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‹ ,_ _. ...›... ._ __... ‹.‹›...-..~. ._- __ 0.-..._g¡-_.. . ... ._ 4. _ _ 3 RESUMO . .
Foram analisados retrospectivamente 20 casos de anemia esfg rocitica hereditária diagnosticados entre 1969 e 1981 na cidade de
Florianópolis, ` `
._
'
Os casos foram estudados conforme o sexo, a cor, a idade em que_foi diagnosticada, as manifestações clínicas¿ a história fami~'-
“liar, os exames laboratoriais e o tratamento. .
^ '
Em 70% dos casos o diagnóstico foi feito nas duas primeiras
décadas da vida. A' '
-
'- As manifestaçoes clínicas mais freqüentes foram eâplenomega `
lia (80%), anemia (75%), e ictericia (75%). « _
'
Os achados laboratoriais mais importantes foram Q aumentoda fragilidade osmõtica dos eritrócitos (85%), a presença de esferõci~ tos no sangue periférico (75%), a hiperbi1irrubinemia“(70%) e a re;
ticulocitose (40%). `
1
.J
A`esp1enectomia foi-feita em 13 casos (65%)¿1
Concluiu-se que os principais dados para o diagnóstico de
3
nemia esferocítica hereditária são anemia,-esplehomegalia e icterí-_cia; o aumento da fragilidade osmõtica e a.presen§a de esferõcitos
no sangue periférico. 'x _ - .-_ _ '¡*,& V o \ 4 f _ ._ zz.z»f1.~., - -_ .. _. ..z»--ff-›z_.¬_ Y ¬.z-z.z-_ -¬ .zf ,zêf-_›_-z~e¬z V --zv ‹_-_¬ ›~ - ¬ ; --~'z-^:¬f=-. 7,-.w_\'~wf.;:-zÍ~ ›;{z›--~;~'-'f' ,_ z - z_ _ _ ‹ _ › A ¬{- '_ ‹ .=¿- V' _ ¬- _ - _ V . . A z rs» _ ; _ . ~_ « ,_- . L .. ...«uz ... . ‹ ff ,,...‹ .... ... - .. v-\ r ' Nor*
_. . (;___¢.__.. _--. A-- ___.~__ ..` - _ `
._ É
INTRODUÇÃO
A anemia esferocítíca hereditária também denominada microeg
ferocítose hereditária, doença de Minkowski e Chauffard¡Íes£erocitQ
se_hereditãria e esferocitose cQngênita¡ foí_descrita em 1871 '.por_ Vanlaír-e Masius sendo chamada de microcitemia (llk. Wiison e Stag;
Iey¿¿em 1890-ezl893” descreveram em seis membros de uma mesma famí- lia a produção de uma afecção erõnicazcaracterizada por espíeñomega
lia, icterícía e úma predísposição*ã litíase biliar e, ~em_ um dos
_ membros, uma añemía progressiva que Ó levou ã morte. Minkowskí e
ó-0 '
5 -
Chauffard pub1icaram.desemiçQes amplas-desta forma congenita de anÊ__'
.mía=hemolítica e Ghaufifiardfichamoú a atenção sobre o aumehäø
äa
ffa~gilidade osmõtica dos eritrócitos ¢14)._ p
» - .Ã anemia esferociticaVherefiitãria ë uma dbenša ñëmóiítica á
qualise transmite por um gen autossômico dominante - ëüja¿penetrâhF
cia deve ser inoompletaqVpQL$;manifesta-âe-em menos dã*m¢t3de,«-doàp descendentes - de evolução erõniea com destruição pféma£d§azdoš` e+H
¬ritnõcito§_intrinSíGamente anormais na prëeença do Éaëoi ~ÓšQrxe
um
grau variável de anemia, espienomeqaíía, esfefdeítdše ë ahmento~
da
fragíkidade osmõtíea dos er;trõcitÓs¡ assimEëöm8`Í¢£eríöiag'~gera1š
mente de-graH»leve@` As manifestaçoes_clíñíëás_§odem^$er mao zleves
›_ que Ó diagnõstico sã venha a ser £eito=ñä“ídäde`adhÍtaÉ{1¢A¿lÁ)¢_
V'
~Àtravë$ de um_meÇanismo aindaëñäó êäñpféfameñté¿eluQ@dfifi§¡g@
`ócorre alteração dawpermeafiilidade da*mémHranà“qüe¿iñteffene na magg
_ › _ z› _
«Àten§aofda_biconcavidade_e.flexibiüidadë=döšfiälõbüloš vermelñbs, _A
»
taxa de sódio que penetra passivameñEë*dä§¿hemãáias ë'ee£Ça`deRáua$
-vezes maior do que a normal. Íeto pfëfiíšä ser doñtrabaláñgadof por
um aumento da.saidä do íon sõdio_daJfiemãbiäÉpeIaaBQmQäCNaäKw .meeaš
.mismo este que requer energiaäña forma de ATÊÇ~qefado¶pg1§¿g1iç§}í»
sez~ Quando_o suprimento de'qÍãèošë¬para _ a z glicõIí§égë;;im$tado¬p§o - V
AhãÉum egúilíbrio_enüreÍo¿fluso›dëYSaída`e en£ráHá de=s6äi©wna$Úhem§:
'
cias; portanto; es£aS~gañHam¬S6dío~e€ã§ua, fficñam, aumentam em fra- .g11àâaâé=0sm6tica e púaem~sõfäér*hem511àe¬óàmõfiipa; a1ëm_di$$6¿f a Amembrana›da`hemâcía>torhaeeë muito instãveIÇ com a perdaydeàfraqmeg
. tos e a=resultante formação de microesferõoitos. :QS-miçroešferõcië
tos têmzuma sobrevida-menor no paciente ou em um ;ndíVídfi67.vfiormaL
'_ quanfio_hã o baço; mas nos esplenectomizados_a@$oprevída*§flqfia$é^no£" z
1
0
- -maI}”fA.anatomia'dofHaço apresenta a particularidade fiñicä de obri~.
pgar uma porcentagem de eritrõbitos a passar através de um filt;x»com,
¡poros de'3 a-4 micra o-que torna lenta a circulação dašrhemãbias a-_
V_“travës_deste<õrgão~e.as substâncias nutrienteS“ficamQdíSpoäšVeis em
0 `
V
._ :_ fe 1... .`¬-¬- .z __.e.._ -F; ez ._¬.,_.z . mm; ..,¬z-»w\.-..z_\...,..¬z«¬›zf°~"\e-1v'vee=:.- ‹~¬-«mv rswwff-f'-1' ~_-~~ ‹ « - “ «Y -- .‹.¬~.f¬‹ _”.--~~x¬‹zf~‹~4'.^'?'*`”"f""-"'_f'f“ " '“"" "' "'"` _ 4:! _ _ \ «~›-âá f' -1"-::'_',,
quantidades reduzidas; o grau aumentado de glicõlise não pode ser mantido e ocorre lise ou fagocitose dos eritrócitos (8,lO e 12).
O presente trabalho tem por objetivo estudar a anemia es- ferocítica hereditária em nosso meio, analisando-a conforme a_in- cidência por sexo.e cor, a idade em que foi feito o diagnóstico ,
- ~ ~
complicaçoes, manifestaçoes clínicas mais comuns, exames laboratg riais e tratamento. ~ V ' , ~ . ` -A-5~ .. \ -I \ \r "\, _ ×. /,. › ‹
\p‹
z A z -~z~›--›-¬ --.---- z .zw »¬-›‹-‹›.-=w_. ., ., .rz ¬., _.1-¬,¬__._ ;_. _ 7,.. »-z-.z ._v-vz"-.fz-.zp-A ez z¢~.._.,, .,_¬z;.ff-».-~~.,›.»¢¡¿¢- _ z‹ lr _ 1 ~ ¬›' ~ ^ , ‹ -›, ~ . ' “Tt . - ' ' ' '.'‹..›.'Í~.*':'7"z°- »"""`“7'-~'›-*'~E? zu. ,:z z ‹ ›.1›‹-z.-à-‹`.¬.z‹«--:\ .z.;› _ . . ›: V .Ç -_ _ . ~ ›';_ › ' ' '..'¬_iÂ:š{ r K . ' . '¬' ” zi _ '.z¡~4_* "_"`~ Ç ' â.- ,Í Y '-. ^ V ' ~ \ . ‹ ' p V ' f ,._'zšz.é -` f - ¬ 1.f › - ~ -_ v , _ í ‹ , ,› . ~. _ V . ,¡¿.‹ . . . , "› - - ' ie. -f«-š6
CASUÍSTICA -E MÉTODO
' Foram analisados; retrospectivamente, vinte casos de anemia
esferocítica hereditária diagnosticados no período entre janeiro de 1969 e outubro de 1981, nos hospitais de Caridade, Governador Celso Ramos, Infantil Joana de Gusmao e-Universitario, todos de Floriang polis, usandofse para isso os serviços de arquivo médico desses heg pitais. V -i_ r. » z- _ V. _ , V ›
'0s~dados pesquisados para estudo da.anemia esferocítica he*
reditãria foram: -
. _ A
a) incidência da enfermidade conforme o sexo e a cor; -
b) faixa etária em que foi feito o diagnõsticoi ?ara tantb, as ida~
__¶des foram diViäidas«em faixas de'Q a 1, l'a 10, 1ÓÍa 2% eu amais
de _; _ _
.
, _ ~
c) presença eu nao de dados sugestivos de anemia esferecítiea here-
«ditãria em outros membros da famíliaz' .
' 'full r' _ d) complicaçoes¡ ' ' . . ~
e) manifestaçoes clínicas mais freqüentes, obtidas atraves-da'hist§E
.ria¡ exame físico e evolução dos pacientes; «á
á "l
`
if) análise do hematõcritÓ,`sendo_considerados como Valores -normais para crianças de l0¬a 12 anos de 37 a 44% e parazcriançagÍab3ixQ
¬.de.um ano de 36 a-44%f(3); O hematõcrito.avaliado foi Ó da fine.
ternação; _ ' - F g) contagem de reticulõcitos,_caracteriZando~se~reticulÓCitÓse~paraz valores.acima de 2% (3,8 e 9);` H H. V li' ` `
h) presença ou não de esferõcitos no sangue periférico; ~
Í) teste de fragilidade osmõtica,.dada como normal quando a hemõlie
se -íiniciar far ._ó1e‹. oc_,,.ç4*4
¿
-on,-oz' e a hemõ1ise_1;ç›t_a1_â_e 0,032i
Q;;,o_2i- (71:
.
'
j) dosagem de;bilirfiubinás¡ sendo a bilirrubina totalf-uCÓh$ideradaz
- normal de 0,3 a l¡0 mg/100m1; a bilirrubina direta de OÀI
as 0,3
e a bilirrubina indireta de 0,2 a OQ7 mg/100ml¡(59;“V _
Q
l) teste de Coombs direto e indireto; . -."
V
.‹
'
m) exame anãtomo-patolõgico do baço, nos casos em que foi feita ese
plenectomia, se compatível com anemia esferocítica hereditária e
_.presença de baços acessórios. › '
__ '
~segundo Lewis: para homens de 40.a 54%, para mulheres de 35_a47%
.» az-.y, _ -.¬.c. . -... _; . _YAz.zz¬v<._, , `_,.,....--..,..¬?z¬-¬.,.,`¬z.,‹..‹..¬....É'l_,...-.z¬..-¬ ~_-..¬¡ .. _ B _ E: :_ ._szz¬.‹.‹:z¬z_F.e,....,z..;,-..¢.-.¬,¬¡É¡__=_<..,,¿.,.F ;f,_;_=.._..,,¬_¬___ \__ _, _,_ ,Ê-¬››_, _¡___ _ . . - , z _ .zw zu 'Ê `. ›§¿
W _ ...;.... .. oa.
7
RESULTADOS '
\ . _
. __.' _Dos vinte pacientes estudados, 9 (45%) foram do sexo mascu-
lino e ll (55%) do sexo feminino, conforme mostra a tabela 1.
¡ “ sExo _ -woTAL i _ ___.____ MASCULINO . _FEMININO ‹ N9 _ % 'N9 % _N9 ' % _ w. . _ _,‹_¬ , _ _ 9 - 45 ' 11 55 * 20 100 _ _ _
Tabela l - Incidência conforme-Ó sexo.
Todos os pacientes estudados eram da cor branca. ` _
-
Áifaixa etária mais freqüente ¬na ocasião do diagnôsticofoi .
'. no período entre 10 e'20 anos, onde ocorreram 8 (4D%)casos, segui - '
do pelos pacientes na faixa etária acima de 20 anos comf6~¶30%) ca-
! _
sos, deal a-10 anos com 4 (20%ã e abaixo de 1 anoficom 2 (;0%)_casos
conformefa tabela 2. u _ V . H ` _ " › ' - ‹:z FAIXA ETÃRIA _. .N9 ¬% 0 -'_-I â1'1O - -2 19 l
-¡l0fanos
« 4' 20 310-|20
anos~ 8 40 acima de 20 anos 6 .30 . . É \ ' Í - ¶oTAL ¡ -20 _ 100 _ _ _ Tabela2 ~ Distribuição conforme a faixa etária na ocasião do_diag~_
_ ' nõSticQ_ ~ " '°""'^^'"L 'u'--'""'* ' *à _ z | _ _ g _ ¬....,...._ .-¬-..._....¬..--..---_-,--.-W-r .,,...¬¬..‹.,,..-_¬...,..,..,_ _ ‹-_--«...¬.___-.¢..-...,..,,,.,,...¬...›.›. ¬-¬-z.---.-_, «_ f. .¬ _¬.¬,_, -,_zz_¢zf _ _ _ .. _... .._ _ i . ,_ _. _ _ _ _ __ _ _ ._ _ _ ¬1 _ ._ _ **':'1 , _ .__ __ __ -mi __ _ _ fp: ¬- _ . v__ « _.__\__. _____ __ __`_____,N`____ ._ _ _ .___ `__ .___ `_¬,¡._..,.... _ _ _¡;_, . _ _. _ _ V _. _ _ _f_ _ __ _. _ _ _ _ . _ VV.. _ ., _- › - 11--'_\f:_.'.-_ . z >z..,_- a .*-«- @“- w ' -. ' i - ' z za _ _ __.. _ _ . . -_ .Q _ ~
. _ ., _ _ - .-`..-...'.».. .fz .- ¬.,., ... ..-.‹..~.'..fll. V _ . › - -8 ' ^
Oito 140%) dos 20 pacientes analisados apresentaram histó- ria sugestiva de esferocitose hereditária em outros membros da fg .
mília. (tabela 3). . b ~ V ' . -HISTÓRIA FAMILIAR s1M**- %; ' *NÃÓ _ V â -Vs. fêof V 12-' eo
Tabela 3“- PresençaVou não de história familiar,
. _ A associação com.1itíaSe biliar foi encontrada em »4 casos.
V (20%)-e com úlcera-de perna em
3 casos (15%).
V Esplenomegalia, em 80% dos casos, anemiaVe'icterícia_em75%
foram as manifestaçoes clínicas mais encontradas nesta caSuística seguidos de astenia £55%), dor'abdominal_(30%){hepatomegalia(2Q%$- retardo do`desçnvolViment0, anorexia, cefaléia, dispnëia e tøntuš ra em 15$\e~diarrëia;§prurido e Língua despapilada em 10% doS'éa~
sos. (tabela 4); _
V "
_ -
¡. z, . .
~
MANIFEsmAÇAQ CLÍNICA NQVDE CASOS '%
Esplenomegalia Í6 V B0 Anemia _ 15 75 Icteríoia . 15' 75 V ,Astenia 4_ 11 55 - Dor abdominal V6- 30 '.Hepatomega1ia V 4 20 .Retardo do desenvolvimento 3 15 V _ Anorexia V ' _ y _ 3 i5 _ .Cefalëia, 3 15 V Dispnëia _ _3- 15 Tontura \ 3 ¿l5 Diarreia `2 10~ ` Prurido , 2 ~_l0 . f ¿Língua despapilada 2 -- -l0.~
jTabela 4 - Manifestações clínicas mais freqüentes,
._..__.__.¿i_.. .
7...¿,.._Y..¿`._.- __.¿.-,.._?šm“,.. ... ...,.,,'.:¡...¿...,.._-›-¬»-q..¡..,..--¬~.¬._.,.¬...i...¬ --«..,-..z›-. :.,v_~f._¡-¬zAv- fz ff .fg-...._...¬..=--‹~ f‹ . *_¬¬z‹.v-«z -.‹-¬‹‹..,›~.¬--.,¬- -z‹ ¬ za;¡¡¿i.¡¿5g€`‹rgqe$a¶,¡¿§$z;|¡5¿1:;¿a¿;¶;¡T _ ¬, .¿¢\._,¡¡;fi_:_üw _ . . V . ` . _ V _ ^‹ . _ _ . V 3! *_ o
---. _ ¿« , _`___`____~
`‹_ ._
_
- - 9 '
_ 'Úezessete pacientes (85%);apresentafam hematõcrito diminuí-
do e nos oútros 3 (15%) foi normaly, (tabela 5),
O
hematôcrito va-_riou entre 17 e 46%, apresentando uma média de 28,5%; `
~ ÍHEMKÉÔCRITO1 NORMAL' . ÍDÍMINUIDO) ' ' ` z- ~¬_ '-=. _:'- 'Ne' ' 1 _ z% _ ~e âwç _ _ .
a
-‹ 3_ _i$à ;¶?f fäàz _ ;Täbe&á.5 ~ÍAñãLtsefiãQfiñem@t§brifiow _ › ;À~èontegemgñezréticurâbifioszfgg¿nQ;mál;em;LOÍ£5Q%%ƒdQ§ââQ§% ââosmaumentàëafigmúaäfiäflämoeggexmâneeéuyâesçgfihç¢í§@¢¢m:z¿¿;Q§m¿¿Q§n% _£orme a_tahe}aá&M ' _ _. ' ` _ _ ”àsømmkøfifizEEefiÉT1¢HLÓQmTQ§_ ~ _ . _., _ ,.. -z_‹. __›\--_ -_-‹›_¿~;»,.-;_._._ _- _ _ V _- __ -, -_ __›_,_____ " ` " . ~ «_ . ' _' _ V- .I-¬~ - -Ã_lfl¬--*M -âiflffzií;-3 - Á-›~z-›T-~››`¬... _ 1 ..f:... _ _ _. _ .. ..._¬...«.~....,..--z..,...._. '“NoRMAL _ ;AuMEmwÀáÀ ' ':;@§gQgHggíQA _f""'
' _-_ _ _ _iZ› __ ¿ _ _ ›,.___¡__ __ _/ '_ .z_ -_ ¿_;_›1.Í_ _ ‹ .é`¿'.- _ _ ' -;-_ _ ¿ ;' F _ . ___ . '_ '_ _-IA _ F _. ._._..__ v ‹;__ ~11@r ~ %BGf 1%; éfiflf zië V ƒlQ _ ~ `‹ _- _ _ - ;__ _ _, _ _ _.. _ _ _ ‹_ ¡ _.._. _. _._._.¬_-__z ›.z-f.-.~.~ ,-vu. .z ¬ _ 'fwbeíafiõ *ÇCon&¢§@mYÚfirrfifiiëüäõoifiQäà=A ^ . iFøramúeneøntlafiosäéäfétäšiiosinöëSan9uQúP%tifië§iQQ*Qmy$S3Çâ . zsos (75%X. _ _ - ' _ _ _ _ ' . V ^;Fiêgimí&aäez©sm6£iCa_aflmentadaúfibi;ob$envêdâ_Qm_1í@(3§%m_øgi 1S0S+e-emi3¿£m5%%?ñã©*fQͧPeSquiSfiäafiffi¢a“dQ'este¢@esfi¢»§êaÇQnàeei*` do, tabelazlvf ` '_ * _ -_.- ;FRàGIL1DADE.osMÓT1cA_` _ ~ V AUMENTADA V - ~ ~ _ _ _ _ o ' nQ ' "%n9
%~ ` Tabela 7 - Análise.@a,fragiíidade«osmõtica, ~ V V 1:-í-_.__.._.._¿' .A dosagem ãe bilirrubinas-estava aumentada em 14 T70%y? ca*
‹'a›.‹f.'w<';fi£rr&s z* ~_¡‹¡z1T _ Q 17 _ê&5 A ' Ô - Ê5“*_ ¿ - ‹ «gs “É 1 A l _,`_›...;. T;-ítem-.¶:¿z¬;' '›'9=l"~"'¬flY¶°"'w~. _ .. ..~¬¢:‹r¬_¬- - ›« .- - ..‹ ›' . ` -›' ix.. E L-.zw-l 1 š vv -zz r 1. ,_¬...\.._ _. _ ! » Ië \ _: L \ P › ‹
3908, pfincipalmente'ãs cusfias da fração indi¿etaÇ Ag¶_f _ ¿à׿' _ É
4
W M A ,. .Wli_.s;.Âê
. ._1o
O teste de Coombs direto e indireto foi feito em apenas 5 p§~
cientes (25%) sendo que resultou negativo em,4 (80%) dos casos e po¿
_sitivo em l (20%) que apresentava isoimunização Rh, antígeno DC.
. A esplenectomia foi realizada em l3 casos (65%) e o laudo
a- nâtomo-patolõgico foi compatível com anemia esferocítica hereditária
em apenas 5 (38,46%) dos casos em que foi feita, ficando as
demaisin
conclusivas. Dos 7 casos em que nao foi feita a esplenectomia, 3 e-
ram crianças abaixo deV4 anos de idade. 'à
. _ ,
-
Baços acessorios foram encontrados em apenas 2 (l5,3%) dosl3` casos em que a cirurgia foi realizada.
0
\
.`\
¢
...__ .‹>._. __ .. ~ ¬
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~
DISCUSSAO
~
Todos os pacientes estudados eram da cor branca_e nao houve predominância«significativa de sexo, o que.concorda-¢om~a~literatu~~
ra, uma_vez que a enfermidade ê rara entre os negros, tendo sido‹mqã critos apenas alguns casos;na1tribo dos Bantus africanos, e ë trans tidafipor~gen-autossõmico¿dominante-não ligedQ.ao sexo (l,Íl e l4);_
. =OfäiagnõStico#da anemia esferoeítica~hereditãria.geralmenie
ê"feifÓ;na~infância~ournâzaäolesèêncía-(1, 4@e:14), o que tambêmíxd constatado.no¬presehtezestudQf¿¢om¬70%%d0s.cá$os«üiagnostiCáâoš¢_šm
gpacientesêcom“menos»dez2D2anÓszde¬idade@ñ '
:5ábendÓfse»que â anemia esferoçítica hereditãtia ê uma doeg
çazdêwcarãter;autossômicoüdominantefzê¬ãewse,espekarfque¿umfiäos-prQ¡ genítores'e.metadewdosydescendenteswapresentemza.enfermid@âe¡.sForfz mas*sflbèlíhífiasída¢d0en§&~Ócornem¡¿prúvave1menteâdevifio«ä&p9n¢a›pe+¬ netrâñciafiãofgen¡¿ewseáfossemónealizados-examesgl$borator@a¿s@em¿tg: dos¬osPdescendentes¢dénum¿p;ogenitor1CÇm¬anemia.esíerQ¢íbí¢e»h%Iefii oíâiia¡¿possivelmentgzâfiäoepçazseriafdetectefia;em=5©%§dqsjcesosz¿(13 _4$.1l, l2¬e'išàL,zNesxehmrabàlhQ,;4Q%¬dos¬paciënQes¿tinham.histórie_ fámííiar sugestiva; . ~ " ' ` fEm çQnsefiüência*ãa~p;¢dúção+excessiva¬ezcon£šfiüa@de~bäíirrg bina,¢ê'reletivámente«frëqfišnte ogapereüimentofdeilitiase;bilier¿em- jppcíentesflcomfianemia esferocíticafheredítãria; zApare¢e»bambëm¡'po¬ >rémflmenos“äreqüentemente; úlcera de perna_‹8¡ i3¢ezl4).` Nesçezesçg :do¡-1itíasé¬bí1iar~foi-detecgada.emp20%§`ewã1¢era;ãe¿pernaf.zem~l5%v üdosicasos, " _ ` . _ _ . ' -0'qpadrozclínicoÍda-anemia,esferodífiiflaflhêredifiâria»âesÇri~ *tovna*literatura~ê»caraote;izadoúpelazt%íàde¿esplenomegalia,Qepemia e=icterícia,;manifestaçõesfestasúque¿foram¬asflmãi83ençontradas,nes~
ta casüística.com uma incidência de 80, 75.éí75%¬respectiVâment@; á0s demais sinais e sintomas clínicos estiveram presentes menos free
¿qflehtemente'e também concordam com os dados litetârios¿{l,T4§ 57 81
õ11z¿1s.e«r4›. ' - “\'-
« - -
' '
'
-Segundo Rápaport "muitos pacientes com anemia lesferocítiça _hereditâria têm anemia hemÓlíticazcompensada¡.na maior parte_da.sua
‹vidáí?com~hematõcrito normal ou pouco alterado.__Crises;de Lanemia podemzromperz este estado de compensação em.ínte;valos ä.imprevisí& veis"-(10). O hematõcrito esteve pouco alterado_na maioria dos_ca~ sos, sendo que em apenas três ele se apresentou;norma;. ,A Variação
foi de um mínimo de 17% e=um máximo de 46%, com um'hematõcriÇo më~
fâio de 28,5%. Q '_ , «z_ ~ . _Ví~-. _» ., z =~ .‹ 'o ' '. _* V . - '-rn ‹.=w›. - ›-› ~ \ 's _-^--==..z-.-.muñ _ E z f a Y É , H É ..- ¬- ..¬- ..‹....z.._.z...,.,v___,,,, 4 à
1 . . -. _.‹- _ ... _ . ‹...- . Mw. m N éh. . ,,...- > ._ f. - ~. .. _.. _ _. _ __... <>--4.-_-- _ _ É ` ' l2
A
contagem de reticulõcitos no.sangue periférico discordou fligeiramente da literatura onde ë relatada a reticulocitose em a-proximadamente 90% dos casos (ll). »Questiona-se esta discordânçia pela possibilidade de falha na técnica.usada_pelo×laboratõrioV em
zque a contagem foi realizada. ` _
'V ff'
VA fragilidadeãosmõfiica aumentada conetituiium dos qprin¢i~
., . , ._
.
'
, , , . . .~ ú' . ff' . ,
`
ypais achados 1aborator1a1s=para a conflrmaçao dlaqnöstlca da 4ane¬
ëmiawesferódítica.heredifiãñia'%2¡f5¿›8,71l1e 14),_ Isto Qcorreu «em
=85%ídos casos.desta_caSúÉstica. u '_
_
.
íA.anemia¢esferÓcÍticaiheredifiãfiaEporjcaranterizarvum,qua¬ zdno»hemÓlíticQ¡lIeva ao aumeñto da fração indireta da biIi;rubina(
51.'zz_.f`B_z.` í*I'0`~-~›.1e~ÉM);.*¬'fIato'¿›*eSt“e =que =z\fe1:šiš*f+i-cado ínzá -maiëirië “d-'.<.>'$› í1¢.§£-
fsoswdesteitrábalhoz _ . ' . fiødtéstegdeäcoombšëêfnegãfiivbízexQ€Êo¬emfáL§üQ55¢3$QS-›0DÕe ›êqprovãvél¿gue1umfiproCesseflimnnøähemdfiíüidousupexpqstoiëefiha9se¬dg fsenvolvido.%5%;.1NoÊüfiic0épadieñteíqueâapresentèu“CQQñbs¿pQ3itivQ,
-.ficou -~compndv'azda›-f.faf§ƒpre1s er;_f<;a1~?_‹1e'1- f1ifsöim.un§i%'Za,f§jäo ,¡ -í~a-ntzígieno
"Í
“øfitratamentoadaâänemiafiesíeröëíëädašäareüífiâgiafiøqngiäteflgz sácameqteÊna@e$§1enectÓmía@%1,f5¡fi&,WlQ;ëLL;ÊI2¶ezi@),§q¿gu§* zfiøi
:realizado em»H5%¿dbsâpacientegfäeštascasüíštiçay f$fiê$¿døs~ _§asms.
zemúque^fiãö_föiärea$izadafäos¶paÇ$ën%esferâm*flñiãñçããfišømámengsl:de .quatro.anosade;idadeésendóñpbrfiissbâüesaeonseihävelâazçirurgia de* 'yidoia diminuiréasresišiêhCiaÊãs«agresšãésfimiçrobianásf¬aumentand0, . ‹. - _ _ ~ a íncidênciafäe infecçoesfgravesipøpfipneumöcoflogwlweÁIGI. _ ' ”Naownarašexaçpresençaàdefibaçøsiéxtraänflméíñríbâi OS wãflêäfifl «devem serjprocuradás?e*ressecafiÓs,¿poisõa@sua@peÊüanência¿pQdezzar carretar em inefièãcia“doätratamentQ;(l1)._ _ . \' . › O
_... .. _.-. ‹-..._.,, «.,_..., .‹ ¬-..«¬-.~‹-«¬.-...-..._,...,-¬».¿...,.,«-_-‹,.._.`›..v,,...z.e«=zzz¬ _ ___-za.. _ , ,,fi ___ __z,....,.,,__.,,.___.__ am __- _ _____ __¿,,_ ,, _ a____,,F__ __ _ __ __ _,
- _ . _ ¡ ` _ _ .__ _ ~ rn; -¬ V ~ ¬' z ›.:¬-,-¬'.. ~v.~'z¬f!,¬:'¬ ,- z ---,‹-‹~_-1. _.,¬1z_ :H ~ "¬ ' ' - - .f« -°~” - ' _ _ , . - - _ V 1 ¡ f
- 13
coNcLUsÃo
; Analisando os dados obtidos-e comparando-os com os exis-
uâ fm
1.
teníes na literatura, podeese chegar ãs seguintes conclusões:
1. A anemia esferocítica hereditária incide igualmente em ambos »os-
sexos; _
. -_
_- V
_
V' «_
.2. _ As manifesta oes clínicasaräreEém.na maioria 1., _ das vezes, nasduas
.íprimeiras décadas da vida;. '
. ~ _., - z ~‹
- wz -- . -«z
3. As manifestaçoes clinicas mais freqüentes sao: anëmia¿ icterícfa
e esplenomegalia; ¿ 9- _ _
i '
4. Geralmente existem relatos de mais membros.da iamília
acometídš;
`
5. Na maioria das vezes o quadro anëmíco ê de-peqhènä~iñ£ensiãadë}
6..A presença de esferõcitos no.sangue-periférico, Ó äümënto dazfiäg
gilidade osmõtica dos eritrócitos, a reticulocitošezë;àVhiper§i~
lirrubinemia indireta são elementos importantes päÊä'ñÚdia§n5st§
co laboratorial;_ “ - 1 ~. \ "\ Q- . `\ . z . z-vw" - - ‹ -‹‹-H-›-¬-~ ›- - ¬-›‹- ¬ '°¬'»› ff;-.zf f,;_.7-.~,.~..¬z-~,-›¬-1¬f-¬, z~_~=¬-=-;-›-¬.z.z.V,¬›...,.-...fz .¬zz~¬.¬,TYz¿zz.«.T._.âf_. N..- ¬,-...,-`.+_¬.,,Y,,:;.,...T ',:;::~¬,››-¢¡1¶›.‹-¬~,.›....›-¢‹,.¬›..‹-¬,... ` _“;4-,fv ... 1 - ' k \
` _ __ .› .. ~.,:×.-'›.H£› ~ 14 Í'I'Í S . *SUMMARY . , '
fl¿ _ Qhere were analised'retrospectively twenty.case$ of_he;edi-
o tary spherocytosis which had been diagnosticated between 1969' and
V_198l1ín Florianópolis. ` ¬ -_V - › V -. _ .
iThe cases were studied in relatioh to sex, color, Ciínical
manifestations,‹familial@histony,'lgboratorial exams, paçíeñts age -
fat diagnostic pnd.tratment› ` `
._ sevençy per cent offthe~pa¢ients were of age 20 or legs _âs
~the«enfermityzwas-diagnosticated- _
,
_
. ÇThe;more.freqnent.clinicäl-mšñifçstationsjwe:e,§p1enomegaly
%8o%)»êanemia %75%).ahd'janndice %75%§.
.mhe.more_1mporfiant laboratorial £indings_$ere the zinqr$§s§› ¡ ínzosmoflicífragiliçy,Qf%th¢~exytroçytes (&5%),¿pr¢sence¿o£gpherocy%»
ffes in peripheral¿bloofi'íflãäygandyincrešäe;Qf¿g¿3gm biLirup;n.(TO%Lf ;$p1eene¢tømy was ägfie iàÀl3wof{fihez¢§§es-fifiãä). `
A `
:The¿StuãieszconcÁugion¿wa$;thatfifih€~most¿ímportaqt_dafig foz
- ~diagnostic-of *hereditary»sph$rocytøšis are{f&hémia¢~$plenomegâIy É
:I , _... _V
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jaundice,¶the Qsmoticqíragility gnã the presepce ofi ãpheroçytéë ~imy.
periphergl-b1QQä-.V ' ' _ ' » É ,_ z .Z “Ê ¡ , . \ I I I \ z › _. I (
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V-theneu, l978..cap.8,~§.l50+57« ` . 'Í 'I ' _ w ' z O z? ._.-.»¿.¿...zf. _? _ -~;_¬Y.,.,;`:_.<zz';,.-_._ .z_T.:_z.f ._ _,,____ ...z._...-¬._...~.-‹,¿_;_ .,._z_z,_zz¡_z_z_: ,_ ____;¡@-.-v,-:›f‹w~m;5.›g¬_.¡zw_z«¬5§T_z:,¿z,5..z;g-›g§¡¿¡5¿¿¿¿Ífñ,3\f¿§_¡:%§:___¿ _____ z› __ ___; __ _: _ __' _ E ~ _ . ~ ' 1 .
-116 ^4
(9) ‹OLIVEIRA, Halley Pacheco_er al. Aspectos morfolôgíóes e quant¿_
~ -tátivos_do sangue e da_medula óssea; Ifi;,-_ Hemátologiá Clã.
fnica- Ri°.de.Janeir0ô¬LiVrëri@,Afih¢P€uf_l97$âi°?É¿?vfPf43-
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_ Sfimueleä I 1-\¬fâem_i aê hlemíø_l'ítei¢as_e_iflfir_í1à$¢_¢_ë_S_z¢_áuí$_áfi_VâS Pôr
_ ~¿anorma1idedesyda,membrápe_ãQ§f9lÕ§QlÓsQVèrmÊlhQ§¿AEeferqeíto-
Í? 'se hereditária, Ipgáe _IntrQdúção_ã;Hëmato1ogie¿¡S§g¿¡Ífiäüíe, *~~ Harbra - Ediføra Harper &ÂRQW}â9zBša$ilÍ3¿§§Í Í97§Ã_Cëʧ3#¿Ê~Í
8.õ«-s_s_.; ' L
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wii) SABRAFEN, J S;_Aneñia§mh¢m9lí¿i¢§$ éâggénèçgi, Éšfegqšišøšfššäš-
reditáÍi§{Ó›en§epmeQ§d¿de¿Minkowskif Cháuffard. Iñiš' 'ÊÍÚ§;'
_ .,..._.› . _ ×.›_. _ ___.. ,_ _._4. F_r_‹_â_‹1›e _r__i_'‹:-Q c;:.z-_~. _£_ Râ¢.d.rQl_á; 1_1‹'=1êf__râr Di‹Aë9»1í<3š_fiiG°_ _H¢m`ä“`*=`<51Õ__;
¬ - » 1â,z_I¿2_5e1í:_5 _ ~ _ _ ¿ _ f.‹í1 2r›'._ ,2>›n<>;1-fmõ×zl*i_;‹1}ê1_<1;sâ_S}_e_ m_f‹f_f¬‹_f_f_\1_>__1,¢zÍ‹f=1__I4_#'_=i'~+'›_._-zz zig _ _ _ _ _ _* ‹__7l¡` , _ ¡› A=› › ..¡:;›__-V ff. ' fiex@ni®§âezHê;e§;@ãëiá`eâqvêibçitose,hereditáxiëézInâ::¢@©én~ _gaSâH§mâto1ô§i§ás,âNovásádírebrizèaztë?ä9êhÊišáá›~RiëfÔë?5ä›Ê fnetnQ__Guânêäê§êàKg9gëg¿¿I3J§;;ç§¿§§,p}À§;5;5¿ _ _ _ V' " e .¡ _ ._ _ , _. 6 V ' ef e áf- V _n-émzLa__âe__ af ,z¡1iz-zz de . _ , ' ^ _ - V _; _ . __ ~ - _ _ - _. _ ‹ :¿-_'-¬‹;›¡ - › _- 1 __ ._-__›_.»9 _ « __. - _ V _; - .._À ' _ __ -_ ._ -ø-_ .,_¬ -› - . . - › ' ‹_-¬_r.› - - .-ii;--_-_ os ‹;;L__o__1:›,11_1‹>_f.~:›__ _ .IP ë» W ~v2. éàp,21{~p¿75$¿§@¿¬' “"“` ' ._\ ø 3 ¬› .. «W-.... .. M. .fz ~ :__ .' .-zz.. __ _ _ ...z «mz ' _. › ~~. ._ "*~°"@ . - ,,{~;. _ \ __ _ _ _ _ _ V ü ,¡
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Nflham- Tcc UFSC cMo127 Autor: Carvalho, AroldoP '
Título: Anemia esferocítica hereditária.
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Ex.1 UFSC BSCCSM