História da ciência/física: para quê?
Luiz O. Q. Peduzzi Luiz O. Q. Peduzzi
Departamento de Física -
Departamento de Física - UFSCUFSC
Sobre a formação de bacharéis e licenciados em Sobre a formação de bacharéis e licenciados em
física física
As disciplinas regulares dos cursos de física As disciplinas regulares dos cursos de física não contemplam a discussão de aspectos
não contemplam a discussão de aspectos históricos dos conteúdos abordados.
históricos dos conteúdos abordados.
Os livros-textos de física não contextualizam, Os livros-textos de física não contextualizam, historicamente, os conteúdos desenvolvidos . historicamente, os conteúdos desenvolvidos . Não apresentam, também, discussões sobre a Não apresentam, também, discussões sobre a
natureza da ciência e do trabalho científico. natureza da ciência e do trabalho científico.
Reproduz a forma tradicional de ensino de sua formaçãoReproduz a forma tradicional de ensino de sua formação
Não encontra no livro-texto subsídios para Não encontra no livro-texto subsídios para reformulações significativas em seu ensino reformulações significativas em seu ensino E o professor em serviço?
E o professor em serviço?
▪
▪ Descompasso do livro-texto com Descompasso do livro-texto com resultados da pesquisa em ensino de
resultados da pesquisa em ensino de
física
física
▪
▪ Há ou não uma história da Há ou não uma história da ciência/física no livro didático?
ciência/física no livro didático?
O que caracterizaria a
O que caracterizaria a
presença de uma
presença de uma
boa história em um material
boa história em um material
didático
Evolução dos Conceitos da Física Evolução dos Conceitos da Física
(
(FSC 5602FSC 5602))
Curso de Licenciatura em FísicaCurso de Licenciatura em Física Curso de Bacharelado em FísicaCurso de Bacharelado em Física
a) enfatizar conceitos e teorias do passado em uma história cuja finalidade é a glorificação do presente, traz a idéia de um passado simples em contraposição a um presente complexo. Nesse caso, teorias já descartadas pela ciência aparecem geralmente em um contexto muito simplificado. “Caindo em desagraça pela ótica do novo, o velho parece pouco justificar seu título científico”;
Empédocles (492-432 a.C.)Empédocles (492-432 a.C.)
Todas as coisas se originam a partir de uma Todas as coisas se originam a partir de uma
combinação de quatro elementos: terra, água, ar combinação de quatro elementos: terra, água, ar e fogo
Universo aristotélico
Universo aristotélico
Mundo sublunar
Mundo sublunar Mundo Mundo
supralunar supralunar Perfeição Perfeição Imperfeição Imperfeição , corrupção , corrupção
terra, água, ar,
terra, água, ar,
fogo
fogo éteréter
A Terra, imóvel, é o centro do universo e a
A Terra, imóvel, é o centro do universo e a
região onde se encontram as estrelas o seu
região onde se encontram as estrelas o seu
limite
Na ciência de Aristóteles, matéria e espaço andam juntos... e devem terminar juntos; não é preciso construir uma parede para limitar o universo e a seguir ficar se interrogando sobre o que limita esta parede.
O movimento violento de um projétil Dupla função do meio Críticas à física aristotélica
b) os contextos históricos em que se produziram e se desenvolveram conhecimentos já superados pela ciência atual são de difícil compreensão, e de pouco interesse, para o aluno, que já encontra problemas suficientes para compreender os paradigmas vigentes;
O sistema cosmológico de Filolau de Tarento
O sistema cosmológico de Filolau de Tarento
(480-400 a. C.)
O equante O sistema epiciclo-deferente Artifícios matemáticos da astronomia ptolomaica
O modelo excêntrico
O sistema ptlomaico (Atlas de Andreas Cellarius).
Ptolomeu (100-170)
Georg Ernst Stahl
Georg Ernst Stahl
(1660-1734) (1660-1734) As substâncias possuem As substâncias possuem um um princípio ígneo: princípio ígneo: flogístico flogístico Antoine-Laurent Lavoisier Antoine-Laurent Lavoisier (1743-1794) 1794)
Valor à análise quantitativa de
Valor à análise quantitativa de
dados precisos propiciados pelo
dados precisos propiciados pelo
aperfeiçoamento do aperfeiçoamento do instrumental disponível e instrumental disponível e acuidade da técnica acuidade da técnica experimental experimental
c) a seleção e utilização de materiais históricos com fins didáticos, desfigurada, cheia de omissões, tem tornado inevitável a presença de uma história da ciência de má qualidade no ensino de física. Se esta pseudo-história, ou história simplificada, for a única possível, então ela deve ser evitada; História da ciência/física: para quê?História da ciência/física: para quê?
Arremedos de história da ciência, cronologia de Arremedos de história da ciência, cronologia de
resultados positivos resultados positivos
Notas resumidas sobre personagens, Notas resumidas sobre personagens,
acontecimentos etc.
acontecimentos etc.
Ilustrações com fins meramente estéticosIlustrações com fins meramente estéticos
Ênfase a fatos, acontecimentos e a menção a Ênfase a fatos, acontecimentos e a menção a
personagens que trouxeram contribuições
personagens que trouxeram contribuições
relevantes à ciência
Curiosidades Curiosidades
Disseminam uma imagem distorcida do Disseminam uma imagem distorcida do conhecimento científico conhecimento científico Newton e a queda da Newton e a queda da maçã maçã
Frases de efeito Frases de efeito
A natureza e as leis da A natureza e as leis da natureza jazem
natureza jazem
escondidas na noite; Deus escondidas na noite; Deus disse: “Faça-se Newton” e disse: “Faça-se Newton” e tudo foi luz
tudo foi luz
Benevolência de um ser
Benevolência de um ser
superior?
superior?
A ciência feita só por
A ciência feita só por
gênios?
d) veicular o envolvimento de cientistas com idéias e concepções metafísicas, religiosas, astrológicas, etc. pode enfraquecer as convicções do estudante na objetividade da ciência;
Um ilustre desconhecido no ensino médio e também no ensino universitário.
Tycho Brahe (1546-1601)
Um personagem ausente nos livros textos;
Previsão de um eclipse parcial do Sol Interesse pela astrologia Arte de desvendar os segredos
do destino dos homens
Descreve as posições e os movimentos dos astros Astronomi a Esquema matemático Tycho Brahe
Uraniborg, o “Castelo dos Céus” Biblioteca Laboratório de Alquimia Gráfica Fábrica de papel Instrumentos ‘em dobro’
MEDEIROS, A. MEDEIROS, A. Entrevista com Tycho Brahe. Entrevista com Tycho Brahe. Física Física na Escola
na Escola, v. 2, n. 2, p. 19-30, 2001., v. 2, n. 2, p. 19-30, 2001.
MEDEIROS, A. MEDEIROS, A. Entrevista com Kepler: do seu Entrevista com Kepler: do seu nascimento à descoberta das duas primeiras nascimento à descoberta das duas primeiras leis.
René Descartes (1596-1650)
O conhecimento tem sua origem na intuição intelectual de idéias claras e distintas.
Racionalismo clássico ou intelectualismo
As leis da natureza são leis matemáticas, As leis da natureza são leis matemáticas,
imutáveis; traduzem o modo regular e imutáveis; traduzem o modo regular e
constante de seu curso através do tempo. constante de seu curso através do tempo.
Atributos essenciais da Atributos essenciais da matéria matéria Extens Extens ão
ão Movimento Movimento
A criar a matéria, Deus a dotou tanto de A criar a matéria, Deus a dotou tanto de
repouso quanto de um movimento eterno e repouso quanto de um movimento eterno e indestrutível.
indestrutível. A
A quantidade de movimento do mundo quantidade de movimento do mundo é constante.
John John Wallis Wallis ( ( 1616-1703) 1703) Choque Choque mecânico mecânico Christiaan Christiaan Huygens Huygens (1629-1695) (1629-1695) perfeitame perfeitame nte nte inelástic inelástic o o elástic elástic o o Gottfried Leibniz Gottfried Leibniz (1646-1716) (1646-1716) inelásti inelásti co co
Isaac Newton: um grande Isaac Newton: um grande
des)conhecido de nossos des)conhecido de nossos
estudantes estudantes
Invenção do cálculo diferencial e integral Gottfried W. Leibniz (1646-1716) Construção de um novo tipo de telescópio - o refletor (1668)
Publicação da Publicação da Óptica Óptica 1704 - 1 1704 - 1a a edição edição Publicação do Publicação do Principia Principia 1686 - 1 1686 - 1a a ediçãoedição
(Outras) Atividades (Outras) Atividades intelectuais
intelectuais
▪ Interpretação das Escrituras Sagradas ▪ Cronologia ▪ Profecias Bíblicas ▪ Alquimia ▪ Membro do Parlamento inglês ▪ Superintendente da Casa da Moeda ▪ Presidente da Royal Society
Atividades
Atividades
administrativas
administrativas
A alquimia de Newton A alquimia de NewtonÉ importante compreender Newton não É importante compreender Newton não como um cientista no sentido atual, mas como um cientista no sentido atual, mas como um pensador inglês do século XVII, como um pensador inglês do século XVII, um filósofo natural envolvido com um filósofo natural envolvido com
saberes característicos de seu tempo. saberes característicos de seu tempo.
e) a história dos conceitos, dos instrumentos e das teorias científicas mostra o esforço do ser humano na busca do conhecimento mas, concomitantemente, também desvela o mito da insenção ao erro, da conduta sem deslizes, do caráter irrepreensível, da ética inquestionável. Não sendo desejável divulgar meias verdades, então é melhor calar-se;
f) a física, como uma ciência objetiva, dispensa avaliações históricas subjetivas, que inevitavelmente dependem de concepções filósoficas de diferentes matizes para a sua análise;
História da ciência/física: para quê?
História da ciência/física: para quê?
ZYLBERSZTAJN, A. Galileu: um cientista e várias versões. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 5 (Número especial), p. 36-48, 1988.
Mapas Conceituais
g) a história da ciência/física é complexa e, sob muitos aspectos, extrapola o campo de interesse do físico: por exemplo, quando o seu estudo recai, fundamentalmente, na compreensão da problemática da constituição e desenvolvimento interno da ciência, geram-se as condições para a sua análise filosófica; quando o foco de suas preocupações e interesses é a ciência no âmbito mais geral de suas relações com o contexto social, econômico, filosófico e religioso, estabelecem-se os conhecimentos necessários para uma análise sociológica da ciência;
História da ciência/física: para quê?
História da ciência/física: para quê?
h) o aluno (de qualquer nível de ensino) deve aprender a ciência/física, seus conceitos, princípios, teorias, métodos e não investir esforços na aquisição de conhecimentos sobre a ciência/física.
a) Lidar com visões distorcidas/deformadas da
a) Lidar com visões distorcidas/deformadas da
atividade científica (e da natureza do
atividade científica (e da natureza do
conhecimento científico), muitas vezes
conhecimento científico), muitas vezes
fomentadas e/ou reforçadas pelo ensino
fomentadas e/ou reforçadas pelo ensino
tradicional
tradicional
A história e a filosofia da ciência podem ser
A história e a filosofia da ciência podem ser
utilizadas para:
utilizadas para:
Empiris mo
O conhecimento deriva, direta ou indiretamente,
da experiência sensível, do observado. A origem fundamental de todo o conhecimento está na observação Francis Bacon (1561-1626)
A concepção empírico-indutivista e ateórica da A concepção empírico-indutivista e ateórica da ciência não tem sustentação histórica
Michels Michels on on MorleMorleyy Einstei Einstei n n
Os dados, per si, não geram teorias ), 4 ( 6 , 3645 2 2 n n n . , ... , 4 , 3 , ) 1 2 1 ( 1 2 2 n n RH n
Não faltavam dados experimentais no estudo dos Não faltavam dados experimentais no estudo dos espectros, no final do século XIX, mas não havia espectros, no final do século XIX, mas não havia uma teoria sobre esse assunto. As séries de uma teoria sobre esse assunto. As séries de Balmer e de Paschen para o hidrogênio eram Balmer e de Paschen para o hidrogênio eram relações empíricas.
relações empíricas. Série de
Exemplo de uma ascenção
indutiva baconiana? • caos das linhas dos
espectros;
• uma lei empírica (Balmer); • a explicação teórica (Bohr). O problema de Bohr: Explicar a estabilidade paradoxal do átomo de Rutherford !
os estudos de Planck sobre a radiação do corpo os estudos de Planck sobre a radiação do corpo
negro;
negro;
a teoria de Einstein do efeito fotoelétrico; a teoria de Einstein do efeito fotoelétrico;
as experiências e o modelo atômico de Rutherford;as experiências e o modelo atômico de Rutherford; resultados empíricos sobre espectros de emissão de resultados empíricos sobre espectros de emissão de
vários elementos químicos.
vários elementos químicos.
Contextualização do quadro Contextualização do quadro teórico e experimental do teórico e experimental do átomo de Bohr: átomo de Bohr:
Lagran Lagran ge ge Lord Lord Kelvin Kelvin
As teorias científicas não são definitivas e As teorias científicas não são definitivas e
irrevogáveis, mas sim objeto de constante revisão irrevogáveis, mas sim objeto de constante revisão
Para o sábio, o julgar a ciência acabada é uma ilusão tão completa como para o historiador é pensar que a história terminou. Quanto mais progridem os nossos conhecimentos, tanto mais a natureza se mostra detentora de uma riqueza quase infinita nas suas diversas manifestações. Mesmo no domínio de uma ciência já tão desenvolvida como a Física, não temos razão alguma para pensar que estão exaustos os tesouros da natureza ou que estamos quase a terminar o seu inventário.
Será que os conhecimentos científicos são obras Será que os conhecimentos científicos são obras de gênios isolados? E quanto ao papel do de gênios isolados? E quanto ao papel do trabalho coletivo e cooperativo, dos trabalho coletivo e cooperativo, dos
intercâmbios entre equipes? intercâmbios entre equipes?
A concepção individualista e elitista da ciência é equivocada
A descoberta do elétron, por Joseph John Thomson (1887)
Julius Plücker, 1858
O campo magnético de um ímã produz desvios na descarga elétrica gerada em um tubo de vácuo.
Johann Hittorf, 1869
Pela sombra projetado por um pequeno anteparo colocado em frente ao cátodo, conclui que é do cátodo que emanam emissões responsáveis pela fosforescência no vidro.
Eugen Goldstein
Os raios catódicos independem da natureza do material do cátodo.
Cromwell Varley, 1871
Submetendo os ‘raios catódicos’ a campos magnéticos, sugere que, talvez, sejam fragmentos de matéria carregada negativamente.
William Crookes, 1879
Os ‘raios catódicos’ elevam a temperatura de placas metálicas. Ratifica os resultados de Hittorf.
Jean Perrin, 1895
Os ‘raios catódicos’ são corpúsculos com carga negativa.
Método ou métodos científico? Método ou métodos científico?
A história da física pode mostrar as limitações das A história da física pode mostrar as limitações das bases epistemológicas de um ensino que identifica bases epistemológicas de um ensino que identifica o método científico pelo esquema OHERIC:
o método científico pelo esquema OHERIC:
Observação, Hipótese, Experiência, Resultados, Observação, Hipótese, Experiência, Resultados, Interpretação, Conclusão
b) Debater temas polêmicos, como a questão da
b) Debater temas polêmicos, como a questão da
cumulatividade ou não do conhecimento
cumulatividade ou não do conhecimento
científico; estimular o exercício da argumentação
científico; estimular o exercício da argumentação
(fundamentada) e do espírito crítico etc.
(fundamentada) e do espírito crítico etc.
A história e a filosofia da ciência podem ser
A história e a filosofia da ciência podem ser
utilizadas para:
utilizadas para:
A concepção acumulativa de crescimento linear é A concepção acumulativa de crescimento linear é amplamente difundida no ensino.
amplamente difundida no ensino.
A A abordagem abordagem lógica, lógica, ahistórica ahistórica e e linear/sequencial dos conteúdos, veiculados pelo linear/sequencial dos conteúdos, veiculados pelo livro didático, é uma simplificação (grosseira) livro didático, é uma simplificação (grosseira)
que ressalta apenas os resultados da ciência. que ressalta apenas os resultados da ciência. Como se desenvolve o conhecimento científico? Como se desenvolve o conhecimento científico?
A mecânica newtoniana é um caso particular
A mecânica newtoniana é um caso particular
da mecânica relativística? da mecânica relativística? Karl Popper (1902-1994) Thomas S. Kuhn (1922-1996)
c) Subsidiar o desenvolvimento de novas
c) Subsidiar o desenvolvimento de novas
metodologias e estratégias de ensino
metodologias e estratégias de ensino
A história e a filosofia da ciência podem ser
A história e a filosofia da ciência podem ser
utilizadas para:
utilizadas para:
Forças sobre uma pedra atirada verticalmente para
Forças sobre uma pedra atirada verticalmente para
cima durante sua subida ( a ) e em sua descida ( b
cima durante sua subida ( a ) e em sua descida ( b
).
Evolução dos Conceitos da Física - Textos Evolução dos Conceitos da Física - Textos Força e movimento: de Thales a GalileuForça e movimento: de Thales a Galileu Da física e da cosmologia de Descartes à Da física e da cosmologia de Descartes à
gravitação newtoniana gravitação newtoniana
Do átomo grego ao átomo de BohrDo átomo grego ao átomo de Bohr A relatividade einsteiniana: uma A relatividade einsteiniana: uma
abordagem conceitual e epistemológica abordagem conceitual e epistemológica Do próton de Rutherford aos quarks de Do próton de Rutherford aos quarks de
Gell-Mann, Nambu... Gell-Mann, Nambu...
Materiais potencialmente significativos, com significado lógico Aprendizagem significativa Subsunçores relevantes Profess or Aluno Referencial educacional
Referencial epistemológico
Filosofia da ciência contemporânea
Uma das principiais características dessa epistemologia é a multiplicidade de escolas, ora similares e complementares; ora contraditórias e até excludentes. (Massoni, 2010) Bachela rd Poppe r Lakato s Kuh n Feyerabe nd
Força e movimento: de Thales a Galileu (160 p.)
Força e movimento: de Thales a Galileu (160 p.)
Introdução Introdução 1. De Thales a Ptolomeu 1. De Thales a Ptolomeu 2. A fisica aristotélica 2. A fisica aristotélica
3. A física da força impressa e do impetus
3. A física da força impressa e do impetus
4. As novas concepções do mundo
4. As novas concepções do mundo
5. Galileu e a teoria copernicana
5. Galileu e a teoria copernicana
6. A física de Galileu
6. A física de Galileu
7. As leis de Kepler do movimento planetário
1. De Thales a Ptolomeu
1. De Thales a Ptolomeu
Introdução Introdução
Os primórdios da ciência grega: a natureza da matéria Os primórdios da ciência grega: a natureza da matéria para jônicos e pitagóricos
para jônicos e pitagóricos
Os sistemas cosmológicos de Filolau, Heráclides e Os sistemas cosmológicos de Filolau, Heráclides e Aristarco
Aristarco
Os movimentos irregulares dos planetas e o dogma do Os movimentos irregulares dos planetas e o dogma do movimento circular uniforme
movimento circular uniforme
O universo aristotélicoO universo aristotélico O sistema de PtolomeuO sistema de Ptolomeu
Astronomia matemática versus astronomia físicaAstronomia matemática versus astronomia física Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
Introdução
Introdução
Referências bibliográficas
2. A física aristotélica
2. A física aristotélica Introdução Introdução
Aristóteles e os movimentos naturais Aristóteles e os movimentos naturais A ‘lei de força’ de AristótelesA ‘lei de força’ de Aristóteles
A questão da ‘força’ e da resistência no movimento A questão da ‘força’ e da resistência no movimento
natural de uma pedra
natural de uma pedra
O movimento violento de um projétilO movimento violento de um projétil
Implicações para o ensino e comentários finaisImplicações para o ensino e comentários finais Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
3. A física da força impressa e do impetus 3. A física da força impressa e do impetus IntroduçãoIntrodução
Hiparco e a noção de força impressaHiparco e a noção de força impressa FiloponosFiloponos
Do reaparecimento da força impressa no século Do reaparecimento da força impressa no século XI ao impetus de Buridan
XI ao impetus de Buridan
A teoria do impetus e a rotação dos corpos A teoria do impetus e a rotação dos corpos celestes
celestes
Novos questionamentos a dinâmica dos projéteisNovos questionamentos a dinâmica dos projéteis Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
4. As novas concepções do mundo 4. As novas concepções do mundo Introdução Introdução
O universo de Nicolau de CusaO universo de Nicolau de Cusa Peurbach e RegiomontanoPeurbach e Regiomontano
O heliocentrismo de Nicolau CopérnicoO heliocentrismo de Nicolau Copérnico
Considerações finais sobre o heliocentrismoConsiderações finais sobre o heliocentrismo Giordano Bruno e a infinitização do universoGiordano Bruno e a infinitização do universo Tycho Brahe e o espírito da precisãoTycho Brahe e o espírito da precisão
5. Galileu e a teoria copernicana
5. Galileu e a teoria copernicana IntroduçãoIntrodução
As descobertas de Galileu com o uso do telescópioAs descobertas de Galileu com o uso do telescópio A força da razão e as observações impregnadas de A força da razão e as observações impregnadas de
teorias: o impacto do telescópio
teorias: o impacto do telescópio
Galileu e o copernicanismo: os primeiros conflitos Galileu e o copernicanismo: os primeiros conflitos
com a Igreja
com a Igreja
Ciência e féCiência e fé
Os caminhos da condenação Os caminhos da condenação Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
6. A física de Galileu 6. A física de Galileu Introdução Introdução
As primeiras idéias de Galileu sobre força e As primeiras idéias de Galileu sobre força e movimento
movimento
A influência de Arquimedes e a lendária A influência de Arquimedes e a lendária experiência da Torre de Pisa
experiência da Torre de Pisa
O movimento acelerado e a queda dos corposO movimento acelerado e a queda dos corpos
O movimento neutro e a lei da inércia de GalileuO movimento neutro e a lei da inércia de Galileu A questão do movimento de um projétil em um A questão do movimento de um projétil em um
navio em movimento navio em movimento
Galileu e o movimento de projéteis Galileu e o movimento de projéteis Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
7. As leis de Kepler do movimento planetário
7. As leis de Kepler do movimento planetário
Introdução Introdução
Os sólidos perfeitos e a estrutura do universo Os sólidos perfeitos e a estrutura do universo
kepleriano
kepleriano
A lei da áreas e a lei da órbitas elípticasA lei da áreas e a lei da órbitas elípticas A elipse: elementos e excentricidadeA elipse: elementos e excentricidade
A excentricidade dos planetas do sistema solarA excentricidade dos planetas do sistema solar A lei dos períodosA lei dos períodos
A física celeste kepleriana A física celeste kepleriana
Epílogo: a aceitação científica das leis de KeplerEpílogo: a aceitação científica das leis de Kepler Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
Da física e da cosmologia de Descartes à gravitação
Da física e da cosmologia de Descartes à gravitação
newtoniana (128 p.)
newtoniana (128 p.)
Introdução
Introdução
1. Sobre René Descartes
1. Sobre René Descartes
2. Sobre Isaac Newton
2. Sobre Isaac Newton
3. A física e a cosmologia cartesiana
3. A física e a cosmologia cartesiana
4. A dinâmica das colisões e o surgimento de uma nova física
4. A dinâmica das colisões e o surgimento de uma nova física
5. A gravitação newtoniana
5. A gravitação newtoniana
6. Das resistências à gravitação ao contexto de sua aceitação
1. Sobre René Descartes
1. Sobre René Descartes
Para bem conduzir a razão e procurar a verdade Para bem conduzir a razão e procurar a verdade
nas ciências
nas ciências
Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
2. Sobre Isaac Newton
2. Sobre Isaac Newton
As revoluções de Newton As revoluções de Newton
O último dos magos e o primeiro dos cientistas O último dos magos e o primeiro dos cientistas Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
Introdução
Introdução
Referências bibliográficas
3. A física e a cosmologia cartesiana
3. A física e a cosmologia cartesiana
Introdução Introdução
A A verdade evidente verdade evidente em Descartes em Descartes O princípio da inérciaO princípio da inércia
Prelúdio a um novo mundoPrelúdio a um novo mundo
O nascimento de um novo mundoO nascimento de um novo mundo
Sobre o movimento de cometas e planetasSobre o movimento de cometas e planetas Céus em torno de planetas: os satélites e a Céus em torno de planetas: os satélites e a
explicação mecânica da gravidade
explicação mecânica da gravidade
Sobre a luzSobre a luz
4. A dinâmica das colisões e o surgimento de uma nova
4. A dinâmica das colisões e o surgimento de uma nova
física
física
Introdução Introdução
Choque perfeitamente inelástico Choque perfeitamente inelástico Choque elásticoChoque elástico
A medida de uma ‘força’A medida de uma ‘força’
A conservação da ‘força viva’A conservação da ‘força viva’
A conservação da quantidade de movimento em uma A conservação da quantidade de movimento em uma
colisão: os estudos newtonianos
colisão: os estudos newtonianos
A concepção clássica de forçaA concepção clássica de força A relação F=dp/dtA relação F=dp/dt
5. A gravitação newtoniana
5. A gravitação newtoniana À guisa de introduçãoÀ guisa de introdução
A correspondência de Newton com HookeA correspondência de Newton com Hooke
Sobre o significado dinâmico da segunda lei de Kepler Sobre o significado dinâmico da segunda lei de Kepler
e a lei da força centrípeta para o movimento em uma e a lei da força centrípeta para o movimento em uma
cônica cônica
Regras para filosofarRegras para filosofar FenômenosFenômenos
A lei da força centrípeta para órbitas circularesA lei da força centrípeta para órbitas circulares
A lei da gravitação para órbitas circulares (centro de A lei da gravitação para órbitas circulares (centro de
força fixo) força fixo)
Aceleração da gravidade para pontos na superfície da Aceleração da gravidade para pontos na superfície da
Terra e externos a ela Terra e externos a ela O sistema Terra-Lua O sistema Terra-Lua
5. A gravitação newtoniana (cont)
5. A gravitação newtoniana (cont)
A queda da maçã e o seu significado no contexto A queda da maçã e o seu significado no contexto
da gravitação universal
da gravitação universal
A breve correspondência com Flamsteed e o A breve correspondência com Flamsteed e o
encontro com Halley
encontro com Halley
A dinâmica newtoniana como generalização das A dinâmica newtoniana como generalização das
leis de Kepler: crítica à posição
leis de Kepler: crítica à posição
empírico-indutivista
indutivista
6. Das resistências à gravitação ao contexto de sua 6. Das resistências à gravitação ao contexto de sua
aceitação aceitação
À guisa de introduçãoÀ guisa de introdução
Ação à distância, princípios ativos na matéria e Ação à distância, princípios ativos na matéria e outras dificuldades
outras dificuldades
Sobre o método, em NewtonSobre o método, em Newton
Qual é a forma da Terra, afinal?Qual é a forma da Terra, afinal? Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
Do átomo grego ao átomo de Bohr (203 p.)
Do átomo grego ao átomo de Bohr (203 p.)
Introdução
Introdução
1. Do átomo grego ao átomo de Dalton: um percurso
1. Do átomo grego ao átomo de Dalton: um percurso
através da
através da
história da física e da químicahistória da física e da química 2. Sobre o atomismo do século XIX
2. Sobre o atomismo do século XIX
3. A espectroscopia, o elétron, os raios X e a
3. A espectroscopia, o elétron, os raios X e a
radioatividade:
radioatividade:
prelúdio a uma nova físicaprelúdio a uma nova física 4. O quantum de radiação
4. O quantum de radiação
5. O átomo de Bohr
1. Do átomo grego ao átomo de Dalton: um percurso
1. Do átomo grego ao átomo de Dalton: um percurso
através da história da física e da químicaatravés da história da física e da química
IntroduçãoIntrodução
A substância e a forma na composição de todas as A substância e a forma na composição de todas as
coisas
coisas
O atomismoO atomismo
As formas geométricas de PlatãoAs formas geométricas de Platão
A retomada do atomismo a partir do século XVII: a A retomada do atomismo a partir do século XVII: a
natureza não tem horror ao vazio
natureza não tem horror ao vazio
Da alquimia árabe à ascensão e queda do flogísticoDa alquimia árabe à ascensão e queda do flogístico O atomismo de DaltonO atomismo de Dalton
Um papel para a históriaUm papel para a história Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
Introdução
Introdução
Referências bibliográficas
2. Sobre o atomismo do século dezenove
2. Sobre o atomismo do século dezenove
Introdução Introdução
Clausius e Thomson: as bases conceituais da Clausius e Thomson: as bases conceituais da
termodinâmica
termodinâmica
O movimento brownianoO movimento browniano
O átomo O átomo não énão é real: a rejeição de não observáveis real: a rejeição de não observáveis
em uma teoria científica
em uma teoria científica
Reversibilidade e irreversibilidade temporalReversibilidade e irreversibilidade temporal
A oposição científica e epistemológica de Boltzmann A oposição científica e epistemológica de Boltzmann
ao energetismo
ao energetismo
3. A espectroscopia, o elétron, os raios X e a 3. A espectroscopia, o elétron, os raios X e a radioatividade: prelúdio a uma nova física radioatividade: prelúdio a uma nova física Introdução Introdução
Espectros: de Newton a BalmerEspectros: de Newton a Balmer
Novas nuvens no céu da física clássica Novas nuvens no céu da física clássica A descoberta do elétronA descoberta do elétron
Os raios XOs raios X
A radioatividade A radioatividade
A experiência de MillikanA experiência de Millikan Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
4. O quantum de radiação 4. O quantum de radiação
IntroduçãoIntrodução
A radiação de corpo negroA radiação de corpo negro A lei da radiação de PlanckA lei da radiação de Planck
Obtenção das leis de Stefan-Boltzmann, Wien e Obtenção das leis de Stefan-Boltzmann, Wien e Rayleigh-Jeans a partir da lei da radiação de
Rayleigh-Jeans a partir da lei da radiação de Planck
Planck
Dos ‘fotoelétrons’ de Hertz aos estudos de Dos ‘fotoelétrons’ de Hertz aos estudos de Lenard
Lenard
O quantum de luzO quantum de luz
Reações aos quanta de luz Reações aos quanta de luz Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
5. O átomo de Bohr 5. O átomo de Bohr Introdução Introdução
Os postulados de BohrOs postulados de Bohr
A quantização das órbitas e das velocidades no A quantização das órbitas e das velocidades no átomo de hidrogênio
átomo de hidrogênio
A quantização da energia e a primeira A quantização da energia e a primeira corroboração da teoria
corroboração da teoria
O modelo de Bohr para o hélio ionizado O modelo de Bohr para o hélio ionizado
O modelo de Bohr para átomos de um elétronO modelo de Bohr para átomos de um elétron A teoria de Bohr e os espectros atômicos A teoria de Bohr e os espectros atômicos
O princípio da correspondênciaO princípio da correspondência À guisa de conclusão, provisória...À guisa de conclusão, provisória... Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
A relatividade einsteiniana: uma abordagem conceitual
A relatividade einsteiniana: uma abordagem conceitual
e epistemológica (226 p.)
e epistemológica (226 p.)
Introdução
Introdução
1. Sobre o referencial absoluto newtoniano
1. Sobre o referencial absoluto newtoniano
2. O princípio da relatividade de Galileu
2. O princípio da relatividade de Galileu
3. Sobre a luz
3. Sobre a luz
4. Da síntese de Maxwell à experiência de
4. Da síntese de Maxwell à experiência de
Michelson-Morley
Morley
5. Prelúdio à relatividade: Poincaré e Lorentz
5. Prelúdio à relatividade: Poincaré e Lorentz
6. A teoria da relatividade especial
6. A teoria da relatividade especial
7. Sobre a relatividade geral
7. Sobre a relatividade geral
8. Considerações epistemológicas sobre a relatividade
8. Considerações epistemológicas sobre a relatividade
einsteiniana
1. Sobre o referencial absoluto newtoniano
1. Sobre o referencial absoluto newtoniano
Newton e a filosofia mecanicistaNewton e a filosofia mecanicista
Prelúdio ao espaço absoluto newtoniano: críticas de Prelúdio ao espaço absoluto newtoniano: críticas de
Henry More ao conceito de extensão material de
Henry More ao conceito de extensão material de
Descartes
Descartes
A questão do referencial absoluto newtonianoA questão do referencial absoluto newtoniano A experiência do baldeA experiência do balde
A experiência de pensamento dos globos em rotaçãoA experiência de pensamento dos globos em rotação O O sensorium sensorium de Deusde Deus
A rejeição de Mach ao espaço absoluto newtonianoA rejeição de Mach ao espaço absoluto newtoniano Referencial inercialReferencial inercial
Referências BibliográficasReferências Bibliográficas Introdução
Introdução
Referências bibliográficas
2. O princípio da relatividade de Galileu
2. O princípio da relatividade de Galileu A transformação de Galileu A transformação de Galileu
A adição galileana de velocidadesA adição galileana de velocidades
A invariância da aceleração para observadores A invariância da aceleração para observadores
inerciais inerciais
A invariância da mecânica newtoniana frente à A invariância da mecânica newtoniana frente à
transformação de Galileu transformação de Galileu Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
3. Sobre a luz
3. Sobre a luz
Um estágio de pré-ciência na óptica: dos gregos a Um estágio de pré-ciência na óptica: dos gregos a
Grosseteste
Grosseteste
Galileu: a velocidade da luz é finitaGalileu: a velocidade da luz é finita A lei da refração da luz A lei da refração da luz
O princípio de FermatO princípio de Fermat Difração e interferênciaDifração e interferência
A determinação da velocidade da luz, por Roemer A determinação da velocidade da luz, por Roemer Sobre a óptica de HuygensSobre a óptica de Huygens
Revisitando Fermat à luz de HuygensRevisitando Fermat à luz de Huygens Éter, luz, cores e... Newton!Éter, luz, cores e... Newton!
Uma querela (ainda) não resolvidaUma querela (ainda) não resolvida A aberração estelarA aberração estelar
A retomada da teoria ondulatória da luz e o papel A retomada da teoria ondulatória da luz e o papel
do éter nessa teoria
do éter nessa teoria
4. Da síntese de Maxwell à experiência de
4. Da síntese de Maxwell à experiência de
Michelson-Morley
Morley
O declínio do conceito mecânicoO declínio do conceito mecânico
O surgimento do eletromagnetismoO surgimento do eletromagnetismo A contribuição de Faraday para o A contribuição de Faraday para o
eletromagnetismo
eletromagnetismo
A síntese de MaxwellA síntese de Maxwell
A questão do meio de propagação das ondas A questão do meio de propagação das ondas
eletromagnéticas
eletromagnéticas
Michelson e o experimento de PotsdamMichelson e o experimento de Potsdam A experiência de Michelson-MorleyA experiência de Michelson-Morley
A contração de Lorentz-FitzGerald A contração de Lorentz-FitzGerald Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas
5. Prelúdio à relatividade: Poincaré e Lorentz 5. Prelúdio à relatividade: Poincaré e Lorentz Poincaré: sobre o éter e o princípio da Poincaré: sobre o éter e o princípio da
relatividade relatividade
Sobre a teoria de LorentzSobre a teoria de Lorentz
Sobre as origens da transformação de LorentzSobre as origens da transformação de Lorentz Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
6. A teoria da relatividade especial
6. A teoria da relatividade especial
Os postulados da relatividade especialOs postulados da relatividade especial
O caráter absoluto da simultaneidade na O caráter absoluto da simultaneidade na
mecânica newtoniana e o questionamento de
mecânica newtoniana e o questionamento de
Einstein
Einstein
A sincronização de relógios em um referencial A sincronização de relógios em um referencial
inercial
inercial
A relatividade da simultaneidadeA relatividade da simultaneidade A transformação de LorentzA transformação de Lorentz
A contração de Lorentz-FitzGeraldA contração de Lorentz-FitzGerald Dilatação temporalDilatação temporal
A adição relativística de velocidades A adição relativística de velocidades Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
7. Sobre a relatividade geral
7. Sobre a relatividade geral
Problemas de uma nova e de uma (não tão) ‘velha’ Problemas de uma nova e de uma (não tão) ‘velha’
física
física
O pensamento mais feliz de minha vidaO pensamento mais feliz de minha vida
Relógios e réguas em um referencial aceleradoRelógios e réguas em um referencial acelerado A explicação einsteiniana da gravidadeA explicação einsteiniana da gravidade
A corroboração da relatividade geral: o periélio A corroboração da relatividade geral: o periélio
anômalo de Mercúrio e o desvio da luz por um campo
anômalo de Mercúrio e o desvio da luz por um campo
gravitacional
gravitacional
O deslocamento das linhas espectrais para o vermelhoO deslocamento das linhas espectrais para o vermelho Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
8. Considerações epistemológicas sobre a relatividade
8. Considerações epistemológicas sobre a relatividade
einsteiniana
einsteiniana
De Einstein e sobre Einstein: o contexto da relatividade De Einstein e sobre Einstein: o contexto da relatividade especial
especial
A teoria da relatividade é uma teoria revolucionária?A teoria da relatividade é uma teoria revolucionária? A teoria da relatividade especial foi uma resposta ao A teoria da relatividade especial foi uma resposta ao
‘resultado negativo’ da experiência de Michelson-Morley? ‘resultado negativo’ da experiência de Michelson-Morley? Referências BibliográficasReferências Bibliográficas
Do próton aos quarks de Gell-Mann, Nambu... (104 p.)
Do próton aos quarks de Gell-Mann, Nambu... (104 p.)
Introdução
Introdução
1. Da formulação teórica à identificação do pósitron
1. Da formulação teórica à identificação do pósitron
2. Da transmutação à fissão nuclear
2. Da transmutação à fissão nuclear
3. Novas forças e partículas na física
3. Novas forças e partículas na física
4. A proliferação hadrônica e novas leis (regras) de
4. A proliferação hadrônica e novas leis (regras) de
conservação
conservação
5. Sobre os quarks de Gell-Mann, Nambu...
1. Da formulação teórica à identificação do pósitron Sobre métodos em física teórica
Sobre a busca por uma mecânica quântica relativística em
1926
A equação de Dirac para o elétron livre Raios cósmicos
A descoberta ‘acidental’ do pósitron
Revisitando Heisenberg: o movimento de uma partícula em
uma câmara de nuvem e o papel do observável em uma teoria científica
Referências Bibliográficas
Introdução
2. Da transmutação à fissão nuclear
Um velho dos alquimistas: a transmutação induzida
artificialmente
A descoberta do nêutron A radioatividade artificial A fissão nuclear
3. Novas forças e partículas na física
O que mantém o núcleo atômico coeso? A proposição teórica
de Yukawa
O múon
César Lattes e a descoberta do píon
Sobre a Conferência Nobel de Cecil Powell Referências Bibliográficas
4. A proliferação hadrônica e novas leis (regras) de conservação
Partículas V
Um sentimento de conquista pouco duradouro
Partículas estranhas, antipartículas, novas leis (regras) de
conservação
A conservação do número leptônico (do elétron, do múon, do tau)
Outras leis de conservação
O enigma tau-teta e a violação da paridade nas interações fracas
5. Sobre os quarks de Gell-Mann, Nambu...
Prelúdio aos quarks: os multipletos de Gell-Mann (e Ne’eman) Quarks
O quantum da interação eletromagnética Os quanta da interação forte
A unificação das interações fraca e eletromagnética Referências Bibliográficas
O professor de física, em qualquer nível de estudo, deve O professor de física, em qualquer nível de estudo, deve
fazer uso da história da física em suas aulas?
fazer uso da história da física em suas aulas?
Depende dos conhecimentos e da
Depende dos conhecimentos e da
concepção de
concepção de
ensino de física que este professor
ensino de física que este professor
tem! tem!