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1.Roteiro de Calculo Cypecad

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 ROTEIRO DE CÁLCULO CYPECAD  ROTEIRO DE CÁLCULO CYPECAD

Sumário

Sumário

Providências

Providências iniciais:...iniciais:...22 Dados

Dados gerais:...gerais:... 22 Tabela 1 -

Tabela 1 - Classe de agressividade ambiental...Classe de agressividade ambiental... 22 Tabela 2 - Correspondência entre classe de agressividade (CAA) e qalidade do concreto...! Tabela 2 - Correspondência entre classe de agressividade (CAA) e qalidade do concreto...! Tabela ! " Correspondência entre classe de agressividade ambiental e cobrimento nominal para #c Tabela ! " Correspondência entre classe de agressividade ambiental e cobrimento nominal para #c $

$ 1% 1% mm...mm...&...& 'ntrodo

'ntrodo de de pilares:...pilares:... && 'ntrodo de *a+es e vigas de ,ndao " dlo de /in0ler...

'ntrodo de *a+es e vigas de ,ndao " dlo de /in0ler...  'ntrodo de

'ntrodo de vigas:...vigas:...  'ntrodo de

'ntrodo de ros:...ros:...  Crit3rio sobre determinao

Crit3rio sobre determinao da altra das da altra das cortinas de concortinas de concreto:...creto:...  'ntrodo

'ntrodo de de *a+es:...*a+es:...  *a+es macias: ... *a+es macias: ...... *a+es pr3-4abricadas:... *a+es pr3-4abricadas:...... *a+es nervradas:... *a+es nervradas:... 55 Para todos os tipos de la+es: ....

Para todos os tipos de la+es: ... 55 Armadras

Armadras em em *a+es...*a+es...5...5 'ntrodo de

'ntrodo de sapatas e sapatas e blocos:...blocos:... 66 C7lclo

C7lclo da da obra...obra...6...6 8eri4icao

8eri4icao de de 9esltados...9esltados...  8igas:...

8igas:... ;dio de

;dio de armadra armadra de vigas:...de vigas:... ;dio de

;dio de armadra de armadra de la+es...la+es...1212 *a+es

*a+es macias:...macias:...12...12 *a+es

*a+es pr3-4abricadas:...pr3-4abricadas:...1212 <erao

<erao de de desen=os:...desen=os:... 1212 <erao

<erao de de locao locao e ce cargas:...argas:...12...12 1.<erao da

1.<erao da armadra das 4nda>es armadra das 4nda>es em blocos o sapatas...em blocos o sapatas...12...12 2.<erao de armadra de pilares...

(2)

Copiar o modelo de pastas da obra padrão e renomear, através do explorer do CYPE.

Para abrir obras antigas? calcladas em vers>es anteriores? acesse: arqivo@importar@obras antigas.

tiliBando o gerenciador de arqivos do cpecad? copiar a obra padro da calcls para o diretrio calclo? renomeando o arqivo.

- Toda veB qe entrar no cpecad? alterar o incremento do passo do crsor para %?%%. Providências iniciais:

- Providenciar gerao da m7scara.

- *anar os pontos 4ios dos pilares na m7scara marcando-os com m cErclo.

- Fempre qe criamos m novo laer no d4 e depois o importamos novamente no cpecad? devemos acessar d4? laers da vista e ligar o laer recentemente criado.

Dados gerais:

- Alterar o nome da obra.

- Felecionar o concreto da obra (aconsel=7vel tiliBar maior 4c0 nos pilares). - Criar os grpos e pisos da obra.

-  Gas a>es de vento colocar corretamente as dimens>es de cada pavimento. Tomar cidado

 principalmente com os pavimentos speriores tais como reservatrios? casa de m7qinas? empena? etc.

- 8eri4icar qal o ,c0 a ser tiliBado para a obra e o cobrimento da armadra nos v7rios tipos de

 peas? con4orme crit3rios abaio estabelecidos pela GH9 116@%!.

Tabela 1  Classe de agressividade ambiental Classe de

agressividade

ambiental Agressividade

Classi4icao geral do tipo de

ambiente para e4eito de pro+eto 9isco de deteriorao daestrtra

' ,raca Fbmersa9ral 'nsigni4icante

'' oderada rbana 1). 2). Peqeno

''' ,orte 1). arin=a 1). 2). 'ndstrial <rande

(3)

'8 ito ,orte

1)..!). 'ndstrial

9espingos de mar3 ;levado

1). Pode-se admitir m microclima como ma classe de agressividade mais branda (m nEvel acima)  para ambientes internos secos (salas? dormitrios? ban=eiros? coBin=as e 7reas de servio de apartamentos residênciais e con+ntos comerciais o ambientes com concreto revestido com argamassa e pintra).

2). Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda (um nível acima) em: obras em regiões de clima seco, com umidade relativa do ar menor ou igual a 65%, partes da estrutura protegidas de cuva em ambientes predominantemente secos, ou regiões onde cove raramente.

!). Ambientes qimicamente agressivos? tanqes indstriais? galvanoplastia? branqeamento em indIstrias de cellose e papel? armaB3ns de 4ertiBantes? indIstrias qEmicas.

Tabela !  Correspondência entre classe de agressividade "C##$ e %&alidade do concreto

Concreto Tipo Classe de agressividade (tabela 1)

' '' ''' '8 9elao 7ga@cimento em massa CA J %? J %?% J %? J %?& CP J %?% J %? J %?% J %?& Classe do concreto (AHGT GH9 6!) CA K C2% K C2 K C!% K C&% CP K C2 K C!% K C! K C&%  Gotas:

1. L concreto empregado na eeco das estrtras deve cmprir com os reqisitos estabelecidos na AHGT GH9 12.

2. CA corresponde a componentes e elementos estrtrais de concreto armado. !. CP corresponde a componentes e elementos estrtrais de concreto protendido.

(4)

Tabela ' ( Correspondência entre classe de agressividade ambiental e cobrimento nominal para )c * 1+ mm

Tipo de estrtra Componente oelemento

Classe de agressividade ambiental (tabela 1)

' '' '''   '8!). Cobrimento nominal (m) Concreto Armado 2). *a+e 2% 2 ! & 8iga@pilar  2 !% &% % 1).

Concreto protendido Todos !% ! & 

1). Cobrimento nominal da armadra passiva qe envolve a bain=a o os 4ios? cabos e cordoal=as? sempre sperior ao especi4icado para o elemento de concreto armado? devido aos riscos de corroso 4ragiliBante sob tenso.

2). Para a 4ace sperior de la+es e vigas qe sero revestidas com argamassa de contrapiso? com revestimentos 4inais secos tipo carpete e madeira? com argamassa de revestimento e acabamento tais como pisos de elevado desempen=o?  pisos cerMmicos? pisos as47lticos e otros tantos? as eigências desta tabela podem ser sbstitEdas por NLbsO? respeitando

m cobrimento nominal K 1 mm.

!). Gas 4aces in4eriores de la+es e vigas de reservatrios? esta>es de tratamento de 7ga e esgoto? condtos de esgoto? canaletas de e4lentes e otras obras em ambientes qEmica e intensamente agressivos? a armadra deve ter cobrimento nominal K & mm.

Lbs:

Ls cobrimentos nominais e mEnimos esto sempre re4eridos  sper4Ecie da armadra eterna? em geral  4ace eterna do estribo. L cobrimento nominal de ma determinada barra deve sempre ser:

A - C.nom K Q barra

H - C.nom K Q 4eie $ Qn $ Q Rn

C - C.nom K %? S bain=a

*egenda:

Q - DiMmetro eqivalente de m 4eie de barras n - GImero

<9A8A9 AF T;*AF DL CLH9';GTL DAF A9AD9AF ; P*AG'*A DL ;UC;* L LP;G L,,'C; AT9A8VF DL CLAGDL A*T P9'GT FC9;;G GL D'9;TW9'L D; DLC;GTLF 'GT;9GLF DA LH9A.

ntrod&-ão de pilares:

- Xando =over +nta de dilatao? procrar locar os pilares de modo qe 4iqem +stapostos

com espao de 2 cm entre os mesmos. Deste modo poder7 ser tiliBado apenas m bloco de estacas o sapata para os mesmos.

-  Gomear os pilares como 1? 2? !?...? 11? etc. ; depois da estrtra de4inida renomear os pilares de

4orma seqencial da esqerda para direita e de cima para baio como P1? P2? P!?...?P6? P? etc.

-  Ga colna da esqerda das dimens>es do pilar? colocar sempre a dimenso do lado paralelo ao

eio NO global? e na da direita a dimenso do lado paralelo ao eio NO global. 'sto 4acilita a identi4icao da direo de atao dos momentos 4letores atantes qando da edio de pilares o no relatrio de es4oros. Ls es4oros m e m so 4ornecidos tendo os eios locais do pilar

(5)

como re4erência. 'ntrodBindo as dimens>es da 4orma descrita anteriormente? os eios locais dos  pilares coincidiro com os eios globais da obra. Fe rotacionarmos o pilar em %Y o qalqer

otro Mnglo? os eios de re4erência de atao dos es4oros dos pilares rotacionam +ntamente? di4icltando a sa interpretao devido  necessidade do con=ecimento do Mnglo de rotao do  pilar.

- Pilares com carga =oriBontal no podem ter coe4iciente de engastamento redBido em certas

sita>es.

- ;m op>es de pilares? introdBir o cobrimento adeqado para a obra.

ntrod&-ão de a/es e vigas de 0&nda-ão ( 2d&lo de 3in4ler.

C#55E5 DE 566 7D86 DE 39E; "9<m=$

Folo ligeiro de tr4a e lodo %%% - 1%%%%

Folo pesado de tr4a e lodo 1%%%% - 1%%%

Areia 4ina de rio 1%%%% - 1%%%

Camada de =Ims? areia e cascal=o 1%%%% - 2%%%%

Terra argilosa mol=ada 2%%%% - !%%%%

Terra argilosa Imida &%%%% - %%%%

Terra argilosa seca %%%% - 6%%%%

Terra argilosa seca dra 1%%%%%

Ims 4irmemente estrati4icado com areia e  pocas pedras

6%%%% - 1%%%%%

L mesmo com mitas pedras 1%%%%% - 12%%%%

Cascal=o 4ino com mita areia 4ina 6%%%% - 1%%%%%

Cascal=o m3dio com areia 4ina 1%%%%% - 12%%%%

Cascal=o m3dio com areia grossa 12%%%% - 1%%%%

Cascal=o grosso com areia grossa 1%%%% - 2%%%%

Cascal=o grosso com poca areia 1%%%% - 2%%%%%

Cascal=o grosso com poca areia? mito

(6)

ntrod&-ão de vigas:

- Alterar o coe4iciente de engastamento de bordo de todas as vigas para %?%.

- Tomar cidado com vigas de bordo com largra$% em contato com otras vigas do mesmo tipo

o di4erentes e atribEdas a m plano de nEvel di4erente? pois acsa erro no c7lclo. Para qe isto no acontea? introdBa a viga com ma certa largra? atriba ao nEvel dese+ado e depois

trans4orme em vigas de bordo largra$%.

- ,aBer as vigas +stapostas nas +ntas de dilatao com mesma altra. - Procrar sar pocas altras di4erentes de vigas na obra. Go m7imo !.

- ;m op!>es de vigas? introdBir o cobrimento adeqado para a obra e optar se dese+a armadra

sim3trica negativa para vigas de m s tramo.

- ;m Lbra@Lp>es de 8igas@*imites de ,lec=a em 8igas? escol=er qal limitao impor para a

4lec=a ativa (geralmente tiliBar c@%%).'ntrodo de la+es:

ntrod&-ão de &ros:

 – Prolongamento de ros: Xando se tentar prolongar m mro e o mro selecionado no se

 prolonga? entre em prolongamento de vigas? cliqe com o boto direito do mose e selecione Nviga a ser prolongadaO.

Critério sobre determina-ão da alt&ra das cortinas de concreto:

 – L nEvel sperior destas dever7 ser de !% cm acima da cota 4inal do terreno. Xando o vo entre

o topo da cortina e o nEvel in4erior da viga do pavimento sperior 4or menor qe &% cm a cortina dever7 ser pro+etada sstentando a la+e do pavimento sperior. L cliente deve ser consltado e obtido se parecer sobre este crit3rio.

ntrod&-ão de a/es:

a/es maci-as:

- Alterar o coe4iciente de engastamento das la+es macias para %?5.

- 8eri4icar qal opo dese+a marcar em op>es de la+es@armadra de la+es

retanglares@considerar c7lclo e armadra de la+es retanglares.

a/es pré>abricadas:

(7)

a/es nerv&radas:

-   tiliBar o recrso de Nalterar pto de passagemO e de4inir m mesmo ponto em todos os

 pavimentos? para qe o posicionamento das nervras se+a igal.

Para todos os tipos de la/es:

 – ;m op>es de la+es? introdBir o cobrimento adeqado para a obra.  –

#rmad&ras em a/es

#rmad&ra de base a/es 9erv&radas: #rmad&ra base in>erior

9erv&ras ? @ 9 A 1+ cm com c&beta plBstica

Atribir como armadra de base sempre 1Q (para garantir o cobrimento mEnimo de norma? +7 qe neste tipo de la+e a nervra 4icar7 eposta)como armadra base? adotando o diMmetro mais econZmica para o caso[

9erv&ras 9  1+ cm com c&beta plBstica

Pode-se adotar 1Q o 2Q como armadra base? adotando o diMmetro mais econZmica para o caso[

9erv&ras diversas com blocos cermicos

Adotar 2Q como armadra base? adotando o diMmetro mais econZmico para o caso? +7 qe as nervras no 4icaro epostas.

Pode-se adotar 1Q? se 4or tiliBado espaadores para garantir a dimenso da nervra (qando no tiliBado espaadores o concreto emprra os blocos cerMmicos diminindo a seo das nervras).

#rmad&ra base s&perior

Adotar sempre 2Q da bitola mais econZmica para o caso.

#rmad&ra de distrib&i-ão " man&almente$

Adotada a recomendao da GH9 1&6-1? qe em se item . cita tiliBar mEnimo de %? cm\@m e no mEnimo ! barras por metro.

Ls 4erros speriores da armadra base e re4oro so considerados para o c7lclo da 7rea mEnima ( %? cm\@m) e espaamento m7imo(! barras por metro) da armadra de distribio.

arg&ra da nerv&ra em >&n-ão da armad&ra base adotada

Fege abaio? o qadro com a in4ormao das menores largras das nervras de la+es nervradas com enc=imento de blocos cerMmicos. Para tal? 4oi considerado cobrimento lateral

(8)

de 1? cm e distMncia entre barras de 2?% cm.

 Laje com bloco cerâmico

Armadra Hase Adotada *argra da Gervra

2Q K ? cm 2Q?! K ?% cm 2Q6 K ? cm 2Q12? K 5?% cm 2Q1 K 6?% cm aci-os aci-o in>erior

tiliBar a mesma armadra de base da tiliBada na nervra in4erior. aci-o s&perior

tiliBar &Q? adotando a mesma bitola da tiliBada nas nervras speriores da direo considerada? onde? 2Q segem con4orme alin=amento das nervras e dois 4erros 4icam na metade da nervra? para cada lado. Colocar no PAC para inserir este detal=e de posicionamento na armao de la+e.

ntrod&-ão de sapatas e blocos:

Xando =over +ntas de dilatao? com pilares +stapostos? e os dos blocos do pr3dio 4orem dimensionados como das obras separadas? dimensionar a sapata somente em ma das edi4ica>es viBin=as  +nta de dilatao? acrescentando a carga do otro pilar viBin=o no pilar em qe a sapata ser7 dimensionada? colocando-a como carga concentrada no pilar no grpo das 4nda>es.

embretes:

- Xando =over +nta de dilatao? nmerar primeiro todas as vigas e la+es de m lado da +nta e

depois as do otro.

- Xando no sero aproveitadas as armadras de todas as vigas de m pavimento? deve-se entrar

em vigas contEnas no men de vigas e separar as vigas contEnas qe =a+a necessidade e modi4icar a seq]ência de nmerao das mesmas.

CBlc&lo da obra

Aps lanada a estrtra calclar a obra qantas veBes 4or necess7rio at3 c=egar no modelo de estrtra adeqado. Aps c=egar  este modelo? e4etar os segintes procedimentos antes de 4aBer o c7lclo de4initivo:

(9)

- 9enomear os pilares de acordo com a nomenclatra dese+ada.

-  Gomear a re4erência das vigas de acordo com o nY dese+ado em cada pavimento.

- ;m op>es de vigas veri4icar crit3rio de nmerao de vos. tiliBar pre4erencialmente a opo

NGmerao al4anm3rica dos tramosO[ Ncomeando por aO

- 8eri4icar as vigas contEnas e se necess7rio? separar o agrpar vigas o renome7-las. Ateno

especial para vigas qe se encontram a &Y? pois normalmente nindo estas vigas gan=amos rigides e 4acilidade de eeco das armadras no encontro das mesmas.

- Atribir as armadra de base das la+es e armadras pr3-determinadas.

eri>ica-ão de ;es&ltados

igas:

- 8eri4icar todos os pilares e adeqar se>es.

- 8eri4icar erros em vigas e modi4icar as dimens>es con4orme necess7rio.

- 8eri4icar de4orma>es das la+es e armadras. Proceder s altera>es necess7rias para

compatibiliBar de4orma>es o armadras.

- Aps e4etadas as altera>es acima e a estrtra estar de4inida e aprovada? visalisar

rapidamente a armadra de todas as vigas 4aBendo ma an7lise crEtica da armadra para deteco de erros de introdo de dados o necessidade de alterao de con4igra>es? tais como coe4icientes de engaste? comprimento m7imo de negativos? criao de articla>es? etc. 9;FL XAGT'DAD;F DA LH9A:

 –  <erar relatrio do Cpecad de Xantidades da Lbra e eportar em 4ormato rt4 para a pasta de

9esmo ateriais da obra.

Edi-ão de armad&ra de vigas:

- Xando a armadra de montagem sperior tiver emendas? 4aBer com qe elas coincidam com as

da armadra in4erior no mesmo apoio. Para isto tiliBar os recrsos de deviso e nio de armadra o alterao do comprimento no modo edio de armadra. Para alterar a armadra  porta estribos? tiliBar somente o comando de alterao dos etremos da barra? pois os comandos de corte e emenda geram erros qando tiliBados nesta armadra. L comprimento de traspasse da armadra porta estribos deve obedecer o comprimento mEnimo para qe possa ser considera colaborante? de acordo com a seginte tabela:

Q --- compr. Ancoragem(cm) p@ 4c0 16 mpa. (Bona m7 aderência) ?! --- &

6?% --- % 1%?% --- 5%

(10)

12? --- 2 1?% --- 11 2%?% --- 1&%

- Xando no 4orem aproveitadas todas as vigas geradas de m pavimento? deve-se desmarcar o

qadro resmo na con4igrao do desen=o de vigas. Aps geradas as pranc=as? mover todas as vigas qe no sero aproveitadas? separando-as das dese+adas. Fe necess7rio? criar ma nova  pranc=a vaBia.

- Xando =over nY ecessivo de barras negativas em ma viga? amentar o S da armadra de

(11)
(12)

Edi-ão de armad&ra de la/es a/es maci-as:

1$ #rmad&ra in>erior:

- 'galar as barras de armadra de mesma bitola e espaamento qe este+am di4erenciadas por

detal=es de comprimento de ganc=os o eistência o no dos mesmos? sempre analisando a viabilidade de igalao para cada caso.

- ;mendar barras de mesma bitola e espaamento em la+es viBin=as desde qe o comprimento da

 barra no ltrapasse 12%% cm.

- 'galar a dimenso dos ganc=os de etremidade das barras em la+es de mesma espessra o at3

mesmo em la+es de espessras parecidas se possEvel.

- over as armadras longitdinais para a parte in4erior do pano da la+e e a armadra vertical

 para o lado direto do pano. !$ #rmad&ra s&perior

- 'galar ganc=os qe esto sobre as la+es (no esto dentro das vigas). ,aBer di4erena de 1 cm

entre as dimens>es dos ganc=os da armadra longitdinal e transversal.

a/es pré>abricadas:

- 'galar armadra negativa em resltados@vigotas@igalar e ocltar armadras igais.

Fera-ão de desenGos:

Todos os desen=os devero ser gerados con4orme as con4igra>es padroniBadas eistentes na obra cpe^2%%%"padro calcls? tiliBando a opo NvaBioO com as dimens>es: Dimx*!11 e DimH*!I?.

Passar os dados de 0c4, >ator #<C e m2d&lo de elasticidade do concreto  para ser inserido em todas as 4ol=as de armao.

Figa as orienta>es abaio para algmas a>es qe no so parametriB7veis: Fera-ão de loca-ão e cargas:

Gerar relatório de “Arranques em pilares, pilares-paredes e muros por hipótese” em formato rtf para word 97 e anteriores com o título “Cargas unda!"es” sal#ando no diretório “$ocumentos internos” da o%ra&& A%rir o arqui#o no e'cel e fa(er as seguintes altera!"es)

1. Fera-ão da armad&ra das >&nda-Jes em blocos o& sapatas.

2.1. <erar na escala 1@2? com a Tabela ,erros e sem a Tabela 9esmo? pois o Cpe no mltiplica pelo nImero de repeti>es nesta Iltima? gerando assim m dado errado.

(13)

 +ntamente com a armao de pilares. Colocar instro no PAC para qe os desen=istas coloqem observao na 4ol=a de armao de blocos@sapatas: a armação dos arranques encontram-se  juntamente com a armação de pilares.

2.! ;ditar as armadras veri4icando bitolas e espaamento dos 4erros. ;m blocos? diminir o diMmetro das armadras secnd7rias? pois o Cpe maior o igal a Q 1%.% mm.

2.& As armadras principais dos blocos so as segintes:

+1 estaca   estribos =oriBontais e verticais. Ga 7rea de ao para colocao dos estribos verticais podemos descontar a seo de ao das esperas dos pilares.

+! estacas (  armadra longitdinal in4erior? na direo das estacas. Ls estribos verticais so necess7rios como armadra de sspenso para as barras colocadas sem apoio sobre as estacas. Fe colocarmos toda a armadra longitdinal sobre a cabea das estacas no =7 necessidade de estribos verticais. Para isso deve-se tiliBar Q maiores e menor qantidade de barras. A armadra longitdinal sperior serve apenas como porta estribo.

+' estacas (  armadra in4erior nindo as cabeas das estacas. Deve ser colocada  pre4erencialmente apoiando-se sobre a cabea das estacas. Para isso deve-se tiliBar Q maiores e menor qantidade de barras. ;stribos =oriBontais e verticais so desnecess7rios? a no ser em blocos de grande altra e carga elevada como armadra de costela.

+K E5T#C#5 68 #5  " armadras longitdinal e transversal in4eriores? distribEdas em

espaamento ni4orme. ;stribos =oriBontais e verticais so desnecess7rios? a no ser em blocos de grande altra e carga elevada como armadra de costela.

2. <erar o relatrio de qantitativo de 4nda>es em 4ormato =tml (bom para ser aberto no ecel) e salv7-lo dentro da pasta de resmo de materiais da obra.

" c#pecad gera a armadura dos pilares da seguinte $orma: ) esperas com comprimento (altura da sapata & espera) 'untamente com a arma!o das sapatas. 2) armadura com comprimento (nível grupo   nível superior da sapata & esperas) *uando geramos a arma!o dos pilares do grupo .

+ormalmente eecuta-se na obra uma barra inteira da sapata ao grupo .

esabilitar a op!o de gerar os arran*ues, deiando *ue os mesmos se'am gerados  'untamente com a arma!o de pilares. Para desabilitar esta op!o, dentro do c#pe, ir em desenos da obra, desenos de plantas, detalamento de $unda!o, acessar a op!o con$igurar, depois desabilitar a op!o Detalhamento arranques.

!. Fera-ão de armad&ra de pilares.

  armadura *ue vem desde a $unda!o, ser/ gerada 'untamente com a arma!o dos pilares, indicando com comprimento vari/vel. " comprimento dos $erros *ue vem desde a $unda!o devem ser de$inidos no deseno como vari/vel e deve ser introdu0ido na pranca o detale padro DP01.dwg ar*uivado na biblioteca estrut. concreto com o comprimento das esperas e as observa!ões padrões (isto já está solicitado na IDE 07). ssegurar-se de *ue o cobrimento *ue consta no *uadro se'a igual ao cobrimento utili0ado no c/lculo e detalamento da armadura no c#pecad.

1uando geramos a armadura de pilares de um certo grupo, estamos desenando o treco do *ue sustenta o grupo gerado.

 s esperas dos pilares, de um pavimento ao outro, $icar/ com comprimento con$orme gerado pelo c#pe, com a op!o de redu!o de com"rimentos de ancoragem em "ilares abilitada (ver em dados gerais, por elemento, op!o de barras verticais, redu!o de comprimentos de ancoragem em pilares com as duas caias abilitadas).

#o caso de $unda%es em radier& os "ilares de'em ser gerados a "artir do gru"o imediatamente su"erior s $unda%es.

erar a armadura dos pilares de todos os pavimentos de uma s3 ve0 para *ue se'am organi0ados por prumada de pilares no Pr3-rmar. +o / necessidade de organi0ar os pilares ou e$etuar *ual*uer altera!o na gera!o dos desenos no c#pecad.  organi0a!o ser/ $eita no Pr3- rmar.

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4lt&Print 9creen7 e colar em ar*uivo do ord. 9alvar o ar*uivo dentro do diret3rio 4documentos internos7 da obra.

Referências

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