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Academic year: 2021

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TÍTULO: ESTUDO DOS GASTOS E ENDIVIDAMENTO DOS ESTUDANTES DE ADMINISTRAÇÃO DA FUNEC DE SANTA FÉ DO SUL/SP.

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS ÁREA:

SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE SANTA FÉ DO SUL INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): RUI MAURÍCIO LEÃO AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): MARCIA DONIZETH PRETE ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): EDERSON MELLA TERNEIRO COLABORADOR(ES):

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ESTUDO DOS GASTOS E ENDIVIDAMENTO DOS ESTUDANTES DO CURSO DE

ADMINISTRAÇÃO DA FUNEC DE SANTA FÉ DO SUL/SP.

1. RESUMO

A maioria da população brasileira possui problemas financeiros, dívidas, dificuldade para adquirir bens e despreparo em momentos de desempregos, crédito fácil e descontrole que levam as pessoas a se endividarem. Por isso, o objetivo desta pesquisa é estudar os gastos e endividamento dos estudantes do Curso de Administração da FUNEC de Santa Fé do Sul/SP. Para tanto, o método utilizado foi quantitativo e qualitativo, com levantamento de referencial bibliográfico. A amostra foi do tipo não-probabilística, foram entrevistados 10% do universo de 350 alunos presentes em sala de aula nos dias 27, 28 e 29 de março de 2013. Dos entrevistados, 50% eram mulheres e 50% homens, sendo 83% solteiros; 78% possuem casa própria e 94% já estão no mercado de trabalho. A coleta de dados, cujos processamento e análise foram feitos por meio do software “Excel”, deu-se por meio da aplicação de questionário que pretendeu obter as seguintes informações: o perfil do usuário, a renda, os gastos e a propensão do endividamento. O estudo demonstrou que os entrevistados têm consciência de planejamento de suas finanças pessoais, principalmente porque estão fazendo o curso e muitas disciplinas ensinam-nos a se organizarem no orçamento familiar.

Palavras-chave: Gastos. Financeiro. Administração.

2. INTRODUÇÃO

A educação financeira ainda é pouco explorada no Brasil. A literatura, na maioria das vezes, está relacionada à gestão financeira pessoal, e o oferecimento de disciplinas correlatas ao tema em cursos regulares de colégios, faculdades e MBAs é praticamente inexistente. No entanto, a educação financeira tornou-se uma preocupação crescente em diversos países. Nas últimas duas décadas, três forças produziram mudanças fundamentais: a globalização, o desenvolvimento tecnológico e alterações regulatórias e institucionais de caráter neoliberal (SAVOIA, et. al, 2007).

A educação financeira dos indivíduos é refletida na administração do dinheiro. O gasto financeiro e pessoal ou planejamento financeiro pessoal consiste em estabelecer e seguir uma estratégia mais ou menos deliberada e dirigida para a manutenção ou acumulação de bens e valores que irão formar o patrimônio de uma pessoa e de sua família. Essa estratégia pode estar voltada para o curto, médio ou longo prazo e visa garantir a tranquilidade econômico-financeira do indivíduo (CAMARGO, 2007).

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De acordo com Macedo Jr. (2007), a maioria da população brasileira tem problemas financeiros, dívidas, dificuldade para adquirirem bens e despreparo em momentos de desempregos, crédito fácil e descontrole que levam as pessoas a se endividarem. A falta de planejamento financeiro pode ocasionar sérios problemas na vida de um indivíduo, prejudicando sua relação familiar e social.

Em decorrência do consumo excessivo, muitos indivíduos contraem dívidas, comprometem uma parcela significativa de suas rendas, e, em muitos casos, acabam tornando-se inadimplentes, ou seja, acabam por não cumprir com seus compromissos financeiros. Muitos desses indivíduos conseguem retomar o equilíbrio de suas vidas, outros necessitam de ajuda e muitos terão que carregar consigo o estigma de eternos endividados (FERREIRA, 2006).

As pessoas erram ao considerar sem importância sua vida financeira. O simples fato de as pessoas optarem por não acompanhar suas finanças já é um fator decisivo para futuros problemas. Administrar o orçamento pessoal ou familiar, planejar e buscar a tão sonhada independência financeira exige uma mudança de postura, atitude e vida.

3. OBJETIVOS

Geral

Estudar os gastos e endividamento dos alunos do Curso de Administração da FUNEC de Santa Fé do Sul/SP

Específico

a) Levantar o perfil dos acadêmicos entrevistados segundo as variáveis do sexo, estado civil, filhos, moradia, curso e atividade extracurricular.

b) Verificar a renda familiar, frequência em poupar e gastos.

c) Buscar quais são os gastos dos estudantes do curso de administração. d) Levantar os tipos de créditos mais utilizados e a necessidade de uso.

4. METODOLOGIA

A pesquisa se classifica como descritiva e exploratória. De acordo com os autores Cervo e Bervian (2007), quanto aos meios, a pesquisa caracteriza-se como bibliográfica, documental, de campo e estudo de caso. Quanto aos fins, a pesquisa classifica-se também como exploratória, pois, segundo Gil (2008), tais pesquisas são realizadas principalmente quando o tema é pouco explorado e complicado de se formular hipóteses precisas.

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Assim, elegeu-se aqui a pesquisa bibliográfica que foi realizada visando à maior compreensão das diferentes interfaces do assunto em questão, por meio de material acessível ao público em geral, bem como livros, artigos científicos e teses que tratam do tema. O estudo dos gastos e endividamento foi aplicado entre os estudantes do curso de administração da FUNEC de Santa Fé do Sul/SP. A amostra do estudo é do tipo não-probabilística, selecionada por conveniência entre os acadêmicos. Foram entrevistados 10% do universo de 350 alunos do curso presentes em sala de aula nos dias 27, 28 e 29 de março de 2013.

A coleta de dados, cujos processamento e análise foram realizados no software “Excel”, deu-se pela aplicação de um questionário que pretendeu observar: o levantamento do perfil do usuário, a renda, os gastos e a propensão do endividamento dos entrevistados. Para mensuração, foi utilizada a escala de Likert de cinco pontos (sempre, frequentemente, algumas vezes, raramente e nunca). Para a análise dos dados e apresentação dos resultados, foram utilizados o método descritivo e a pesquisa quantitativa, que buscam traduzir, em números, opiniões e informações para classificá-las e analisá-las (Silva e Menezes, 2005).

5. DESENVOLVIMENTO

Segundo o Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa (2006), endividamento tem origem no verbo “endividar-se” que significa fazer ou contrair dívidas; os verbos sinônimos a ele são: “encalacrar-se” ou “empenhar-se”.

Acerca das discussões financeiras, Domingos (2008) afirma que elas aumentaram devido ao desenvolvimento econômico do país, à variedade de produtos e serviços oferecidos ao consumidor e aos problemas ocasionados pela má gestão de recursos. Conforme ressalta Augustin (2008), finanças refere-se à situação financeira da pessoa, definida também como a gestão do dinheiro, que planeja as aplicações e os rendimentos que deseja ter no futuro.

Assim, observa-se que o consumidor se endivida por diversos fatores, tais como: dificuldade financeira pessoal, que impossibilita o cumprimento de suas obrigações; desemprego; falta de controle nos gastos; compras para terceiros; atraso de salário; comprometimento da renda com despesas supérfluas; redução da renda; doenças; má fé; sendo todos estes fatores agravados em época de crise econômica do país (FIORENTINI, 2004).

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Para Luquet (2007), a organização da vida financeira requer critérios definidos e, além disso, uma visão bastante realista com receitas e despesas próprias, dessa forma, a pessoa acabará descobrindo que têm mais recursos do que imagina para fazer suas aplicações.

Como o modelo vigente no Brasil é o capitalismo que, entre outras coisas, prega o acúmulo de capital, pelas suas políticas, oferece cada vez mais linhas de crédito facilitadas e prazos de pagamentos extremamente elásticos, o que favorece e aumenta o consumo das pessoas. (TOLOTTI, 2007).

Luquet (2007) mostra que as pessoas devem fazer uma planilha para saber quais são seus gastos mensais. Conforme o quadro 1, a seguir, é feita uma relação das receitas e despesas.

Receita Salário e outros

Gastos fixos:

Aluguel/Condomínio/Prestação de casa, prestação/Seguro do carro, IPTU, IPVA, Seguro-saúde, Colégio/Cursos/Clube/Academia, Plano de aposentadoria e Outros.

Gastos Variáveis: Alimentação, Luz/Gás/Água, Telefone fixo/Celular, Cartão de crédito, Transporte e Outros

Gastos arbitrários: Viagens, Cinema/Teatro, Restaurante, Roupas e Outros.

Saldo total Receitas – Despesas

QUADRO 1: Controle de Gastos Fonte: Luquet (2007)

O quadro 1 mostra como os indivíduos deveriam organizar a sua vida financeira mensalmente, para não terem problemas com descontroles e aprendessem dessa forma poupar parte da sua renda.

Segundo o site Valor Econômico (2012), a administradora de Serviço Central de Prestação ao Crédito (SCPC), 29% dos consumidores inadimplentes que responderam à sondagem disseram estar com restrições geradas por uma compra no cartão, seguido do carnê (24%), cheque (17%), empréstimo pessoal (13%), cheque especial e cartão de loja, ambos com 8% das respostas. Observa-se que o destino desses gastos estão relacionados: 21%, à compra de móveis, eletrodomésticos e eletrônicos; 16%, à compra de produtos ou serviços relacionados à alimentação, mesmo percentual de vestuário e calçados; 11%, a serviços públicos. A influência da inadimplência está ligada ao desemprego, 33% dos casos; descontrole financeiro, 23%; e empréstimo em nome de terceiros.

Conforme a Abcecs (2012), nos últimos anos, o cartão de crédito ganhou mais espaço no dia-a-dia dos brasileiros e já responde por 26,8% no consumo. Isso significa cada

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vez mais pessoas aderindo ao cartão como meio de pagamento seguro e eficiente. A inclusão financeira e o maior acesso das classes C, D e E aos meios eletrônicos de pagamento também têm impulsionado a expansão dos cartões.

Observa-se que os consumidores de classes sociais inferiores são menos informados sobre o preço e mais sujeitos a comprar produtos em promoção e a prazo. Ao contrário, os membros das classes sociais mais privilegiadas utilizam menos os preços como referência e sim o valor intrínseco dos produtos (WENGRZYNEK; CARMO, 2013).

6. RESULTADOS

Para avaliar o estudo dos gastos e endividamento dos alunos do curso de Administração da Funec de Santa Fé do Sul/SP, foi aplicado questionário para análise dos dados. Dos entrevistados, 50% eram mulheres e 50% homens, conforme o gráfico 1.

GRÁFICO 1: Sexo dos respondentes Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

No gráfico 2, analisou-se que 83% dos acadêmicos são solteiros e jovens e têm a preocupação de estudar e estabilizar financeiramente para depois constituírem família; enquanto que 11% são casados.

GRÁFICO 2: Estado Civil

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Durante o levantamento dos dados, conforme o gráfico 3, foi apontado que 89% têm filhos, enquanto 11% não têm. Observou-se, na pesquisa aplicada, existir uma preocupação dos estudantes em relação aos gastos familiares e o seu planejamento.

GRÁFICO 3: Filhos

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Em relação à moradia, 78% dos entrevistados possuem casa própria; 17% alugada; e 5% financiada; como descrito no gráfico 4.

GRÁFICO 4 - Moradia

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

No gráfico 6, observou-se que: 17% dos entrevistados ganham até 2 salários mínimos; 33% até 4 salários; 22% até 6; e 28% acima de 7 salários.

GRÁFICO 6: Renda familiar Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

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A pesquisa apontou que 6% gastam muito mais do que ganham; 33% gastam mais do que ganham; 11% gastam igual ao que ganham; 39% gastam menos que ganham e 11% gastam muito menos do que ganham, de acordo com o gráfico 7.

GRÁFICO 7: Gastos

Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Conforme o gráfico 8, a frequência da poupança foi: 28% sempre; 28% frequentemente; 22% algumas vezes; 17% raramente; e 5% nunca pouparam parte de sua renda mensal. Ou seja, existe uma preocupação em poupar parte dos seus rendimentos para planejamento futuro.

GRÁFICO 8: Frequência de poupança. Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

Em relação aos gastos com loja, cartão de crédito e banco, 72% sempre sabem o quanto devem, enquanto 28% frequentemente sabem. Nota-se que os acadêmicos têm preocupação com o orçamento familiar e estão constantemente planejando para não perderem o controle financeiro, como mostra no gráfico 9.

GRÁFICO 9: Gastos com loja, cartão de crédito e banco. Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

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No gráfico 10, observa-se que, em relação à utilização do tipo de empréstimo, 11% usam financiamento de bem móvel; 22% crediário; 28% empréstimo pessoal; e 39% nunca usaram alguns dos itens listados, o que demonstra pouca propensão ao endividamento pessoal.

GRÁFICO 10: Tipo de empréstimo Fonte: Dados da pesquisa, 2013.

7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conforme proposto neste estudo, foram analisados os níveis de gastos e de endividamento dos acadêmicos do Curso de Administração da FUNEC de Santa Fé do Sul/SP. Os resultados indicaram que o nível de educação financeira dos alunos é satisfatório. Em relação ao endividamento, a maior parte dos discentes está pouco endividada. Entretanto, obteve-se uma parte considerável dos discentes com risco de sobre-endividamento ou sobre-endividados.

O estudo demonstrou que os entrevistados têm consciência de planejamento de suas finanças pessoais, principalmente por estar fazendo o curso e muitas disciplinas ensinarem a se organizar no orçamento familiar.

No que tange ao endividamento, constatou-se que, dos entrevistados que utilizam alguma forma de dívida, o crediário foi indicado como a principal forma, sendo que a propensão ao consumo foi a mais apontada como necessidade de utilização para este. Desta forma, percebe-se que os jovens acadêmicos reconhecem que o fator principal na propensão ao endividamento é o consumo exacerbado.

Os acadêmicos do Curso de Administração estão conscientes de que é necessário um acompanhamento e controle sobre a dívida, pois somente assim conseguem economizar frequentemente e gastar menos do que ganham, indicando baixa propensão a gastos e ao endividamento.

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Acredita-se que esse tema é de grande relevância para os cursos de Administração, para a economia do país, para as organizações públicas e privadas que se preocupam com a qualidade de vida de seus colaboradores. Futuras pesquisas podem aprofundar nos fatores determinantes do endividamento e da educação financeira dos discentes do curso, investigando, em detalhes, os fatores demográficos e comportamentais do objeto estudado que possam ser determinantes no conhecimento de finanças pessoais e na gestão das dívidas.

8. FONTES CONSULTADAS

AUGUSTIN, Eziane Samara. Planejamento pessoal e sua ligação como o planejamento estratégico organizacional. 2008. Dissertação de mestrado. Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Tecnologia Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.

CARTÃO de crédito é principal fonte de inadimplência. Valor econômico, 20 de novembro de 2012. Disponível em: http://www.valor.com.br, acesso em 20 nov. de 2012.

CAMARGO, C. Planejamento financeiro pessoal e decisões financeiras organizacionais: relações e implicações sobre o desempenho organizacional no varejo. Curitiba, 2007. Centro de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração, Universidade Federal do Paraná, 2007.

CERBASSI, G. Casais inteligentes enriquecem juntos. São Paulo: Gente, 2004.

CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 4 ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007.

DOMINGOS, Reinaldo. Terapia financeira. São Paulo, Nossa Cultura, 2008.

FERREIRA, A. B. H. (Ed). Novo dicionário eletrônico. Aurélio da língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.

FERREIRA. R. Como planejar, organizar e controlar seu dinheiro. São Paulo: Thomson IOB. 2006.

FIORENTINI, S. R. B., Ed. Inadimplência: como evitar e resolver. Sebrae, 2004. GIL, A.C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

LUQUET, Mara. Guia valor econômico de finanças pessoais. 2. ed. São Paul: Globo, 2007.

MACEDO JR.,JURANDIR SHELL. A árvore do dinheiro: guia para cultivar a sua independência financeira. Rio de Janeiro: ELSEVIER, 2007.

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MEDEIROS, C. D. L. G. Educação financeira: O complemento indispensável ao empreendedorismo. Campina Grande, 2003. Departamento de Sistemas e Computação, do Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal de Campina Grande, 2003.

MERCADO de cartões. Revista eletrônica Abecs (Associação Brasileira das Empresas de

Cartão de Crédito e Serviços). Disponível em:

http://www.abecs.org.br/site2012/noticiasInterna.asp?id=7, acesso em 04 dez. de 2012. RODRIGUES, D. D. O. O uso de cartões de crédito por estudantes de graduação da Universidade Federal de Viçosa. Viçosa, 2004. Monografia, Universidade Federal de Viçosa, 2004.

SAVOIA, J. F.; SAITO, A. T.; SANTANA, F. A.. Paradigmas da educação financeira no Brasil. RAP. Rio de Janeiro, Nov./dez. 2007.

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TOLOTTI, Marcia. As armadilhas do consumo: acabe com o endividamento. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

VERGARA, S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2005.

WENGRZYNEK, J.; CARMO, E. R. O comportamento de compra do consumidor da classe C. II Seminário do Centro Ciências Sociais Aplicadas, 2003. Disponível em:<http://www.unioeste.br/campi/cascavel/ccsa/IISeminario/trabalhos/O%20comportament o%20de%20compra%20do%20consumidor%20da%20classe%20C.pdf> Acesso em: abril 2013.

Referências

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