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Instrumentos Financeiros Dez 2015

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Instrumentos

Financeiros

(3)

Tema São Paulo Rio de Janeiro

Good Group – Fechamento das demonstrações financeiras

de 2015,OCPC 07 e update de Imposto de Renda

Como otimizar as suas demonstrações financeiras e torná-las mais relevantes, incluindo:

• Conceitos de materialidade

• Benchmarks de empresas brasileiras e estrangeiras; • Interim reporting

13/01/2016 14/01/2016

Mesa-redonda – Real Estate 04/03/2016

Nova norma de receita 15/03/2016 16/03/2016

Mesa-redonda – Varejo 06/04/2016 06/04/2016

Mesa-redonda – Bancos & IFRS 9 10/05/2016

(4)
(5)

Agenda

Classificação e mensuração

Hedge accounting

Desreconhecimento

Dívida Vs. Patrimônio

(6)
(7)

Mensuração inicial de ativos e passivos financeiros

► Uma entidade deve mensurar um ativo ou passivo financeiro em

seu reconhecimento inicial, pelo seu valor justo

► No caso de contas a receber decorrentes de vendas a prazo de

produtos, mercadorias ou serviços, pode-se reconhecer o ativo financeiro pelo seu valor nominal, desde que a diferença para o seu valor justo não seja material.

► No caso de fornecedores e outras contas a pagar decorrentes da

atividade operacional da empresa, pode-se reconhecer o passivo financeiro pelo seu valor nominal, desde que a diferença para o seu valor justo não seja material.

(8)

Classificação e mensuração – Ativos Financeiros

Categoria Utilização principal

Valor justo no resultado

Todos os derivativos (exceto os designados como instrumentos de hedge), outros itens destinados a serem negociados ativamente ou qualquer item designado como tal que se enquadre nos critérios. Marcados a mercado contra resultado.

Mantidos até o

vencimento Ativos de dívida adquiridos pela entidade para serem mantidos atéo vencimento. Ao custo amortizado.

Empréstimos e

recebíveis Ativos de empréstimos convencionais, sem cotação (originados ouadquiridos), duplicatas a receber. Ao custo amortizado. Todos os ativos não categorizados acima.

(9)

Classificação e mensuração – Passivos Financeiros

Categoria Utilização principal

Valor justo no resultado

Todos os derivativos (exceto os designados como instrumentos de hedge), outros itens destinados a serem negociados ativamente ou qualquer item designado como tal que se enquadre nos critérios. Marcados a mercado contra resultado.

Outros passivos

(10)
(11)

Por que Hedge Accounting?

► Item objeto de hedge a custo amortizado e derivativo a valor de

mercado.

► Item objeto de hedge não registrado e derivativo a valor de

mercado.

(12)

Estratégias de Hedge Utilizadas

►Hedge de risco de taxa de juros

► Ativos com incidência de juros (e.g., empréstimos, títulos de dívida)

Passivos com incidência de juros (e.g., dívidas, depósitos)

►Hedge de risco de câmbio

(13)

Objeto de hedge

Objeto de hedge é: Um ativo, passivo, compromisso firme, transação futura prevista ou investimento líquido em uma operação no exterior Que expõe a entidade a risco de variações em: • Valor justo; ou • Fluxo de caixa futuro; e É designado como hedge

O objeto de hedge pode ser designado como tal somente durante parte de sua vida.

(14)

O que pode ser considerado objeto de hedge?

► Ativo e passivo reconhecidos (ou grupos de ativo e passivo com

características de risco semelhantes)

ü títulos, empréstimos e ações

Compromissos firmes não reconhecidos

ü arrendamentos, contratos firmes

► Transações futuras altamente prováveis

(15)

O que pode ser considerado objeto de hedge?

O objeto de hedge pode ser formado por um grupo de itens com

características de risco semelhantes. Exemplo:

„ Se uma empresa mantivesse cada componente do FTSE 100 em

proporção ao seu peso e o protegesse com futuros de FTSE, ela teria um hedge econômico perfeito.

„ Esse não seria um objeto de hedge conforme definido, já que as

ações tomadas individualmente não se movimentam em linha com o índice.

(16)

O que pode ser considerado objeto de hedge?

Riscos que podem ser protegidos

► Alterações no valor de um título de taxa fixa disponível para venda em decorrência de variações na taxa de juros.

Alterações na taxa de juros a pagar sobre um empréstimo de taxa

variável.

► Arrendamentos futuros a pagar em moeda estrangeira.

► Compromisso contratual de pagamento de um ativo fixo em outra

(17)

Objeto de hedge – Componentes do risco?

Um ativo financeiro ou passivo financeiro pode ser protegido de

riscos associados apenas a uma parcela de seu fluxo de caixa ou valor justo desde que a efetividade possa ser determinada

§ Exemplo: um componente do total da exposição a taxa de juros

de um instrumento financeiro protegido

Um ativo não financeiro ou um passivo não financeiro pode constituir

objeto de hedge com relação a

§ riscos de moeda estrangeira ou

(18)

O que não pode ser considerado objeto de hedge?

► Investimentos mantidos até o vencimento para risco de taxa de juro

► Compromisso firme de aquisição de um negócio

► Investimentos consolidados ou contabilizados pela equivalência

patrimonial

Derivativos

(19)

Instrumentos de Hedge

Instrumento de hedge é:

§ um derivativo designado ou (em circunstâncias limitadas) um

instrumento financeiro não derivativo

§ do qual se espera que seu justo valor ou fluxo de caixa

compense mudanças no justo valor ou fluxo de caixa de um objeto de hedge

O instrumento financeiro não derivativo só pode ser designado como

(20)

Instrumentos de Hedge

Instrumento de hedge é:

§ um derivativo designado ou (em circunstâncias limitadas) um

instrumento financeiro não derivativo

§ do qual se espera que seu justo valor ou fluxo de caixa

compense mudanças no justo valor ou fluxo de caixa de um objeto de hedge

O instrumento financeiro não derivativo só pode ser designado como

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Critérios da Contabilização de Hedge

O relacionamento de hedge deve ser documentado formalmente

O hedge deve ser considerado “altamente efetivo” (entre 80% a

125%)

► ou seja, Δ no Valor Justo do derivativo / Δ no Valor Justo do objeto

Deve-se esperar que ele será altamente efetivo desde o início

(prospectivamente)

Testar periodicamente para determinar se tem sido altamente efetivo

(22)

Documentação exigida

► Documentação formal e atualizada, que:

► Identifica o instrumento de hedge e o objeto de hedge.

► Descreve a natureza do risco que está sendo protegido.

Define os objetivos e estratégias de gestão de risco da entidade para

a transação.

► Descreve o método e com que frequência a efetividade e

(23)

Modelo de contabilização de Hedge de Valor Justo

Avaliação do derivativo

Mudança no Valor Justo

Compensação de Ganho ou Perda Atribuível ao Risco que Está

Sendo Protegido

Avaliação do objeto de hedge

Resultado M od el o C on tá bi l

(24)

Modelo de Contabilização de Hedge de Fluxo de Caixa

Eficaz Mudança no Valor Justo

Resultado Avaliação do derivativo

(25)

Efetividade do Hedge

Métodos aceitáveis para determinação da eficácia do hedge

(prospectivo):

§ “Dollar Offset”

(26)

Avaliação da Efetividade Usando o Método

“Dollar Offset” - Exemplo

Valor justo Valor justo do

Data do derivativo objeto de hedge

1 janeiro 20X3 CHF 0 CHF 500

31 março 20X3 CHF 100 CHF 410

30 junho 20X3 CHF 125 CHF 389

(27)

Valor justo Valor justo do

Data do derivativo objeto de hedge Efetividade

1 janeiro 20X3 CHF 0 CHF 500

31 março 20X3 CHF 100 CHF 410 100/90= 111%

30 junho 20X3 CHF 125 CHF 389 125/111= 113%

30 setembro 20X3 CHF 150 CHF 370 150/130= 115%

Durante todo o período, usando o teste de efetividade por

cumulatividade, o hedge permanece eficaz (ou seja, entre 80-125%). Assim, a contabilização de hedge terá continuidade.

Avaliação da Efetividade Usando o Método

“Dollar Offset” - Exemplo

(28)

Avaliação da Efetividade Usando Regressão

A efetividade do hedge pode ser determinada de forma cumulativa

pela análise de regressão.

Se altamente eficaz, a contabilização de hedge poderá continuar em

todos os períodos, mesmo que as mudanças de valor relativas ao período em curso estejam fora da faixa de correlação de 80-125%.

A regressão pode ser usada também para a avaliação da efetividade

prospectiva.

Os cálculos da análise de regressão em geral devem incorporar o

(29)

Avaliação da Efetividade Usando Regressão

Δ Hedge (rubber)

change in price of tyres = $0.05 + 0.9 (change in price of rubber) + 0 Δ Hedged Item (tires) ά β = 0.9

.

.

.

.

.

(30)

Contabilização de Hedge

Hedges parciais

► Podem designar uma parcela do instrumento de hedge mas não um a parcela de sua duração.

► Uma combinação de derivativos pode ser designada como instrumento de hedge.

(31)

Encerramento do Hedge Accounting

Os critérios de qualificação do hedge não estão mais sendo atendidos:

„ A transação prevista não é mais provável

„ A efetividade está fora do limite de 80-125%

► O derivativo expirou ou foi vendido, rescindido ou exercido.

(32)

Encerramento do Hedge Accounting

Hedge de Valor Justo: amortiza a marcação a mercado do objeto de

hedge ao longo da vida remanescente do instrumento de hedge, usando a taxa de juros efetiva.

Hedge de Fluxo de Caixa: os valores permanecem no patrimônio até

que o objeto de hedge impacte o resultado, a menos que seja provável que a transação prevista não ocorrerá (reconhecida no resultado imediatamente).

Mudanças subsequentes no valor justo do derivativo são

reconhecidas imediatamente no resultado (em caso de designação removida ou perda de efetividade).

(33)

Caso Prático 1 – Dívida x Swap

A Companhia Alpha emitiu em 1 de janeiro de 2013 um título de dívida de USD 100 milhões pré-fixado a 6%a.a. Para se proteger das variações da taxa de câmbio, no mesmo dia a Companhia entra em um swap recebendo USD + 6%a.a. e pagando BRL a taxa pós-fixada de 127% do CDI. Abaixo algumas informações sobre a transação:

01/01/2013 31/12/2013 Variação

Cotação USD 2,20 2,50 0,50

Passivo (USD+6%) 220.000 264.000 (44.000)

Passivo (Ajuste MtM) Zero (50.000) (50.000)

Swap (USD+6%) 220.000 264.000 44.000

(34)

Caso Prático 1 – Dívida x Swap

1) Caso a entidade desejasse fazer um hedge accounting, qual seria a categoria apropriada? Por quê?

Neste caso, verificamos que por se tratar de um passivo atrelado ao USD, a entidade está exposta tanto ao risco de mercado quanto ao risco de fluxo de caixa. Como a Companhia decidiu trocar o fluxo de USD+Cupom por um fluxo em BRL pós-fixado (%CDI), o objetivo foi evitar o risco de marcação a mercado do USD. Assim sendo, a categoria apropriada é a de Hedge de Valor Justo.

(35)

Caso Prático 1 – Dívida x Swap

2) Verificar se a relação de hedge é efetiva, ou seja, se a variação do valor justo do instrumento (VJ) protege a variação do valor justo do objeto de hedge.

Percebe-se que o hedge é permitido, já que a efetividade da relação é de 100% (variação do ajuste a VJ da dívida / variação do ajuste a VJ swap - 50.000

(36)

Caso Prático 1 – Dívida x Swap

3) Demonstre a contabilização Em 01/01/2013 D- Caixa………...….220.000 C- Passivo financeiro……...…...220.000 Em 31/12/2013 a) Atualização da dívida:

D- Despesa financeira (ΔUSD + cupom + ajuste MtM)…...94.000 C- Passivo financeiro (ΔUSD + cupom)…………...…..44.000 C- Passivo financeiro (ajuste MtM)………...…………..50.000 b) Atualização do swap:

(37)

Caso Prático 2 – Venda USD x NDF

Em 1 de janeiro de 2014, a Companhia Alpha contratou 3 NDF de USD 1,6MM cada, para efetuar o hedge de suas vendas em USD previstas para os meses de Abr-14, Mai-14 e Jun-14. O volume de vendas mensais previsto é de USD 2MM e a política é fazer o hedge de 80% da exposição. Abaixo algumas informações sobre a transação:

01/01/2014 31/03/2014 Variação

Cotação USD 2,20 2,50 0,50

Hedge vendas (USD) 4.800 4.800

-Hedge vendas (BRL) 10.560 12.000 1.440

MtM das vendas 10.560 13.400 2.840

Volume hedge NDF – 80% 4.800 4.800

(38)

Caso Prático 2 – Venda USD x NDF (cont.)

1) Caso a entidade desejasse fazer um hedge accounting, qual seria a categoria apropriada? Por quê?

Verificamos que o objeto de hedge é uma transação futura altamente provável, representada pelas vendas futuras da Companhia atreladas ao USD. De acordo com o IFRS/CPC, o hedge de uma transação futura altamente provável deve ser classificado como Hedge de Fluxo de Caixa, uma vez que protege contra a

(39)

Caso Prático 2 – Venda USD x NDF

2) Verificar se a relação de hedge é efetiva, ou seja, se a variação do valor justo do instrumento (VJ) protege a variação do valor justo do objeto de hedge.

Percebe-se que o hedge é permitido, já que a efetividade da relação é de 95% (variação dos fluxos de caixa futuros das vendas / variação dos fluxos de caixa futuros das NDF - 2.840 /2.990), dessa forma situa-se na faixa permitida entre 80% e 125%.

(40)

Caso Prático 2 – Venda USD x NDF

3) Demonstre a contabilização

Em 01/01/2014 – Não existem registros contábeis

Em 31/03/2014 – ITR

a) Atualização das NDFs:

C- NDF a pagar (valor de mercado)…...2.990 D- Patrimônio líquido - (parcela efetiva)…...2.840 D- Despesa financeira (parcela inefetiva)...150 b) Registro do crédito tributário:

(41)
(42)

Desreconhecimento – Ativos Financeiros

„ Modelo misto, baseado em riscos e benefícios e controle

„ Conclusão baseada em uma árvore de decisão

(43)

Derecognise Don’t derecognise Derecognise Don’t derecognise Derecognise Yes

Do derecognition principles apply to part or all of assets?

Consolidate subsidiaries (including SPEs)

Have the rights to cash flows expired?

Has entity transferred its right to receive cash flows? Has entity assumed obligation

to pass through cash flows?

Has entity transferred substantially all risks/rewards? Has entity retained substantially all risks/rewards?

Has entity retained control of the assets?

No No Yes No No Yes Yes No Yes Yes No

(44)

Desreconhecimento – Passivos Financeiros

Uma entidade deve remover um passivo financeiro (ou uma parte de um passivo financeiro) de sua demonstração contábil quando, e apenas

quando, for extinto – isto é, quando a obrigação especificada no contrato for retirada, cancelada ou expirar.

(45)

Desreconhecimento – Ativos e Passivos Financeiros

Casos práticos

„ Vendas sem recurso

„ FIDCs

„ First loss

„ Securitizações com coobrigações

„ Venda de carteiras com seguro garantia

(46)
(47)

Dívida Vs. Patrimônio

„ Substância sobre a forma legal

„ Passivo = O emissor pode ser requerido a entregar caixa ou outro

ativo financeiro. A entidade é ou pode ser obrigada a entregar um número variável de seus instrumentos patrimoniais

„ Patrimônio = Representa o valor residual de ativos e passivos do

emissor. O instrumento pode ser liquidado pela troca de um valor fixo em caixa por um número fixo de instrumentos patrimoniais

„ Instrumentos compostos devem ser segregados e contabilizados

(48)

Dívida Vs. Patrimônio

„ Instrumentos financeiros (instrumentos compostos) que contenham

ambos um componente de dívida e de patrimônio devem ser segregados e contabilizados separadamente.

„ O componente de dívida é determinado pelo valor justo dos fluxos de

caixa esperados (excluindo o componente de patrimônio) e o valor residual é alocado ao componente de patrimônio.

(49)

Dívida Vs. Patrimônio

„ Pagamentos contingentes – o emissor não possui o direto

incondicional de evitar o pagamento

„ Compulsão econômica

„ Obrigações de pagamento somente na liquidação

„ Instrumentos financeiros resgatáveis – isenção

(50)

Dívida Vs. Patrimônio – Exemplo 1

Entidade A emite ações preferenciais com dividendos anuais não

cumulativos de 6% e que são mandatoriamente resgatáveis em 5 anos.

► Os dividendos são pagos anualmente por decisão da Entidade.

Questão:

(51)

Dívida Vs. Patrimônio – Exemplo 1

Resposta

Esse é um instrumento financeiro composto:

„ O valor presente do principal resgatável das ações é uma dívida.

„ A diferença entre o valor recebido e a dívida é o componente de patrimônio. „ Os dividendos são pagos por decisão da Entidade

„ Nenhuma obrigação em pagar caixa – patrimônio „ O resgate é mandatório

(52)

Dívida Vs. Patrimônio – Exemplo 2

► Entidade A emite ações preferenciais com dividendo mandatório fixo

cumulativo anual de 6%.

Os dividendos são pagos somente se a Entidade auferir lucros

distribuíveis suficientes.

As ações são resgatáveis somente por opção da Entidade A.

Questão:

(53)

Dívida Vs. Patrimônio – Exemplo 2 (cont.)

Resposta

„ A Entidade A deve classificar as ações como dívida.

„ O valor recebido pelas ações são equivalentes ao valor justo (na data de emissão) dos dividendos a pagar em perpetuidade, fazendo com que o valor total recebido seja classificado como dívida.

„ Os dividendos são mandatórios. „ Obrigação em pagar caixa – dívida.

(54)
(55)

Aprovação e data de aplicação – IFRS 9

► Em 24 de Julho de 2014, o International Accounting Standards Board

(IASB) emitiu a versão final do IFRS 9, trazendo as três fases do projeto de instrumentos financeiros.

Classificação e mensuração

Impairment (expected credit losses)

Hedge accounting

Contabilização para gerenciamento de risco de balanço (macro hedging) não foi incluída nesse projeto e terá um projeto separado

► IFRS 9 será efetivo para o período anual iniciado em 1 de janeiro de

(56)

Classificação e mensuração

O novo modelo para ativos financeiros

Dívida (inclui contratos híbridos)

Passa

Não (1), nem (2) Objetivo de receber o

fluxo de caixa contratual e vender o ativo financeiro

1 2 3 Sim Derivativos Não Falha Manterá o título para recebimento do fluxo de caixa contratual?

Elegível para FVO?

Falha Falha Mantido para negociação? Sim Não Elegível para FVOCI ? Teste sobre ‘modelo de negócio’

(Em um nível agregado)

Teste sobre a ‘características do fluxo de caixa contratual’ (No nível do instrumento)

(57)

Impairment - Escopo e variação do modelo de

expected credit loss (ECL)

Escopo dos requerimentos de ECL Abordagem geral Abordagem simplificada IFRS 9 Instrumentos Financeiros

Contas a receber que não contenham componentes de financiamento

significativos ü

Contas a receber que contenham componentes de financiamento

significativos Elegibilidade definida na Política da entidade Outros ativos financeiros de dívida mensurados a CA ou por FVOCI ü

Compromissos de empréstimos e contratos de garantia financeira

não contabilizados pelo FVPL ü

IFRS 15 Receita de contratos com clientes

Ativos contratados que não contém um componente de financiamento

significativo ü

Ativos contratados que contém um componente de financiamento

(58)

Modelo de expected credit loss (ECL) – abordagem geral

Etapa 2 Etapa 3 Etapa 1 Atualização da perda estimada no período da demonstração

12 meses ECL ECL por toda a vida

(perdas de crédito resultantes por possíveis eventos de default nos próximos 12 meses)

Critério do tempo de vida do ECL

Risco de crédito aumentou significativamente após o reconhecimento inicial

(se em base individual ou coletiva)

+

Créditos em “default” Reconhecimento

da receita de juros

Taxa efetiva de juros (TJE) sobre o valor

bruto escriturado

TJE sobre valor bruto escriturado

TJE sobre o custo amortizado

(valor bruto escriturado Menos perda provável)

(59)

Expected credit loss (ECL) – abordagem simplificada

Abordagem

simplificada

Escopo: ativos contratados, contas a receber e leasing a receber

► Perda provável baseada no ECL de toda a

vida

(60)

Hedge accounting - Quadro das principais diferenças

Requerimentos IAS 39 IFRS 9

Riscos elegíveis para objeto de Hedge Itens financeiros

Todos os itens

Teste 80%-125% ü X

Teste de efetividade retrospectivo ü X

Teste de efetividade quantitativo ü Depende

Teste de efetividade qualitativo X Depende

Contabilização especial aos “custos do hedge”

X ü

(61)

Como alcançar o hedge accounting

Relação de cobertura de base sobre as quantidades reais utilizadas para a gestão de riscos

3) A relação de hedge reflete um desequilíbrio que criaria ineficácia de cobertura ?

Identificar a elegibilidade do objeto(s) de hedge e a elegibilidade do instrumento(s)

Estratégia e objetivo do gerenciamento de risco definido (RM)

Em algumas

circunstâncias, para evitar inefetividade, a relação de hedge pode ser diferente da utilizada no RM Não Sim Sim Não Sim Não

1) Há uma relação econômica entre o objeto de hedge e o instrumento de hedge?

(62)
(63)

Enquete

Diante do atual cenário de instabilidade nas taxas de cambio, juros e commodities, sua empresa aplica hedge accounting para evitar

volatilidade no resultado?

1. Sim

(64)

Qual a maior dificuldade para aplicação das regras de hedge accounting?

1. Falta de mão de obra especializada no mercado

2. Resistência por parte de níveis hierárquicos superiores da empresa.

3. Dificuldades operacionais para o controle e monitoramento da

relação de hedge (ex. documentação, cálculos de efetividade, etc)

4. A incerteza sobre os impactos entre resultado financeiro e EBITDA

(65)

Por que você acha que os instrumentos híbridos de capital e dívida são pouco utilizados pelas empresas no Brasil?

1. Falta de interesse dos investidores devido aos prazos mais longos e

riscos envolvidos

2. Resistência por parte do regulador em aceitar esse tipo de

instrumento

3. Complexidade da operação (do ponto de vista legal, societário e

contábil) e custos de estruturação

(66)

Sua empresa já avaliou os impactos para a aplicação do IFRS 9?

1.

Sim

(67)

Para quem respondeu não na pergunta anterior, qual o motivo?

1. A aplicação é somente para 2018 e ainda temos muito tempo

2. Achamos que os impactos não serão relevantes para nossa

empresa

3. Essa norma era desconhecida até este momento

4. Vou aguardar o pronunciamento do CPC para a norma equivalente

(68)

Referências

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