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Assistência Farmacêutica no SUS

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Academic year: 2022

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Assistência Farmacêutica no SUS

 Atuação nos diversos níveis de complexidade

 PNM

 PNAF

Pollyana Lyra

Assistência Farmacêutica no SUS

• Grupo de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade. Envolve o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas, a conservação e o controle de qualidade, a segurança e a eficácia terapêutica dos medicamentos, o acompanhamento e a avaliação da utilização, a obtenção e a difusão de informação sobre medicamentos e a educação permanente dos profissionais de saúde, do paciente e da comunidade para assegurar o uso racional de medicamentos. (PNM)

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• Um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo o medicamento como insumo essencial e visando o acesso e seu uso racional. Este conjunto envolve a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de medicamentos e insumos, bem como a sua seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia da qualidade dos produtos e serviços, acompanhamento e avaliação de sua utilização, na perspectiva da obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da população. (PNAF)

Uso Racional de Medicamentos

• O processo que compreende a prescrição apropriada; a disponibilidade oportuna e a preços acessíveis; a dispensação em condições adequadas; e o consumo nas doses indicadas, nos intervalos definidos e no período de tempo indicado de medicamentos eficazes, seguros e de qualidade (PNM).

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Evolução

‐ Aquisição e Distribuição

• + Uso racional dos medicamentos e a inserção efetiva da assistência farmacêutica como uma ação de saúde  Programa de Medicamentos de Dispensação Excepcional (CONASS).

Histórico AF

1971‐1997 CEME

1998 PNM

(Portaria n.º 3.916, de 30  de outubro de 1998) Aquisição e Distribuição

1. Adoção da Relação de Medicamentos Essenciais. 

2. Regulação sanitária de medicamentos. 

3. Reorientação da Assistência Farmacêutica. 

4. Promoção do uso racional de medicamentos. 

5. Desenvolvimento científico e tecnológico. 

6. Promoção da produção de medicamentos. 

7. Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos.

8. Desenvolvimento e capacitação de recursos humanos.

1. Garantir a necessária segurança, a eficácia e a qualidade dos medicamentos.

2. A promoção do uso racional dos medicamentos.

3. O acesso da população àqueles medicamentos considerados essenciais

DIRETRIZES OBJETIVOS

2004 PNAF

(RESOLUÇÃO Nº 338, DE 

06 DE MAIO DE 2004)

13 Eixos Estratégicos

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PNM ( Portaria n.º 3.916, de 30 de outubro de 1998)

• 1INTRODUÇÃO

• 2JUSTIFICATIVA (serviço; envelhecimento; desarticulação AF gerando não padronização; irregular abastecimento; automedicação)

• 3DIRETRIZES

3.1 Adoção de Relação de Medicamentos Essenciais (direciona a produção, de medicamentos, científica e das listas estaduais e municipais)

3.2 Regulamentação Sanitária de Medicamentos(registro MS, Licença de Funcionamento, farmacovigilância, promover genéricos)

3.3 Reorientação da Assistência Farmacêutica(descentralizar gestão e executar a seleção, programação, aquisição, armazenamento e distribuição, CQ e utilização)

3.4 Promoção do Uso Racional de Medicamentos(educar consumidores, adequar currículos de cursos de saúde, incentivar genéricos, restringir propagandas de medicamentos)

3.5 Desenvolvimento Científico e Tecnológico(estímulo a desenvolver formulação e ligar faculdade e empresas; apoio a pesquisa que explora flora e fauna nacional; revisão permanente da Farmacopéia Brasileira)

3.6 Promoção da Produção de Medicamentos (produção dos medicamentos da RENAME. Os oficiais especialmente atenção básica, estimular produção de genéricos)

3.7 Garantia da Segurança,Eficácia e Qualidade dos Medicamentos (fortalecer fiscalização; prover SI; reestruturar a REBLAS)

3.8 Desenvolvimento e Capacitação de Recursos Humanos(VISA é área estratégica; comissão permanente de integração instituições de estudo e produtivas)

• 4PRIORIDADES

• 4.1 Revisão Permanente da RENAME(2014‐2017)

• 4.2Assistência Farmacêutica(Implementar AF no MS; Assegurar recursos para gestão descentralizada, aquisição federal de medicamentos para atenção básica será substituída pelo repasse da verba)

• 4.3Promoção do Uso Racional de Medicamentos(Campanhas Educativas;

Registro e Uso de Medicamentos Genéricos; Formulário Terapêutico Nacional; Farmacoepidemiologia e Farmacovigilância; Recursos Humanos)

• 4.4 Organização das Atividades de Vigilância Sanitária de Medicamentos

• (Desenvolvimento e Elaboração de Procedimentos Operacionais Sistematizados; Treinamento de Pessoal do Sistema de Vigilância Sanitária; Consolidação do Sistema de Informação em Vigilância Sanitária)

• 5.RESPONSABILIDADES DAS ESFERAS DE GOVERNO NO ÂMBITO DO SUS

• 6ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

• 7TERMINOLOGIA

PNAF (RESOLUÇÃO Nº 338, DE 06 DE MAIO DE 2004)

PRINCÍPIOS

• 1. Universalidade, integralidade e equidade

• 2. AF como política pública norteadora de políticas setoriais

• 3. Definição de AF

• 4. Definição de Atenção Farmacêutica

EIXOS ESTRATÉGICOS

1. A garantia de acesso e equidade às ações de saúde, inclui,necessariamente, a Assistência Farmacêutica;

2. Manutençãode serviços deassistência farmacêutica na rede pública de saúde, nos diferentes níveis de atenção, considerando a necessária articulação e a observância das prioridades regionais definidas nas instâncias gestoras do SUS;

3. Qualificação dos serviços de assistência farmacêutica existentes, em articulação com os gestores estaduais e municipais, nos diferentes níveis de atenção;

4. descentralização das ações, com definição das responsabilidades das diferentes instâncias gestoras, de forma pactuada e visando a superação da fragmentação em programas desarticulados;

5. desenvolvimento, valorização, formação, fixação ecapacitação de recursos humanos;

6. modernização e ampliar a capacidade instalada e de produção dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais, visando o suprimento do SUS e o cumprimento de seu papel como referências de custo e qualidadeda produção de medicamentos, incluindo‐se a produção de fitoterápicos;

7. utilização da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME), atualizada periodicamente, como instrumento racionalizador das ações no âmbito da assistência farmacêutica;

8. Pactuação de ações intersetoriais que visem à internalização e o desenvolvimento de tecnologias que atendam às necessidades de produtos e serviços do SUS, nos diferentes níveis de atenção;

9. Implementaçãode formaintersetorial, e em particular, com oMinistério da Ciência e Tecnologia, de uma política pública de desenvolvimento científico e tecnológico, envolvendo os centros de pesquisa e as universidades brasileiras, com o objetivo do desenvolvimento de inovações tecnológicas que atendam os interesses nacionais e às necessidades e prioridades do SUS;

10. Definição e pactuação deações intersetoriais que visem à utilização das plantas medicinais e medicamentos fitoterápicosno processo de atenção à saúde, com respeito aos conhecimentos tradicionais incorporados, com embasamento científico, com adoção de políticas de geração de emprego e renda, com qualificação e fixação de produtores, envolvimento dos trabalhadores em saúde no processo de incorporação desta opção terapêutica e baseado no incentivo à produção nacional, com a utilização da biodiversidade existente no País;

11. Construção de uma Política de Vigilância Sanitáriaque garanta o acesso da população a serviços e produtos seguros, eficazes e com qualidade;

12. Estabelecimento de mecanismosadequados para aregulaçãoe monitoração do mercado de insumos e produtos estratégicos para a saúde, incluindo os medicamentos;

13. Promoção do uso racional de medicamentos, por intermédio de ações que disciplinem a prescrição, a dispensação e o consumo.

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2015‐FUNCAB‐CRF‐RO‐ Farmacêutico Fiscal. A política nacional de medicamentos tem como diretrizes, EXCETO:

a) garantir segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos.

b) desenvolvimento científico e tecnológico.

c) estimular a comercialização dos medicamentos.

d) promoção do uso racional dos medicamentos.

e) reorientação da assistência farmacêutica.

2017‐IDECAN‐INCA‐ Tecnico Radioterapia. Por RENAME – Relação Nacional de Medicamentos Essenciais, compreende‐se a seleção e a padronização de medicamentos

a) utilizados nos serviços básicos de saúde do SUS.

b) indicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS.

c) utilizados nos serviços especializados do SUS, como hospitais de alta densidade tecnológica.

d) especiais para o tratamento de agravos e doenças classificadas como prioritárias para o governo.

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2016‐FIOCRUZ‐FIOCRUZ‐Técnico em Farmácia. A Política Nacional de Medicamentos, como parte da Política Nacional de Saúde, prevê um processo educativo dos usuários ou consumidores acerca dos riscos da automedicação, da interrupção ou troca de medicamentos prescritos, bem como da necessidade de receita médica para sua dispensação. Dessa forma, uma das diretrizes dessa política é:

a) Desenvolvimento científi co e tecnológico b) Promoção do uso racional de medicamentos.

c) Adoção de medicamentos genéricos.

d) Regulamentação sanitária de medicamentos.

e) Reorientação da gestão farmacêutica.

2009‐NC‐UFPR‐SES‐PR‐ Farmacêutico. A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) estabeleceu o acesso a medicamentos como direito constitucional. Na última década, os medicamentos deixaram de ser considerados apenas quanto a sua dimensão logística, tornando‐se objeto da Política Nacional de Medicamentos (PNM) e da Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF). Sobre os princípios de promoção do uso racional de medicamentos, assinale a afirmativa INCORRETA.

a) Prescrição de medicamentos de acordo com a Denominação Comum Brasileira.

b) Reconhecimento dos Problemas Relacionados aos Medicamentos (PRM) em relação às doses prescritas.

c) Agilidade nos processos de aquisição e distribuição de medicamentos.

d) Restrição do número de medicamentos por receita.

e) Capacitação dos recursos humanos na área de saúde.

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2013‐CESPE‐UNIPAMPA‐ Farmacêutico Bioquímico.

A Política Nacional de Medicamentos visa garantir a segurança, a eficácia e a qualidade dos medicamentos, inclusive dos fitoterápicos.

2015‐IBFC‐MGS‐Farmácia. A Política Nacional de Medicamentos, como parte essencial da Política Nacional de Saúde, constitui um dos elementos fundamentais para a efetiva implementação de ações capazes de promover a melhoria das condições da assistência à saúde da população. Assinale a alternativa que apresenta uma diretriz da Política Nacional de Medicamentos:

a) Farmacoepidemiologia.

b) Promoção do Uso Racional de Medicamentos.

c) Farmacoeconomia.

d) Estratégia Saúde da Família (ESF).

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Organização da AF Estadual

• Estruturação AF  Inserção da AF  Definição das Políticas Públicas aplicadas ao Estado  Inclusão da AF no planejamento da SES: Plano Estadual de Saúde, o Plano Plurianual, a Lei Orçamentária Anual, a Programação Pactuada e Integrada Modernização da Gestão.

Estrutura da Assistência Farmacêutica ‐ DF

• Estrutura da Assistência Farmacêutica (Organograma SES)

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Estrutura da Assistência Farmacêutica ‐ DF

A Diretoria de Assistência Farmacêutica – DIASF, unidade orgânica de direção vinculada à Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde – SAIS,é responsável pela normatização das ações e programas de assistência farmacêutica na rede pública de saúde do DF.

Competem à DIASF:

I ‐ Formular e promover a Política de Assistência Farmacêutica da Secretaria, em consonância com a Política Nacional de Medicamentos e com a Política Nacional de Assistência Farmacêutica;

II‐Planejar os componentes técnicos científicos da assistência farmacêutica;

III‐Coordenar as atividades de seleção de medicamentos, elaboração e divulgação da Relação de Medicamentos do Distrito Federal e do Formulário Terapêutico da Secretaria;

IV‐Coordenar as atividades de programação e abastecimento farmacêutico e de elaboração de instrumentos de controle e avaliação da assistência farmacêutica; (Com a publicação do Decreto nº 36.918, de 26 de novembro de 2015, que dispõe sobre a estrutura administrativa da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, as atividades de programação de aquisição, abastecimento, armazenamento e distribuição de medicamentos que eram atribuição da DIASF, passaram a ser de competência da Subsecretaria de Logística em Saúde – SULOG)

V‐Coordenar as atividades relativas ao Componente Especializado da Assistência Farmacêutica;

VI‐Coordenar ações para a promoção do acesso da população a medicamentos seguros, eficazes e de qualidade;

VII‐Desenvolver outras atividades que lhe forem atribuídas na sua área de atuação.

Financiamento AF

• Conforme estabelecido na Portaria GM/MS n. 204/2007, os recursos federais são repassados na forma de blocos de financiamento, entre os quais o Bloco de Financiamento da Assistência Farmacêutica, que é constituído por três componentes :

1. Componente Básico da Assistência Farmacêutica: destina‐se à aquisição de medicamentos e insumos de Assistência Farmacêutica no âmbito da atenção básica em saúde e àquelas relacionadas a agravos e programas de saúde específicos, inseridos na rede de cuidados da atenção básica.

2. Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica: custeio de ações de assistência farmacêutica nos seguintes programas de saúde estratégicos: controle de endemias, tais como a tuberculose, hanseníase, malária, leishmaniose, doença de Chagas e outras doenças endêmicas de abrangência nacional ou regional; anti‐retrovirais dos Programas de DST/Aids, Sangue e Hemoderivados e Imunobiológicos.

3. Componente de Medicamentos de Dispensação Excepcional: financiamento do Programa de Medicamentos de Dispensação Excepcional, para a aquisição e distribuição do grupo de medicamentos da tabela de procedimentos ambulatoriais.

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O papel do Farmacêutico?

• A Assistência Farmacêutica é multidisciplinar, porém o farmacêutico, por ser legalmente o profissional responsável pelo medicamento, é imprescindível para o desenvolvimento das atividades relacionadas à área, tais como seleção, programação, armazenamento, distribuição e dispensação de medicamentos. Também é estratégica a participação do farmacêutico no processo de aquisição de medicamentos, em especial na elaboração das especificações, estabelecimento de critérios técnicos e emissão de parecer no julgamento das propostas.

NÍVEL ATUAÇÃO (PNM) PROGRAMA NACIONAL PROGRAMA DISTRITAL

BÁSICO Assegurar o acesso da população aos medicamentos essenciais; Promover seu uso racional e Qualificar o atendimento

1. DST

2. Farmácia Popular do Brasil 3. Farmácia penitenciária

1. Diabetes 2. Hipertensão Arterial 3. Saúde da Mulher 4. Fitoterapia (Farmácia Viva).

5. Saúde Mental 6. Bexiga Neurogênica COMPONENTE

ESTRATÉGICO

AF na gestão de medicamentos que são usados em doenças que são problemas de saúde pública, que colocam em risco as coletividades e cuja estratégia de controle concentra‐se no tratamento de seus portadores.

Este componente é centralizado pelo Ministério da Saúde, com posterior distribuição às Secretarias Estaduais de Saúde e disponibilização à população através de dispensação na rede pública estadual e municipal.

1. Controle de Tuberculose 2. Controle de Hanseníase 3. DST/AIDS

1. DST/AIDS 2. Tuberculose 3. Hanseníase 4. Tabagismo 5. Influenza

6. Endemias focais (leishmaniose, malária, esquistossomose e doença de chagas)

7. Infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório

8. Toxoplasmose COMPONENTE

ESPECIALIZADO

Gestão e AF de medicamentos destinados ao tratamento de patologias específicas que atingem um número limitado de usuários, os quais na maioria das vezes utilizam‐nos por períodos prolongados. Entre os usuários desses medicamentos estão: transplantados, portadores de insuficiência renal crônica, esclerose múltipla, hepatite viral crônica B e C, epilepsia e esquizofrenia refratária, doenças genéticas como fibrose cística, doença de Gaucher.

Call‐Center

2º Comparecimento em uma das farmácias: Farmácia Ambulatorial Especializada da Asa Sul; do Gama ou da Ceilândia

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Indicadores da AF

• •Organização do setor saúde:existência da Assistência Farmacêutica na estrutura organizacional, existência de Comissão/Comitê Estadual de Farmacologia e Terapêutica, número de farmacêuticos que atuam na Assistência Farmacêutica.

• •Qualificação dos Recursos Humanos:existência de projeto/programa de qualificação dos trabalhadores, número de servidores em cada atividade.

• •Seleção de medicamentos:existência de Relação Estadual de Medicamentos Essenciais, porcentagem de medicamentos da Reme em concordância com a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais.

• •Aquisição de medicamentos:existência de restrição à aquisição de medicamentos que não pertencem à Reme, porcentagem de medicamentos adquiridos que não pertencem à Reme, recursos financeiros para aquisição por fonte de financiamento, recursos gastos por modalidade de aquisição de medicamentos, categoria profissional responsável pela definição das especificações técnicas.

• •Armazenamento de medicamentos:adequação da área de armazenamento, existência de controle de estoque no almoxarifado, existência de procedimentos preventivos para evitar a perda de medicamentos por validade, porcentagem do registro de estoque que corresponde à contagem física dos medicamentos.

• •Distribuição de medicamentos:porcentagem de demanda não atendida.

• •Disponibilidade de acesso:porcentagem de medicamentos atendidos; porcentagem média de medicamentos disponíveis em estoque no almoxarifado.

• •Qualidade:porcentagem de medicamentos com prazo de validade vencido no almoxarifado.

• •Uso racional:número médio de medicamentos por prescrição

Ciclo da Assistência Farmacêutica

Seleção (comissão de  Farmacologia e 

Terapêutica)

Programação (SI, Gestão de 

estoque)

Aquisição de  Medicamentos

(Pregão,  Consórcios) Armazenamento e 

Distribuição  (cronograma, fluxos, 

prazos de entrega) Dispensação  (estratégia para 

Uso racional,  humanização). 

Atenção  Farmacêutica!!!

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