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Perguntas e respostas frequentes

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Academic year: 2022

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Perguntas e respostas frequentes

1. Qual o racional estratégico para a transação?

A operação de fusão é uma consequência natural da aliança industrial entre a Portugal Telecom e a Oi, estabelecida em 2010. A combinação dos negócios da Portugal Telecom e da Oi resultará na criação de um operador de telecomunicações líder, cobrindo uma população de cerca de 260 milhões de habitantes e cerca de 100 milhões de clientes. A transação consolidará a posição das duas empresas como o operador líder nos países de língua portuguesa, liderando em todos os mercados em que opera. A combinação dos dois grupos pretende alcançar significativas economias de escala, maximizar sinergias operacionais e criar valor para seus acionistas, clientes e colaboradores.

A CorpCo irá operar em mercados estratégicos e beneficiará das perspetivas favoráveis de crescimento no Brasil e das operações consolidadas em Portugal, preparadas para a retoma económica.

A combinação de negócios irá potenciar a implementação de iniciativas estratégicas atualmente em curso, nas quais a Portugal Telecom e a Oi têm partilhado a sua experiência e know-how em áreas tais como o desenvolvimento de produtos, apoio ao cliente, engenharia, operações e tecnologias da informação.

2. Quais os passos da transação?

Os diversos passos previstos até à operação final de fusão da Portugal Telecom na CorpCo encontram-se condicionados entre si, sendo os principais:

(a) Aumento de capital da Oi de 14,1 mil milhões de reais (4,7 mil milhões de euros) a ser realizado mediante a emissão pública de ações ordinárias e preferenciais da Oi, dos quais se espera que 8,0 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros) sejam subscritos em dinheiro e aproximadamente 6,1 mil milhões de reais (2,0 mil milhões de euros) sejam subscritos em espécie pela Portugal Telecom, ao mesmo preço por ação, através da contribuição dos ativos da Portugal Telecom;

(b) Subscrição pela Portugal Telecom de obrigações convertíveis (debentures convertíveis em ações da AG Tel e da LF Tel) e de obrigações permutáveis

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convertíveis em ações preferenciais da Oi detidas pela AG Tel e pela LF Tel, ambas a serem emitidas pela AG Tel e LF Tel, seguida de subscrição pela AG Tel e pela LF Tel de obrigações convertíveis (convertíveis em ações da Tpart) a serem emitidas pela Tpart, provendo os fundos equivalentes à dívida líquida destas entidades, num montante total de 4,5 mil milhões de reais (1,5 mil milhões de euros);

(c) Permuta das ações detidas pela Portugal Telecom na CTX e Contax por ações da AG Tel e da LF Tel, que nessa data, apenas irão deter ações da Oi e da Tpart;

(d) Fusão da PASA na AG Tel, da EDSP75 na LF Tel, e subsequente fusão da AG Tel, LF Tel e Bratel na Tpart. Após este passo, a Tpart irá deter apenas ações da Oi e não terá qualquer dívida ou terá dinheiro ou equivalente para reembolsar as suas dívidas;

(e) Admissão à cotação das ações da CorpCo no segmento do Novo Mercado da BM&FBOVESPA e incorporação das ações da Oi na CorpCo, ficando a Oi uma subsidiária totalmente detida pela CorpCo, cessando os acordos de acionistas atualmente existentes. Cada ação ordinária da Oi será trocada por uma ação da CorpCo e cada ação preferencial da Oi será trocada por 0,9211 ações da CorpCo. Os termos de troca propostos foram determinados com base nas cotações médias ponderadas pelo volume das ações ordinárias e preferenciais da Oi nos últimos 30 dias;

(f) Fusão por incorporação da Portugal Telecom na CorpCo, sendo a CorpCo a sociedade incorporante. À data da sua fusão na CorpCo, a Portugal Telecom não terá qualquer passivo nem qualquer ativo relevante para além das ações da CorpCo;

(g) Como resultado dos passos acima mencionados, os acionistas da Portugal Telecom receberão um número de ações da CorpCo equivalente ao número de ações da CorpCo detidas pela Portugal Telecom. Com base no valor estimado dos ativos da PT acima referido, prevê-se que em troca de cada ação da Portugal Telecom detida, os acionistas receberão um número de ações da CorpCo equivalente a 2,2911 euros (emitidas ao mesmo preço por ação do aumento de capital da Oi), a que acrescerão 0,6330 ações da CorpCo.

Após a conclusão da operação, as ações da CorpCo serão admitidas à negociação no

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3. Como acionista da Portugal Telecom, o que ganho nesta transação?

Os acionistas da Portugal Telecom receberão um número de ações da CorpCo equivalente ao número de ações da CorpCo detidas pela Portugal Telecom. Com base no valor estimado dos ativos da PT contribuídos em espécie, prevê-se que, em troca de cada ação da Portugal Telecom detida, os acionistas receberão um número de ações da CorpCo equivalente a 2,2911 euros (emitidas ao mesmo preço do aumento de capital da Oi) a que acrescerão 0,6330 ações da CorpCo.

Sem prejuízo da avaliação dos ativos da PT – a realizar por uma empresa especializada e independente, e cujo relatório (“laudo”) será submetido à deliberação da Assembleia Geral de Acionistas da Oi –, a Portugal Telecom estimou o valor dos ativos da PT em 2,0 mil milhões de euros (correspondentes a 6,1 mil milhões de reais), num intervalo de valores mínimo de 1,9 mil milhões de euros e máximo de 2,1 mil milhões de euros, correspondentes a 5,8 mil milhões de reais e 6,4 mil milhões de reais, respetivamente, tendo em conta a taxa de câmbio de euros para reais de 3,0181.

Cada ação preferencial da Oi será trocada por 0,9211 ações da CorpCo. Com a migração da CorpCo para o Novo Mercado, cada ação ordinária da Oi será trocada por 1 ação da CorpCo.

4. Qual o valor das sinergias resultantes da transação?

A CorpCo irá concentrar-se na excelência operacional. Um plano de ação claro foi preparado com vista à integração de áreas com potencial de melhoria de eficiência, incluindo a identificação de equipas para monetizar sinergias e dar resposta aos atuais desafios operacionais.

Antecipa-se que a combinação dos negócios da Portugal Telecom e da Oi venha a gerar sinergias no valor atual líquido estimado de 5,5 mil milhões de reais (1,8 mil milhões de euros).

5. Enquanto acionista da Portugal Telecom, tenho como aprovar esta transação?

A fusão ficará condicionada, designadamente, à aprovação por parte dos acionistas e órgãos sociais competentes da Portugal Telecom, da Oi e das demais sociedades signatárias do Memorando de Entendimentos, conforme aplicável.

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Adicionalmente, a transação necessita de aprovações legais e administrativas no Brasil, em Portugal e nas restantes jurisdições aplicáveis, nomeadamente a Autoridade da Concorrência em Portugal e no Brasil (CADE), as autoridades reguladoras do setor ANATEL (Brasil) e ANACOM (Portugal), e as entidades reguladoras do mercado de capitais: CVM (Brasil), CMVM (Portugal) e SEC (Estados Unidos da América), conforme aplicável.

6. Qual é o cronograma esperado?

A conclusão da transação proposta está prevista para o primeiro semestre de 2014.

7. Porquê um aumento de capital de 8 mil milhões de reais e o que acontece caso não se consiga angariar todo o montante?

Como parte da transação, a Oi irá realizar um aumento de capital em dinheiro, estruturado mediante a emissão pública de ações ordinárias e preferenciais da Oi, na proporção existente atualmente entre as ações ordinárias e preferenciais da Oi emitidas e em circulação, com um valor pretendido de 8,0 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros). O aumento de capital em dinheiro está condicionado à obtenção de um valor mínimo de 7,0 mil milhões de reais (2,3 mil milhões de euros).

As receitas do aumento de capital serão utilizadas para melhorar a flexibilidade do balanço da CorpCo.

Acionistas da Tpart e um veículo de investimento gerido pelo Banco BTG Pactual S.A. irão subscrever aproximadamente 2 mil milhões de reais (0,7 mil milhões de euros) do aumento de capital em dinheiro.

À data da conclusão da operação, depois da incorporação das ações da Oi na CorpCo e assumindo um aumento de capital em dinheiro de 8,0 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros), ao preço médio das cotações ponderado pelo volume dos últimos 30 dias das ações da Oi (4,36 reais ou 1,45 euros por ação), os acionistas da Portugal Telecom irão deter aproximadamente 38,1% do capital social circulante e com direito de voto da CorpCo.

A Portugal Telecom poderá optar por não subscrever o aumento de capital da Oi caso a percentagem de participação dos acionistas da Portugal Telecom na CorpCo, após o aumento de capital da Oi, seja igual ou inferior a 36,6% do capital total da CorpCo, assumindo a diluição integral proforma resultante da incorporação das ações da Oi a realizar pela CorpCo. Adicionalmente, a Tpart não será obrigada a consumar a transação caso a

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CorpCo, após o aumento de capital da Oi, seja superior a 39,6% do capital total da CorpCo, assumindo a diluição integral proforma resultante da incorporação das ações da Oi pela CorpCo.

8. Quais são as condições a que a transação ficará sujeita?

A concretização da combinação de negócios estará sujeita às seguintes condições:

(a) Acordo em relação aos termos e condições dos contratos definitivos relativos à combinação de negócios;

(b) Aprovação das condições da operação pelos acionistas e órgãos sociais competentes da Portugal Telecom, da Oi e das demais sociedades signatárias do Memorando de Entendimentos, conforme aplicável;

(c) Obtenção das autorizações legais e administrativas necessárias no Brasil, em Portugal e nas restantes jurisdições aplicáveis, nomeadamente a Autoridade da Concorrência em Portugal e no Brasil (CADE), as autoridades reguladoras do setor ANATEL (Brasil) e ANACOM (Portugal), e as entidades reguladoras do mercado de capitais: CVM (Brasil), CMVM (Portugal) e SEC (Estados Unidos da América), conforme aplicável;

(d) Obtenção das aprovações prévias de credores da Portugal Telecom e das suas holdings e da Tpart e de terceiros, quando necessárias para a implementação da combinação de negócios e para evitar violações ou incumprimentos contratuais decorrentes da combinação de negócios, na forma que vier a ser acordada nos contratos definitivos;

(e) A execução completa e válida do aumento de capital da Oi, sem prejuízo da execução de passos subsequentes da combinação de negócios, conforme vier a ser estabelecido nos contratos definitivos referentes à combinação de negócios.

9. Como será o governo societário da CorpCo?

Zeinal Bava, CEO da Portugal Telecom entre 2008 e 2013 e atual CEO da Oi e da PT Portugal, será o CEO da CorpCo e das suas subsidiárias.

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Como parte da fusão, as ações da CorpCo serão admitidas à negociação no segmento do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, na NYSE Euronext e na NYSE e adotará as melhores práticas de governo da sociedade, com uma única categoria de ações, atribuindo direitos idênticos de voto e dividendos a todos os acionistas. O Conselho de Administração para o primeiro mandato de três anos será composto pelos seguintes membros:

Alexandre Jereissati Legey, Amilcar Morais Pires, Fernando Magalhães Portella, Fernando Marques dos Santos, Henrique Manuel Fusco Granadeiro, José Maria Ricciardi, José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha, Nuno Rocha dos Santos de Almeida e Vasconcellos, Rafael Luís Mora Funes, Renato Torres de Faria e Sergio Franklin Quintella. José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha e Henrique Manuel Fusco Granadeiro assumirão, respetivamente, o cargo de Presidente e de Vice-Presidente do Conselho de Administração da CorpCo.

10. Qual será o perfil financeiro da CorpCo?

Considerando os dados financeiros reportados para o exercício de 2012 da Portugal Telecom e da Oi, as receitas proforma da CorpCo ascenderam a 37,5 mil milhões de reais (12,4 mil milhões de euros), com um EBITDA de 12,8 mil milhões de reais (4,2 mil milhões de euros) e um cash flow operacional de 4,2 mil milhões de reais (1,4 mil milhões de euros).

Considerando numa base proforma o aumento de capital na CorpCo estimado de 8,0 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros), a dívida líquida à data de 30 de junho de 2013 foi de 41,2 mil milhões de reais (13,7 mil milhões de euros).

11. Onde serão admitidas à negociação as ações da CorpCo após a conclusão da transação?

Como parte da fusão, as ações da CorpCo serão admitidas à negociação no segmento do Novo Mercado da BM&FBOVESPA, na NYSE Euronext e na NYSE.

12. Qual é o quórum para a Assembleia Geral de Acionistas da PT aprovar a transação?

Devido à magnitude da transação, o Conselho de Administração solicitará a convocação de reuniões da assembleia geral para obter aprovação de toda a transação, em especial no que respeita à participação da PT no aumento de capital em espécie da Oi e à fusão. As deliberações dos acionistas serão adotadas por maioria simples.

No entanto, de acordo com a lei portuguesa e os Estatutos da PT, para a aprovação da fusão será necessária uma maioria de 2/3 dos votos emitidos, estando presente ou representado

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13. A Oi poderá votar no âmbito destas deliberações?

A lei portuguesa permite à Oi votar no âmbito da fusão, uma vez que a mesma apenas detém 10% do capital social da PT (não poderá votar com mais votos do que aqueles que são atribuídos aos demais acionistas). Relativamente à contribuição de bens, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral deverá avaliar se a Oi se encontra ou não em conflito de interesses.

14. Quando terá lugar a Assembleia Geral da PT?

A preparação da documentação a submeter à assembleia geral iniciar-se-á após o anúncio da transação. Esta documentação incluirá a proposta relativa à contribuição dos ativos da PT (a qual apenas poderá ser finalizada depois de concluído o relatório de avaliação (laudo) sobre os ativos da PT). A aprovação da fusão apenas poderá ocorrer depois de terminado o projeto de fusão, o qual será preparado conjuntamente pela administração da PT e da CorpCo.

Deste modo, não se antecipa que a Assembleia Geral venha a ocorrer antes do primeiro semestre de 2014.

Aviso Importante:

O presente comunicado não é um documento de oferta e não constitui uma oferta de venda ou solicitação de uma oferta de compra de valores mobiliários ou uma solicitação de qualquer voto ou aprovação em qualquer jurisdição na qual tal oferta, solicitação ou venda seja ilegal antes do registo ou qualificação sob a legislação de valores mobiliários da referida jurisdição.

Em relação à proposta de aumento de capital da Oi S.A. (“Oi”), a proposta de incorporação de ações entre a entidade resultante da combinação de negócios proposta (“CorpCo”) e Oi, e a proposta de incorporação da Portugal Telecom pela CorpCo (coletivamente, a “Combinação de Negócios”), CorpCo ou uma de suas afiliadas pretende arquivar na U.S. Securities and Exchange Commission (“SEC”) (1) um ou mais Registration Statements sob o Formulário F-4, contendo um prospeto ou prospetos que serão enviados aos acionistas da Portugal Telecom e/ou Oi, conforme o caso (excepto a pessoas não norte-americanas, conforme definido nas normas aplicáveis da SEC), e (2) outros documentos sobre a proposta de Combinação de Negócios.

Advertimos os investidores e detentores de valores mobiliários a ler atentamente os prospetos relevantes e outros materiais relevantes quando eles se tornarem disponíveis, uma vez que tais documentos conterão informações importantes sobre a proposta de Combinação de Negócios.

Investidores e detentores de valores mobiliários poderão obter gratuitamente cópias dos

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documentos sobre a Combinação de Negócios arquivados na SEC (quando disponíveis) no site da SEC em www.sec.gov ou na Portugal Telecom ou na Oi.

A Oi poderá arquivar um Registration Statement (incluindo um prospeto) junto da SEC no âmbito da oferta das suas ações ordinárias e preferenciais a ser emitidas no aumento de capital da Oi. Aquando da decisão de investimento, o investidor deverá ler o prospeto incluindo nesse Registration Statement e demais informação que seja arquivada junto da SEC pela Oi para uma informação mais completa sobre a Oi e tal oferta. Cópias de tais documentos poderão ser obtidas gratuitamente no site da SEC em www.sec.gov. Alternativamente, a Oi remeterá o prospeto após o respetivo arquivamento junto da SEC a quem o solicite por telefone para o número gratuito 1-855-672-2332.

Aviso Importante a Respeito de Declarações Relativas ao Futuro:

Este comunicado contém determinadas declarações relativas ao futuro. Tais declarações não consistem em factos históricos, e incluem declarações sobre as perspetivas e expetativas da Portugal Telecom, da Oi e da CorpCo, estratégias empresariais, sinergias e contenções de custos, custos futuros e liquidez futura. As palavras “espera”, “acredita”, “estima”, “pretende”, “planeia”,

“antecipa”, “poderá”, “deverá”, prevê”, “tem como objetivo” e expressões similares, quando utilizadas em relação à Portugal Telecom, à Oi e à CorpCo, têm por objetivo indicar declarações relativas ao futuro. Essas declarações refletem a visão atual da administração da Portugal Telecom, da Oi e da CorpCo e estão sujeitas a diversos riscos e incertezas. Não há nenhuma garantia de que os eventos, tendências ou resultados esperados venham a ocorrer. Essas declarações são baseadas em diversas premissas e fatores, inclusive condições gerais da economia, do mercado, da indústria, fatores operacionais ou aprovações societárias ou de outra natureza. Quaisquer alterações nessas premissas ou fatores poderão ter como consequência resultados práticos materialmente diferentes das expectativas atuais. Quaisquer declarações relativas ao futuro atribuíveis à Portugal Telecom, à Oi, à CorpCo, ou suas afiliadas, ou a pessoas que atuem por conta da Portugal Telecom, da Oi ou da CorpCo, são expressamente qualificadas na sua totalidade pelo aviso contido neste parágrafo. Confiança indevida não deve ser considerada em tais declarações. As declarações relativas ao futuro reportam-se somente à data em que foram feitas. Excepto quando tal for obrigatório nos termos da legislação do mercado de capitais norte-americana ou demais legislação e regulamentação da SEC ou de outras autoridades regulatórias nas demais jurisdições aplicáveis, a Portugal Telecom, a Oi, a CorpCo e suas afiliadas não são obrigadas nem pretendem rever ou publicar quaisquer alterações sobre as previsões e declarações relativas ao futuro referidas nesta comunicação na sequência da alteração de acontecimentos em curso ou futuros ou seus desenvolvimentos, nem de eventuais

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das declarações relativas a futuro aqui contidas. Advertem-se, no entanto, os investidores para o facto de deverem consultar as divulgações adicionais que a Portugal Telecom, a Oi ou a CorpCo venham a fazer sobre a operação em relatórios ou comunicados arquivados na SEC.

Referências

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