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2..~ Inino1-·iu..~3 n~lc:~~.,::-,11.:l.2.s 01...1 t2-i;~nj.;:lS etc j\.:lg·:)lu~
- Ctlx(':'\2"";t ir 2 .. ~:.:;_::Cj':- L\cJ.~ CC circl.\1:\ç3.o ele todos os cicl2..0.aõs ~I1gC-lél110S 0..
-t Y';J.\rés ~1~"\ t2r:(i"':..(~Y:io I1é\c i orlé .... l
- S·Jl:~_,~2 .. r j_cclo.cle t e": i~êJ..l '.::t'~:;! tc:j os os PO'7()S 2.i'ric2~110S
in~,21)êr:c1 .. erÁr;J..2. c: OTI1p 1 ct.::: ... C 2IJ ~?L\.:t .. ticLll~r C ()l".1 c s pov'os e
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ÇOGS de Í c:r C'Ll:'.1a:, 8.2 ·2J~Cnç~~["'· ;::GJ3-9:~. os~_~:.·~ ou (:te C011.\:i(:Ç08S f~~~losóf:' c~s - go
-z2lrá do d.i~ct2:i -... C .:~? ";""0:;;'0 ~., r.)éJ..}~";:J..:t (Ios ~l.C ~·.ll.üS c · C!. o c:'irei -::0 de clC:Ç1i b i l ic1
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part~~ d83 2~ ~nos. i' ,
s'm ·.r2.gl 0 un.ivc~s2..1? di recto e se
-creto
.t:J.1I. /\.:Js~~·lol(:.:5_L.1 (~o ::-'0';;·0 dG
ti·~t'o de. ~st .:,.C1.C)f)
i\n]olo. O Uí9Zlr '" 0 su~rcmo
do
Dc~er lcgisl~:A ~ss~mblcia do Pevo ~c Angol~ ter[ ori gem CD clciço5s gerais livres.
1l\' T,""'.::::'\. ,c.,J : 1C,.: r.-.l·t:>~_ i.ç,o,~ ~_~ ;c< o.,,~_')-_ _... .-:,3,_ _ .-· • l_ '... ~"""--. I C " ; : " I "'C- oe.-J 1..J<..--..·">""... ';"J... :010" ... ? D,,1: ... 14hC_~ l.<_ • "0..... .J,:::;. c lro._'-;1u".-1-1.A...:J '; ;:C -l, ... ~,,v ""'d...::;... r;.r~~o .:ll:;resGn ...
- A Assembleia do Povo de Angola elaborará a primeira Constituição da Repúbli_
ca de Angola"
- Todos os membros da Assembleia do Povo de Angola designará um governo de co_
ligação que reforce efectivamente a união entre as minorias nacionais ou etnias,
as diferentes regiões do pa{s,as diferentes camadas sociais e os diferentes par_
tidos pol{ticos~ e que exprima realmente a vontade da nação em prol da liberdade
e do progresso de Angola e contra a alienação politica,econ6mica,territorial ou
cultural do paí s a inter esses estrangeiros.
- O Governo da República de Angola ser& o 6rgão supremo do poder executivo do
Estado.
- O Governo da República de Angola terá o poder ~onferido pela Assembleia do
Povo de Angola e responder~ pela sua politica perante est a Assembleia.
Cada região au"!iónoma terá o direi to de adopt:1r dj_sposições regionais adapta_
das às suas particularidades,dcsde que não estejam eU! contradição com a legisla_
ção geral de Angola.
Africanização dos quadros de todo o aparelho admini strativo do país.
Garanti as de protecção de acordo com a Declaração Universal dos Direitos do
Homem;à pessca de t odos os est rangeiros que resoeitem as l ei s em vigor no país.
5) RECONS'r::'UCç;{O ECONÕl\1ICA E DESENVOLVn1ENTO DA PRODUÇÃO
Desenvolvimento por eta,pas e planificação de economi a de Angolac
Transformação de Angola num país econ~micamente independente,industrial,
, ' n t
moaerno,prosporo e Ior e.
- Desenvolviment o da agricultura,visando sobretudo a liquidação da monocultur"
o :aum~nto progressivo da produtivida~e agrícol a e a mecanização progressiva do
trabalho rural.
- Criação e desenvolvimento progressivo das empresas comerciais e industriais
do Estado/das cooperativas de compra e venda;das cooperativas de produção. Cria_
ção progressiva de ind6strias pesadas e ligeiras
consumo corrente do povo.
a produção de artigos de
Exploração pelo Estado dos recursos energéticos do país.
Restauração e desenvolvinento das ind6stri as tradicionais africanas.
Abolição dos previlégios atribuidos pel o regime
micas portuguesas.e ~s outras eopresas portuguesas.
colonial às
Desenvolvimento dos !:leios de comunicação e transporte.
Protecção da ind6stria e do com~rcio privados.
,
empresas econo
Encorajaoent o da ind~stria e do com~rcio privados úteis
à
economi a do Estadoe
à
vida do povo.As empresas exploradas por estrangeiros terão de se conformar
em vigor e!:l Angol a,
"' as novas leis
- Protecção das empresas econ6oicas exploradas por estrangeiros e que sejam
' t · "' . , "
-Desenvolv.imento intensivo das rel ações econóhlic~s en+'re as cidades e os campos
no
s
~
ntid
o
~Uhl
Belhoraoento progr essivodas condições de vida no campo e da el eva-ção de nível da vida das populaçõe2 c~mponesas.
~A
p
l
icação
ef
e
ctiv
~
de UDa política que t enha em conta, ao mesmo tempo, osi
nt
e~
resses dos empregados e dos patrões.
-Criaç'5.o de UE! Banc::: de Estado e de una moedo,
H~
.
cion
a
l.
=
vi
t~
r
a inflação e es-tabilizar a moeda.
-Controle pel o Estado no interesse de todo o povo, do comircio ext erior de An
-gola.
.. P t ' C b t ,'n ·
-Revisão da,assim chamada Jlvida de Angola para coo cr ug~~. oe a cr o aeIl
--
,
cit d~ bal~nça comercial de Angol a. Equilibrar as receitas e as despesas dO pals
-Abolição do sisteoa fiscal inst it uído pelos
coloni
a
li
~tas
portugueses e cria-ç[o de UD novo sisteoa f iscal justo, racional e siDp~es.
-AjustaDento e estabilização dos preços.
_Luta contra ~ especulação.
6) r eforDa agr~ria
-~plicação de UDa r eforoa agra
,
rl.
a, t endente a fazer desaparecer todas as injustiças, a liquidar o monopólio privado dos produtos de conSUDO agrícol a e real i
-zação do princípio: a t erra para ~s que trabalhaDo
1\"':'" • . , . ,....
-1"H1C0:1n:1. 11 ZQçao das t erras dos advers~rios do movimento popular para a inde
-1',.",1;'.",.;.) inr!cli ata e cODpl et a de Angola, dos trai élores e dos inimigos declarados i1 () T-( t-õ L ") ,-1 (), I) 1 ! b .) 1 n ~1 ,-... i "l \ r~ ~:p v J1 (1 r-11. t; C e d G f..J o c r i~ t i c o ..
-Definiç~o dos l imi tes da extenrrro d~ propriedade rur~l t endo em conta a situo.
- , . . . . 1 I
ça~ .~grarla oe caQ~ oc~lidade.
o-Lpós revis8,o dos t ítul os de posse ·Uo.s terras, cOL1pro. pelo I::~siado, a justo pre
ço do.s t erras ~ue ultrapassem os l imites est~belecidos pel a l ei.
-Distribição dc.s t erras ~os carírponeses SBCl t erras,
f icient e.
e aos que não
....
ulverer.1 o su --Os benefici&rios d~ _ ~_ ~nrtl·lha ~ dn,q _~ t erra."q __ 1 ega~1 men t e repar t · ' l~as n~a, a t erão apagar neD aos expropriados nem 0.0 Estado.
-Salvaguo.rda dos direi tos conquista~os pel os camponeses no curso da luta po
pu-lo.r pela independ~ncia de Lngol a.
7) política Social de Justiça e de Frogresso
-Prot ecçao pelo Estado dos direitos dos trab~lhadores, dos camponeses e de to
-das as camadas sociais que defendam cc activ,"""~ou ente a 1·nd ~ epend ' · ° enCl~ ae ~ ",. ngola, a so
-be.rani a eo. unidade elo D~ OVO' angol__ :O:.'10 e a l. n t egrl . d Q..e d t errl . t ori aI do paiso .
-Abolição imediata do regime de t rabalho forçado.
Resp. ei to pel a independênc i ~ !1 ef e c t· -lva ao, s Sl o h a1lc· a t os e das organizaçoes legais
dos trabalhadores.
Instituição do dia de trabalho de oi t i horas e ap_ . liaaça~o progresslvo a de novas
- F.x
,
aC~o ~ pclo . . , 2st.. a0.or~gorõsa do prlllclplO :
de urnial~rio mtnifuo de trabalh~dores
TI A trabC'lho igu<:.l , sal2crio igual . "
e a~:>lic':,ção
,(:,bolição de
todas as descrimonaço~s fio -,~ ~"'~. ~""vo
,
~-:-10 ~ ~(1...
~-;\de -.
c de orlo• -' em etnlp . ca .- r rotecç5o das igrej as, dos lugares e objectos de cdlto, ~as
reconhecid2..s
institui...,
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- Igu:c..'dade tota de Glrel os sem Cl.:3 clnçao o.e sc;c~' ç~ '- • , J " . ;:o. Do11ti co económico, social c cultur~L ,.S mulheres terao r:'.gorosamente os
4 , . _
meS;:,10S direi tos que os homcns.
• "" 1 • A ' . • 1 ' " . . ,-" .' ~ _. toc'o'"
os
ciclad2:os- f\.pl l caçao ca 0..SS lS·t cI1Cla. ·soC=-.:1 • . ': :SS·J..3.l.cnC_i..!J. <.J... J. ~
lanos dcs':.rovidos de r-::~cursos e vít imE",s
de
doençZ'" ou de c1cse:m~')rego;Lu9t5.rio, ~ ou ::l.tingi,::'::...s pel2- velhice ou inv.::üic1ez.
an
go-in
vo-,
- Li':l'-'.i6,:::.çE\o progressiva do c1.eser,lp:rcgo. G2..rantia de t rcab;).lho ,J,.os opera
-. ' ,. , ." c,· on'·_··o .... ~o'" J'ovcnr- -1"12 "'c"'b"'liJ os ~eus estdms.
rlos, C;:,1 1 cg:;,c.os, .. ,~un _. u..J_.i... S \.:: , .• "" '" ",-. ' '-c' <..-, "-" L _
- Assist~nci~ pr~vilegia~a
dasu~ D~~ticipaç5o ~ctiva no
~ , .. ... ~ ~I': ~ {1-- ":) ~ -' r-....
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R "- l.qulo.aç~o ('1.:\ cu ture. e Cduc2.çao cc OD.l2..L:1.Sto.s c lnperl2.. lS -C.S. e:r
or-ma do "msinc em vmgôr. Desenvolvimento da instrução, do. cultura c cl::l
edu-.. . " l'b ~, ' 1 1' _" 1
C:::.Ç2,O ::,0 scrvlDço ü~ - 1 -erGO,ce e co progresso p~C:"l:IDCO 0 0 povo o.n90 ano.
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• - I, J..~sLr~çao pUD :.tc::,. ser :.:.. co~pet-3nci::\ do :r1C~;"'La sob sua
0-rlenta<;2.o dl.recta .
- O:=·rig~y1:'oriC?d.~dG .. cgra--cui.0.,:,,'.G..e
ri.?. efectivu.. e progressiva d2.
.
~ ~. ,
l nscruçao pr~ma
-Desenvolvimento d.o ensino' secundári o e do ensino t 6cnico c pr of i ssional,
bem como c10 ensino 5u';er i or.
:~st::.belecimeD.to de r el2.Cocs cul -Curais cm.} Da.Ís25 estrangeir os . Formi'lç3:o e
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HINO
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2)
Com o povo heróico e generoso
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Hoss2.. voz por :'.ngol~ 8COé'.
S {az recliap 2, t i r2.ni;:.
Decididos unidos march3illos
~lto
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f~cho 1cv~ndo ~ccsol\iFLA vi tório.. ou. morte
FeIo povo t octos .:\.0 at,~,quc
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3) ' Cs herois guebrz-.ri-\D as ,:\l-gcm2.s
Paro. v::mcer o colonL:'.li sno
E cri 2r . U".Ij12t . .:-':..i1g. al (l rcnov:.l(~a ..
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Do t eu solo rcga.c'.o c ge~'leroso
FcJ.o sO.~'91-~c márti.r dos t eus f i .
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r-"'ro~-·"'~!. o" -,1:" ... y; rue~"-ld'"
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Ue l'lunô.o novo um.:::t. novo. vida
30b a ~).::\:i.1C~cir2, do I'lB.LA
IToSS2. luto. COi1"í:r2. o. o\,:rcssão
Com ~.s armas ~u:-iunfar5.