - A lm a d a , 3
A actuação da defesa local, anulou as pos-
sibilidades de vitória da sua equipa *..
Campeonato Nacional
d«
Juniores
MONTIJO, 2 - OLIYAISJ
0 Montijo ensinou,
mas também aprendeu,
X pedido do rev." padre João Evangelista de Jesus Matos, pároco das freguesias de Moita do Ribatejo e Sarilhos Grandes, do nosso con celho, publicamos a seguir o p ro grama das festividades da Semana Santa naquela vila, que terão ini cio no próxim o Domingo, 22, (Do mingo de Ramos), e se prolonga rão até Domingo de Páscoa, dia 29 do c o r r e n t e :
Dia 2 2 , D om ingo de Ram os
A ’a 9 h o ra s — Missa de Comu nhão Geral.
A ’s 11 h o r a s— Bênção, Distri buição e Procissão dos Ramos. Missa Solene com canto da Paixão e Sermão.
A 's 17 h o ra s — Procissão do Senhor dos Passos com Sermão do Encontro na Praça do Municí pio. Ao recolh er haverá o Sermão do Calvário.
Nos d ias 2 Í , 2 4 a 25
A 's 21 h o ra s — Haverá Terço do Rosário, Práticas de Preparação para a Comunhão Pascal e Bênção do Santíssimo Sacramento. Dia 2 é , Q u in ta -fe ira Santa
A ’s 17 h o r a s — Missa Solene Cantada, Sermão, Lava-Pés,
Comu-Realizam-se nos dias 1, 2 e 3 de Maio próxim o as intereisantes festas académicas destes im porta n tes estabelecimentos de ensino, as quais constarão de cortejo histó rico, cortejo académico, jogos flo rais, sarau d ’arte, tarde desportiva, garraiada, baile e fogo de artifício e outros números de sensação, que decerto levarão à cidzde Nabantina grande n ú m e ro de visitantes a essas lindas paragens de Tomar, banhadas pelo Rio Nabão.
O seu programa encontra-se em eloboração, o qual oportunamente será apresentado permenorisada- mente aos nossos leitores.
Anuncia se igualmente p a r a breve a publicação do novo jornal «C N A», editado pelos Serviços de Divulgação dos mesmos estabele cimentos de ensino com publica ção bi-mensal, a 2 cores, que será órgão informativo das suas
activi-D
nhão Geral, Procissão e Exposição do Santíssimo no Sepulcro e des- nudação dos Altares.
A ’s 2 2 h o r a s — Hora Santa Solene pregada.
Dia 2 7 , S o x to -feira Santa A 's 10 h o ra s — Via-Sacra So lene com prègação em cada Es tação.
A ’8 15 h o ra s — Solene Acção Litúrgica da Paixão e Morte do Senhor. Sermão, Adoração da Ciuz, Procissão, Comunhão do Clero e dos Fiéis.
A ’s 21 h o ra s — Procissão do Senhor Morto, com Sermão da Soledade ao recolher.
Dia 28, lé b a d o Santo
A ’s 2 2 h o ra s — Bênção do Lume Novo, do Círio Pascal, da A’gua Baptismal, Renovação das Promessas do Baptismo, Missa Solene da Vigília Pascal, Apareci mento da Aleluia e Comunhão Geral.
Dia 2 9 , D om ingo de Pásco a A’s 11 h o ra s — Procissão da Ressurreição do Senhor.
A’s 12 h o ra s — Missa Solene Cantada com Sermão da Ressur reição e Rènção do Santíssimo.
dades e elo espiritual para a for mação cultural dos seus alunos, abrangendo diversas secções, de Artes, Letras, Ciência», Históri?, Cultura Nacional e Estrangeira, Crítica, Teatro, Cinema, Contos, Passatempos, Humorismo, etc.
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Pela valiosa acção educativa que os colégios de N un’ÀlYares, vêm desenvolvendo e que decerto será penhor do mais ridente porvir a essas iniciativas, recomendamos o seu m elhor acolhimento aos nossos leitores.
Os seus serviços de divulgação estão instalados na PracetaGualdim Pais, — Prédio Fonseca, 2.°-D.° TOMAR, com o telefone 39G1.
Os montijenses voltaram
a premiar os seus adeptos
com uma exibição que de
maneira nenhuma se coa
duna com a classificação
obtida no Nacional da 2.»
Divisão, nem com o nome
que alcançaram no desporto
Nacional.
Coube ao C . D . M . uma
série que normalmente po
deria vencer e pode, mas o
que não há dúvida é que
mercê do resultado alcançado
frente aos Almadenses, com
prometeu de certo modo as
suas legítimas aspirações.
O jogo em si não tem
história, salvo a marcha do
resultado, pois foi jogado
aos repelões, com a bola
pelo ar, vivendo uma e ou
tra equipa de esforços indi
viduais, em prejuizo nítido
do jogo de conjunto. A de
fesa dos visitados actuou
francamente mal, sobretudo
P i n t o
e
B a r r i g a n a ;
o primeiro dá-nos a ideia,
aliás justa, de acusar os
e f e i t o s dum campeonato
longo e duro, para o qual não
estava preparado, pois em
bora se trate de um jogador,
como o já demonstrou, de
reais possibilidades, não ti
nha o necessário calo para
estas andanças.
Ambos culminaram a sua
actuação, contribuindo direc
tamente em
2 golos obtidos
pelos pupilos de Jacinto;
mas, nem só a defesa jogou
mal, pois André e Barriga
t i v e r a m de certo
modo
actuação bastante apagada,
mormente o último. Dos res
tantes gostámos de J. Paulo,
autor de 2 golos, Serralha,
Mora e a espaços R om eu;
muito bom o golo obtido por
Veredas, assim como a de
fesa de Redol à grande pe
nalidade cedida desnecessa
riamente por Barrigana ; Ro
drigues m u ito combativo,
procurando fazer o que sabe,
merece um acerio de simpa
tia.
Os Almadenses que nos
brindaram com uma exibição
bastante inferior à do cam
peonatos da
2
.a divisão, ti
veram em Faustino, muito
bom, e em Costa, Gaivéu e
Brandão os seus melhores
elementos.
A arbitragem do sr. Antó
nio Bernardo, de Lisboa,
esteve em nível excelente
nos primeiros
5 minutos,
mas decaiu um tanto na
2
.a
metade.
As turmas tiveram a s e
guinte constituição:
M O N T I J O : — REDOL;
MORA E B A R R I G A N A ;
SERRALHA, PINTO E A N
DRÉ; BARRIGA, ROMEU,
VEREDAS, J.
PAULO E
RODRIGUES.
A L M A D A : — Faustino;
Santana e J. Silva; Leal,
Costa e Silva ; Gaivéu, Quei-
roga, Brandão, Saraiva e
Vasques.
A rtu r L u ca s
C am p o: Luís de Almeida
Fidalgo, no Montijo.
Árbitro: Manuel Fortunato,
de Évora.
Equipas :
M O N T I J O : - E m íd iol
Alves Reis e G er v á s io ; Be-|
xiga, (Adriano), José Antó
nio e Artur; Coelho, Pinto,-
Cruzeiro, Neto e Galambasl
OLIVAIS : — Nobre ; Car
valho e Ricardo; Afonso,
Marques e Raul; Samuel,!
Brito, Núncio, Adelino e
Jesus.
* * *
P r i n c ip i a d o o encontro,
logo os rapazes do Montijo
deram a indicação de pos
suírem um conjunto mais
apurado técnicamente, tanto
no aspecto individual, como
colectivo. Em face de tais
factos, não pesámos devida-'
mente o valor físico e viril
do Olivais, armas das quais
fez vasto uso, colocando em
sérias d i f i c u l d a d e s umal
equipa superior a manobrar-
calma edespreocupadamente,;
o que não deixa de ser mui
tas vezes um erro pouco ou
nada sanável.
Somos defensores do fu
tebol pensado, mas nunca
do futebol parado e, se numa
demos lição, rio outro rece
bemos. E s t a s conclusões,
servem claramente para de
monstrar a razão do equilíf
brio havido durante todo o
primeiro tempo.
Começado o segundo, ve
rificou-se rapidamente que a
lição recebida tinha sido bem
aproveitada e, a partir de
então, só o Montijo existiu
como comandante, pena íoi
não terem sabido aproveitar!
capazmente, tão intenso do
mínio. Neto, Núncio e de-|
pois Coelho, fizeram os ten
tos duma partida onde todos!
procuraram c u m p r i r , com
destaque para Pinto, Arturl
e Coelho, no Montijo, Ade-|
lino, e Marques, no O livaisl
O director da partida de-|
monstrou perfeita imparcia-g
lidade, permitindo jogo duro
e viril, mas nunca súcio ou
mal intencionado. Para se»-
arbitrar bem, basta ser-se
conhecedor, sério e claro
como o foi o senhor Forlu-
nato — parece-nos que nãol
seria exigir muito
1
. . .
Jo só C a n a rim
«A PROVÍNCIA»
A S S I N A T U R A S Por P a g a ma n t a a di a nt a do 10 n ú m e r o s — 9S90 20 n ú m e ro s — 20S00 5 2 n ú m e r o s — 5’0$0Ó P a ra as P ro vín cia s U ltram a r in a s e E stra n g e iro , a cresce ct\ p o rtes de correio.D I V A G A N D O
C o n t i n u a ç ã o d a p r i m e i r a p á g i n a )
peramento, é muito come
dida, e não suporta esforça
dos e n t u s i a s m o s e com
raciocínio e inteligência, dei
xem que passe a época des
trutiva e os seus atractivos,
não querendo comparar a
velha e maravilhosa França,
não enraizem os estragos
existentes dos neo-realismos,
mal assimilados e dos exis-
tencialismos baratos que po
voam os becos e as vielas
de Lisboa.
Olhai o nosso Tejo que
ama os artistas e o Sol que
doira os cabelos das crianças
e convida os ricos e os po
bres a gozarem dos seus be
nefícios
1
Provem pela moral quer
novos e velhos, pela vossa
honestidade e trabalho quais
os que se sentem verdadei
ros artistas sem acepção de
homens, o humilde cavador
também é um artista e re
trata no seu valor o Belo e
a natureza.
M inda Pires