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Academic year: 2021

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Programa Acompanhamento

Atividade de Continuidade

Jardins de Infância da Rede Privada

Instituições Particulares de Solidariedade Social

Relatório

Jardim de Infância da

Associação dos Reformados de Lordelo

G

UIMARÃES

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JARDINS DE INFÂNCIA DA REDE PRIVADA / IPSS

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Designação: Associação de Reformados de Lordelo

Endereço: Rua Padre João Paiva, 15

Código Postal: 4815-250 Lordelo Concelho: Guimarães Email: ar.lordeloapo.pt Telefone: 252 843 512

Data da intervenção: 1 e 2 de março de 2018

Neste relatório apresentam-se os resultados do trabalho desenvolvido pelo Jardim de Infância da Associação dos Reformados de Lordelo para melhorar e corrigir os aspetos identificados no decurso da atividade Jardins de Infância da Rede Privada -

IPSS, realizada nos dias 13 a 16 de fevereiro de 2017.

Este relatório está disponível para consulta na página da IGEC.

INTENCIONALIDADE EDUCATIVA

Planeamento e avaliação Comunicação e articulação

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Especificar, com mais clareza no projeto curricular de grupo as caraterísticas de cada criança, de modo a que estas sejam o ponto de partida de todo o planeamento da ação educativa.

Elaborar um plano para as atividades de animação socioeducativa da componente de apoio à família, articulado com o projeto curricular de grupo, que contemple propostas diferenciadas das previstas naquele documento e também a sua avaliação.

Integrar nos documentos de planeamento as reformulações/reajustes decorrentes da avaliação do trabalho realizado (processo) e da avaliação das aprendizagens crianças, expressando o seu impacto na reorientação da prática pedagógica.

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MELHORIAS EFETUADAS

 O projeto curricular de grupo, que a educadora de infância elaborou para o presente ano letivo, apresenta uma caraterização das crianças, identificando os seus interesses e as suas necessidades.

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JARDINS DE INFÂNCIA DA REDE PRIVADA / IPSS

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socioeducativa, desenharam um planeamento semestral para a componente de apoio à família, que prevê, para estes tempos, atividades diferenciadas e contempla, também, a sua avaliação periódica.

 O projeto curricular de grupo integra a avaliação do trabalho realizado no primeiro período letivo, com impactos visíveis em reajustes ao planeamento inicial. As avaliações descritivas das aprendizagens das crianças são elaboradas por referência às áreas de conteúdo e seus domínios, dando pistas à educadora sobre os aspetos a privilegiar na sua interação com o grupo.

ORGANIZAÇÃO DO AMBIENTE EDUCATIVO

Organização do estabelecimento educativo

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Assegurar a todas as crianças cinco horas diárias de componente educativa/letiva, da responsabilidade da educadora de infância.

Garantir que a realização da atividade de animação socioeducativa da componente de apoio à família de Natação não coincida com a componente educativa/letiva.

CONSIDERAÇÔES SOBRE AS MELHORIAS EFETUADAS

 A rotina diária foi reelaborada, contempla agora uma organização do tempo flexível, articulada e equilibrada, que possibilita às crianças o trabalho em grande e pequeno grupo, a pares e individual e assegura uma componente lectiva/educativa de cinco horas diárias, da responsabilidade da educadora.

 As atividades de animação socioeducativa da componente de apoio à família, que este ano são dança e karaté, ocorrem entre as 16,00h e as 16,50h, às quintas e sextas – feiras, respetivamente, não coincidindo com a componente educativa/letiva.

Organização do ambiente educativo da sala

Grupo

Espaço e materiais

Tempo

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Organizar a sala de atividades enquanto suporte do trabalho curricular e da intencionalidade educativa, apetrechando-a com materiais e equipamentos destinados ao desenvolvimento de todas as áreas de conteúdo, com particular destaque para as ciências e as tecnologias da informação e comunicação.

Organizar o ambiente educativo criando uma área das ciências, de forma a estimular a atitude científica e investigativa, colocando ao dispor das crianças materiais que motivem a curiosidade e o espírito investigativo.

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Equipar a sala de atividades com um computador, encorajando as crianças a observar, pesquisar e compreender a utilidade deste e de outros recursos tecnológicos.

Dotar a área da expressão plástica com maior diversidade de materiais, proporcionando às crianças oportunidades motivadoras do desenvolvimento da criatividade.

Decorar a sala de atividades com os diversos trabalhos produzidos pelas crianças, incentivando e valorizando as suas produções.

Proporcionar às crianças a utilização com maior frequência do espaço exterior coberto e descoberto, alargando as oportunidades de interação e de aprendizagem em diferentes contextos.

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MELHORIAS EFETUADAS

 A sala de atividades foi reorganizada e apetrechada com equipamentos e materiais propiciadores de desafios, experiências e oportunidades diversificadas de aprendizagem, em todas as áreas de conteúdo.

 A sala de atividades dispõe de uma área das ciências, apetrechada com materiais apelativos (balança, microscópio, lupas…) que é muito procurada pelas crianças, nos tempos de trabalho autónomo. Foi também possível, durante a presente intervenção inspetiva, observar a dinamização desta área pela educadora, com a intenção expressa de estimular a curiosidade, a atitude científica e investigativa das crianças. No portfólio da sala existem vários registos de atividades realizadas no âmbito das ciências.

A sala de atividades foi apetrechada com um computador que deu origem à “área da

informática”, propiciando às crianças o contacto e a experimentação, sobretudo em atividades de observação, análise e pesquisa.

 A área das artes visuais foi reorganizada com mobiliário que favorece a disposição e o acesso fácil e autónomo das crianças a materiais diversificados favorecedores da expressão artística nas dimensões: observar, manipular, experimentar e realizar.

 No hall de entrada do estabelecimento, são visíveis testemunhos do trabalho que vai sendo realizado na sala de jardim de infância. Para além deste facto, a sala de atividades e também o espaço de refeitório estão decorados com produções das crianças.

 Quer os documentos de planeamento da ação educativa, quer o portfólio do grupo colocam em evidência a utilização frequente do espaço exterior coberto e descoberto, tendo sido possível observar a utilização do espaço exterior coberto no intervalo da manhã.

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Relações entre os diferentes intervenientes

Relação criança e educadora

Relação entre crianças e crianças e adultos

Relações com pais e famílias

Relações entre profissionais

Relações com a comunidade

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Imprimir uma maior intencionalidade nas interações educadora e criança aquando dos

tempos de trabalho autónomo nas áreas da sala, de modo a que o educador apoie as escolhas, integre os interesses e amplie as aprendizagens das crianças.

Criar estratégias diversificadas de envolvimento e participação da comunidade educativa (pais/encarregados de educação, familiares, parceiros e utentes da instituição e demais colaboradores) como contributo para o planeamento, realização do trabalho pedagógico e dinâmicas do grupo.

CONSIDERAÇÔES SOBRE AS MELHORIAS EFETUADAS

 Observaram-se momentos de trabalho autónomo das crianças, em que a educadora as questiona e apoia nas suas decisões, ampliando as suas aprendizagens.

 Os registos existentes dão destaque ao envolvimento e participação dos pais/encarregados de educação, dos idosos que residem no lar e, ainda, dos adultos que trabalham na instituição, em diversas iniciativas. Destaca-se, ainda, a realização semanal (sexta-feira de manhã) de uma atividade intergeracional, de articulação com os idosos do lar, promovendo nas crianças atitudes solidárias e sensibilizadoras do respeito pela diferença.

ÁREAS DE CONTEÚDO

Formação Pessoal e Social

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Desenvolver, com maior frequência, atividades propiciadoras da construção da identidade e da autoestima e o envolvimento das crianças na resolução de dificuldades e problemas resultantes das vivências e interações do grupo, no quotidiano.

Contextualizar o currículo através do contacto com a natureza, o meio circundante e com diversas formas de arte, favorecendo o desenvolvimento da observação, fruição e análise e, ainda, do sentido estético e criativo.

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 Os documentos de planeamento (projeto curricular de grupo e planificações semanais) testemunham a realização de atividades favorecedoras da construção da identidade e autoestima das crianças. Quotidianamente, nas interações com o grupo, as crianças têm oportunidades de se envolverem na resolução de divergências, em que a educadora assume o papel de mediadora.

 O projeto curricular de grupo, as planificações semanais e o portfólio de atividades, testemunham a contextualização do currículo pela realização de atividades de contacto com o meio circundante, com a natureza e com algumas formas de arte local, como são exemplo a Casa das Artes de Lordelo, igreja local e capela de S. João, impulsionando o desenvolvimento do sentido estético e criativo nas crianças.

Expressão e Comunicação

Educação Física

Educação Artística

Linguagem Oral e abordagem à escrita

Matemática

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Contemplar na rotina diária e realizar atividades promotoras da interação das crianças com o espaço exterior, possibilitando o contacto e a exploração da natureza e o desenvolvimento de atividades físicas e motoras (correr, saltar, jogar à bola, etc.).

Criar com intencionalidade educativa situações de comunicação entre as crianças levando-as a emitir opiniões sobre as suas produções, sobre diferentes manifestações de artes visuais com que contactam, indicando algumas razões dessa apreciação, motivadas pelo enriquecimento de materiais colocados ao seu dispor na área da expressão plástica.

Aprofundar a realização de atividades de caráter lúdico no domínio da linguagem oral e abordagem à escrita, com vista à promoção de aprendizagens nas componentes da comunicação oral e consciência linguística, consciência fonológica e sintática, a funcionalidade da linguagem escrita, prazer e motivação para ler e escrever (contacto com diversos tipos de textos escritos, prosa, poesia, notícias, etc.)

Desenvolver com maior regularidade atividades promotoras do jogo simbólico, através do gesto, da palavra, do movimento e expressão facial, e ainda do uso de fantoches e /ou outros adereços.

Despertar a curiosidade numérica das crianças, utilizando com maior frequência situações do dia a dia que apelam à contagem, seriação, medida, etc. (calendários, números de telefone, matrículas de carros, preços dos produtos) e a capacidade crescente de abstração, bem como incentivar a resolução de problemas do quotidiano com recurso ao raciocínio lógico-matemático.

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 A rotina diária contempla um intervalo de 15 minutos, no período da manhã, que ocorre no espaço exterior coberto e/ou descoberto. Para além desta prática, que foi possível observar, existem registos da realização de diferentes atividades em diferentes espaços da instituição e até da comunidade (lar de idosos, cantina e biblioteca local).

 Os registos e os documentos de planeamento revelam o desenvolvimento de atividades intencionalmente pensadas para a promoção da comunicação verbal, solicitando as crianças a manifestarem as suas opiniões sobre as suas produções e as dos seus colegas.

 A utilização de histórias, a visita à biblioteca local e idas ao cinema, têm sido algumas das estratégias utilizadas para fomentar aprendizagens nas componentes da comunicação oral e consciência linguística, bem como da funcionalidade da linguagem escrita, fomentando o prazer e a motivação para a leitura e escrita.

 São regularmente desenvolvidas atividades relacionadas com o jogo simbólico, o uso de fantoches e do faz de conta.

 A abordagem à matemática, com recurso a diferentes estratégias como, por exemplo, jogos matemáticos e situações do dia-a-dia, é regular e intencionalmente direcionada para o desenvolvimento do raciocínio matemático.

Conhecimento do Mundo

Introdução à metodologia científica

Abordagem às ciências

Mundo tecnológico e utilização das tecnologias

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Motivar as crianças para a compreensão das semelhanças e diferenças entre meios diversos (espaços, monumentos, objetos) estimulando a sua imaginação e/ou a observação comparativa sobre as alterações produzidas pela passagem do tempo.

Promover práticas na sala de atividades e no meio próximo, com recurso à utilização de estratégias próprias da metodologia científica, permitindo às crianças observar, comparar, pesquisar, realizar, tirar conclusões e comunicar e, ainda, participar no planeamento destas atividades.

Assegurar a utilização pelas crianças de diferentes suportes tecnológicos para apoiarem o desenvolvimento de projetos de aprendizagem e de atividades, no âmbito das diferentes áreas de conteúdo.

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 São utilizadas estratégias favorecedoras da compreensão das semelhanças e diferenças entre meios diversos, como são exemplo a observação presencial e/ou de gravuras de espaços e monumentos da localidade (Casa das Artes de Lordelo, igreja local e capela de S. João), estimulando a observação comparativa e a imaginação das crianças.

 Quer os documentos, quer os registos/portfólio testemunham a prática regular de atividades no âmbito das ciências. A forma como a área das ciências se encontra organizada, com materiais apelativos como, lupas, microscópio, uma balança de pratos (construída pelo pai de uma criança), plantas, recipientes, etc., são indicadores da promoção da metodologia científica, junto das crianças.

 Na sala de atividades, existe um computador que as crianças utilizam nos tempos de trabalho autónomo e serve de estratégia e/ou suporte ao desenvolvimento de diversas atividades.

CONTINUIDADE EDUCATIVA E TRANSIÇÔES

Transição para a educação pré-escolar Transição para a escolaridade obrigatória

ASPETOS A MELHORAR IDENTIFICADOS NA PRIMEIRA AÇÃO INSPETIVA

Aprofundar os procedimentos e práticas de interação com as escolas do 1.º ciclo, de modo a facilitar a integração das crianças naquele ciclo de ensino e assegurar a continuidade pedagógica.

CONSIDERAÇÔES SOBRE AS MELHORIAS EFETUADAS

 No final do ano letivo anterior, por efeitos da intervenção inspetiva, foram desencadeados procedimentos de interação com as escolas do 1.º ciclo, designadamente uma visita à escola mais próxima e a entrega dos registos de avaliação das crianças, através dos seus pais/encarregados de educação. Está já agendada, no plano anual de atividades, uma visita das crianças à escola do 1.º ciclo, para o mês de maio/junho e equacionada a possibilidade da entrega dos documentos de avaliação, via institucional (JI da Associação de Reformados de Lordelo – agrupamentos de escolas).

Relativamente aos aspetos a corrigir identificados na atividade inicial:

 Foi corrigido um aspeto.

 Encontra-se em fase de regularização:

 Em 19 de janeiro de 2018, via postal, foi endereçado à Delegação Regional do Norte da DGEstE, o pedido formal do reconhecimento da diretora pedagógica, nos termos do art.º 13.º do Decreto-Lei 147/97, de 11 de junho.

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 Não foi corrigido:

 Solicitar a autorização de funcionamento do Jardim de Infância junto dos serviços do Ministério da Educação, (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, Delegação do Norte, Porto) de acordo com os artigos n.ºs 1, 2 e 15 do Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de junho, conjugado com o artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 266-F/2012, de 31 de dezembro e a alínea a) do n.º 2 do Despacho n.º 925/2017, de 20 de janeiro.

OBSERVAÇÕES

Salienta-se a forma oportuna e adequada como a instituição e, em particular, a educadora de infância, acolheram as propostas de melhoria sugeridas, sobretudo as relacionadas com a ação educativa, aquando da intervenção inspetiva ocorrida em fevereiro de 2017.

Data: 2018.03.02

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NORMATIVOS E ORIENTAÇÕES DE REFERÊNCIA

Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, republicado pelo Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro e alterado pelo Decreto-Lei n.º 146/2013, de 22 de outubro.

Lei n.º 5/97, de 10 de fevereiro

Lei-quadro da Educação Pré-Escolar - consagra o ordenamento jurídico da educação pré-escolar, na sequência da Lei de Bases do Sistema Educativo.

Decreto-Lei n.º 147/97, de 11 de junho

Estabelece o ordenamento jurídico do desenvolvimento e expansão da rede nacional de educação pré-escolar e define o respetivo sistema de organização e financiamento.

Despacho n.º 9180/2016, de 19 de julho

Homologa as orientações curriculares para a educação pré-escolar que se constituem como uma referência comum para a orientação do trabalho educativo dos educadores de infância.

Despacho Conjunto n.º 258/97, de 21 de agosto

Define os tipos de equipamento. Define normas de qualidade e segurança do material. Listagem de material mínimo por sala.

Despacho Conjunto n.º 268/97, de 25 de agosto

Define os requisitos pedagógicos e técnicos para a instalação e funcionamento de jardins de infância da rede nacional.

Anexo 1 – refere as normas para instalações adaptadas. Anexo 2 – refere as normas para construções de raiz. Decreto-Lei n.º 240/2001 de 30 de agosto

Aprova o perfil geral de desempenho profissional do educador de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário.

Lei n.º 31/2002 de 20 de dezembro

Sistema de avaliação da educação e do ensino não superior.

Lei n.º 46/2006 de 28 de agosto

Proíbe e pune a discriminação em razão da deficiência e da existência de risco agravado de saúde.

Decreto-Lei n.º 34/2007 de 15 de fevereiro

Regulamenta a Lei n.º 46/2006, de 28 de agosto, estabelecendo as entidades

administrativas competentes para procederem à instrução dos processos de contraordenação, bem como a autoridade administrativa que aplicará as coimas e as sanções acessórias correspondentes pela prática de atos discriminatórios.

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Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de janeiro (retificado pela Declaração de Retificação n.º 10/2008, de 7 de março), alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio

Define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário dos sectores público, particular e cooperativo.

Decreto-Lei n.º 281/2009 de 6 de outubro

Cria o Sistema Nacional de Intervenção Precoce.

Portaria n.º 293/2013 de 26 de setembro

Alarga o Programa de Apoio e Qualificação do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância.

Despacho n.º 925/2017, de 20 de janeiro

Delegação de competências no âmbito do ensino particular cooperativo e solidário, alínea a) do n.º 2.

Circular n.º17/DSDC/DEPEB/2007 - Gestão do currículo na educação pré-escolar. Circular n.º 4 DGIDC/DSDC/2011 - Avaliação na educação pré-escolar.

Circular n.º5-DGE/2015/2555/DSEEAS, de 2015-07-20, clarifica a articulação entre

o PEI e o PIIP.

DOCUMENTAÇÃO DE APOIO

Bertram, Tony e Pascal, Christine. (2009). Manual DQP - Desenvolvendo a Qualidade

em Parcerias, adaptação sob coordenação de Júlia Oliveira-Formosinho. Lisboa: Ministério da Educação, Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Cardona, Maria João (2007). "A avaliação na educação de infância: as paredes das salas também falam! Exemplo de alguns instrumentos de apoio", Cadernos da

Educação de Infância – APEI, n.º 81: 10-16.

Cardona, Maria João (coord.); Tavares, Teresa; Uva, Marta e Vieira, Conceição (2010). Guião de Educação Género e Cidadania. Educação Pré-Escolar. Lisboa: Presidência do Conselho de Ministros, Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

Cardona, Maria João e Guimarães, Célia Maria (coord.) (2013). Avaliação na Educação

de Infância. Viseu: PsicoSoma.

Castro, Joana Pacheco de e Rodrigues, Marina (2008). Sentido de Número e

Organização e Tratamento de Dados: Textos de apoio para educadores de infância,

coordenação de Lurdes Serrazina. Lisboa: Ministério da Educação, Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

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Departamento da Educação Básica (1997). Educação Pré-Escolar: Legislação. Lisboa: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica.

Departamento da Educação Básica (1997). Qualidade e Projeto na Educação

Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica.

Departamento da Educação Básica (2002). Organização da Componente de Apoio à

Família. Lisboa: Ministério da Educação, Departamento da Educação Básica.

Godinho, José Carlos e Brito, Maria José (2010). As Artes no Jardim de Infância:

Textos de apoio para educadores de infância, organização de Helena Gil e Isabel

Carvalho. Lisboa: Ministério da Educação, Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Martins, Isabel et al (2009). Despertar para a Ciência – Atividades dos 3 aos 6: Textos

de apoio para educadores de infância, coordenação de Isabel Martins. Lisboa:

Ministério da Educação, Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Mata, Lourdes (2008). A Descoberta da Escrita: Textos de apoio para educadores de

infância, coordenação de Inês Sim-Sim. Lisboa: Ministério da Educação, Direção-Geral

de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Mendes, Maria de Fátima e Delgado, Catarina Coutinho (2008). Geometria: Textos de

apoio para educadores de infância, coordenação de Lurdes Serrazina. Lisboa:

Ministério da Educação, Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. Sim-Sim, Inês, Silva, Ana Cristina e Nunes, Clarisse (2008). Linguagem e comunicação

no jardim de infância: Textos de apoio para educadores de infância, coordenação de

Inês Sim-Sim. Lisboa: Ministério da Educação, Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Vasconcelos, Teresa (coord.) (2011). Trabalho por projetos na Educação de Infância:

mapear aprendizagens, integrar metodologias. Lisboa: Ministério da Educação,

Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

Direção-Geral da Educação (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar

Referências

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