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NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICOP AGOSTO 2009

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(1)

Semin

Semin

á

á

rio

rio

NORMAS BRASILEIRAS DE

NORMAS BRASILEIRAS DE

CONTABILIDADE APLICADAS AO

CONTABILIDADE APLICADAS AO

SETOR P

SETOR P

Ú

Ú

BLICO

BLICO

(2)

Lino Martins da Silva

Lino Martins da Silva

Prof. Associado do Programa de Mestrado em

Prof. Associado do Programa de Mestrado em

Contabilidade da UERJ

Contabilidade da UERJ

MUDAN

MUDAN

Ç

Ç

AS E DESAFIOS PARA A

AS E DESAFIOS PARA A

CONTABILIDADE P

CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA NO

BLICA NO

BRASIL

(3)





Mudan

Mudan

ç

ç

as

as





Desafios

Desafios





Conclus

Conclus

ã

ã

o

o

(4)

MUDAN

(5)

Breve Hist

Breve Hist

ó

ó

rico

rico

:

:



 O CFC, O CFC, hháá longa datalonga data, vem fomentando a discuss, vem fomentando a discussãão e a realizao e a realizaçãção de o de

estudos, em

estudos, em ââmbito nacional, na busca da uniformizambito nacional, na busca da uniformizaçãção de pro de prááticas ticas e procedimentos cont

e procedimentos contáábeisbeis



 VVáários Grupos de Estudosrios Grupos de Estudos com a participacom a participaçãção de diversos o de diversos

representantes dos Munic

representantes dos Municíípios, dos Estados e da Unipios, dos Estados e da Uniãão.o.

 Em 2006, a Presidente do CFC Maria Clara Cavalcante Bugarim

definiu COMO UMA DAS METAS DA SUA GESTCOMO UMA DAS METAS DA SUA GESTÃÃOO a consolidaa consolidaçãção e. o e. efetiva materializa

efetiva materializaçãção o das das NORMAS NORMAS BRASILEIRAS BRASILEIRAS DE DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR P

CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚÚBLICO;BLICO;

Normas Brasileiras de Contabilidade

Normas Brasileiras de Contabilidade

P

(6)

 Constituição do Grupo Assessor das Normas Brasileiras

de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, com a

missão

de r

de r

esgatar, consolidar e atualizar todos os

esgatar, consolidar e atualizar todos os

trabalhos e estudos desenvolvidos e, em

trabalhos e estudos desenvolvidos e, em

desenvolvimento, pelo CFC ao longo dos anos pelos

desenvolvimento, pelo CFC ao longo dos anos pelos

v

v

á

á

rios Grupos.

rios Grupos.

Normas Brasileiras de Contabilidade

Normas Brasileiras de Contabilidade

P

P

ú

ú

blica:

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Breve Hist

(7)

1)

1)

ELABORA

ELABORA

ÇÃ

ÇÃ

O, DISCUSS

O, DISCUSS

Ã

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O E APRESENTA

O E APRESENTA

ÇÃ

ÇÃ

O DE

O DE

PROJETO DE LEI PARA ALTERA

PROJETO DE LEI PARA ALTERA

ÇÃ

ÇÃ

O DA LEI N

O DA LEI N

º

º

.

.

4.320/64

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2) ELABORA

2) ELABORA

ÇÃ

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O, AMPLA DISCUSS

O, AMPLA DISCUSS

Ã

Ã

O E EDI

O E EDI

ÇÃ

ÇÃ

O DAS

O DAS

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

APLICADAS AOS SETOR P

APLICADAS AOS SETOR P

Ú

Ú

BLICO (NBC T SP 16)

BLICO (NBC T SP 16)

PROJETOS E A

PROJETOS E A

ÇÕ

ÇÕ

ES DO CFC VOLTADOS

ES DO CFC VOLTADOS

À

À

Á

Á

REA P

REA P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

Normas Brasileiras de Contabilidade P

(8)





QUEST

QUEST

Õ

Õ

ES E DISCUSS

ES E DISCUSS

Õ

Õ

ES

ES

:

:



 A ediçãA edição de Normas depende ou no de Normas depende ou nãão da reformulao da reformulaçãção o

da Lei 4.320/64 ? da Lei 4.320/64 ?



 O Grupo Assessor entendeu que NÃO Grupo Assessor entendeu que NÃO O



 Elaborou minuta de ResoluçãElaborou minuta de Resolução o que aprova o Anexo II que aprova o Anexo II àà

Resolu

Resoluçãção CFC 750/93o CFC 750/93, que estabelece a , que estabelece a INTERPRETA

INTERPRETAÇÃÇÃO DOS PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DA O DOS PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE SOB A PERSPECTIVA DO SETOR

CONTABILIDADE SOB A PERSPECTIVA DO SETOR

P

PÚÚBLICO (BLICO (

Resolu

Resolu

çã

çã

o CFC 1.111/2007, 29/11)

o CFC 1.111/2007, 29/11)





FUNDAMENTA

FUNDAMENTA

ÇÃ

ÇÃ

O TE

O TE

Ó

Ó

RICA.

RICA.

Normas Brasileiras de Contabilidade P

Normas Brasileiras de Contabilidade P

ú

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blica:

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PROJETOS E A

PROJETOS E A

ÇÕ

ÇÕ

ES DO CFC VOLTADOS

ES DO CFC VOLTADOS

À

(9)





Á

Á

REA P

REA P

Ú

Ú

BLICA

BLICA





Teoria dos ciclos pol

Teoria dos ciclos pol

í

í

ticos or

ticos or

ç

ç

ament

ament

á

á

rios

rios

(

(

political budget cycles theory)

political budget cycles theory)





em que os tomadores de decis

em que os tomadores de decis

ã

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o preocupam

o preocupam

-

-

se

se

em demonstrar sua compet

em demonstrar sua compet

ê

ê

ncia administrativa no

ncia administrativa no

curto prazo com vistas ao processo eleitoral

curto prazo com vistas ao processo eleitoral





Como decorr

Como decorr

ê

ê

ncia:

ncia:



 deixam de lado a evidenciadeixam de lado a evidenciação do patrimção do patrimôônio segundo os nio segundo os

princ

princíípios fundamentais de contabilidade. (Cukierman e pios fundamentais de contabilidade. (Cukierman e Meltzer (1986), Rogoff e Sibert (1988), Person e Tabelini Meltzer (1986), Rogoff e Sibert (1988), Person e Tabelini

(1990) e Rogoff (1990)) (1990) e Rogoff (1990))

FUNDAMENTA

(10)





Á

Á

REA P

REA P

Ú

Ú

BLICA

BLICA





Teoria quanto

Teoria quanto

à

à

aplicabilidade das

aplicabilidade das

normas do setor privado ao setor

normas do setor privado ao setor

p

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ú

ú

blico (Lop

blico (Lop

é

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s, 1995, p. 142):

s, 1995, p. 142):





Aplica

Aplica

çã

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o dos princ

o dos princ

í

í

pios e normas do setor privado

pios e normas do setor privado

ao setor p

ao setor p

ú

ú

blico. (Hepworth & Vassal

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é

é

m, al

m, al

é

é

m de

m de

Anthony)

Anthony)





Formula

Formula

çã

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o de princ

o de princ

í

í

pios cont

pios cont

á

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beis pr

beis pr

ó

ó

prios para o

prios para o

setor p

setor p

ú

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blico que se adaptem

blico que se adaptem

à

à

s caracter

s caracter

í

í

sticas

sticas

dessas organiza

dessas organiza

çõ

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es e sirvam aos objetivos e

es e sirvam aos objetivos e

requisitos da informa

requisitos da informa

çã

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o cont

o cont

á

á

bil p

bil p

ú

ú

blica.(Mautz e

blica.(Mautz e

Montesinos, Garcia & Vela).

Montesinos, Garcia & Vela).

FUNDAMENTA

(11)





Á

Á

REA P

REA P

Ú

Ú

BLICA

BLICA





Principais autores:

Principais autores:





Robert N.Anthony

Robert N.Anthony



 Games government accountants play (Governos jogam, Games government accountants play (Governos jogam,

contadores manipulam)

contadores manipulam) –– Harvard Business ReviewHarvard Business Review



 The Fatal Defect in the Federal Accounting System The Fatal Defect in the Federal Accounting System –– Public Public

Budgeting & Finance

Budgeting & Finance –– Volume 20 (2000)Volume 20 (2000)





R.K. Mautz

R.K. Mautz



 Os princíOs princípios contpios contáábeis geralmente aceitos e os relatbeis geralmente aceitos e os relatóórios rios

financeiros do governo federal (Public Budgeting & Finance, financeiros do governo federal (Public Budgeting & Finance, 1991.

1991.

FUNDAMENTA

(12)





Á

Á

REA P

REA P

Ú

Ú

BLICA

BLICA





ORIENTA

ORIENTA

ÇÃ

ÇÃ

O DO IFAC

O DO IFAC





Tradicionalmente os or

Tradicionalmente os or

ç

ç

amentos governamentais t

amentos governamentais t

ê

ê

m

m

sido preparados em regime de caixa.

sido preparados em regime de caixa.





Este foi um dos fatores que conduziu a predomin

Este foi um dos fatores que conduziu a predomin

â

â

ncia

ncia

do regime de caixa na contabilidade governamental.

do regime de caixa na contabilidade governamental.





A popularidade do regime de caixa no governo adv

A popularidade do regime de caixa no governo adv

é

é

m

m

da

necessidade

parlamentar

ou

de

outros

da

necessidade

parlamentar

ou

de

outros

representantes do eleitorado, de monitorar a

representantes do eleitorado, de monitorar a

arrecada

arrecada

çã

çã

o ou ingressos tribut

o ou ingressos tribut

á

á

rios e o subseq

rios e o subseq

ü

ü

ente

ente

gasto, a cada ano pelo governo (IFAC).

gasto, a cada ano pelo governo (IFAC).

FUNDAMENTA

(13)

FUNDAMENTA

FUNDAMENTA

ÇÃ

ÇÃ

O TE

O TE

Ó

Ó

RICA

RICA

Foco em caixa/ Base caixa Foco em caixa/

equivalentes de caixa

Foco nos recursos

financeiros atuais Foco em todos os recursos financeiros /´compromissos

Foco em todos os recursos econômicos/

principio de competência total Base competência

modificada

(14)





Tratamento cientí

Tratamento cient

ífico aos fen

fico aos fenô

ômenos e transa

menos e transaçõ

çõ

es da

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á

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rea pú

rea p

ública;

blica;





Aplica

Aplica

çã

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o integral dos Princ

o integral dos Princ

í

í

pios Fundamentais de Contabilidade ao

pios Fundamentais de Contabilidade ao

Setor P

Setor Pú

ú

blico;

blico;





Diferencia

Diferencia

çã

çã

o entre Ciê

o entre Ci

ê

ncia Social Aplicada e legisla

ncia Social Aplicada e legisla

çã

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o;

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Integra

Integra

ção entre fen

çã

o entre fenô

ômenos e sistemas or

menos e sistemas orç

çament

amentá

á

rios, financeiros,

rios, financeiros,

patrimoniais, econ

patrimoniais, econ

ômicos e fiscais;

ô

micos e fiscais;





Harmoniza

Harmoniza

çã

çã

o e uniformiza

o e uniformiza

çã

çã

o consensual dos princ

o consensual dos princ

í

í

pios cont

pios cont

á

á

beis

beis

e das boas pr

e das boas prá

á

ticas governamentais pelos entes federados (Uniã

ticas governamentais pelos entes federados (Uni

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o,

o,

Estados, Distrito Federal e Munic

Estados, Distrito Federal e Municí

ípios), para que as demonstra

pios), para que as demonstraçõ

çõ

es

es

representem adequadamente a receita, a despesa,

representem adequadamente a receita, a despesa,

o cr

o cr

é

é

dito e o patrimô

dito e o patrim

ônio p

nio pú

ú

blico.

blico.

PREMISSAS B

(15)



Construção coletiva, democrática, participativa e regionalizada

com a classe contábil e suas representações;



Valorização do Profissional da Contabilidade e das suas

representações, no plano individual e coletivo;



Que os aplicativos (sistemas informatizados) são ferramentas

que contribuem para o aperfeiçoamento da contabilidade, do

controle e da gestão pública, mas não se confundem com a

Contabilidade;



Convergência das Normas Brasileiras às Internacionais;



Integração com órgãos governamentais, especialmente a STN,

TCE’s e TCU.

PREMISSAS B

(16)





Princ

Princ

í

í

pio da Compet

pio da Compet

ê

ê

ncia (Accrual Basis of Accounting

ncia (Accrual Basis of Accounting

Study 14 IFAC

Study 14 IFAC

Transition to the Accrual Basis of

Transition to the Accrual Basis of

Accounting: Guidance for Governments and Government

Accounting: Guidance for Governments and Government

Entities

Entities

)

)

for

for

ç

ç

a modernizadora para a contabilidade

a modernizadora para a contabilidade

aplicada ao setor p

aplicada ao setor p

ú

ú

blico;

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Ess

Ess

ê

ê

ncia sobre a Forma

ncia sobre a Forma

tradu

tradu

çã

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o cient

o cient

í

í

fica dos

fica dos

fen

fen

ô

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menos cont

menos cont

á

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beis;

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Teoria da Comunica

Teoria da Comunica

çã

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o em Contabilidade Aplicada ao

o em Contabilidade Aplicada ao

Setor P

Setor P

ú

ú

blico

blico





Distin

Distin

çã

çã

o conceitual entre:

o conceitual entre:



 a)a)TransparêTransparênciancia (Ciclo Or(Ciclo Orççamentamentáário) e rio) e



 b) b) EvidenciaEvidenciaçãção o (Ess(Essêência da Contabilidade)ncia da Contabilidade)

A NOVA CONTABILIDADE P

(17)

FOCOS DA RESPONSABILIDADE FISCAL: FOCOS DA RESPONSABILIDADE FISCAL:

1.

1.

Planejamento

Planejamento

2.

2.

Transpar

Transpar

ê

ê

ncia

ncia

-

-

divulgadivulgaçãção ampla, inclusive pela o ampla, inclusive pela internet, de

internet, de 4 4 novos novos relatrelatóórios rios de de acompanhamento da gest

acompanhamento da gestãão fiscalo fiscal, que permitem , que permitem identificar as receitas e despesas

identificar as receitas e despesas

a)

a) Anexo de Metas FiscaisAnexo de Metas Fiscais

b)

b) Anexo de Riscos FiscaisAnexo de Riscos Fiscais

c)

c) RelatRelatóório de Gestrio de Gestãão Fiscalo Fiscal

d)

d) RelatRelatóório Resumido da Execurio Resumido da Execuçãção Oro Orççamentamentááriaria

3.

3.

Controle

Controle

4.

4.

Responsabiliza

Responsabiliza

çã

çã

o

o

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

TRANSPAR

(18)

Contabilidade Crédito Público

Gestão Financeira

ORÇAMENTO PUBLICO

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

TRANSPAR

TRANSPAR

Ê

Ê

NCIA

NCIA

(19)

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

TRANSPAR

TRANSPAR

Ê

Ê

NCIA

NCIA

Ênfase no orçamento (ciclos de curto prazo)

1. Adoção do regime misto, de caixa para os ingressos

(receitas) e de competência para as despesas.

2. Orçamento autorizativo

(20)





FOCO DA CONTABILIDADE

FOCO DA CONTABILIDADE

Lei 4.320/64

Lei 4.320/64



 PrincíPrincípio da evidenciapio da evidenciaçãção (Art. 83)o (Art. 83)



 ““A contabilidade evidenciarA contabilidade evidenciaráá (...) a situa(...) a situaçãção de todos o de todos

quantos, de qualquer modo, arrecadem receitas, efetuem

quantos, de qualquer modo, arrecadem receitas, efetuem

despesas, administrem ou guardem bens a ela

despesas, administrem ou guardem bens a ela

pertencentes ou confiados.

pertencentes ou confiados.



 PrincíPrincípio da universalidade dos registros (Art. 93)pio da universalidade dos registros (Art. 93)



 ““Todas as operaTodas as operaçõções de que resultem des de que resultem déébitos e crbitos e crééditos ditos

de natureza financeira, n

de natureza financeira, nãão compreendidos na execuo compreendidos na execuçãção o or

orççamentamentáária, serria, serãão tambo tambéém objeto de registro, m objeto de registro, individua

individuaçãção e controle conto e controle contáábilbil””..

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

EVIDENCIA

(21)





Da Escritura

Da Escritura

çã

çã

o e Consolida

o e Consolida

çã

çã

o das Contas (Art. 50

o das Contas (Art. 50

LRF)

LRF)



 obedecer obedecer ààs normas de contabilidade ps normas de contabilidade púública blica



 SegregaSegregação das disponibilidades de caixa, dos recursos ção das disponibilidades de caixa, dos recursos vinculados;

vinculados;



 Regime de competêRegime de competência para Despesa e compromissosncia para Despesa e compromissos 

 apuraçãapuração complementar do resultado do fluxo financeiroo complementar do resultado do fluxo financeiro



 receitas e despesas previdenciáreceitas e despesas previdenciárias apresentadas em rias apresentadas em demonstrativos espec

demonstrativos especííficos ficos



 Evidenciar na escrituraçãEvidenciar na escrituração o montante e variao o montante e variaçãção da o da d

díívida pvida púúblicablica



 Destacar a aplicaDestacar a aplicação das receitas de alienação das receitas de alienaçõções es



 AvaliaçãAvaliação da eficio da eficiêência dos programas com a manutenncia dos programas com a manutençãção o

da contabilidade de custos da contabilidade de custos;;



 ConsolidaçãConsolidação das contas nacionais e por esfera de o das contas nacionais e por esfera de governo

governo



 Normas gerais editadas pelo Conselho de GestãNormas gerais editadas pelo Conselho de Gestão Fiscalo Fiscal

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

(22)

Orçamento Crédito Público Gestão Financeira

CONTABILIDADE

(PATRIMÔNIO)

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

EVIDENCIAÇÃO

(23)





Ê

Ê

nfase no patrim

nfase no patrim

ô

ô

nio (ciclos de longo prazo)

nio (ciclos de longo prazo)





Ado

Ado

çã

çã

o do princ

o do princ

í

í

pio da compet

pio da compet

ê

ê

ncia para receitas e

ncia para receitas e

despesas (Varia

despesas (Varia

çõ

çõ

es Patrimoniais).

es Patrimoniais).





Ativo:

Ativo:



 Conjunto de bens geradores de benefConjunto de bens geradores de benefíícios futuros (inclusive cios futuros (inclusive potenciais).

potenciais). 

 Valores a receber (a arrecadar)Valores a receber (a arrecadar)



 DepreciaDepreciaçãção, Amortizao, Amortizaçãção ou Exausto ou Exaustãão (conforme o caso).o (conforme o caso).



 ReavaliaReavaliaçãçãoo



 Perda do valor recuperPerda do valor recuperáávelvel





Passivo

Passivo



 ObrigaçõObrigações reais ou potenciais (riscos, provises reais ou potenciais (riscos, provisõões, etc.)es, etc.)





Patrim

Patrim

ô

ô

nio l

nio l

í

í

quido (equival

quido (equival

ê

ê

ncia patrimonial)

ncia patrimonial)

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE PÚÚBLICABLICA

(24)

PODER JUDICIÁRIO PODER EXECUTIVO PODER LEGISLATIVO CONTROLE INTERNO CONTROLE INTERNO CONTROLE INTERNO DEMONSTRAÇÕES (A) DEMONSTRAÇÕES DA NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA (B) TRIBUNAL DE CONTAS CONTROLE EXTERNO PFC – RESOLUÇAO 1.111/2007 NBC T SP TRANSPARÊNCIA EVIDENCIAÇÃO

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE P

Ú

Ú

BLICA

BLICA

(25)

CONTABILIDADE

PATRIMONIAL ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRACONTABILIDADE

Normas aplicáveis Art. 83 da Lei 4.320/64 Resolução 1.111/07 NBC T SP Art. 35 da Lei 4.320/64 Lei do PPA Lei das DO Lei do AO Natureza dos dados

evidenciados Evidencia os Custos e resultados sob o enfoque patrimonial e econômico Evidencia os ingressos e desembolsos financeiros e o resultado financeiro

Todos os ativos e passivos são necessariamente

evidenciados, inclusive as perdas de valor (depreciação, amortização ou exaustão)

Identifica todas as Receitas previstas e arrecadadas em confronto com as Despesas fixadas no orçamento e as realizadas.

A NOVA CONTABILIDADE P

A NOVA CONTABILIDADE PÚÚBLICABLICA

(26)

DESAFIOS

(27)





Forma

Forma

çã

çã

o de multiplicadores

o de multiplicadores





Treinamento em Bras

Treinamento em Bras

í

í

lia

lia





Treinamento nos Estados.

Treinamento nos Estados.





Tradu

Tradu

çã

çã

o das IPSAs

o das IPSAs





Converg

Converg

ê

ê

ncia das NBC T SP

ncia das NBC T SP

à

à

s IPSAs

s IPSAs

DESAFIOS

(28)





As que d

As que d

ã

ã

o

o

à

à

Contabilidade fundamento jur

Contabilidade fundamento jur

í

í

dico:

dico:



 O BalançO Balanço o éé uma demonstraçãuma demonstração de direitos e obrigao de direitos e obrigações ções ––

Ess

Essência jurência juríídicadica





As que d

As que d

ã

ã

o

o

à

à

contabilidade um fundamento

contabilidade um fundamento

econ

econ

ô

ô

mico

mico



 1ª1ª. Tendê. Tendência ncia –– O balançO balanço tem como meta principal dar a o tem como meta principal dar a

conhecer a verdadeira situa

conhecer a verdadeira situaçãção da entidade (escola anglo-o da entidade (escola anglo -sax

saxôônica)nica)



 2ª2ª. Tendê. Tendência ncia –– O BalanO Balanço como ferramenta essencial para a ço como ferramenta essencial para a

determina

determinaçãção, o, estudo estudo e e interpretaçãinterpretação o dos dos equilíequilíbrios brios patrimoniais (Escola Italiana).

patrimoniais (Escola Italiana).





As que d

As que d

ã

ã

o

o

à

à

contabilidade um significado t

contabilidade um significado t

é

é

cnico

cnico

e instrumental

e instrumental



 O BalanO Balançço o éé uma recopilaçãuma recopilação de Contas, so de Contas, sííntese final da ntese final da

Contabilidade. Contabilidade.

28

Que os CONTADORES da

Que os CONTADORES da

á

á

rea p

rea p

ú

ú

blica reconhe

blica reconhe

ç

ç

am a

am a

exist

exist

ê

ê

ncia das seguintes teorias cont

ncia das seguintes teorias cont

á

á

beis

beis

DESAFIOS

(29)

PARA QUE UM SISTEMA DE CUSTOS ?

PARA QUE UM SISTEMA DE CUSTOS ?

✰ Justificar o valor das taxas e preços públicos ✰ Facilitar a elaboração do Orçamento

✰ Medir a eficiência, eficácia, economia, sub-atividade e sobre-atividade ✰ Fundamentar o valor dos bens produzidos pela própria administração

ou os Bens de Uso Comum do Povo;

✰ Apoiar as decisões sobre continuar responsável pela produção de

determinado bem, serviço ou atividade, ou entregá-lo(a) a entidades externas

✰ Facilitar informação a entidades financiadoras de produtos, serviços

ou atividades

✰ Comparar custos de produtos ou serviços similares entre diferentes

órgãos

DESAFIOS

(30)





Admitir a exist

Admitir a exist

ê

ê

ncia de tr

ncia de tr

ê

ê

s classifica

s classifica

çõ

çõ

es de recursos,

es de recursos,

segundo o momento em que s

segundo o momento em que s

ã

ã

o consumidos dentro do

o consumidos dentro do

ciclo da despesa or

ciclo da despesa or

ç

ç

ament

ament

á

á

ria:

ria:



 1º1º) Consumidos at) Consumidos atéé a liquidaçãa liquidação da despesa. Ex: o da despesa. Ex: áágua, energia, gua, energia,

telefone; telefone;



 2º2º) Consumidos ap) Consumidos apóós a liquidas a liquidaçãção da despesa, ao sair do o da despesa, ao sair do

almoxarifado. Ex: materiais estoc

almoxarifado. Ex: materiais estocááveis (ativo circulante); eveis (ativo circulante); e



 3º3º) Consumidos ap) Consumidos apóós a liquidas a liquidaçãção da despesa, em forma de o da despesa, em forma de

deprecia

depreciaçãção. Ex: imóo. Ex: imóveis, equipamentos, veveis, equipamentos, veículos (ativo ículos (ativo imobilizado).

imobilizado).

DESAFIOS

DESAFIOS

MUDANÇA DO PARADIGMA ORÇAMENTÁRIO

(DESPESA X CUSTO)

(31)

Contas de Compensa

Contas de Compensaçãção o

8 – Compensações Ativas

8.1Saldo dos atos potenciais do ativo 8.1.1Direitos Contratuais

8.1.2Direitos de Convênios 8.2Programação Financeira

8.2.1Programação Financeira Prevista a Receber

8.2.2Programação Financeira Prevista a Conceder

8.3Dívida Ativa

8.3.1Controle da Dívida Ativa 8.4Riscos Fiscais

8.4.1Controle de Riscos Fiscais

8.5Contrapartida dos Atos Potenciais do Passivo

8.5.1Obrigações Contratuais

8.5.1.1Obrigações Contratuais a Executar 8.5.2Obrigações de Convênios

8.5.2.1Obrigações de Convênios a Executar

8.8Controle de Custos

9 – Compensações Passivas

9.1Saldo dos atos potenciais do passivo 9.1.1Obrigações Contratuais

9.1.2Obrigações de Convênios 9.2Programação Financeira

9.2.1Execução da Programação Financeira a receber

9.2.2Execução da Programação Financeira a conceder

9.3Dívida Ativa

9.3.1Dívida Ativa a encaminhar 9.4Riscos Fiscais

9.4.1Riscos Fiscais Previstos 9.4.2Riscos Fiscais Confirmados

9.5Contrapartida dos Atos Potenciais do Ativo 9.5.1Direitos Contratuais

9.5.1.1Direitos Contratuais a Executar 9.5.2Direitos de Convênios

9.5.2.1Direitos de Convênios a Executar

(32)

CONCLUS

(33)

DESAFIOS

DESAFIOS

MUDANÇA DE PARADIGMA

CONTABILIDADE PÚBLICA E A TEORIA DO ICEBERG

Control e Interno Contabilid a de Sistem a de Cus tos QUALIDADE DO GASTO QUALIDADE DO GASTO Economicidade Custo-efetividade Eficiência Eficácia Efetividade Linha da água Orçamen to e Gestão fi nanceira

(34)

MUDAN

MUDAN

Ç

Ç

A DE PARADIGMA

A DE PARADIGMA

DESAFIOS

(35)

Referências

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