Fichas de Avaliação Gailivro 3º Ano Português

Texto

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10 Fichas de Avaliação Mensal

2 Provas Finais Modelo

CARLOS LETRA | MIGUEL BORGES

FICHAS DE

Avaliação

OFERT

A

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UNO

COLEÇÃO O Mundo da Carochinha

3

.

ano

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Português

NO VO PR OG RA MA

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OFERT

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AO ALUNO

CARLOS LETRA | MIGUEL BORGES

FICHAS DE

Avaliação

Mensal

Português

COLEÇÃO O Mundo da Carochinha

3

.

ano

o

NO VO PR OGRAMA

(3)

Título

Fichas de Avaliação Mensal

Português Gailivro 3.º ano

Coleção O Mundo da Carochinha

Autores Carlos Letra Miguel Borges Design Gráfico Gailivro Ilustração Espiral Inversa Raquel Pinheiro Pré-Impressão Gailivro Impressão e acabamento

Grafisol – Edições e Papelarias, Lda.

2.ª Edição Junho de 2013 1.ª Tiragem 19 000 exemplares ISBN 978-888-890-019-3-2 Depósito Legal 359 439/13 2013 Edições Gailivro Reservados todos os direitos.

É proibida a reprodução total ou parcial desta obra por qualquer meio (fotocópia, offset, fotografia, etc.).

Este livro encontra-se redigido conforme o novo Acordo Ortográfico.

Uma Editora do GRUPO LEYA

Morada:

Rua Cidade de Córdova, 2 2610-038 Alfragide Portugal Telefone: +351 214 272 200 Fax: +351 214 272 201 E-mail: apedagogico@gailivro.pt Site: www.gailivro.pt

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LIVRARIAS Aveiro

LeYa em Aveiro

Centro Comercial Glicínias, Lj. 37 Rua D. Manuel Barbuda e Vasconcelos 3810-498 Aveiro Faro LeYa no Pátio Lisboa LeYa no Freeport Avenida Euro 2004 2890-154 Alcochete LeYa na Buchholz Rua Duque de Palmela, 4 1200-098 Lisboa LeYa no Rossio 11 Praça D. Pedro IV, 11 1100-199 Lisboa LeYa na Barata Av. de Roma, 11 A 1049-047 Lisboa LeYa no Rossio 23 Praça D. Pedro IV, 23 1100-199 Lisboa Porto LeYa na Latina R. de Santa Catarina, 2-10 4000-441 Porto Queluz LeYa em Massamá S.C. de Massamá, Lj 41, Av. 25 de Abril 2745-862 Queluz

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Ficha de Avaliação Mensal

1

Nome: Data:

Português

Ediç ões Gailivr o

2.

De acordo com o texto, assinala com X a opção correta.

Os primos saíram de bicicleta para darem um passeio…

… a meio da manhã. … a seguir ao lanche.

… ao início da tarde. … ao início da manhã.

1.

Lê o texto com muita atenção.

Um passeio à chuva

Os dois primos saíram logo de manhã para dar um passeio de bicicleta. O dia estava fresco, havia algumas nuvens no céu e a certa

altura, «plinc», caiu uma gota de chuva na testa do Gonçalo. Ele travou, parou e ficou sentado no selim com um pé no chão e outro no pedal.

– Vai chover! É melhor voltarmos para casa.

A Matilde não ouviu porque ia mais à frente. Então o Gonçalo seguiu-a sempre a chamar:

– Matilde! Matilde!

Ela pensou que o primo queria desafiá-la para uma

corrida e desatou a pedalar cada vez mais depressa. O Gonçalo foi atrás. E assim, quase sem darem por isso, entraram na floresta que ficava ao fundo da quinta.

A Matilde parou à espera do Gonçalo. Quando ele apareceu, começou a chover com força.

– Voltamos para trás? – perguntou o Gonçalo.

– É melhor não, porque ficamos encharcados – respondeu a Matilde. – Vamos abrigar-nos.

– Aonde?

Ela ergueu a cabeça à procura de um abrigo: – Ali! Olha, ali!

Apontava uma árvore enorme com ramos farfalhudos e um tronco grosso. – Debaixo daqueles ramos não apanhamos tanta chuva. Anda!

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Os primos e a fada atarantada, 2.aedição, Edições Asa, 2006 (excerto, com supressões)

(5)

3.

Como reagiu o Gonçalo quando lhe caiu uma gota de chuva? Justifica a tua resposta com uma frase do texto.

4.

Porque foi que a Matilde pedalou cada vez mais depressa?

5.

De acordo com o sentido do texto, explica o significado da palavra farfalhuda. Podes usar o dicionário.

6.

Lê com atenção a descrição da árvore onde os dois primos se abrigaram. De-senha-a ao lado.

7.

Os dois primos abrigaram-se debaixo da árvore…

O que irá acontecer a seguir? Irá parar de chover? Como conseguirão chegar a casa? Continua a história dando resposta a estas perguntas.

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Português

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2

Ediç

ões Gailivr

o

2.

Seleciona com X o tema do texto.

A época das chuvas A época da ceifa

O tempo de praia A época das colheitas

1.

Lê o texto com atenção.

Visita aos avós

Quando iam visitar os avós, o João e a Rita passavam o tempo a brincar e a di-vertir-se. Mas, desta vez, toda a gente da aldeia trabalhava para apanhar o que tinha crescido durante o verão. Era a época das colheitas.

«Também é divertido», pensavam as crianças ao princípio. As maçãs e as peras eram tão agradáveis de tocar e tão bonitas de ver! A fruta madura enchia os cestos num instante.

Dava gosto arrancar cenouras e beterrabas e apanhar feijões. Mas do que eles gostavam mais era de encher grandes cestos com cachos de uvas.

Porém, algum tempo depois, parecia-lhes que quantas mais apanhavam, mais lhes faltava apanhar.

Os braços da Rita começavam a doer-lhe à força de apanhar uvas. E as costas do João também doíam. Então disseram ao avô que cultivava coisas a mais. O avô riu-se e disse que eram boas horas de jantar.

Logo a seguir, a avó anunciava que o jantar estava pronto. Dirigiram-se para casa, acompanhados pelos rapazes e raparigas da vizinhança, que tinham vindo ajudá-los também. A mesa grande parecia posta para uma festa. E que festa!…

Maria Isabel Mendonça Soares e Richard Scawy,

365 histórias de encantar,

(7)

3.

Era divertido visitar os avós? Justifica a tua resposta com uma frase do texto.

4.

Em que trabalhava toda a gente da aldeia?

5.

De acordo com o texto, assinala com X o que foi colhido.

A fruta

Os legumes

6.

Por que motivo começaram a doer os braços à Rita e as costas ao João?

(8)

8.

Lê a seguinte expressão e explica o seu significado:

«boas horas de jantar»

9.

Completa as palavras com c ou s.

___estos pen___ar ___eguir pare___ia pen___o cres___ido ___enouras prin___ípio ___egunda ___idade

10.

Reescreve a frase que se segue, substituindo a palavra destacada por outra de igual significado.

A avó anunciava que o jantar estava pronto.

11.

Preenche a tabela com palavras do texto, tendo em atenção o número de sílabas de cada uma.

12.

Circunda a sílaba tónica das palavras abaixo.

Rita divertido doíam acompanhados raparigas

12.1

Classifica essas palavras quanto à posição da sílaba tónica. Observa o exemplo.

Rita – palavra grave divertido – doíam – acompanhados – raparigas – Edições Gailivr o

(9)

13.

Copia do texto palavras, de acordo com a posição da sílaba tónica.

Palavras agudas Palavras graves

14.

Lê a frase.

No pomar, as macieiras estavam carregadinhas de maçãs.

14.1

Copia os nomes presentes na frase.

15.

Transcreve do texto… … dois nomes próprios: … dois nomes comuns:

16.

Descreve o teu fruto preferido, tendo em atenção os seguintes aspetos: – a cor e textura do fruto;

– a sensação que te provoca comê-lo; – de que planta provém o fruto; – o que fazes para conseguir o fruto.

(10)

O magusto na escola

Um dia a professora anunciou:

– Amanhã é dia de S. Martinho e vamos fazer um magusto. Quem sabe o que é um magusto?

– Eu – respondeu o Augusto. – É uma fogueira de castanhas. Assam-se as cas-tanhas no chão, num braseiro de folhagem. E, entusiasmado, foi contando, falando dos soutos, que são as matas de castanheiros, dos ouriços que são bolas cheias de picos, dentro das quais se arrumam as castanhas.

– Ouriços também há na praia; nas rochas – disse uma menina.

– São ouriços-do-mar. Também redondos e cobertos de espinhos; mas esses são animais, não dão frutos – explicou desta vez a professora, porque estes ouriços não eram do conhecimento do Augusto.

Os ouriços-cacheiros, sim. Eram bichos que ele conhecia bem. Lá na terra apa-reciam às vezes. Comiam bichinhos pequenos e gostavam de maçãs; assustavam-se muito e enrolavam-se todos numa bola.

Aos olhos dos colegas, o Augusto tornou-se de um dia para o outro uma pessoa importante. Sabia daquilo a valer! E mais importante ainda no dia seguinte.

Foi ele quem ajudou a professora a espalhar no chão os ramos e as castanhas retalhadas, que os meninos depois retiravam da fogueira, ainda bem quentes, e re-galavam-se a comê-las.

Maria Isabel Mendonça Soares, Contos no jardim, 1.aedição, Verbo, 1977 (excerto adaptado, com supressões)

Nome: Data:

Português

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ões Gailivr

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2.

Quanto tempo faltava para ser o dia que a professora anunciou?

3.

Assinala com X as opções que completam a frase, de acordo com o texto.

A professora anunciou que…

… amanhã é dia de Natal.

… amanhã é dia de S. Pedro.

… amanhã é dia de S. Martinho.

… amanhã é dia de S. João.

… se vai fazer uma visita de estudo.

… se vai fazer um desenho.

… se vai fazer um magusto.

… se vai plantar um castanheiro.

4.

Copia a pergunta feita pela professora.

4.1

Quem soube responder a esta pergunta?

5.

Relaciona corretamente:

Ouriços-do-mar

são frutos que têm castanhas.

Ouriços-cacheiros

comem bichos pequenos e gostam de maçãs. Ouriços dos castanheiros

são animais que vivem dentro de água.

(12)

7.

De um dia para o outro, o Augusto passou a ser uma pessoa importante. Porquê?

8.

Relaciona as palavras de significado contrário. conhecer

vazias cheias

fechar

dentro

desconhecer abrir

fora

9.

Lê a frase abaixo:

Os ouriços-cacheiros assustavam-se muito.

9.1

Reescreve a frase substituindo a palavra sublinhada por um sinónimo.

10.

Forma o plural das seguintes palavras:

professora chão folhagem

11.

Completa com palavras do texto.

12.

Escreve o masculino dos seguintes nomes:

menina professora irmã vaca

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13.

Completa as palavras com r ou rr.

14.

Reescreve as frases abaixo, substituindo as palavras sublinhadas por outras com o mesmo significado.

As castanhas estavam retalhadas.

Os meninos regalavam-se a comê-las.

15.

Através das seguintes expressões, escreve a receita ordenadamente de como se assam as castanhas. Não te esqueças de incluir o título e os ingredientes.

– Cortam-se as castanhas com um golpe na horizontal. – Depois é só descascar e comer.

– Salpicam-se as castanhas com sal grosso e água.

– Colocam-se as castanhas num tabuleiro para ir ao forno. – Lavam-se as castanhas.

– Leva-se o tabuleiro ao forno a 200oentre 35a 45minutos.

– Quando estiverem tostadas, desliga-se o forno e retira-se o tabuleiro. ___esposta ca___o te___a falado___ a___uma___ foguei___a co___edor ou___iços

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Nome: Data:

Português

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ões Gailivr

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Uma entrevista ao

Pai Natal

Zé – Boa noite, Pai Natal. Quantos anos é

que tem?

Pai Natal – Não tenho muitos… Assim

com este meu aspeto, de barbas brancas e fato vermelho, aí uns 150 anos!

Zé – O seu nome é mesmo «Pai Natal»? Pai Natal – Sabes? Existe uma lenda sobre

a minha pessoa, ou seja, sobre o Pai Natal! Essa lenda teve origem na figura de São Nico-lau, que era um Bispo turco muito estimado por todos. Ele era muito generoso e dizem que costumava levar uma bolsa de ouro de casa em casa, sem ser visto… Um dia, 3 lindas raparigas lavaram as suas meias e puseram--nas a secar na chaminé. Nessa noite, São Ni-colau deixou cair o ouro sobre a casa delas, e

o ouro foi aparecer, no dia seguinte, dentro das meias molhadas!

Depois de me chamarem São Nicolau, cha-maram-me Santa Claus e desenharam-me muito bem sentado num trenó que atravessa os céus, puxado por renas!

Zé – Gostava tanto de ir um dia no trenó

consigo, pelos céus fora…

Pai Natal – Havemos de ir, um dia. Mas

agora tenho o meu trabalho a cumprir: andar de chaminé em chaminé, a deixar os presen-tes que me pediram, nos sapatinhos certos!

Zé – Adeus, Pai Natal, e obrigado pela

en-trevista!

Pai Natal – Adeus, Zé. Até à vista! E Bom

Natal!

1.

Lê a entrevista com atenção.

Maria Alberta Menéres, O livro do Natal, 6 .aedição, Edições Asa, 2004

(excerto adaptado)

(15)

2.

A quem foi que o Zé resolveu fazer uma entrevista?

3.

O Pai Natal tinha muitos ou poucos anos? Justifica a tua resposta.

4.

Ordena, de 1 a 7, as frases segundo a ordem de acontecimentos da lenda que o Pai

Natal contou.

Três raparigas puseram as meias a secar na chaminé.

O Bispo turco era muito generoso.

O ouro foi aparecer dentro das meias molhadas!

São Nicolau deixou cair o ouro sobre a casa das raparigas.

São Nicolau era um Bispo turco muito estimado por todos.

Ele costumava levar uma bolsa de ouro de casa em casa, sem ser visto.

Um dia, três lindas raparigas lavaram as suas meias.

5.

Como desenharam o Santa Claus?

6.

De acordo com o texto, assinala com X o desejo do Zé. O Zé gostava de ir visitar o Pai Natal.

O Zé não gostava de ir no trenó do Pai Natal.

O Zé gostava de saltar de chaminé em chaminé.

O Zé gostava de ir um dia no trenó pelos céus fora.

(16)

8.

Como se despediu o Zé do Pai Natal?

9.

Assinala com X a opção correta.

Este texto é…

… uma narrativa. … uma peça de teatro. … uma entrevista.

9.1

Justifica a opção anterior, evidenciando uma das marcas do texto assinalado.

10.

Inventa outro título para este texto.

11.

Copia do texto quatro sinais de pontuação. Escreve os seus nomes e diz para que servem.

12.

Circunda a sílaba tónica das palavras abaixo.

entrevista aspeto vermelho chaminé trabalho

13.

Copia as palavras de acordo com a posição da sílaba tónica.

trenó raparigas chaminé Nicolau barbas ouro !

palavras agudas palavras graves

Edições Gailivr

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14.

Completa as palavras com a terminação -ência ou -ância.

O Pai Natal tinha urg_______ na entrevista, pois ainda faltava entregar os pre-sentes. A alguns meninos que demonstravam arrog_______ e malvadez, pois ti-nham brinquedos em abund_______, decidiu dar bondade. A outros meninos que tinham aus_______ de brinquedos, levou-lhes brinquedos cheios de ci_______.

15.

Copia do texto uma palavra com que e outra com qua e diz se o u dessas palavras se lê ou não.

– –

16.

Escreve palavras com…

17.

O Zé gostava de ir um dia no trenó com o Pai Natal, pelos céus fora.

Imagina que eras tu que ias dar um passeio de trenó com o Pai Natal. Descreve esse passeio, tendo em atenção o percurso efetuado:

Polo norte céus de Portugal casa de um menino sem chaminé céus de Portugal tua casa

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Nome: Data:

Português

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O camaleão

Olha, olha bem para ele. Em primeiro lugar, a pele, que na perfeição copia as cores todas do dia.

Depois... parece que avança, finge que vai e não vai,

e o seu corpo balança, um tanto em jeito de dança, um tanto «cai e não cai».

E os olhos? Fazem inveja. À sua frente, ao lado, atrás, nada passa que ele não veja. Não sei de quem disto seja, mesmo em sonhos, capaz.

Mas nunca a pele cambiante, o passo lento, farsante

e o olhar movediço lhe fariam grande serviço e o livrariam da míngua

se, shluupp, não fosse a língua.

«Olha, olha, um gafanhoto.» Shluuup, lá foi, já está no goto.

Raul Malaquias Marques, De sol a sonho, 1 .aedição, Caminho, 2009

2.

Assinala com X a opção que completa a frase de acordo com o texto.

O texto que acabaste de ler é…

… narrativo. … poético. … descritivo.

(19)

3.

Explica, por palavras tuas, o significado da seguinte expressão:

«a pele, que na perfeição copia as cores todos os dias.»

4.

O camaleão é um animal veloz? Justifica a tua resposta com uma expressão do texto.

5.

Liga a afirmação às opções que estão de acordo com o texto.

parece que salta.

parece que dança. Quando o camaleão balança

parece que voa.

parece que se desequilibra.

6.

Por que motivo os olhos do camaleão fazem inveja?

7.

Segundo o texto, é fácil olhar em todas as direções como o camaleão? Copia do poema os dois versos que justificam a tua resposta.

8.

Relaciona corretamente:

passo

farsante

(20)

9.

A língua do camaleão é-lhe muito útil? Justifica a tua resposta.

10.

Completa:

A primeira estrofe do texto tem versos, por isso é chamada de .

11.

Completa com palavras do texto.

Dia rima com Avança rima com Cai rima com Inveja rima com Língua rima com Goto rima com

12.

Escreve as frases que se seguem, substituindo as palavras destacadas por pronomes pessoais.

O camaleão muda de cor.

Os camaleões são muito lentos.

O Carlos e o Artur viram um camaleão. Ó Artur, és como um camaleão.

13.

Identifica o tipo de frases que se seguem:

O camaleão camuflou-se.

frase exclamativa Qual é o teu réptil preferido?

frase declarativa Olha, como o camaleão muda de cor!

frase interrogativa

13.1

Reescreve as frases anteriores com valor negativo.

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ões Gailivr

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14.

Observa a tabela e completa-a.

15.

Passa para o plural a seguinte frase.

O camaleão muda de cor.

16.

Preenche os espaços com adjetivos que possam qualificar um camaleão.

17.

Elabora um acróstico sobre o camaleão.

C A M A L E o Pessoas

verbais Número Frases

3.apessoa Singular O camaleão caminha lentamente.

1.apessoa Plural

2.apessoa Singular

(22)

2.

Quem são as personagens deste texto?

3.

Qual é a profissão da avó do Joca?

1.

Lê o texto com atenção.

Joca e bolos

O Joca, quando vai visitar a avó, vem de lá sempre de barriga cheia. É que a avó do Joca é doceira e tem uma casa de chá. A bem dizer, a casa é de bolos, com chá para ensopar os bolos.

– Já provaste este bolinho de amên-doas? – pergunta a avó ao Joca.

Mesmo que já tenha provado, o Joca volta a provar.

– Queres umas bolachinhas de man-teiga? – pergunta a avó ao Joca.

Não havia ele de querer…

Mas a avó doce e terna não se esquece da filha, mãe do Joca, muito gulosa tam-bém. É de família.

– Vais levar para casa esta meia dúzia de nozes douradas, que acabei de fazer – diz a avó ao neto.

Ele não se incomoda com o peso, tanto mais que, a meio caminho, a meia dúzia está reduzida a metade… Quem já comeu três nozes entre uma casa e outra não po-derá ainda, à porta da casa, comer mais uma? Pois pode.

– Trago-te uma noz dourada que mandou a avó – diz à mãe o Joca, um descarado. – Só uma? – estranhou a mãe. – Não me digas que comeste as outras? Como fizeste isso?

– Fiz assim – e o Joca mete à boca a última noz do embrulho.

António Torrado, 100 histórias bem dispostas, 4 .aedição, Edições Asa, 2008 (excerto)

Nome: Data:

Português

Ediç

ões Gailivr

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4.

Assinala com X a opção correta de acordo com o texto.

A avó do Joca tem…

… uma casa de flores. … uma casa de chá.

… uma casa de ferragens. … uma casa de roupa.

5.

Afinal para que é que servia o chá? Justifica a tua resposta com uma expressão do texto.

6.

Por que motivo o Joca quando vai visitar a avó vem de lá com a barriga cheia?

7.

Copia do texto as duas perguntas que a avó faz ao Joca.

8.

Explica o significado das seguintes frases, de acordo com o texto.

Não havia ele de querer…

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Ediç

ões Gailivr

o

10.

Assinala com V as frases verdadeiras e com F as frases falsas. O Joca incomodou-se com o peso da encomenda.

No início do caminho, o Joca já havia comido mais de metade das nozes.

À porta de casa comeu outra noz dourada.

Entregou à mãe uma noz dourada que mandou a tia.

10.1

Corrige as afirmações falsas, tornando-as verdadeiras. Regista-as.

11.

Quantas nozes douradas a mãe acabou por comer?

12.

O que pensas da atitude do Joca?

13.

Escreve uma palavra formada a partir de bolo e completa o esquema: bolo

palavra simples palavra complexa formada pela junção de um

14.

Assinala com X a opção onde todas as palavras são da família de doce. dócil doceira docito

doçura doceiro docente

(25)

15.

Observa a imagem, lê e completa:

O emissor desta mensagem é, e o recetor é .

16.

A avó do Joca é doceira e tem um salão de chá. Prepara-te para entrevistá-la, escre-vendo perguntas sobre a sua profissão. Só tens de imaginar as respostas.

Vais levar

para casa esta meia dúzia de nozes douradas que

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Nome: Data:

Português

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7

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ões Gailivr

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Maneiras de ser

Numa linda aldeia africana viviam dois homens que tinham o mesmo nome, Ndalu.

Um deles, que era rápido e impaciente por natureza, não suportava tarefas de-moradas. Sempre que começava um trabalho, procurava acabá-lo no mesmo dia. O outro, muito habilidoso de mãos e muito paciente, preferia apostar na perfeição sem se importar que a tarefa se prolongasse.

Certo dia, quando se encontravam longe da aldeia, avistaram nuvens negras ameaçadoras e perceberam que se aproximava uma violenta tempestade.

– Temos de construir cabanas para nos abrigarmos – disse um.

– Pois temos, mas é melhor cada um construir a sua porque trabalhamos de ma-neira diferente.

Puseram imediatamente mãos à obra, de acordo com a sua maneira de ser. Ndalu, o rápido, recolheu troncos de árvores e pedras, ergueu a cabana num ápice e, quando caíram os primeiros pingos de chuva, já tinha onde se abrigar.

Ndalu, o habilidoso, preocupou-se tanto com a perfeição da sua cabana que não acabou a tempo e foi apanhado pelo temporal sem ter onde se refugiar.

Valeu-lhe o seu grande amigo, que o acolheu da melhor vontade.

A chuva caía em bátegas, relâmpagos rasgavam o céu, estoiravam trovões de ensurdecer. E eles sentados na cabana, de pernas cruzada, a conversar.

– Estás a ver, Ndalu? Nestas ocasiões só se salva quem for rápido e despachado. Deves tentar perceber se podes fazer as coisas como gostas, à tua maneira per-feita e demoradamente, ou se o caso é urgente e tens de te despachar.

Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada,

A raposa azul, 1.aedição, Caminho, 2009

(excerto, com supressões)

(27)

2.

Localiza a ação da história no espaço.

3.

O que têm em comum as duas personagens deste texto?

3.1

E o que as distingue? Indica as diferenças entre elas.

4.

O que aconteceu quando certo dia se encontravam longe da aldeia?

5.

Assinala com X as opções que completam as frases de acordo com o texto.

Os dois homens decidiram…

… procurar uma gruta para se abrigarem.

… construir uma só cabana para os dois se abrigarem.

… que cada um devia construir a sua cabana.

Ndalu, o rápido,…

… recolheu troncos de árvores e ninhos.

… recolheu pedras.

… ajudou o habilidoso.

Ndalu, o habilidoso,…

… importou-se com a perfeição.

… acabou depressa a sua cabana.

(28)

7.

O que pensas sobre a atitude do Ndalu, o rápido?

7.1

E sobre a atitude do Ndalu, o habilidoso?

7.2

Na tua opinião, como se deve proceder, rapidamente ou habilidosamente? Ex-plica a tua resposta.

8.

Lê a frase abaixo.

Os homens resolveram construir uns abrigos.

8.1

Copia os determinantes e classifica-os. –

9.

Completa as frases com os determinantes possessivos adequados a cada situação.

nossos minha tua

A aldeia é grande. Aqueles são os abrigos. Vou construir a cabana.

10.

Assinala com X os grupos de palavras que são frases. O Ndalu é muito rápido.

África a aldeia ficava em.

os dois homens foram passear.

Veio uma enorme tempestade.

Edições Gailivr

(29)

11.

Lê a frase abaixo.

Ontem, os dois homens não procuraram abrigo.

11.1

Sublinha o advérbio de negação.

11.2

Reduz a frase, sem que ela perca o sentido.

11.3

Expande a frase, acrescentando o lugar onde decorreu a ação.

12.

Imagina que és o habilidoso e vais construir a tua cabana. Antes, deves fazer uma lista com os materiais de que vais precisar e o modo como vais proceder para construíres a cabana.

(30)

Nome: Data:

Português

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8

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ões Gailivr

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Sobremesa com açúcar

– Eu gosto muito de arroz doce – disse um menino. – Eu gosto muito de leite creme – disse outro menino.

Os dois resolveram fazer um inquérito, entre os colegas da aula. Descobriram, então, que dez eram adeptos do arroz doce e outros dez puxavam mais para o leite creme. Havia ainda três (a classe tinha vinte e cinco) que tanto se lhes dava arroz doce como o leite creme. Do que eles gostavam era de bolo de bolacha.

Onze para um lado. Onze para outro. Está-se mesmo a ver a consequência: um jogo de futebol. Os três apreciadores do bolo de bolacha formavam a equipa de ar-bitragem. O jogo começou muito favoravelmente para o grupo dos Leite Creme, porque, logo ao primeiro minuto, um defesa dos Arroz Doce, num passe azarado, meteu um golo na própria baliza.

Um a zero a favor dos Leite Creme. Chegar ao empate custou algum esforço aos Arroz Doce, mas lá conseguiram.

Nisto, o árbitro, sempre imparcial, marcou uma grande penalidade contra os Leite Creme, porque um Arroz Doce, dentro da grande área, tinha sido agarrado pela camisola.

Goooolo! Dois a um, a favor dos Arroz Doce.

E ainda houve mais um gooolo, antes do intervalo.

Na segunda parte, os Leite Creme recuperaram bem e o jogo terminou numa igualdade: três a três.

Mas, depois, o desafio teve que ser anulado. Porquê?

Porque se soube que um elemento, que alinhava pelos Leite Creme, dava, secretamente, a sua preferência ao Mousse de Chocolate e, lá na rua dele, jogava pelos Pudim Flan. Tinha mais olhos que barriga.

António Torrado, www.historiadodia.pt/pt/histórias/12/22/historia.aspx, acedido a 16/02/2012 (com supressões)

(31)

2.

Completa, de acordo com o texto.

Um menino gostava muito de e o outro gostava muito de .

3.

O que resolveram fazer os dois meninos?

4.

Seleciona com X as opções corretas.

O resultado do inquérito foi…

… 7preferiam pudim. … 10 gostavam mais de arroz doce.

… 10preferiam leite creme. … 3preferiam bolo de bolacha.

… 10preferiam musse. … 10 preferiam aletria.

5.

De que gostavam os três alunos que formaram a equipa de arbitragem?

6.

Afinal, quantos alunos na turma, na totalidade, preferiam arroz doce?

6.1

E leite creme?

7.

Após o inquérito, o que resolveram fazer?

8.

Quem começou a ganhar o jogo?

8.1

Descreve o primeiro golo.

(32)

10.

Seleciona com X a opção verdadeira.

Quando estava um a um, o árbitro marcou uma grande penalidade, porque um Arroz Doce…

… foi empurrado. … foi agarrado.

… foi rasteirado. … foi agredido.

11.

De acordo com o texto, faz a ligação correta.

dois a um ganhava o Arroz Doce. Ao intervalo ficou

três a um ganhava o Leite Creme.

três a um ganhava o Arroz Doce.

12.

Os Leite Creme conseguiram recuperar o jogo? Justifica a tua resposta com uma frase do texto.

13.

Quando se descobriu que um jogador do Leite Creme preferia o Mousse de Cho-colate e jogava pelos Pudim Flan, o que se teve de fazer ao jogo disputado?

14.

Explica o significado da seguinte frase:

Tinha mais olhos do que barriga.

15.

Identifica o sinal auxiliar de escrita que introduz uma fala.

15.1

Copia uma frase do texto com esse sinal.

Edições Gailivr o Arroz Doce Leite Creme

(33)

16.

Copia do texto um adjetivo numeral.

16.1

Escreve uma frase em que uses esse adjetivo.

17.

Completa as frases com Ah!, Há e há.

vinte e cinco alunos na turma.

Naquela escola quem goste muito de doces. Que golo espetacular!

18.

É preciso informar as outras turmas sobre o jogo que aconteceu. Através de uma notícia, escreve o jogo da equipa do Leite Creme contra a equipa do Arroz Doce. Não te esqueças do título e de responder às questões: Quem? O quê? Onde? Quando? Como? Porquê?

(34)

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Procura-se: personagem de conto de fadas

As personagens desta história fugiram! Nunca vi nem li nada igual! Agora temos um conto… vazio! Que falta de sorte! Como puderam fazer isso?

Não sabem que ser personagem de um conto é uma ilustre profissão? Não sabem que depois de cuidadosamente escolhida para uma história, a distinguida personagem é vestida pelas palavras do escritor, pelas cores do ilustrador e inicia uma nobre via-gem? Quem nunca se deitou acompanhado dos segredos de um livro, embalado pelas palavras meigas de sua mãe, adormecendo nesse aconchego para despertar em nuvens de sonhos resplandecentes, de aventuras sempre novas, de horizontes sem fim?

As histórias nascem no coração, fermentam no cérebro, escoam para a mão e desaguam no papel. Estão prontas para regar a mente do leitor, esse felizardo. Aju-dam-no a compreender o desconhecido e enriquecem a imaginação, inspirando-o a crescer de forma que nunca julgara possível.

O que faço agora? Necessito de personagens para acabar esta história! Vou co-locar um anúncio neste livro. Talvez algum animal o possa ler e responder.

Tiago Salgueiro, Nesta história eu não entro!, 1.aedição, Edições Gailivro, 2011 (excerto)

1.

Lê o texto com atenção.

PROCURA-SE

Personagem simpática para par -ticipar num conto de fadas. Não

deve ser preguiçosa e, especial-mente, não pode querer fugir para

Hollywood para ser estrela de ci-nema famosa e ganhar rios de

di-nheiro.

Por favor, contacte a Editora Gailivro ou Tiago Salgueiro.

(35)

2.

O que fizeram as personagens desta história?

3.

Assinala com X as opções verdadeiras, de acordo com o sentido do texto.

Depois de escolhida a personagem para uma história…

… é vestida pelas cores do ilustrador.

… é modelada pelas mãos do escultor.

… é vestida pelas palavras do escritor.

… é treinada pelas palavras meigas da mãe.

4.

Ordena, de 1 a 8, o processo de escrita, segundo o texto.

As histórias desaguam no papel.

As histórias nascem no coração.

As histórias escoam para a mão.

As histórias estão prontas para regar a mente do leitor.

As histórias fermentam no cérebro.

A personagem inicia uma viagem.

A personagem é cuidadosamente escolhida para uma história.

As histórias enriquecem a imaginação.

5.

De que precisa o Tiago Salgueiro para acabar a história?

6.

Assinala com X a opção correta.

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7.

Faz uma lista com as características que deve ter a personagem que o autor pretende.

8.

De acordo com o sentido do texto, escreve V (verdadeiro) ou F (falso) nas seguintes frases.

Procura-se personagem antipática para participar numa história.

O candidato a personagem não deve ser preguiçoso.

A personagem pode fugir para Hollywood.

Procura-se personagem simpática para participar numa história.

Pode procurar outro tipo de vida para ganhar rios de dinheiro.

9.

Quando lês uma história, quais as características que mais aprecias numa personagem?

10.

Completa a tabela:

11.

Lê as frases.

Eu preciso de uma personagem nova. Aquela personagem fugiu.

11.1

Sublinha o quantificador numeral.

11.2

Preciso é uma forma do verbo que se encontra no tempo

.

11.3

O adjetivo presente na primeira frase é .

11.4

Na segunda frase, rodeia o determinante demonstrativo.

Pessoa gramatical Género Número Forma verbal

singular nasces primeira plural

feminino nasce segunda plural

(37)

12.

Retira do texto…

… uma frase declarativa.

… uma frase exclamativa.

… uma frase interrogativa.

13.

Imagina que te candidatavas ao lugar de personagem e respondias ao anúncio para o endereço eletrónico: tsalgueiro@gailivro.com – com conhecimento de: gailivro@gailivro.com.

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1.

Lê o texto com atenção.

Nome: Data:

Português

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Os encontros de verão

Chegou o verão e os dias lindos continuaram, mas agora com mais calor. Estava sempre sol, e noites claras de estrelas, e em breve a mãe do rapaz autorizou-o a pas-sar a tomar banho no rio, porque já não estava frio. Esses foram os tempos de grande brincadeira entre o rapaz e o peixe. Juntos, mergulhavam dentro de água, o rapaz agarrado à cauda do peixe, que nadava à superfície e o arrastava com toda a força, como se fosse um barco a motor. Às vezes, o peixe parava

num ponto no meio do rio e dizia ao rapaz: «agarra-te ao meu rabo com força que vamos mergulhar lá no fundo, para eu te mostrar umas pedras muito bonitas.» E o rapaz agarrava-se com as duas mãos à cauda do peixe, fechava a boca e, com os olhos muito abertos, descia até ao fundo do rio e voltava para cima agarrado a ele. Os outros peixes, que os viam passar assim debaixo de água, olhavam espantados para eles e paravam no sítio onde estavam, suspensos de admiração e com os olhos muito abertos, como os das crianças no circo.

Nas noites mais quentes desse verão, quando o calor não o deixava dormir, o rapaz descia, si-lencioso, pela janela do quarto e vinha até ao ribeiro. Então, atirava umas pedrinhas para dentro de água, que era o sinal combinado para chamar o seu amigo. E o peixe, que dormia no buraco, feito com pedras e ramos de árvores arrastados pela corrente, acordava com o som das pedras a cair dentro de

água, e vinha ter com o rapaz à mar-gem. E aí ficavam a conversar muito tempo, o rapaz contando o que se passava na escola e em casa, e o peixe

contando tudo o que acontecia debaixo de água, dentro do rio.

Miguel de Sousa Tavares, O segredo do rio, 6.aedição, Relógio d’água, 2001

(39)

2.

Assinala com X o assunto principal deste texto.

A chegada do verão Banhos no rio

A amizade entre um rapaz e um peixe A amizade entre peixes

3.

Como estavam os dias antes da chegada do verão?

4.

Faz uma lista das razões que levaram a mãe do rapaz a autorizá-lo a tomar banho no rio.

5.

Assinala com X a opção que está de acordo com o sentido do texto.

O peixe parava num ponto no meio do rio e dizia ao rapaz: agarra-te…

… ao meu rabo com força que vamos cair.

… às minhas barbatanas com força que vamos mergulhar.

… às minhas barbatanas suavemente que vamos mergulhar.

… ao meu rabo com força que vamos mergulhar lá no fundo.

6.

Relaciona corretamente:

Fechava a boca.

Ficava com os olhos muito abertos.

Nadava à superfície.

Parava no meio do rio.

Descia ao fundo do rio e voltava para cima.

Arrastava com toda a força.

(40)

8.

Descreve a reação dos outros peixes quando os viam passar.

9.

Qual era o sinal combinado com o peixe?

10.

Forma palavras, acrescentando -eiro (indica profissão), como no exemplo: pedra – pedreiro peixe – pastel –

bomba – carta – sapato –

11.

Lê a frase e preenche a tabela.

O João nada no rio no meio de um cardume.

11.1

Completa:

Na frase anterior a palavra é uma forma do verbo e está no tempo .

12.

Imagina que nas férias de verão te era concedido o dom de falares com um animal. Que animal escolherias? O que fariam juntos?

Conta-nos tudo através de um pequeno texto. Não te esqueças de dar um título à tua aventura.

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Esta pasta de Fichas de Avaliação é uma oferta com o manual de Português Gailivro 3.º ano e não pode ser comercializada separadamente.

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Referências