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Impactos. TDAH e o Cérebro

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Academic year: 2021

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Impactos

TDAH e

(2)

Impactos

Responsável pela elaboração do pensamento, planejamento, programação de necessidades individuais e emoção.

TEMPORAL

FRONTAL

PARIETAL

Também está relacionado com a

lógica matemática. Responsável pela sensação de dor, gustação, tato, temperatura e pressão.

Estimulação de certas regiões deste lobo em pacientes conscientes

produz sensações gustativas.

Está relacionado com o processamento da memória e emoção e também com o sentido

de audição.

OCCIPITAL

Responsável pelo processamento da informação visual. 1

PRÉ-FRONTAL

Está relacionado ao controle das funções executivas – responsáveis pelo planejamento, tomada de decisão, controle inibitório, atenção e memória

de trabalho. Prejuízos nas funções relacionadas ao córtex pré-frontal conduzem a uma maior impulsividade,

agressividade e inadequação social.

* Adaptado de de Almeida, RM; Cabral, JC; Narvaes, R. . "Behavioural, hormonal and neurobiological mechanisms of aggressive behaviour in human and nonhuman primates".

TDAH e

o Cérebro

Neurotransmissores

ESTRUTURAIS

QUÍMICOS

FUNCIONAIS

ELÉTRICAS

Necessidade de mais pesquisas para comprovar EEG para uso como um biomarcador no

diagnóstico do TDAH. Padrões de EEG individuais associados

com TDAH estão sob investigação para avaliar a utilidade em

personalizar protocolos

13,14,15

de neurofeedback. Reduções significativas de ativação nas regiões frontais.

Conectividade atípica da rede funcional na rede padrão.

Excesso de ativações e subativações

12

em regiões do cérebro

7,8

Desenvolvimento cortical.

7,9,10

Redução no volume de várias regiões do cérebro. Anomalias estruturais na conexão dentro

de redes que regulam a atenção

11

e a emoção.

Maturação posterior de determinadas

20

vias neurais dopaminérgicas. Desequilíbrio nos níveis de dopamina

16-19 e noradrenalina.

CONCENTRAÇÃO

SATISFAÇÃO

ALERTA

a

n

il

a

n

e

r

d

ar

o

N

S istema simpático Ação Ansiedade e irritabilidade Sistema parassimpático Controle do impulso Prazer e iniciativa Motivação Sexo, apetite e agressão Vigilância CognitivaFunção

(3)

Responsável pela elaboração do pensamento, planejamento, programação de necessidades individuais e emoção.

TEMPORAL

FRONTAL

PARIETAL

Também está relacionado com a lógica matemática.

Responsável pela sensação de dor, gustação, tato, temperatura e pressão.

Estimulação de certas regiões deste lobo em pacientes conscientes

produz sensações gustativas.

Está relacionado com o processamento da memória e emoção e também com o sentido

de audição.

OCCIPITAL

Responsável pelo processamento da informação visual.

1

PRÉ-FRONTAL

Está relacionado ao controle das funções executivas – responsáveis pelo planejamento, tomada de decisão, controle inibitório, atenção e memória

de trabalho. Prejuízos nas funções relacionadas ao córtex pré-frontal conduzem a uma maior impulsividade,

agressividade e inadequação social.

* Adaptado de de Almeida, RM; Cabral, JC; Narvaes, R. . "Behavioural, hormonal and neurobiological mechanisms of aggressive behaviour in human and nonhuman primates".

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Neurotransmissores

CONCENTRAÇÃO

SATISFAÇÃO

ALERTA

a

n

il

a

n

e

r

d

ar

o

N

S

istema simpático

Ação

Ansiedade e

irritabilidade

Sistema

parassimpático

Controle

do impulso

Prazer e iniciativa

Motivação

Sexo,

apetite e

agressão

Vigilância

Cognitiva

Função

(5)

Impactos

TDAH e

o Cérebro

ESTRUTURAIS

QUÍMICOS

FUNCIONAIS

ELÉTRICAS

Necessidade de mais pesquisas para comprovar EEG para uso como um biomarcador no

diagnóstico do TDAH.

Padrões de EEG individuais associados com TDAH estão sob investigação

para avaliar a utilidade em personalizar protocolos

13,14,15 de neurofeedback. Reduções significativas de ativação nas regiões frontais.

Conectividade atípica da rede funcional na rede padrão.

Excesso de ativações e subativações 12

em regiões do cérebro

7,8 Desenvolvimento cortical.

7,9,10 Redução no volume de várias regiões do cérebro.

Anomalias estruturais na conexão dentro de redes que regulam a atenção

11 e a emoção.

Maturação posterior de determinadas 20 vias neurais dopaminérgicas. Desequilíbrio nos níveis de dopamina

16-19 e noradrenalina.

(6)

22,23

TRATAMENTO

comportamental e

Medicação.

O tratamento do TDAH

é Multidisciplinar,

podendo envolver terapia

21

DIAGNÓSTICO

um profissional médico especializado. O diagnóstico do

TDAH é Clínico,

ou seja, deve ser realizado por

24

QUALIDADE DE VIDA

Com benefícios Sem benefícios

Porcentagens dos Desfechos dos estudos de Pacientes com TDAH Tratados comparados aos Não Tratados.

Revisão Sistemática, 12 bases de dados, Jan 1980-Dez2010, 351 estudos, 636 desfechos subdivididos em 9 grupos de desfechos. 24 Adaptado de Shaw M et al., 2012.

0% 20% 40% 60% 80% 100%

DIRIG OBES AUT-E FUNC S ACAD SUBS ANT S SERV EMPR

Desfechos de Cada Grupo de Desfechos

(7)

1. Almeida, RM; Cabral, JC; Narvaes, R. . "Behavioural, hormonal and neurobiological mechanisms of aggressive behaviour in human and nonhuman primates". Physiology & Behavior. DOI:10.1016/j.physbeh.2015.02.053. Visitado em 2015. 2. Leight J. Pharmacological and optical methods of treatment for vestibular disorder and nystagmus. In: Herdman SJ, editor. Vestibular Rehabilitation. Philadelphia: F. A. Davis Company; 2007. p. 178-187. 3. Curthoys IS, Halmagyi GM. Vestibular compensation: clinical changes in vestibular function with time after unilateral vestibular loss. In: Herdman SJ, editor. Vestibular Rehabilitation. F. A. Davis Company: Philadelphia; 2007. p.76-97. 4. Shepard NT. Medical therapy for the balance disorder patient. In: Shepard NT, Telian AS, editors. Pratical manangement of the balance disorder patient. Singular Publishing Group: California; 1996. p. 187-192. 5. Baloh RW. The peripheral vestibular system. In: Baloh RW, Kerber KA, Clinical neurophysiology of the vestibular system. 4th ed. Oxford University Press: New York; 2011. p.25-62. 6. Baloh RW. Symptomatic treatment of vertigo. In: Baloh RW, Kerber KA, Clinical neurophysiology of the vestibular system. 4th ed. Oxford University Press: New York; 2011. p.405-418. 7. Shaw P, Lerch J, Greenstein D, et al. Longitudinal mapping of cortical thickness and clinical outcome in children and adolescents with attention-deficit/hyperactivity disorder. Arch Gen Psychiatry 2006; 63: 540-549. 8. Shaw P, Malek M, Watson B, et al. Development of cortical surface area and gyrification in attention-deficit/hyperactivity disorder. Biol Psychiatry 2012; 72: 191-197. 9. Nakao T, Radua J, Rubia K, et al. Gray matter volume abnormalities in ADHD: voxel-based meta-analysis exploring the effects of age and stimulant medication. Am J Psychiatry 2011; 168: 1154-1163. 10. Pavuluri MN, Yang S, Kamineni K, et al. Diffusion tensor imaging study of white matter fiber tracts in pediatric bipolar disorder and attention-deficit/hyperactivity disorder. Biol Psychiatry 2009; 65: 586-593. 11. Shaw P, Sudre G, Wharton A, et al. White Matter Microstructure and the Variable Adult Outcome of Childhood Attention Deficit Hyperactivity Disorder. Neuropsychopharmacology 2014. 12. Cortese S, Kelly C, Chabernaud C, et al. Toward systems neuroscience of ADHD: a meta-analysis of 55 fMRI studies. Am J Psychiatry 2012; 169: 1038-1055. 13. Snyder SM, Hall JR. A meta-analysis of quantitative EEG power associated with attention-deficit hyperactivity disorder. J Clin Neurophysiol 2006; 23: 440-455. 14. Loo SK, Makeig S. Clinical utility of EEG in attention-deficit/hyperactivity disorder: a research update. Neurotherapeutics 2012; 9: 569-587. 15. Arns M, Drinkenburg W, Leon KJ. The effects of QEEG-informed neurofeedback in ADHD: an open-label pilot study. Appl Psychophysiol Biofeedback 2012; 37: 171-180. 16. Economidou D, Theobald DE, Robbins TW, et al. Norepinephrine and dopamine modulate impulsivity on the five-choice serial reaction time task through opponent actions in the shell and core sub-regions of the nucleus accumbens. Neuropsychopharmacology 2012; 37: 2057-2066. 17. Volkow ND, Wang GJ, Kollins SH, et al. Evaluating dopamine reward pathway in ADHD: clinical implications. JAMA 2009; 302: 1084-1091. 18. del Campo N, Fryer TD, Hong YT, et al. A positron emission tomography study of nigro-striatal dopaminergic mechanisms underlying attention: implications for ADHD and its treatment. Brain 2013; 136: 3252-3270. 19. Hannestad J, Gallezot JD, Planeta-Wilson B, et al. Clinically relevant doses of methylphenidate significantly occupy norepinephrine transporters in humans in vivo. Biol Psychiatry 2010; 68: 854-860. 20. Tomasi D, Volkow ND. Functional connectivity of substantia nigra and ventral tegmental area: maturation during adolescence and effects of ADHD. Cereb Cortex 2014; 24: 935-944. 21. National Collaborating Centre for Mental Health. The NICE guideline on diagnosis and management of ADHD in children, young people and adults. National Clinical Practice. Guideline Number 72, Full Guideline. The British Psychological Society and The Royal University of Psychiatrists: London,Great Britain. 2009. 22. Taylor E, et al. Eur Child Adolesc Psychiatry 2004; 13 Suppl 1:17-30. 23. Kooij SJ, et al. BMC Psych 2010; 10: 67. 24. Shaw M,Hodgkins P, Caci H,Young S, Kahle J, Woods AG, Arnold LE. A systematic review and analysis of long-term outcomes in attention deficit hyperactivity disorder: effects of treatment and non- treatment BMC Med. 2012 Sep 4;10:99.

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Referências

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