EST Li LIVT.0 RAO PODE SAIR DA BIBLIOTECA
UFPB
UN I VERS I DAD E FEDERAL D A PARAIBA
CENIRO DE FORMACAO DE PROFESSORES
C A M P U S V - C A J A Z E I R A S - P D .
DEPARTAMENIO DE EDUCAQAO E LEIRAS
Pedagogia
"Quern sabe, ensina quern vdo sabe," 6 preciso que quern sabe saiba sobretudo que "ninguem sabe tudo e que ninguem ignora tudo."
{Paulo Freire)
RELATflRIO
DAS ATIVIDADES D E S E N V O L V I D A SNO ENSINO DE £ GRB.U. E _ GRAUS
H A D I L I T A C A O : ^ W ^ 2 o J ^ J ^ '
LOCAL DO ESTAGIO: I _ A
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A G R A D E C I M E N T O
Elevo meus agradecimentos a Deus pelas ben-caos perenes, razao inaior da minha e x i s t e n c i a , estensivas a minha mae Severina Borges P e r e i r a da S i l v a e ao Neto 1
( a d o t i v o ) Luiz F e l i p e Borges P e r e i r a B a t i s t a pelas h o r a sf f u r t a d a s a sua a s s i s t e n c i a .
Reconhecimento:
1 Equipe de Supervisoras e a B i b l i o t e c a que me a s s i t i r a m nas orientaooes e oonsequente-mente as pesquisas.
"G-ragas a e x p e r i e n c i a e aos meios e x i s t e n -1 tes ou em poteneia, nas soeiedades a t u a i s , e p o s s i v e l ( d i ga-se, sem d i m i n u i r em nada as d i f i c u l d a d e s da t a r e f a ) • a j u d a r o liomem a desenvoiver-se em tcdas as suas dimen- 1 soes: "tanto como agente do desenvolvimento, agente do de-senvolvimento, agente de transformacao e a u t o r de sua pro p r i a r e a l i z a c a o - o que vem c o n t r i b u i ^ a o - pelos caminhos do r e a l , para o i d e a l do homem completo".
S U M A R I 0 I dent i f icagao ... . 01 Apresentagao . - « . 02 Desenvolvimento 03 Conclusao * 10 B i b l i o g r a f i a . 12 Sugestoes *. 13 A N E 2 0 S R e l a t o r i o do Debate ITacional 14 Pauta da Reuniao 16 Teonica de grupo • ...» 17
Pauta da Reuniao Pedagogica 7 18
Pauta da Reuniao -Dia da Crianga 19 Cartases do Dia da Crianga., 20 Convite
Pauta da Reuniao-Higiene e P r o f i l a x i a * ... 23 A n i v e r s a r i o do E l e f a n t e FANTE * 24 Campaxiha para organizagao da m i n i - f a r m a c i a . . , 31 Convite para implantagao do p i l o t a o de Saude 32 Pauta de Reuniao para .implantagao do Peloxao
ae sauae 33 Ata da inauguragao de P i l o t a o de Saude 34
E s t a t u t o do Pelotao de Saude 37
Planejamento d i d a t i c o 40
Fickp, modelo - piano de curso 41 Fiona modelo ** Piano semanal "42
Pagina Tecnicas c r i a t i v a s para f i x a c a o . . # . . . . • • 4 3
Avaliacao de l e i t u r a 4 4
Auto-Ditado 4 7 Pieha para exploracac de palavras 4 8
E x e r e i c i o de avaliagao * • 4 9
1 . I 2 S K T I F I C A £ | 0
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE FORMAQlO DE PROFESSORES DEPARTAMENT 0 DE EDUCAQlO E LETRAS CAMPUS - V - CAJA2EIRAS - PB.
CURSO ~ I I CENG IATURA PLENA M PSDAG-OCIA HABILITAglO - SUPERVISlO ESCOLAR
DISCIPLINA - ESTAGIO 3UPERVISI0NAD0 DE SUPBRVISlO ESCOLAR COORDENADORA BO ESTAGIO - MARIA ILBANIZA GOMES
I N S T I T U I Q A O DO ESTAGIO - ESC OLA ESTADUAL DE 1 2 GRAU SINHA
ZINHA RAMALHO
ADMINI3 TRADOR ESCOLAR - MARIA JOS3 F&LIZ DE ALBUQUERQUE PERlODO - DE 09 DE SETEMBRO A 1 3 DE DE2EMBR0 de 1 9 8 5 ESTAGlARIA - MARIA ANUNCIADA DE JESUS
A P R E S E N T A £ l O
0 presente t r a b a l h o apresenta toda uma p r a -t i e a do andamen-to das a -t i v i d a d e s eseolar-s a -t r i b u i d a s ao* Estagio Supervisionado de Supervisao Escolar, r e a l i z a d o ' * na Escola Estadual de 12 grau "Sinhazinha Rarnalho".
Sabemos que a t e o r i a nao so basta para o d_e senvolvimento e e x e r c i c i o de uma funcao. Para t a n t o , e ni£ c e s s a r i o urn embasamento t e o r i c o p r a t i c o para poder r e a -l i z a r urn t r a b a -l h o p r o d u t i v o .
A p a r t i r da configuracao deste posicionamen t o , fundamentamos nossas a t i v i d a d e s em cima dos desvios • detectados no processo ensino - aprendizagem decorrente d da a n a l i s e do ambiente e do sou correspondents processo d de desenvolvimento.
Neste t r a b a l h o de Acao Pedagjogica, t e n t a -1 mos j u n t a r nossas experiencias dentro de urn esforgo mutmo
e de coesao entre os elementos da Escola, que dentro da s s i s t e m a t i c a e c r i a t i v i d a d e procuramos alcaagar nossos ob-j e t i v o s para melhorar o processor ensino-aprendizagem, £>• planejando e orientando nas a t i v i d a d e s a serem desenvolv:L das na escola, alem de oferecermos em termos de recreagao e m a t e r i a l s a u d i o - v i s u a i s , mormente orientagoes no uso de novos metodos e t e c n i c a s de ensino.
D B S E N Y O L V I M E N T O
Desenvolver o processo ensino-aprendizagem, com base na i n t u i g a o em o b j e t i v o s ambiguos e em c r i t e r i o s s u b j e t i v o s , e nao compreender toda uma complexidade desse processo, que e c o n s t i t u i d o por p a r t e s e fungoes r e l a c i o -nadas entre s i e que devem operar de maneira coordenaia • para a t i n g i r o f i m determinado.
A concepgao de escola tern mudado a t r a v e s dos tempos, acompanhando a evolugao e o progress© da socieda-de. Da escola de ensinar a l e r a escrever, como era v i s t a no passado, evo&luiu para a concepcac de a g e n d a educacio n a l , que se v o l t a para a educacao i n t e g r a l .
A mudanca a t i n g i u tudo (meios de comunicacac meios de t r a n s p o r t e s , meios de ctiversao), enfim, as cond_i goes da e x i s t e n c i a humana.
Seja como f o r , d i a n t e das transformagoes o homem esta p e r p l e x o , scbretudo nesta epoca'am (jue os ,'q.ua-d r o s _ s o c i a i s . e s t a l a m e a organizagao ,'q.ua-da f a m i l i a passa por uma c r i s e sem i g u a l . A escola de hoje deve e s t a r conscien t e de que serve ao mesno tempo ao i n d i v i d u o e a comunida-de.
ITesse enfoaue sao consideradas nao so as ne cessidades do i n d i v i d u o , compreendendo seu desenvolvimen* t o b i o p s i c c s s o c i a l , como tambem as necessidades da s o c i e -dade em que ele v i v e e convive.
Se por urn lado a escola r e f l e t e a sociedade, p o i s e a f e t a d a por f o r g a s , p o l i t i c a s , economicas e s o c i -a i s , por outro l-ado c-abe-lhe import-ante p-apel n-a mud-ang-a' dessa mesma sociedade.
fi impossivel no mundo hodiemo, estudar o ' papel da escola desvinculado de urn estudo do meio s o c i a l ' q_ue a cerca, j a que todo sistema e s c o l a r e montado para • curnprir uma fungao s o c i a l .
Em t a l situagao, como devera a g i r e como 1 podera o p r o f e s s o r , urn dos componentes do processo edu- ' c a t i v o , c o n t r i b u i r para a m e l h o r i a da sociedade e do ho-1 mem?
Urn dos pontes de p a r t i d a para p o s i c i o n a r o papel dp p r o f e s s o r (e por que nao o do aluno?) dentro • desse quadro s e r i a a a n a l i s e do processo e n s i n o - a p r e n d i -1 zagem.
0 binomio ensino-aprendizagem - 0 que e • ensinfi? Examinemos algumas d e f i n i g o e s destacadas de v a r i e s l i v r o s d i d a t i c o s e que sao apresentadas a s e g u i r :
if
— acao de prover c r r c u n s t a n c i a s para que ' o educando aprenda."
— " acao d i r e t o r a g e r a l , do p r o f e s s o r , da' aprendizagem do educando."
— "qualguer forma de o r i e n t a r a p p r e n d i - 1 zagem.n
— "orientagao da organizagao de trafealhos escoiares."
— "esforgo educative d e l i b e r a d o , c o n s c i - ' ente, s i s t e m a t i z a d o ; "
"prolegao sobre o que os outros ignoram* ou sabem mal ou sabem mal."
— M organizagao das condigoes e x t e r i o r e s 1 p r o p r i a s as aprendizagem."
Ao se examinarem essas c i t a g o e s , ou outras* e x i s t e n t e s , observa-se urn t r a g o comma e n t r e e l a s : quern • ensina o f a z visando a aprendizagem. Assim ensinar esta ' sempre i n t e n d o n a l m e n t e em suas aprendizagens.
Uma vez que ensindi e aprendizagem estao de alguma maneira r e l a c i o n a d o s , faz-se necessario entender o que s e j a aprennizagem, para uma melhor compreensao do processo ensiniaprenuizagem, A meaiua que forem sendo i d e n -t i f i c a d o s o§ p r i n c i p i o s de aprendizagem que podem ser a g l p l i c a d o s ao ensino, sera p o s s i v e l a elaboragao de mode- 1 l o s de ensino e f i c a e n t e .
A aprenuxzagcm e urn processo complexo que 1 se r e a l i z a no i n t e r i o r do i n d i v i d u o e se manifeeta p o r ' urn r e s u l t a d o que pode ser evidenciado objetivamente, en-' volvendo os componentes psicomotores, a f e t i v o s e c o g n i t i -vos, p o i s nao e x i s t e urn produto puro de aprendizagem, 1 mas o predominio de um aspcto sobre o o u t r o , d a i o p r o - •
cesso ensinmaprendizagem passa a i n t e g r a r alem do p r o f e -ssor e do aluno, um componente e s s e n c i a l -os o b j e t i v o s .
Vendo a i m p o r t a n c i a da Escola na construgaa da r e s p o n s a b i l i d a d e e l i b e r d a d e do aluno e, p o r t a n t o do 1 ponto de v i s t a de que a f i n a l i d a d e da Educagao e a apren-dizagem, o nosso t r a b a l h o de atuagao na Supervisao Esco-1 l a r teve como o b j e t i v o desenvolver a t i v i d a d e s , visando • a melhoria no desempenho do docente no planejamento d i - ' d a t i c o e consequentemente do processo ensinm-aprendiza- 1 gem.
Pautada nasse o b j e t i v o , procuramos a t u a r i n i c i a l m e n t e propondo aos professores a continuidade da • elaboragao do Piano de CUFSO onde apenas havia side e l a -1 borado a t e o 22 b i m e s t r e .
Ao reunirmos com os professores da 1^ e 2^ s e r i e s , achamos por bem f o r m u l a r a elaboragao do Piano 1 de Curso e semanal que em seguida apresentamos um f o r m u l a r i o (modelo) os quaas foram a c e i t o s pelos p r o f e s s o r e s . P6 l a i n i c i a t i v a dessa reuniao e desenvoiver dentro de um • c l i m a de descontragao aplicamos uma t e c n i c a "Jogo das Ca-d e i r a s " com o o b j e t i v o Ca-de p r o p o r c i o n a r uma melhor i n t e - 1 gragao do grupo.
Como r e s u l t a n t e , p a r t i c i p a m o s na formulagao do o b j e t i v o no desenvolvimento das a t i v i d a d e s , que envoi-veram o dominio da l e i t u r a o r a l e da e s c r i t a , orientando na disfcribuigao das unidades de estudo, como tambem no 1
desenvolvimento do planejamento d i d a t i c o Csemanal) o r i e n -tando-os nas a t i v i d a d e s a serem m i n i s t r a d a s especialmente na area de Comunicagao e Sxpressao, subsidiando-os com • t e c n i c a s e t e x t o s de l e i t u r a a 2^ s e r i e , alem de uma con-versa i n f o r m a l dada a i m p o r t a n c i a da u t i l i z a g a o de m a t e r i a l a u d i o - v i s u a l e do saauconfeccionamento somando assim • uma gama de e x p e r i e n c i a s e c r i a t i v i d a d e dentro dos se- 1 g u i n t e s t e c n i c a s : jogos de encaixe; s i l a b a s moveis; a l - ' bum s e r i a d o sobre as f a m i l i a s ; s f l a b a o b r i g a t o r i a , para 1 serem aplicadas com devidas adaptagoes, ou se$a de acordo com cada s e r i e .
Ao analisarmos a seriedade do problema da-8 da as d e f i c i e n c i a s da aprendizagem em l e i t u r a e e s c r i t a 1 u t i l i z a r m o s uma t e c n i c a na classe a t r a v e s de um s o r t e i o ' visando a necessidade de t r a b a l h a r dentro de um piano de aceleragao em a l f a b e t i z a c a o o qual executamos no p e r i o d o ' de d i a s a l t e r n a d o s t c t a l i z a n d o dias l e t i v o s .
Para execugao, de i n i c i o o nosso t r a b a l h o 1 s o f r e u um impacto de r e j e i g a o p e l a p r o f e s s o r a da 2§ se- 1 r i e que na ocasiao se u t i l i z o u dos aspectos f i s i c o s da 1 escola procurando d i f i c u l t a r nossas a t i v i d a d e s . Assim '* sendo, fomos de encontro a necessidade e i n t e r e s s e da • p r o f e s s o r a da 1§ s e r i e p o r t a d o r a de uma l a r g a v i s a o pelo ensinm e f i c i e n t e .
Sequenciando nosso t r a b a l h o tivemos urn Ene£ contro Pedagogico na Escola com a f i n a l i d a d e de l e v a r a s1 discussoes a r e s p e i t o da programagao para promover a d i -1 vulgagao do evento "Debate Nacional sobre Educagao"- 1 Dia D" enfocando o tema PENGANDO A ESCOLA PARA ?£JDANC& ' que durante uma semana se estenderam com p a l e s t r a s e deba t e s d i a n t e as indicagoes nas propostas l e v a n t a d a s j
Que Escola Temos?
'Que Escola Queremos? cujo contexto abrangeu uma p a r t i c i p a c a o de todo corpo doeente, discente e da co-munidade nas d i v e r s a s representagoes educacionais que s e1 mostraram numa preocupagao maior por uma perspective, de 1 mudanga, fazendo promover uma integragao entre Escola- 1
Comunidade •
Dada as c a r a c t e r i 3 t i c a s em que a Escola se s i t u a , e procurando despertar nas comunidades e s c o l a r ha-b i t o s de h i g i e n e , realizamos uma p a l e s t r a dentro desta 1 area c o n f e r i d a por uma e s t a g i a r i a do Curso Tecnico de En-fermagem onde abordou os aspectos de boa saude despertas^ do nos alunos o i n t e r e s s e e r e s p o n ^ a b i l i d a d e pelo a s s e i o1 e aparencia pessoal.
Para p e r m i t i r a dinamicidade da descontragao confccionamos cartezas dentro de uma variedade de persona gens, f o i levada em cena com a p a r t i c i p a g a o dos alunos, 1 uma dramatizagao baseada numa e s t c r i a i n t e r e s s a n t e sobre o " A n i v e r s a r i o do E l e f a n t e PANTE" projetando f a n t a s i a e 1 dispondo em sua maior p a r t e de sua c r i a t i v i d a d e c a r i c a t a o poder da comunicagao e i d e n t i f i c a g a o da b i b M l a n d i a .
Cumprindo uma a t i v i d a d e e x t r a - c l a s s e de um* dos i i e n s propostos r e f e r e n t e a Saude planejamos a execu-tamos uma reuniao fundamentada na necessidade e importan-c i a da implantagao do a n t i - p r o j e t o de um Pelotao de Sau-' de d e f i n i n d o assim na organizagao de uma m i n i - f a r m a c i a 1 com o o b j e t i v o de f a z e r o entendirriento a c l i e n t e l a nos • p r i m e i r o s socorros e consequentemente na aplicagao de
pe-Dentro das discussoes, s o l i c i t a m o s do corpo docente que fosse i n d i c a d o -am nome para o Pelotao de Sau-de f i x a n d o assim mais uma p a r t i c i p a g a o dos componentes 1 educacionais*
De encontro a esta i n i c i a t i v a , a a d m i m s t r a
§ai?a da Escola indicou o nome de um ex-aluno .que falecera
ha poucos meses o que f o i acatado por todos. Ja de posse da criagao do Pelotao de Saude e dada a l e i t u r a cio ant 1—1
Pro j e i/O quanto a metodologia do seu fuhcionamento destaque na apreseiitagao de duas criangas no cumprimento v o l u n t a r j b para exercerem as fungoes de enfermeiro e a d j u n t o respec-tivamente que levados a uma Unidade S a n i t a r i a p a r t i c i p a - ' ram de um estagio com a f i n a l i d a d e de se tomarem aptos 1 a execugao de suae t a r e f a s .
Healizados todo processamento i n t e r n e , e l a borates uma Campanha a t r a v e s de uma c a r t a a b e r t a que d i s t r i b u i m o s a toda entidade das redes h o s p i t a l a r , p r e v i d e n -c i a r i a s e farma-ceuti-cas e a -comunidade em g e r a l na doa- ' gao de implementos que se destinassein a minimizar as de-1 f i c i e n c i a s a s s i s t e n c i a i s do alunado. Por ocasiao de sua 1 inauguragao fizemos a l e i t u r a dos dados b i o g r a f i c o s do 1 homenageado e numa exposigao dialogada, passamos a e n t r e -gar ao corpo docente, d i s c e n t e e p a i s dos alunos mais um orgao a s s i s t e n c i a l .
Sequenciando as atuagoes na Escola, p a r t i - * cipamos de uma reuniao a t r i b u i d a a implantagao de mais 1 uma inovagao no s e t o r educacional - O i r c u l o de Pais e 1 Mestres (C P M S ) que prendeu-se a necessidade de asse-1 g u r a r a entidade uma unidade de atuagao harmonioa com a s1 demais agoes do sistema estadual de e n s i n i , confirmada a sua i m p o r t a n c i a como v e i c u l o de integragao Escola-Comuni-dade e / ou Escola-Familia.
Aos obgetivos de natureza de e x p e r e i n c i a 1 soma-se o nao menos importante o b j e t i v o s o c i a l .
0 r e s u l t a d o de quatro ineses de t r a b a l h o a r -duo, mas agradavel, f o i recompensado p e l a constataeao do instrumento de s o c i a l i z a c a o que se segue ao e x i t o de uma t e n t a t i v a corajosa e com a consciencia de que muitos, se nao todos o b j e t i v o s p r e v i s t o s , foram a t i n g i d o s , mas que 1 sugerisos e recomendamos dentro da ccnfianca e a d e d i c a -1 cab do p r o f e s s o r se t r a n s f i r a m para o grupo criando um 1 e s p i r i t o de uniao e s o l i d a r i e d a d e dentro de um trahal&o 1 conjunto para o prograsso de cada um e para o e x i t o da 1 r e a l i z a c a o de todos.
f, nesse clima de uniao e eolaboracao, s o l i -d a r i a que a e x p e r i e n c i a se -desenvolve, o que garante o 1 seu sucessD e o a l t o grau de aproveitamento de saus p a r t i c i p a n t e s .
G 0 N C L U 3 1 0
Para que pudessemos desenvolver a p r a t i c a de e s t a g i a r i a na Escola, montamos um esquema com "base no pro_ cesso e d u c a t i v o , levandose em conta t e c e r algumao e o n s i -deraeoes sobre a necessidade de r e f l e t i r o binomio ensin£ aprendizagem•
Todo curso- onde ha integracao de p r o f e s s o r alunos e m a t e r i a i s d i d a t i c o s , requer um levantamento das' d e f i c i e n c i a s que a p a r t i r d a i t e r a que se enfouar os a s -1 pectos nas decisoes a tomar.
Pautada nestas decisoes chegou-se a uma con clusao que a educacao estp por demais comprometida, com • uma f i l o s o f i a e uma p o l i t i c a educacional que definem um
e s t i l o n a c i o n a l . Aplicado o planp, sentimos que a defa- ' sagem do ensino-aprendizagem decorreu provenientemente • em p a r t e da f r e q u e n c i a i r r e g u l a r dos alunos por conta 1 da merenda e s c o l a r ; da f a l t a de motivagao e ao pequeno * numero de experimentos sobre aprendizagem em s a l a de au-' l a ? desinteresee do aluno com a f a l t a de m a t e r i a l djfcdati-co.
Sentida essa s i t u a c a o decorrente das e s t r u * t u r a s ofu8cantes da area educacional faz-se necessario • mostrar que o desenvolvimento nao deve f i a a r so na t e o - ' r i a , l u t a r por uma s o c i e d a d e - s u j e i t o e t a r e f a de todos e de cada um atraves da p a r t i c i p a g a o a t i v a do homem neste 1 processo para se f a z e r cumprir o postmlado| EDUCAQlO e ' agao s o l i d a r i a .
Para nos, responsaveis p o r essa r e a l i z a c a o , a e x p e r i e n c i a f o i de grande v a l o r academico, humano e 1 s o c i a l que atraves do contato d i r e t o e i n f o r m a l com os ' alunos, podemos despertar para c e r t a s d i f i c u l d a d e s e l i - ' mitacoes i n d i v i d u a l s e do grupo, para c u j a superacao no-' vos metodos e tecnicas t i v e r a m que s e r u t i l i z a d o s , e a t e c r i a d o s , num encadeamento de i a e i a s em f a v o r do corpo d i s cente onde a visao s u p e r i o r da educagao compete a todosoa p r o i i s s i o n a i s que neste campc atuam.
B I B I I O G E A P I A
FILHO, M.JB. Lourenco - Guia do Mestre para o ensino da l e i t u r a - Ed. melhoramentos S.Paulo 12 V.
RAITGEL, Mary. Supervisao Escolar-Um modelo Ed. Vozes Ltda - P e t r o p o l i s - 1933
ROITMAN, Riva - R e v i s t a Edueacao
Ed. g r a f i c a Alvcrada LTDA B r a s i l i a , DF - 1979
MAROTE, D'Olim. ABC, CartiMia
Ed. J l t i c a S.A Sao Paulo 1982
GOUV3A, Ruth - Recreacao
L i v r a r i a AGIR E d i t o r a - Rio de Janeiro 1967
MORAES, L i d i a Maria & Andrade Mundo
Magico - Comunicacao Expressao 19 s e r i e do 12 grau E d i t o r a ATICA - S.A , Sao Paulo 1982
Que os professores eonsiderein mais os es*forgos e a de dicagao de quern quer buscar algo no campo da aprendiza-gem.
Mais entrosamentc da coordenadora do e s t a g i o com a esco l a .
Prolongar o periodo de e s t a g i o de 12 grau
Que s e j a i n i c i a d o o e s t a g i o logo apos o i n i c i o das aulas a f i m de e v i t a r entraves no t r a b a l h o do e s t a g i a r i o .
to to ft? & to to
» A N E X 0 S S
RELAT<5BIO D A CCMS&IORAQXO DO D E B A T E N A C I O N A L SOBRE
EDUCAglO - M D I A DO D"
Por ocasiao da divulgagao do evento Debate Nacio -n a l sobre a Educagao, a Escola Estadual de 1$ Grau Si-nhazi-nha Ra~ malho" fez-se presente nas comBmorag~oes desenvolvidas no period© de 12 a 18 de setembro de 1.985, dentro de uma programagao compo£ t a de p a l e s t r a s e debates com a c o p a r t i c i p a c ~ a o de professores da Universidade Federal Campus V e pessoas da comunidade nos -seus d i v e r s o s n i v e i s *
Abordado ao tema "Pensando a Escola para a mudanga" que d i a n t e a r e p r e s e n t a t i v i d a d e educativa de Supervisores, admi n i s t r a d o r e s , professores e e s t a g i a r i a s do Curso de Pedagogia, f o -ram levantadas em discuss~oes sobre a Escola, propostas que s e r y i r i m de embasamento*
Que Escola temos ? Que Escola queremos?
Pautada nestas questoes formulouse um c a l e n d a r i o dentro das comemoragoes para um melhor desencadeamenxo aos aeba -tes»
De i n i c i o f o i elaborado a Educagao dentro do seu -c o n -c e i t o , -como um -conjunto de importamentos a-cumulados para o desenvolvimento das capacidades do i n d i v i d u o em g a r a n t i r o d i r e i t o -de toaos aaao ao posoulauo aa Escola*
Danao conxinuidade f o i r e s s a l t a d o a necessidade de que a Educagao se f i z e s s e entender esse d i r e i t o aos excepcio n a i s , determinando a integrag~ao nos c u r r i c u l o s da Escola, s a l a s -e s p -e c i a i s -e a formagao d-e p-essoal t -e c n i c o para o d-es-envolvim-ento- desenvolvimento-b i o p s i c a s s o c i a l dos i n f r a t a d o s *
Foi e n f a t i z a d o em l i n h a s g e r a i s que a Educagao e o sistema e s c o l a r estao merecendo a atengao de d i v e r s o s s e t o r e s da-sociedade em ocupar um espago importante no debate p o l i t i c o - b r a s i l e i r o no sentido de c o i b i r os g r i t a n t e s d e s i q u i l i b r i o s e d i s p a r i
-s e l e t i v i d a d e , a eva-sao -seni que levem em conta a-s condig~oe-s r e a i -s nas quais a educagao se r e a l i z a tornandoa o instrumento de mu -danga©
Ainda dentro das p a l e s t r a s f o i f o c a l i z a d a a Educa-gao R u r a l na pessoa de um a g r i c u l t o r , que apontou 3 ( t r e s ) aspectos de grande i m p o r t a n c i a no contexto s o c i a l *
- de sua razao
- dos sens fundamentos
- de suas c a r a c t e r i s t i c a s ; que merecem uma preocupa gao p e l a promogao c o l e t i v a enraizada do p r o p r i o meio; nos seus v a -l o r es c u -l t u r a i s , no contexto economico e s o c i a -l no comportamento e aspiragoes da populagao r u r a l *
Dada p o r encerrada as comemoragoes do evento, a Esc o l a Estadual de 12 Grau "Sinhazinha Ramalho" p a r t i Esc i p o u de uma -caminhada conduzindo o alunado na busca de uma educag~ao p/mudanga onde a p a r t i c i p a g a o de todos no i n c e n t i v o de;
"EDUCAgJO t AglO SOLIDiRIA" "PARTICIPAR £ BUS CAR SOLUglO"
PAUTA DA REUNtlO PEDAC3-6GICA
L o c a l : Escola Estadual de 12 grau Sinhazinha Ramalho Data: 09/09/1985 hora: 8:00 as i o#0 0
1 - 0BJETIV0S:
- aumentar o entrosamentc p r o f e s s o r x esta g i a r i a s .
- Collier informagoes sobre a situagao ensi no-aprendizagem
I I - MET0D0I0GIA
- Apresentagao das e s t a g i a r i a s mostrando a relacao das a t i v i d a d e s planejadas para 1 serem desenvolvidas durante o estagio e como as mesmas serao desenvolvidas.
I l l - AVAIlAQlO
Sentimos a v a l i d a d e da reuniao que m u i t o1 s e r v i u de embasajnento as orientagoes no 1 i n i c i o do desenvolvimento das a t i v i d a d e s .
T E C N I C A D E G H P O
-Togo das Cadeiras
O b j e t i v o s :
- Desenvolirer uma melhor integragao do grupo. - B e s c o n t r a i r .
Desenvolvimento:
Colocam-se umas o i t o a dez cadeiras no centre da s a l a . Para o jogo pede-se a presenga, ao lado das ca-1 d e i r a s , mais um*
Ao som de uma musica, as pessoas que e s t i v e -rem ao lado das cadeiras deverao comegar a andar em redcr das mesmas.
Sri dado momento para a musica, e todos pro-' curam sentar-se; quern f i c a r sem cadeira s a i do jogo e 1 r e t i r a - s e uma c a d e i r a .
0 jogo continua, saindo sempre a pessoa que1 f i c a r sem cadeira* Sera vencedor quern f i c a r ocupando * uma cadeira ate c f i n a l do e x e r c i c i o .
P a r t i c i p a n t e s : . Professoras . E s t a g i a r i a
Equipe Responsavel . E s t a g i a r i a s
Pauta da "euniae -'edagogica
INDENT: Escola Sstadual de 12 Crau Sinhazinha Ramalho LOCAL: 3ala de Aula
DATA: 16.09.35.
I - O b j e t i v o :
- D i s c u t i r a i m p o r t a n c i a do planejamento da acao docente.
- Questionar pontos importantes sobre plane-jamento.
I I - Metodologia:
Troda de i d e i a s sobre o planejamento, mos-trando a r e s p o n s a b i l i d a d e do p r o f e s s o r so bre planejamento.
- D i s t r i b u i c a o de ficha-modelo dos t i p o s de planejamento.
I I I - Avaliacao:
Sentimos c i n t e r e s s e por p a r t e dos professo-r e s , em approfesso-rofundaprofesso-r seus conhecimentos f professo-r e n t a elaboragao do p l a n e j anient o.
IV- P a r t i e d p a n t e s : . Professores . Administrador . E s t a g i a r i a s
PAUTA DA REOTSlXO
L o c a l : Escola Estadual do 12 grau Sinhazinha Ramalho DATA: 11/10/1985 hora: 15:00
I - 03JSTIVOS:
- Pre s t a r homena-gem as criangas p e l a passa-gem do sen d i a .
- I n c e n t i v a r a c r i a n g a ao seu desenvolvimen t o f i s i c o - m e n t a l .
I I - METODOLOGIA:
- conversa i n f o r m a l com as professoras so-bre a data a s e r comemorada
- declamagao de poesia - dramatizagao e recreagao - c a n t i c o s
- d i s t r i b u i g a o de merenda e brindes I I I - AVALIAQiO:
Esta reuniao f o i muito p r o v e i t o s a , que ales de m o b i l i z a r toda equipe de professoras da da ao i n t e r e s s e de p a r t i e i p a g a o , f o i a l v o1 de grandes desccbert as d e v a l o r e s c u l t u r a s por p a r t e das criangas d i a n t e a desenvoltu r a com que se apresentaram face as dramati zagoes, r e c i t a t u r o s . IV - PARTICIPATES: - alunos do t u r n o matutino - professores - a d m i n i s t r a ^ a r a - e s t a g i a r i a s
CARTAZES USADOS "DIA DA CRIA2??A"
MENSAGE&I DA
ClilAN^A
Tenha p a c i e n c i a comigo tudo e tao d i f i c i l . . . o mundo e tao grande e eu sou tao peauenino...
f i g u r a de c r i a n e a
Ha t a n t a coisa que nao entendo •fcanta coisa que me assusta... as vezes quero parecer £orte
g r i t o m u i t o , b r i g o , a t r a p a l h o os outros
l*aco barulho demais porque tenho medo de que se esquecam de mim
Quero ser bom, t e r a afeigao e todos e nem sempre s e i se consigo i s s o
E nessa ocasiao que mais p r e c i s o do seu amor
Preciso 4er c e r t e z a de que ocupo Lugar importante no seu coracao
Ma3 nao s e i d i z e r tudo e assim acabo fazendo tudo extamente o c o n t r a r i o
Lutando pelo seu amor, quantas vezes fago
voce zangar-se comigo
PROCURE COMPREEtTDER-L'EE E AJUDE-ME A CRE3CER EM PAS ( a u t o r desconhecido)
I
0 CRIANCA E 0 5 0 1 R R I S 0
DE 3)£US A O S h / o m B K S .
12 D £ OUTUSRO D! qd a
s CRi AN/CAS 0 0 > i flCOh/SftGRADO
AS
CRl ftWC-AS
OUT /g<>~Prezado 3 r ( a )
Convidamos V.Sa, a comparecer a "Escola Esta dual de 12 Grau Sinhazinha Ramalho as horas do p r o x i mo d i a do c o r r e n t e mes e ano, para a s s i s t i r a unia pa-l e s t r a p o r e s t a g i a r i a s do Gurso Tecnico de Eniermagem da Universidade Federal da Faraiba - Campus V - Cajazei ras abordando os temas: RTGIENE E PROEILAXIA, assuntos estes de grande i n t e r e s s e para toda comunidade.
Sua presenca e v a l i o s a para g a r a n t i r o su-cesso desejado por toda equipe de t r a b a l h o e d u c a t i v e
Agradecemos sua £)articipacao
Atenciosamente,
P A U T A D A R E U N I A O
Escola Estadual de 12 Grau Sinhazinha Eamalho
P a l e s t r a r e f e r e n t e a Saude e P r o f i l a x i a Tema: Higiene c o r p o r a l
Data: 28.11.85
I - O b j e t i v o :
Desenvolver nos alunos o i n t e r e s s e e r e s -ponsabilidade pelo asseio e aparencia pes-s o a l . I I - Lletodologia: - Exposigao dialogada - Apresentacao da e s t o r i a : 0 a n i v e r s a r i o do e l e f a n t e FAOTE. I I I - Recursos M a t e r i a l s : - Gartazes - Graguras - I l u s t r a c a o da e s t o r i a
IV- Part i c i p a n t es:
- Professoras - Alunos
V- Equipe Responsavel:
Maria Anunciada de Jesus \7aldenir Carolino de Abreu
0 ANIVERSARIO DO HSPAOTE IANTE
0 macaquinho era mmito ainigo do e l e f a n t e FAN T E , por i s s o , no d i a do seu a n i v e r s a r i o r e s o l v e u prepa-* r a r - l h e uma l i n d a f e s t a , com* todos os amiguinhos.
Ah! mas o e l e f a n t e FAHTE nao poderia saber * de nada, pois s e r i a uma f e s t a - s u r p r e s a .
E o macaquinho, entao ccmecou a convidar os' b i c h i n h o s , amgos do e l e f a n t e FAITTE.
P r i m e i r o f o i a casa de Dona Coelha.
- Bom d i a , dona Coelha! disse o macaquinho. Vim convidar seus f i l h o t e s para a f e s t a de 1 a n i v e r s a r i o do e l e f a n t e FAITTE.
Uma f e s t a ? que bom macaquinho!
Espere a i , vou ehamar meus ccelhinhos. F i l h o t i n h o s ! F i l h o t i n h o s !
mas quando eles chegaram D. Coelha levou um* susto. Estavam com os dentes tao s u j o s , amarelos...
Entao Dona f a l o u :
All! macaquinho, meus f i l h o s so i r a o a f e s t a * depois de escwarem os dentinhos.
- Tudo bem, respondeu o macaco, j a v o i i n d o , p o i s tenho ainda que convidar outros amigos.
E l a se f o i i>ara a casa de Dona Leoa - Bom d i a dona Leoa! disse o macaquinho. vim convidar sens f i l h o t e s para a f e s t a de a n i v e r s a r i o do e l e f a n t e FANTE
Uma f e s t a ? que beleza macaquinho!
Espere a i , vou cliamar maasl leoesinhos. F i l h o t i n h o s ; f i l h o t i n h o s !
mas... quando eles chegaram, Dona Leoa quase c a i u para t r a s .
Estavam tao dispenteados, com os cabelos tac embaracados...
-p o i s aimda tenho que convidar outros amigos . E f o i a casa de Dona Porquinha:
- Bom d i a , dona Porquinha! disse o macaquinho Vim convidar seus f i l h o t e s para a f e s t a de a n i v o r s a r i o do e l e f a n t e FAITTE.
- Uma f e s t a ? ! que otimo!, macaquinho Espere a i , vou chamar, meus l e i t o e z i n h o . F i l h o t i n h o s ! F i l h o t i n h o s '
Mas,., quando eles chegaram, dona Porquinha1 espantou-se. Estavam tao s u j o s , tao cheios de lama...
ah! macaquinho, meusf f i l h o s so i r a o a f e s t a depois de tomarem um bom banho.
Tudo bem, respondeu o macaco. Ja vou i n a o , £> p o i s ainda tenho que convidar outros amigos.
E f o i a casa da dona Coruja:
- Bom d i a , dona Corujaj disse o macaquinho. vim convidar seus f i l h o t e s para a f e s t a de•1 a n i v e r s a r i o do# e l e f a n t e FAITTE
- Uma f e s t a ? ! que m a r a v i l h a , macaquinho! es# pere a i vou chamar meinhas c o r u j i n h a s . F i l h o t i n h a s !
Mas quando qlas chegaram, dona c o r u j a f i c o u * arrependida.
Estavam tao sonolentos, bocejando, com t a n - ' tas o l h e i r a s . . .
Entao D. c o r u j a f a l o u :
- ah! macaquinho, meus f i l h o s , ontem f i c a r a m vendo t e l e v i s a o ate tarde e hoje estao assim caindo de £
sono. Eles so i r a o a f e s t a depois de dormirem am pouco. - Tudo bem dona Co.ruja, disse o macaquinho.1 j a vou in&o, pois ainda tenho que convidar outros amigos
E f o i a casa de Dona Ssx&g'K on$a
-Bom d i a , dona Onca! disse o macaquinho
Vim convidar seus f i l h o t e s para a f e s t a de a n l v e r s a r i o do E l e f a n t e FAITTE.
Uma f e s t a ? ! que l e g a l } macaquinho! espere a i vou chamar minhas oncinhas.
E i l h o t i n h a s ! F i l h o t i n h a s !
Mas... quando elas chegaram, dona Onga quase desmaiou. Estavam com as unhas tao grandes, t a o compridas
Entao dona Onga f a l o u :
Ah! macaquinho, minhas f i l h a s so i r a o a. deste depois de cortarem as unhas.
- Tudo "bem, dona Onga! disse o macaquinho, ja vou indo, pois ainda tenho que p r e p a r a r muita coisa para a f e s t a .
E l a se f o i o macaquinho para casa. rendu-' r o u as colas, pos na ire£;a o b o l o os doces, os r e f r e i g e -r a n t e s . . .
Ficou, entao esperando os convidados para a* f e s t a do e l e f a n t e FANTE.
E eles forma chegando, bom arrumadinhos• Coelhinhos com dentes escovados, Leozinhos 1 penteados, Leifcoezinhos l i m p i n h o s , c u r u j i n h a s bem dispo_s t a . Oncinhas de unhas cortadas. Quando o e l e f a n t e FABTE' chegou, f o i aquela surpresa!
todos cantaram:
Parabens p'ra voce, Nesta data q u e r i d a , muitas f e l e i c i d a d e s muitos anos de v i d a .
ANOJEAQGES DOS CARTAZES OONPECCIONADOS PARA A PALESTRA
H i I T > S H I 5 I t l l G O S
FIGURA FIGURA FIGURA
ACORDANDO ESCOVANDO TOMANDO OS CEDO DENTES BANHO FIGURA FIGURA LAVANDO USANDO AS ROUPAS iiiXos LBJPAS FIGURA PENTEANDO CABELOS
Campanha Para Organizacao da [ffini-Parmacia
I l m o . Sr»
No d e c o r r e r do desenvolvimento dos nossos 1 t r a b a l h o s do Estagio Supervisionado ds Supervisao Esco-' l a r - Periodo YII-Campus-V- C a j a z e i r a s , Pb; na Escola Es-t a d u a l de 12 Grau Sinhazinha Hamalho, s i Es-t u a d a no B a i r r o ' Por do Sol nesta cidade, sentimos a necessidade de o r - ' g a n i z a r uma m i n i - f a r m a c i a contendo medicamentos de p r i -1 meiros socorros e de outras necessidades para atender os
do^entes e discentes do r e f e r i d o educandario e a comuni-dade quandm necessario se f i z e r .
S o l i c i t a m o s a c o n t r i b u i c a o de pessoas da co-munidade em e s p e c i a l daqueles qme se preocupam com a 1
saude e o bem e s t a r c o l e t i v o .
C O N V I T E
Por ocasiaa das inauguracoes da B i b l i o t e c a e do Pelotao de Saude, convidamos os senhores pais e denials * pessoas da coinunidade a se fazerem presentes na Escola Esta -dual de 1 2 Grau " Sinhazinha Hamalho", as 15 horas do d i a 12 de dezembro de 1 9 8 5 .
Sua presenca e i m p o r t a n t e ,
P A U T A D A H E U N I I O
Tenia: Implantacao do Pelotao de Saude. Escola Estadual de 12 Grau "Sinhazinha Hamalho"
Data: 12.12.85 Hora: I - O b j e t i v o G-eral
- S e n s i b i l i z e r as criamgas da necessidade da h i g i e n e c o r p o r a l para manter uma boa saude. I I - O b j e t i v o s E s p e c i f i c o s :
- Mostrar a i m p o r t a n c i a da criagao do Pelo-' tao de Saude;
I n c e n t i v a r a. comunidade escolar a | ) a r t i c i -pagao despertando o senso de respomsabilidacfe I I I - Metodologia:
P a l e s t r a com apresentagao de cartazas a l u -sivos a. h i g i e n e e saude.
- Apresentagao de dramatizagao pelos alunos' da 2^ s e r i e .
IV- Avaliagao:
A reuniao f o i bastante o b j e t i v a e g r a t i f i - ' cante para todos o§ que dela p a r t i c i p a r a m , p o i s , t i v e - 1 ram a oportunidade de se i n t e g r a r nas f e s t i v i d a d e s a l u - ' sivas as inauguragoes do Pelotao de Saude e B i b l i o t e c a ± respectivamente, dois orgaos a s s i s t e n c i a i s , que, alem • de dar oportunidade a c l i e n t e l a e s c o l a r f e z arender esse c b j e t i v o a toda comunidade.
ATA DA HBUNXlO PAHA INAUGOTAglO DA BIBLIOTECA E PELOTXO DE SAuDE
Ao 12 de dezembro de m i l novecentos e o i t e n t a1 e cinco (192-5), numa das salas da Escola Estadual de 12 grau S i nhazinha Hamalho" r e a l i z o u - s e uma reuniao com a p a r t i c i p a g a o do
corpo docente, d i s c e n t e , pais de alunos e representante da comu dade, que teve como o b j e t i v o a inauguragao da B i b l i o t e c a e Pelo tao de Saude, que, unidos pelo mesmo e l a em dar a s s i s t e n c i a d i -re t a a comunidade e s c o l a r e estendendo-se as f a m i l i a s aos alunos Deu-se incina as a t i v i d a d e s de a b e r t u r a p e l a e s t a g i a r i a em Admi-n i s t r a g a o Escolar Maria de Patima GtoAdmi-ncalves dos SaAdmi-ntos que f e z1 a convocacao de pessoas l i g a d a s a eudueagao para a eomposigao 1 da mesa e logo em seguida elevou sua p r i m e i r a s p a l a v r a s a Deus* pelas gracas alcangadas por mais um encontro destacando assim o compromisso dos pais p e l a educagao dos f i l h o s . Em seguida f e z a apresentagao da e s t a g i a r i a em Supervisao Escolar Maria Anunciaca de Jesus, onde fez uma* explanagao atraves de uma conversa i n -1 f o r m a l sobre a necessidade e a importancia da criagao do Pelo-' tao de Saude, promovendo o i n c e n t i v o as criangas despertando o1 senso de responsabilidade d i a n t e a sua p a r t i c i p a g a o na execugao de seu funcionamento. Lembrou ainda que com a p a r t i c i p a g a o vo-' l u n t a r i a dos alunos, estes t e r i a m que passar por um processo de estagio numa Unidade S a n i t a r i a , onde t e r a oportunidade de p r e -1 s e n c i a r o processamento do aplicagao de p r i m e i r o s - s o c o r r o s numa demonstragao de s o l i d a r i e d a d e para com os demais. Com a criagao desire orgac a s s i t e n c i a l f o i sugerido p e l a a d c i i n i s t r a d c r e da Es-c o l a na pessoa de Maria Jose de Albuquerque P e l i x que fosse f e i ^ t a uma homenagem ao ex-aluno Messias O l i v e i r a de Sousa que f a l e cera recentemente deixando assim csavado seu nome nos coragoes' de todos que a estimavam, onde f o i l i d o uma pequena b i o g r a f i a 1 pela e s t a g i a r i a em Superttsao Escolar 7/aldenir C a r o l i n o de Abrea Em continuidade v a l t o u a f a l a r Maria de Patima C-ongalves dos San t o s , que em breves p a l a v r a s colocou am pauta a i m p o r t a n c i a da • driagao da B i b l i o t e c a Escolar numa promogao de i n c e n t i v o e i n -te-rpsse oela l e i t u r a e de oesnuisa. c o n t r i b u i n d o assim oara seu
de a c l i e n t e l a e s c o l a r fez estender esse o b j e t i v o a toda comuni-dade, visando um melhor relacionamento §^integragao, escola e ' co munidade. Dentro das comemoragoes p o r ocasiao das inauguragoes'
estendeiram-se a. esta t a r d e f e s t i v a com a celebragao do aniwersa r i o n a t a l i c i o da a d m i n i s t r a d o r a que teve momentos de congraga-1 mentos pelos alunos da 3 § c 4 5 s e r i e s na apresentagao da pega''
"DMA FESTA ITASCEU", que mostrava as v i r t u d e s f i x a d a s na pessoa1 da homenageada. Seguindo-se de apresentagoes v o l u n t a r i a s de ou-t r a s c r i a n g a s : G-laucia F e r r e i r a dos Sanou-tos que r e c i ou-t o u a poesia "grande diaS e postsriorrnente Luiz F e l i p e Borges P e r e i r a B a t i s t a que declamou a poseia o "ITinho do T i c o - t i c o , pelas quais recebe ram ar)lausos dos presentes. Dando por f a c u l t a d a a p a l a v r a a d i -r e t o -r f t da Escola Estadual de 1 2 grau "Professor Mangueira, na £ae pessoa de Jose F i l h o se deu por demais congratulado pelos even-t o s , f o c a l i z a n d o a i m p o r even-t a n c i a da presenga clos pais que nao me-diram es£orgos em acompanhar o desenvolvimentos pelo muito que' receberaJi por p a r t e dos educadores daquela entidade educacional. Em seguida a p r o f e s s o r a e coordenadora do estagio em A d m i n i s t r a gao E s c o l a r , Maria I c l e i a P e r e i r a , r e s s a l t o u a dinamicidade do1 t r a b a l h o r e a l i z a d o pelas e s t a g i a r i a s de Supervisao e A d m i n i s t r a gao Escolar respectivamente a que se f i z e r a m p l a n t a r a semente' de mais um orgao a s s i s t e n c i a l a essa c l e n t e l a que p a r t i n d o de 1 f a m i l i a s de baixo n i v e l socio-economico,mas que urge p e l a pronio gao dos v a l o r e s c u l t u r a i s . Sequenciando, r e s . a l t o u em breves pa l a v r a s onde j u s t i f i c o u a ausencia da p r o f e s s o r a Lucia Maria d e1 B n t o Smngalves a i e b r a como tambem a nao aposigao do r e t r a t o da patronesse por motives a l h e i o s a nossa vontade. Para f i n a l i z a r1 a mesma agradeceu as criangas pelo desembarago e s a t i s f a g a o com que se apresentaram durante as f e s t i v i d a d e s , onae aproveiuou o momento para convidar os presentes a proceder o ato das
inaugu-ragoes acima c i t a d a . Para os eventos, a d i r e t e r a efetuou a i n a u garagao da b i b l i o t e c a e o Sr. Joao B a r r e t o de Sousa de p03se da chave f e z a a b e r u t r a da m i n i - f a r m a c i a que na qualidade de p a r 1
36 homenageado (in-memoriun) no ato se ofereeeu a foricar a de-pedencia onde esta l o c a i i z a d a , num gesto de agradecimento e r e conheoimento. Apos f o i f e i t o o c c r t e do "bole p e l a a n i v e r s a r i a n t e , seguindc-se da entoagao do PARABENS PRA VOCl), num gesto • expressive de congratulagoes e agradecimentos por aquela t a r - ' de f e s t i v a do domingo. Eu Maria Anunciada de Jesus, l a v r e i a presente a t a que assino eom os demais membros.
ESCOLA ESTADUAL DE i s Gr^AU "SIimSINHA HAMALHO11
A n t i - P r o j e t c - E s t a t u t o do "Pelotao de Saude"
CAPifcUIO I
-D A PU:^A:AC 2 22 nao*;
A r t * 12 - Pica c r i a d o , sede da Escola Estadual de i s grau "SI nhazinha Ramalho11, um Pelotao de Saude, com numero i l i m i tado de u s u a r i o s , nas com l i n i t a c l o numero de f i u i e i o n a r i o s
Cliamar-se-a PELOTlO DE SAuDE "Messias O l i v e i r a de « Sousa*
CAPlfauLO-II-DOS C3JETI70S;
A r t * 22 - 0 Pelotao de Saude t e r a por o b j e t i v o s *
a) Pazer atendimento de p r i m e i r o s - s o c o r r o s dos alunos da escola;
b) p r e s t a r pequenos c u r a t i v o s ;
c) a p l i c a r em pequenos doses, remedios sem c o n t r a i n d i c a gao;
d) e s t a t e l e c e r um melhor relacionamento entre alunos, • professores e f u n c i o n a r i o s ; 0 A P t ? U I 0 I I I -D05 FJIfCIOILblOS: A r t . 3 2 - Podsrao ser f u n c i o n a r i o s : a) alunos das s e r i e s e x i s t e n t e s ; b) p r o f e s s o r e s ;
A r t . 42 - Os f u n c i o n a r i o s do Pelotao de Saude d i v i d i r - s e - ~ a o nas seguintes c a t e g o r i a s ;
a) D i r e t o r - Chefe ( v i c e d i r e t o r i a ) b) Eafenaeiro (a) (aluno ( a )
c ) a u x i l i a r e s ( e n f e n n e i r o adjunto e p r o f e s s o r e s )
CAPfelO IV
-DOS DETEItES £ D I P ^ I T O S -DOS P I T r a i Q I T l t l O S :
A r t . 5- - Sao deveres dos f u n c i o n a r i o s : a) D i r e t o r - chefe:
1 - Promover reunioes mensais e esc o i l i e r o e n f e m e i - '
TO do l i e s ;
2 - a v a l i a r no f i n a l do bimestre a atuacao do Pelotao:
3 - r e a l i z a r palestras sobre saude com pessoas da com
munidade, orientando os educandos; b) Enfermeiro:
1 - pLea,lizar penuenos s o c o r r o s ;
2 - Organizar e i n f o r m a r q u a l i u e r o c o r r e n c i a da farma c i a do P e l o t a o .
c) A u x i l i a r e s :
1 - Ajudar na organizagao e funcionamento do Pelotao; 2 - S u b s t i t u i r o d i r e t o r - c h e f e ou enfermeiro na ausen
c i a dos mesmos.
A r t . 6e - Sao D i r e i t o s aos f u n c i o n a r i o s :
a) Propor e d i s c u t i r assuntos de i n t e r e s s e s do Pelotao; b) P a r t i o i p a r de todos as a t i v i d a d e s do Pelotao;
OAPi^nio v
A r t . 72 - Poderao u s u f r u i r de Pelotao de Saude todos os a l u a nos, professores e f u n c i o n a r i o s da escola.
O A P I T U L O V I
-DO ? U I 7 3 I O I ^ . 1 ^ 0 ;
A r t . 82 a) 0 Pelotao de Saude f u n c i o n a r a todos os dias l e -t i v o s nos h o r a r i o s nos -t u r n o s :
• n a t u t i n o - 7:00 as 11:00 horas . v e s p e r t i n o - 14:00 as 17:00 horas
b) I n i c i a l m e n t e nao sera col;r^Lo nenhuma taxa •
CAPiTUIO V I I -DISPOSigSES G-EPAIS:
A r t . 92 - Oonposinao do corpo de f i m c i o n a r i o s nao sera f e i -1 t a a t r a v e s de l e i g a o , mas de apresentagao v o l i u r t a r i a .
A r t . 102 A duragao do c o n t r a t o sera de um mes.
A r t . 112 Estes e s t a t u t o s poderao ser reformados em q u a i s - 1 quer epoca mediante convocagao da d i r e t o r i a .
A r t . 122 0 Pelotao de Sotide t e r a duragao por tempo i n d e t e r -minado, porem, se en qualquer epoca se d i s s o l v e r , sua, 1 dissolugao devera s e r f e i t a por Asoembleia G-eral E x t r a o r d i n a r i a .
A r t . 132 De i n a c i o o Pelotao s e r v i r a apenas para atendiment:-i n t e r n o .
A r t . 142 A diregao do Pelotao sera cargo de confianga, devsi do a nesna ser aprovada p / d i r e t o r da escola.
E £ A £ 2 £ . £ X 2 5 £ £ 2 1 2 ^ 1 I _
c2
(semanal) I - C b j e t i v o s :
• O r i e n t a r os professores na elaboragao dos1 pianos semanais.
;-Oferece s u b s i d i e s e sugestoes aos profess£ res para o ensinib-aprendizagem.
I I - Area de Estudo
e Comunlcacaa e Expressao . Hecreagao
I I I - Orientagao:
• Selegao de conteudos.
. Sugestao e explicagao de'tecnicas de l e i t u r a ; • Explicagao da i m p o r t a n c i a e u t i l i z a g a o de' m a t e r i a l s a u d i o - v i s u a l s ; • Confecgao de alguns m a t e r i a l s a u d i o - v i - 1 suas j . Sugestao e explicagao de a t i v i d a d e s r e c r e a t i v a s . • Organizagao de f e s t a s comemorativas. IV- Perfodo de Aplicagao das A t i v i d a d e s
De 10.09 a 19.09.85 De 22.09 a 26.09.85 De 07.10 a 18.10.85 De 25.10 a 15.11.85 De 18.11 a 13.12.85 V- P a r t i c i p a g a o aos Professores e E s t a g i a r i a s Maria das TTeves P e r e i r a
Maria Anunciada de Jesus V a l d e n i r Carolino de Abreu
FICHA MODELO DE PLAITO DE CURSO I - IDENTIFICAglO I I - PROFESSOR: I I - OBJETIVOS GrEBAIS: DA ESCOLA; DA S f e l E .
I I I - DISTRIBUiglO DAS UNIDADES DE ESIUDO: PSRlODO
FICHA MODELO DE PLANO SEMANA1 I - IDENTIFICAglO PROFESSOR: I I - OBJETIVOS GERAIS: DA ESCOLA. DA S f e l E .
I I I - DISTRIBUiglO DAS TJITIDADES2) DE ESTUDO: PSPiODO
LINHA MODELO DE FLANO 3EMANAL UNIDADE ESCOLAR: PROFESSOR SfeRIE PERlODO. TURNO CCMPONENTE3
OTn?T?Tr?TTT.AS 2& PEIRA 3 3 F S I R A 4* FEISA £a E E I R A 6 a F E I R A
C C M U N I C A Q I O E EXPRESS!© ED. ARTISTICA ED. FtSICA INTEGRAQlO SOCIAL M A T E M A T I C A ClfiNCIAS
1
1
2.E I 1 C R I A T I V A S P A H A F I X A OExistem inumeras t e c n i c a s de f a c i l aplicagao que permitem aumentar a dimamicidade das aulas. A medida que a aprendizagem se desenvolva, o p r o f e s s o r podera 1 a p l i c a r jogos de l e i t u r a , adaptando-os oa n i v e l que os 1 alunos hajam a t i n g i d o .
Eis a l g i n s jogos e t e c n i c a s de l e i t u r a que 1 ataem as c r i a n g a s .
1- B r i n c a r de Escola
0 p r o f e s s o r escreve uma dezena de p a l a v r a s . ' Indicandc uma delas com uma v a r i n h a , pede a um aluno • que a l e i a . Caso a c e r t e , o aluno t e r a o d i r e i t o de con-' t i n u a r como p r o f e s s o r ; apontara o u t r a p a l a v r a a que ache mais d i f i c i l , e chamara um colega. E assim por d i a n t e .
2- Pois P a r t i d o s
0 p r o f e s s o r d i v i d i r a a classe em dois p a r t i
-dos, que poderao escolher os seus nomes, entre ceres • f l o r e s e brinquedos, No comego do jogo todos se poem de pe. 0 p r o f e s s o r v a i entao escrevendo pequenas sentengas pu palavras no quadro, e pedindo alternadamente a mem- 1 bros deum e de outro p a r t i d o , que l e i a m . Os que lerem 1 c e r t o , podem sentar-se. 0s que nao lerem, permanecem de pe, podendo ser de novo chamados. Vencera o p a r t i d o em • que a m a i o r i a l e i a acetadamente.
3 - Saltar as Pedras de um Rio
Trage no quaaro conbornos i r r e g u l a r e s , maio-res e menomaio-res, e escreva dentro deled uma palavra ou uma
d r a s . Vamos v e r se f u l a n o podera s a l t a r ae tuna peara pa-r a o u t pa-r a sem c a i pa-r na agua. 0 aluno indicado i pa-r a apontan-do as palavras e lenapontan-do-as, se e r r a r , c a i u na agua. Outro aluno aera chamado para s a l v a - l o . E assim sucessivamente.
4 - JOSO DE I I M P A R 0 QUADPO
Este jogo pode ser empregado quase todos o s1 d i a s , p o i s desperta sempre i n t e r e s s e . Depois de termina-da uma l i g a o qualquer, p e d i r a um aluno que va ao quadro e procure a p a l a v r a " t a l " , e a apague. S assim seguida-1 mente ate o f i m .
Depois de aprendido o mecanismo g e r a l da l e d t u r a , p e d i r a um aluno que f i q u e de pe j u n t o a mesa, com um c a r t a o em que e s t e j a e s c r i t o uma v o g a l ou um d i t o n g o . Aos demais alunos distribuem-se cartoeszinhos com as con soantes, ou grupos consonantais, j a aprendidos. Gada a l u no, em boa ordem v i r a ate ao colega que esta j u n t o a me-sa, apora o seu cartao j u n t o ao da v o g a l ou d i t o n g o , e A d i r a em voz a l t a o r e s u l t a d o da combinacao. Em seguida * i r a ao quadro e eserevera a s i l a b a assim formada procu-' rando a p l i c a - l a uma p a l a v r a conhecida.
6 - PEIXES HO LAGO
Peixes de c a r t o l i n a , recortados pelos alunos com palavras ou f r a s e s e s c r i t a s pelo p r o f e s s o r no v e r s o1 de cada um. Cada c r i a n g a colocara na cabega do p e i x e , um flia a l g a de arame. 0 p r o f e s s o r ou uma crianga langa os pel xes no "lago. Cada uma procura com um ima, pescar um e * l e r em voz a l t a , a f r a s e ou a p a l a v r a e s c r i t a . Se a c e r t a r guarda o p e i x e . Se nao conseguir l e r , #oga-o novamente 1 no"lago" e pesaca o u t r o . Terminado o j o g o , aquele que t i
7 - SJLA3A QBRIGATfelA
Tecnica muito n t i l .para i d e n t i f i c a g a o de fone inas em palavras que o aluno conhece. Consists em p r o p o r1 uma determinada s i l a b a e p e d i r que os alunos apresentem1 palavras que a contenham em qualquer posigao. Ex. palavf-vras com o fonema / t / ( f a m i l i a s .
E S C O L A E S T A D U A L D E 12 GRAU S I N H A Z I N H A HAMALHO S f c l E i s
LEITURA - 1
M I M I
Mimi e o gato da vovo Mimi mia, mia. Vovo da l e i t e a Mimi Mimi toma todo o l e i t e
INTSRPHETA-glO:
, : mamae Mimi e o gate da
1 j Vovo
1 | TITIA
0 gato toma l e i t e j j melado 1 I agua
QUADRO DAS SllABAS M(5VEIS
FICHA PAHA EXPLORAQAO PE PALAVRAS
0 men mo b a
je bo-a
m-e
-Tii- no
» _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ —'
EXERCfCIO DE AVALIAQlO NOME DA ESCOLA NGKEE DO ALUNO S f e l E : Data..../.,../ 1 - Esereva as v o g a i s : 2 - Complete o a l f a b e t o maiusculo:
3 - Complete com vogais
ve p . . g . . . . t . . . » m«..*s«..« d....d».«. c*.**3*»«*
4 - Esereva o nome das f i g u r a s
...••»•«•«« •»...*• «...»»«.»
Esc:
-EXERCiCIO DE AVALIAglO
NOME DA ESCOLA NOME DO ALUNO:
Sl&IE: DATA / /<
1 - Risque as vogais das p a l a v r a s :
menina b o l a s a p o t i c a j u cadarno gato
2 - Junte as s i l a b a s e forme palavras
ro sa
t i 30 l o
sa pa
3 - Esereva duas palavras comecadas por:
v o g a l = , consoantes= *
4 - Eorme palavras com as f a m i l i a s : ma , l u , de ve , f i , sa bo , ca__ , t a Coloque em ordem as l e t r a s do a l f a b e t o e - b ~ d - r - i - m - ~ u - s ~ j a - t - o - c - l - v ~ n ~ x h - p - g - z - f .
AVALIAC&O
I - OBJSTIVO •» V e r i f i c a r o desempenho das a t i v i d a d e s executadas no periodo do e s t a g i o .
I I - IBENTIFICAglglO
- Escola|
- Nome do p r o f e s s o r :
I I I - PSRGUNTAS:
Voce acha que contribuimos com algo para a melho-r i a do ensino apmelho-rendizagem?
0 que voce achou do m a t e r i a l sugerido ?
Voce percebeu alguma mudanca em termos de metodolo-g i a , motivac~ao e aprendizametodolo-gem ?
Quais os pontos negativos r e f e r e n t e s a nossa s i t u a -cao ?
0 que vocae achou do nosso t r a b a l h o ?
Que sugest~oes voce d a r i a , a f i m de que o t r a b a l h o da e s t a g i a r i a s e j a mais atuante?