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Os emergentes sofrem enquanto os EUA aceleram o ritmo

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Academic year: 2021

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ECONOMIA INTERNACIONAL |CONJUNTURA

Os emergentes sofrem enquanto

os EUA aceleram o ritmo

Os indicadores económicos conhecidos nos meses de verão confirmam que o ritmo de avanço da atividade mundial está a reequilibrar: enquanto há evidências crescentes de que a incerteza económica persistente já está a prejudicar o cresci-mento de alguns emergentes, também é de constatar que os avançados movimentam-se por outras coordenadas. Assim, os EUA aceleram significativamente o seu ritmo de avanço, devido aos incentivos fiscais, enquanto a Zona Euro abranda apenas ligeiramente o seu ritmo de atividade. Em conjunto, o cenário do BPI Research ajustou-se a este enfraquecimento gradual, com uma revisão em baixa dos dados de crescimento emer-gente previsto para o ano em curso e para os seguintes, que será de 4,9% e 4,8%, respetivamente (1 décima inferior do que a previsão anterior). Como resultado, o crescimento global es -pe rado também será um pouco inferior em 2018 e 2019. Os riscos negativos continuam a ser substanciais. Apesar da moderação das perspetivas apresentadas, o balanço de riscos continua a indicar um possível enfraquecimento económico no futuro. Neste mesmo balanço, a vaga protecionista dos EUA e as suas possíveis implicações globais continuam a ter a um pro-tagonismo destacado. Nas últimas semanas ocorreram notícias negativas e encorajadoras neste domínio. Assim, os EUA com-pletaram a aplicação do resto do pacote de aumento de taxas aduaneiras sobre produtos chineses no valor de 50.000 milhões de dólares anunciados há alguns meses. Em contraste, e de uma forma um pouco inesperada, os EUA e o México fecharam um princípio de acordo bilateral de comércio que, após ser aprovado pelos órgãos legislativos de ambos os países, vai substituir o NAFTA (à espera da adesão do Canadá). Os termos deste acordo futuro permitiram equilibrar as exigências que os EUA pretendiam (com um endurecimento das regras de origem e uma elevação implícita dos salários mínimos do setor auto-móvel) com as do México (com a extensão dos períodos de ajustamento, permanência e revisão do acordo, a defesa de

fac-to contra a concorrência asiática e sem afetar negativamente o

setor primário). Além do conteúdo, o facto é que, após meses de negociações difíceis e de uma retórica exaltada, chegou-se a um acordo que abre uma esperança para que, a médio prazo, o pragmatismo possa infundir na resolução das tensões comer-ciais.

ESTADOS UNIDOS

A economia norte-americana escapa à tendência de menor crescimento de outras economias. Os dados de crescimento do 2T de 2018 (1,0% em cadeia, 2,9% homólogo) confirmam que a economia acelerou graças ao apoio de fatores temporá-rios e cíclicos (como estímulo fiscal e um mercado de trabalho que supera o pleno emprego). Especificamente, o detalhe por componentes de procura do PIB confirma que a maior parte do dinamismo continua a vir da procura interna, deixando para trás a queda relativa no 1T graças ao vigor reforçado do consu-mo privado. Da mesma forma, convém destacar também que a

3,75 4,25 4,75 5,25 5,75 6,25 58,5 59,0 59,5 60,0 60,5 61,0 07/14 07/15 07/16 07/17 07/18

EUA: mercado de trabalho

(%)

Taxa de emprego (esc. esq.) Taxa de desemprego (esc. dir.)

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Bureau of Labor Statistics.

(%) -0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 -1 0 1 2 3 4 2T 2012 2T 2013 2T 2014 2T 2015 2T 2016 2T 2017 2T 2018 EUA: PIB Variação homóloga (%)

Em cadeia (esc. dir.) Homóloga (esc. esq.)

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Bureau of Economic Analysis.

Variação em cadeia (%) 0 1 2 3 4 5 6 7 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 PIB mundial Variação homóloga (%)

Mundial Emergentes Avançados

Fonte: BPI Research.

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ECONOMIA INTERNACIONAL |CONJUNTURA

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contribuição da procura externa também acompanhou a

acele-ração económica, graças ao facto de que o desempenho robus-to das exportações combinou com uma queda nas importa-ções, inesperada e em certa medida surpreendente, dada a força da procura doméstica.

O mercado de trabalho continua a ser um pilar sólido. A força da procura interna deve-se, em grande medida, ao facto do mercado de trabalho continuar com uma tendência positiva. Assim, em julho, foram criados cerca de 160.000 empregos (um número ligeiramente inferior ao dos meses anteriores, mas ain-da elevado se considerarmos que os registos anteriores foram revistos em alta) enquanto a taxa de desemprego registava uns reduzidos 3,9%. Por sua vez, os salários aumentaram 2,7% em termos homólogos.

A taxa de inflação continua a subir e a Fed vai voltar a tomar medidas em breve. Nos últimos meses, a taxa de inflação tem vindo a percorrer uma trajetória de aumento gradual que a colocou, no mês de julho, em 2,9% (índice geral) e 2,4% (índice subjacente, ou seja, sem incluir os elementos mais voláteis do setor da energia e dos alimentos). É mais um sinal de que a eco-nomia dos EUA continua a percorrer fases maduras do ciclo económico. Neste contexto, esperamos que a Fed mantenha a sua trajetória de aumento da taxa de juro de referência (com mais duas subidas para o resto do ano até atingir os 2,5%). Além disso, o cenário macroeconómico e, consequentemente, da política monetária, torna-se mais incerto, dado que a forte inér-cia do ritmo da atividade atual deveria ser mais contida em 2019, quando o efeito da política fiscal reduzir.

EUROPA

Desaceleração do crescimento na Zona Euro. O PIB da Zona Euro avançou 2,2% em termos homólogos no 2T (0,4% em cadeia), um valor semelhante aos 2,5% do trimestre anterior, mas inferior ao observado no final de 2017. Por países, desta-que para a Alemanha desta-que manteve uma taxa de crescimento semelhante à do trimestre anterior (0,5% em cadeia e 1,9% homólogo), claramente maior do que países como a França (que surpreendeu negativamente com um aumento em cadeia de apenas 0,2%) e a Itália (que também cresceu 0,2%, mas nes-te caso esta evolução pouco significativa era de esperar e esnes-te- este-ve em continuidade com o que aconteceu no passado). Fora da Zona Euro, a Polónia manteve um aumento muito dinâmico e o Reino Unido recuperou algum dinamismo depois de um come-ço de ano hesitante.

Crescimento na Zona Euro: sinal de alarme ou apenas um contratempo? A relativa deceção do 2T desencadeou alguns sinais de alerta entre os analistas, mas na opinião do BPI Research não deve ser efetuada uma leitura alarmista, mas também não devemos encarar esta situação como um dado isolado. Assim, a estabilidade do indicador PMI de agosto da Zona Euro (de 54,3 pontos em julho para 54,4), juntamente com a leve queda de outros indicadores de sentimento económico, sugere que o crescimento permanece em níveis semelhantes aos do 2T. No seu conjunto, pode-se interpretar que, apesar do facto de que se mantém um nível relativamente reduzido de utilização da capacidade produtiva, a forte recuperação cíclica expe-

rimen-47 50 53 56 59 62 08/14 02/15 08/15 02/16 08/16 02/17 08/17 02/18 08/18

Zona Euro: indicador de atividade PMI composto

Nível

Zona Euro França Alemanha

Fonte: BPI Research, a partir dos dados da Markit.

Expansão

Contração 0 1 2 3 4 5 6

Polónia Espanha Portugal Zona Euro Alemanha França Reino Unido Itàlia

União Europeia: PIB do 2T 2018

Variação homóloga (%)

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Eurostat. -0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 07/14 07/15 07/16 07/17 07/18 EUA: IPC Variação homóloga (%)

IPC geral IPC subjacente

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ECONOMIA INTERNACIONAL |CONJUNTURA

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tada pela Zona Euro em 2017 estabilizou um pouco antes do

previsto. Portanto, é previsível que o ritmo de atividade no pri-meiro semestre seja representativo do crescimento nos próxi-mos trimestres. Finalmente, a taxa de inflação permaneceu com a mesma tendência dos últimos meses, com pressões reduzidas ao nível dos preços para além da evolução volátil da energia. Assim, em agosto, a inflação na Zona Euro foi de 2,0%, apenas 1 décima inferior à de julho.

EMERGENTES

As economias emergentes começam a acusar um contexto adverso. Nas últimas semanas, deu-se um aumento significati-vo na significati-volatilidade financeira dos atisignificati-vos emergentes, o qual resultou em depreciações volumosas de algumas moedas, picos nas taxas de juro de longo prazo e ajustamentos significa-tivos nas cotações bolsistas. Além do protagonismo de países como a Turquia neste processo, existem aspetos não idiossin-cráticos que pensamos que pesam no sentimento de investi-mento e que, de facto, já estão a afetar os indicadores de ativi-dade económica. Assim, como é sabido, o contexto de fundo deriva do endurecimento gradual das condições financeiras globais, uma dinâmica que é em grande parte o resultado do processo da restrição monetária nos EUA. A esta tendência, que afeta muitas economias emergentes que tiraram partido ante-riormente de condições financeiras permissivas para acumular dívidas em dólares e noutras moedas fortes, aliou-se o aumen-to da incerteza devido à escalada protecionista dos EUA (apesar do pré-acordo com o México representar um desenvolvimento positivo) e as dúvidas sobre a extensão da desaceleração chine-sa. Como resultado, os indicadores que tentam captar o cresci-mento contemporâneo emergente, como o indicador sintético de atividade do Institute of International Finance (IIF), já acumu-lam descidas significativas que se estendem desde o fim do 1T. O PIB da China desacelera e os dados de atividade sugerem uma maior desaceleração futura. O aumento do PIB no 2T foi de 6,7% homólogo, após três trimestres a crescer 6,8%. Além disso, os indicadores de atividade (como a produção industrial) e de sentimento no 3T sugerem uma atividade ligeiramente mais lenta do que os dados oficiais do PIB. Esperamos que na segunda metade do ano o crescimento do país continue a desa-celerar gradualmente, embora, como foi referido anteriormen-te, seja um processo que não está isento de dúvidas e tenha afetado negativamente o sentimento de investimento global. Turquia: no centro do furacão financeiro. Resultado de um acumular excessivo de desequilíbrios durante muito tempo (o mais evidente é a taxa de inflação, com 15,8% em julho, embo-ra exista um défice insustentável na balança corrente de mais de 6% do PIB no 2T) e de uma política económica pouco credí-vel, a economia turca está a sofrer uma paragem súbita das entradas de capital no 3T. Esta é uma situação que provavel-mente levará a uma desaceleração súbita da atividade devido à inevitável restrição de acesso ao crédito. Infelizmente, este ajustamento macroeconómico abrupto poderá não represen-tar um fim para as dificuldades da Turquia, se não for acompa-nhado por um volte-face na política económica que consiga fazer face aos desequilíbrios latentes.

0 3 6 9 12 15 18 01/14 10/14 07/15 04/16 01/17 10/17 07/18

Turquia e Brasil: IPC

Variação homóloga (%)

Turquia Brasil

Fonte: BPI Research, a partir dos dados dos institutos nacionais de estatística.

0 1 2 3 5 6 7 8 2T 2013 2T 2014 2T 2015 2T 2016 2T 2017 2T 2018 China: PIB Variação homóloga (%)

Homóloga (esc. esq.) Em cadeia (esc. dir.)

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Gabinete Nacional de Estatística da China.

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ECONOMIA INTERNACIONAL |FOCUS

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Nos últimos dois anos, a Europa abriu uma janela de opor-tunidade para avançar com o projeto europeu e, assim, poder enfrentar melhor os desafios atuais e futuros da União. Esta janela de oportunidade surgiu devido a uma confluência de fatores. Em termos internos, a UE conse-guiu chegar a acordo sobre uma resposta comum para enfrentar o desafio existencial que o Brexit representa. Também se abriu um cenário mais positivo após a derrota dos partidos populistas eurofóbicos nas eleições holande-sas, a eleição de um candidato profundamente pró-euro-peu nas eleições francesas e a formação de um governo de coligação na Alemanha não menos pró-europeu do que o anterior. Em termos externos, surgiram desafios que sublinham a importância de uma maior coordenação e integração europeia em matéria de política externa, defe-sa e segurança. Entre eles, destaque para a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA, a estratégia desafiante da Rússia ou a crise dos refugiados. Neste con-texto, devemos perguntar-nos de que forma a Europa está a aproveitar esta oportunidade.

Desde a crise da dívida soberana, ocorreram manifesta-ções contínuas dos principais líderes políticos europeus a favor de continuar a avançar com o projeto de construção europeia e a necessidade de reforçar a arquitetura da União Monetária. De facto, no último ano e meio, a refle-xão intensificou-se e diferentes documentos de discussão do projeto europeu foram publicados com iniciativas con-cretas.1 Neste contexto, a França e a Alemanha

concorda-ram em junho uma série de propostas para fortalecer a moeda única face a crises futuras. Este acordo, conhecido como a declaração de Meseberg, delineava uma visão partilhada por ambos os países, colocava em cima da mesa a evolução da reforma e lançava as bases para um acordo relativamente ambicioso com os restantes países.2

Assim, no Conselho Europeu de junho estavam reunidos todos os elementos necessários para fazer avançar a refor-ma da UE e da Zona Euro.

Contudo, no Conselho de junho a UE não deu um passo fir-me, mas sim um pequeno passo em frente. Especificamen-te, em termos de reformas da Zona Euro, apesar de que se esperavam decisões em conformidade com o acordo entre a Alemanha e a França, as expectativas não foram atendi-das, tendo sido adiados futuros progressos nesta frente. Por outro lado, foi discutido novamente avançar com a União

Bancária, situação que há alguns meses atrás só era consi-derada por poucos países. Especificamente, foi acordado que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) – o fundo de resgate da Zona Euro – deveria atuar como um mutuan-te de última instância (backstop) para o Fundo Único de Resolução, no caso de ficar sem recursos para resolver insti-tuições bancárias. Apesar do seu funcionamento ainda não ter sido detalhado e a sua dotação 3 poder suscitar dúvidas

sobre a sua real capacidade para enfrentar futuras crises sis-témicas, este backstop constitui um importante elemento estabilizador do sistema bancário da Zona Euro e, portanto, representa mais um passo em direção à plena União Bancá-ria Europeia. Destaque também para o compromisso, embora ligeiramente ténue, de diálogo político para avan-çar para um Sistema Europeu de Garantia de Depósitos (EDIS), o terceiro pilar da União Bancária Europeia.

Por outro lado, a política de migração foi a grande protago-nista devido às tensões políticas nalguns países membros. Assim, os 27 concordaram em avançar para uma maior cooperação com países de origem e de trânsito e estabele-cer medidas para limitar a mobilidade interna de imigran-tes, como a instalação voluntária de centros de controlo (em solo europeu) para processar pedidos de asilo – embo-ra nenhum país pareça estar disposto a instalar estes cen-tros, por enquanto. Neste contexto, e apesar de ser um pouco impreciso, o acordo do Conselho serviu para aliviar as tensões, reconhecer que a imigração é um desafio «para a UE no seu conjunto» e relança o debate sobre a necessi-dade de coordenar eficazmente uma política de migração. Neste sentido, podemos pensar que as propostas acorda-das representam um primeiro passo (ainda que distante) para chegar a um consenso sobre uma política comum. Em suma, parece que a UE está a avançar, embora a um ritmo muito mais lento do que deveria. Nos próximos meses, seria útil aproveitar a oportunidade presente e o impulso reformista de continuar a avançar para uma UE mais integrada e para uma união monetária mais robusta. Neste último, o foco deve concentrar-se no fim do doom

loop entre os bancos e os governos nacionais,4 a

imple-mentação de políticas contracíclicas e a melhoria do fun-cionamento do quadro fiscal. Afinal, a janela de oportuni-dade não vais permanecer sempre aberta e as eleições para o Parlamento Europeu em maio de 2019 já estão ao virar da esquina.

Conselho Europeu: muito barulho por nada

1. Entre estes, destaca-se o «Livro Branco sobre o Futuro da Europa» (2017) da Comissão Europeia, onde são apresentados cinco cenários pos-síveis para a evolução da União.

2. O acordo incluía, entre outros, a criação de um orçamento para a Zona Euro, diferente do da UE, focado na convergência e no investimento; a possibilidade de introduzir um seguro de desemprego a nível europeu e a transformação do MEE num Fundo Monetário Europeu.

3. Na ausência de mais detalhes, tudo parece indicar que a sua dotação máxima não pode ultrapassar os 55.000 milhões de euros.

4. Para obter mais informação sobre este vínculo, consulte o Focus «O lon-go caminho para um ativo seguro europeu» na IM05/2018.

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ECONOMIA INTERNACIONAL |PRINCIPAIS INDICADORES

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JAPÃO

2016 2017 3T 2017 4T 2017 1T 2018 2T 2018 07/18

Atividade

PIB real 1,0 1,7 2,0 2,0 1,1 1,0 –

Confiança do consumidor (valor) 41,7 43,8 43,8 44,5 44,4 43,7 43,5

Produção industrial –0,2 4,5 4,4 4,1 2,5 2,0 ...

Índice atividade empresarial (Tankan) (valor) 7,0 19,0 22,0 25,0 24,0 21,0 –

Taxa de desemprego (% pop. ativa) 3,1 2,8 2,8 2,7 2,5 2,4 ...

Balança comercial1 (% PIB) 0,7 0,5 0,6 0,5 0,4 0,4 0,5

Preços

Preços de consumo –0,1 0,5 0,6 0,6 1,3 0,6 0,9

Preços de consumo subjacente 0,6 0,1 0,2 0,3 0,4 0,3 0,3

Nota: 1. Saldo acumulado durante os últimos 12 meses.

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Departamento de Comunicações, Banco do Japão e a Thomson Reuters Datastream.

ESTADOS UNIDOS

2016 2017 3T 2017 4T 2017 1T 2018 2T 2018 07/18

Atividade

PIB real 1,6 2,2 2,3 2,5 2,6 2,9 –

Vendas a retalho (sem carros nem gasolina) 3,4 4,1 4,1 5,3 4,4 5,1 5,6

Confiança do consumidor (valor) 99,8 120,5 120,3 126,0 127,1 127,2 127,9

Produção industrial –1,9 1,6 1,3 3,0 3,4 3,6 4,2

Índice atividade industrial (ISM) (valor) 51,4 57,4 58,7 58,7 59,7 58,7 58,1

Habitações iniciadas (milhares) 1.177 1.208 1.172 1.259 1.317 1.254 1.168

Case-Shiller preço habitação 2ª mão (valor) 189 200 200 205 209 211 ...

Taxa de desemprego (% pop. ativa) 4,9 4,4 4,3 4,1 4,1 3,9 3,9

Taxa de emprego (% pop. > 16 anos) 59,7 60,1 60,2 60,1 60,3 60,4 60,5

Balança comercial1 (% PIB) –2,7 –2,8 –2,8 –2,8 –2,9 –2,9 ...

Preços

Preços de consumo 1,3 2,1 2,0 2,1 2,2 2,7 2,9

Preços de consumo subjacente 2,2 1,8 1,7 1,8 1,9 2,2 2,4

Nota: 1. Saldo acumulado durante os últimos 12 meses.

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Bureau of Economic Analysis, Departamento de Trabalho, Reserva Federal, Standard & Poor’s, ISM e a Thomson Reuters Datastream.

CHINA

2016 2017 3T 2017 4T 2017 1T 2018 2T 2018 07/18 Atividade PIB real 6,7 6,9 6,8 6,8 6,8 6,7 – Ventas a retalho 10,4 10,2 10,3 9,9 9,9 0,0 8,8 Produção industrial 6,1 6,6 6,3 6,2 6,6 6,6 6,0

PMI indústrias (oficial) (valor) 50,3 51,6 51,8 51,7 51,0 51,6 51,2

Setor exterior

Balança comercial1 (valor) 512 435 435 435 420 395 376

Exportações –8,4 8,5 6,9 10,1 13,6 11,3 11,3

Importações –5,7 16,1 14,7 13,2 19,2 20,1 27,6

Preços

Preços de consumo 2,0 1,6 1,6 1,8 2,2 1,8 2,1

Taxa de juro de referência2 (valor) 4,35 4,35 4,35 4,35 4,35 4,35 4,35

Renminbi por dólar (valor) 6,6 6,8 6,7 6,6 6,4 6,4 6,7

Notas: 1. Saldo acumulado durante os últimos 12 meses. Milhares de milhões de dólares. 2. Fim do período.

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ECONOMIA INTERNACIONAL |PRINCIPAIS INDICADORES

09

Percentagem de variação em relação ao mesmo período do ano anterior, exceto indicação express

UNIÃO EUROPEIA

Indicadores de atividade e emprego

Valores, exceto indicação expressa

2016 2017 3T 2017 4T 2017 1T 2018 2T 2018 06/18 07/18 08/18

Vendas a retalho (variação homóloga) 1,6 2,3 2,6 2,0 1,6 1,4 1,2 ... ...

Produção industrial (variação homóloga) 1,6 3,0 4,1 4,2 3,1 2,2 2,5 ... ...

Confiança do consumidor –7,8 –2,5 –1,5 –0,2 0,5 0,0 –0,6 –0,5 –1,9

Sentimento económico 104,2 110,8 111,8 114,3 114,0 112,5 112,3 112,1 111,6

PMI indústrias 52,5 57,4 57,4 59,7 58,3 55,5 54,9 55,1 54,6

PMI serviços 53,1 55,6 55,3 55,9 56,4 54,6 55,2 54,2 54,4

Mercado de trabalho

Emprego (pessoas) (variação homóloga) 1,4 1,6 1,7 1,6 1,4 ... – – ...

Taxa de desemprego: Zona Euro (% pop. ativa) 10,0 9,1 9,0 8,7 8,6 8,3 8,2 8,2 ...

Alemanha (% pop ativa) 4,2 3,8 3,7 3,6 3,5 3,4 3,4 3,4 ...

França (% pop. ativa) 10,1 9,4 9,5 9,1 9,2 9,1 9,1 9,2 ...

Itália (% pop. ativa) 11,7 11,3 11,3 11,0 11,0 10,8 10,8 10,4 ...

Espanha (% pop. ativa) 19,6 17,2 16,8 16,6 16,2 15,4 15,2 15,1 ...

Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Eurostat, do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia e da Markit.

Setor exterior

Saldo acumulado durante os últimos 12 meses em % do PIB dos últimos 4 trimestres, exceto indicação expressa

2016 2017 3T 2017 4T 2017 1T 2018 2T 2018 06/18 07/18 08/18

Balança corrente: Zona Euro 3,8 3,7 3,7 3,7 3,9 3,8 3,8 ... ...

Alemanha 8,5 7,9 7,9 7,9 7,9 8,1 8,1 ... ...

França –0,8 –0,6 –0,6 –0,6 –0,4 –0,4 –0,4 ... ...

Itália 2,6 2,8 2,7 2,8 2,7 2,8 2,8 ... ...

Espanha 1,9 1,9 1,8 1,9 1,8 1,4 1,4 ... ...

Taxa de câmbio efetiva nominal1 (valor) 94,3 96,5 98,5 98,6 99,6 98,5 97,9 99,2 ...

Nota: 1. Ponderado pelo fluxo de comércio exterior. Valores mais elevados representam uma valorização da moeda. Fonte: BPI Research, a partir dos dados do Eurostat, da Comissão Europeia e de organismos nacionais de estatística.

Financiamento e depósitos dos setores não financeiros

Percentagem de variação em relação ao mesmo período do ano anterior, exceto indicação expressa

2016 2017 3T 2017 4T 2017 1T 2018 2T 2018 06/18 07/18 08/18

Financiamento do setor privado

Crédito a sociedades não financeiras1 1,8 2,5 2,4 3,0 3,3 3,7 4,1 4,1 ...

Crédito às famílias1, 2 1,7 2,6 2,7 2,8 2,9 2,9 3,0 3,0 ...

Taxa de juro de crédito às sociedades

não financeiras3 (%) 1,4 1,3 1,3 1,3 1,2 1,2 1,2 1,2 ...

Taxa de juro de empréstimos às famílias

para a compra de habitação4 (%) 1,8 1,7 1,7 1,7 1,6 1,6 1,6 1,6 ...

Depósitos

Depósitos à vista 10,0 10,1 10,6 10,1 9,2 8,1 8,2 7,5 ...

Outros depósitos a curto prazo –1,9 –2,7 –3,0 –2,4 –2,1 –1,5 –0,9 –1,1 ...

Instrumentos negociáveis 2,7 1,1 –0,4 –1,6 –5,8 –2,9 –2,0 –3,1 ...

Taxa de juro dos depósitos até 1 ano

das famílias (%) 0,5 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,3 0,3 ...

Notas: 1. Dados ajustados de vendas e titularizações 2. Incluem as ISFLSF. 3. Créditos de mais de um milhão de euros com taxa flexível e até um ano de fixação da taxa oficial. 4. Empréstimos com taxa flexível e até um ano de fixação da taxa oficial.

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