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Fractal, Rev. Psicol. vol.26 número especial

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Academic year: 2018

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Fractal, Rev. Psicol., v. 26 – n. esp., p. 493-494, 2014 493

E

ditorial v

. 26,

n

.

Esp

., 2014

http://dx.doi.org/10.1590/1984-0292/1347

O presente número da Fractal: Revista de Psicologia, v. 26, n. esp. (2014): Dossiê Arte, Narrativas e Subjetividade, nasceu de um convite feito pelo meu amigo Marcelo Santana. Motivado por uma provocação, fez a seguinte proposta: fazer um número que tomasse como instância problemática as relações intrínse-cas entre subjetividade, arte e narrativa.

Gostaria de agradecer-lhe pelo convite e pelo desaio de montar uma rede em torno das questões que mais me apetecem no âmbito dos estudos da subjetividade.

Assim, este número é fruto da colaboração de pesquisadores argentinos e brasileiros em prol da construção de um modo de compreensão sobre a arte e a narrativa à luz da subjetividade. Este número conta com 16 artigos que giram em torno de questões relativas ao teatro, à literatura, à crítica, à psicologia, à psicaná-lise, à narrativa, às artes plásticas e à pintura.

Poderíamos dividir os artigos em três blocos: (1) artigos em espanhol; (2) subjetividade e ciências humanas; (3) arte, narrativa e subjetividade. O número começa com as contribuições em língua espanhola, escritas por nos-sos colaboradores argentinos: Santiago Diaz, Eduardo Pellejero e Cristina Piña. As questões aqui tracejadas giram em torno das relações entre subjeti-vidade, crítica e arte.

Depois seguem artigos que traçam compreensões variadas em torno da sub-jetividade, tendo foco nas interfaces entre a psicologia, a psicanálise e a narrativa.

Os textos seguintes tratam das relações entre arte, narrativa e subjetivida-de, atravessando questões relativas à literatura de autoajuda, ao cinema, às artes plásticas e à literatura.

Fechamos o Dossiê Arte, Narrativas e Subjetividade com uma contri-buição especial de Juan Carlos Gorlier, um belo ensaio sobre Cézanne e o quadro Natureza Morta.

Esta edição de Fractal: Revista de Psicologia conta, também, com uma rese-nha sobre o livro A Fabricação do Humano: Psicanálise, Subjetivação e Cultura, recém-publicado, que se dedica a remeter a psicanálise a questões da atualidade.

Sem mais o que acrescentar, desejo que este número suscite aos leitores relexões profusas sobre arte, cultura e subjetividade.

Boa Recepção!

Referências

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