Referências Bibliográficas
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______, Agência Nacional de Águas. Região Hidrográfica do Paraná. Acesso em: 22 mar. 2014. Disponível em: <http://www2.ana.gov.br/Paginas/portais/bacias/parana.aspx>
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução de Diretoria Colegiada - RDC n.º 274 de 22 de setembro de 2005.
Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução n.º 357 de 17 de março de 2005. Diário Oficial da União, Brasília.
______, Lei n.º 12.651, de 25 de maio de 2012. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, DF, 2012.
INSTITUTO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). IBGE Cidades. Paraná, Ouro Verde do Oeste, 2013. Acesso em: 22 mar. 2014. Disponível em: <http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/home.php> PARANÁ. Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA). Bacias Hidrográficas do Paraná. Curitiba: SEMA, 2013.
PHILIPPI JR, A. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri, SP: Manole, 2005.
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WELZ, B.; SPERLING, M. Atomic absorption spectrometry. Weinheim: Wiley-VCH, 1999. 941pp. Revista Agrogeoambiental, Edição Especial nº 2, 2014
1
André Santos de Souza
Resumo
O crescimento acelerado das cidades fez com que a fauna silvestre migrasse das áreas de floresta e rios para conviver cada vez mais perto de seres humanos. Nas cidades de Marabá e Parauapebas, dois dos maiores centros urbanos do interior do Pará, alguns vertebrados podem ser observados na área urbana, convivendo com pessoas, carros, máquinas e concreto. Da compilação dos mais diversos estudos de fauna realizados nessas cidades e seus entornos, constam 297 espécies de vertebrados na área urbana de Marabá, das quais 87 foram visualizadas em trabalho de observação em campo; e 275 em Parauapebas, das quais 103 foram observadas no levantamento de campo. A pesquisa percorreu os quatro cantos de cada cidade, entre os meses de maio e setembro de 2013. Os resultados do estudo apontam para a necessidade premente de dar prosseguimento a levantamentos do gênero a fim de que as espécies sejam devidamente conhecidas, posto que algumas correm risco de desaparecimento.
Palavras-chave: Urbanização. Fauna. Educação Ambiental. Conservação.
1 Introdução
A urbanização gera alterações no ambiente, empobrecendo a fauna e a flora. Conhecer os efeitos dessas alterações sobre a vida silvestre é fundamental, mas existem poucos estudos sobre a distribuição da fauna silvestre urbana, especialmente quando os animais são retratados por meio de observação (MOHR; MOSER, 2011).
Por definição da Lei n.º 5.197, de 1967, entende-se por silvestre o animal de qualquer espécie que vive naturalmente fora do cativeiro. A Lei n.º 9.605, de 1998, define os espécimes da fauna silvestre como aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida dentro dos limites do território brasileiro ou em águas jurisdicionais brasileiras (CAMOLEZI; MARTIN, 2008).
Segundo Silveira et al. (2010), estudos de fauna baseados na observação de espécies são consagrados no meio científico, embora sujeitos a equívocos. Para os objetivos deste artigo, que se propõe a retratar a fauna de vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes) das duas mais populosas cidades do sudeste do Pará, Marabá e Parauapebas, o método da observação foi essencial para identificar quais animais circulam nesses centros urbanos e que, devido à correria cotidiana, passam sempre despercebidos.
Como uma das formas de difusão da educação ambiental a observação de fauna urbana é considerada ecologicamente correta, já que não agride o meio ambiente e coloca o observador em sintonia com o ambiente, desenvolvendo sua capacidade de percepção, bem como ampliando seus conhecimentos sobre a natureza e a compreensão da necessidade de conservação do ecossistema (DALMORA, 2007).
ESPÉCIES DA FAUNA URBANA DE
MARABÁ E PARAUAPEBAS:
CONHECER PARA PRESERVAR
1Biólogo e Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e Sociedade na Amazônia (PDTSA);
Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará; Marabá, PA. E-mail: [email protected] Revista Agrogeoambiental, Edição Especial nº 2, 2014
2 Material e Métodos
Para realizar a pesquisa, toda a área urbana das cidades em questão foi alvo de expedições observatórias. Segundo estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2013, a população total de Marabá é de 251.885 habitantes, sendo 201.508 moradores na área urbana; e a população total de Parauapebas é de 176.582 pessoas, das quais 159.118 moram na zona urbana.
Para a compilação dos dados e referência à fauna local foram utilizadas obras de autoria de Machado, Martins e Drummond (2005); Miranda et al. (2006); Vasconcelos, Pacheco e Parrini (2007); Pnuma (2009); Foco Ambiental Consultoria (2009); Souza e Souza (2012) e Martins et al. (2012). A observação em campo – realizada entre os meses de maio e setembro – foi basilar para constatar quais das espécies compiladas e indicadas para o ambiente urbano podem ser observadas sem grandes esforços.
Foi utilizada uma câmera fotográfica para o registro das imagens, bem como foram feitas anotações das características das espécies registradas para posterior confronto com a literatura especializada. Também, alguns populares foram entrevistados informalmente para esclarecer algumas “lendas urbanas” sobre espécies curiosas, como a suçuarana. E a observação de peixes foi a única cujo procedimento necessitou ir a feiras locais, nas cidades, e fazer perguntas informais sobre a procedência do pescado.
3 Resultados e Discussão
Em linhas gerais, a pesquisa compilou de diversas fontes a existência de 297 espécies em Marabá distribuídas em: aves (173), peixes (62), mamíferos (27), répteis (24) e anfíbios (11). Em Parauapebas, foram identificadas nas bases da literatura disponível 275 espécies distribuídas em: aves (160), peixes (41), mamíferos (33), répteis (26) e anfíbios (15).
Conforme a Tabela 1, um total de 29% das espécies urbanas indicadas para Marabá foi observado no trabalho de campo, enquanto 37,5% da fauna de Parauapebas foram visualizados.
Tabela 1 – Compilação de espécies animais nas cidades de Marabá e Parauapebas
Fonte: MACHADO, MARTINS e DRUMMOND (2005); MIRANDA et al. (2006); VASCONCELOS, PACHECO e
PARRINI (2007); PNUMA (2009); FOCO AMBIENTAL CONSULTORIA (2009); SOUZA e SOUZA (2012); e MARTINS et al. (2012).
Nota: A definição “Observadas” corresponde àquelas espécies que foram, efetivamente, visualizadas e
registradas com imagem durante a pesquisa.
Os números totais, expressos na Tabela 1, denotam haver uma boa coletânea de espécies urbanas, e a explicação para a variedade entre uma e outra cidade está no ambiente onde esses centros
Município Marabá Parauapebas
Situação das espécies Compilação Observadas Compilação Observadas
Mamíferos 27 15 55,6% 33 12 36% Aves 173 40 23,1% 160 35 21,9% Répteis 24 12 50% 26 11 42,3% Anfíbios 11 5 45,4% 15 4 26,7% Peixes 62 15 9,3% 41 41 100% Total 297 87 29% 275 103 37,5%
emergiram: Marabá, no entroncamento entre os rios Tocantins e Itacaiúnas; Parauapebas, no sopé da Floresta Nacional de Carajás (Flonaca).
2 Na cidade de Parauapebas, as espécies observadas mais comumente são:
Anfíbios: sapo (Rhaebo guttatus), sapo-cururu (Rhinella jimi), perereca (Hypsiboas
multifasciatus).
Répteis: iguana (Iguana iguana), coral-falsa (Rhinobothryum lentiginosum), jabuti
(Geochelone carbonaria).
Aves: urubu-de-cabeça-preta (Coragyps atratus), anu-preto (Crotophaga ani),
bem-te-vi (Pitangus sulphuratus).
Peixes: piaba (Jupiaba apenina), acari (Hypoptopoma gulare), traíra (Hoplias
malabaricus).
Mamíferos: mambira (Tamandua tetradactyla), saruê (Didelphis marsupialis - Figura
1), macaco-guaribinha (Saguinus niger).
Figura 1 - Saruê (Didelphis marsupialis), espécie comum na cidade de Parauapebas
Fonte: Registro de Campo.
Na cidade de Marabá, as espécies observadas mais comumente são:
Anfíbios: sapo (Rhaebo guttatus), sapo-cururu (Rhinella jimi) e rã (Pseudis paradoxa). Répteis: iguana (Iguana iguana - Figura 2), sucuri (Eunectes murinus) e tracajá
(Podocnemis unifilis).
2Por questão de espaço, foram citadas apenas as espécies observadas e indicadas com mais
frequência pelas pessoas entrevistadas em Parauapebas e Marabá.
Figura 2 - Iguana (Iguana iguana), espécie comum na cidade de Marabá
Fonte: Registro de Campo.
Aves: pombo-doméstico (Columba livia), urubu-da-cabeça-vermelha (Cathartes aura),
garça-vaqueira (Bubulcus ibis).
Peixes: piaba (Jupiaba apenina), arraia-de-fogo (Potamotrygon motoro), peixe-elétrico
(Electrophorus electricus).
Mamíferos: capivara (Hydrochoerus hydrochoeris), ouriço-caixeiro (Coendou villosus),
boto (Inia geoffrensis).
Uma curiosidade percebida durante a pesquisa é quanto ao número de peixes e árvores. Em Marabá, cuja sede é banhada pelos dois maiores rios da região, o Tocantins e o Itacaiúnas, foram observadas menos espécies de peixe (15) que em Parauapebas (41), cidade banhada pelo curso d'água de mesmo nome e bem menor que os outros dois da cidade vizinha.
Por outro lado, o número de aves observadas em Parauapebas (35) foi relativamente menor que em Marabá (40), e aqui não está em voga o tamanho da cidade, mas a arborização que, de acordo com Mohr e Moser (2011), funciona como atrativo de fauna ornitóloga. Em Parauapebas, a maioria dos pássaros pode ser vista nos corredores arbóreos no trecho urbano da Rodovia PA-275. A cidade possui percentual de arborização que chega a 30,54% de suas vias urbanas, realidade superior à encontrada na cidade de Marabá, que possui apenas 10,8% da área urbana arborizada (IBGE, 2012).
4 Conclusões
Estudos acerca da composição faunística são essenciais para a compreensão da biodiversidade e sua conservação, particularmente na Amazônia, onde uma nova espécie é descoberta a cada 72 horas (SOUZA; SOUZA, 2012). Tal abundância, contudo, ainda é pouco aproveitada dada a carência de informações acerca da fauna silvestre (MOHR; MOSER, 2011).
A utilização da observação como instrumento didático é fortalecida pela importância ecológica desta atividade, cujos indivíduos visualizados atuam significativamente no controle populacional e em inúmeras relações ecológicas de interesse mútuo com vertebrados, invertebrados e plantas (MOHR; MOSER, 2011).
Em Marabá e Parauapebas, os resultados das observações em campo apontam para a existência de expressiva fauna silvestre passível de convivência com pessoas, residências e veículos no espaço urbano. São animais vertebrados que, noutros momentos de pesquisas científicas foram retratados, mas o conhecimento sobre eles ainda é pouco difundido. Alguns, inclusive, já se encontram em risco de desaparecimento na lista oficial de animais ameaçados de extinção na maior parte das regiões do Brasil, como é o caso da onça-suçuarana, que consta dos levantamentos bibliográficos, foi indicada por moradores nas cercanias das duas cidades, mas não foi observada.
Assim, é preciso reconhecer a importância de Marabá e Parauapebas como habitat natural dessas espécies na Amazônia e continuar pesquisas do gênero para que a biodiversidade urbana seja satisfatoriamente conhecida, promovendo a preservação desses seres vivos e protegendo-os de constarem da lista de animais e vegetais em extinção.
Referências Bibliográficas
CAMOLEZI, B. A.; MARTIN, M. E. E. Observação de Fauna Silvestre em Ambientes Urbanos na Cidade de Maringá (PR) em 2008. In: Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar (EPCC), 2009.
Anais… 2009, Maringá (PR): Cesumar.
DALMORA, E. Educação Ambiental. Indaial: Asselvi, 2007.
FOCO AMBIENTAL CONSULTORIA. Relatório de Impacto Ambiental (Rima): empreendimento Viver Bem Parauapebas. Wtorre Parauapebas Empreendimentos Residenciais Ltda. Parauapebas, 2009, 51p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Estimativa da População 2013. Rio de Janeiro, 2013. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/hom e/estatistica/populacao/ estimativa2013/estimativa_pop.shtm>. Acesso em: 20 mar. 2014.
______. Censo Demográfico 2010 – Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios. Rio de Janeiro, 2012.
MACHADO, A. B. M.; MARTINS, C. S.; DRUMMOND, G. M. Lista da Fauna Brasileira Ameaçada de
Extinção. – Incluindo as Listas de Espécies Quase Ameaçadas e Deficientes em Dados. Belo Horizonte:
Fundação Biodiversitas, 2005.
MARTINS, F. D. et al. (Org). Fauna da Floresta Nacional de Carajás: estudos sobre vertebrados terrestres. São Paulo: Nitro Imagens, 2012.
MERNONA, B. et al. Os Peixes e a Pesca no Baixo Rio Tocantins: vinte anos depois da UHE Tucuruí. Eletronorte, 2010.
MIRANDA, N. et al. (Coord). Relatório de Avaliação da Vulnerabilidade Ambiental – AVA Marabá. Projeto GEO Cidades. Marabá, 2006.
MOHR, M.; MOSER, G. Observação de Aves como Ferramenta da Educação Ambiental. Florianópolis: Uniasselvi, 2011.
Em Marabá e Parauapebas, os resultados das observações em campo apontam para a existência de expressiva fauna silvestre passível de convivência com pessoas, residências e veículos no espaço urbano. São animais vertebrados que, noutros momentos de pesquisas científicas foram retratados, mas o conhecimento sobre eles ainda é pouco difundido. Alguns, inclusive, já se encontram em risco de desaparecimento na lista oficial de animais ameaçados de extinção na maior parte das regiões do Brasil, como é o caso da onça-suçuarana, que consta dos levantamentos bibliográficos, foi indicada por moradores nas cercanias das duas cidades, mas não foi observada.
Assim, é preciso reconhecer a importância de Marabá e Parauapebas como habitat natural dessas espécies na Amazônia e continuar pesquisas do gênero para que a biodiversidade urbana seja satisfatoriamente conhecida, promovendo a preservação desses seres vivos e protegendo-os de constarem da lista de animais e vegetais em extinção.
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PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE (PNUMA). Perspectivas para o Meio
Ambiente Urbano – Geo Marabá. Belém, 2009.
SILVEIRA, L. F. et al. Para que Servem os Inventários de Fauna? Revista Estudos Avançados [online], v. 24, n. 68, pp. 173-207, 2010.
SOUZA, A. S.; SOUZA, D. C. M. Diversidade de Peixes em Água Azul do Norte: rios Parauapebas e
Água Preta. 2012. 76 f. Monografia (Graduação em Ciências Biológicas). Instituto de Ciências
Biológicas (ICB) de Belém. Universidade Federal do Pará, 2012.
VASCONCELOS, M. F.; PACHECO, J. F.; PARRINI, R. Levantamento e Conservação da Avifauna na Zona Urbana de Marabá. Revista Cotinga, Pará, 2007, v. 28, pp. 45-52, jan. 2007.
1
Luciana de Melo Pirete
2
Bruna Fernanda Faria Oliveira
3
Maria da Graça Vasconcelos
Resumo
A disposição final dos resíduos sólidos urbanos (RSU) tem se apresentado como um problema que as prefeituras têm dificuldade de equacionar, pois mesmo havendo incentivo à reutilização e reciclagem ainda existirão os remanescentes, conhecidos como rejeitos, que devem ser enviados aos aterros sanitários. Na maioria dos municípios brasileiros, a administração limita-se a recolher os resíduos domiciliares, depositando-os em locais afastados, sem maiores cuidados sanitários. A operação inadequada das áreas para deposição dos resíduos sólidos domiciliares, nos municípios, causa impactos ambientais e compromete a saúde pública. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo classificar a qualidade do aterro sanitário de Araguari (MG). Para isso foi realizada a aplicação do Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos (IQR), que avalia os parâmetros referentes às características do local, à infraestrutura implantada e às condições operacionais do aterro, conforme a metodologia estabelecida pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB). Para isso foram realizadas inspeções locais, análise documental e entrevistas. Constatou-se que o aterro pode enquadrar-se em uma classe controlada, apesar da necessidade de ajustes em alguns itens.
Palavras-chave: Resíduos sólidos urbanos. Aterro sanitário. Qualidade ambiental. Meio Físico.
1 Introdução
O desenvolvimento industrial e tecnológico provocou o avanço da urbanização nos últimos 50 anos, principalmente no sudeste do país, região que concentra metrópoles e megalópoles com grande investimento técnico científico (SANTOS,2008). Este avanço provou o aumento do consumo da população, e, consequentemente, aumento da geração de resíduos, na maioria das vezes sem gerenciamento e destinação final adequado.
A má gestão dos resíduos sólidos causa impactos ambientais e compromete a saúde pública. Um exemplo disso é a geração do chorume que, quando não drenado e tratado, pode contaminar o solo e rios próximos através da lixiviação e de enxurradas, além de causar mau cheiro atraindo animais peçonhentos e vetores de doenças.
Com isso, a preocupação na busca de melhores alternativas e de soluções para o manejo dos resíduos é crescente e municípios com melhores gerenciamentos dos seus resíduos servem de exemplo para os demais, além de poderem receber premiações e/ou incentivos capazes de atrair empresas que fundamentam um serviço sustentável.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, (PNSB), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em 2012, 23,7 milhões de toneladas dos resíduos sólidos urbanos foram destinados aos lixões e aterros controlados que constituem uma ameaça para a
AVALIAÇÃO DA ÁREA DE DISPOSIÇÃO FINAL
DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO
MUNICÍPIO DE ARAGUARI UTILIZANDO O
ÍNDICE DE QUALIDADE DE
ATERROS DE RESÍDUOS - IQR
1Estudante de graduação em Engenharia Ambiental; Instituto de Ciências Agrárias; Universidade Federal de Uberlândia; Uberlândia, MG.
E-mail: [email protected]
2Professora de graduação; Instituto de Ciências Agrárias; Universidade Federal de Uberlândia; Uberlândia, MG.E-mail:
3