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1. Há n M l vs s nsn n M l vs s nsn ns d C ss Ans Dvs s sa ns d C ss Ans Dvs s sa n nfd ds ts dtns sfs n nfd ds ts dtns sfs ã d lvd sg d s d dd ã d lvd sg d s d dd d n s ên t ss d n s ên t ss xs N bsn sslnt s xs N bsn sslnt s v v s s sds sds ggggs s s s llns ns nã nã
s s tbé n x d s s tbé n x d jlg s dvs f lnç gl ên jlg s dvs f lnç gl ên bs s dsss bs s dsss E nss d s d gnd vl nsnss d s d gnd vl ns ss ns d s nã ns s gn s ss ns d s nã ns s gn s lts ggs s é s nls sã nsds jlg lts ggs s é s nls sã nsds jlg bd ns çnts n d nd bd ns çnts n d nd jg jg
P ss t ndás n n-P ss t ndás n n-1. Paa Ca (e tas nage nomeadas), ver "Nas Bi� 1. Paa Ca (e tas nage nomeadas), ver "Nas Bi� gcas Cf.
gcas Cf.
DbV2
pa exempl de gnde hmen, inuvepa exempl de gnde hmen, inuve fóf que nhm momeno em Aensfóf que nhm momeno em Aens
2
Ar da hOlidade inca ao mr de retóa grega,Ar da hOlidade inca ao mr de retóa grega,ee do poda, no nío do séuodo poda, no nío do séuo II dC, se onsdead dinal cm reaçãdC, se onsdead dinal cm reaçã o novo ensino em lim C
o novo ensino em lim C B 0B 0 .
. Agun edres sbemAgun edres sbem (apede (apede
(diua) (diua)
4.
4. Em .2-9 CíerEm .2-9 Cíer s dige nvamene a ees dos gs e jádige nvamene a ees dos gs e já hava tado
pe dos lósofos de nossa éa, e r quanto empo o de jaes - devendo deseja a que te ar eças do sunto Todavia, lendo os nossos os, não muito dstanciados dos peripaticos pos uns e oos qeremos ser soc cos e plaônicos' a respeio do próprio coneúdo empe gas teu iocíno (com efeto nada poí) e deceo pro duzrs graçasà eita dee um dscuo ano muito ap rado Nem deseara, óbvo qe se considerasse er isso sido dio em om arrogae porqano concedendo a mi os a edção osóca se ara mim assmo as qualidades do orador falar de forma onveniene cara e eegane , pareceme que o revndco como qe or dreio própro, pois nesse esforço consm toda a minha vda
Assm exote aca de udo meu Cíceo, a que leias dedcadamene não aenas os meus dscusos mas também os vros que escre a respeo da losofia, que qase se igalam a eles Naqueles com eeito vgor; mas mm deve ser clivdo ese gêneo de discurso ca mo e coido Veo mesmo que a nenhm dos gregos su cede abalhar e culvar, ao mesmo tempo m e outro gênero, a oaóa oense ee a agumeno serena Nn
e no
e no DnDnMnendo u oa adca de eda cca (eMnendo u oa adca de eda cca (e áo
áo XIIXIICcero ecoa ho e leo e gel feCcero ecoa ho e leo e gel fe rór ecola o
rór ecola o1.1., , 1188 III.8 111..III.8 111.. S
S er Swnáo d er Swnáo d dounadounaeol helen" eol helen" e Noae Noa Bogáfca (Se� e ao). f.
Bogáfca (Se� e ao). f. II0 II0e .e . I-XIII.I-XIII. 6
6 e a Cce ular e a Cce ular77 o loca dvdda eo loca dvdda e lvro e
lvro e 7070 dduu (e(exxceceo o FFQ lQ laa u ev dau ev da e fe de coço) e . Cod,
e fe de coço) e . Cod,M CM C h hLt anLt anUU
bb
bbGongeGonge98,98, OO exge deexge delvez ealvez ea
d dd d
d dd d u uau uaob ob ófc.
ófc. .
. Para aPara alla coceçãa coceção co croaroan n a oó e do a oó e do deenodeeno oóo ve
oóo veDD 1 144 ee II II7070 Em BEm B 00 o eluçâo ade-o eluçâo ade-ud
udààloa o elo adeudloa o elo adeudààoó on.oó on.AAe cee ce r coo o gner do d oa e
r coo o gner do d oa eOr Or 9696onde Cceo e deonde Cceo e de cla aaz de ala
gém pe ser admtdo nee númeo a no ser vez gém pe ser admtdo nee númeo a no ser vez Deméto Faléo, poemsta si, oador nada veemene Deméto Faléo, poemsta si, oador nada veemene poém agdvel: omo podes pereber m dsípo de poém agdvel: omo podes pereber m dsípo de Teoasto No qe nos diz resito decidam os oos se Teoasto No qe nos diz resito decidam os oos se nos hovemos bem em cad m dos gêneos pois a verda nos hovemos bem em cad m dos gêneos pois a verda de é qe segimos ambos.
de é qe segimos ambos. 44 enso sem dúvida qe Plaenso sem dúvida qe Pla to, aso desejasse livar o drso foense ê-lo-ia feto to, aso desejasse livar o drso foense ê-lo-ia feto de modo gave e copioso; e Demóstenes, se tenionasse de modo gave e copioso; e Demóstenes, se tenionasse aladear o qe aprender de Plao -la de om bi aladear o qe aprender de Plao -la de om bi lhante e aviada. Digo o mesmo de stóeles e sóaes lhante e aviada. Digo o mesmo de stóeles e sóaes cada m dos qais, deliciado com ses própros esdos cada m dos qais, deliciado com ses própros esdos desdeno os do otro'.
desdeno os do otro'.
omo vesse dedido esreverte algo neseomo vesse dedido esreverte algo nese momeno e mis cosas depoi qis come de pfen momeno e mis cosas depoi qis come de pfen cia aqilo qe fose mas onveniente
cia aqilo qe fose mas onvenienteà ta dade eta dade e à
nha apdo Pois, emr team sido dcidos acra nha apdo Pois, emr team sido dcidos acra da e andnemente
da e andnemente osoa, dvesos assntos no sóosoa, dvesos assntos no só grves omo útes pareem mito amplos aqees qe, a grves omo útes pareem mito amplos aqees qe, a popósito dos deveres, form nsmidos e pescritos por popósito dos deveres, form nsmidos e pescritos por ela. De fato, parcea agma da vid qer nos negóos pú ela. De fato, parcea agma da vid qer nos negóos pú blcos qer nos pvado qe nos fons qe nos do blcos qer nos pvado qe nos fons qe nos do méstios qe nos d esfe emente pessoal pode pes méstios qe nos d esfe emente pessoal pode pes cind do dever
cind do dever E no só no ctivá-lo reside toda onesdno só no ctivá-lo reside toda onesd de da vda como no neggenciá-lo, toda tor.
de da vda como no neggenciá-lo, toda tor.
Por ceo, es debate é omm aos ósofos QemPor ceo, es debate é omm aos ósofos Qem h com efeto, qe ose dizerse lósofo qando não exa h com efeto, qe ose dizerse lósofo qando não exa
8 A
8 A emulaç;o om ggs foi m motiv mpna da içãemulaç;o om ggs foi m motiv mpna da içã cieiaa uma ob la em am e eaiza a reó e cieiaa uma ob la em am e eaiza a reó e e
e a a meda meda em em que que gozaa dgozaa dpesgi qe a uts duas, a lipesgi qe a uts duas, a li ativa a dmstiva
ativa a dmstiva AA su su r r uua a hablahabla e e euo.
euo. 9.
9.Sre a aqabdade oSre a aqabdade o DD a a sao sao e e �Itu�Itu ã" pp.
ã" pp. XX 10.
10.Pa o e ere jev ge da é páca aqui sugrPa o e ere jev ge da é páca aqui sugr d
mna nenum preceito do dever? Hã, poém, ceas dsc plas que peem neiamente o deve dados os lim tes qe popõem paa os bens e os males". Pois quem ns ti o sumo m de modo tal qe nada teha em comum com a vde aquatando pelas sas conveniências e o pela honestidde ese se peanece oeente cos go memo e no se dexa enemenes vene p óa naueza no perã cltiva nem a amizade nem a jstça nem a liadade Sem dúvda de modo alm serã foe aquele qe jlga a do o smo bem ou tempeante aquee que como smo bem ennza o pze
6
6 Emboa sso seja o evdene qe o necessa a meno todava foi po ns disudo em out ga Tas discipas poanto a seem concodes congo mes mas no peo aa coia alma a respeito do deve Nem sobe o deve se tao precetos slidos estáveis e condzentes com a natureza, exceo daqelas paa as qas apenas a onesdade deve se bada r si mesma ou daqelas que sstenm que cmpe buscã-a acma de t do Semehante psco é ppa dos escos dos aca dêmcos dos peripaéticos rqanto jã ã tems foam ejed as concepões de on Pi e lo ue oda via teriam o dreio de amenr a propsto do dever se ovessem deado auma coha do asunto de modo
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11 Cíceo ide o dete éto entCíceo ide o dete éto enta eo eo de de i i obetobet
um um bte bte bebe o objtivo objtivo e e de de vd vd Por Por empo,empo,
Vl523 "Smáo Vl523 "Smáo 12
12 npmete emnpmete em
UU n n ae ae t t o o pp d d p mi M;o Too C d d p mi M;o Too C Dl-39Dl-39 e e 1619,1619,nn1818 m mpiipii
eeve f em tm e eeve f em tm ea que íe onidev que íe onidev prm tr gozd d gu prid. Em 5 d o o d prm tr gozd d gu prid. Em 5 d o o d o onemne que pos
o onemne que posvm o epim teem n vm o epim teem n , tdo vid púi pd
, tdo vid púi pd vd tdoni o ovd tdoni o o ppo oto
ppo oto
a apoimarse da descobea do deve. Nese momeno e a apoimarse da descobea do deve. Nese momeno e nesa quesão seumos, pos, preferenialmene os esói nesa quesão seumos, pos, preferenialmene os esói os, não como inérprees, mas conoe osmamos os, não como inérprees, mas conoe osmamos indo de suas ones e seundo o nosso iocínio e aíro indo de suas ones e seundo o nosso iocínio e aíro aqilo que nos apove.
aqilo que nos apove.
7
7 Paree onveniene enão, á que oda ma agParee onveniene enão, á que oda ma ag menação sobre o dever esá por vir deini anes o que menação sobre o dever esá por vir deini anes o que seja
seja esse deesse deve ve o o que me espaque me espana er sina er sido esquedo do esquedo porpor anéo Com efeio, odo ensnameno amparado pela anéo Com efeio, odo ensnameno amparado pela razão deve começar pela defição, par enendese de que razão deve começar pela defição, par enendese de que se e sobre o que se argumenaá.
se e sobre o que se argumenaá. _
_Toda invesiação a respeio do dever é de doisToda invesiação a respeio do dever é de dois
pos Um envolve o limie dos bens o ouo os peceios pos Um envolve o limie dos bens o ouo os peceios pelos quas o seu so paa a vida passa se onfmado em pelos quas o seu so paa a vida passa se onfmado em od as pars. Exmplos do pimo ipo dessa divisão: od as pars. Exmplos do pimo ipo dessa divisão: se odos os deveres são pereios qua deve é maor qe se odos os deveres são pereios qua deve é maor qe oro e osas assi. Embo os deveres dos qais se mos oro e osas assi. Embo os deveres dos qais se mos m os peceos se erm ao lie dos bens so ica m os peceos se erm ao lie dos bens so ica menos evdene quando paeem onside a insrução d menos evdene quando paeem onside a insrução d vd omum. São os qe nós eamnaemos neses lvros vd omum. São os qe nós eamnaemos neses lvros
8 Hã ambém o ivisão do deve. oi alase anambém o ivisão do deve. oi alase an o de um dever médio qano de m deve peeio. Cha o de um dever médio qano de m deve peeio. Cha
13
13 Ees tês fóofo, or vesas rs achaam que oisas eEes tês fóofo, or vesas rs achaam que oisas e roes em indfens; nenhma condio eeo (qe pobr, saúde roes em indfens; nenhma condio eeo (qe pobr, saúde ça
ça e.) e.) e e refervel refervel a a oa oa Por Por o o sgno sgno Cce, Cce, eles eles não não i i o a fe m eendo ao (e mbém "Smáo p
o a fe m eendo ao (e mbém "Smáo p 4
4 Cío nsse nssa denêna lando em ota dos aseos:Cío nsse nssa denêna lando em ota dos aseos: omo sa óa ofa le e ado a nsâna qe lhe ae m omo sa óa ofa le e ado a nsâna qe lhe ae m connn (e
connn (e .7 20.7 20 ele fe gr o eóos ea oão eele fe gr o eóos ea oão e
no Em lg Mo esH a dzdo o xnno Em lg Mo esH a dzdo o xn
aod ó, lndo-s eleva e amene e n aod ó, lndo-s eleva e amene e n ço
ço s s 15.
15.Cf.Cf..0.0
I5I5 66 C de aq e ?s eórs s a ad daC de aq e ?s eórs s a ad da va
va e e o o oo oo de de dedeveve, , m m lldodo, , e e qqssõõs s kks s sosobb omom lhe e m o deves, r
memos coetoao dever peito, sgiro e, já qe os gre-gos o hamam kaóho e ao dever omm, kahékon
E a osas defem de moo a lassa de dever perei o o que é oeto; quanto ao deve médo dizem se aqele a motivação pode se apesenta omo ma - -zo pováveP8•
9
9 Típc é pono om aee a anéo a del eação pa a tomada de desão.
qe não se sabe se o obeto da delbeção é onesto o tope pensando nsso, mias vees os ânos se dvdem em opnões onrárias. Enão, o examnam o pegunm se aql soe qe del er ond o não ã omde e prazer da v à pos sade e andâna de ens s rqezas ao poe om os qas possam governar a si mesmos e aos ses toda essa deeaão reposa no plano da tldade. Exste um te eo po de dúvida qando aqo qe paree ú omo qe se h om o onesto. Com eeto,s
a utle ham pa ra m lado e a honesidade pra otro, o âno se dde e gera neteza de pensameno0 Nessa dvsão emora preteir ago ao dividr seja m vío astante gave as oisas oam deixadas de lado. De ato, não se osma nagar apenas se ma oisa é onesa o útl, mas tamém de dois propósitos hones os qal será o mais út. Assm, o plano qe pa ele é
.
. Ua leiu hemri a: "qano ao co, c eeUa leiu hemri a: "qano ao co, c ee O ee �é l
O ee �é l med,med,egoego m)m)ão ad poqeão ad poqe tano
tano o o ábo ábo qno qno oens oens on on c c galente galente (o(o isoiso Ceo à vee
Ceo à vee .. ca eee on). No enno an o boca eee on). No enno an o bo
ss lenaene t a e oe lza a ação oea,lenaene t a e oe lza a ação oea,
ação qe o ea neneneene e u oneqên, é ação qe o ea neneneene e u oneqên, é t
t e e oleole(F(F III.32.III.32. Se ee olo no z de eSe ee olo no z de e()() e
e to o to o núeo núeo EE Defnibus 59, 59, Cíeo exli feneenCíeo exli feneen te
te o o 1eo 1eo êoêo .
. Qo e opa lo eo lanoQo e opa lo eo lano pbile el a[el a[ z o eqalene eo a oel jfo qe ele ee vão z o eqalene eo a oel jfo qe ele ee vão acc éc no a qal o qe é e v e be açã acc éc no a qal o qe é e v e be açã
8 8
plice deve se dividid em cic pes mei pn plice deve se dividid em cic pes mei pn cmpre dset respei d hnes pém duplmen cmpre dset respei d hnes pém duplmen te em segd respet d
te em segd respet d úú depis espetdepis espet d cmprç enre mbs
d cmprç enre mbs ll A
ll Aprincípi, fi triuí pel nture dprincípi, fi triuí pel nture d tip de seres nimds que se ptejm si mesms, su tip de seres nimds que se ptejm si mesms, su vd e seu cp, evitnd s ciss pntmnte vd e seu cp, evitnd s ciss pntmnte n-vs, e prcurnd e prepnd ques qe s vs, e prcurnd e prepnd ques qe s necessá-s p
s pr vive r vive cm lmecm lmentnt rrg e g e semsemelhelhntntes.es.
cmum s sees nimds pette d ni cm cmum s sees nimds pette d ni cm n-lidde de prcir e cets cudds pr cm queles que lidde de prcir e cets cudds pr cm queles que frm pcrds Iss prm difere muit n hmem e frm pcrds Iss prm difere muit n hmem e n niml pis ese se sente mtivd pens pel que n niml pis ese se sente mtivd pens pel que está prxim e pesente cmdse perceend muit está prxim e pesente cmdse perceend muit puc pssd e fuupuc pssd e fuud ptícipe d e pr e discernind s cnseqüênd ptícipe d e pr e discernind s cnseqüênOO hmem pr utr ld en-hmem pr utr ld en-cis, vê s css e n ignr s prgresss e s cis, vê s css e n ignr s prgresss e s ntece-dentes; cmpr semehns, gs une s css uts dentes; cmpr semehns, gs une s css uts s pesentes percebe clmene cus d vid e prepr s pesentes percebe clmene cus d vid e prepr ncessári p pssá
ncessári p pssá
A
ppi nture pel frç d r cncili ppi nture pel frç d r cncili hmem cm hmem n cminh de um cmunidde hmem cm hmem n cminh de um cmunidde e lng e de vd; ntes de tu engendr nele um cet e lng e de vd; ntes de tu engendr nele um cet mr sngr pr cm qeles que frm prcids e mr sngr pr cm qeles que frm prcids e mple freqüentr reuniões e ceerções esse m mple freqüentr reuniões e ceerções esse m i esrcese hmem pr pepr que sej necessá i esrcese hmem pr pepr que sej necessá19.
19. O rê tóp e PnéiO rê tóp e Pnéi remeem, qul m ê liremeem, qul m ê li v
v
D
isis O tóp upementae t nl O tóp upementae t nl UvoUvo 052-6052-6e Lve Lv11(89).(89).e "Inão p IXe "Inão pIX 20
20 p egute íe eeve e ntu qu p egute íe eeve e ntu qu
l viue cei: uç (2), e, mgnnmeviue cei: uç (2), e, mgnnme ))e moeae moea o
o qe ee eu Lvrqe ee eu Lvr II cm um t Cíce cmeçcm um t Cíce cmeç o impuo ntui que hmem mplh m ut nma o impuo ntui que hmem mplh m ut nma
mora cm p lhe , m mora cm p lhe , m mpul que mpul que
o ao cuo à almeo o apea paa memo m pa a epoa o Uho e o ouo ete quedo a qem dea poee' Tal peocupao também excta o âmo e o a maoe para o cumpmeo da taea
13
13 e de tdo é prpro do omem a buca e a eao do eddero m quado emo afdo do eco e peocpaõe uete empre deejamo deco aum coa o apede; dee modo obte mo o coecmeo da realdade oculta ou admáe eceáa ao e fe Daí e coclu que edaeo mple e ceo é mto coete atea do omem
A
A ee deeo de eco o edadeo etá lado um ce to apette de upeodade de oe que o âmo bm or mado pea aturea ace obedece ao que acoea ea ou comada jut e lemamete tedo em ta a utdade om do a dea de âmo e o depreo da foldade umaa
14
14 Nem é pequea aquela foa da atuea e da ao orque ee amal ete o que a odem o que oém que medda á o dto e eto Am memo da coa qe o pecebda pla aparca ehm ou tro amal pcebe a beea a aa a coeca da pae AA aue e a ao trafedo a emeaa do olo pa o âmo codeam qe a blea a co tâca e a odem deem er ada ma peeada cu dam para que o e faa ada decoroa e eemada mete e e paa que em to a aõe e opõe
coa uma e faa ou_ee de bdoo
De tdo o e compõe e e pod aqulo que p mo o hoeo o qua embora o eja obltado a da am é oeto e dele demo edaderamee que é po atuea ouáe memo que ém o oue 5
5 Po ceo due a elea eca do oeto r .5 n .
r .5 n .
Maco meu lo e como que ua face "a qal e Maco meu lo e como que ua face "a qal e dicer-i pelo olo, eciaia, como diz Plaão "admiáve i pelo olo, eciaia, como diz Plaão "admiáve amore da aedora. Ma do qe é oeo ace de amore da aedora. Ma do qe é oeo ace de ma de qaro pare Com efeio coe o o ma de qaro pare Com efeio coe o o dicei-meo e a apreeão do verdader ou a maueção da meo e a apreeão do verdader ou a maueção da ociedade do ome e auidoe a cada m o que é ociedade do ome e auidoe a cada m o que é e a fé do coao o a adez e reiêcia do e a fé do coao o a adez e reiêcia do âimo elevado e ivecível o a ordem e medida de âimo elevado e ivecível o a ordem e medida de oda a coa eia e d a qai e ecoam a mo oda a coa eia e d a qai e ecoam a mo déia e a emperaça.
déia e a emperaça.
mbor a quao pae eejam ligada e mbor a quao pae eejam ligada e imlica-da ee i odavia de cada uma acem ceo ipo de da ee i odavia de cada uma acem ceo ipo de devere, cmo daquela que foi decri pimeimee devere, cmo daquela que foi decri pimeimee o-de colocamo a abedoria e a prdêcia uem a ida de colocamo a abedoria e a prdêcia uem a ida ação e a veção do vedadeio fção própa dea ação e a veção do vedadeio fção própa deaviudeviude
Quado e eama cuidadoamee o que á deQuado e eama cuidadoamee o que á de ma vedadero em cada coia, aqele que pode acada e ma vedadero em cada coia, aqele que pode acada e rapdamee decorir e eplcar a zão dio couma er rapdamee decorir e eplcar a zão dio couma er ido com jça como muio pdee e muo áo Ei ido com jça como muio pdee e muo áo Ei or que a ea virde eá uei a verdade como maéria or que a ea virde eá uei a verdade como maéria de eu edo e compeêcia.
de eu edo e compeêcia.
7
7
À
ê virude ree cabem a obaç deê virude ree cabem a obaç de reparr e coea o meio raça ao quai e maém reparr e coea o meio raça ao quai e maém vda aiva de modo qe ão ó e alvauade a vda aiva de modo qe ão ó e alvauade a ocieda-e do ome como obreaiam a ecelêcia e a e do ome como obreaiam a ecelêcia e a maa-imidade ao o aumeo e aquiição de be, para ó imidade ao o aumeo e aquiição de be, para ó para o oo quao o deprezo dea mema co-para o oo quao o deprezo dea mema co-aa AA ordem a coãcia a moderação e o qe a io eordem a coãcia a moderação e o qe a io e
22. F 25d 22. F 25d 23. Ve 1.3. 23. Ve 1.3. 2
2AAdia e udên, aui nad jna ã eaddia e udên, aui nad jna ã ead 1153 (vr nta 32) ba efe dtina ja gida a 1153 (vr nta 32) ba efe dtina ja gida a
.19..19.
assemelha coistem aquele gêero de deer para o qual se exige empeo e ão apeas a agtção da mete. De fato maeemos a hoestidade e o decoro
s
aribuirmos ordem e medida ãqulo que zemos18
18 Dos quaro potos os quais diidimos a atu· e e a orça do hoesto aquele que cosiste a apredi· zagem do edadeiro é o primeio a a a atueza huma a Sem dúida, somos todos aebatados pela âsa de co· ecimeo mpo em que ugamos beo mostos ex· celees ao coáio diemos que é mau e tope afasr se dele ea igoar se ludibrado
Nesse gêeo de adade, ao mesmo tempo aurl e hoesto doi cos deem ser eidos OO peio é o-mar as coisas descoecds por cohecidas e cocorar com elas sem eexão. Quem preteder gir a semelhae ício (e todos deemos petedêlo) eserará empo e de-dicação à cosideação dos fatos. 99 OO ouro cio cosis e em apica esoço excess
o
difes ou mesmo desecessáas25•Deados esses cios, louarseá com justiça o em-peho que por meio do cohecimeo fo atrbuído s cosas hoess e merecedos de cudados Assim a as ologa, ouimos aa de Caio Sulpcio; a geometra ós mesmo coecemos Sexto Pomu a diaétca á ários e o do cl
mit is aes tods que eam sobre a estgação do erdadeio. Todaia se por elas afastado do cumprmeto das obigações é coráio ao dee. m edade todo o ouor da iude cifrase a ação qal2
2D oi íoD oi ío mena pme lee pfn egmena pme lee pfn eg
í í pelpeloioi q nuq nu a raiã acaêa iaa raiã acaêa iamm aee pa ele ve �um,
aee pa ele ve �um, ppX.III)X.III) OO gu eee a paegu eee a pae mana que
mana que a leva Ceoa leva Ceo fa e efa e e iloóoiloóo emem m
m dd a ivout exluo a vi públicaa ivout exluo a vi pública e a aae a aa e e ajuar
ajuar a a e oa aee oa ae.2;.2; .. Acad.Acad. 6;6; v. 66 ee ab
ab.7.7
ntretan mias vezes pdems ns aasr prpiand ntretan mias vezes pdems ns aasr prpiand n assim diveras pnidades de esd Nesse as a n assim diveras pnidades de esd Nesse as a agiã da mente, que nuna epusa mantmns agiã da mente, que nuna epusa mantmns u-ads m a aprendizagem, mesm sem esrç de nssa ads m a aprendizagem, mesm sem esrç de nssa pae. d pensament e mvmen de âm
pae. d pensament e mvmen de âm ss vlta- vlta-ã entã para a tmada de deisões m espt às ã entã para a tmada de deisões m espt às exi-ênias hnesas e penentes d em viver a esr ênias hnesas e penentes d em viver a esr s exigids pela instçã.
s exigids pela instçã.
Assim, ps disems sre a primera nte d Assim, ps disems sre a primera nte d de-ve.
ve.2020Quan às três resntes em amp é prin-Quan às três resntes em amp é prin-i segnd qual a siedade ds hmens e a munida i segnd qual a siedade ds hmens e a munida de da vida se agpam a prinípi se divide em duas de da vida se agpam a prinípi se divide em duas pates: a stia em que esplendr da vtde atinge pates: a stia em que esplendr da vtde atinge pn mim e a pai da qual s hmens sã hamads pn mim e a pai da qual s hmens sã hamads bns", e, vnlada a ela, a enevênia, qe mém bns", e, vnlada a ela, a enevênia, qe mémde se hamada bndade u lieralidade.de se hamada bndade u lieralidade. O primeir ditame da stiça é nnguém preda a O primeir ditame da stiça é nnguém preda a tr a nã se qand p pr um
tr a nã se qand p pr um
to to
depis utilzar as sas m em prl das sas depis utilzar as sas m em prl das sas muns e as isas pvadas em enei própmuns e as isas pvadas em enei próp 2121 OaOa nada privad pr natureza mas pr upaã antiga, nada privad pr natureza mas pr upaã antiga, m se deu m aquees que egaam ura a lugares m se deu m aquees que egaam ura a lugares deserts tmaam erras pela ra
deserts tmaam erras pela ra
amas qandamas qand nã em virude de lei, nvenã, ndiã artilha, daí nã em virude de lei, nvenã, ndiã artilha, daí esuland que Apin seja dita ds apinae e Tsul, esuland que Apin seja dita ds apinae e Tsul,2 be poân rbuda à juç, ve t pp
2 be poân rbuda à juç, ve t ppXX A
AbeJç gud a abeJç gud a ahoens cad Kb' re jhoens cad Kb' re j
lo e eeee e nãnã aaenen õõ rr ccns ns 11.11.38, 38, III75 III75 cc aadda a u
u exãoexãovrbnvrbn d drr rraao o xxeepp to 24to 24 uu s egnd o jet de he e u uu s egnd o jet de he e u ttoo e e o ta o ta aude e 70 eaude e 70 e
27
27 AAuçuçedo edo eststrro o ( ( prepre prt prt ud ud udude e dede Cce u o negt (ã pejuc gué pvc Cce u o negt (ã pejuc gué pvc ção
ção 21) e 21) e u u so so ((xxr r px 22, px 22, ff. . 31 31 eepndpndee eecente à fa s e neva d juça e 1.2.
dos usculanos
dos usculanos OO msmo s apica s propridads prva-msmo s apica s propridads prva-das Assim, como ds coisas qu po narza ram comuns das Assim, como ds coisas qu po narza ram comuns uma pa ocou a cada qal, cons l o qu lh uma pa ocou a cada qal, cons l o qu lh cou-
s algum ançar mo dss paimônio violaá o diri-s algum ançar mo dss paimônio violaá o diri-o da sidd humana
o da sidd humana 22
22 Mas poqu, como scrv admiravlmn la-Mas poqu, como scrv admiravlmn la-o2� no na
o2� no na pp
ós,ós, e a páti dd pa d nosso nascimno os amigos oua como pa d nosso nascimno os amigos oua como qu-rm os sócos, odas as coisas gadas na rra o foram rm os sócos, odas as coisas gadas na rra o foram
uso dos homn auso dos homn a
d qu n si s audassmd qu n si s audassm no dvmos o a nr por guia diviimos ao no dvmos o a nr por guia diviimos ao momo udds udds comuns comuns a a a a d d avos avos dando dando do , o as o po abalo oa pa do , o as o po abalo oa pa compeênca unamos a socdd dos homns nr os compeênca unamos a socdd dos homns nr os om»
om» 33 OO unmno da jsça a f ou sa aunmno da jsça a f ou sa a vdd
vdd a consncia m palavas acodos Assim, m- a consncia m palavas acodos Assim, m-bo iso possa parcr muio gossiro a alguns, osmos bo iso possa parcr muio gossiro a alguns, osmos ar os sóicos qu ddicadamn invsigaram a ori ar os sóicos qu ddicadamn invsigaram a ori gm s paavras acrdimos na "f () assim ca gm s paavras acrdimos na "f () assim ca mada porq "faz
mada porq "faz (iat)o qu oi dio.o qu oi dio.
Há dois gnos d injusiça o daquls q a podu Há dois gnos d injusiça o daquls q a podu m o dqs qu, podndo no rpm a jusiça m o dqs qu, podndo no rpm a jusiça pacada po oum. Pois qum aca inusmn al pacada po oum. Pois qum aca inusmn al gm, aiçado pa ia ou oura puraço, pac digi gm, aiçado pa ia ou oura puraço, pac digi
2 2 tiiz xp cdd n d tiiz xp cdd n d 29. 29. 3.3. E E2-22-2 C tnt biiddC tnt biidd h,h,
iziza sgn ,a sgn , ç: d ppd pç: d ppd p d
d pe nde (en pe nde (en 7 7) E 7 7) E55 d d d c é
d c é di di é é é pd é pd 3
3OO eeee tói g pedi-tói g pedi-àà ng e e nez ã n n.
ng e e nez ã n n. AA d d d d pp endndvv n R de dn R de d n gn d n gn d Sobr aa íng ,íng , d ã d ã é dedd p C é dedd p C
as mãos coa o ompah qum ão s m s opõ qao po à ijsça ao s m ala qua-o s abaoa os pas os amigos ou a pia"
As ijuiças praicaas om a aia prj-icar são mias vzs movaas po mo pos o h mm q cogia o ao aio rcia qu, a mos q o ija própri fra. EE a mar pa ag par pr mov a jsiça scao acaçar aqlo qu cobça vício m qu é pa a avarza 2 2
riquzas são al maas ao para os usos cssrios a via quao para a saisação os jos. Nos homs magâmo a âia ihiro aspra ao por à possibla graiiar assm ão faz mio Marco Caso gava q quaqu riqza oss basa para l pois pria s o primi ro a rpública o poa alimar um xércio com r-crsos próprio ambém os apaaos magíicos o cu-ivo a va com lgâa ara casam li; paa is coas a cupz é ii. Não s c, poém o aumo os b famiias quao a iguém prji-am apas s vi a jusiça
uias pssoas s ixam arrasar a um poo al q squcm a jusiça quao cm ao sjo co maos hoas, glórias. Bm is Êio:
ha socdadééo éé a oaa
.
.Na dã da justça posa (tada mNa dã da justça posa (tada m 4-)4-)dvmos supdvmos sup
ênc d povocç;o no m 2 Aênc d povocç;o no m 2 A nj gaa é xamiadanj gaa é xamiada
obação ama p abigca: m obação ama p abigca: m a.C Cassoa.C Casso agou a vola ds sravos drad r pro, nma épa m q agou a vola ds sravos drad r pro, nma épa m q n ava nvid d mando rga o soo públo s chv n ava nvid d mando rga o soo públo s chv s-do.
do.
Priro sço do a "rg d ommo� mPriro sço do a "rg d ommo� m
nnguém d s bna ca d oum i is voaa os çosnnguém d s bna ca d oum i is voaa os ços aas r os homns.
ois em tdo o que é dessa nature não podendo mtas se exceetes quase sempre eclod ão gande conenda que se orna dc presear a "socedade inviolável Isso mostou há pouco a temedade de ésar, o qual peeeu todos os direos divinos e humanos em vitude de um pri cipado que el pópio se atbuía po m eo de opinião. há aq ma coisa molesta em ânmos speriores e talen-tos
tos bhntes a maior pae do empo estão presentes an eo de hor comando pode e glóa. Pr sso devemos d pa qe nada, nesse mbt se aça com eo.
EmEm tata sta interessa miíssimo qual dests duasduas icunstâcias icunstâcias ocoe: ocoe: se se aa sça se
d
po alguma urbaço dourbaço do mo feqeteetefeqeteete page ou de popósito e
popósito e o pesado. Meospesado. Meos gve com eeito é o qe aotee em
aotee em coneqünca de um movimento epenno do qe o fro da medação e do prepao Mas sem dúvida já discoremos o sicente sobe a pátca da injusiça.
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8 ostmam ser mtas as causas de os homes enucarem à deesa e ao dever
que ou não desejam povoca nmizades e dase a trabalhos e despesas, ou paaisados po negigncia, peguiça inécia ocupações e es1dos consentem o abandoo daqeles a quem deve am protege Assm convm não no contentmo com o qe di latão dos filósoos alegando dedicase usca da vedde ee desprea aqilo que a maioia dos homens poura apaxonadamene chegando a la entre s paa alcançálo, só por casa disso são stos! Cltivam pois to gnero de justiça. Tentand não pejudicar o injusiça do, nidem em nova oma de injstiça poquano mvi35.
35. Se o esforo de Ccero para justfca o eente asssinat eSe o esforo de Ccero para justfca o eente asssinat e Ca e
Ca e IntInto o pp. XI pp. XI I. I. ceceo o mitas ezemitas eze gbu e gbu e bco bco aa cap
capaiaiaae e intelintelecuecul e mill e miliia e a e CCsasar, e r, e aaesesa a e e ssas raas raes iferees iferenasnas lícas aa entre
lícas aa entre o os gne esit Csar deicar esm umos gne esit Csar deicar esm um- -td ngüísco ce
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