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SAÚDE MENTAL DO IDOSO COM ENFOQUE NA DEPRESSÃO

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MENTAL HEALTH OF THE ELDERLY WITH FOCUS ON DEPRESSION

Maria do Socorro Santos de Oliveira, Silvia Morais de Santana Ferreira, Milana

Drumond Ramos Santana

Revista e-ciência

Volume 4

Número 1

Artigo 03

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SAÚDE MENTAL DO IDOSO COM ENFOQUE NA DEPRESSÃO

MENTAL HEALTH OF THE ELDERLY WITH FOCUS ON DEPRESSION

Maria do Socorro Santos de Oliveira1, Silvia Morais de Santana Ferreira2, Milana Drumond Ramos Santana3

DOI: http://dx.doi.org/10.19095/rec.v4i1.95 RESUMO

O envelhecimento é um processo multifatorial que promove alterações anatômicas e funcionais no o rg anismo , no entanto, depressão e demência têm incapacitado idosos em todo o mundo. Nessa perspectiva, é necessário ampliar o conhecimento sobre essa temática, considerando-se que a depressão pode impactar negativamente a q ua lid ade de vida dos idosos. O estudo teve como objetivo identificar o que a literatura científica aborda sobre depressão em idosos. Para pesquisa utilizou-se levantamento de artigos que versassem sobre a temá tica, na s b a ses d e d ad os Medline, Scielo, Lilacs, utilizando como Decs: depressão, sintomas e idosos. Os estudos selecionados indicaram que sintomas de depressão são frequentes em idosos, podendo variar de humor deprimido, irritabilidade, d ificuldade de expressar sentimentos e emoções, culpa, desamparo, até alterações estruturais e funcionais d o s istema ne rvo so central, como: comorbidades, doença incapacitante, abandono e/ou maus-tratos, uso crônico d e me d ica me nto s, aposentadoria irrisória, mudanças de papéis na sociedade e na família, sofrimentos prévios e atuais, perda de ente querido, especialmente do cônjuge e de filhos, entre outros. Assim, considerando os sinais relativos a o s s intoma s depressivos no cuidado à população idosa referentes a este estudo, percebeu-se deficiê ncia d e id e ntifica çã o d a sintomatologia da depressão a qual pode ser confundida com o processo de envelhecimento, o que dificulta na percepção dos sintomas.

Palavras-chave: Saúde mental. Depressão. Idosos.

ABSTRACT

Aging is a multifactorial process that promotes anatomical and functional changes in the body, however, depression and dementia incapacitate elderly worldwide. From this perspective, it is necessary to exp end the kno wle dg e o n this subject, considering that depression can negatively impact the quality of life of older people. The stud y a ime d to identify what the scientific literature focuses on depression in elderly. For research used survey articles approach the subject in the databases Medline, Scielo, Lilacs, using the terms: depression, symptoms and the e ld erly. The selected studies indicated that symptoms of depression are common in the elderly, ranging from depressed mo o d, irritability, difficulty expressing feelings and emotions, fault, helplessness, to structural and functio nal cha ng es in the central nervous system, such as: comorbidities, disabling disease, abandonment and / or abuse, chro nic d rug use, paltry retirement, changing roles in society and in the family, previous and current suffering, love d o ne lo s s , especially wives and children, among others. Thus, it is important the creation of actions for prevention, education and awareness of health professionals, family and population to reach an old age with physical and mental health.

Keywords: Mental health. Depression. Elderly.

1 Discente do curso de Bacharelado em Enfermagem, Faculdade de Juazeiro do Norte, Juazeiro do Norte, CE, Brasil

2Psicóloga com formação em Orientação Profissional, Gestão de Carreira e Preparação para aposentadoria, Juazeiro do Norte, CE, Brasil

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INTRODUÇÃO

O número de idosos tem crescido consideravelmente nos últimos anos e tende a atingir o maior contingente populacional no Brasil e no mundo (HILLER et al., 2011). Contudo, sabe-se que o envelhecimento é um processo multifatorial que promove alterações anatômicas e funcionais no organismo, que podem resultar no surgimento de doenças crônicas e degenerativas, como hiperte nsão arterial, artrite, reumatismo, artrose, doenças cardíacas, diabetes, osteoporose, doenças pulmonares, demências ou transtornos mentais, acidente vascular cerebral e câncer, resultando na diminuição da funcionalidade e da qualidade d e vid a do idoso (SILVA et al., 2007).

No entanto, dentre os diversos transtornos que afetam os idosos, a saúde mental merece especial atenção. Depressão e demência têm incapacitado idosos em todo o mundo por levarem à perda da independência e quase inevitavelmente, da autonomia (BENEDETTI et al., 2008). Porém, a depressão ganha destaque na atualidade como a doença psiquiátrica mais comum entre os idosos. Destaca-se que a depressão tem se configurado como um relevante e crescente problema de saúde pública, especificamente entre a população idosa, estima-se que sua prevalência se aproxime dos 15% entre idosos da população geral (EULÀLIO et al., 2015).

O quadro de depressão é multideterminado, resultante de fatores genéticos, bioquímicos, psicológicos e sóciofamiliares, e classifica-o como um conjunto de perturbações que variam em duração, frequência e intensidade(EULÁLIO et al., 2015). Já a ocorrência de depressão em idosos pode ser responsável pela perda de autonomia e pelo agravamento de quadros patológicos pree xistente s. Com frequência, está associada à elevação do risco de morbidade e mortalidade, ocasionando aumento na utilização dos serviços de saúde, negligência no

autocuidado e adesão reduzida a tratamentos terapêuticos (TESTON, et al., 2014).

Assim, as políticas públicas de saúde contribuem para que mais pessoas alcancem a id a d e avançada com o melhor estado de saúde possíve l. O envelhecimento ativo e saudável é o grande objetivo nesse processo. Se considerarmos saúde de forma ampliada, torna-se necessária alguma mudança no contexto atual em direção a medidas de prevençã o e assistência mais favorável e específica para a população idosa (IRIGARAY; SCHNEIDER, 2009).

Percebe-se então, a necessidade de maior valorização aos sinais relativos de sintomas depressivos no cuidado à população idosa, porque essa condição pode contribuir para o surgimento e agravo de doenças crônicas, distanciamento s ocia l e empecilho na adesão ao tratamento de doenças já existentes. Nessa perspectiva, é necessário ampliar o conhecimento sobre essa temática, considerando -se que a depressão pode impactar negativamente a qualidade de vida dos idosos (TESTON, et al., 2014).

Assim, constitui-se como objetivo deste estudo identificar o que a literatura científica aborda sobre depressão em idosos.

METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão integrativa de

literatura que percorreu as seguintes etapas: definição da questão norteadora, estabelecimento dos objetivos da revisão; demarcação de critérios de inclusão e exclusão de artigos (seleção da amos tra); definição das informações a serem extraídas dos artigos selecionados; análise dos resultados; discussão e apresentação dos dados obtidos.

Desta forma, foram consultadas as b as es d e

dados Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline), Scientific Eletronic Library Online (Scielo), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), utilizando-se os Decs: saúde mental, depressão e idosos, em

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português, no período de janeiro e fevereiro de 2016. Os artigos selecionados seguiram os seguintes critérios de inclusão; a) estudos escritos em português; b) artigos originais e de revisões; c) artigos com texto completo disponível online;

Foram excluídos do estudo dissertações, teses, monografias e trabalhos não publicados. Adotou-se um formulário para coleta de dados dos artigos selecionados, obtendo-se assim info rma çõ e s sobre o autor, data da publicação, objetivos e principais conclusões das pesquisas. O sistema de seleção encontra-se apresentado no fluxograma abaixo:

FIGURA 1 - Fluxograma mostrando a seleção do

estudo para a revisão: estratégia de pesquisa,

número de registros identificados (incluídos e excluídos).

RESULTADOS

RESULTADOS

As buscas realizadas totalizaram inicialmente 67 artigos. Após análise dos critérios de inclusão foram selecionados seis artigos constituindo a amostra final. A tabela 01, apresenta um resumo geral dos artigos incluídos na amostra final, além dos autores, ano de publicação, objetivos e principais conclusões.

Tabela 1: Síntese dos artigos selecionados para revisão integrativa

Autores Objetivos Principais conclusões

Fernandes, Costa,

Nascimento, 2010 prevalência e determinantes de Investigar fatores relativos à sintomas depressivos em idosos atendidos na atenção primária

de saúde.

Quanto à prevalência foi identificado um total de 52% dos idosos classificados com depressão, que surgiu de forma leve na maioria. Como prováveis determinantes de sua sintomatologia foi possível visualizar a natureza

multifatorial do fenômeno em questão, tendo sua origem influenciada, tanto por fatores endógenos ou

individuais, como por fatores exógenos ou sociais. Silva, Sousa, Ferreira, Peixoto, 2012 Avaliar a prevalência de sintomas de depressão em idosos institucionalizados e verificar possíveis fatores

associados.

Verificaram que os sintomas de depressão são frequentes entre idosos institucionalizados, que estes ocorrem mais em mulheres, indivíduos com mais idade,

com algum tipo de limitação/dependência.

Santana, Filho, 2007 sintomas depressivos em idosos Estimar a prevalência de institucionalizados e investigar

os fatores socioeconômicos, demográficos e

comportamentais associados à sintomatologia depressiva.

Observaram-se sintomas depressivos maiores nas mulheres, nos idosos acima de 80 anos, com baixa

escolaridade e fumantes atuais.

Não houve associação entre sintomatologia depressiva e os demais fatores demográficos e socioeconômicos como: estado civil, cor/raça, escolaridade, religião,

prática religiosa e renda mensal. A RT IGOS SE LECIONADOS MEDLINE SCIELO LILACS 67 CRITÉRIOS DE INCLUSÃO N = 6 ARTIGOS EXCLUIDOS 61 Decs: Saúde mental and, Depressão and, Idosos. Estudos em português; Artigos originais e de revisão;

Artigos com texto completo disponíveis on-line.

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Santos, Jesus, Navarro, 2011

Refletir sobre e depressão e, principalmente todos os aspectos ligados a mesma na

terceira idade.

Pode-se concluir que, muitos podem ser os motivos para que a depressão na terceira idade aconteça, porém, o carinho de familiares e amigos, a atenção por parte do governo e de profissionais, a melhoria na qualidade de

vida aliada a tratamentos corretos, podem fazer a diferença para vencer a doença.

Trevisan, 2009 Analisar o nível de independência funcional,

ocorrência de sintomas depressivos e o nível cognitivo

de pacientes idosos institucionalizados.

Observou-se que quanto ao estado mental, uma pequena parcela dos idosos apresentou declínio cognitivo (22,7%), 45,4% apresentaram independência

nas AVDs e 50% independência nas AIVDs e 27,3% apresentaram sintomas indicativos de depressão.

Irigaray, Schneider,

2009 Investigar a relação entre fatores de personalidade, qualidade de vida e depressão

em idosas.

Apresentaram características medianas para todos os fatores de personalidade, com dimensões referidas a

alta deferência e baixa agressão e presença de depressão.

DISCUSSÃO

Nos últimos anos, com o envelhecimento populacional a temática do idoso tem ganhado relevância, especialmente pelas doenças apresentadas por esta faixa etária da população, incluindo um elevado número de doenças psiquiátricas, especialmente a depressão (SILVA et al., 2012).

Contudo, Fernandes et al., (2010) mostram que é no indivíduo idoso que os estados depre ssivo s têm pior prognóstico e maior incidência de suicíd io s . Quando duradouros, podem interferir na sua capacidade funcional e, consequentemente, na sua capacidade de autocuidado e nas suas relações sociais. Segundo Trevisan (2009), o primeiro impacto do envelhecimento para o indivíduo é a perda de seus papéis sociais e o vazio experimentado por não encontrar novas funções, podendo vir a gerar a depressão.

Em relação à saúde mental da pessoa id o s a, afirma-se que é necessário um plano de ação para prevê a aplicação de estratégias que favoreçam a prevenção de transtornos mentais, a descoberta precoce, o tratamento dessas doenças, com inclus ã o de procedimentos de diagnósticos, medicação adequada, psicoterapia e capacitação de profissionais

e demais pessoas que atendam esse público (FRANÇA; MURTA, 2010).

Ainda, em seus estudos França e Murta (2010), falam que é importante a elaboração de ações que eduquem e conscientizem a população para o alcance de uma velhice com saúde física e mental bem como o fortalecimento de uma rede de cuidados e apoio aos idosos com o envolvime nto d a família, voluntários e comunidade. Destaca-se, ainda, nesse plano de ação a importância de realizar pesquisas, baseadas em evidências e indicadores confiáveis, sobre questões relacionadas à idade como instrumento útil para a formulação de políticas relativas ao envelhecimento.

No entanto, para elaboração de um pla no d e ação é necessário que se identifique sinais de depressão no idoso. Porém, Silva et al., (2012) ressaltam que frequentemente os sintomas de depressão é negligenciado o que altera sua qualidade de vida, além de levar ao aumento da carga econômica aos serviços de saúde, por seus custos diretos e indiretos. Apesar de sua relevância clínica, a sintomatologia depressiva em idosos é pouco verificada e valorizada por parte dos profissionais d e saúde.

Trevisan (2009) afirma que à apresentação dos sinais depressivos no idoso nem sempre é típica ,

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por isso, a presença de humor deprimido ou tris te za são insuficientes para caracterizá-los. Irritabilidade, dificuldade de expressar sentimentos e emoções, culpa, desamparo, perda do prazer em atividades que antes eram consideradas prazerosas, entre outros também podem ser indicativos de depressão. Por este motivo, a avaliação da função cognitiva também deve ser incluída como parte da investigação, visto que o déficit cognitivo pode estar associado com o não relato de sintomas depressivos.

Contudo, mostra-se que a sintomatolo gia d e depressão no idoso associa-se a múltiplos fatores, tais como, alterações estruturais e funcionais do sistema nervoso central, comorbidades, doença incapacitante, abandono e/ou maus-tratos, uso crônico de medicamentos, aposentadoria irrisória, mudanças de papéis na sociedade e na família, sofrimentos prévios e atuais, perda de ente querid o, especialmente do cônjuge e de filhos, entre outros (FERNANDES et al., 2010).

Destaca-se ainda que várias questões possam interferir na identificação de sintomas depressivos em idosos, como expressar em forma de queixas física s , bem como sua relutância em relatar sintomas psiquiátricos. Além disso, muitas vezes sintomas depressivos, a exemplo da baixa do humor, são considerados fisiológicos na velhice ou reações esperadas na vigência de doenças físicas. A dificuldade de se diagnosticar a depressão no id o so também é influenciada por fatores como a confiabilidade das escalas de mensuração e a seleção dos indivíduos e do contexto no qual está inserido (EULÁLIO et al.,2015).

A depressão pode aumentar o grau de deficiência associada a condições médicas graves, complicar o quadro clínico da demência ou causar queixas e sintomas que podem ser confund id os co m demência. A depressão pode influenciar consideravelmente a função dos idosos nas atividades de vida diária e nos relacionamentos sociais, uma vez que os pacientes deprimidos costumam demonstrar

insatisfação com o que lhes é oferecido, há interrupções em seus estilos de vida e muitos isolam-se socialmente (TREVISAN, 2009).

Nesta perspectiva, a avaliação da sintomatologia depressiva em idosos, torna-se importante para eficácia do cuidado e tratamento d a doença. Porém, diante do exposto da deficiência de identificação da sintomatologia, destaca-sedespreparo de alguns profissionais de saúde frente a esse fenômeno em pessoas idosas (ALMEIDA; MAIA, 2010).

Assim, Schneider e Irigaray (2009) mostram em seu estudo, estimativas de que 50% d o s id o s os depressivos não são diagnosticados pelos profissionais de saúde, principalmente da atenção primária. Isso também é referendado pela vivência das pesquisadoras no cuidado ao idoso nesse contexto de atenção à saúde. Nesse cenário, observâncias empíricas identificam um considerável número de idosos apresentando sintomas depressivos, como ansiedade, baixa autoestima, solidão, insônia, desamparo e anedonia, p o ré m s e m nenhuma abordagem terapêutica instituída.

No entanto, Almeida e Maia (2011), elencam que atualmente há muitos profissionais envolvidos em pesquisas sobre a amizade na velhice. Na análise realizada neste trabalho, as relações amig a s tê m s e mostrado eficazes no combate à solidão, à depressão, à imobilidade e ao suicídio, promo ve ndo, dessa maneira, uma melhor qualidade de vida aos idosos (OLIVEIRA et al., 2006).

Nessa perspectiva, Silva et al. (2007) falam que a enfermagem pode exercer um papel fundamental, oferecendo uma práxis voltada ao envelhecimento saudável, compreendendo os fenômenos como eles se apresentam e assegurando o atendimento das necessidades do idoso, a fim de preservar a sua saúde física e mental e o aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual, em condições de autonomia e dignidade. Assim, a abordagem da depressão geriátrica pela

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enfermagem, deve ir além de uma abordagem convencional com enfoque curativo, dirigindo-se a promoção da saúde mental e a prevenção da depressão, prescindindo, portando, da id e ntifica çã o adequada do agravo e fatores de risco re la cio nado s (GODOY, 2013).

Ressalta-se ainda, que a enfermagem como cuidador mais próximo do pacientetem papel ainda mais importante nesse diagnóstico. Contudo, a observação de tais aspectos pode auxiliar o enfermeiro na proposição de ações preventivas, na identificação precoce dos sinais e sintomas da depressão, assim como no tratamento e s tabele cid o em parceria com outros profissionais de saúde (SÉRVIO; CAVALCANTE, 2013).

Assim, nota-se a importância da detecção precoce dos sintomas na terceira idade. O não reconhecimento dessa enfermidade e a conseq uente ausência de tratamento podem contribuir com o aumento da morbidade e, provavelmente, da incidência de óbitos nessa faixa etária.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Considerando os sinais relativos aos s intoma s depressivos no cuidado à população idosa, referentes a este estudo, percebeu-se deficiência de identificação da sintomatologia da depressão a q ua l pode ser confundido, com o processo de envelhecimento, o que dificulta na percepção dos sintomas.

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FIGURA  1  -  Fluxograma  mostrando  a  seleção  do  estudo  para  a  revisão:  estratégia  de  pesquisa,

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