Excertos de Saúde, força e vida (Beinsa Dunó)
Respiração, Cura por meio de exercícios respiratórios
O ar é um depósito de energia divina. A vida depositou nele suas energias. O ar é o maior armazém dessas energias (35, p. 293).
O ar traz eletricidade e magnetismo. Essa energia entra pelo nariz e renova o sistema nervoso. Por meio da respiração, você pode controlar sua mente para que pense corretamente, seu coração para sentir de maneira correta e seu estômago para trabalhar normalmente (69, p. 64).
Junto com o ar, entram pelo nariz pensamentos divinos, que preparam o caminho do homem para o mundo divino. A bênção de Deus penetra pelo topo da cabeça e desce pelo cérebro, passa pelo nariz e então vai para fora (69, p.64).
Chegará o dia em que o homem vai respirar não só pelos pulmões, mas pelo corpo inteiro. Todas as células vão receber o ar de fora, reter a impureza dentro de si e enviar aos pulmões o ar perfeitamente limpo (31, p. 115).
A respiração é um processo duplo, fisiológico e psíquico. Como processo psíquico, seu objetivo é a limpeza dos pensamentos.
Os pulmões são um laboratório sofisticado, onde se cruzam muitas energias. O prana do ar penetra neles e auxilia na oxigenação do sangue, até os lugares onde o ar dificilmente pode chegar. Assim, no sangue limpo se colocam os elementos da vida. A melhor respiração é a que é profunda, completa. Para consegui-la, o Amor ajuda – é a primeira coisa necessária para uma respiração correta e completa. Quando respira, o homem deve valorizar o ar como uma dádiva insubstituível. Quando você considera o ar deste modo, ele entra dentro de você e alcança as células mais afastadas dos pulmões. Envia o prana, sua energia vital, para se espalhar pelo corpo inteiro, pois o Amor toca primeiro os pulmões. Quem ama amplia a si mesmo e a seus pulmões. Quando o ser humano recebe uma bênção conscientemente, com gratidão, o Amor começa a agir dentro dele e a elevá-lo. É um Amor positivo e ascendente, que o expande. Cada energia divina que vem de cima tem de passar primeiro pelo sistema respiratório, para então subir até a mente e descer para o coração (56, p. 113).
Quando a respiração é incorreta, depositam-se em nosso corpo várias substâncias não orgânicas (que não pertencem ao corpo), que agem como causa das doenças. O sangue não consegue se purificar, o que permite o aparecimento de muitos microrganismos (56, p. 121).
Muitas pessoas respiram de maneira rápida e rasa. Se você quer ser paciente, deve estudar como reter o ar por um prazo mais longo. Sua paciência depende do tempo que você pode manter a inspiração. Há discípulos que conseguem segurar o ar durante quatro horas. Os hindus representavam Deus Criador criando o mundo por uma expiração. Depois, com uma inspiração, ele o recolhe. O homem deve respirar fundo, ou seja, completar os pulmões em uma inspiração, com a máxima quantidade de ar. Depois, eles se alargam e o diafragma desce. Na respiração rasa, o diafragma sobe e aperta o coração, e esse modo incorreto de respirar acarreta doenças cardíacas.
Para receber, junto com o ar, os pensamentos divinos que o permeiam, é preciso respirar com a consciência desperta. A respiração adequada auxilia o pensamento, a reflexão, e torna o homem mais próximo de receber os elementos divinos.
Durante a inspiração, a retenção e a expiração, devemos pensar positivamente, ter bons sentimentos e bondade para agir de maneira correta. Não pense que é suficiente reter o ar mecanicamente. É necessário que exista pensamento dentro da respiração, não o pensamento que o incita a roubar a natureza, mas aquele que leva em conta suas leis (96, tomo I, p. 93).
A força vem dos pulmões. O homem forte é aquele que respira corretamente. Sem inspirar adequadamente, não é possível ser forte. As pessoas saudáveis têm pulmões fundos e largos (estou me referindo àquela parte na frente do tórax). Há uma ligação entre os sistemas respiratório e digestivo. Se seu estômago trabalhar de maneira correta, o mesmo acontecerá aos pulmões. Quando se alimenta de maneira apropriada, você também inspira corretamente e, em conseqüência, seu pensamento é correto. Portanto, há uma relação entre alimentação, respiração e pensamento. Os processos de nutrição e respiração têm uma correspondência com o pensamento. A força humana não depende só da alimentação. Para ser forte, o homem deve saber como usar o ar, ou seja, como respirar (124, p. 11).
Quando falamos sobre respiração, estabelecemos uma relação com a consciência, porque a respiração sem consciência não é verdadeira, não é correta. Se você respira sem ter a consciência desperta, não pode receber as bênçãos depositadas no ar. É assim que Deus oculta dos que não O amam os Seus bens e, mesmo que esses bens lhes fossem concedidos, eles não conseguiriam usá-los de maneira justa.
A saúde está ligada à respiração consciente. Por isso, empregue dez, quinze minutos para respirar, pelo menos três vezes por dia, de manhã, à hora do almoço e à noite, antes de dormir. Enquanto respira, agradeça pelo ar que está recebendo e pela dádiva nele inserida – esta é a respiração consciente. As pessoas acham que a respiração é um processo natural, que se transforma em processo mecânico e não é preciso pensar nela. Até certo ponto, é verdade. Mas quando respiramos assim, só atua a parte superior dos pulmões. A parte inferior não é preenchida de ar e com isso as células perdem a elasticidade Esse tipo de respiração sem profundidade, incompleto, não é natural (5, p.75-6).
Estou aconselhando-o a respirar profundamente, mas não tenho exercícios específicos para recomendar. Os hindus os têm, mas não são adequados aos europeus. Se estes aplicarem os mesmos exercícios, vão se ver em meio a grandes contradições. Por isso digo: respire fundo, procurando uma maneira suave, rítmica e fluida. Ao inspirar assim, você vai sentir dificuldade, mas, se persistir, vai superá-la e conseguir uma respiração livre (49).
Os exercícios hindus de respiração são bons, mas necessitam de uma ressalva. De que tipo? Essa respiração pressupõe uma preparação filosófica, à qual eles dedicam muito tempo. Os europeus não fazem essa preparação, ou se esforçam menos para alcançá-la. Querem conseguir tudo facilmente, pois entendem as coisas de modo mecânico. Europeus que aplicavam o modo hindu de respirar não obtiveram resultados, pela falta dessa educação que faz parte do povo indiano (96, tomo I, p. 95).
Há o prana que é absorvido pela narina esquerda e o que é absorvido pela narina direita. Pela esquerda penetram correntes magnéticas, que têm ligação com o plexo solar – a corrente solar. A narina direita absorve a corrente elétrica, ligada ao encéfalo e à corrente lunar.
A narina esquerda se relaciona com o coração e a direita, com a mente. Quando queremos desenvolver mais o coração, devemos inspirar pela narina esquerda e expirar pela direita. Ao contrário, quando desejamos expandir mais a mente, inspiramos pela narina direita e expiramos pela esquerda. É o que temos de fazer para equilibrar mente e coração. E também a eletricidade e o magnetismo. Quando alternamos a inspiração entre as duas narinas, equilibramos as duas correntes. Consegue-se um bom resultado ao fazer esse exercício com as duas narinas ao mesmo tempo, ou só com uma (96, tomo I, p. 96).
O homem contemporâneo inspira e expira cerca de vinte vezes por minuto. É uma respiração rápida. Nesse ritmo, o sangue se oxigena com muita velocidade e não consegue se limpar totalmente. Por isso, muitas pessoas têm um sangue impuro. A combustão da energia é incorreta e o metabolismo se altera, acumulando substâncias tóxicas nas artérias e veias. Quem respira rápido tem vontade fraca. Aplique a força de vontade à respiração e comece gradualmente a diminuir o número de respirações por minuto. De 20, reduza para 19, depois para 18, 17, 16 e 15. Se conseguir chegar a 10 respirações por minuto, isso vai se refletir de maneira muito saudável em seu organismo (5, p. 75).
Vinte respirações por minuto ou mais não representam um ritmo saudável. Quem inspira 25 vezes por minuto não vive mais que 25 anos. Se tem 24 inspirações a cada 60 segundos, chegará aos 26 anos. De maneira correspondente, 23 respirações por minuto equivalem a 28 anos de vida; 22 respirações, a 30 anos; 20 respirações, 35 anos. É mais ou menos assim, não são números. absolutos. Portanto, quanto menor o número de inspirações por minuto, maior a duração de sua vida. Com 4 inspirações/minuto, você chegará a 85/90 anos de vida. E com 1 respiração por minuto, poderá completar 120 anos (5, p. 80).
A pessoa que respira corretamente poderá permanecer na terra até a velhice mais avançada. Se faz o contrário, você vai deixar este mundo bem mais cedo. A vida longa depende da respiração adequada e profunda e, por sua vez, a respiração depende do pensamento e da percepção justos. Inspire profundamente e pense que a bênção divina penetra em você através do ar (96, tomo I, p. 94).
Então, quando respira, tome o ar devagar, calmamente, sem pressa. Ao absorver certa quantidade, segure-o dentro dos pulmões até receber a força vital encerrada nele. Não há melhor bênção para o homem do que esta: respirar devagar, reter o ar nos pulmões, assimilar a energia vital, ou seja, o prana que está nele. Você deve segurar o ar até sentir isso, e não deixá-lo sair do corpo.
Inspire lenta e profundamente, para eliminar todas as impurezas que estão nos pulmões, e que provocam o aparecimento de várias doenças (5, p. 76).
Quando você observa a respiração do homem e dos animais, percebe que há diferenças. O homem respira em um ritmo e os animais, em outro. Quando perde seu ritmo, o homem passa a respirar como os animais e começa a possuir algo deles. Ao respirar como animal, o ser humano não consegue ter pensamentos elevados, iluminados.
Para estudar esse ritmo, preste atenção à respiração do homem comum, de um homem talentoso, de um homem genial e de um santo. A pessoa bondosa respira de maneira específica, diferente da
do ser humano maldoso. Procure respirar como as pessoas boas. A respiração serve de padrão para aferir o grau de desenvolvimento de um ser humano. Quando segura mais ar dentro dos pulmões, ele é mais forte. Se você quer testar sua força, marque no relógio quanto tempo você retém o ar. Isto definirá o êxito de seus projetos. Você sabe até onde o homem pode chegar se, dentro de seus pulmões, penetra um ar absolutamente puro? Seus projetos serão tanto mais positivos quanto mais tempo ele conseguir manter o ar nos pulmões. Há discípulos que conseguem fazê-lo por meia hora, aproximadamente.
Para conseguir resultados, comece a fazer exercícios assim, aumentando gradualmente o tempo. Inicie retendo o ar por 20 segundos e, após alguns dias, aumente o tempo em 1 ou 2 segundos. Se puder fazê-lo, passará mais facilmente pelos tropeços e contradições da vida, que vão se derreter como gelo. A pessoa que consegue segurar o ar por um tempo mais longo é rica, e é a riqueza que vai até ela. Ela abre e fecha os portais de sua vida (31, p. 223).
Então, respire fundo, consciente, em qualquer circunstância: estando triste ou em más condições, inspire profundamente. Se tiver dor no pescoço, no peito, respire fundo. Sentindo dor nas pernas, nas mãos, respire fundo. Se estiver com dor de cabeça, de estômago, respire fundo. Não tema a dor. Respire profundamente em qualquer situação da vida, positiva ou negativa.
Normalmente, a respiração deveria chegar até quinze inspirações e expirações por minuto. Quando você faz seus exercícios, tente se aproximar, passo a passo, de 1 inspiração, 1 retenção e 1 expiração por minuto. Se o conseguir, você poderá curar todas as suas doenças, até a tuberculose. Ao fazer esses exercícios de respiração, movimente as mãos para obter melhores resultados.
Um exercício: coloque as mãos, com os pulsos fechados, sobre os ombros. Abra-as devagar para os lados, inspirando profundamente; segure o ar, e depois deixe as mãos caírem lateralmente, expirando. Se se cansar, descanse um pouco e faça mais algumas vezes. Dessa maneira, conseguirá absorver prana suficiente do ar e o sangue começará a se movimentar. As veias aumentarão de volume e a circulação sangüínea se fortalecerá.
Ao respirar, não pense em nenhuma outra coisa além do ar que está recebendo. Lembre-se de que Deus está nele e você deve se comportar diante Dele com todo respeito e admiração (5, p. 76-7). Respire fundo, e retenha o ar o maior tempo possível, a fim de revigorar o sistema nervoso e não se deixar influir e irritar pelo que encontra na vida ao seu redor.
Lembre-se de que a respiração correta depende do Amor. É preciso respirar fundo, manter o ar dentro dos pulmões o máximo de tempo, com muito Amor. Faça isso três vezes por dia, de 10 a 15 minutos. Respire com alegria, com Amor, com o rosto sorridente, mantendo-se ereto. Deixe a coluna paralela à linha que une o centro solar e o centro terrestre. Conserve o peito à frente, não encolhido para dentro.
Quando respira bem, você se liga ao ritmo da natureza e fortalece o Espírito e o corpo (5, p. 81-2). Sem essa respiração correta, o Amor não se revela de maneira justa. O espírito tem mau cheiro, o suor também. Quando se respira adequadamente, a circulação é boa (2, p. 398).
O homem contemporâneo passa por várias condições patológicas. Uma das causas é a má respiração. Respirar bem implica certa harmonia entre o pulmão esquerdo e o direito. Você não pode respirar bem se não pensa corretamente. Portanto, como for seu pensamento, assim será sua respiração (73, tomo III, p. 26).
Exercícios respiratórios
Quando você respira profundamente pelo nariz, recebe benefícios divinos dentro de si. Quando respira fundo, também se nutre bem. Quando respira e se alimenta bem, todos os processos de seu organismo funcionam de maneira correta. Então, se quer ser saudável, respire fundo. Previna-se antes de ficar doente. Os remédios são úteis para quem respira fundo (69, p. 42).
Se a pessoa não respira corretamente, o Amor não funciona bem dentro dela. Ela tem mau hálito. Quem respira apropriadamente tem boa circulação sangüínea, é saudável. Lembre-se: qualquer que seja sua doença, procure ajuda na respiração profunda. Não há enfermidade que não possa ser curada desse modo (69, p. 43).
Faça um teste: em cada inspiração, pense na Luz, para conseguir se ligar com a energia dela. Essa energia existe dentro do ar, de onde você tem de tirá-la. Quando pensa nesse dom divino, você extrai do ar outro gênero de energia. Quando pensa em determinadas palavras enquanto respira, você verá que cada uma delas tem um reflexo rítmico sobre a pulsação do coração. Na pessoa de pensamentos e sentimentos elevados, o batimento cardíaco é rítmico, o pulso é correto e regular. Se ela vive em um mundo de pensamentos e sentimentos baixos, rudes, o pulso é desarmônico e imperfeito.
Quando a pessoa se encontra em uma condição elétrica, está nervosa e começa a brigar, deve respirar profundamente e segurar o ar contando até 100 pontos: isso a acalmará.
Quando se sentir em más condições, confuso, faça exercícios respiratórios, para se ligar à Consciência Divina e sintonizar com ela.
Se você se flagra pensando sobre os erros das outras pessoas, respire profundamente para esclarecer seus pensamentos. Sem respirar apropriadamente, o Amor não pode se revelar corretamente em seu interior.
Um exercício para pessoas com rugas no rosto: faça respirações profundas todos os dias e vai perceber que, em três meses, as rugas desaparecerão. Fotografe antes de começar os exercícios, depois do primeiro mês e depois do terceiro – e compare. Você vai ver a influência da respiração. Se você tem dor de estômago ou no abdome, faça 6 exercícios respiratórios quatro vezes por dia e a dor irá embora ( 96, tomo I, p. 94).
Três vezes por dia – de manhã cedinho, antes do almoço e à noite –, faça de 12 a 19 exercícios respiratórios. Comece com 6, e conte cada ciclo inspiração/retenção/expiração como um exercício. Ao fazê-los, fique concentrado. Quando você respira, o diafragma tem de se abrir e fechar. Quem não está habituado a respirar profundamente, de início deve reter o ar por 2 a 3 segundos e, a cada dia, aumentar a retenção em 1 segundo. Quem consegue segurar o ar até 30 segundos consegue resolver muitos mal-estares e doenças. Dor de cabeça, dor de estômago, dor no peito, paralisia– tudo isso desaparece (69, p.41).
Para cada pessoa, há um método específico de respiração, que pode ser encontrado através de seu médico e Mestre interior. Ouça esse médico interno, ou seja, o Divino dentro de você. Ele vai dirigi-lo
pelo caminho da bondade. Quando você o escutar, poderá resolver todos os seus vícios, e obterá aquilo que falta dentro de você; será capaz de desenvolver o que não está desenvolvido (69, p. 43). Antes de apertar as mãos de alguém, respire profundamente. Antes de entrar em uma sala ou quarto, respire profundamente. Antes de falar, respire profundamente. Os melhores oradores respiram profundamente; quem não o faz, não fala bem. Encha os pulmões de ar e comece a falar. Se não, não terá resultado.
Um exercício: inspire contando até 16, retenha em 16 tempos e expire em 32. Faça isso três vezes por dia. É possível fazer apenas uma vez, mas os resultados são melhores com três: de manhã, à hora do almoço e à noite, 6 respirações cada vez. Inspire pela narina esquerda e expire pela direita. Mantenha essa relação de 16, 16, 32 durante dois a três meses, sem aumentar.
Há um outro exercício respiratório, que tem um objetivo diferente: aumentar a capacidade de segurar o ar. Neste exercício você não conta. Inspire profundamente e devagar. Depois, retenha o ar o máximo possível e expire, também levando o maior tempo possível. O tempo de retenção deve aumentar gradualmente: 1 minuto, 1,5 minuto, 2 minutos, 2,5 minutos, etc. (124).
Mais um exercício: 10 segundos na inspiração, 10 segundos de retenção e 10 na expiração. Enquanto respira, mantenha pensamentos elevados, divinos. Faça este exercício durante dez minutos de manhã, dez minutos na hora do almoço e dez minutos à noite.
Outro: inspire pela narina esquerda em 4 tempos, retenha em 16 e expire em 8 pela narina direita. Repita o exercício ao contrário, começando pela narina direita e expirando pela esquerda. Faça também de manhã, à hora do almoço e à noite.
É melhor inspirar primeiro pela narina esquerda, contando devagar até 10 ou 15, depois tapar as narinas e segurar o ar dentro dos pulmões cerca de 30 a 40 segundos e, enfim, expirar devagar e ritmicamente pela narina direita. Este exercício pode ser feito três a quatro vezes por dia. Ele é necessário para todos os que fazem trabalho mental, para pessoas doentes e saudáveis; de preferência, realize-o ao ar livre e não dentro do quarto (124).
Mais um exercício: inspire pela narina esquerda – 7 tempos; retenha – 10 e expire – 9. Faça seis vezes de manhã e seis vezes à noite. De manhã, inspire pela narina esquerda e expire pela direita; à noite, inverta (124, p. 98).
Outro exercício: 8 tempos na inspiração, 10 de retenção e 12 na expiração. A cada dia, aumente a inspiração em 1 tempo, e a retenção e a expiração em 2. Faça o exercício de manhã, à hora do almoço e à tardinha, antes do pôr do sol (96, tomo I, p. 98).
Quando estiver nervoso, faça o seguinte: tape a narina direita com o polegar direito e inspire pela narina esquerda, contando mentalmente até 7; depois segure o ar contando até 10, e então tape a narina esquerda e solte o ar devagar pela narina direita, contando até 9. Este exercício ajuda muito a regular o sistema nervoso, a acalmar a mente e fortalecer a memória. De manhã e antes do almoço, inspire pela narina esquerda e solte o ar pela direita. À noite, inverta. Faça 21 vezes todos os dias, sendo 7 vezes de manhã, 7 antes do almoço e 7 à noite (28, p. 240-1).
Há um exercício respiratório durante o qual você deve contemplar em seu interior a cor branca. Imagine essa cor se derramando sobre você, como uma ducha. A inspiração deve ser rítmica: conte até 4 durante cada inspiração e expiração e, enquanto isso, pense na cor branca e na pureza. É melhor fazer o exercício ao ar livre, se tiver um quintal.
A cor amarela corresponde à Sabedoria. O vermelho se relaciona com o Amor e a Vida A cor verde com a Criação.
Por trás de cada uma dessas cores, há uma força racional da Natureza. A cor é apenas uma máscara dessa força (9, Palestra V, p. 61).
Referências Bibliográficas
2. O mundo divino e humano, 1940, pág. 398.
5. Possibilidades de felicidade, 1995, Editora Heliopol, págs. 75-7, 80, 81-2. 9. Palestra 5 (A vida racional), 1995, pág. 61.
28. Os bons hábitos, 1994, págs. 240-1.
31. O caminho do discípulo, 1927, págs. 115, 223. 35. Acordar, 1944, pág. 293
49. Direção do crescimento. O lugar sagrado (As regras higiênicas), 1995. 56. Os pontos de contato dentro da natureza, 1994, págs. 113, 121.
69. Orações, fórmulas, regras e métodos de trabalho do Mestre, 1998, págs. 41, 42, 43, 64. 73. O testamento do Amor (3 tomos), tomo III, pág. 26.
96. O fogo sagrado (arquivos de Boyan Boev, 2 tomos), Editora AlfaDar, tomo I, págs. 93, 94, 95, 98. 124. Para a respiração (anotações estenográficas de Boyan Boev), págs. 11, 98.